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<title>Folha no Sudoeste &#45; : Brasil</title>
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<description>Folha no Sudoeste &#45; : Brasil</description>
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<dc:rights>Copyright © 2026 Jornal FOLHA NO SUDOESTE &#45; Todos os Direitos Reservados.</dc:rights>

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<title>Corpus Christi: veja o que abre e fecha nesta quinta&#45;feira (04)</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/corpus-christi-veja-o-que-abre-e-fecha-nesta-quinta-feira-04</link>
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<description><![CDATA[ Agências bancárias de todo o Brasil ficarão fechadas na data ]]></description>
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<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 16:09:41 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Corpus, Christi:, veja, que, abre, fecha, nesta, quinta-feira, 04</media:keywords>
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<title>Produção industrial brasileira variou 0,7% em abril</title>
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<description><![CDATA[ Em abril de 2026, a produção industrial nacional avançou 0,7% frente a março, quarta taxa positiva consecutiva, acumulando neste período expansão de 4,4%. Em relação a abril do ano passado, a indústria ampliou a produção em 2,7%, após avançar 4,4% em março. 
O acumulado do ano ficou em 1,7% na comparação com o primeiro quadrimestre de 2025. Nos últimos 12 meses, houve avanço de 0,7%. A média móvel trimestral em abril foi de 0,7%.



Período
Taxa


abril de 2026/ março de 2026
0,7%


abril de 2026/abril de 2025
2,7%


Acumulado no ano
1,7%


Acumulado em 12 meses
0,7%


Média móvel trimestral
0,7%



Na variação positiva de 0,7% da atividade industrial na passagem de março para abril de 2026, duas das grandes categorias econômicas e 14 dos 25 ramos industriais pesquisados mostraram avanço na produção.
Vale destacar que, com esses resultados, a produção industrial se encontra 4,7% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020); mas ainda está 12,9% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.
Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram assinaladas por indústrias extrativas (3,1%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,1%), ambas crescendo pelo quinto mês consecutivo.
Outras contribuições positivas relevantes sobre o total da indústria vieram de produtos de borracha e de material plástico (3,1%), produtos de madeira (8,5%), produtos têxteis (4,1%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (2,2%).
Por outro lado, entre as onze atividades que mostraram recuo na produção, a de produtos químicos (-3,9%) exerceu a principal influência na média da indústria e eliminou parte do avanço de 4,5% verificado em março. Destaca-se também os impactos negativos dos setores de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-6,0%), máquinas e equipamentos (-2,9%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-0,7%) e metalurgia (-1,0%).
Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens intermediários (1,5%) mostrou a maior expansão em abril e cresceu pelo quarto mês seguido, acumulando crescimento de 6,0%. O setor produtor de bens de capital (0,1%) também avançou neste mês, mantendo, desta forma, o comportamento positivo iniciado em janeiro de 2026 e acumulando ganho de 6,7% neste período. Por outro lado, os segmentos de bens de consumo semi e não duráveis (-0,2%) e de bens de consumo duráveis (-3,2%) registraram queda em abril de 2026. Ambos interromperam três meses consecutivos de expansão na produção.



Indicadores da Produção Industrial por Grandes Categorias EconômicasBrasil - Abril de 2026


Grandes Categorias Econômicas
Variação (%)    


Abril 2026 / Março 2026*
Abril 2026 / Abril 2025
Acumulado Janeiro-Abril
Acumulado nos Últimos 12 Meses


Bens de Capital
0,1
-4,3
-5,7
-4,1


Bens Intermediários
1,5
3,8
2,3
1,7


Bens de Consumo
-0,7
2,1
1,9
-0,8


  Duráveis
-3,2
-3,4
0,2
-0,1


  Semiduráveis e não Duráveis
-0,2
3,2
2,2
-0,9


Indústria Geral
0,7
2,7
1,7
0,7


 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas    *Série com ajuste sazonal    



Média móvel foi de 0,7% no trimestre encerrado em abril
A evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria mostrou crescimento de 0,7% no trimestre encerrado em abril de 2026 frente ao nível de março, mantendo a trajetória ascendente iniciada em dezembro de 2025.
Entre as grandes categorias econômicas, bens intermediários (1,2%) e bens de capital (1,2%) assinalaram as taxas positivas mais acentuadas no trimestre encerrado em abril. Bens intermediários prosseguiu com a trajetória ascendente iniciada em janeiro de 2026 e bens de capital marcou o segundo resultado positivo consecutivo, acumulando ganho de 3,3% neste período.
O setor produtor de bens de consumo semi e não duráveis (0,3%) também mostrou expansão no trimestre móvel encerrado em abril e permaneceu com a trajetória ascendente iniciada em julho de 2025. Por outro lado, o segmento de bens de consumo duráveis (-0,2%) registrou a única taxa negativa e interrompeu dois meses seguidos de crescimento na produção, período em que acumulou avanço de 3,8%.
Frente a abril de 2025, indústria cresce 2,7%
Na comparação com o mesmo mês de 2025, a indústria expandiu 2,7% em abril, com resultados positivos em duas das quatro grandes categorias econômicas, oito dos 25 ramos, 33 dos 80 grupos e 46,4% dos 789 produtos pesquisados. Abril de 2026 teve o mesmo número de dias úteis que abril de 2025 (20 dias).
Entre as atividades, as principais influências positivas foram registradas por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (13,3%), indústrias extrativas (10,6%) e produtos alimentícios (3,2%). Coque e produtos derivados do petróleo foi impulsionado, em grande medida, pela maior produção de álcool etílico, óleo diesel, querosenes de aviação e gasolina automotiva. As indústrias extrativas, por sua vez, tiveram grande impacto do avanço da produção de óleos brutos de petróleo, minérios de ferro e gás natural. Já produtos alimentícios foi impulsionado pela expansão na produção de açúcar VHP, cristal e refinado, carnes e miudezas de aves congeladas, frescas ou refrigeradas, carnes e miudezas comestíveis de suínos secas, salgadas ou defumadas, rações e carnes de suínos frescas ou refrigeradas.
Outras contribuições positivas importantes foram assinaladas pelos ramos de produtos de borracha e de material plástico (3,8%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (1,4%).
Por outro lado, ainda na comparação com abril de 2025, entre as 17 atividades que apontaram redução na produção, produtos químicos (-4,5%) e máquinas e equipamentos (-7,0%) exerceram as maiores influências negativas. Em produtos químicos, as principais pressões negativas vieram dos itens fertilizantes químicos das fórmulas NPK, fungicidas para uso agrícola, inseticidas para usos agrícola, doméstico e industrial, polietileno linear, raticidas e outros defensivos para uso na agricultura, etileno não-saturado, desodorantes, tintas e vernizes para construção, polietileno de alta densidade (PEAD) e superfosfatos. Em máquinas e equipamentos, houve influência das quedas registradas por aparelhos de ar-condicionado de paredes, de janelas ou transportáveis (inclusive os do tipo “split system”), máquinas para colheita, máquinas para limpeza e seleção de grãos e ventiladores e coifas (exaustores) para uso industrial.
Outros impactos negativos foram assinalados pelos setores de produtos de metal (-4,5%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-6,5%), outros equipamentos de transporte (-7,9%), celulose, papel e produtos de papel (-2,7%), metalurgia (-1,7%) e artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-5,4%).
Ainda no confronto com igual mês do ano anterior, bens intermediários (3,8%) e bens de consumo semi e não duráveis (3,2%) assinalaram, em abril de 2026, os resultados positivos entre as grandes categorias econômicas. Por outro lado, os setores produtores de bens de consumo duráveis (-3,4%) e de bens de capital (-4,3%) mostraram as taxas negativas neste mês.
O avanço de 3,8% em bens intermediários foi a quarta taxa positiva consecutiva na comparação com o mesmo mês do ano anterior e a mais elevada desde maio de 2025 (5,3%). O resultado de abril foi explicado, principalmente, pelos avanços nos produtos associados às atividades de indústrias extrativas (10,6%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (8,7%), produtos alimentícios (8,6%), produtos de borracha e de material plástico (4,2%), veículos automotores, reboques e carrocerias (1,1%) e produtos têxteis (1,0%).
As pressões negativas foram registradas por produtos químicos (-5,7%), produtos de metal (-4,1%), metalurgia (-1,7%), celulose, papel e produtos de papel (-3,5%), produtos de minerais não metálicos (-1,0%) e máquinas e equipamentos (-2,0%). Ainda em bens intermediários, vale citar também os resultados negativos assinalados pelos grupamentos de insumos típicos para construção civil (-3,6%), que apontou a décima primeira taxa negativa consecutiva; e de embalagens (-0,5%), que voltou a recuar após avançar 0,3% em março de 2026, quando interrompeu dois meses seguidos de queda neste tipo de comparação.
A produção de bens de consumo semi e não duráveis cresceu 3,2% em abril de 2026 frente abril de 2025, segunda taxa positiva consecutiva, porém menos intensa do que a observada em março (4,7%). O desempenho positivo neste mês foi explicado, em grande parte, pelo crescimento observado no grupamento de carburantes (23,4%), influenciado pelos avanços na produção de álcool etílico e de gasolina automotiva. Houve também resultados positivos nos grupamentos de alimentos e bebidas elaborados para consumo doméstico (0,5%) e de não duráveis (1,0%), impulsionados, principalmente, pela maior produção de carnes e miudezas de aves congeladas, frescas ou refrigeradas, carnes e miudezas comestíveis de suínos secas, salgadas ou defumadas, açúcar refinado, iogurte, massas alimentícias secas, produtos embutidos ou de salamaria e outras preparações de carnes de suínos, águas minerais e preparações e conservas de peixes, no primeiro grupo; e de medicamentos, vacinas e soros, sabões ou detergentes em pó, cigarros e preparações tensoativas para lavagem e limpeza (para uso doméstico), no segundo.
Por outro lado, os grupamentos de semiduráveis (-4,6%) e de alimentos e bebidas básicos para consumo doméstico (-45,5%) apontaram as taxas negativas em abril de 2026, pressionados, em grande medida, pela menor produção dos itens conjuntos de uso feminino (de malha ou não), blusas, camisas e semelhantes (de malha ou não), sandálias e chinelos de material sintético, calças compridas (de malha ou não), bermudas, jardineiras, shorts e semelhantes (de malha ou não), vestidos (de malha ou não), camisas, camisetas, blusas e semelhantes para uso profissional (de malha ou não), artigos do vestuário para uso adulto, vestuário infantil e seus acessórios (de malha ou não), discos de vídeo (DVD), tênis masculino, colchões e calçados femininos de couro, no primeiro; e filés e outras carnes de peixes frescos, refrigerados ou congelados e peixes congelados, no segundo.
Ainda no confronto com abril de 2025, o segmento de bens de consumo duráveis, ao recuar 3,4%, voltou a registrar queda na produção, após avançar 18,6% em março, quando havia interrompido quatro meses consecutivos de quedas. Em abril, o setor foi pressionado, em grande medida, pelos recuos verificados nos grupamentos de outros eletrodomésticos (-27,7%) e de móveis (-3,3%). Por outro lado, os principais impactos positivos vieram de eletrodomésticos da “linha branca” (10,3%) e da “linha marrom” (8,6%), automóveis (1,0%) e motocicletas (5,8%).
O setor produtor de bens de capital mostrou redução de 4,3% em abril de 2026 frente a igual mês do ano anterior, após avançar 6,6% em março, quando interrompeu nove meses consecutivos de taxas negativas. Na formação do índice de abril, o segmento foi influenciado, principalmente, pelos recuos observados nos grupamentos de bens de capital de uso misto (-15,7%) e agrícolas (-14,7%). Os demais resultados negativos foram registrados pelos grupamentos de bens de capital para fins industriais (-3,0%) e para energia elétrica (-1,0%). Por outro lado, os subsetores de bens de capital para equipamentos de transporte (2,5%) e para construção (6,9%) assinalaram os impactos positivos no índice mensal de abril de 2026.
Primeiro quadrimestre cresce 1,7% frente ao mesmo período de 2025
O índice acumulado do ano, frente a igual período do ano anterior, assinalou avanço de 1,7%, com resultados positivos em três das quatro grandes categorias econômicas, nove dos 25 ramos, 30 dos 80 grupos e 42,2% dos 789 produtos pesquisados. Entre as atividades, as principais influências positivas foram registradas por indústrias extrativas (9,3%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (5,0%) e produtos alimentícios (2,7%). Indústrias extrativas foram impulsionadas, em grande medida, pela maior produção dos itens óleos brutos de petróleo, minérios de ferro e gás natural. Coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis teve impacto dos avanços na produção de álcool etílico, óleo diesel, querosenes de aviação, naftas e óleos combustíveis. Já produtos alimentícios foi influenciado, principalmente, por carnes e miudezas de aves congeladas, sucos concentrados de laranja, açúcar cristal e VHP, carnes de suínos congeladas, frescas ou refrigeradas, rações, carnes de bovinos frescas ou refrigeradas, carnes e miudezas comestíveis de suínos secas, salgadas ou defumadas, óleo de soja refinado e iogurte
Outros setores com destaque no crescimento no primeiro quadrimestre de 2026: produtos farmoquímicos e farmacêuticos (11,1%), de veículos automotores, reboques e carrocerias (2,0%) e de bebidas (2,2%).
Por outro lado, no primeiro quadrimestre de 2025, entre as 16 atividades que apontaram redução na produção, a de máquinas e equipamentos (-8,7%) exerceu o maior impacto, pressionada, em grande medida, pela menor produção dos itens aparelhos de ar-condicionado de paredes, de janelas ou transportáveis (inclusive os do tipo split system), máquinas ou aparelhos para o setor agrícola, bombas centrífugas, válvulas de expansão de segurança redutoras de pressão, ventiladores e coifas (exaustores) para uso industrial, centros de usinagem para trabalhar metais, máquinas para limpeza e seleção de grãos, silos metálicos para cereais, partes e peças para refrigeradores e congeladores, motoniveladores e compressores usados em aparelhos de refrigeração. Outros impactos negativos importantes foram assinalados pelos ramos de produtos químicos (-3,0%), produtos de metal (-4,1%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-6,4%), celulose, papel e produtos de papel (-2,5%), artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-6,2%) e metalurgia (-1,2%).
Entre as grandes categorias econômicas, os resultados para os quatro primeiros meses de 2026 mostrou maior dinamismo para os segmentos de bens intermediários (2,3%) — impulsionados, principalmente, pela expansão na produção de óleos brutos de petróleo, minérios de ferro, gás natural e óleo diesel — e de bens de consumo semi e não duráveis (2,2%), impulsionado pela maior produção de álcool etílico, medicamentos e carnes e miudezas de aves congeladas. O segmento de bens de consumo duráveis (0,2%) também apontou resultado positivo no índice acumulado de 2026.
Por outro lado, o setor produtor de bens de capital (-5,7%) assinalou a única taxa negativa no indicador acumulado do primeiro quadrimestre do ano, pressionado, em grande medida, pela menor fabricação de bens de capital para fins industriais (-4,6%), de uso misto (-14,6%) e agrícolas (-13,7%).
Saiba mais sobre a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física – Divulgação Brasil – PIM-PF: 
O que é a PIM-PF? Séries Históricas Tabelas Publicações ]]></description>
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<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 16:09:37 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Produção, industrial, brasileira, variou, 7, abril</media:keywords>
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<title>USP é a melhor universidade da América Latina, aponta ranking internacional</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/usp-e-a-melhor-universidade-da-america-latina-aponta-ranking-internacional</link>
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<description><![CDATA[ Em 119º lugar, Universidade de São Paulo perdeu uma posição em relação ao ano passado ]]></description>
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<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 08:38:36 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>USP, melhor, universidade, América, Latina, aponta, ranking, internacional</media:keywords>
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<item>
<title>PIB cresce 1,1% no primeiro trimestre de 2026</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/pib-cresce-11-no-primeiro-trimestre-de-2026</link>
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<description><![CDATA[ No primeiro trimestre de 2026, o PIB cresceu 1,1% frente ao quarto trimestre de 2025, na série com ajuste sazonal. Pela ótica da produção, destaca-se o crescimento da Agropecuária (2,0%). Também houve alta na Indústria (1,0%) e nos Serviços (0,5%). Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 3,3 trilhões, sendo R$ 2,8 trilhões referentes ao Valor Adicionado (VA) a preços básicos e R$ 461,2 bilhões aos Impostos sobre Produtos líquidos de subsídios.



Período de comparação
Indicadores


PIB
AGRO
INDUS
SERV
FBCF
CONS. FAM
CONS. GOV


Trimestre / trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal)
1,1%
2,0%
1,0%
0,5%
3,5%
1,0%
0,4%


Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior (sem ajuste sazonal)
1,8%
0,7%
1,6%
2,1%
-1,4%
1,7%
2,8%


Acumulado em quatro trimestres / mesmo período do ano anterior (sem ajuste sazonal)
2,0%
7,5%
1,3%
1,8%
0,4%
1,2%
2,3%


Valores correntes no 3º trimestre (R$)
3.3 trilhões
230.4 bilhões
632.9 bilhões
1.9 trilhão
535.2 bilhões
2.1 trilhões
599.0 bilhões


Taxa de Investimento (FBCF/PIB) no 1º trimentre de 2026 = 16.5%


Taxa de Poupança (POUP/PIB) no 1º trimentre de 2026 = 15.5%



No mesmo período, a taxa de investimento foi 16,5% do PIB, permanecendo abaixo da observada no mesmo período do ano anterior (17,6%). Já a taxa de poupança ficou em 15,5% no trimestre (ante 15,8% no mesmo período de 2025). Em relação ao 1º trimestre de 2025, o PIB avançou 1,8%, com crescimento na Agropecuária (0,7%), na Indústria (1,6%) e nos Serviços (2,1%).
Principais resultados do PIB a preços de mercado do 1º Trimestre de 2025 ao 1º Trimestre de 2026



Taxas (%)
2025.I
2025.II
2025.III
2025.IV
2026.I


Acumulado ao longo do ano / mesmo período do ano anterior
3,1
2,7
2,4
2,3
1,8


Últimos quatro trimestres / quatro trimestres imediatamente anteriores
3,6
3,3
2,7
2,3
2,0


Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior
3,1
2,4
1,8
1,8
1,8


Trimestre / trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal)
1,3
0,3
0,1
0,3
1,1


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais  



PIB cresce 1,1% ante o quarto trimestre de 2025
No primeiro trimestre de 2026, o PIB cresceu 1,1% frente ao quarto trimestre de 2025, na série com ajuste sazonal. Pela ótica da produção, destaca-se o crescimento da Agropecuária (2,0%). Também houve alta na Indústria (1,0%) e nos Serviços (0,5%).
Entre as atividades industriais, a Extrativa Mineral (3,6%) e a Construção (2,9%) tiveram desempenho positivo enquanto a Transformação manteve-se estável (0,1%). Houve queda na atividade Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,3%).
Nas atividades de Serviços houve crescimento em Informação e comunicação (2,4%), Atividades imobiliárias (1,2%), Outras atividades de serviços (0,8%), Comércio (0,6%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,4%). Registrou-se queda em Transporte, armazenagem e correio (-0,7%) e Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,6%).
A Despesa de Consumo das Famílias (1,0%) e a Formação Bruta de Capital Fixo (3,5%) se expandiram, assim como a Despesa de Consumo do Governo (0,4%).
No que se refere ao setor externo, as Exportações de Bens e Serviços tiveram variação negativa de 1,7% ao passo que as Importações de Bens e Serviços cresceram 4,4% em relação ao quarto trimestre de 2025.
PIB cresce 1,8% frente ao 1º trimestre de 2025
Comparado a igual período de 2025, o PIB teve crescimento de 1,8% no primeiro trimestre de 2026. O Valor Adicionado a preços básicos apresentou elevação de 1,8% e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios avançaram em 1,9%.
Todas as atividades dos Serviços apresentaram alta: Informação e comunicação (7,6%), Atividades Imobiliárias (2,9%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (2,8%), Outras atividades de serviços (2,4%), Comércio (1,0%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (1,1%) e Transporte, armazenagem e correio (0,7%).
Entre as atividades industriais, as Indústrias Extrativas (13,1%) tiveram destaque, impulsionadas pela Extração de Petróleo e Gás Natural, assim como a Construção (1,3%), cuja variação positiva está em linha com o crescimento do pessoal ocupado e horas trabalhadas na atividade. A atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,7%) e a Transformação (-0,9%) apresentaram queda. No caso da Transformação, a queda foi puxada pela Impressão e reprodução de gravações (-10,2%) e Fabricação de máquinas e equipamentos (-9,4%).
A taxa da Agropecuária pode ser explicada pelo crescimento de produção e ganho de produtividade da Agricultura. Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE), condições climáticas favoráveis na maior parte das regiões produtoras do país e a expansão da área plantada impulsionaram o cultivo de soja que, com acréscimo de 4,8% na estimativa anual de produção, alcançou produção recorde na série histórica. Por outro lado, outros produtos agrícolas, cujas safras também são significativas no primeiro trimestre, registraram queda na estimativa anual tanto de produção quanto de produtividade, como, por exemplo, o milho (-2,5%) e o arroz (-10,6%).
No primeiro trimestre de 2026, a Despesa de Consumo das Famílias registrou alta de 1,7%. A Despesa de Consumo do Governo (2,8%) também apresentou elevação em relação ao primeiro trimestre de 2025.
A Formação Bruta de Capital Fixo caiu 1,4% no primeiro trimestre de 2026, sendo a sua segunda queda após três trimestres de alta. O desempenho foi afetado pela queda na produção de bens de capital (-6,3%).
As Exportações de Bens e Serviços cresceram 7,4%, enquanto as Importações de Bens e Serviços avançaram 1,2% no primeiro trimestre de 2026. Entre as exportações de bens, aqueles setores que com maior contribuição positiva foram: Extração de petróleo e gás natural, Produtos alimentícios e Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores. Na pauta de importações de bens, a alta se deu principalmente por: Veículos automotores, reboques e carrocerias, Derivados do petróleo, biocombustíveis e coque e Produtos farmoquímicos e farmacêuticos.
PIB acumula alta de 2,0% em quatro trimestres, frente ao mesmo período de 2025
O PIB acumulado nos quatro trimestres terminados em março de 2026 cresceu 2,0% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Esta taxa resultou do avanço de 2,0% do Valor Adicionado a preços básicos e de 1,4% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. O resultado do Valor Adicionado neste tipo de comparação decorreu dos seguintes desempenhos: Agropecuária (7,5%), Indústria (1,3%) e Serviços (1,8%).
Dentre as atividades industriais, as Indústrias Extrativas (11,5%) apresentaram crescimento enquanto a Construção (0,1%) manteve-se estável. Já a Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,2%) e a Indústria da Transformação (-0,9%) recuaram.
Nos Serviços, houve resultados positivos em todas as atividades: Informação e comunicação (6,6%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (2,8%), Atividades imobiliárias (2,2%), Outras atividades de serviços (2,1%), Transporte, armazenagem e correio (2,0%), Comércio (0,8%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,6%).
A Despesa de Consumo das Famílias e Despesa de Consumo do Governo e a Formação Bruta de Capital Fixo cresceram 1,2%, 2,3% e 0,4%, respectivamente. Já no âmbito do setor externo, as Exportações de Bens e Serviços cresceram 7,6%, enquanto as Importações de Bens e Serviços apresentaram elevação de 1,7%. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 29 May 2026 09:21:22 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>PIB, cresce, 1, 1, primeiro, trimestre, 2026</media:keywords>
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<title>Maio termina com Lua Azul e microlua na mesma data</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/maio-termina-com-lua-azul-e-microlua-na-mesma-data</link>
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<description><![CDATA[ Para completar o evento astronômico, a Lua surgirá próxima da estrela Antares ]]></description>
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<pubDate>Thu, 28 May 2026 16:16:59 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Maio, termina, com, Lua, Azul, microlua, mesma, data</media:keywords>
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<title>PNAD Contínua: taxa de desocupação é de 5,8% e taxa de subutilização é de 13,8% no trimestre encerrado em abril</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/pnad-continua-taxa-de-desocupacao-e-de-58-e-taxa-de-subutilizacao-e-de-138-no-trimestre-encerrado-em-abril</link>
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<description><![CDATA[ A taxa de desocupação (5,8%) no trimestre encerrado em abril de 2026 teve aumento de 0,4 ponto percentual (p.p.) frente ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 (5,4%) e caiu 0,8 p.p. ante o trimestre móvel de fevereiro a abril de 2025 (6,6%).



Indicador/Período
Fev-mar-abr 2026
Nov-dez-jan 2026
Fev-mar-abr 2025


Taxa de desocupação
5,8%
5,4%
6,6%


Taxa de subutilização
13,8
13,8%
15,4%


Rendimento real habitual
R$ 3.732
R$ 3.719
R$ 3.542


Variação do rendimento habitual em relação a:
0,3%
5,3%



A população desocupada (6,3 milhões) apresentou crescimento de 8,0% na comparação com o trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 (5,9 milhões). Porém, no confronto com igual trimestre do ano anterior (7,1 milhões), apresentou queda de 11,3% (menos 809 mil pessoas). 
A população ocupada (102,3 milhões) teve redução de 0,3% frente ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 (menos 338 mil pessoas) e aumentou 1,1% (mais 1,07 milhão de pessoas) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (fevereiro a abril de 2025). 
O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi de 58,4%, uma redução de 0,3 p.p. frente ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 (58,7%). Houve estabilidade em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (fevereiro a abril de 2025). 
A taxa composta de subutilização (13,8%) mostrou estabilidade em relação ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 (13,8%) e teve queda de 1,7 p.p. no ano (15,4%). A população subutilizada (15,7 milhões) também ficou estável no trimestre (15,7 milhões) e recuou 11,1% (menos 2 milhões de pessoas) no ano. 
A população subocupada por insuficiência de horas (4,2 milhões) mostrou queda de 5,5% no trimestre (menos 246 mil pessoas) e queda de 7,3% no ano (menos 336 mil pessoas). A população fora da força de trabalho (66,5 milhões) mostrou estabilidade em relação ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, houve expansão de 1,6% (acréscimo de 1,1 milhão de pessoas). 
A população desalentada (2,6 milhões) ficou estável no trimestre e teve redução de 15,3% (menos 464 mil pessoas) no ano. O percentual de desalentados (2,3%) também mostrou estabilidade no trimestre (2,4%) e recuou 0,4 p.p. no ano (2,7%). 
O número de empregados no setor privado com carteira assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 39,3 milhões, ficando estável em relação ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre de 2025. 
O número de empregados sem carteira no setor privado (13,3 milhões) ficou estável no trimestre e no ano. 
O número de empregados no setor público (12,9 milhões) mostrou estabilidade no trimestre e expansão de 3,4% (mais 422 mil pessoas) no ano. 
O número de trabalhadores por conta própria (26,0 milhões) ficou estável no trimestre e, no ano, subiu 2,3% (mais 580 mil pessoas). 
Já o número de trabalhadores domésticos (5,4 milhões) apresentou estabilidade no trimestre. No ano, apresentou queda de 4,7% (menos 268 mil pessoas). 
A taxa de informalidade foi de 37,2% da população ocupada (ou 38,1 milhões de trabalhadores informais), contra 37,5% (ou 38,5 milhões) no trimestre encerrado em janeiro e 38% (ou 38,5 milhões) no trimestre de fevereiro a abril de 2025. 
O rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.732) mostrou estabilidade no trimestre e crescimento de 5,3% no ano. A massa de rendimento real habitual (R$ 377 bilhões) manteve estabilidade no trimestre e aumentou 6,5% (mais R$ 22,9 bilhões) no ano.
Taxa de desocupação - Brasil - 2012/2026

A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas) no trimestre de fevereiro a abril de 2026 chegou a 108,7 milhões de pessoas. Houve estabilidade frente ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, também houve estabilidade.
A análise da ocupação por grupamentos de atividade ante o trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 mostrou que não houve crescimento em qualquer grupamento. Houve redução no grupamento de Outros serviços (2,9%, ou menos 162 mil pessoas). Frente ao trimestre de fevereiro a abril de 2025, cinco grupamentos cresceram: Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (3,3%, ou mais 425 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,2%, ou mais 766 mil pessoas). Houve redução no grupamento de Serviços domésticos (4,7%, ou menos 268 mil pessoas).
Taxa composta de subutilização – Trimestres de fevereiro a abril – Brasil – (em %) – 2012/2026

O rendimento médio mensal real habitualmente recebido no trabalho principal, segundo os grupamentos de atividade, do trimestre móvel de fevereiro a abril de 2026, em relação ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026, mostrou que todos os grupamentos apresentaram estabilidade. Na comparação com o trimestre de fevereiro a abril de 2025, houve aumento nas categorias: Transporte, armazenagem e correio (5,1%, ou mais R$ 167), Alojamento e alimentação (7,5%, ou mais R$ 172), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (5,9%, ou mais R$ 293), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,3%, ou mais R$ 208), Outros serviços (9,7%, ou mais R$ 272) e Serviços domésticos (4,4%, ou mais R$ 60). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.
A análise do rendimento médio mensal real por posições de ocupação do trimestre móvel de fevereiro a abril de 2026, frente ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026, apontou estabilidade em todas as posições.
A comparação com o trimestre de fevereiro a abril de 2025 mostrou que todas as posições apresentaram aumento: Empregado com carteira de trabalho assinada (2,8%, ou mais R$ 90) Empregado sem carteira de trabalho assinada (7,6%, ou mais R$ 188) Trabalhador doméstico (4,4%, ou mais R$ 60) Empregado no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (4,2%, ou mais R$ 220) Empregador (7,9%, ou mais R$ 684) e Conta-própria (5,8%, ou mais R$ 169).
Saiba mais sobre a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal:
O que é a PNAD Contínua? Séries Históricas Tabelas Publicações  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 28 May 2026 16:16:57 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>PNAD, Contínua:, taxa, desocupação, 5, 8, taxa, subutilização, 13, 8, trimestre, encerrado, abril</media:keywords>
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<item>
<title>IPCA&#45;15 é de 0,62% em maio</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ipca-15-e-de-062-em-maio</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ipca-15-e-de-062-em-maio</guid>
<description><![CDATA[ O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi de 0,62% em maio, ficando 0,27 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa de abril (0,89%). No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,02% e, em 12 meses, de 4,64%, acima dos 4,37% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2025, o IPCA-15 foi de 0,36%.



Período
Taxa


maio 2026
0,62%


abril 2026
0,89%


maio 2025
0,36%


Acumulado no ano
3,02%


Acumulado nos últimos 12 meses
4,64%



Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, destaca-se Alimentação e bebidas, com a maior variação (1,38%) e impacto (0,30 p.p.). Em seguida, Habitação (1,03% e 0,15 p.p.) e Saúde e cuidados pessoais (1,05% e 0,14 p.p.) tiveram as maiores influências no resultado geral. As demais variações ficaram entre -0,33% (Transportes) e 0,50% (Despesas pessoais).



Grupo
Variação (%)
Impacto (p.p.)


Abril
Maio
Abril
Maio


Índice Geral
0,89
0,62
0,89
0,62


Alimentação e bebidas
1,46
1,38
0,31
0,30


Habitação
0,42
1,03
0,07
0,15


Artigos de residência
0,48
0,21
0,02
0,01


Vestuário
0,76
0,36
0,04
0,02


Transportes
1,34
-0,33
0,27
-0,07


Saúde e cuidados pessoais
0,93
1,05
0,13
0,14


Despesas pessoais
0,32
0,50
0,03
0,05


Educação
0,05
0,01
0,00
0,00


Comunicação
0,48
0,36
0,02
0,02



No grupo Alimentação e bebidas (1,38%), a alimentação no domicílio saiu de 1,77% em abril, para 1,73% em maio. Contribuíram para esse resultado as quedas da maçã (-2,32%) e do café moído (-2,09%). Por outro lado, destacaram-se as altas da batata-inglesa (26,29%), do tomate (12,97%), do leite longa vida (6,07%) e das carnes (1,98%).
A alimentação fora do domicílio (0,51%) desacelerou em relação a abril (0,70%), em virtude das variações da refeição (0,57%) e do lanche (0,37%) que, em abril, haviam subido 0,65% e 0,87%, respectivamente.
No grupo Habitação (1,03%) destaca-se energia elétrica residencial (2,16% e 0,09 p.p.), principal impacto individual no índice. Em maio, passou a vigorar a bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$1,885 a cada 100kWh consumidos. Além disso, foram apropriados os seguintes reajustes tarifários: 5,59% em Fortaleza (5,41%) e 4,78% em Salvador (5,97%), a partir de 22 de abril; 3,86% em Recife (5,18%), a partir de 29 de abril.
Ainda em Habitação, a taxa de água e esgoto (0,13%) considera o reajuste de 4,80% em Goiânia (2,26%), vigente desde 1º de abril. Considere-se, ainda, o reajuste médio de 3,00% no gás encanado (0,44%) no Rio de Janeiro (1,46%), vigente desde 1º de maio.
Em Saúde e cuidados pessoais (1,05%), o resultado foi influenciado pelos produtos de higiene pessoal (1,60%), pelos produtos farmacêuticos (1,25%), reflexo da autorização do reajuste de até 3,81% nos preços dos medicamentos, a partir de 1° de abril, e pelo plano de saúde (0,50%).
No grupo Transportes (-0,33%), os combustíveis desaceleraram de 6,06% em abril para -1,47% em maio, com os decréscimos no etanol (-2,73%), óleo diesel (-2,04%) e gasolina (-1,32%), enquanto o gás veicular teve alta de 2,12%. O subitem passagem aérea aumentou 3,25%, após recuar 14,32% em abril.
Ainda em Transportes, no ônibus urbano (-0,56%), ocorreram variações em razão de gratuidade ou redução tarifária aos domingos em São Paulo (0,44%) e Salvador (0,36%) e, com reduções ou gratuidades também em feriados, em Brasília (-3,30%), Belém (-3,41%), Belo Horizonte (-3,29%) e Curitiba (-1,46%). Na integração transporte público (0,30%), registra-se a variação de 0,30% em São Paulo, com a gratuidade do ônibus, concedida aos domingos; no metrô (-0,21%), foi apropriada a variação de -3,30% em Brasília, por conta das gratuidades aos domingos e feriados. No ônibus intermunicipal (0,27%), está contemplado o reajuste de 8,18% em Porto Alegre (2,46%), a partir de 8 de abril.
Quanto aos índices regionais, a maior variação foi registrada em Goiânia (1,41%), por conta das altas do etanol (16,62%) e da gasolina (9,67%). Já o menor resultado ocorreu em Brasília (0,33%), que apresentou queda nos preços do ônibus urbano (-3,30%) e da gasolina (-2,96%).



Região
Peso Regional (%)
Variação (%)
Variação Acumulada (%)


Abril
Maio
Ano
12 meses


Goiânia
4,96
0,65
1,41
3,34
5,21


Fortaleza
3,88
0,83
0,93
3,64
5,27


Belém
4,46
1,46
0,75
3,61
4,37


Salvador
7,19
1,19
0,69
3,54
4,65


Recife
4,71
1,18
0,66
3,72
5,51


Rio de Janeiro
9,77
0,92
0,65
3,33
4,08


Porto Alegre
8,61
1,12
0,63
2,78
4,37


São Paulo
33,45
0,74
0,54
2,89
5,07


Belo Horizonte
10,04
0,84
0,54
3,12
4,28


Curitiba
8,09
0,96
0,40
2,16
3,37


Brasília
4,84
0,41
0,33
2,25
4,22


Brasil
100,00
0,89
0,62
3,02
4,64



Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 16 de abril a 15 de maio (referência) e comparados com aqueles vigentes de 18 de março a 15 de abril de 2026 (base). O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.
Saiba mais sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo15: O que é o IPCA 15?Série Histórica Tabelas Publicação ]]></description>
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<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:09:48 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>IPCA-15, 62, maio</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Pela primeira vez, taxa de nascimentos sem registro fica abaixo de 1% no Brasil</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/pela-primeira-vez-taxa-de-nascimentos-sem-registro-fica-abaixo-de-1-no-brasil</link>
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<description><![CDATA[ Taxa de sub-registro de 0,95% representa aproximadamente 22.902 crianças sem identidade legal ]]></description>
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<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:28:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Pela, primeira, vez, taxa, nascimentos, sem, registro, fica, abaixo, Brasil</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Abate de bovinos, suínos e frangos crescem no 1° trimestre de 2026</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/abate-de-bovinos-suinos-e-frangos-crescem-no-1-trimestre-de-2026</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/abate-de-bovinos-suinos-e-frangos-crescem-no-1-trimestre-de-2026</guid>
<description><![CDATA[ Os primeiros resultados da produção animal no 1º trimestre de 2026 apontam que o abate de bovinos teve alta de 3,3% em comparação com o 1º trimestre de 2025 e redução de 6,8% quando comparado ao 4º trimestre de 2025. 
O abate de suínos teve alta de 5,5% e o de frangos cresceu 3,7% em relação ao mesmo período de 2025. Frente ao 4º trimestre de 2025, o abate de suínos apresentou redução de 0,1% e o de frangos redução de 0,4%. No 1° trimestre de 2026, a aquisição de leite cru foi de 6,78 bilhões de litros, um acréscimo de 3,3% em comparação ao volume registrado no 1º trimestre de 2025 e queda de 7,9% frente ao trimestre imediatamente anterior. 
Já a aquisição de peças de couro pelos curtumes registrou estabilidade (0,0%) frente ao 1º trimestre de 2025 e queda de 3,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior, somando 10,76 milhões de peças inteiras de couro cru inteiro de bovino. 
No 1° trimestre de 2026, foram produzidos 1,21 bilhão de dúzias de ovos de galinha, um incremento de 0,4% em relação ao mesmo período do ano anterior e redução de 3,5% em comparação ao 4º trimestre de 2025.
Abate de bovinos tem alta de 3,3% frente ao mesmo período do ano anterior
No 1º trimestre de 2026, foram abatidas 10,29 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. Essa quantidade representou uma variação positiva de 3,3% em comparação com o 1º trimestre de 2025 e redução de 6,8% em relação ao 4º trimestre de 2025.
A produção de 2,63 milhões de toneladas de carcaças bovinas, no 1º trimestre de 2026, consistiu em um incremento de 5,1% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior e redução de 10,2% em relação ao apurado no 4º trimestre de 2025.
No 1° trimestre de 2026, abate de suínos soma 15,27 milhões de cabeças
O abate de suínos somou 15,27 milhões de cabeças no 1º trimestre de 2026, representando um aumento de 5,5% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, e redução de 0,1% em comparação ao 4º trimestre de 2025.
O peso acumulado das carcaças registrou 1,37 milhão de toneladas no 1º trimestre de 2026, aumento de 2,6% em relação ao 1º trimestre de 2025, e redução de 3,0% em comparação com o trimestre imediatamente anterior.
Abate de frangos tem aumento de 3,7% em relação ao mesmo período de 2025
No 1º trimestre de 2026, foram abatidas 1,71 bilhão de cabeças de frangos. Esse resultado foi 3,7% superior ao obtido no trimestre equivalente do ano anterior e teve redução de 0,4% em relação ao verificado no 4º trimestre de 2025.
O peso acumulado das carcaças foi de 3,73 milhões de toneladas no 1º trimestre de 2026. Esse total representa acréscimos de 7,0% em relação ao 1º trimestre de 2025 e aumento de 2,3% frente ao trimestre imediatamente anterior. 
Aquisição de leite registrou alta de 3,3% em comparação com o mesmo período do ano anterior
A aquisição de leite cru feita pelos estabelecimentos que atuam sob algum tipo de inspeção sanitária (federal, estadual ou municipal) no 1º trimestre de 2026, foi de 6,78 bilhões de litros.
O valor correspondeu a um acréscimo de 3,3% em comparação ao volume registrado no 1º trimestre de 2025 e queda de 7,9% em comparação ao obtido no trimestre imediatamente anterior.   
Em relação ao 1° trimestre de 2025, aquisição de couro registra estabilidade
Os curtumes investigados pela Pesquisa Trimestral do Couro – aqueles que efetuam curtimento de pelo menos 5 000 unidades inteiras de couro cru bovino por ano – declararam ter recebido 10,76 milhões de peças inteiras de couro cru bovino no 1º trimestre de 2026.
Essa quantidade representa estabilidade (0,0%) em comparação à registrada no 1º trimestre de 2025 e queda de 3,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior. 
Produção de ovos de galinha atinge 1,21 bilhão de dúzias
A produção de ovos de galinha foi de 1,21 bilhão de dúzias no 1º trimestre de 2026. O resultado representou um incremento de 0,4% em relação ao mesmo período do ano anterior e redução de 3,5% em comparação ao 4º trimestre de 2025.
Número de animais abatidos e peso das carcaças de bovinos, suínos e frangos, aquisição de leite cru, aquisição de couro cru e produção de ovos de galinha - Brasil - 1º trimestre de 2026



 Abate de animais, aquisição de leite, aquisição de couro cru e produção de ovos de galinha
2025
2025
2026
Variação (%)


1º Trimestre
4º Trimestre
1º Trimestre
3/1
3/2


1
2
3


Número de animais abatidos (mil cabeças)


Bovinos
9 963
11 043
10 289
3,3
-6,8


Suínos
14 477
15 286
15 272
5,5
-0,1


Frangos
1 646 287
1 714 735
1 707 359
3,7
-0,4


Peso das carcaças (toneladas)


Bovinos
2 507 463
2 934 955
2 634 899
5,1
-10,2


Suínos
1 333 112
1 411 132
1 368 342
2,6
-3,0


Frangos
3 489 671
3 650 280
3 734 265
7,0
2,3


Leite (mil litros)


Adquirido (cru)
6 562 073
7 364 719
6 780 958
3,3
-7,9


Industrializado
6 559 159
7 356 487
6 775 160
3,3
-7,9


Couro (mil unidades)


Adquirido (cru)
10 755
11 126
10 755
0,0
-3,3


Curtido 
9 521
9 597
9 182
-3,6
-4,3


Ovos (mil dúzias)


Produção 
1 210 475
1 259 160
1 214 988
0,4
-3,5


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Agropecuárias, Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, Pesquisa Trimestral do Leite, Pesquisa Trimestral do Couro e Produção de Ovos de Galinha. Notas: 1. Os dados do 1º trimestre de 2026 são referentes aos primeiros resultados das respectivas pesquisas. 2. Os primeiros resultados das pesquisas trimestrais da pecuária passaram a ser divulgados a partir do 1º trimestre de 2018 apenas no nível Brasil.  São dados prévios, que podem sofrer alterações até a divulgação dos resultados do trimestre de referência.  3. Os dados do ano de 2025 são preliminares até a divulgação dos dados do 1º trimestre de 2026.



Saiba mais sobre a Pesquisa Trimestral de Abate de Animais – ABATE:
O que é a Pesquisa Trimestral de Abate de Animais? Série Históricas Tabelas Publicações
 Saiba mais sobre a Pesquisa Trimestral do Leite – LEITE:
O que é a Pesquisa Trimestral do Leite? Série Históricas Tabelas Publicações
 Saiba mais sobre a Pesquisa Trimestral do Couro – COURO:
O que é a Pesquisa Trimestral do Couro? Série Históricas Tabelas Publicações
 Saiba mais sobre a Produção de Ovos de Galinha – POG:
O que é a POG? Série Históricas Tabelas Publicações ]]></description>
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<pubDate>Tue, 19 May 2026 10:27:58 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Abate, bovinos, suínos, frangos, crescem, 1°, trimestre, 2026</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Brasília lidera demanda por imóveis de alto padrão no 1º trimestre</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasilia-lidera-demanda-por-imoveis-de-alto-padrao-no-1o-trimestre</link>
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<description><![CDATA[ Segmento contempla famílias com renda superior a R$ 24 mil e propriedades a partir de R$ 811 mil ]]></description>
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<pubDate>Sun, 17 May 2026 09:50:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Brasília, lidera, demanda, por, imóveis, alto, padrão, 1º, trimestre</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Volume de serviços recua 1,2% em março</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/volume-de-servicos-recua-12-em-marco</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/volume-de-servicos-recua-12-em-marco</guid>
<description><![CDATA[ Em março de 2026, o volume de serviços no Brasil mostrou queda de 1,2% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após ter apresentado estabilidade (0,0%) em fevereiro de 2026. Dessa forma, o setor de serviços está 18,2% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e fica, em março de 2026, 1,7% abaixo do topo da série histórica, alcançado em outubro de 2025. Frente a março de 2025, o volume de serviços cresceu 3,0%, seu 24º resultado positivo consecutivo. O acumulado de janeiro a março deste ano foi de 2,3%, frente a igual período de 2025. O acumulado nos últimos doze meses foi a 2,8%, mantendo o ritmo de expansão frente ao observado em fevereiro (2,8%) e assinalou a taxa menos intensa desde outubro de 2024 (2,7%).
Indicadores da Pesquisa Mensal de Serviços Brasil - Março de 2026



Período
Variação (%)


Volume
Receita Nominal


Março 26 / Fevereiro 26*
-1,2
-0,6


Março 26 / Março 25
3,0
8,5


Acumulado Janeiro-Março
2,3
6,8


Acumulado nos Últimos 12 Meses
2,8
7,4


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas*série com ajuste sazonal



O recuo do volume de serviços (-1,2%), na passagem de fevereiro para março de 2026, foi acompanhado por todas as cinco atividades de divulgação investigadas, com destaque para os transportes (-1,7%), que eliminaram o ganho acumulado nos dois primeiros meses do ano (0,8%). As demais quedas observadas no mês vieram dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,1%), de informação e comunicação (-0,9%), dos outros serviços (-2,0%) e dos serviços prestados às famílias (-1,5%), com o primeiro setor acumulando uma perda de 2,3% nos últimos quatro meses; o segundo devolvendo parte da alta acumulada nos três meses anteriores (2,8%); o terceiro acumulando uma perda de 2,4% nos últimos dois meses; e o último eliminando integralmente a expansão registrada no mês anterior (1,1%).
Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total do volume de serviços mostrou variação negativa (-0,4%) no trimestre encerrado em março de 2026 frente ao trimestre imediatamente anterior. Entre os setores, três das cinco atividades também mostraram comportamento negativo, com destaque para os serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,7%); seguido por transportes (-0,3%); e pelos serviços prestados às famílias (-0,3%). Em sentido oposto, os outros serviços (0,3%) e informação e comunicação (0,2%) mostraram os avanços neste tipo de indicador.
Na comparação com março de 2025, o volume do setor de serviços apontou expansão de 3,0% em março de 2026, 24º resultado positivo seguido. O avanço deste mês foi acompanhado por quatro das cinco atividades de divulgação e contou com crescimento em 51,8% dos 166 tipos de serviços investigados.
Entre os setores, o de informação e comunicação (7,9%) exerceu o principal impacto positivo, impulsionado, principalmente, pelo aumento da receita em telecomunicações; consultoria em tecnologia da informação; televisão aberta; portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet; e tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet. Os demais avanços vieram dos transportes (2,0%); dos serviços profissionais, administrativos e complementares (1,1%); e dos outros serviços (2,7%), explicados, em grande parte, pela maior receita vinda de transporte rodoviário de carga; transporte rodoviário coletivo de passageiros; navegação de apoio marítimo e portuário; e concessionárias de rodovias, no primeiro ramo; e de intermediação de negócios em geral por meio de aplicativos ou de plataformas de e-commerce; atividades jurídicas; atividades de vigilância e segurança privada; limpeza em prédios e em domicílios; e serviços de engenharia, no segundo; e de corretoras de títulos e valores mobiliários; administração de bolsas e mercados de balcão organizados; e atividades auxiliares dos seguros, da previdência complementar e dos planos de saúde, no último. Em sentido oposto, os serviços prestados às famílias (-1,6%) exerceram o único impacto negativo, pressionados, em grande medida, pela menor receita vinda dos hotéis.
Pesquisa Mensal de ServiçosIndicadores do Volume de Serviços, segundo as atividades de divulgaçãoMarço 2026 - Variação (%)
  


Atividades de Divulgação
Mês/Mês anterior (1)
Mensal (2)
Acumulado no ano (3)
Últimos 12 meses (4)


JAN
FEV
MAR
JAN
FEV
MAR
JAN-JAN
JAN-FEV
JAN-MAR
Até JAN
Até FEV
Até MAR


Volume de Serviços - Brasil
-0,1
0,0
-1,2
3,2
0,4
3,0
3,2
1,8
2,3
3,1
2,8
2,8


1. Serviços prestados às famílias
-0,4
1,1
-1,5
2,3
4,3
-1,6
2,3
3,2
1,6
1,3
1,6
1,1


1.1 Serviços de alojamento e alimentação
-0,3
1,1
-1,2
2,1
4,5
-1,7
2,1
3,2
1,5
1,6
1,9
1,4


1.1.1 Alojamento
-
-
-
-0,4
8,3
-13,2
-0,4
3,2
-2,4
2,5
3,6
1,4


1.1.2 Alimentação
-
-
-
3,0
3,3
1,9
3,0
3,2
2,7
1,3
1,4
1,4


1.2 Outros serviços prestados às famílias
-5,6
0,3
-2,2
3,8
3,2
-0,9
3,8
3,5
2,0
-0,6
-0,3
-0,3


2. Serviços de informação e comunicação
0,8
0,8
-0,9
6,5
4,3
7,9
6,5
5,4
6,3
5,6
5,2
5,5


2.1 Serviços de tecnologia da informação e comunicação (TIC)
0,7
0,5
-0,9
6,6
4,0
6,7
6,6
5,3
5,8
6,2
5,7
5,9


2.1.1 Telecomunicações
0,0
0,2
-0,6
1,5
0,0
3,3
1,5
0,8
1,6
0,3
0,0
0,3


2.1.2 Serviços de tecnologia da informação
3,1
0,6
-1,7
11,8
8,0
10,0
11,8
9,9
9,9
12,4
11,6
11,6


2.2 Serviços audiovisuais
2,8
2,2
2,4
6,3
7,3
17,5
6,3
6,8
10,4
0,8
1,0
2,4


3. Serviços profissionais, administrativos e complementares
-0,6
-0,2
-1,1
3,5
0,5
1,1
3,5
2,0
1,7
3,0
2,7
2,6


3.1 Serviços técnico-profissionais
1,5
2,3
-4,1
6,5
3,5
5,2
6,5
4,9
5,0
4,4
4,4
4,8


3.2 Serviços administrativos e complementares
0,9
-1,3
-1,5
1,4
-1,7
-2,0
1,4
-0,2
-0,8
2,0
1,4
0,9


3.2.1 Aluguéis não imobiliários
-0,9
-0,4
-3,5
0,7
-0,2
-7,3
0,7
0,3
-2,4
-0,2
-0,6
-1,8


3.2.2 Serviços de apoio às atividades empresariais
1,6
-2,8
1,0
1,6
-2,2
-0,2
1,6
-0,3
-0,3
2,7
2,1
1,9


4. Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio
0,3
0,4
-1,7
1,2
-2,5
2,0
1,2
-0,6
0,3
2,6
2,2
2,3


4.1 Transporte terrestre
-1,3
1,5
-0,9
2,1
0,6
5,1
2,1
1,4
2,7
2,0
2,1
2,7


4.1.1 Rodoviário de cargas
-
-
-
2,8
0,9
5,8
2,8
1,8
3,2
2,7
2,8
3,4


4.1.2 Rodoviário de passageiros
-
-
-
-0,8
-0,6
10,0
-0,8
-0,7
2,9
0,2
0,4
1,6


4.1.3 Outros segmentos do transporte terrestre
-
-
-
4,1
1,1
-3,1
4,1
2,6
0,4
2,0
2,1
1,5


4.2 Transporte aquaviário
1,7
-0,4
-1,0
-2,5
-9,1
-5,2
-2,5
-5,9
-5,7
1,0
-0,2
-1,3


4.3 Transporte aéreo
4,7
-9,1
-7,1
20,1
-10,2
-9,1
20,1
5,2
0,5
16,3
13,4
11,9


4.4 Armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio
3,2
1,1
0,1
-6,3
-5,0
0,5
-6,3
-5,7
-3,6
-0,5
-1,0
-1,3


5. Outros serviços
3,2
-0,4
-2,0
1,9
-2,8
2,7
1,9
-0,4
0,6
-0,1
-0,4
0,1


5.1 Esgoto, gestão de resíduos, recuperação de materiais e descontaminação
-
-
-
0,6
-1,9
0,5
0,6
-0,6
-0,3
0,9
0,4
0,2


5.2 Atividades auxiliares dos serviços financeiros
-
-
-
3,1
-3,7
3,6
3,1
-0,3
1,0
-0,1
-0,4
0,2


5.3 Atividades imobiliárias
-
-
-
-0,6
-3,3
2,6
-0,6
-1,9
-0,4
-0,7
-1,0
-0,9


5.4 Outros serviços não especificados anteriormente
-
-
-
-2,8
3,6
0,1
-2,8
0,5
0,3
-1,0
-0,3
0,1


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas(1) Base: mês imediatamente anterior - com ajuste sazonal(2) Base: igual mês do ano anterior(3) Base: igual período do ano anterior(4) Base: 12 meses anteriores 



No índice acumulado de janeiro a março de 2026, frente a igual período do ano anterior, o setor de serviços apresentou expansão de 2,3%, com todas as cinco atividades de divulgação apontando taxas positivas e crescimento em 48,2% dos 166 tipos de serviços investigados. Entre os setores, a contribuição positiva mais importante ficou com o ramo de informação e comunicação (6,3%), impulsionado, em grande parte, pelo aumento das receitas das empresas que atuam nos segmentos de consultoria em tecnologia da informação; tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na Internet; portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet; e desenvolvimento de programas de computador sob encomenda.
Os demais avanços vieram dos serviços profissionais, administrativos e complementares (1,7%); dos serviços prestados às famílias (1,6%); dos transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (0,3%) e dos outros serviços (0,6%), explicados, sobretudo, pelo aumento na receita das empresas que atuam com intermediação de negócios em geral por meio de aplicativos ou de plataformas de e-commerce; agenciamento de espaços de publicidade; atividades jurídicas; limpeza em prédios e em domicílios; e locação de mão de obra temporária, no primeiro setor; serviços de catering, bufê e outros serviços de comida preparada; restaurantes; produção e promoção de eventos esportivos; e ensino de idiomas, no segundo; transporte rodoviário de carga; rodoviário coletivo de passageiros; e concessionárias de rodovias, no terceiro; e corretoras de títulos e valores mobiliários; administração de bolsas e mercados de balcão organizados; e coleta de resíduos não perigosos, no último.
Volume de serviços tem queda em 13 das 27 unidades da federação
Regionalmente, a menor parte das unidades da federação (13 das 27) assinalou retração no volume de serviços em março de 2026, na comparação com o mês imediatamente anterior, a despeito do recuo observado no resultado do Brasil (-1,2%) – série ajustada sazonalmente. Entre os locais que apontaram taxas negativas, o impacto mais importante veio de São Paulo (-2,1%), seguido por Mato Grosso (-5,2%), Pernambuco (-3,9%) e Mato Grosso do Sul (-6,0%). Em contrapartida, Distrito Federal (10,3%) e Rio de Janeiro (1,8%) exerceram as principais contribuições positivas do mês, seguidos por Santa Catarina (2,7%), Paraná (0,3%), Rio Grande do Norte (2,1%) e Alagoas (2,5%).
Na comparação com março de 2025, a expansão do volume de serviços no Brasil (3,0%) foi acompanhada por 14 das 27 unidades da federação. A contribuição positiva mais importante ficou com São Paulo (4,0%), seguido por Rio de Janeiro (5,2), Distrito Federal (16,2%), Rio Grande do Sul (3,5%) e Santa Catarina (3,4%). Em sentido oposto, a Bahia (-2,9%) liderou as perdas do mês, seguida por Ceará (-3,3%), Amazonas (-3,9%), Mato Grosso (-2,1%) e Goiás (-2,0%).
No acumulado do primeiro trimestre de 2026, frente a igual período do ano anterior, o avanço do volume de serviços no Brasil (2,3%) se deu de forma disseminada entre os locais investigados, já que 15 das 27 unidades da federação também mostraram expansão na receita real de serviços. O principal impacto positivo ocorreu em São Paulo (4,4%), seguido por Distrito Federal (11,2%), Mato Grosso (10,8%), Santa Catarina (0,5%) e Rondônia (7,7%). Por outro lado, Minas Gerais (-1,6%) registrou a influência negativa mais importante sobre índice nacional, seguido por Ceará (-4,7%), Paraná (-1,0%) e Rio de Janeiro (-0,3%).
Atividades turísticas caem 4,0% em março
Em março de 2026, o índice de atividades turísticas apontou retração de 4,0% frente ao mês imediatamente anterior, segundo resultado negativo seguido, período em que acumulou uma perda de 5,4%. Com isso, o segmento de turismo se encontra 6,5% acima do patamar de fevereiro de 2020 e opera, em março de 2026, 6,3% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024. Regionalmente, 14 dos 17 locais pesquisados acompanharam este movimento de queda verificado na atividade turística nacional (-4,0%). A influência negativa mais relevante ficou com São Paulo (-6,3%), seguido por Rio de Janeiro (-2,4%), Bahia (-5,3%), Pernambuco (-9,2%) e Minas Gerais (-2,8%). Em sentido oposto, Rio Grande do Sul (1,4%) liderou os ganhos do turismo neste mês, seguido por Rio Grande do Norte (1,3%) e Goiás (0,4%).
Na comparação com março de 2025, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil apresentou retração de 3,9%, após ter registrado dois meses seguidos de taxas positivas. Neste mês, foi pressionado, principalmente, pela queda na receita de empresas que atuam nos ramos de transporte aéreo de passageiros; hotéis; e locação de automóveis. Em termos regionais, 11 das 17 unidades da federação onde o indicador é investigado mostraram queda nos serviços voltados ao turismo, com destaque para São Paulo (-3,1%), seguido por Bahia (-11,3%), Minas Gerais (-8,1%), Pernambuco (-12,9%), Santa Catarina (-10,2%) e Ceará (-11,6%). Em contrapartida, Rio Grande do Norte (7,3%) exerceu o principal impacto positivo do mês, seguido por Espírito Santo (4,6%) e Rio Grande do Sul (1,3%).
No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o agregado especial de atividades turísticas mostrou expansão de 0,9% frente a igual período do ano passado, impulsionado, sobretudo, pelos aumentos de receita obtidos por empresas dos ramos de serviços de catering, bufê e de comida preparada; restaurantes; serviços de reservas relacionados a hospedagens; e transporte aéreo de passageiros. Regionalmente, 10 dos 17 locais investigados também registraram taxas positivas, com ganhos vindos do Rio de Janeiro (8,4%) e de São Paulo (1,6%), seguidos por Bahia (1,7%), Rio Grande do Norte (6,8%) e Amazonas (5,4%). Em sentido oposto, Minas Gerais (-6,9%) liderou as perdas do turismo, seguido por Santa Catarina (-6,4%), Pernambuco (-3,6%) e Paraná (-2,6%).
Transportes de passageiros e de cargas recuam em março
Em março de 2026, o volume de transporte de passageiros recuou 3,4% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, segunda taxa negativa seguida, período em que acumulou uma perda de 4,3%. Dessa forma, o segmento se encontra, nesse mês de referência, 1,7% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 22,1% abaixo de fevereiro de 2014 (ponto mais alto da série histórica). Por sua vez, o volume do transporte de cargas apontou retração de 1,0% em março de 2026, após ter crescido 0,8% no mês anterior. Dessa forma, o segmento se situa 5,1% abaixo do ponto mais alto de sua série (julho de 2023). Com relação ao nível pré-pandemia, o transporte de cargas está 37,1% acima de fevereiro 2020.
No confronto com igual mês do ano anterior, sem ajuste sazonal, o transporte de passageiros cresceu 2,8% em março de 2026, após ter recuado 4,0% no mês anterior; ao passo que o transporte de cargas apontou crescimento de 2,5%, no mesmo tipo de confronto.
No indicador acumulado do primeiro trimestre deste ano, o transporte de passageiros mostrou expansão de 2,3% frente a igual período de 2025, enquanto o de cargas avançou 1,4% no mesmo intervalo investigado. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 17 May 2026 09:50:46 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Volume, serviços, recua, 1, 2, março</media:keywords>
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<item>
<title>Matrículas no ensino superior mais que dobraram em 24 anos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/matriculas-no-ensino-superior-mais-que-dobraram-em-24-anos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/matriculas-no-ensino-superior-mais-que-dobraram-em-24-anos</guid>
<description><![CDATA[ Estudantes eram 269 milhões em todo o mundo no ano de 2024 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 14 May 2026 19:04:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Matrículas, ensino, superior, mais, que, dobraram, anos</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Lula pode fazer reparação histórica ao indicar uma mulher negra para o STF</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/lula-pode-fazer-reparacao-historica-ao-indicar-uma-mulher-negra-para-o-stf</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/lula-pode-fazer-reparacao-historica-ao-indicar-uma-mulher-negra-para-o-stf</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 14 May 2026 18:02:56 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Municípios sem adesão ou parametrização da NFS&#45;e já estão sujeitos a bloqueio de transferências</title>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 14 May 2026 16:57:57 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Em abril, IBGE prevê safra de 348,7 milhões de toneladas para 2026</title>
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<description><![CDATA[ A estimativa de abril de 2026 para a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas é de 348,7 milhões de toneladas, 0,7% maior (ou mais 2,6 milhões de toneladas) que a obtida em 2025 (346,1 milhões de toneladas), com variação positiva de 0,1% (ou mais 334.277 mil toneladas) à estimativa de março de 2026.



Estimativa de Abril/2026
348,7 milhões de toneladas


Variação Abril 2026/Março 2026
(0,1%) +334.277 mil toneladas


Variação safra 2026/safra 2025
(0,7%) +2,6 milhões de toneladas



A área a ser colhida foi de 83,3 milhões de hectares, com aumento de 2,1% (ou 1,7 milhão de hectares) frente a 2025. Frente à estimativa de março, a área a ser colhida teve variação positiva de 0,2% (aumento 128 572 hectares). 
O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que, somados, representaram 92,7% da estimativa da produção e respondem por 87,6% da área a ser colhida. Para a soja, a estimativa de produção foi de 174,1 milhões de toneladas. Quanto ao milho, a estimativa foi de 138,2 milhões de toneladas (29,6 milhões de toneladas de milho na 1ª safra e 108,5 milhões de toneladas de milho na 2ª safra). 
A produção do arroz (em casca) foi estimada em 11,3 milhões de toneladas. Para o trigo, a estimativa de produção foi de 7,3 milhões de toneladas. A produção do algodão herbáceo (em caroço) foi estimada em 9,0 milhões de toneladas; e a do sorgo em 5,5 milhões de toneladas. 
No que se refere à produção, frente a 2025, ocorrem acréscimos de 4,8% para a soja e de 1,0% para o sorgo. E ocorrem decréscimos de 8,9% para o algodão herbáceo (em caroço); de 10,6% para o arroz em casca; de 2,5% para o milho (crescimento de 15,2% para o milho 1ª safra e declínio de 6,4% para o milho 2ª safra); de 4,6% para o feijão; e de 6,8% para o trigo. 
Quanto à área a ser colhida, em relação ao ano anterior, houve acréscimos de 1,2% na da soja; de 3,4% na do milho (aumentos de 11,9% no milho 1ª safra e de 1,3% no milho 2ª safra) e de 8,5% na do sorgo. Houve reduções de 4,3% na do algodão herbáceo (em caroço); de 10,4% na do arroz em casca; e de 3,8% na do feijão.
Centro-Oeste lidera a produção em abril de 2026, com 174,5 milhões de toneladas
Entre as Grandes Regiões, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou a seguinte distribuição: Centro-Oeste, 174,5 milhões de toneladas (50,0%); Sul, 92,1 milhões de toneladas (26,4%); Sudeste, 30,6 milhões de toneladas (8,8%), Nordeste, 29,9 milhões de toneladas (8,6%) e Norte, 21,5 milhões de toneladas (6,2%). A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou variação anual positiva para as Regiões Sul (6,8%) e a Nordeste (7,8%); e negativas para a Centro-Oeste (-2,3%), a Sudeste (-1,5%) e a Norte (-3,6%). Quanto à variação mensal, apresentaram crescimentos na produção: a Nordeste (2,1%) e a Sudeste (0,4%). A Centro-Oeste apresentou estabilidade (0,0%), enquanto a Norte (-0,4%) e a Sul (-0,4%) apresentaram declínios. 
Frente a março, houve aumentos nas estimativas da produção do café canephora (5,2% ou  66 371 t), do cacau (3,8% ou 11 956 t), do algodão herbáceo (3,4% ou 297 168 t), da cevada (3,2% ou 20 876 t), do milho 1ª safra (1,3% ou 380 836 t) e da soja (0,2% ou 371 132 t). Apresentaram declínios: o feijão 2ª safra (-4,7% ou -56 224 t), o feijão 3ª safra (-1,8% ou -13 790 t), a aveia (-1,3% ou -17 792 t), o trigo (-1,1% ou -81 954 t), o feijão 1ª safra (-1,0% ou -9 772 t), o milho 2ª safra (-0,5% ou -490 623 t) e o café arábica (-0,2% ou -4 519 t). 

Na distribuição da produção pelas Unidades da Federação, o Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, com participação de 30,9%, seguido pelo Paraná (13,5%), Rio Grande do Sul (10,8%), Goiás (10,7%), Mato Grosso do Sul (8,2%) e Minas Gerais (5,4%), que, somados, representaram 79,5% do total.
As principais variações absolutas positivas nas estimativas da produção, em relação ao mês anterior, ocorreram na Bahia (369 212 t), no Ceará (154 028 t), em Pernambuco (108 760 t), em São Paulo (107 224 t), em Rondônia (38 880 t), em Goiás (32 191 t), no Rio Grande do Norte (7 627 t), no Acre (1 259 t), no Rio de Janeiro (352 t) e no Amazonas (3 t). As variações negativas ocorreram no Paraná (-339 200 t), no Tocantins (-129 354 t), no Maranhão (-8 946 t), na Paraíba (-6 969 t), no Amapá (-496 t) e em Roraima  (-294 t). 
ALGODÃO HERBÁCEO (em caroço) – A estimativa para a produção de algodão herbáceo (em caroço) foi de 9,0 milhões de toneladas, crescimento de 3,4% em relação ao mês anterior, devido ao aumento de 2,7% na área cultivada. Em relação a 2025, a queda nas estimativas de produção chega a 14,2%, com recuos de 7,5% na área cultivada e 7,2% no rendimento médio. O Mato Grosso, maior produtor nacional, com cerca de 68,4% do total nacional, manteve suas estimativas em abril. Na Bahia, segundo maior produtor do algodão, responsável por 20,5% da safra nacional, a estimativa foi reavaliada para uma produção de 1,8 milhão de toneladas, crescimento de 19,0% em relação ao mês anterior.
CACAU (amêndoa) – A estimativa de abril para a produção brasileira de cacau foi de 324,2 mil toneladas, aumento de 3,8% em relação ao mês anterior, resultado de um maior rendimento médio (7,2%), compensando a redução da área (-3,1%). A estimativa da produção na Bahia aumentou 9,6%, tendo alcançado 137,4 mil toneladas. O Estado deve ser responsável por 42,4% da produção brasileira de amêndoas de cacau em 2026 e por quase 70,0% das áreas de produção. A Região Norte é a principal produtora de cacau do País, sendo o Pará o maior representante nacional, com 162,1 mil toneladas, cerca de 50,0% do total. No comparativo mensal, no entanto, não houve reavaliações para as estimativas paraenses. 
FEIJÃO (em grão) – A estimativa de abril para a produção de feijão, considerando-se as três safras, alcançou 2,9 milhões de toneladas, uma redução de 2,7% em relação ao mês anterior e de 4,6% sobre a safra 2025. Essa produção deve atender ao consumo interno brasileiro, em 2026, em princípio, não havendo necessidade da importação do produto. Contudo, a estimativa da produção brasileira de feijão vem caindo nos últimos meses, reflexo, principalmente, dos preços aviltados do produto, o que preocupa os mercados, pois, o atual patamar de produção já se encontra apertado frente às estimativas para o consumo brasileiro em 2026.  
A produção da 1ª safra de feijão foi de 989,0 mil toneladas, representando 34,4% de participação nacional dentre as três safras, sendo 1,0% menor que no mês anterior. Neste comparativo, foram verificados declínios de 1,3% no rendimento médio e de 2,0% na área plantada, com um crescimento de 0,3% na área colhida. A 2ª safra de feijão foi estimada em 1,1 milhão de toneladas, correspondendo a 39,4% de participação dentre as três safras. No comparativo com o mês de março, houve redução de 4,7% na estimativa de produção, em decorrência dos declínios de 1,3% na área a ser colhida e de 3,5% no rendimento médio. Para a 3ª safra de feijão, a estimativa de produção de abril foi de 753,6 mil toneladas, declínios de 1,8% em relação ao mês anterior e de 2,5% em relação ao volume produzido em 2025. 
MILHO (em grão) - A estimativa da produção do milho foi de 138,2 milhões de toneladas, declínio de 2,5% em relação ao volume produzido em 2025 e de 0,1% em relação a março de 2026. 
O milho 1ª safra apresentou estimativa de produção de 29,6 milhões de toneladas, crescimento de 1,3% em relação ao mês anterior. A Região Sul, maior produtora de milho 1ª safra, com 43,6% do total nacional, obteve um aumento mensal de 0,9%, assim como, a Região Nordeste, que participa com 21,3% da produção nacional, tendo crescido 3,4%. O Estado do Rio Grande do Sul, maior produtor nacional de milho 1ª safra, com a participação de 21,7% do total na safra, obteve uma estimativa de 6,4 milhões de toneladas, aumento de 21,8% em relação à safra anterior. No segundo maior produtor nacional, Minas Gerais, com participação de 17,0% no total da safra, a estimativa foi de 5,0 milhões de toneladas, crescimento de 13,8% em relação ao volume produzido no ano anterior. Em relação a março de 2026, não ocorreram alterações. Paraná, terceiro maior produtor com participação de 13,3% no total da safra nacional, estimou produção de 3,9 milhões de toneladas, crescimento de 3,1% em relação ao mês anterior.  
A estimativa da produção do milho 2ª safra foi de 108,5 milhões de toneladas, 0,4% inferior a março de 2026 e 6,4% menor quando comparado ao ano anterior. Na Região Centro-Oeste, que representa 71,2% da produção nacional, houve redução de 0,1% em relação ao mês anterior, semelhante à Região Sul, onde houve declínio de 0,9%. Nas Regiões Norte e Sudeste, ocorreram reduções de 3,5% e 0,9%, respectivamente. O Estado que mais produz milho na 2ª safra no Brasil é o Mato Grosso, com participação de 47,9% na produção, tendo sido estimado 52,0 milhões de toneladas para o ano de 2026, queda de 4,7% em relação volume produzido no ano anterior. Paraná, segundo maior produtor nacional com 16,0% de participação estimou uma produção de 17,4 milhões de toneladas, 0,9% inferior ao mês anterior. Goiás é o terceiro maior produtor do milho 2ª safra, com participação nacional de 12,3%, tendo estimado uma produção de 13,3 milhões de toneladas, declínio de 0,7% em relação a março de 2026. 
SOJA (em grão) – A estimativa da produção brasileira de soja em grão foi novamente revisada para cima e alcançou 174,1 milhões de toneladas, novo recorde da série histórica do IBGE, com aumento de 0,2% em relação a março e de 4,8% frente ao volume obtido em 2025 (166,1 milhões de toneladas). O Mato Grosso, maior produtor nacional, manteve a estimativa de 50,5 milhões de toneladas, estável em relação a março e 0,7% acima do colhido em 2025. Goiás deve colher 19,8 milhões de toneladas, conservando a previsão de março e permanecendo 2,6% abaixo do volume produzido em 2025. No Mato Grosso do Sul, a produção foi estimada em 15,6 milhões de toneladas, mantendo a informação anterior, mas com crescimento de 19,1% em relação ao volume produzido em 2025. O Paraná, com 21,9 milhões de toneladas, mantém a segunda maior produção do País, apresentando leve recuo de 0,7% em relação a março, mas crescimento de 2,6% frente a 2025. No Rio Grande do Sul, a estimativa de abril indicou produção de 18,4 milhões de toneladas, mantendo o forte incremento de 34,6% em relação à safra do ano anterior. 
CAFÉ (em grão) - A produção brasileira, considerando-se as duas espécies, arábica e canephora, foi estimada em 4,0 milhões de toneladas, ou 66,1 milhões de sacas de 60 kg, acréscimos de 1,6% em relação ao mês anterior e de 14,9% em relação ao volume produzido em 2025, sendo um recorde na série histórica da pesquisa, considerando a partir de 2002, quando houve mudança na unidade de medida e passou-se a divulgar café em grão. Em relação ao mês anterior, a área está declinando 0,1% e o rendimento médio, crescendo 1,7%. Em relação ao ano anterior, a área apresenta crescimento de 3,1% e o rendimento médio, 11,6%.  
Para o café arábica, a produção estimada foi de 2,6 milhões de toneladas ou 43,9 milhões de sacas de 60 kg. Para o café canephora, a estimativa da produção foi de 1,3 milhão de toneladas ou 22,2 milhões de sacas de 60 kg, acréscimos de 5,2% em relação ao mês anterior e de 6,0% em relação ao volume produzido em 2025, com aumentos de 3,7% na área a ser colhida e de 2,3% no rendimento médio, nesse último comparativo. A produção estimada para o café canephora, em 2026, é recorde da série histórica do IBGE. Até o presente momento, o clima tem favorecido as lavouras e os preços do produto acompanharam os do café arábica, em 2025, que também subiram, incentivando os produtores a investirem mais nas lavouras.
CEREAIS DE INVERNO (em grão) – Os principais cereais de inverno produzidos no Brasil são o trigo, a aveia branca e a cevada. 
Para o trigo (em grão), a produção estimada alcançou 7,3 milhões de toneladas, declínios de 1,1% em relação ao mês anterior e de 6,8% em relação a 2025. O declínio da área cultivada do trigo na safra de 2026 deve-se aos preços do cereal, que estão apresentando baixa rentabilidade, bem como ao desânimo dos produtores, que tiveram perdas de produção e na qualidade do cereal, nas últimas safras, em função dos problemas climáticos na Região Sul, notadamente no Rio Grande do Sul. A Região Sul deve responder por 83,4% da produção tritícola brasileira em 2026. No Rio Grande do Sul, principal produtor do País, com 45,3% do total nacional, a produção estimada foi de 3,3 milhões de toneladas, declínio de 4,7% em relação ao volume colhido em 2025.
A produção da aveia (em grão) foi estimada em 1,3 milhão de toneladas, declínios de 1,4% em relação ao mês anterior e de 3,7% em relação ao volume produzido em 2025. Os maiores produtores do cereal são o Rio Grande do Sul, com 922,3 mil toneladas, declínio de 1,4% em relação ao volume colhido em 2025; e Paraná, com 249,7 mil toneladas, declínios de 5,8% em relação a março e de 3,0% em relação ao volume colhido em 2025. 
Para a cevada (em grão), a produção estimada foi de 667,0 mil toneladas, aumentos de 3,2% em relação ao mês anterior e de 5,4% em relação ao volume produzido em 2025. Os maiores produtores brasileiros da cevada são o Paraná, com 540,9 mil toneladas, crescimentos de 3,9% em relação a março e de 9,7% em relação ao volume produzido em 2025, devendo participar com 81,1% na safra brasileira em 2026; e o Rio Grande do Sul, com uma produção de 100,4 mil toneladas, declínio de 13,4% em relação ao volume produzido em 2025. 
Saiba mais sobre o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola – LSPA: 
O que é o LSPA?  Série Histórica  Tabelas  Publicações 
 A próxima divulgação do LSPA, referente a maio de 2026, será em 11 de junho. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 14 May 2026 09:08:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>abril, IBGE, prevê, safra, 348, 7, milhões, toneladas, para, 2026</media:keywords>
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<title>AEROPORTOS NO MEIO DA CIDADE</title>
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<description><![CDATA[ ACIDENTE EM BH REACENDE DEBATE SOBRE RISCOS PARA MORADORES VIZINHOS , CONGONHAS E AVANÇO DE PRÉDIOS EM ROTAS DE VOO ]]></description>
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<pubDate>Wed, 13 May 2026 18:19:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>AEROPORTOS, MEIO, CIDADE</media:keywords>
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<title>Em março, indústria avança em 11 dos 15 locais pesquisados</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/em-marco-industria-avancaem-11-dos-15-locais-pesquisados</link>
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<description><![CDATA[ Em março de 2026, a variação positiva de 0,1% da produção industrial nacional, frente a fevereiro, na série com ajuste sazonal, foi acompanhada por resultados positivos em onze dos quinze locais pesquisados. Pará (4,5%), Mato Grosso (3,6%), Goiás (3,6%) e Espírito Santo (3,5%) assinalaram os avanços mais acentuados e Amazonas (2,5%), Rio de Janeiro (2,5%), Região Nordeste (1,7%), Paraná (1,2%), Rio Grande do Sul (1,0%), Bahia (1,0%) e Santa Catarina (0,8%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas em março. Por outro lado, Pernambuco (-1,9%) apontou a queda mais intensa. Minas Gerais (-1,4%), Ceará (-1,3%) e São Paulo (-0,2%) também mostraram resultados negativos em março.
Ainda na série com ajuste sazonal, a média móvel trimestral da indústria foi de 1,0% no trimestre encerrado em março, frente ao nível do mês anterior, e intensificou o ritmo ante os dois primeiros meses do ano: fevereiro (0,3%) e janeiro (0,0%) de 2026. Quatorze dos quinze locais pesquisados apontaram taxas positivas em março. Os avanços mais acentuados foram do Pará (5,3%), Espírito Santo (2,7%), Bahia (2,4%), Amazonas (2,1%), Região Nordeste (1,7%) e São Paulo (1,4%). O único recuo foi de Pernambuco (-1,3%).



Indicadores Conjunturais da Indústria - Resultados Regionais - Março de 2026


Locais
 Variação (%)


Março 2026/ Fevereiro  2026*
Março 2026/ Março 2025
Acumulado  Janeiro-Março
Acumulado nos Últimos 12 Meses


Amazonas
2,5
4,1
-3,2
0,0


Pará
4,5
3,7
1,7
0,1


Região Nordeste
1,7
9,9
3,3
1,1


Maranhão
-
-12,7
-3,4
-4,0


Ceará
-1,3
0,1
-5,7
-1,6


Rio Grande do Norte
-
-5,1
-19,2
-12,4


Pernambuco
-1,9
35,0
29,6
7,2


Bahia
1,0
-3,4
-6,5
-2,0


Minas Gerais
-1,4
0,3
1,1
1,4


Espírito Santo
3,5
22,5
22,6
18,6


Rio de Janeiro
2,5
7,4
6,3
6,3


São Paulo
-0,2
2,2
-1,0
-3,0


Paraná
1,2
2,9
-1,9
-1,4


Santa Catarina
0,8
0,3
-4,0
-0,1


Rio Grande do Sul
1,0
11,0
2,2
2,6


Mato Grosso do Sul
-
12,3
10,3
-10,7


Mato Grosso
3,6
8,3
5,3
-5,5


Goiás
3,6
8,1
-0,6
2,4


Brasil
0,1
4,3
1,3
0,4


* Série com Ajuste Sazonal



Em março de 2026, a indústria mostrou resultados positivos em onze dos quinze locais pesquisados. Os maiores avanços foram no Pará (4,5%), Mato Grosso (3,6%), Goiás (3,6%) e Espírito Santo (3,5%). O Pará mostrou crescimento na produção pelo terceiro mês seguido, período em que acumulou ganho de 17,1%. O Mato Grosso eliminou a perda acumulada de 1,5% nos dois primeiros meses do ano. Goiás interrompeu quatro meses seguidos de queda, período em que acumulou redução de 11,0%. Espírito Santo acumulou avanço de 16,5% em dois meses seguidos de expansão na produção. Amazonas (2,5%), Rio de Janeiro (2,5%), Região Nordeste (1,7%), Paraná (1,2%), Rio Grande do Sul (1,0%), Bahia (1,0%) e Santa Catarina (0,8%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas em março de 2026. Por outro lado, Pernambuco (-1,9%) apontou a queda mais intensa no mês, após assinalar variação positiva de 0,1% em fevereiro e recuar 2,1% em janeiro de 2026. Minas Gerais (-1,4%), Ceará (-1,3%) e São Paulo (-0,2%) também mostraram taxas negativas em março.
Na comparação com igual mês do ano anterior, a produção industrial cresceu 4,3% em março de 2026, com altas em quinze dos dezoito locais pesquisados. Vale citar que março de 2026 (22 dias) teve 3 dias úteis a mais que igual mês do ano anterior (19). Pernambuco (35,0%), Espírito Santo (22,5%), Mato Grosso do Sul (12,3%) e Rio Grande do Sul (11,0%) assinalaram os avanços mais acentuados, impulsionados, principalmente, pelo comportamento positivo observado nos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel e gás liquefeito de petróleo), veículos automotores, reboques e carrocerias (automóveis, veículos para o transporte de mercadorias e autopeças) e produtos químicos (ácido tereftálico e seus sais, tereftalato de polietileno, sabões e detergentes líquidos, desinfetantes e fertilizantes minerais ou químicos das fórmulas NPK), no primeiro local; de indústrias extrativas (óleos brutos de petróleo, gás natural e minérios de ferro pelotizados ou sinterizados), no segundo; de produtos alimentícios (carnes de bovinos e de suínos frescas ou refrigeradas e produtos embutidos ou de salamaria e outras preparações de carnes de suínos) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (álcool etílico), no terceiro; e de produtos alimentícios (carnes e miudezas de aves congeladas, carnes de bovinos frescas ou refrigeradas, carnes de suínos congeladas, frescas ou refrigeradas, produtos embutidos ou de salamaria e outras preparações de carnes de suínos, arroz, tortas, bagaços e farelos da extração do óleo de soja, rações, queijos e pães), bebidas (vinhos, águas minerais e refrigerantes), veículos automotores, reboques e carrocerias (automóveis, reboques e semirreboques e carrocerias para ônibus) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (gasolina automotiva e óleo diesel), no último.
Região Nordeste (9,9%), Mato Grosso (8,3%), Goiás (8,1%) e Rio de Janeiro (7,4%) também registraram avanços acima da média nacional (4,3%), enquanto Amazonas (4,1%), Pará (3,7%), Paraná (2,9%), São Paulo (2,2%), Santa Catarina (0,3%), Minas Gerais (0,3%) e Ceará (0,1%) completaram o conjunto de locais com crescimento na produção em março.
O Maranhão (-12,7%) assinalou o recuo mais intenso, em grande parte, pelas atividades de celulose, papel e produtos de papel (celulose) e de produtos alimentícios (pães, bolos, doces e outros produtos similares produzidos em padarias e confeitarias, sobremesas prontas para consumo e carnes de bovinos frescas ou refrigeradas). Rio Grande do Norte (-5,1%) e Bahia (-3,4%) registraram os demais resultados negativos no índice mensal de março de 2026.
No acumulado do ano, frente a igual período do ano anterior, a indústria avançou 1,3%, com resultados positivos em nove dos dezoito locais pesquisados. Pernambuco (29,6%), Espírito Santo (22,6%) e Mato Grosso do Sul (10,3%) assinalaram os avanços mais acentuados no acumulado do ano, impulsionados, em grande parte, pelas atividades de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, gás liquefeito de petróleo e óleos combustíveis), no primeiro local; de indústrias extrativas (óleos brutos de petróleo, minérios de ferro pelotizados ou sinterizados e gás natural), no segundo; e de produtos alimentícios (carnes de bovinos e de suínos frescas ou refrigeradas e produtos embutidos ou de salamaria e outras preparações de carnes de suínos), celulose, papel e produtos de papel (celulose) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (álcool etílico), no terceiro.
Rio de Janeiro (6,3%), Mato Grosso (5,3%), Região Nordeste (3,3%), Rio Grande do Sul (2,2%) e Pará (1,7%) também registraram avanços mais intensos do que a média nacional (1,3%), enquanto Minas Gerais (1,1%) completou o conjunto de locais com crescimento no índice acumulado no ano. Por outro lado, Rio Grande do Norte (-19,2%) assinalou o recuo mais intenso no índice acumulado do ano, pressionado, principalmente, pelo comportamento negativo vindo da atividade de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel). Bahia (-6,5%), Ceará (-5,7%), Santa Catarina (-4,0%), Maranhão (-3,4%), Amazonas (-3,2%), Paraná (-1,9%), São Paulo (-1,0%) e Goiás (-0,6%) também mostraram resultados negativos no índice acumulado para o período janeiro-março de 2026.
No confronto do último trimestre de 2025 com o do primeiro trimestre de 2026, ambas as comparações contra igual período do ano anterior, oito dos dezoito locais pesquisados mostraram ganho de dinamismo, acompanhando o movimento da indústria nacional, que passou de -0,7% para 1,3%. Os maiores ganhos vieram de Pernambuco (de 2,6% para 29,6%), Mato Grosso do Sul (de -12,5% para 10,3%), Pará (de -9,4% para 1,7%), Mato Grosso (de -4,1% para 5,3%), Região Nordeste (de -0,5% para 3,3%) e São Paulo (de -4,6% para -1,0%). Já as principais perdas ocorreram no Rio Grande do Norte (de -9,0% para -19,2%), Goiás (de 4,7% para -0,6%), Ceará (de -1,2% para -5,7%), Bahia (de -2,1% para -6,5%), Amazonas (de 0,9% para -3,2%) e Santa Catarina (de -0,4% para -4,0%) assinalaram as principais perdas entre os dois períodos.
O acumulado nos últimos doze meses foi de 0,4% em março de 2026, com ligeiro ganho de ritmo frente a fevereiro (0,3%). Somente oito dos dezoito locais pesquisados registraram taxas positivas em março de 2026, mas onze apontaram maior dinamismo frente a fevereiro. Pernambuco (de 3,2% para 7,2%), Espírito Santo (de 17,0% para 18,6%), Rio Grande do Norte (de -13,6% para -12,4%), Região Nordeste (de -0,1% para 1,1%), Rio Grande do Sul (de 1,5% para 2,6%), Goiás (de 1,8% para 2,4%), Mato Grosso do Sul (de -11,1% para -10,7%) e Rio de Janeiro (de 5,9% para 6,3%) assinalaram os ganhos mais acentuados entre fevereiro e março de 2026, enquanto Paraná (de -0,7% para -1,4%), Santa Catarina (de 0,5% para -0,1%), Bahia (de -1,4% para -2,0%) e Pará (de 0,4% para 0,1%) mostraram as principais perdas entre os dois períodos. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 13 May 2026 18:19:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>março, indústria, avança em, dos, locais, pesquisados</media:keywords>
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<title>São Joaquim (SC) registra menor temperatura do ano no Brasil</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sao-joaquim-sc-registra-menor-temperatura-do-ano-no-brasil</link>
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<description><![CDATA[ Cidade marcou -4,61ºC no amanhecer desta terça-feira (12) ]]></description>
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<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:17:56 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>São, Joaquim, SC, registra, menor, temperatura, ano, Brasil</media:keywords>
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<title>CNH do Brasil ganha novas funcionalidades</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/cnh-do-brasil-ganha-novas-funcionalidades</link>
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<description><![CDATA[ Aplicativo passa a permitir que candidato busque instrutores e autoescolas ]]></description>
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<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:38:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<item>
<title>Índice Nacional da Construção Civil varia 0,72% em abril</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/indice-nacional-da-construcao-civil-varia-072-em-abril</link>
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<description><![CDATA[ O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou variação de 0,72% em abril, ficando 0,35 ponto percentual acima da taxa de março (0,37%). O resultado acumulado nos últimos 12 meses foi de 7,01%, resultado acima do registrado nos doze meses imediatamente anteriores (6,73%). Em abril de 2025, o índice havia sido de 0,46%.
O custo nacional de construção, por metro quadrado, aumentou de R$ 1.932,27 em março para R$ 1.946,09 em abril, sendo R$ 1.098,80 relativos aos materiais e R$ 847,29 à mão de obra.
A parcela dos materiais apresentou variação de 0,83%, subindo tanto em relação a março (0,43%), quanto a abril do ano passado (0,31%), 0,40 e 0,52 pontos percentuais respectivamente.
A mão de obra, com taxa de 0,57%, e alguns reajustes observados, apresentou alta de 0,26 ponto percentual quando comparada a março (0,31%), já comparando com abril de 2025 (0,68%), houve queda de 0,11 ponto percentual.
De janeiro a abril os acumulados foram: 1,90% (materiais) e 4,19% (mão de obra). Já os acumulados em doze meses ficaram em 4,99% (materiais) e 9,77% (mão de obra), respectivamente.
Região Nordeste registra maior variação mensal em abril
A Região Nordeste, com alta em todos os estados, e destacando-se o estado do Maranhão, influenciado pelo reajuste nas categorias profissionais, ficou mais uma vez com a maior variação regional em abril, 0,98%. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,58% (Norte), 0,66% (Sudeste), 0,61% (Sul) e 0,42% (Centro-Oeste).
Com acordo coletivo firmado nas categorias profissionais, o estado do Acre registrou a maior variação mensal em abril, 3,89%, seguido pelo Maranhão (2,99%), sob as mesmas condições.
SINAPI – Abril de 2026 COM desoneração da folha de pagamento 



 ÁREAS GEOGRÁFICAS
CUSTOS MÉDIOS
NÚMEROS ÍNDICES
VARIAÇÕES PERCENTUAIS


R$/m2
JUN/94=100
MENSAL
NO ANO
12 MESES


BRASIL             
1946,09
974,09
0,72
2,89
7,01


REGIÃO NORTE       
1994,35
993,69
0,58
2,61
5,86


Rondônia           
2121,98
1183,51
0,26
1,81
5,73


Acre               
2278,52
1209,21
3,89
6,98
10,08


Amazonas           
1921,70
940,59
0,20
1,55
4,89


Roraima            
2106,57
874,82
0,10
1,46
4,90


Pará               
1956,32
937,97
0,40
2,43
5,57


Amapá              
1990,80
967,04
0,12
3,98
7,49


Tocantins          
2003,32
1053,41
0,53
2,75
5,43


REGIÃO NORDESTE    
1828,03
987,79
0,98
4,05
7,89


Maranhão           
1935,56
1019,84
2,99
5,78
10,72


Piauí             
1853,39
1232,04
0,36
4,87
6,54


Ceará              
1830,51
1057,38
0,19
2,31
7,86


Rio Grande do Norte
1808,67
911,85
1,22
3,38
5,50


Paraíba            
1907,66
1054,96
0,27
3,40
9,61


Pernambuco         
1722,48
920,63
0,58
2,46
6,36


Alagoas            
1778,83
888,52
0,74
3,37
7,81


Sergipe            
1724,27
916,06
0,58
3,01
7,12


Bahia              
1836,73
972,30
0,98
5,51
7,65


REGIÃO SUDESTE     
1989,90
952,65
0,66
2,43
6,64


Minas Gerais       
1848,43
1017,37
0,15
2,04
7,22


Espírito Santo     
1761,23
977,34
1,20
3,05
7,81


Rio de Janeiro     
2149,86
979,85
1,83
3,83
7,31


São Paulo          
2029,48
916,36
0,41
2,02
5,99


REGIÃO SUL         
2064,70
987,55
0,61
2,15
6,42


Paraná             
2084,58
996,77
0,68
2,25
6,70


Santa Catarina     
2192,82
1187,15
0,84
2,48
6,35


Rio Grande do Sul  
1907,86
865,60
0,25
1,61
5,93


REGIÃO CENTRO-OESTE
1959,33
1000,05
0,42
2,45
7,84


Mato Grosso do Sul
1864,62
877,26
0,15
1,69
5,91


Mato Grosso        
2043,35
1165,44
0,07
2,05
9,52


Goiás              
1915,44
1011,99
0,71
3,27
7,46


Distrito Federal   
1973,11
871,71
0,70
2,44
7,36



 
SINAPI – Abril de 2026 SEM desoneração da folha de pagamento 



 ÁREAS GEOGRÁFICAS
CUSTOS MÉDIOS
NÚMEROS ÍNDICES
VARIAÇÕES PERCENTUAIS


R$/m2
JUN/94=100
MENSAL
NO ANO
12 MESES


BRASIL             
2049,40
1024,95
0,71
1,63
5,80


REGIÃO NORTE       
2091,39
1042,19
0,58
1,45
4,79


Rondônia           
2226,19
1241,33
0,25
0,63
4,55


Acre               
2390,10
1268,70
4,06
5,91
8,80


Amazonas           
2020,85
989,51
0,19
0,35
3,89


Roraima            
2214,72
919,59
0,12
0,28
3,77


Pará               
2048,35
981,97
0,38
1,26
4,57


Amapá              
2084,67
1012,86
0,10
2,97
6,30


Tocantins          
2099,17
1103,94
0,42
1,57
4,17


REGIÃO NORDESTE    
1919,98
1036,94
0,96
2,90
6,70


Maranhão           
2030,05
1069,93
3,04
4,66
9,55


Piauí        
1944,68
1292,20
0,34
3,87
5,41


Ceará              
1917,38
1106,67
0,18
1,25
6,66


Rio Grande do Norte
1897,59
956,39
1,24
2,21
4,46


Paraíba            
2007,53
1110,17
0,26
2,44
8,81


Pernambuco         
1810,27
968,43
0,55
1,19
5,27


Alagoas            
1866,04
932,70
0,70
2,14
6,65


Sergipe            
1811,09
962,55
0,55
1,82
5,98


Bahia              
1933,11
1022,48
0,93
4,37
6,38


REGIÃO SUDESTE     
2101,59
1005,39
0,65
1,09
5,34


Minas Gerais       
1947,20
1071,00
0,14
0,76
6,06


Espírito Santo     
1853,69
1028,53
1,26
1,87
6,64


Rio de Janeiro     
2276,53
1038,39
1,90
2,49
5,92


São Paulo          
2144,50
968,25
0,37
0,63
4,63


REGIÃO SUL         
2178,78
1041,75
0,62
0,80
5,11


Paraná             
2200,48
1052,12
0,64
0,78
5,32


Santa Catarina     
2322,61
1257,66
0,94
1,18
5,11


Rio Grande do Sul  
2003,78
909,90
0,24
0,43
4,80


REGIÃO CENTRO-OESTE
2058,23
1050,44
0,40
1,24
6,67


Mato Grosso do Sul
1959,92
921,29
0,16
0,50
4,81


Mato Grosso        
2142,61
1222,54
0,07
0,87
8,46


Goiás              
2016,41
1064,24
0,67
1,99
6,20


Distrito Federal   
2071,14
914,92
0,67
1,20
6,16



Saiba mais sobre o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil – SINAPI:
Criado em 1969, o Sinapi tem como objetivo a produção de informações de custos e índices de forma sistematizada e com abrangência nacional, visando a elaboração e avaliação de orçamentos, como também acompanhamento de custos. A próxima divulgação do Sinapi, referente a maio de 2026, está prevista para 12 de junho.
O que é o SINAPI? Série Histórica Tabelas Publicações ]]></description>
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<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:29:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Índice, Nacional, Construção, Civil, varia, 72, abril</media:keywords>
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<item>
<title>O DESAFIO DAS PRIVATIZAÇÕES</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/o-desafio-das-privatizacoes</link>
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<description><![CDATA[ ENEL, SABESP E NOVAS CONCESSÕES AMPLIAM O DEBATE SOBRE ENTREGA, FISCALIZAÇÃO E QUALIDADE DOS SERVIÇOS ]]></description>
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<pubDate>Fri, 08 May 2026 13:14:21 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>DESAFIO, DAS, PRIVATIZAÇÕES</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Produção industrial mostrou variação de 0,1% em março</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/producao-industrial-mostrou-variacao-de-01-em-marco</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/producao-industrial-mostrou-variacao-de-01-em-marco</guid>
<description><![CDATA[ Em março de 2026, a produção industrial nacional mostrou variação positiva de 0,1% frente a fevereiro, terceira taxa positiva consecutiva, acumulando neste período expansão de 3,1%. Em relação a março do ano passado, a indústria ampliou a produção em 4,3%, após recuar 0,7% em fevereiro e avançar 0,2% em janeiro de 2026, quando interrompeu três meses consecutivos de queda na produção: dezembro (-0,1%), novembro (-1,4%) e outubro de 2025 (-0,4%). O acumulado do ano ficou em 1,3% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. Nos últimos 12 meses, houve avanço de 0,4%. A média móvel trimestral em março foi de 1,0%.



Março 2026 / Fevereiro 2026
0,10%


Março 2026/ Março 2025
4,30%


Acumulado no ano 
3,10%


Acumulado 12 meses
0,40%


Média móvel trimestral
1,00%



Na variação positiva de 0,1% da atividade industrial na passagem de fevereiro para março de 2026, as quatro grandes categorias econômicas e 8 dos 25 ramos industriais pesquisados mostraram avanço na produção. Vale destacar que, com esses resultados, a produção industrial se encontra 3,3% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020); mas ainda está 13,9% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.
Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram assinaladas por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,2%) e produtos químicos (4,0%), com a primeira marcando o quarto mês consecutivo de crescimento e acumulando expansão de 11,5% neste período; e a segunda eliminando o recuo de 1,5% verificado em fevereiro.
Outras contribuições positivas relevantes sobre o total da indústria vieram de veículos automotores, reboques e carrocerias (1,1%), metalurgia (1,2%) e máquinas e equipamentos (1,0%).
Por outro lado, entre as dezesseis atividades que mostraram recuo na produção, bebidas (-2,9%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-3,9%) exerceram as principais influências na média da indústria, com a primeira interrompendo três meses consecutivos de avanço na produção, período em que acumulou crescimento de 8,5%; e a segunda intensificando a magnitude de queda registrada em fevereiro de 2026 (-2,3%). É importante apontar também os impactos negativos assinalados pelos setores de móveis (-6,0%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-4,1%), produtos alimentícios (-0,5%), manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-3,9%), celulose, papel e produtos de papel (-1,3%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-2,3%), produtos de madeira (-4,4%) e produtos de borracha e de material plástico (-1,1%).
Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens de consumo duráveis (1,7%) assinalou a expansão mais elevada em março de 2026 e marcou a terceira taxa positiva consecutiva, período em que acumulou crescimento de 9,9%. Os setores produtores de bens de capital (0,6%), de bens intermediários (0,5%) e de bens de consumo semi e não duráveis (0,4%) também mostraram resultados positivos neste mês, com todos apontando o terceiro mês seguido de avanço na produção, período em que acumularam ganhos de 6,4%, 4,1% e 2,4%, respectivamente.



Indicadores da Produção Industrial por Grandes Categorias EconômicasBrasil - Março de 2026     


Grandes Categorias Econômicas
Variação (%)    


Março 2026 / Fevereiro 2026*
Março 2026 / Março 2025
Acumulado Janeiro-Março
Acumulado nos Últimos 12 Meses


Bens de Capital
0,6
6,5
-6,3
-4,1


Bens Intermediários
0,5
2,9
1,7
1,6


Bens de Consumo
0,5
6,7
1,7
-1,3


  Duráveis
1,7
18,7
1,6
0,3


  Semiduráveis e não Duráveis
0,4
4,6
1,8
-1,6


Indústria Geral
0,1
4,3
1,3
0,4


 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas    *Série com ajuste sazonal         



Média móvel foi de 1,0% no trimestre encerrado em março
A evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria mostrou crescimento de 1,0% no trimestre encerrado em março de 2026 frente ao nível do mês anterior e intensificou o ritmo na comparação com os resultados dos dois primeiros meses do ano: fevereiro (0,3%) e janeiro (0,0%) de 2026.
Entre as grandes categorias econômicas, ainda em relação ao movimento deste índice na margem, bens de consumo duráveis (3,1%) e bens de capital (2,1%) assinalaram as taxas positivas mais acentuadas em março de 2026, com a primeira marcando o segundo resultado positivo consecutivo e acumulando ganho de 4,0% nesse período; e a segunda interrompendo a trajetória predominantemente descendente iniciada em março de 2025. Os setores produtores de bens intermediários (1,3%) e de bens de consumo semi e não duráveis (0,8%) também mostraram expansão neste mês, com o primeiro intensificando o crescimento registrado no mês anterior (0,5%), quando interrompeu quatro meses consecutivos de queda, período em que acumulou perda de 1,9%; e o segundo permanecendo com a trajetória ascendente iniciada em julho de 2025.
Frente a março de 2025, indústria cresce 4,3%
Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial assinalou expansão de 4,3% em março de 2026, com resultados positivos em quatro das quatro grandes categorias econômicas, 19 dos 25 ramos, 46 dos 80 grupos e 55,6% dos 789 produtos pesquisados. Vale citar que março de 2026 (22 dias) teve 3 dias úteis a mais que igual mês do ano anterior (19).
Entre as atividades, as principais influências positivas no total da indústria foram registradas por veículos automotores, reboques e carrocerias (18,7%), produtos alimentícios (5,7%), indústrias extrativas (4,7%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (4,2%), impulsionadas, em grande medida, pela maior produção dos itens automóveis, veículos para o transporte de mercadorias, autopeças e caminhão-trator para reboques e semirreboques, na primeira; carnes e miudezas de aves congeladas, frescas ou refrigeradas, carnes de bovinos frescas ou refrigeradas, rações, carnes de suínos congeladas, frescas ou refrigeradas, alimentos à base de milho ou de flocos de milho pronto para consumo, produtos embutidos ou de salamaria e outras preparações de carnes de suínos, óleo de soja refinado, sucos concentrados de frutas, biscoitos e bolachas, farinha de trigo e iogurte, na segunda; óleos brutos de petróleo e gás natural, na terceira; e óleo diesel, álcool etílico e querosenes de aviação, na quarta. Outras contribuições positivas importantes foram assinaladas pelos ramos de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (9,3%), outros equipamentos de transporte (11,3%), produtos de borracha e de material plástico (3,9%), produtos diversos (13,5%), produtos químicos (1,7%), móveis (9,9%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (4,2%).
Por outro lado, ainda na comparação com março de 2025, entre as seis atividades que apontaram redução na produção, a de celulose, papel e produtos de papel (-4,5%) exerceu a maior influência na formação da média da indústria, pressionada, principalmente, pela menor produção de pastas químicas de madeira (celulose).
Ainda no confronto com igual mês do ano anterior, bens de consumo duráveis (18,7%) assinalou, em março de 2026, expansão de dois dígitos e a mais acentuada entre as grandes categorias econômicas. Os setores produtores de bens de capital (6,5%), bens de consumo semi e não duráveis (4,6%) e bens intermediários (2,9%) também mostraram taxas positivas neste mês, com os dois primeiros avançando acima da média da indústria (4,3%) e o último registrando o crescimento mais moderado.
O setor produtor de bens de consumo duráveis, ao mostrar expansão de 18,7% em março de 2026 frente a igual mês do ano anterior, interrompeu quatro meses consecutivos de queda e marcou a taxa positiva mais elevada desde novembro de 2024 (19,2%). Neste mês, o setor foi impulsionado, em grande medida, pela maior fabricação de automóveis (38,9%). É necessário ressaltar também os avanços registrados por eletrodomésticos da “linha marrom” (15,8%) e da “linha branca” (12,7%), motocicletas (34,7%) e pelo grupamento de móveis (11,4%). Em contrapartida, o principal impacto negativo foi assinalado pelo grupamento de outros eletrodomésticos (-22,3%).
A produção de bens de capital mostrou avanço de 6,5%, na mesma comparação, interrompendo, dessa forma, nove meses consecutivos de taxas negativas. Na formação do índice deste mês, o segmento foi influenciado, principalmente, pelos avanços observados nos grupamentos de bens de capital para equipamentos de transporte (10,0%) e para fins industriais (4,6%), impulsionados, em grande parte, pela maior produção de veículos para o transporte de mercadorias, aviões e caminhão-trator para reboques e semirreboques, no primeiro; e de bens de capital seriados (4,2%) e não-seriados (8,6%), no segundo. Os demais resultados positivos foram registrados pelos grupamentos de bens de capital para construção (8,0%) e para energia elétrica (3,3%). No entanto, os subsetores de bens de capital agrícolas (-8,5%) e de uso misto (-1,7%) assinalaram os impactos negativos no índice mensal de março de 2026.
Ainda no confronto com igual mês do ano anterior, o segmento de bens de consumo semi e não duráveis apontou crescimento de 4,6% em março de 2026, após recuar 0,5% em fevereiro, quando interrompeu dois meses consecutivos de taxas positivas: janeiro de 2026 (1,0%) e dezembro de 2025 (4,8%). O desempenho positivo neste mês foi explicado, em grande parte, pelo avanço observado no grupamento de alimentos e bebidas elaborados para consumo doméstico (5,5%), impulsionado, principalmente, pela maior produção de carnes e miudezas de aves congeladas, frescas ou refrigeradas, carnes de bovinos frescas ou refrigeradas, vinhos, alimentos à base de milho ou de flocos de milho pronto para consumo, produtos embutidos ou de salamaria e outras preparações de carnes de suínos, óleo de soja refinado, sucos concentrados de frutas, biscoitos e bolachas e iogurte. Vale destacar também os resultados positivos registrados pelos grupamentos de não duráveis (4,1%), semiduráveis (4,3%) e carburantes (3,8%). Por outro lado, o grupamento de alimentos e bebidas básicos para consumo doméstico (-34,2%) apontou a única taxa negativa em março de 2026, pressionado pela menor produção de filés e outras carnes de peixes frescos, refrigerados ou congelados e de peixes congelados.
O setor produtor de bens intermediários, ao avançar 2,9% em março de 2026 frente a igual período do ano anterior, marcou a terceira taxa positiva consecutiva e a mais elevada desde setembro de 2025 (3,4%). O resultado deste mês foi explicado, principalmente, pelos avanços nos produtos associados às atividades de indústrias extrativas (4,7%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (4,4%), produtos alimentícios (5,0%), veículos automotores, reboques e carrocerias (6,9%), produtos de borracha e de material plástico (3,0%), produtos de metal (3,0%), produtos de minerais não metálicos (1,7%), produtos químicos (0,9%) e produtos têxteis (3,5%), enquanto as pressões negativas foram registradas por celulose, papel e produtos de papel (-6,2%), metalurgia (-0,4%) e máquinas e equipamentos (-0,5%). Ainda nessa categoria econômica, vale citar também os resultados negativos assinalados pelos grupamentos de insumos típicos para construção civil (-0,7%) e de embalagens (-0,1%).
Primeiro trimestre cresce 1,3% frente ao mesmo período de 2025
O índice acumulado do ano, frente a igual período do ano anterior, assinalou avanço de 1,3%, com resultados positivos em três das quatro grandes categorias econômicas, 10 dos 25 ramos, 26 dos 80 grupos e 44,0% dos 789 produtos pesquisados. Entre as atividades, as principais influências positivas foram registradas por indústrias extrativas (8,7%), produtos alimentícios (2,6%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (14,3%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,1%), impulsionadas, em grande medida, pela maior produção dos itens óleos brutos de petróleo, minérios de ferro e gás natural, na primeira; sucos concentrados de laranja, carnes e miudezas de aves congeladas, carnes de suínos congeladas, frescas ou refrigeradas, carnes de bovinos frescas ou refrigeradas, óleo de soja refinado, sorvetes e picolés, rações e sucos concentrados de frutas, na segunda; medicamentos, na terceira; e álcool etílico, óleo diesel, naftas e óleos combustíveis, na quarta. Vale destacar também as contribuições positivas assinaladas pelos setores de veículos automotores, reboques e carrocerias (2,2%) e de bebidas (3,3%).
Todavia, ainda na comparação com janeiro-março de 2025, entre as quinze atividades que apontaram redução na produção, a de máquinas e equipamentos (-9,4%) exerceu o maior impacto na formação da média da indústria, pressionada, em grande medida, pela menor produção dos itens aparelhos de ar-condicionado de paredes, de janelas ou transportáveis (inclusive os do tipo “split system”), máquinas ou aparelhos para o setor agrícola, bombas centrífugas, motoniveladores, válvulas de expansão de segurança redutoras de pressão, aparelhos elevadores ou transportadores para mercadorias, centros de usinagem para trabalhar metais, ventiladores e coifas para uso industrial, silos metálicos para cereais e compressores usados em aparelhos de refrigeração. Outros impactos negativos importantes foram assinalados pelos ramos de produtos químicos (-2,5%), produtos de metal (-4,0%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-6,5%), artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-6,6%) e celulose, papel e produtos de papel (-2,5%).
Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para os três primeiros meses de 2026 mostrou maior dinamismo para os segmentos de bens de consumo semi e não duráveis (1,8%), bens intermediários (1,7%) e bens de consumo duráveis (1,6%), impulsionados, principalmente, pela expansão na produção de medicamentos e álcool etílico, no primeiro; óleos brutos de petróleo, minérios de ferro e gás natural, no segundo; e automóveis (11,1%), no terceiro. Não obstante, o setor produtor de bens de capital (-6,3%) assinalou a única taxa negativa no indicador acumulado do primeiro trimestre do ano, pressionado, em grande medida, pela menor produção de bens de capital para fins industriais (-5,3%), de uso misto (-14,2%), agrícolas (-13,9%) e para equipamentos de transporte (-2,1%).
Saiba mais sobre a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física – Divulgação Brasil – PIM-PF:
O que é a PIM-PF? Séries Históricas Tabelas Publicações ]]></description>
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<pubDate>Thu, 07 May 2026 10:52:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Produção, industrial, mostrou, variação, 1, março</media:keywords>
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<item>
<title>Prazo para regularizar título de eleitor acaba nesta quarta (6)</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/prazo-para-regularizar-titulo-de-eleitor-acaba-nesta-quarta-6</link>
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<description><![CDATA[ Data limite é a mesma para quem vai tirar seu primeiro título ]]></description>
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<pubDate>Wed, 06 May 2026 08:57:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Prazo, para, regularizar, título, eleitor, acaba, nesta, quarta, 6</media:keywords>
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<item>
<title>SITUAÇÃO DO JOCKEY CLUB DE SÃO PAULO SEGUE INDEFINIDA</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/situacao-do-jockey-club-de-sao-paulo-segue-indefinida</link>
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<description><![CDATA[ DECISÃO DO TJ-SP E AVANÇO DA CPI NA CÂMARA AMPLIAM A PRESSÃO SOBRE O CLUBE ]]></description>
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<pubDate>Tue, 05 May 2026 09:34:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>SITUAÇÃO, JOCKEY, CLUB, SÃO, PAULO, SEGUE, INDEFINIDA</media:keywords>
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<item>
<title>O que abre e fecha no feriado do Dia do Trabalhador</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/o-que-abre-e-fecha-no-feriado-do-dia-do-trabalhador</link>
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<description><![CDATA[ Agências bancárias de todo o Brasil ficarão fechadas nesta sexta-feira (01) ]]></description>
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<pubDate>Sat, 02 May 2026 09:31:48 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>que, abre, fecha, feriado, Dia, Trabalhador</media:keywords>
</item>

<item>
<title>PNAD Contínua: taxa de desocupação é de 6,1% e taxa de subutilização é de 14,3% no trimestre encerrado em março</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/pnad-continua-taxa-de-desocupacao-e-de-61-e-taxa-de-subutilizacao-e-de-143-no-trimestre-encerrado-em-marco</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/pnad-continua-taxa-de-desocupacao-e-de-61-e-taxa-de-subutilizacao-e-de-143-no-trimestre-encerrado-em-marco</guid>
<description><![CDATA[ A taxa de desocupação (6,1%) no trimestre encerrado em março de 2026 cresceu um ponto percentual (p.p.) frente ao trimestre encerrado em dezembro de 2025, mas ficou 0,9 p.p. abaixo da taxa do trimestre encerrado em março de 2025. Essa foi a menor taxa para um trimestre encerrado em março na série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012.



Indicador/Período
jan-fev-mar 2026
out-nov-dez 2025
jan-fev-mar 2025


Taxa de desocupação
6,1%
5,1%
7,0%


Taxa de subutilização
14,3%
13,4%
15,9%


Rendimento real habitual
R$ 3.722
R$ 3.662
R$ 3.527


Variação do rendimento habitual em relação a:
1,6%
5,5%



A população desocupada (6,6 milhões) cresceu 19,6% (ou mais 1,1 milhão de pessoas) no trimestre, mas recuou 13,0% (menos 987 mil pessoas) no ano. A população ocupada (102,0 milhões) recuou 1,0% (ou 1,0 milhão de pessoas) no trimestre, mas cresceu 1,5% (mais 1,5 milhão) no ano.
O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi 58,2%, recuando 0,7 p.p. no trimestre (58,9%), mas subindo 0,4 p.p. (57,8%) no ano.
A taxa composta de subutilização (14,3%) subiu 0,9 p.p. frente ao trimestre móvel anterior (13,4%) e recuou 1,6 p.p. no ano (15,9%). A população subutilizada (16,3 milhões) cresceu 6,6% (mais 1,0 milhão de pessoas) no trimestre (15,9%), mas recuou 10,1% (menos 1,8 milhão de pessoas) no ano.
A população subocupada por insuficiência de horas (4,4 milhões) ficou estatisticamente estável nas duas comparações. A população fora da força de trabalho (66,5 milhões) ficou estatisticamente estável no trimestre e cresceu 1,3% (mais 841 mil pessoas) no ano.
A população desalentada (2,7 milhões) mostrou estabilidade no trimestre e queda de 15,9% (menos 509 mil pessoas) no ano. O percentual de desalentados (2,4%) ficou estável no trimestre e recuou 0,5 p.p. no ano.
O número de empregados no setor privado (52,4 milhões) recuou 1,0% (menos 527 mil pessoas) no trimestre, mas cresceu 1,1% (mais 583 mil pessoas) no ano.
O número de empregados com carteira assinada no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos) ficou em 39,2 milhões, com estabilidade no trimestre e alta de 1,3% (mais 504 mil pessoas) no ano. O número de empregados sem carteira no setor privado (13,3 milhões) recuou 2,1% (menos 285 mil pessoas) no trimestre e ficou estável no ano. O número de empregados no setor público (12,7 milhões) caiu 2,5% (menos 322 mil pessoas) no trimestre e subiu 3,7% (mais 455 mil pessoas) no ano.
O número de trabalhadores por conta própria (26,0 milhões) ficou estável no trimestre e cresceu 2,4% (mais 607 mil pessoas) no ano.
A taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada (ou 38,1 milhões de trabalhadores informais), abaixo dos 37,6 % (ou 38,7 milhões) do trimestre anterior e dos 38,0 % (ou 38,2 milhões) do trimestre encerrado em março de 2025.
O rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.722) foi novo recorde, crescendo nas duas comparações: 1,6% no trimestre e 5,5% no ano.
A massa de rendimento real habitual (R$ 374,8 bilhões) também foi novamente recorde, com estabilidade no trimestre e alta de 7,1% (mais R$ 24,8 bilhões) no ano.
Taxa de desocupação - Brasil - 2012/2026
O contingente na força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas), no trimestre de janeiro a março de 2026, foi estimado em 108,6 milhões de pessoas, permanecendo estável, no trimestre e crescendo 0,4% (mais 478 mil pessoas) no ano.
A análise da ocupação por grupamentos de atividade ante o trimestre móvel anterior mostrou que não houve crescimento em qualquer grupamento, além de reduções em três: Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (1,5%, ou menos 287 mil pessoas), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,3%, ou menos 439 mil pessoas) e Serviços domésticos (2,6%, ou menos 148 mil pessoas).
Frente ao trimestre de janeiro a março de 2025 houve aumentos em dois grupamentos: Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (3,2%, ou mais 406 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,8%, ou mais 860 mil pessoas). Houve redução somente no grupamento de Serviços domésticos (3,6%, ou menos 202 mil pessoas).
Taxa composta de subutilização – Trimestres de janeiro a março – Brasil – 2012 a 2026 (%)
O rendimento médio mensal real, frente ao trimestre móvel anterior, mostrou aumento em dois grupamentos de atividade: Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,0%, ou mais R$ 86) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,5%, ou mais R$ 127). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.
Frente ao trimestre de janeiro a março de 2025, houve altas no rendimento médio real de seis grupamentos: Construção (4,5%, ou mais R$ 124) Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,9%, ou mais R$ 113) Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (5,9%, ou mais R$ 291) Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,0%, ou mais R$ 198) Outros serviços (11,4%, ou mais R$ 320) e Serviços domésticos (4,9%, ou mais R$ 66). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.
Saiba mais sobre a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - Divulgação Mensal - PNAD Contínua/Mensal
O que é o PNAD Contínua? Séries HistóricasTabelas  Publicações  ]]></description>
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<pubDate>Sat, 02 May 2026 09:31:46 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>PNAD, Contínua:, taxa, desocupação, 6, 1, taxa, subutilização, 14, 3, trimestre, encerrado, março</media:keywords>
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<item>
<title>Índice de Preços ao Produtor (IPP) é de 2,37% em março</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/indice-de-precos-ao-produtor-ipp-e-de237em-marco</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/indice-de-precos-ao-produtor-ipp-e-de237em-marco</guid>
<description><![CDATA[ Em março de 2026, os preços da indústria variaram 2,37% frente a fevereiro. Nessa comparação, 18 das 24 atividades industriais tiveram aumento de preços. O índice acumulado em 12 meses se mantém negativo, em -1,54%. O acumulado no ano foi de 2,53%. 
O Índice de Preços ao Produtor (IPP) das Indústrias Extrativas e de Transformação mede os preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, e abrange as grandes categorias econômicas.



Período
Taxa


Março de 2026
2,37%


Fevereiro de 2026
-0,16%


Março de 2025
-0,60%


Acumulado no ano
2,53%



Em março, 18 das 24 atividades industriais investigadas na pesquisa apresentaram variação positiva nos preços ante o mês imediatamente anterior, seguindo o sinal da variação no índice da indústria geral. Em
comparação, 11 atividades haviam apresentado maiores preços médios em fevereiro em relação ao mês anterior.
As quatro altas mais intensas em março foram: indústrias extrativas (18,65%); outros produtos químicos (5,03%); refino de petróleo e biocombustíveis (4,24%); e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (2,50%).



Índice de Preços ao Produtor, segundo as Indústrias Extrativas e de Transformação (Indústria Geral) e Seções, Brasil, últimos três meses                    


Indústria Geral e Seções
Variação (%)


M/M₋₁
Acumulado no Ano
M/M₋₁₂


Jan/2026
Fev/2026
Mar/2026
Jan/2026
Fev/2026
Mar/2026
Jan/2026
Fev/2026
Mar/2026


Indústria Geral
0,32
-0,16
2,37
0,32
0,15
2,53
-4,35
-4,39
-1,54


B - Indústrias Extrativas
1,39
-0,61
18,65
1,39
0,78
19,58
-11,88
-9,35
11,59


C - Indústrias de Transformação
0,27
-0,14
1,63
0,27
0,13
1,76
-3,98
-4,16
-2,15


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coord. de Estatísticas Conjunturais em Empresas



Na comparação entre os preços de março e fevereiro, indústrias extrativas foi o setor de maior destaque na composição do resultado agregado. A atividade influenciou com 0,81 ponto percentual (p.p.) na variação de 2,37% da indústria geral. Outras atividades que também sobressaíram foram alimentos, com 0,45 p.p. de influência, refino de petróleo e biocombustíveis (0,41 p.p.) e outros produtos químicos (0,40 p.p.).
O acumulado do ano, que compara os preços do mês de referência aos de dezembro de 2025, atingiu variação de 2,53%. Entre as atividades que, em março de 2026, tiveram as maiores variações no acumulado no ano, se destacaram: indústrias extrativas (19,58%), outros produtos químicos (7,09%), impressão (4,29%) e metalurgia (3,88%).
Ainda sob a perspectiva do índice acumulado no ano, as principais influências foram registradas indústrias extrativas: 0,84 p.p., outros produtos químicos: 0,55 p.p., refino de petróleo e biocombustíveis: 0,30 p.p. e metalurgia: 0,26 p.p.
No acumulado em 12 meses, calculado comparando os preços de março de 2026 aos de março de 2025, o IPP chegou a -1,54%. Em fevereiro, este indicador estava em -4,39%.
Os setores com as quatro maiores variações de preços na comparação de março com o mesmo mês do ano anterior foram: impressão (18,61%); indústrias extrativas (11,59%); alimentos (-6,74%); e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (6,70%).
Nesta mesma ótica, os setores de maior influência no resultado agregado foram: alimentos (-1,69 p.p.); refino de petróleo e biocombustíveis (-0,60 p.p.); indústrias extrativas (0,51 p.p.); e outros produtos químicos (-0,31 p.p.).
Entre as grandes categorias econômicas, o resultado mensal de março (2,37%) repercutiu assim: -0,18% de variação em bens de capital (BK); 3,75% em bens intermediários (BI); e 0,95% em bens de consumo (BC), sendo que a variação observada nos bens de consumo duráveis (BCD) foi de -0,24%, ao passo que nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis (BCND) foi de 1,19%.
A principal influência dentre as Grandes Categorias Econômicas foi exercida por bens intermediários, cujo peso na composição do índice geral foi de 54,46% e respondeu por 2,02 p.p. da variação de 2,37% nas indústrias extrativas e de transformação. Completam a lista bens de consumo, com influência de 0,37 p.p., e bens de capital, com -0,01 p.p.. No caso de bens de consumo, a influência observada em março se divide em -0,02 p.p., que se deveu à variação nos preços de bens de consumo duráveis, e 0,38 p.p. associada à variação de bens de consumo semiduráveis e não duráveis.



Índice de Preços ao Produtor, variação segundo as Indústrias Extrativas e de Transformação (Indústria Geral) e Grandes Categorias Econômicas, Brasil, últimos três meses                    


Indústria Geral e Grandes Categorias Econômicas
Variação (%)


M/M₋₁
Acumulado no Ano
M/M₋₁₂


Jan/2026
Fev/2026
Mar/2026
Jan/2026
Fev/2026
Mar/2026
Jan/2026
Fev/2026
Mar/2026


Indústria Geral
0,32
-0,16
2,37
0,32
0,15
2,53
-4,35
-4,39
-1,54


Bens de Capital (BK)
-0,65
-1,32
-0,18
-0,65
-1,96
-2,14
-0,58
-1,11
-1,47


Bens Intermediários (BI)
0,54
-0,24
3,75
0,54
0,30
4,07
-6,60
-6,73
-2,42


Bens de Consumo (BC)
0,20
0,18
0,95
0,20
0,38
1,34
-1,79
-1,62
-0,25


Bens de Consumo Duráveis (BCD)
0,03
-0,14
-0,24
0,03
-0,11
-0,35
2,08
1,59
1,47


Bens de Consumo Semiduráveis e Não Duráveis (BCND)
0,24
0,25
1,19
0,24
0,48
1,67
-2,53
-2,23
-0,58


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coord. de Estatísticas Conjunturais em Empresas



No acumulado no ano, a variação chegou a -2,14%, no caso de bens de capital; 4,07% em bens intermediários; e 1,34% em bens de consumo – sendo que bens de consumo duráveis acumulou variação de -0,35%, enquanto bens de consumo semiduráveis e não duráveis, 1,67%.
Em termos de influência no resultado acumulado no ano, bens de capital foi responsável por -0,17 p.p. dos 2,53% verificados na indústria geral até março deste ano. Bens intermediários, por seu turno, respondeu por 2,18 p.p., enquanto bens de consumo exerceu influência de 0,51 p.p. no resultado agregado da indústria, influência que se divide em -0,02 p.p. devidos às variações nos preços de bens de consumo duráveis e 0,54 p.p. causados pelas variações de bens de consumo semiduráveis e não duráveis.
No acumulado em 12 meses, a variação de preços de bens de capital foi de -1,47% em março de 2026. Os preços dos bens intermediários, por sua vez, variaram -2,42% neste intervalo de um ano e a variação em bens de consumo foi de -0,25%, sendo que bens de consumo duráveis apresentou variação de preços de 1,47% e bens de consumo semiduráveis e não duráveis de -0,58%.
No que diz respeito às influências no resultado agregado em 12 meses (-1,54%), bens de consumo foi responsável por -0,09 p.p. em março. Houve, ainda, influência de -0,11 p.p. de bens de capital e de -1,33 p.p. de bens intermediários.
O resultado de bens de consumo, em particular, foi influenciado em 0,09 p.p. por bens de consumo duráveis e em -0,18 p.p. por bens de consumo semiduráveis e não duráveis, este último com peso de 83,67% no cômputo da categoria de bens de consumo.
Destaques setoriais
Indústrias extrativas: em março de 2026, as indústrias extrativas registraram alta de preços de 18,65% em relação a fevereiro, o maior crescimento observado desde fevereiro de 2021, quando a atividade havia avançado 27,91%. O setor se destacou em todos os indicadores analisados.
Na passagem de fevereiro para março, a alta de 18,65% resultou em uma influência de 0,81 p.p. sobre o resultado agregado de 2,37%. Já no acumulado do ano, o setor apresentou variação de 19,58%, a maior entre as atividades e o maior valor para um mês de março desde 2022, exercendo influência de 0,84 p.p. no total de 2,53%. Por fim, na comparação com março de 2025, observou-se variação de 11,59%, com influência de 0,51 p.p., configurando, respectivamente, o segundo e o terceiro resultados mais expressivos entre todas as atividades nesse indicador.
O desempenho do setor foi impulsionado principalmente pelos produtos “óleos brutos de petróleo” e “minério de ferro e seus concentrados, execto pelotizado/sinterizado”, que possuem os maiores pesos na atividade. Apenas o produto “gás natural, liquefeito ou no estado gasoso” apresentou resultado negativo, contribuindo para atenuar a alta de preços do setor. Por fim, cabe destacar que os resultados observados se encontram alinhados ao comportamento do mercado internacional.
Alimentos: depois de 10 resultados negativos, na comparação entre o mês atual e o imediatamente anterior, a variação observada em março foi positiva (1,90%), o nível mais intenso desde abril de 2025 (1,52%). Com o avanço de março, o acumulado no ano passou para o campo positivo (1,07%, contra -0,82% de fevereiro). Todavia, na comparação com março de 2025, a variação dos preços dos alimentos permanece no campo negativo, -6,74% (variação negativa menos intensa desde outubro de 2025, -5,93%).
O destaque dado ao setor se deve ao fato de ter sido a terceira variação em módulo mais intensa na comparação entre março de 2026 e o de 2025, a única negativa entre as quatro destacadas; e, em termos de influência, por ser a segunda na passagem de fevereiro para março, 0,45 p.p., em 2,37%, e a primeira no acumulado em 12 meses, -1,69 p.p., em -1,54%.
Os derivados do leite in natura despontam como as principais altas de preços em 2026. O aumento do “leite esterilizado / UHT / Longa Vida” espelha o aumento do preço do leite in natura, num momento de uma oferta menor e uma demanda consistente por parte dos laticínios.
No mês, dentre os produtos que mais influenciaram o resultado setorial, apenas um contribuiu negativamente com os preços: “café torrado e moído”. A queda no preço do café foi justificada como resposta ao menor custo da matéria-prima, o café in natura, que, por sua vez, está em linha com um estoque, à porta da nova colheita, em nível que supera a demanda.
Num quadro parecido ao do leite, o preço mais alto de animais para abate refletiu no preço da carne, como é o caso de “carnes de bovinos frescas ou refrigeradas”. Novamente, o avanço do preço da matéria-prima, a cana-de-açúcar, se traduziu em maior preço do açúcar, em particular do “açúcar VHP (very high polarization)”.
Refino de petróleo e biocombustíveis: o avanço de 4,24% dos preços do setor em março quebrou o comportamento que vinha sendo registrado nos últimos oito meses, sempre entre -1% e 1% de variação. Foi o maior resultado desde setembro de 2023 (8,25%). Agora, o acumulado no ano chegou a 3,03%, menor que o observado em março de 2025, 3,28%, mas, vale dizer, revertendo o acumulado negativo dos dois primeiros meses. Por fim, no acumulado em 12 meses, os preços de março de 2026 são, em média, menores do que os de março de 2025, comportamento que tem se repetido ao longo dos últimos 10 meses. Registra-se, todavia, que a variação de -5,86% de março é a menos intensa do ano (em fevereiro havia sido de -10,22%).
Na passagem de fevereiro para março, os preços do setor tiveram a terceira variação – no caso, positivas – mais intensa entre todas as pesquisadas pelo IPP. Com isso, foi a terceira influência nesse indicador, 0,41 p.p., em 2,37%, e no acumulado no ano, 0,30 p.p., em 2,53%, além de ter sido a segunda no acumulado em 12 meses, -0,60 p.p., em -1,54%.
“Gasolina, exceto para aviação”, o segundo produto de maior peso no cálculo do setor, não aparece, na perspectiva do resultado mensal, nem como destaque em termos de variação nem em termos de influência. Todavia, “óleo diesel”, o de maior peso, aparece nos dois casos, e sempre com impacto positivo. Os quatro produtos de maior influência no resultado responderam por 4,19 p.p. em 4,24%, e entre eles, “álcool etílico (anidro ou hidratado)” é o único não derivado de petróleo e com redução de preços. Se essa queda é explicada em parte por uma redução da demanda, o aumento dos derivados de petróleo responde ao conflito mundial que envolve EUA, Israel e Irã, tendo este bloqueado uma das principais rotas de transporte de petróleo.
Outros produtos químicos: o setor químico é o terceiro maior no cálculo do IPP, com peso de 8,07% em março, e teve influência de destaque no mês de referência. Frente a fevereiro, os preços da atividade aumentaram 5,03%, o que resultou em contribuição de 0,40 p.p. para a variação média de 2,37% nos preços da indústria geral. Essa foi a quarta maior influência entre os setores investigados pela pesquisa. Os aumentos observados entre fevereiro e março elevaram o acumulado no ano para 7,09%. Já no horizonte de 12 meses, a variação média de preços do setor permaneceu negativa, com taxa de -3,76%.
O resultado de março foi influenciado predominantemente pela precificação da escalada de tensões geopolíticas que afetaram as rotas comerciais do Oriente Médio e os preços de commodities-chave para a produção do setor. O prêmio para o transporte de insumos fertilizantes, por exemplo, apresentou elevação, pressionando as referências internacionais. Posições defensivas adotadas por consumidores e produtores globais também contribuíram para a alta dos preços.
Em paralelo, a nafta — insumo básico para a produção petroquímica — entrou em trajetória de alta no mês, acompanhando o aumento dos preços do óleo bruto de petróleo.
Metalurgia: depois de três meses em alta na comparação com o mês imediatamente anterior, os preços do setor voltaram a apresentar um resultado negativo em março, com variação de -0,28%. Apesar disso, os preços do setor de metalurgia fecharam o primeiro trimestre de 2026 com uma alta acumulada de 3,88%, o que fez com que o setor se destacasse no indicador acumulado no ano, dentre as 24 atividades analisadas na pesquisa, como a quarta maior variação e influência (0,26 p.p. em 2,53%). Já o indicador acumulado em 12 meses do setor apresentou variação nula (0,00%), com os preços em março de 2026 estando, na média, no mesmo patamar que os de março de 2025.
No mês, dos quatro produtos de maior influência no indicador mensal, dois apresentaram resultados negativos (“ouro para usos não monetários” e “chapas e tiras, de alumínio, de espessura superior a 0,2mm”) e dois tiveram variação positiva (“tubos flexíveis e tubos trefilados de ferro e aço” e “bobinas ou chapas de aços galvanizadas, zincadas ou cromadas”). Esses quatro produtos de maior influência nesse indicador impactaram o resultado da atividade em -0,22 p.p., cabendo, portanto, uma influência de -0,06 p.p. aos demais 20 produtos.
Desses produtos que se destacaram no indicador mensal, aqueles que tiveram variação negativa e puxaram o resultado do setor para baixo são do grupo de metais não ferrosos. Os resultados desse grupo costumam estar ligados às cotações das bolsas internacionais e, nesse mês, foram impactados, principalmente, pela queda na cotação do ouro, que ocorreu após meses de alta da commodity que fizeram com que ela atingisse sua máxima histórica no início do ano. A redução deste mês está ligada a uma menor procura pelo ativo, com os investidores migrando para títulos públicos, em especial nos Estados Unidos, que vêm mantendo as taxas de juros acima do esperado como uma forma de combate à inflação causada pela guerra no Oriente Médio.
Já pelo lado positivo, os produtos que impactaram o resultado setorial com altas no mês estão ligados à produção do aço e seus derivados. A variação está relacionada a um aumento da cotação dos minérios de ferro (principal insumo do aço) no mercado internacional no mês e a uma menor produção de aço no mercado interno nesse início de ano, que limita a oferta do produto. O grupo de siderurgia, por exemplo, variou 0,54% em março e já acumula uma alta de 2,97% em 2026.
Saiba mais sobre o Índice de Preços ao Produtor – Indústrias Extrativas e de Transformação - IPP: 
O que é o IPP?  Séries Históricas  Tabelas  Publicações  ]]></description>
<enclosure url="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/images/agenciadenoticias/releases/IPP_Release.png" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 09:20:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Índice, Preços, Produtor, IPP, de 2, 37 em, março</media:keywords>
</item>

<item>
<title>IPCA&#45;15 foi de 0,89% em abril</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ipca-15-foi-de-089-em-abril</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ipca-15-foi-de-089-em-abril</guid>
<description><![CDATA[ O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi de 0,89% em abril e ficou 0,45  ponto percentual (p.p.) acima do resultado de março (0,44%). No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,39%  e, nos últimos 12 meses, 4,37%, acima dos 3,90% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em abril de 2025, a taxa foi de 0,43%.



Período  
Taxa 


Abril de 2026 
0,89% 


Março de 2026 
0,44%


Abril de 2025 
0,43% 


Acumulado no ano 
2,39% 


Acumulado nos últimos 12 meses 
4,37% 



Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, destacam-se Alimentação e bebidas, com a maior variação (1,46%) e impacto (0,31 p.p.), seguido de Transportes (1,34% e 0,27 p.p.). Juntos os dois grupos respondem por 65% do índice do mês. Saúde e cuidados pessoais (0,93% e 0,13 p.p.) teve a terceira maior influência no resultado geral. As demais variações ficaram entre o 0,05% de Educação e o 0,76% de Vestuário.



IPCA-15 - Variação e impacto nos grupos


Grupo
Variação (%)
Impacto (p.p.)



Março
Abril
Março
Abril


Índice Geral
0,44
0,89
0,44
0,89


Alimentação e bebidas
0,88
1,46
0,19
0,31


Habitação
0,24
0,42
0,04
0,07


Artigos de residência
0,37
0,48
0,01
0,02


Vestuário
0,47
0,76
0,02
0,04


Transportes
0,21
1,34
0,04
0,27


Saúde e cuidados pessoais
0,36
0,93
0,05
0,13


Despesas pessoais
0,82
0,32
0,09
0,03


Educação
0,05
0,05
0,00
0,00


Comunicação
0,03
0,48
0,00
0,02


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços, Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor.




No grupo Alimentação e bebidas (1,46%), a alimentação no domicílio acelerou de 1,10% em março para 1,77% em abril. Contribuíram para esse resultado as altas da cenoura (25,43%), da cebola (16,54%), do leite longa vida (16,33%), do tomate (13,76%) e das carnes (1,14%). No lado das quedas sobressaem a maçã (-4,76%) e o café moído (-1,58%).
A alimentação fora do domicílio (0,70%) acelerou em relação ao mês de março (0,35%), em virtude da alta do lanche (0,87%) e da refeição (0,65%), que haviam registrado, em março, altas de 0,50% e 0,31%, respectivamente.
A variação do grupo Transportes acelerou na passagem de março (0,21%) para abril (1,34%), impulsionada pela alta nos combustíveis (de -0,03% para 6,06% no mesmo período). A gasolina, que em março registrou recuo de 0,08%, em abril aumentou 6,23%, sendo o principal impacto individual no índice do mês (0,32 p.p.). Também se destaca a alta no óleo diesel, que saiu de 3,77% em março para 16,00% e 0,04 p.p. de impacto em abril. O etanol subiu 2,17% e o gás veicular recuou 1,55%.
O subitem passagem aérea desacelerou de 5,94% em março para -14,32% em abril e, o resultado do subitem ônibus urbano (0,44%) considera a incorporação do reajuste de 6,00% nas tarifas de Porto Alegre (0,95%), a partir de 19 de fevereiro. Além disso, ainda no ônibus urbano, ocorreram variações em razão de gratuidade ou redução tarifária aos domingos em: São Paulo (1,56%), Salvador (0,73%) e Fortaleza (-0,19%), com reduções ou gratuidades também em feriados em Brasília (9,11%), Belém (-2,31%), Belo Horizonte (-2,45%) e Curitiba (0,55%).
O subitem táxi (0,08%) reflete o reajuste de 4,26% em Porto Alegre (0,76%) a partir de 19 de fevereiro e, no metrô (0,53%), foi apropriada a variação de 9,11% em Brasília, por conta das gratuidades aos domingos e feriados. No ônibus intermunicipal (0,14%), estão contemplados os reajustes de 7,27% em Curitiba (4,39%), desde 16 de fevereiro, e de 8,18% em Porto Alegre (1,03%), a partir de 8 de abril. Na integração transporte público (0,90%), registra-se a variação de 0,90% em São Paulo, em razão de gratuidade do ônibus aos domingos.
Em Saúde e cuidados pessoais (0,93%), o resultado foi influenciado pelos itens de higiene pessoal (1,32%), pelos produtos farmacêuticos (1,16%), após a autorização do reajuste de até 3,81% nos preços dos medicamentos, a partir de 1° de abril, e pelo plano de saúde (0,49%).
No grupo Habitação, que acelerou de 0,24% em março para 0,42% em abril, o resultado da energia elétrica residencial foi de 0,68%, ante o 0,29% de março e contempla os reajustes de 6,92% e 14,66% nas tarifas das concessionárias, no Rio de Janeiro (6,50%), a partir de 15 de março. No mês, manteve-se a bandeira tarifária verde, sem custo adicional para os consumidores. A taxa de água e esgoto (0,24%) considera os reajustes de 6,21% em uma das concessionárias em Porto Alegre (0,89%), vigente desde 23 de fevereiro, e 4,80% em Goiânia (2,48%), desde 1º de abril.
Quanto aos índices regionais, a maior variação foi registrada em Belém (1,46%), por conta das altas do açaí (12,79%) e da gasolina (9,33%). Já o menor resultado ocorreu em Brasília (0,41%), que apresentou queda nos preços da passagem aérea (-10,88%) e dos produtos farmacêuticos (-0,61%).



IPCA-15 - Variação nas regiões


Região
Peso Regional (%)
Variação Mensal (%)
 Variação Acumulada (%) 



Março
Abril
Ano
12 meses


Belém
4,46
0,68
1,46
2,84
4,27


Salvador
7,19
0,45
1,19
2,82
4,14


Recife
4,71
0,82
1,18
3,03
5,05


Porto Alegre
8,61
0,17
1,12
2,13
4,36


Curitiba
8,09
-0,06
0,96
1,75
3,14


Rio de Janeiro
9,77
0,46
0,92
2,66
3,65


Belo Horizonte
10,04
0,52
0,84
2,57
4,15


Fortaleza
3,88
0,60
0,83
2,69
4,99


São Paulo
33,45
0,52
0,74
2,34
4,80


Goiânia
4,96
0,29
0,65
1,90
4,57


Brasília
4,84
0,44
0,41
1,92
4,14


Brasil
100,00
0,44
0,89
2,39
4,37


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços, Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor.




Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 18 de março a 15 de abril de 2026 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 13 de fevereiro a 17 de março de 2026 (base). O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica. A próxima divulgação do IPCA-15 será no dia 27 de maio de 2026. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 17:30:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>IPCA-15, foi, 89, abril</media:keywords>
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<item>
<title>SEGURANÇA NAS RUAS COMEÇA COM ESCOLHAS NA SUA PORTA</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/seguranca-nas-ruas-comeca-com-escolhas-na-sua-porta</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/seguranca-nas-ruas-comeca-com-escolhas-na-sua-porta</guid>
<description><![CDATA[ COMO SE PROTEGER MELHOR NOS TRAJETOS URBANOS ]]></description>
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<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 16:55:42 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>SEGURANÇA, NAS, RUAS, COMEÇA, COM, ESCOLHAS, SUA, PORTA</media:keywords>
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<item>
<title>Dia Mundial do Livro é celebrado em evento noturno de livrarias</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/dia-mundial-do-livro-e-celebrado-em-evento-noturno-de-livrarias</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/dia-mundial-do-livro-e-celebrado-em-evento-noturno-de-livrarias</guid>
<description><![CDATA[ &quot;Noite das Livrarias&quot; acontece de forma simultânea em diversos estados basileiros ]]></description>
<enclosure url="https://a1media.antena1.com.br/image/news/1200x630/Noite-das-Livrarias.png" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 09:40:22 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Dia, Mundial, Livro, celebrado, evento, noturno, livrarias</media:keywords>
</item>

<item>
<title>IBGE realiza lançamentos regionais do 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua</title>
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<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ibge-realiza-lancamentos-regionais-do-1o-censo-nacional-da-populacao-em-situacao-de-rua</guid>
<description><![CDATA[ O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizará, nos dias 27, 28 e 30 de abril, os lançamentos regionais do 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua, iniciativa que marca a primeira realização, em âmbito nacional, de um levantamento estatístico voltado exclusivamente a esse segmento da população.
Desenvolvido pelo IBGE, em parceria com instituições e movimentos sociais, o Censo estabelece um marco histórico na produção de informações oficiais no país, ao adotar uma metodologia própria, construída em articulação com parceiros institucionais e representantes da sociedade civil. A proposta é fortalecer a produção e a difusão de conhecimentos estatísticos socialmente relevantes, reafirmando o compromisso do Instituto com a sociedade brasileira.
Os lançamentos regionais terão início no dia 27 de abril, às 17h, em Belém (PA), na Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA). No dia 28 de abril, às 9h, o evento será realizado no Rio de Janeiro (RJ), no Centro de Atendimento Integrado às Pessoas em Situação de Rua (CIPOP-RUA/RJ). A agenda será concluída em São Paulo (SP), no dia 30 de abril, às 13h, no Sesc Santo Amaro.
Os três eventos contarão com transmissão ao vivo pelo IBGE Digital. A participação presencial requer inscrição prévia, que deve ser feita pelo e-mail eventos@ibge.gov.br, com indicação da cidade de interesse.
Serviço – Lançamentos regionais do 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua
Belém (PA)Data: 27 de abrilHorário: 17hLocal: Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA)Av. Governador José Malcher, 900 – NazaréTransmissão: IBGE DigitalRio de Janeiro (RJ)Data: 28 de abrilHorário: 9hLocal: Centro de Atendimento Integrado às Pessoas em Situação de Rua – CIPOP-RUA/RJRua Senador Pompeu, s/nTransmissão: IBGE Digital
São Paulo (SP)Data: 30 de abrilHorário: 13hLocal: Sesc Santo AmaroRua Amador Bueno, 505 – Santo AmaroTransmissão: IBGE Digital
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<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 08:29:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>IBGE, realiza, lançamentos, regionais, 1º, Censo, Nacional, População, Situação, Rua</media:keywords>
</item>

<item>
<title>MEC lança plataformas gratuitas que dão acesso a livros e cursos de idiomas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/mec-lanca-plataformas-gratuitas-que-dao-acesso-alivrose-cursos-de-idiomas</link>
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<description><![CDATA[ MEC Livros já pode ser baixado, já o MEC Idiomas será disponibilizado em breve ]]></description>
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<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:05:42 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>MEC, lança, plataformas, gratuitas, que, dão, acesso, a livros e, cursos, idiomas</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Em fevereiro, vendas no varejo crescem 0,6%</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/em-fevereiro-vendas-no-varejo-crescem-06</link>
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<description><![CDATA[ Em fevereiro de 2026, o volume de vendas do comércio varejista cresceu 0,6% frente a janeiro deste ano, na série livre de ajuste sazonal. Com isso, a média móvel trimestral foi de 0,2%. 
Frente a fevereiro de 2025, o volume de vendas do varejo cresceu 0,2%. O acumulado nos últimos 12 meses foi de 1,4%. 
No comércio varejista ampliado, que inclui Veículos, motos, partes e peças, Material de construção e Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas cresceu 1,0% em fevereiro. Frente ao mesmo mês de 2025, houve variação negativa (-2,2%). A média móvel trimestral foi 0,3%. 
O acumulado dos últimos 12 meses registrou variação negativa (-0,4%).



Período
Varejo
Varejo Ampliado


Volume de vendas
Receita nominal
Volume de vendas
Receita nominal


Fevereiro / Janeiro*
0,6
0,3
1,0
0,9


Média móvel trimestral*
0,2
0,1
0,3
0,2


Fevereiro 2026 / Fevereiro 2025
0,2
1,4
-2,2
-1,4


Acumulado 2026
1,5
3,1
-0,5
0,6


Acumulado 12 meses
1,4
5,6
-0,4
3,0


*Série COM ajuste sazonal    Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas     



Na passagem de janeiro para fevereiro de 2026, o comércio varejista teve equilíbrio entre taxas positivas e negativas: Livros, jornais, revistas e papelaria (2,4%), Combustíveis e lubrificantes (1,7%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,1%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,3%) apresentaram resultados positivos. Do lado negativo, ficaram quatro atividades: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,7%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%), Tecidos, vestuário e calçados (-0,3%) e Móveis e eletrodomésticos (-0,1%).
Na mesma comparação, o comércio varejista ampliado apresentou alta geral de 1,0%, com dois resultados positivos por categoria: Veículos e motos, partes e peças (1,6%) e Material de construção (0,5%).



Tabela 1 - BRASIL - INDICADORES DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA E COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO, SEGUNDO GRUPOS DE ATIVIDADES:  Fevereiro 2026


ATIVIDADES
MÊS/MÊS ANTERIOR (1)
MÊS/IGUAL MÊS DO ANO ANTERIOR
ACUMULADO


Taxa de Variação (%)
Taxa de Variação (%)
Taxa de Variação (%)


DEZ
JAN
FEV
DEZ
JAN
FEV
NO ANO
12 MESES


COMÉRCIO VAREJISTA (2)
-0,3
0,4
0,6
2,4
2,7
0,2
1,5
1,4


1 - Combustíveis e lubrificantes
0,3
-1,1
1,7
3,0
-0,2
-0,2
-0,2
0,3


2 - Hiper, supermercados, prods.  alimentícios, bebidas e fumo
-0,2
0,3
1,1
1,3
2,7
1,5
2,1
0,9


       2.1 - Super e hipermercados
-0,3
0,5
0,7
1,3
2,7
1,5
2,1
1,1


3 - Tecidos, vest. e calçados
-0,2
2,1
-0,3
-2,4
1,4
-5,0
-1,7
0,4


4 - Móveis e eletrodomésticos
-0,5
0,0
-0,1
7,4
6,1
-1,2
2,6
3,9


       4.1 - Móveis
-
-
-
-1,3
-2,7
-8,3
-5,4
-5,0


       4.2 - Eletrodomésticos
-
-
-
10,6
9,4
0,7
5,2
7,0


5 - Artigos farmaceuticos, med., ortop. e de perfumaria
-5,0
2,6
0,3
6,9
5,1
2,1
3,6
4,4


6 - Livros, jornais, rev. e papelaria
-1,9
-2,0
2,4
-1,6
-3,4
-4,1
-3,7
-1,1


7 - Equip. e mat. para escritório, informatica e comunicação
8,3
-10,1
-2,7
31,1
5,5
0,2
3,0
4,7


8 - Outros arts. de uso pessoal e doméstico
-1,9
0,8
-0,6
0,5
1,7
-5,3
-1,6
1,3


COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO (3)
-0,9
0,9
1,0
2,7
1,1
-2,2
-0,5
-0,4


9 - Veículos e motos, partes e peças
-2,4
2,9
1,6
0,7
-3,2
-7,8
-5,5
-5,0


10- Material de construção
-4,1
3,3
0,5
0,1
-2,6
-8,5
-5,5
-2,1


11- Atacado Prod.Alimen.,Beb. e Fumo
 
 
 
8,5
2,1
-1,0
0,6
-0,9


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas      (1) Séries com ajuste sazonal. (2) O indicador do comércio varejista é composto pelos resultados das atividades numeradas de 1 a 8.   (3) O indicador do comércio varejista ampliado é composto pelos resultados das atividades numeradas de 1 a 10        



Cinco das oito atividades tiveram resultados negativos frente a fevereiro de 2025
Na comparação entre fevereiro de 2026 e o mesmo mês do ano passado, o comércio varejista cresceu 0,2%. Três atividades apresentaram resultado positivo e outras três ficaram no campo negativo.
A atividade denominada de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos, brinquedos etc., registra queda de 5,3% no indicador interanual, invertendo trajetória positiva que acontecia desde abril de 2025 (março de 2025 houve queda de 6,2%). Com isso, o primeiro bimestre de 2026, em comparação com o primeiro bimestre de 2025, fechou em queda de 1,6%. Nos últimos 12 meses, o setor acumula ganhos de 1,3% até fevereiro, elevação menos intensa que o resultado até janeiro (1,9%). 
O setor de Tecidos, vestuário e calçados apresentou queda de 5,0% no volume de vendas frente a fevereiro de 2025, segunda maior amplitude (no campo negativo) dentre os oito setores. Nos últimos seis meses, o único resultado positivo ocorreu em janeiro (1,4%). A contribuição para a formação da taxa global também foi a segunda maior, no campo negativo, somando -0,2 p.p. ao total de +0,2% do indicador interanual do varejo. Nos primeiros dois meses do ano de 2026, o setor apresenta perdas em relação ao mesmo período do ano anterior (-1,7%), demonstrando desaceleração em relação a janeiro (+1,4%). No indicador de 12 meses a atividade passa de 1,3% até janeiro de 2026 para 0,4% até fevereiro.



Tabela 2 - BRASIL - INDICADORES DA RECEITA NOMINAL DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA E COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO, SEGUNDO GRUPOS DE ATIVIDADES: Fevereiro 2026


ATIVIDADES
MÊS/MÊS ANTERIOR (1)
MÊS/IGUAL MÊS DO ANO ANTERIOR
ACUMULADO


Taxa de Variação (%)
Taxa de Variação (%)
Taxa de Variação (%)


DEZ
JAN
FEV
DEZ
JAN
FEV
NO ANO
12 MESES


COMÉRCIO VAREJISTA (2)
-0,4
0,4
0,3
4,5
4,6
1,4
3,1
5,6


1 - Combustíveis e lubrificantes
0,5
0,4
1,0
4,7
1,9
-1,9
0,0
3,6


2 - Hiper, supermercados, prods.  alimentícios, bebidas e fumo
-0,6
0,3
0,6
3,2
4,0
2,2
3,1
5,7


       2.1 - Super e hipermercados
-0,5
0,4
0,6
3,2
4,0
2,3
3,2
5,9


3 - Tecidos, vest. e calçados
1,0
0,0
-1,1
1,6
5,5
-1,0
2,3
4,2


4 - Móveis e eletrodomésticos
-0,9
0,6
-0,5
4,2
3,7
-3,9
0,0
3,0


       4.1 - Móveis
-
-
-
1,2
-0,1
-6,2
-3,0
-2,0


       4.2 - Eletrodomésticos
-
-
-
5,2
4,9
-4,0
0,6
4,7


5 - Artigos farmaceuticos, med., ortop. e de perfumaria
-3,5
1,9
1,0
12,4
10,5
7,4
9,0
9,4


6 - Livros, jornais, rev. e papelaria
-1,2
1,7
-0,5
3,0
0,3
-0,1
0,1
3,9


7 - Equip. e mat. para escritório, informatica e comunicação
8,2
-9,3
-2,0
26,7
3,3
-1,7
0,9
4,0


8 - Outros arts. de uso pessoal e doméstico
-1,8
0,9
-0,3
4,7
5,7
-1,7
2,2
5,8


COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO (3)
-1,1
1,0
0,9
4,5
2,5
-1,4
0,6
3,0


9 - Veículos e motos, partes e peças
-1,6
2,4
1,1
2,1
-2,2
-7,3
-4,7
-3,0


10- Material de construção
-3,2
2,9
1,0
3,1
0,3
-5,7
-2,7
0,7


11- Atacado Prod.Alimen.,Beb. e Fumo
 
 
 
8,2
1,0
-3,3
-1,2
1,2


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas      (1) Séries com ajuste sazonal.         



A atividade de Livros, jornais, revistas e papelaria teve queda de 4,1% nas vendas frente a fevereiro de 2025, terceira queda consecutiva e maior amplitude no campo negativo para o indicador interanual (-1,6% em dezembro de 2025 e -3,4% em janeiro de 2026). No primeiro bimestre de 2026, as perdas acumuladas chegam a 3,7% até fevereiro e nos últimos 12 meses o valor da taxa é de -1,1%.
O setor de Móveis e eletrodomésticos apresentou queda de 1,2% nas vendas frente a fevereiro de 2025, primeira queda após sete meses consecutivos de forte crescimento (o setor chegou a registrar variação de 8,1% em setembro e 7,4% em dezembro de 2025). No entanto, o setor inicia o ano com acúmulo positivo no primeiro bimestre, frente ao mesmo período de 2025, registrando 2,6% de alta. Nos últimos doze meses, a atividade continua demonstrando desempennho positivo, com ganhos de 3,9% até fevereiro de 2026.
O setor de Combustíveis e lubrificantes variou -0,2% em volume de vendas frente a fevereiro de 2025. Esse resultado vem após variação de igual valor em janeiro (-0,2%), que, por sua vez, sucedeu alta de 3,0% em dezembro de 2025. No primeiro bimestre de 2026 há um acúmulo de -0,2%. Nos últimos doze meses, o resultado se situa no campo positivo, mas também próximo de zero: 0,5% até janeiro e 0,3% até fevereiro.
No campo positivo, em fevereiro de 2026 em relação a fevereiro de 2025, o setor de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria apresentou alta de 2,1% nas vendas. Esse é o maior resultado no campo positivo dentre as atividades do varejo. Ao todo, são 36 meses consecutivos de crescimento para o indicador interanual (o último mês a registrar queda foi fevereiro de 2023: -0,5%). Com isso, a atividade representa a segunda maior contribuição na taxa global do varejo, somando 0,2 p.p. ao total de 0,2%. Nos dois primeiros meses do ano o setor acumula 3,6%, menos intenso que até janeiro (5,1%). Em termos de resultado acumulado nos últimos doze meses, o setor mostra manutenção de intensidade de crescimento, já que mantém patamar similar nos três últimos registros (4,5% até dezembro de 2025, 4,5% até janeiro de 2026 e 4,4% até fevereiro).
O agrupamento que abrange Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo apresentou alta de 1,5% nas vendas frente a fevereiro de 2025, após registrar crescimento de 2,7% em janeiro. Com isso, o setor teve a maior contribuição, no campo positivo, na composição da taxa interanual do varejo, adicionando 0,7 p.p. ao total de 0,2%. No bimestre, o setor acumula 2,1% de ganhos. Nos últimos doze meses, o acúmulo é positivo em 0,9%, mantendo estável o ritmo de crescimento (0,8% tanto até dezembro quanto até janeiro).
A atividade de revenda de Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação apresentou variação de 0,2% nas vendas frente a fevereiro de 2025. Assim, a expansão da atividade alcançou estabilidade após cinco meses de crescimento intenso (chegando a atingir 31,1% de alta em dezembro de 2025). Com isso, o primeiro bimestre de 2026 fecha acumulando ganhos de 3,0%. Trajetória similar pode ser observada no indicador acumulado dos últimos dozes meses, que resgistrou 4,7% até fevereiro, aumentando o ritmo de ganhos em relação aos meses anteriores (4,1% até dezembro e 4,4% até janeiro).
Para a mesma comparação, no comércio varejista ampliado houve variação negativa (-2,2%). As empresas que comercializam Veículos e motos, partes e peças apresentaram queda de 7,8% no volume de vendas frente a fevereiro de 2025, seguindo trajetória negativa pela segunda vez seguida. O setor registra a maior contribuição, no campo negativo, dentre os onze pesquisados, somando -1,5 p.p. no total de -2,2% do resultado interanual. O primeiro bimestre de 2026 apresentou perdas de 5,5%, em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto o indicador de doze meses fechou fevereiro com -5,0% em relação aos doze meses anteriores.
As vendas de Material de construção apresentaram queda de 8,5% frente a fevereiro de 2025, de maior amplitude no campo negativo do que em janeiro (-2,6%). A atividade exerceu a segunda maior contribuição negativa para a formação da taxa global, somando -0,7 p.p. ao total de -2,2% do varejo ampliado. O primeiro bimestre de 2026 fecha, também, com perdas (5,5% abaixo do primeiro bimestre de 2025). Já o indicador acumulado nos últimos doze meses até fevereiro registra queda de -2,1%, tornando-se mais negativo do que o observado até janeiro (-0,7%).
Ainda no âmbito do varejo ampliado, a atividade de Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo registrou queda de 1,0% na comparação de fevereiro de 2026 com fevereiro de 2025, primeiro mês de decrescimento após cinco altas consecutivas (7,7% em setembro, 2,3% em outubro, 0,9% em novembro, 8,5% em dezembro e 2,1% em janeiro). No ano, o acúmulo é de 0,6% e nos últimos doze meses é de -0,9%.
Comércio varejista teve taxas positivas em 17 das 27 Unidades da Federação 
Frente ao mês anterior, na série livre de ajuste sazonal, o comércio varejista teve resultados positivos em 17 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Paraná (2,9%), Bahia (2,7%) e Minas Gerais (2,5%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 9 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Mato Grosso (-3,6%), Maranhão (-3,2%) e Amazonas (-3,2%). O Rio de Janeiro (0,0%) mostrou estabilidade.
Na mesma comparação, no comércio varejista ampliado, a variação entre janeiro e fevereiro de 2026 também teve resultados positivos em 17 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Mato Grosso do Sul (6,2%), Bahia (5,4%) e Paraná (3,7%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 10 Unidades da Federação, com destaque para: Pará (-2,1%), Amazonas (-1,9%) e Tocantins (-1,5%).
Frente a fevereiro de 2025, a variação das vendas no comércio varejista, o indicador apresentou variação de 0,2%, com resultados positivos em 16 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Pernambuco (10,1%), Acre (8,1%) e Distrito Federal (4,8%). Por outro lado, 11 das 27 Unidades da Federação apresentaram resultados negativos, com destaque para: Amazonas (-7,2%), Pará (-5,3%) e Espírito Santo (-4,7%). Já no comércio varejista ampliado, houve equilíbrio entre o número de Unidades da Federação com taxas positivas (13) e negativas (13). Os destaques positivos foram Mato Grosso (7,0%), Acre (6,0%) e Mato Grosso do Sul (5,7%). As maiores quedas ficaram com Piauí (-7,5%), São Paulo (-7,4%) e Rio Grande do Sul (-6,6%). A Paraíba (0,0%) apresentou estabilidade.
Saiba mais sobre a Pesquisa Mensal do Comércio – PMC:
O que é a PMC? Série Histórica Tabelas Publicações ]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 09:17:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>fevereiro, vendas, varejo, crescem, 6</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Em março, IBGE prevê safra de 348,4 milhões de toneladas para 2026</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/em-marco-ibge-preve-safra-de-3484-milhoes-de-toneladas-para-2026</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/em-marco-ibge-preve-safra-de-3484-milhoes-de-toneladas-para-2026</guid>
<description><![CDATA[ A estimativa de março de 2026 para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas foi de 348,4 milhões de toneladas, 0,7% maior que a obtida em 2025 (346,1 milhões de toneladas), crescimento de 2,3 milhões de toneladas. Em relação a fevereiro, houve aumento de 4,3 milhões de toneladas (1,2%).



Estimativa de Março/2026
348,4 milhões de toneladas


Variação Março 2026/Fevereiro 2026
(1,2%) +4,3 milhões de toneladas


Variação safra 2026/safra 2025
(0,7%) +2,3 milhões de toneladas



A área a ser colhida foi de 83,2 milhões de hectares, apresentando aumento de 1,6 milhão de hectares frente à área colhida em 2025, crescimento anual de 2,0%. Em relação ao mês anterior, a área a ser colhida apresentou aumento de 265 837 hectares (0,3%). A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas de março de 2026 é recorde da série histórica do IBGE. 
O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que, somados, representaram 92,9% da estimativa da produção e respondem por 87,6% da área a ser colhida. 
Em relação ao ano anterior, houve crescimentos de 1,0% na área a ser colhida da soja; de 3,3% na do milho (aumentos de 10,3% no milho 1ª safra e de 1,6% no milho 2ª safra); e de 7,0% na do sorgo, ocorrendo declínios de 6,9% na do algodão herbáceo (em caroço); de 10,1% na do arroz em casca; e de 3,3% na do feijão. 
No que se refere à produção, ocorreu acréscimo de 4,6% para a soja e decréscimos de 11,9% para o algodão herbáceo (em caroço); de 10,4% para o arroz em casca; de 2,4% para o milho (crescimento de 13,7% para o milho 1ª safra e declínio de 6,0% para o milho 2ª safra); de 2,0% para o feijão; de 0,2% para o sorgo; e de 5,7% para o trigo.
Centro-Oeste lidera a produção em março de 2026, com 167,5 milhões de toneladas
Entre as Grandes Regiões, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou a seguinte distribuição: Centro-Oeste com 50,1%; Sul (26,5%); Sudeste (8,8%); Nordeste (8,4%) e Norte (6,2%).
A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou variação anual positiva para as Regiões Sul (7,1%) e a Nordeste (5,6%); e negativas para a Centro-Oeste (-2,3%), a Sudeste (-1,9%) e a Norte (-3,2%). Quanto à variação mensal, apresentaram crescimentos na produção: a Norte (0,3%), a Centro-Oeste (3,9%) e a Nordeste (1,3%). Na Sudeste houve estabilidade (0,0%), enquanto a Sul apresentou declínio (-2,9%).

Em relação a fevereiro, houve aumentos nas estimativas da produção do sorgo (10,2% ou 500 158 t), da uva (5,0% ou 102 910 t), do café canephora (4,7% ou 56 454 t), da cevada (4,6% ou 28 400 t), do amendoim 1ª safra (4,1% ou 44 363 t), do milho 2ª safra (3,5% ou 3 638 303 t), do milho 1ª safra (1,3% ou 383 686 t), da aveia (1,0% ou 12 529 t), da cana-de-açúcar (0,8% ou 5 654 689 t), da soja (0,3% ou 477 101 t), do feijão 3ª safra (0,1% ou 719 t) e do café arábica (0,1% ou 1 889 t). Apresentaram declínios o amendoim 2ª safra (-7,9% ou -3 371 t), o trigo (-4,2% ou -320 236 t), o feijão 2ª safra (-4,2% ou -51 477 t), o arroz (-2,7% ou -314 921 t), o algodão herbáceo (-1,5% ou -133 370 t), a mandioca (-1,4% ou -282 626 t) e o feijão 1ª safra (-0,3% ou -2 940 t).
Na distribuição da produção pelas Unidades da Federação, o Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, com participação de 31,0%, seguido pelo Paraná (13,7%), Rio Grande do Sul (10,8%), Goiás (10,7%), Mato Grosso do Sul (8,2%) e Minas Gerais (5,4%), que, somados, representaram 79,8% do total. Com relação às participações regionais, tem-se a seguinte distribuição: Centro-Oeste (50,1%), Sul (26,5%), Sudeste (8,8%), Nordeste (8,4%) e Norte (6,2%).
Culturas
ALGODÃO HERBÁCEO (em caroço) – A estimativa para a produção de algodão herbáceo (em caroço) foi de 8,7 milhões de toneladas, redução de 1,5% em relação ao mês anterior, devido à menor área cultivada em 1,2%. O Mato Grosso, maior produtor nacional, com cerca de 70,7% do total nacional, estimou uma produção de 6,2 milhões de toneladas, uma redução de 2,5% em relação ao mês anterior.
ARROZ (em casca) – A estimativa para a produção de arroz foi de 11,3 milhões de toneladas, redução de 2,7% em relação às estimativas do mês anterior. Essa redução é reflexo dos preços e da rentabilidade da cultura que se encontram em patamares baixos para o produtor, desestimulando o aumento da área e os investimentos nas lavouras. No Rio Grande do Sul, a produção foi estimada em 7,9 milhões de toneladas, uma redução de 1,8% em relação ao mês anterior e declínio de 9,3% em relação ao volume produzido em 2025.
CAFÉ (em grão) - A produção brasileira, considerando-se as duas espécies, arábica e canephora, foi estimada em 3,9 milhões de toneladas, ou 65,1 milhões de sacas de 60 kg, acréscimos de 1,5% em relação ao mês anterior e de 13,1% em relação ao volume produzido em 2025, um recorde na série histórica da pesquisa, considerando a partir de 2002, quando houve mudança na unidade de medida e passou-se a divulgar café em grão.
Para o café arábica, a produção estimada foi de 2,6 milhões de toneladas ou 44,0 milhões de sacas de 60 kg, aumento de 0,1% em relação ao mês anterior.
Para o café canephora, a estimativa da produção foi de 1,3 milhão de toneladas ou 21,1 milhões de sacas de 60 kg, acréscimos de 4,7% em relação ao mês anterior e de 0,8% em relação ao volume produzido em 2025. A produção estimada para o café canephora, em 2026, é recorde da série histórica do IBGE.
CEREAIS DE INVERNO (em grão) – Para o trigo (em grão), a produção estimada alcançou 7,4 milhões de toneladas, declínios de 4,2% em relação ao mês anterior e de 5,7% em relação a 2025. O declínio da área cultivada do trigo na safra de 2026 se deve aos preços do cereal que estão apresentando baixa rentabilidade, bem como ao desânimo dos produtores, que vêm tendo perdas de produção e na qualidade do cereal, nas últimas safras, em função dos problemas climáticos na Região Sul, notadamente no Rio Grande do Sul. 
A produção da aveia (em grão) foi estimada em 1,3 milhão de toneladas, aumento de 1,0% em relação ao mês anterior e declínio de 2,3% em relação ao volume colhido em 2025. Os maiores produtores do cereal são o Rio Grande do Sul, com 922,3 mil toneladas, declínio de 1,4% em relação ao volume colhido em 2025; e o Paraná, com 265,2 mil toneladas, aumentos de 3,1% em relação a fevereiro e em relação ao volume colhido em 2025. A produção catarinense deve alcançar 43,7 mil toneladas, declínio de 14,4% em relação ao volume produzido em 2025.
Para a cevada (em grão), a produção estimada foi de 646,1 mil toneladas, aumentos de 4,6% em relação ao mês anterior e de 2,1% em relação ao volume produzido em 2025. Os maiores produtores brasileiros da cevada são o Paraná, com 520,4 mil toneladas, crescimentos de 5,8% em relação a fevereiro e de 5,6% em relação ao volume produzido em 2025, devendo participar com 80,5% na safra brasileira em 2026; e o Rio Grande do Sul, com uma produção de 110,4 mil toneladas, declínio de 13,4% em relação ao volume produzido em 2025.
FEIJÃO (em grão) – A estimativa de março para a produção de feijão, considerando-se as três safras, alcançou 3,0 milhões de toneladas, uma redução de 1,8% em relação ao mês anterior e de 2,0% sobre a safra 2025. Essa produção deve atender ao consumo interno brasileiro, em 2026, não havendo necessidade da importação do produto.
MILHO (em grão) - A estimativa da produção do milho foi de 138,3 milhões de toneladas, crescimento de 3,0% em relação a fevereiro de 2026, contudo, declínio de 2,4% em relação ao volume produzido em 2025. A Região Centro-Oeste, maior produtora nacional, com 57,3% de participação no total a ser produzido em 2026, obteve aumento de 4,5% na estimativa da produção, em relação ao mês anterior.
SOJA (em grão) – A estimativa da produção alcançou novo recorde na série histórica em 2026, totalizando 173,7 milhões de toneladas, aumento de 0,3% em relação ao mês anterior e de 4,6% maior em comparação à quantidade obtida no ano anterior. A área cultivada deve crescer 1,0% e alcançar 48,3 milhões de hectares, enquanto o rendimento médio, de 3 603 kg/ha, deve crescer 3,6% em relação ao ano anterior. A
SORGO (em grão) – A estimativa da produção do sorgo foi de 5,4 milhões de toneladas, aumento de 10,2% no comparativo com fevereiro. A área plantada deve ser 6,4% maior, assim como o rendimento médio, 3,6%. A área plantada estimada de sorgo deve ficar em torno de 1,6 milhão de hectares ou 2,0% do total ocupado com cereais, leguminosas e oleaginosas, representando 1,5% da produção desse grupo. O rendimento médio deve alcançar 3 275 kg/ha em março de 2026.
UVA - Em março de 2026, o mercado brasileiro de uvas manteve um quadro de relativa acomodação. Após o ciclo de forte expansão e queda de preços observado em 2025, março de 2026 apresenta sinais de recomposição de margens ao produtor diante do ajuste de área em importantes polos produtores. A safra de uva foi estimada em 2,2 milhões de toneladas, leve retração de 1,3% frente a 2025, porém com aumento de 5,0% em relação à estimativa de fevereiro.
Saiba mais sobre o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola – LSPA: 
O que é o LSPA?  Série Histórica  Tabelas  Publicações  ]]></description>
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<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 08:13:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>março, IBGE, prevê, safra, 348, 4, milhões, toneladas, para, 2026</media:keywords>
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<title>FALHA NO CONTROLE AÉREO AFETA VOOS EM SÃO PAULO</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/falha-no-controle-aereo-afeta-voos-em-sao-paulo</link>
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<description><![CDATA[ OPERAÇÕES EM CONGONHAS E GUARULHOS SÃO RETOMADAS COM ATRASOS APÓS INTERRUPÇÃO NA MANHÃ DESTA QUINTA-FEIRA ]]></description>
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<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 09:46:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>FALHA, CONTROLE, AÉREO, AFETA, VOOS, SÃO, PAULO</media:keywords>
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<title>Índice Nacional da Construção Civil varia 0,37% em março</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/indice-nacional-da-construcao-civil-varia-037-em-marco</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/indice-nacional-da-construcao-civil-varia-037-em-marco</guid>
<description><![CDATA[ O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou variação de 0,37% em março de 2026, ficando 0,14 ponto percentual em relação a fevereiro de 2026 (0,23%). O acumulado nos últimos 12 meses foi de 6,73%, resultado próximo ao registrado nos doze meses imediatamente anteriores (6,71%). O índice de março de 2025 havia sido de 0,35%.
O custo nacional da construção, por metro quadrado, aumentou de R$ 1.925,08 em fevereiro para R$ 1.932,27 em março, sendo R$ 1.089,78 relativos aos materiais e R$ 842,49 à mão de obra.
A parcela dos materiais apresentou variação de 0,43%, subindo tanto em relação a fevereiro (0,36%), quanto a março do ano passado (0,35%), 0,07 e 0,08 pontos percentuais respectivamente.
A mão de obra, com taxa de 0,31%, e dois reajustes observados, apresentou alta de 0,25 ponto percentual quando comparada a fevereiro (0,06%), já comparando com março de 2025 (0,36%), houve queda de 0,05 ponto percentual.
O primeiro trimestre do ano fechou em: 1,06% (materiais) e 3,60% (mão de obra). Já os acumulados em doze meses ficaram em 4,45% (materiais) e 9,89% (mão de obra), respectivamente.
Região Nordeste registra maior variação mensal em março 
A Região Nordeste, com alta em todos os estados, e destacando-se Paraíba e Bahia, influenciados pelo reajuste nas categorias profissionais, ficou com a maior variação regional em março, 0,95%. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,16% (Norte), 0,14% (Sudeste), 0,03% (Sul) e 0,25% (Centro-Oeste).
O estado da Bahia registrou a maior variação em março, com 2,16%, seguido pela Paraíba (1,83%), devido a acordos coletivos firmados nas categorias profissionais.
SINAPI – Março de 2026 COM desoneração da folha de pagamento 



 ÁREAS GEOGRÁFICAS
CUSTOS MÉDIOS
NÚMEROS ÍNDICES
VARIAÇÕES PERCENTUAIS


R$/m2
JUN/94=100
MENSAL
NO ANO
12 MESES


BRASIL             
1932,27
967,12
0,37
2,15
6,73


REGIÃO NORTE       
1982,78
987,96
0,16
2,02
5,52


Rondônia           
2116,54
1180,44
0,12
1,54
5,86


Acre               
2193,29
1163,94
1,24
2,98
5,97


Amazonas           
1917,88
938,72
0,00
1,35
4,74


Roraima            
2104,46
873,95
0,00
1,36
5,52


Pará               
1948,55
934,24
0,11
2,02
5,47


Amapá              
1988,39
965,88
0,03
3,86
7,79


Tocantins          
1992,80
1047,85
0,07
2,21
5,14


REGIÃO NORDESTE    
1810,35
978,21
0,95
3,04
7,63


Maranhão           
1879,33
990,23
0,70
2,71
7,67


Piauí             
1846,76
1227,62
0,31
4,49
6,27


Ceará              
1827,12
1055,38
0,42
2,12
7,72


Rio Grande do Norte
1786,91
900,86
0,36
2,14
4,31


Paraíba            
1902,48
1052,12
1,83
3,12
9,32


Pernambuco         
1712,62
915,32
0,08
1,87
6,09


Alagoas            
1765,78
881,99
0,04
2,61
7,08


Sergipe            
1714,38
910,78
0,12
2,42
6,61


Bahia              
1818,93
962,86
2,16
4,49
9,08


REGIÃO SUDESTE     
1976,95
946,40
0,14
1,76
6,34


Minas Gerais       
1845,68
1015,84
0,12
1,89
7,46


Espírito Santo     
1740,27
965,75
0,15
1,83
7,00


Rio de Janeiro     
2111,19
962,24
0,12
1,96
6,67


São Paulo          
2021,26
912,62
0,16
1,60
5,58


REGIÃO SUL         
2052,08
981,56
0,03
1,53
6,22


Paraná             
2070,59
990,03
0,03
1,56
6,48


Santa Catarina     
2174,45
1177,26
0,02
1,62
5,69


Rio Grande do Sul  
1903,07
863,44
0,04
1,36
6,27


REGIÃO CENTRO-OESTE
1951,09
995,87
0,25
2,03
7,66


Mato Grosso do Sul
1861,75
875,94
0,18
1,54
6,32


Mato Grosso        
2041,90
1164,62
0,06
1,98
9,83


Goiás              
1901,99
1004,85
0,59
2,54
6,72


Distrito Federal   
1959,39
865,65
0,12
1,73
6,93



 
SINAPI – Março de 2026 SEM desoneração da folha de pagamento 



 ÁREAS GEOGRÁFICAS
CUSTOS MÉDIOS
NÚMEROS ÍNDICES
VARIAÇÕES PERCENTUAIS


R$/m2
JUN/94=100
MENSAL
NO ANO
12 MESES


BRASIL             
2034,97
1017,72
0,38
0,91
5,55


REGIÃO NORTE       
2079,38
1036,18
0,15
0,86
4,44


Rondônia           
2220,56
1238,23
0,12
0,38
4,66


Acre               
2296,79
1219,20
1,19
1,78
4,56


Amazonas           
2017,02
987,63
0,00
0,16
3,81


Roraima            
2212,15
918,49
0,00
0,16
4,32


Pará              
2040,58
978,25
0,10
0,88
4,48


Amapá              
2082,53
1011,85
0,03
2,87
6,60


Tocantins          
2090,37
1099,32
0,11
1,14
3,98


REGIÃO NORDESTE    
1901,72
1027,08
0,99
1,92
6,50


Maranhão           
1970,11
1038,37
0,68
1,57
6,48


Piauí              
1938,03
1287,82
0,29
3,52
5,17


Ceará             
1914,02
1104,68
0,41
1,06
6,55


Rio Grande do Norte
1874,43
944,68
0,34
0,96
3,25


Paraíba            
2002,35
1107,29
1,99
2,17
8,50


Pernambuco         
1800,45
963,14
0,08
0,64
5,01


Alagoas            
1853,00
926,22
0,04
1,43
6,00


Sergipe            
1801,22
957,29
0,11
1,26
5,49


Bahia              
1915,31
1013,06
2,31
3,41
7,99


REGIÃO SUDESTE     
2087,93
998,89
0,13
0,44
5,07


Minas Gerais       
1944,41
1069,50
0,12
0,62
6,27


Espírito Santo     
1830,65
1015,73
0,14
0,60
5,76


Rio de Janeiro     
2234,11
1019,03
0,10
0,58
5,35


São Paulo          
2136,49
964,68
0,14
0,26
4,26


REGIÃO SUL         
2165,26
1035,33
0,03
0,18
4,92


Paraná             
2186,49
1045,43
0,03
0,14
5,11


Santa Catarina     
2300,89
1245,95
0,01
0,24
4,45


Rio Grande do Sul  
1998,93
907,72
0,04
0,19
5,13


REGIÃO CENTRO-OESTE
2049,95
1046,26
0,24
0,83
6,53


Mato Grosso do Sul
1956,75
919,81
0,16
0,34
5,24


Mato Grosso        
2141,16
1221,69
0,05
0,80
8,75


Goiás              
2002,96
1057,16
0,56
1,31
5,52


Distrito Federal   
2057,42
908,83
0,11
0,53
5,74


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<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 09:46:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Índice, Nacional, Construção, Civil, varia, 37, março</media:keywords>
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<title>ESTUDO BRASILEIRO APONTA POTENCIAL POUCO EXPLORADO NO REAPROVEITAMENTO DE RESÍDUOS</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/estudo-brasileiro-aponta-potencial-pouco-explorado-no-reaproveitamento-de-residuos</link>
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<description><![CDATA[ Pesquisa quer mostrar como materiais descartados podem ganhar valor e reduzir impactos ambientais ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:27:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>ESTUDO, BRASILEIRO, APONTA, POTENCIAL, POUCO, EXPLORADO, REAPROVEITAMENTO, RESÍDUOS</media:keywords>
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<title>Em fevereiro, indústria cresce em 11 dos 15 locais pesquisados</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/em-fevereiro-industria-cresce-em-11-dos-15-locais-pesquisados</link>
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<description><![CDATA[ Em fevereiro de 2026, a produção industrial nacional cresceu 0,9% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, com onze dos quinze locais pesquisados apresentando resultados positivos.
Os avanços mais acentuados ocorreram no Espírito Santo (11,6%) e Rio Grande do Sul (6,7%), com ambos interrompendo dois meses consecutivos de queda na produção, período em que acumularam perdas de 11,3% e 6,8%, respectivamente.
Bahia (3,2%), Pará (2,7%), Ceará (2,5%), Amazonas (1,7%), Santa Catarina (1,0%) e Região Nordeste (1,0%) também registraram avanços mais intensos do que a média nacional (0,9%), enquanto Pernambuco (0,6%), São Paulo (0,5%) e Rio de Janeiro (0,2%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas em fevereiro de 2026.
Já os estados de Mato Grosso (-0,9%) e Goiás (-0,8%) registraram os recuos mais elevados neste mês, com o primeiro local intensificando a perda observada no mês anterior (-0,8%); e o segundo marcando o quarto mês consecutivo com queda na produção, período em que acumulou redução de 12,4%. Minas Gerais (-0,3%) e Paraná (-0,1%) também registraram resultados negativos no mês de fevereiro de 2026.
A média móvel trimestral foi de 0,3% no trimestre encerrado em fevereiro de 2026 frente ao nível do mês anterior e interrompeu a trajetória descendente iniciada em outubro de 2025. Em relação ao movimento deste índice, somente três dos quinze locais pesquisados apresentaram resultados positivos neste mês: Rio de Janeiro (0,9%), São Paulo (0,9%) e Pará (0,6%). Por outro lado, Bahia (-1,5%), Goiás (-1,2%), Santa Catarina (-1,2%), Minas Gerais (-0,8%), Região Nordeste (-0,8%), Amazonas (-0,7%) e Ceará (-0,6%) mostraram os recuos mais acentuados em fevereiro de 2026.



Indicadores Conjunturais da IndústriaResultados RegionaisFevereiro de 2026




Locais
 Variação (%)


Fevereiro 2026/Janeiro 2026*
Fevereiro 2026/Fevereiro 2025
Acumulado Janeiro-Fevereiro
Acumulado nos Últimos 12 Meses


Amazonas
1,7
-7,2
-7,1
-0,1


Pará
2,7
0,4
0,5
0,4


Região Nordeste
1,0
1,6
0,5
-0,1


Maranhão
-
-1,6
2,3
-3,5


Ceará
2,5
-9,8
-8,8
-2,1


Rio Grande do Norte
-
-24,5
-24,8
-12,6


Pernambuco
0,6
25,0
26,4
2,7


Bahia
3,2
-4,1
-7,5
-1,3


Minas Gerais
-0,3
0,0
1,6
1,6


Espírito Santo
11,6
31,3
22,6
17,0


Rio de Janeiro
0,2
5,8
5,9
6,5


São Paulo
0,5
-3,6
-2,4
-2,6


Paraná
-0,1
-7,7
-4,5
-0,9


Santa Catarina
1,0
-5,9
-6,2
0,9


Rio Grande do Sul
6,7
0,7
-3,0
1,5


Mato Grosso do Sul
-
8,3
8,1
-11,4


Mato Grosso
-0,9
2,9
3,8
-5,7


Goiás
-0,8
-6,1
-5,5
1,5


Brasil
0,9
-0,7
-0,2
0,3


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas*Série com Ajuste Sazonal




Frente a fevereiro de 2025, o setor industrial recuou 0,7% em fevereiro de 2026, com nove dos 18 locais pesquisados registrando queda na produção. Vale destacar que fevereiro de 2026 (18 dias) teve 2 dias úteis a menos que igual mês do ano anterior (20). A queda mais acentuada no mês foi a do Rio Grande do Norte (-24,5%), pressionado, em grande parte, pelas atividades de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel) produtos alimentícios (castanha de caju descascada ou triturada, balas, farinha de trigo, sal de cozinha iodado, condimentos e temperos compostos, açúcar cristal e café torrado e moído) e indústrias extrativas (sal marinho associado à extração).
Ceará (-9,8%), Paraná (-7,7%), Amazonas (-7,2%), Goiás (-6,1%), Santa Catarina (-5,9%), Bahia (-4,1%), São Paulo (-3,6%) e Maranhão (-1,6%) completaram o conjunto de locais com recuo no mês.
Minas Gerais, ao marcar variação nula (0,0%) neste mês, repetiu o patamar de produção verificado em fevereiro de 2025. Por outro lado, Espírito Santo (31,3%) e Pernambuco (25,0%) assinalaram avanços de dois dígitos e os mais elevados em fevereiro de 2026, impulsionados, em grande parte, pelas atividades de indústrias extrativas (minérios de ferro pelotizados ou sinterizados, óleos brutos de petróleo e gás natural), no primeiro local; e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, óleos combustíveis e gás liquefeito de petróleo) e metalurgia (vergalhões de aços ao carbono, lingotes, blocos, tarugos ou placas de aços ao carbono e chumbo em formas brutas), no segundo. Mato Grosso do Sul (8,3%), Rio de Janeiro (5,8%), Mato Grosso (2,9%), Região Nordeste (1,6%), Rio Grande do Sul (0,7%) e Pará (0,4%) registraram os demais resultados positivos no índice mensal de fevereiro de 2026.
No índice acumulado para janeiro-fevereiro de 2026, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial recuou 0,2%, com resultados negativos em nove dos 18 locais pesquisados. Rio Grande do Norte (-24,8%) assinalou o recuo mais elevado no índice acumulado para o primeiro bimestre de 2026.
Ceará (-8,8%), Bahia (-7,5%), Amazonas (-7,1%), Santa Catarina (-6,2%), Goiás (-5,5%), Paraná (-4,5%), Rio Grande do Sul (-3,0%) e São Paulo (-2,4%) completaram o conjunto de locais com queda na produção no índice acumulado no ano. Por outro lado, Pernambuco (26,4%) e Espírito Santo (22,6%) registraram os avanços mais acentuados no índice acumulado para os dois primeiros meses de 2026.
Mato Grosso do Sul (8,1%), Rio de Janeiro (5,9%), Mato Grosso (3,8%), Maranhão (2,3%), Minas Gerais (1,6%), Pará (0,5%) e Região Nordeste (0,5%) também mostraram resultados positivos no índice acumulado para o período janeiro-fevereiro de 2026.
No confronto do resultado do último quadrimestre de 2025 com o do índice primeiro bimestre de 2026, ambas as comparações contra iguais períodos do ano anterior, 11 dos 18 locais pesquisados mostraram perda de dinamismo, acompanhando, assim, o movimento observado no total nacional, que passou de 0,0% para -0,2%.
Em termos regionais, Rio Grande do Norte (de -1,4% para -24,8%), Goiás (de 4,0% para -5,5%), Amazonas (de 2,2% para -7,1%), Ceará (de 0,2% para -8,8%), Santa Catarina (de 1,2% para -6,2%), Rio Grande do Sul (de 4,3% para -3,0%) e Bahia (de -1,0% para -7,5%) assinalaram as principais perdas, enquanto Pernambuco (de 2,6% para 26,4%), Mato Grosso do Sul (de -13,6% para 8,1%), Mato Grosso (de -6,4% para 3,8%) Pará (de -6,2% para 0,5%) e Maranhão (de -3,5% para 2,3%) registraram os ganhos mais acentuados entre os dois períodos.
A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, ao avançar 0,3% em fevereiro de 2026, permaneceu positiva, mas prosseguiu assinalando perda de ritmo frente aos resultados dos meses anteriores. Em termos regionais, oito dos 18 locais pesquisados apresentaram taxas positivas em fevereiro de 2026, mas oito registraram menor dinamismo frente aos índices de janeiro último. Santa Catarina (de 1,9% para 0,9%), Paraná (de 0,1% para -0,9%), Ceará (de -1,3% para -2,1%), Goiás (de 2,0% para 1,5%) e São Paulo (de -2,2% para -2,6%) assinalaram as perdas mais acentuadas entre janeiro e fevereiro de 2026, enquanto Espírito Santo (de 13,5% para 17,0%), Pernambuco (de -0,6% para 2,7%), Rio de Janeiro (de 5,8% para 6,5%), Região Nordeste (de -0,6% para -0,1%) e Mato Grosso do Sul (de -11,9% para -11,4%) mostraram os principais ganhos entre os dois períodos. 
Saiba mais sobre a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física – Divulgação Regional – PIM-PF:
A PIM Regional produz, desde a década de 1970, indicadores de curto prazo relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativas e de transformação. Traz, mensalmente, índices para 17 unidades da federação cuja participação é de, no mínimo, 0,5% no total do valor da transformação industrial nacional, e para o Nordeste como um todo: Amazonas, Pará, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Região Nordeste. 
Os resultados da pesquisa também podem ser consultados no Sidra, o banco de dados do IBGE. A próxima divulgação da PIM Regional, referente a março de 2026, está prevista para 13 de maio.
O que é a PIM-PF? Tabelas e Série Históricas Publicações ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:26:57 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>fevereiro, indústria, cresce, dos, locais, pesquisados</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Sexta&#45;feira Santa: o que abre e fecha no feriado</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sexta-feira-santa-o-que-abre-e-fecha-no-feriado</link>
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<description><![CDATA[ Agências bancárias de todo o Brasil ficarão fechadas na data ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 08:48:22 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Sexta-feira, Santa:, que, abre, fecha, feriado</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Produção industrial avança 0,9% em fevereiro</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/producao-industrial-avanca-09-em-fevereiro</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/producao-industrial-avanca-09-em-fevereiro</guid>
<description><![CDATA[ Em fevereiro de 2026, a produção industrial nacional avançou 0,9% frente a janeiro, na série com ajuste sazonal, segunda taxa positiva consecutiva, acumulando neste período expansão de 3,0%. Em relação a fevereiro de 2025, a indústria recuou 0,7%, após avançar 0,2% em janeiro, quando interrompeu três meses consecutivos de taxas negativas: dezembro (-0,1%), novembro (-1,4%) e outubro de 2025 (-0,4%). O acumulado do ano ficou em -0,2%. Nos últimos 12 meses, houve avanço de 0,3%. A média móvel trimestral em fevereiro foi de 0,3%.



Fevereiro 2026 / Janeiro 2026
0,90%


Fevereiro 2026/ Fevereiro 2025
-0,70%


Acumulado no ano 
-0,20%


Acumulado 12 meses
0,30%


Média móvel trimestral
0,30%



No crescimento de 0,9% da atividade industrial na passagem de janeiro para fevereiro de 2026, as taxas positivas tiveram perfil disseminado, alcançando as quatro grandes categorias econômicas e a maior parte (16) dos 25 ramos pesquisados. Vale destacar que, com esses resultados, a produção industrial se encontra 3,2% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020); mas ainda está 14,1% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.
Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram assinaladas por veículos automotores, reboques e carrocerias (6,6%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,5%), com a primeira acumulando expansão de 14,1% nos dois primeiros meses de 2026 e eliminando, dessa forma, o recuo de 9,5% verificado nos dois últimos meses de 2025; e a segunda marcando o terceiro mês consecutivo de crescimento e registrando ganho de 9,9% neste período.
Outras contribuições positivas relevantes sobre o total da indústria vieram de máquinas e equipamentos (6,8%), indústrias extrativas (1,1%), produtos alimentícios (0,8%), bebidas (3,4%), móveis (7,2%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (3,1%), produtos têxteis (4,4%) e manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (3,4%).
Por outro lado, entre as nove atividades que mostraram recuo na produção, a de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-5,5%) exerceu a principal influência na média da indústria e intensificou a magnitude de queda verificada no primeiro mês do ano (-1,4%). Vale destacar também os impactos negativos assinalados pelos setores de produtos químicos (-1,3%) e de metalurgia (-1,7%).
Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com janeiro, na série com ajuste sazonal, bens de capital (2,3%) assinalou a expansão mais elevada em fevereiro de 2026 e marcou a segunda taxa positiva consecutiva, período em que acumulou expansão de 5,7%. Os setores produtores de bens intermediários (1,1%), de bens de consumo duráveis (0,9%) e de bens de consumo semi e não duráveis (0,7%) também mostraram crescimento neste mês, com todos apontando o segundo mês seguido de avanço na produção, período em que acumularam ganhos de 3,5%, 7,7% e 2,0%, respectivamente.



Indicadores da Produção Industrial por Grandes Categorias EconômicasBrasil - Fevereiro de 2026     


Grandes Categorias Econômicas
Variação (%)


Fevereiro 2026 / Janeiro 2026*
Fevereiro 2026 / Fevereiro 2025
Acumulado Janeiro-Fevereiro
Acumulado nos Últimos 12 Meses


Bens de Capital
2,3
-13,5
-12,5
-4,7


Bens Intermediários
1,1
1,1
1,1
1,7


Bens de Consumo
0,9
-1,8
-0,8
-1,6


  Duráveis
0,9
-9,3
-6,8
-1,0


  Semiduráveis e não Duráveis
0,7
-0,3
0,4
-1,8


Indústria Geral
0,9
-0,7
-0,2
0,3


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas *Série com ajuste sazonal 



Média móvel foi de 0,3% no trimestre encerrado em fevereiro
Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria mostrou variação positiva (0,3%) no trimestre encerrado em fevereiro de 2026 frente ao nível do mês anterior e interrompeu a trajetória descendente iniciada em outubro de 2025.
Entre as grandes categorias econômicas, ainda em relação ao movimento deste índice na margem, bens de consumo duráveis (0,7%) assinalou a taxa positiva mais acentuada em fevereiro de 2026 e interrompeu três meses consecutivos de queda, período em que acumulou perda de 2,7%. Os setores produtores de bens intermediários (0,5%) e de bens de consumo semi e não duráveis (0,4%) também registraram resultados positivos neste mês, com o primeiro interrompendo a trajetória descendente iniciada em setembro de 2025 e o segundo marcando o sétimo mês seguido de crescimento e acumulando expansão de 3,0% neste período. Por outro lado, o segmento de bens de capital (-1,0%) apontou o único recuo em fevereiro de 2026 e manteve o comportamento negativo iniciado em dezembro de 2025.
Frente a fevereiro de 2025, indústria recua 0,7%
Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial mostrou queda de 0,7% em fevereiro de 2026, com resultados negativos em 3 das 4 grandes categorias econômicas, 20 dos 25 ramos, 60 dos 80 grupos e 62,1% dos 789 produtos pesquisados. Vale citar que fevereiro de 2026 (18 dias) teve 2 dias úteis a menos que igual mês do ano anterior (20).
Entre as atividades, as principais influências negativas no total da indústria foram registradas por veículos automotores, reboques e carrocerias (-7,3%), produtos químicos (-6,4%) e máquinas e equipamentos (-11,0%). Outros impactos negativos importantes foram assinalados pelos ramos de confecção de artigos do vestuário e acessórios   (-15,1%), produtos de metal (-8,4%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-9,1%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-6,9%), artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-9,9%), outros equipamentos de transporte (-9,6%), metalurgia (-2,7%), produtos têxteis     (-7,2%), móveis (-7,6%), produtos de borracha e de material plástico (-2,3%) e impressão e reprodução de gravações (-13,5%).
Por outro lado, ainda na comparação com fevereiro de 2025, entre as cinco atividades que apontaram expansão na produção, indústrias extrativas (10,2%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (4,0%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (20,6%) exerceram as maiores influências na formação da média da indústria. Vale destacar também as contribuições positivas assinaladas pelos setores de bebidas (6,2%) e de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (4,7%).
Ainda no confronto com igual mês do ano anterior, bens de capital (-13,5%) e bens de consumo duráveis (-9,3%) assinalaram, em fevereiro de 2026, os recuos mais elevados entre as grandes categorias econômicas. O setor produtor de bens de consumo semi e não duráveis (-0,3%) também apontou taxa negativa neste mês. Por outro lado, o segmento de bens intermediários (1,1%) mostrou o único resultado positivo em fevereiro de 2026, a segunda taxa positiva consecutiva.
O setor produtor de bens de capital, ao recuar 13,5% em fevereiro de 2026 frente a fevereiro de 2025, apresentou a nona taxa negativa consecutiva e a mais intensa desde dezembro de 2023 (-17,1%). A produção de bens de consumo duráveis, ao assinalar queda de 9,3% em fevereiro de 2026, marcou a quarta taxa negativa consecutiva e a mais intensa desde maio de 2024 (-10,5%). O segmento de bens de consumo semi e não duráveis, com variação negativa de 0,3% em fevereiro de 2026, interrompeu dois meses consecutivos de taxas positivas: janeiro de 2026 (1,0%) e dezembro de 2025 (4,7%).
Acumulado no primeiro bimestre de 2026 recua 0,2% 
O índice acumulado do ano, frente a igual período do ano anterior, recuou 0,2%, com resultados negativos em duas das quatro grandes categorias econômicas, 18 dos 25 ramos, 58 dos 80 grupos e 61,7% dos 789 produtos pesquisados. Entre as atividades, as principais influências negativas no total da indústria foram registradas por máquinas e equipamentos (-13,5%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-7,0%) e produtos químicos (-4,6%). Outros impactos negativos importantes foram assinalados pelos ramos de produtos de metal (-7,5%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-11,2%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-8,1%), artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-9,9%), produtos têxteis (-7,8%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-4,2%), impressão e reprodução de gravações (-16,7%) e móveis (-7,5%).
Por outro lado, ainda na comparação com janeiro-fevereiro de 2025, entre as sete atividades que apontaram expansão na produção, indústrias extrativas (11,1%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (20,7%) exerceram as maiores influências na formação da média da indústria. Vale destacar também as contribuições positivas assinaladas pelos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,3%), produtos alimentícios (1,1%) e bebidas (3,9%).
Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para o primeiro bimestre de 2026 mostrou menor dinamismo para os segmentos de bens de capital (-12,5%) e de bens de consumo duráveis (-6,8%). Por outro lado, as taxas positivas foram registradas nos setores produtores de bens intermediários (1,1%) e de bens de consumo semi e não duráveis (0,4%).
Saiba mais sobre a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física – Divulgação Brasil – PIM-PF:
O que é o PIM-PF? Série Históricas Tabelas Publicações ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 09:11:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Produção, industrial, avança, 9, fevereiro</media:keywords>
</item>

<item>
<title>CÃES CONSEGUEM “CANTAR” MÚSICAS DE LADY GAGA, SUGERE ESTUDO</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/caes-conseguem-cantar-musicas-de-lady-gaga-sugere-estudo</link>
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<description><![CDATA[ Pesquisa indica que os animais podem ajustar o uivo para acompanhar sons e melodias ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 08:48:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>CÃES, CONSEGUEM, “CANTAR”, MÚSICAS, LADY, GAGA, SUGERE, ESTUDO</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Índice de Preços ao Produtor (IPP) é de &#45;0,25% em fevereiro</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/indice-de-precos-ao-produtor-ipp-e-de-025-em-fevereiro</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/indice-de-precos-ao-produtor-ipp-e-de-025-em-fevereiro</guid>
<description><![CDATA[ Em fevereiro de 2026, os preços da indústria variaram -0,25% frente a janeiro de 2026. Nessa comparação, 13 das 24 atividades industriais tiveram diminuição de preços. O índice acumulado em 12 meses se mantém negativo, em -4,47%. O acumulado no ano foi de 0,07%.
O Índice de Preços ao Produtor (IPP) das Indústrias Extrativas e de Transformação mede os preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, e abrange as grandes categorias econômicas.



Período
Taxa


Fevereiro de 2026
-0,25%


Janeiro de 2026
0,32%


Fevereiro de 2025
-0,12%


Acumulado no ano
0,07%


Acumulado em 12 meses
-4,47%



Em fevereiro, 13 das 24 atividades industriais investigadas na pesquisa apresentaram variação negativa nos preços ante o mês imediatamente anterior, seguindo o sinal da variação no índice da indústria geral. Em comparação, 10 atividades haviam apresentado menores preços médios em janeiro em relação ao mês anterior.
As quatro altas mais intensas em fevereiro foram: máquinas, aparelhos e materiais elétricos (1,73%); perfumaria, sabões e produtos de limpeza (1,44%); metalurgia (1,41%); e vestuário (1,32%).



Índice de Preços ao Produtor, segundo as Indústrias Extrativas e de Transformação (Indústria Geral) e Seções, Brasil, últimos três meses


Indústria Geral e Seções
Variação (%)


M/M-1
Acumulado no Ano
M/M-12


Dez/2025
Jan/2026
Fev/2026
Dez/2025
Jan/2026
Fev/2026
Dez/2025
Jan/2026
Fev/2026


Indústria Geral
0,14
0,32
-0,25
-4,51
0,32
0,07
-4,51
-4,35
-4,47


B - Indústrias Extrativas
3,14
1,39
-0,61
-14,39
1,39
0,78
-14,39
-11,88
-9,35


C - Indústrias de Transformação
0,01
0,27
-0,23
-4,01
0,27
0,04
-4,01
-3,98
-4,24


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coord. de Estatísticas Conjunturais em Empresas



Na comparação entre os preços de fevereiro e janeiro, alimentos foi o setor industrial de maior destaque na composição do resultado agregado. A atividade influenciou com -0,21 ponto percentual (p.p.) na variação de -0,25% da indústria geral. Outras atividades que também sobressaíram foram metalurgia, com 0,10 p.p. de influência, veículos automotores (-0,05 p.p.) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (0,05 p.p.).
O acumulado do ano, que compara os preços do mês de referência aos de dezembro do ano anterior, atingiu variação de 0,07%. Entre as atividades que, em fevereiro de 2026, tiveram as maiores variações no acumulado no ano, se destacaram: metalurgia (4,19%), perfumaria, sabões e produtos de limpeza (3,12%), impressão (2,73%) e produtos de metal (2,43%). Enquanto as principais influências foram registradas em metalurgia: 0,28 p.p., alimentos: -0,27 p.p., outros produtos químicos: 0,15 p.p. e refino de petróleo e biocombustíveis: -0,11 p.p.
No acumulado em 12 meses, calculado comparando os preços de fevereiro de 2026 aos de fevereiro de 2025, o IPP chegou a -4,47%. Em janeiro, este indicador estava em -4,35%.
Os setores com as quatro maiores variações de preços na comparação de fevereiro com o mesmo mês do ano anterior foram: impressão (19,34%); refino de petróleo e biocombustíveis (-10,22%); alimentos (-10,00%); e indústrias extrativas (-9,35%). E, também na comparação com fevereiro de 2025, os setores que mais influenciaram o resultado agregado foram: alimentos (-2,53 p.p.); refino de petróleo e biocombustíveis (-1,05 p.p.); outros produtos químicos (-0,68 p.p.); e indústrias extrativas (-0,43 p.p.).
Entre as grandes categorias econômicas, o resultado mensal de fevereiro repercutiu assim: -1,29% de variação em bens de capital (BK); -0,25% em bens intermediários (BI); e -0,03% em bens de consumo (BC), sendo que a variação observada nos bens de consumo duráveis (BCD) foi de -0,15%, ao passo que nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis (BCND) foi de -0,01%.
A principal influência dentre as Grandes Categorias Econômicas foi exercida por bens intermediários, cujo peso na composição do índice geral foi de 53,77% e respondeu por -0,13 p.p. do IPP de fevereiro. Completam a lista, bens de capital, com influência de -0,10 p.p. e bens de consumo com -0,01 p.p. No caso de bens de consumo, a influência observada em fevereiro se divide em -0,01 p.p., que se deveu à variação nos preços de bens de consumo duráveis, e 0,00 p.p. associada à variação de bens de consumo semiduráveis e não duráveis.



Índice de Preços ao Produtor, variação segundo as Indústrias Extrativas e de Transformação (Indústria Geral) e Grandes Categorias Econômicas, Brasil, últimos três meses


Indústria Geral e Grandes Categorias Econômicas
Variação (%)


M/M-1
Acumulado no Ano
M/M-12


Dez/2025
Jan/2026
Fev/2026
Dez/2025
Jan/2026
Fev/2026
Dez/2025
Jan/2026
Fev/2026


Indústria Geral
0,14
0,32
-0,25
-4,51
0,32
0,07
-4,51
-4,35
-4,47


Bens de Capital (BK)
0,47
-0,65
-1,29
0,71
-0,65
-1,94
0,71
-0,58
-1,08


Bens Intermediários (BI)
0,35
0,54
-0,25
-7,26
0,54
0,29
-7,26
-6,60
-6,73


Bens de Consumo (BC)
-0,22
0,20
-0,03
-1,49
0,20
0,17
-1,49
-1,79
-1,83


Bens de Consumo Duráveis (BCD)
0,00
0,03
-0,15
3,11
0,03
-0,12
3,11
2,08
1,57


Bens de Consumo Semiduráveis e Não Duráveis (BCND)
-0,26
0,24
-0,01
-2,36
0,24
0,23
-2,36
-2,53
-2,48


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coord. de Estatísticas Conjunturais em Empresas



No acumulado no ano, a variação chegou a -1,94%, no caso de bens de capital; 0,29% em bens intermediários; e 0,17% em bens de consumo – sendo que bens de consumo duráveis acumulou variação de -0,12%, enquanto bens de consumo semiduráveis e não duráveis, 0,23%.
Em termos de influência no resultado acumulado no ano, bens de capital foi responsável por -0,15 p.p. dos 0,07% verificados na indústria geral até fevereiro deste ano. Bens intermediários, por seu turno, respondeu por 0,16 p.p., enquanto bens de consumo exerceu influência de 0,06 p.p. no resultado agregado da indústria, influência que se divide em -0,01 p.p. devidos às variações nos preços de bens de consumo duráveis e 0,07 p.p. causados pelas variações de bens de consumo semiduráveis e não duráveis.
No acumulado em 12 meses, a variação de preços de bens de capital foi de -1,08% em fevereiro/2026. Os preços dos bens intermediários, por sua vez, variaram -6,73% neste intervalo de um ano e a variação em bens de consumo foi de -1,83%, sendo que bens de consumo duráveis apresentou variação de preços de 1,57% e bens de consumo semiduráveis e não duráveis de -2,48%.
No que diz respeito às influências no resultado agregado em 12 meses (-4,47%), bens de capital foi responsável por -0,08 p.p. em fevereiro. Houve, ainda, influência de -0,68 p.p. de bens de consumo e de -3,71 p.p. de bens intermediários.
O resultado de bens de consumo, em particular, foi influenciado em 0,09 p.p. por bens de consumo duráveis e em -0,78 p.p. por bens de consumo semiduráveis e não duráveis, este último com peso de 83,44% no cômputo da categoria de bens de consumo. 
Destaques setoriais
Indústrias extrativas: o setor extrativo registrou queda de 0,61% em relação ao mês anterior. Apesar do resultado negativo, o recuo não compensou o aumento observado em janeiro. Assim, no acumulado do ano, o setor permaneceu em terreno positivo, com variação de 0,78%. O destaque dado ao setor se justifica pelo desempenho no acumulado em 12 meses, que apresentou uma retração de 9,35% frente aos preços praticados em fevereiro de 2025 e influência de -0,43 p.p. no resultado geral de -4,47%.
Observou-se um comportamento relativamente homogêneo de queda entre os produtos do setor. O único contraponto foi o item “óleos brutos de petróleo”, que exerceu influência no sentido de atenuar a deflação observada no agregado. O comportamento dos produtos da atividade segue alinhado à trajetória dos mercados internacionais.
Alimentos: pela décima vez consecutiva, a variação mensal dos preços do setor é negativa. Em fevereiro contra janeiro, o recuo foi de 0,87%. No acumulado no ano, a variação é de -1,12%. Já o acumulado em 12 meses foi a -10,00%, resultado mais intenso que o de janeiro (-9,92%).
O setor mereceu destaque por figurar como a terceira maior variação, em módulo, no acumulado em 12 meses e por ser a principal influência tanto na comparação mensal (-0,21 p.p., em -0,25%) quanto anual (-2,53 p.p., em -4,47%) e a segunda no acumulado no ano (-0,27 p.p., em 0,07%).
Em termos de influência, os quatro produtos destacados respondem por -0,19 p.p., em -0,87%. Dos produtos que mais influenciaram o setor, destacam-se, com aumento de preços, leite esterilizado / UHT / Longa Vida e carnes de bovinos frescas ou refrigeradas. No caso da carne, os informantes justificaram o aumento por pressão de custo. Já o aumento do leite foi justificado ora como aumento no preço da matéria-prima, ora como aumento de demanda. Já pelo lado da queda, os açúcares exerceram a maior influência. Essa queda está alinhada ao recuo dos preços internacionais, atrelado a estratégias empresariais, como a de oferecer descontos.
Refino de petróleo e biocombustíveis: neste setor, houve queda de 0,50% dos preços em fevereiro. Com isso, o acumulado no ano avançou a -1,16%. No acumulado em 12 meses, a queda chega a -10,22%, queda mais intensa desde março de 2024 (--11,81%).
O setor teve destaque, em termos de variação, por ser a segunda mais intensa, em módulo, na comparação entre fevereiro deste ano e fevereiro do ano passado. Foi ainda a quarta influência no acumulado no ano (-0,11 p.p., em 0,07%) e a segunda na comparação anual (-1,05 p.p., em -4,47%). Vale observar que o conflito entre os Estados Unidos e o Irã teve início no final de fevereiro.
Outros produtos químicos: o preço dos produtos químicos recuou 0,26% na porta da fábrica na comparação com o praticado em janeiro. A variação acumulada no ano ficou em 1,94%. Em 12 meses, com preços 8,29% menores que os de fevereiro de 2025, o setor também foi destaque por sua influência, nesse caso negativa: -0,68 p.p. no total de -4,47% do IPP.
O resultado de fevereiro frente a janeiro é produto, entre outros fatores, do arrefecimento do choque de custos na fabricação de insumos fertilizantes fosfatados. O grupo econômico de “fabricação de produtos químicos inorgânicos” apresentou aumento de 0,57% nos preços, indicando um repasse menor que o aumento de 3,03% em janeiro pôde ter traduzido.
Metalurgia: os preços do setor voltaram a apresentar uma alta e avançaram 1,41% em fevereiro, na comparação com o mês imediatamente anterior. Esse resultado fez com que o setor se destacasse, dentre as 24 atividades analisadas na pesquisa, como a terceira variação mais intensa e a segunda principal influência (0,10 p.p. em -0,25%) no indicador mensal.
O grupo de maior influência nesses indicadores (mensal e acumulado no ano), com impacto positivo em ambos, foi o de metais não ferrosos. Suas variações costumam estar ligadas às cotações das bolsas internacionais e, nesse mês, foram impactadas, principalmente, por variações do ouro, que teve sua cotação impulsionada por aumentos da demanda pelo ativo. A alta do ouro foi um dos fatores que mais que compensaram a queda do dólar frente ao real observada tanto no mês, de 2,6%, quanto no acumulado no ano, de 4,6%, e fizeram o grupo se destacar como a principal influência positiva nesses resultados da atividade.
Máquinas, aparelhos e materiais elétricos: em fevereiro, os preços do setor apresentaram uma variação de 1,73% na comparação com o mês imediatamente anterior, quinto resultado positivo seguido no indicador, destacando-se como a variação mais intensa dentre todos os setores industriais analisados na pesquisa, além de ser a quarta principal influência no indicador geral (0,05 p.p. em -0,25%). Com isso, nos dois primeiros meses de 2026, o setor acumulou uma variação de 1,82%. E a taxa acumulada dos últimos 12 meses acelerou para 7,06%, depois de ter apresentado um resultado de 4,41% em janeiro.
Ao analisar os produtos que se destacaram no mês, percebe-se que dois deles aparecem como destaque positivo em todos os indicadores, seja em termos de variação, seja de influência: “condutor elétrico com capa isolante tensão menor/igual a 1kv” e “fios de cobre isolados para bobinar”, ambos do grupo econômico de “fabricação de equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica”, tendo seus preços impactados por maiores custos de produção, em especial dos derivados de cobre, por conta das recentes altas na cotação da commodity. Outro destaque positivo no indicador mensal de fevereiro, em termos de influência, é o produto “geradores de corrente contínua de outros tipos”, enquanto o produto “transformadores de dielétrico líquido” se destacou afetando negativamente o resultado do setor.
Veículos automotores: em fevereiro a atividade, a quarta de maior peso na indústria geral (7,87%), apresentou variação mensal de -0,68%, uma reversão na série de altas iniciada em junho de 2025. O acumulado em 2026 ficou em -0,67%, refletindo a estabilidade (0,01%) de janeiro; e, para os últimos 12 meses, o acumulado da atividade foi de 1,60%, reforçando a tendência de desaceleração iniciada em setembro de 2025 (4,12%).
Do total da variação mensal de -0,68%, os produtos “caminhão diesel com capacidade superior a 5t”, “caminhão-trator, para reboques e semirreboques”, “chassis com motor para ônibus ou para caminhões” e “filtro ar/óleo/combustível motores de veículos automotores” foram responsáveis por -0,58 p.p. Os demais 19 produtos da atividade responderam pelos outros -0,10 p.p.
Saiba mais sobre o Índice de Preços ao Produtor – Indústrias Extrativas e de Transformação - IPP: 
O que é o IPP?  Série Históricas  Tabelas  Publicações ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 08:48:40 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Índice, Preços, Produtor, IPP, -0, 25, fevereiro</media:keywords>
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<title>200 mil bananas descascadas à mão todo dia: Paraibuna, 50 anos, espera crescer 25% em 2026</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/200-mil-bananas-descascadas-a-mao-todo-dia-paraibuna-50-anos-espera-crescer-25-em-2026</link>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 08:36:53 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Stahl, Sebrae, sobre internacionalização: “O Brasil não precisa ter os melhores produtos. Precisa atender à demanda”</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Mesmo sem previsão de implementação integral, o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia — que reúne economias equivalentes a cerca de 20% do PIB global — já abre uma janela de oportunidades para pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras que pretendem acessar o mercado externo. Em entrevista à… Continuar lendo Stahl, Sebrae, sobre internacionalização: “O Brasil não precisa ter os melhores produtos. Precisa atender à demanda”
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<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 09:04:48 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>[#98 DC NEWS TALKS]. Ordine, presidente ACSP 2023&#45;2026: “Brasil precisa de gente que ajude a construir”</title>
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<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 09:04:46 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Consumo de livros alcança 18% da população adulta no Brasil</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/consumo-de-livros-alcanca-18-da-populacao-adulta-no-brasil</link>
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<description><![CDATA[ Índice representa alta de 2 pontos percentuais em relação a 2024, segundo estudo da CBL ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 17:38:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>PNAD Contínua: taxa de desocupação é de 5,8% e taxa de subutilização é de 14,1% no trimestre encerrado em fevereiro</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/pnad-continua-taxa-de-desocupacao-e-de-58-e-taxa-de-subutilizacao-e-de-141-no-trimestre-encerrado-em-fevereiro</link>
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<description><![CDATA[ A taxa de desocupação (5,8%) no trimestre encerrado em fevereiro de 2026 cresceu frente ao trimestre de setembro a novembro de 2025 (5,2%) e caiu 1,0 p.p. ante o trimestre móvel de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025 (6,8%).




Indicador/Período
Dez-jan-fev 2026
Set-out-nov 2025
Dez-jan-fev 2025


Taxa de desocupação
5,8%
5,2%
6,8%


Taxa de subutilização
14,1%
13,5%
15,7%


Rendimento real habitual
R$3.679
R$3.606
R$3.495


Variação do rendimento habitual em relação a:
2,0%
5,2%




A população desocupada (6,2 milhões) registrou aumento na comparação com o trimestre de setembro a novembro de 2025 (5,6 milhões). No confronto com igual trimestre do ano anterior (7,3 milhões), houve queda de 14,8% (menos 1,1 milhão de pessoas).
A população ocupada (102,1 milhões) registrou queda de 0,8% no trimestre (menos 874 mil pessoas) e aumento de 1,5% no ano (mais 1,5 milhão). O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi de 58,4%, com queda de 0,6 no trimestre (59,0%) e crescendo 0,4 p.p. no ano (58,0%).
A taxa composta de subutilização (14,1%) cresceu frente ao trimestre anterior (13,5%) e teve queda de 1,6 p.p. no ano (15,7%). A população subutilizada (16,1 milhões) cresceu 4,4% no trimestre (mais 675 mil) e recuou 10,5% no ano (menos 1,9 milhão de pessoas).
A população subocupada por insuficiência de horas (4,4 milhões) ficou estável nas duas comparações. A população fora da força de trabalho (66,6 milhões) cresceu 0,9% no trimestre (mais 608 mil) e 1,4% frente ao mesmo trimestre do ano anterior (mais 942 mil pessoas).
A população desalentada (2,7 milhões) ficou estável no trimestre e teve redução de 14,9% (menos 477 mil pessoas) no ano (3,2 milhões). O percentual de desalentados (2,4%) mostrou estabilidade no trimestre e queda de 0,4 p.p. no ano (2,9%).
O número de empregados no setor privado com carteira assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 39,2 milhões. Houve estabilidade no trimestre e no ano. O número de empregados sem carteira no setor privado (13,3 milhões) mostrou redução de 342 mil pessoas no trimestre e estabilidade no ano.
O número de trabalhadores por conta própria (26,1 milhões) ficou estável no trimestre e aumentou 3,2% no ano (mais 798 mil pessoas). Já o número de trabalhadores domésticos (5,5 milhões) mostrou estabilidade no trimestre e no ano.
A taxa de informalidade foi de 37,5% da população ocupada (ou 38,3 milhões de trabalhadores informais), contra 37,7% (ou 38,8 milhões) no trimestre encerrado em novembro e 38,1% (ou 38,4 milhões) no trimestre de dezembro de 2024 a janeiro de 2025.
O rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.679) cresceu 2,0% no trimestre e 5,2% no ano. A massa de rendimento real habitual (R$ 371,1 bilhões) ficou estável no trimestre e cresceu 6,9% (mais R$ 24,1 bilhões) no ano.
Taxa de desocupação - Brasil - 2012/2026
A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas) no trimestre de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026 chegou a 108,4 milhões de pessoas, permanecendo estável frente ao trimestre comparável anterior e ante o mesmo trimestre móvel do ano anterior.
A análise da ocupação por grupamentos de atividade ante o trimestre de setembro a novembro de 2025 mostrou que não houve crescimento em qualquer grupamento.
Frente ao trimestre de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025, foi observado aumento nos grupamentos de Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (4,0%, ou mais 504 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,5%, ou mais 808 mil pessoas). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.
Taxa composta de subutilização – Trimestres de dezembro a fevereiro – Brasil - 2012/2026 (%)
O rendimento médio mensal real habitualmente recebido no trabalho principal, segundo os grupamentos de atividade, do trimestre móvel de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026, em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2025, mostrou aumento nas categorias: Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (4,1%, ou mais R$ 116) Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,9%, ou mais R$ 140) e Outros serviços (11,2%, ou mais R$ 313). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.
A comparação com o trimestre de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025 mostrou aumento nas categorias: Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (4,6%, ou mais R$ 132) Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (5,2%, ou mais R$ 254) Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,0%, ou mais R$ 193), Outros serviços (11,2%, ou mais R$ 311) e Serviços domésticos (4,8%, ou mais R$ 63). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.
A análise do rendimento médio mensal real habitualmente recebido no trabalho principal, segundo a posição na ocupação, do trimestre móvel de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026, em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2025, mostrou aumento nas categorias: Empregado sem carteira de trabalho assinada (4,2%, ou mais R$ 106) e Empregado no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (4,1%, ou mais R$ 219). As demais categorias não apresentaram variação significativa.
A comparação com o trimestre de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025 mostrou que todas as posições apresentaram aumento: Empregado com carteira de trabalho assinada (2,6%, ou mais R$ 85), Empregado sem carteira de trabalho assinada (9,1%, ou mais R$ 221), Trabalhador doméstico (4,8%, ou mais R$ 63), Empregado no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (4,5%, ou mais R$ 238), Empregador (10,0%, ou mais R$ 838) e Conta-própria (4,2%, ou mais R$ 121).
Saiba mais sobre a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - Divulgação Mensal - PNAD Contínua/Mensal
O que é o PNAD Contínua? Séries HistóricasTabelas  Publicações  ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 17:38:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>PNAD, Contínua:, taxa, desocupação, 5, 8, taxa, subutilização, 14, 1, trimestre, encerrado, fevereiro</media:keywords>
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<title>ARTIGO, por Paulo Salerno: “A tokenização de participação empresarial e seu efeito para captação de recursos”</title>
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<description><![CDATA[ Uma das grandes dificuldades de se levantar capital para investimento no Brasil está na limitação das alternativas disponíveis para empresas de menor porte. Se a empresa não é uma grande sociedade anônima com ações negociadas em bolsa, ou não possui escala e estrutura para enfrentar a longa jornada de um IPO, suas opções de captação… Continuar lendo ARTIGO, por Paulo Salerno: “A tokenização de participação empresarial e seu efeito para captação de recursos”
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 17:38:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>ARTIGO, por, Paulo, Salerno:, “A, tokenização, participação, empresarial, seu, efeito, para, captação, recursos”</media:keywords>
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<title>[Série: Tirando o Crachá #10] Carlos Alexandre, do Santander: “O trabalho no setor financeiro é maior do que parece”</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]No novo episódio do Tirando o Crachá, parceria da AGÊNCIA DC NEWS com Felipe Ladislau, fundador da Black H. Office, o convidado foi Carlos Alexandre, Operations Manager no Santander. Durante a conversa, o executivo defendeu que o mercado financeiro é mais amplo do que a imagem tradicional associada ao comercial e… Continuar lendo [Série: Tirando o Crachá #10] Carlos Alexandre, do Santander: “O trabalho no setor financeiro é maior do que parece”
O post [Série: Tirando o Crachá #10] Carlos Alexandre, do Santander: “O trabalho no setor financeiro é maior do que parece” apareceu primeiro em DC News. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 17:37:59 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Série:, Tirando, Crachá, 10, Carlos, Alexandre, Santander:, “O, trabalho, setor, financeiro, maior, que, parece”</media:keywords>
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<title>Brasil tem 18 cursos de graduação entre os 50 melhores do mundo</title>
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<description><![CDATA[ USP ocupa o 12º lugar em História da Arte, a melhor marca brasileira no ranking da QS ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 10:26:23 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Brasil, tem, cursos, graduação, entre, melhores, mundo</media:keywords>
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<title>IPCA&#45;15 é de 0,44% em março</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ipca-15-e-de-044-em-marco</link>
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<description><![CDATA[ O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) apresentou alta de 0,44% em março, 0,40 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada em fevereiro (0,84%). O IPCA-E, que se constitui no IPCA-15 acumulado trimestralmente, situou-se em 1,49%, abaixo da taxa de 1,99% registrada em igual período de 2025. Em 12 meses, o IPCA-15 acumula alta de 3,90%, abaixo dos 4,10% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em março de 2025, o IPCA-15 foi de 0,64%.



Período
Taxa


Março de 2026
0,44%


Fevereiro de 2025
0,84%


Março de 2025
0,64%


Acumulado no ano
1,49%


Acumulado nos últimos 12 meses 
3,90%



Todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados registraram variação positiva em março, com destaque para o grupo Alimentação e bebidas, com a maior variação (0,88%) e impacto (0,19 p.p.), seguido das Despesas pessoais (0,82% e 0,09 p.p.). Os demais grupos ficaram entre o 0,03% de Comunicação e o 0,47% de Vestuário.
IPCA-15 e IPCA-E - Variação e impacto nos grupos    



Grupo
Variação Mensal (%)
Impacto
Variação Acumulada (%)


(p.p.)


Janeiro
Fevereiro
Março
Março
Trimestre
12 meses


Índice Geral
0,20
0,84
0,44
0,44
1,49
3,90


Alimentação e bebidas
0,31
0,20
0,88
0,19
1,40
2,17


Habitação
-0,26
0,06
0,24
0,04
0,04
5,54


Artigos de residência
0,43
0,21
0,37
0,01
1,01
-0,22


Vestuário
0,28
-0,42
0,47
0,02
0,33
5,00


Transportes
-0,13
1,72
0,21
0,04
1,81
2,41


Saúde e cuidados pessoais
0,81
0,67
0,36
0,05
1,85
5,87


Despesas pessoais
0,28
0,20
0,82
0,09
1,30
5,95


Educação
0,05
5,20
0,05
0,00
5,30
6,45


Comunicação
0,73
0,39
0,03
0,00
1,15
1,57


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços, Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor.    



No grupo Alimentação e bebidas (0,88%), a alimentação no domicílio acelerou de 0,09% em fevereiro para 1,10% em março. Contribuíram para esse resultado as altas do açaí (29,95%), do feijão-carioca (19,69%), do ovo de galinha (7,54%), do leite longa vida (4,46%) e das carnes (1,45%). No lado das quedas destacam-se o café moído (-1,76%) e as frutas (-1,31%).
A alimentação fora do domicílio saiu de 0,46% em fevereiro para 0,35% em março. A refeição (0,31%) registrou variação inferior à registrada no mês anterior (0,62%), enquanto o lanche aumentou de 0,28% para 0,50%, no mesmo período.
Em Despesas pessoais (0,82% e 0,09 p.p.), o resultado foi influenciado pelos subitens serviço bancário (2,12%) e empregado doméstico (0,59%).
No grupo Saúde e cuidados pessoais (0,36% e 0,05 p.p.), os destaques foram o plano de saúde e os artigos de higiene pessoal, que subiram 0,49% e 0,38%, respectivamente.
No grupo Habitação, que acelerou de 0,06% em fevereiro para 0,24% em março, o resultado da energia elétrica residencial (0,29%) contempla os reajustes médios de 15,10% e 14,66% nas concessionárias no Rio de Janeiro (1,82%), ambos com vigência a partir de 15 de março. No mês, manteve-se a bandeira tarifária verde, sem custo adicional para os consumidores.
A taxa de água e esgoto (0,44%) reflete os seguintes reajustes: 6,56% em Belo Horizonte (2,20%), a partir de 22 de janeiro; e 6,21% em uma das concessionárias de Porto Alegre (2,13%), a partir de 23 de fevereiro.
No subitem gás encanado (-0,99%), em Curitiba (-2,39%) houve redução de 4,01% nas tarifas, a partir de 1° de fevereiro; no Rio de Janeiro, a variação de -2,30% foi resultado da redução de 4,44% nas tarifas, em 1º de fevereiro.
No grupo Transportes (0,21%), o destaque são as passagens aéreas (5,94%), subitem com o maior impacto individual no resultado do mês (0,05 p.p.). No ônibus intermunicipal (1,29%) estão contemplados o reajuste de 11,69% a 12,61% no Rio de Janeiro (12,59%), desde 15 de fevereiro e de 7,27% em Curitiba (1,70%), a partir de 16 de fevereiro.
O aumento de 0,56% no táxi ocorre em razão dos reajustes de 4,26% em Porto Alegre (3,50%), a partir de 19 de fevereiro; 18,70% em Fortaleza (2,22%), a partir de 19 de janeiro; e 4,53% em Salvador (1,21%), desde 23 de janeiro.
O resultado do subitem ônibus urbano (-0,59%) considera, além da apropriação de reajustes, as gratuidades e reduções de tarifa aos domingos e feriados. Foram incorporados os reajustes de 6,00% nas tarifas de Porto Alegre (5,00%), a partir de 19 de fevereiro; 4,46% em Recife (2,74%), a partir de 1° de fevereiro; e 20,00% em Fortaleza (2,31%), a partir de 1° de janeiro, além de redução tarifária aos domingos.
Também por conta da redução tarifária aos domingos, registraram variações negativas no ônibus urbano: Belém (-1,76%), Belo Horizonte (-1,67%), São Paulo (-1,53%) e Salvador (-0,73%). Com reduções aos domingos e feriados foram Brasília (-12,03%) e Curitiba (-2,50%).
Os combustíveis apresentaram redução de 0,03%, com decréscimos nos preços do gás veicular (-2,27%), do etanol (-0,61%) e da gasolina (-0,08%), enquanto o óleo diesel teve variação positiva de 3,77%.
Regionalmente, dez das onze áreas tiveram alta em março. A maior variação foi registrada em Recife (0,82%), por conta das altas do tomate (46,27%) e da gasolina (1,37%). Já o menor resultado ocorreu em Curitiba (-0,06%), que apresentou queda nos preços do emplacamento e licença (-4,83%), das frutas (-3,78%) e da gasolina (-0,84%).
IPCA-15 e IPCA-E - Variação nas regiões  



Região
Peso Regional (%)
Variação Mensal (%)
 Variação Acumulada (%) 


Janeiro
Fevereiro
Março
Trimestre
12 meses


Recife
4,71
0,64
0,35
0,82
1,83
4,18


Belém
4,46
-0,03
0,71
0,68
1,36
3,11


Fortaleza
3,88
0,21
1,02
0,60
1,84
4,48


São Paulo
33,45
-0,04
1,09
0,52
1,58
4,61


Belo Horizonte
10,04
0,23
0,95
0,52
1,71
3,65


Rio de Janeiro
9,77
0,54
0,71
0,46
1,72
3,08


Salvador
7,19
0,47
0,69
0,45
1,61
3,18


Brasília
4,84
0,32
0,73
0,44
1,50
3,70


Goiânia
4,96
0,44
0,52
0,29
1,25
3,76


Porto Alegre
8,61
0,35
0,48
0,17
1,00
4,11


Curitiba
8,09
0,02
0,83
-0,06
0,78
2,68


Brasil
100,00
0,20
0,84
0,44
1,49
3,90


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços, SistemaNacional de Índices de Preços ao Consumidor.   



Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 13 de fevereiro a 17 de março de 2026 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 15 de janeiro a 12 de fevereiro de 2026 (base).
O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.
Saiba mais sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo15: 
O que é o IPCA 15? 
Série Histórica 
Tabelas 
Publicação  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 10:26:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>IPCA-15, 44, março</media:keywords>
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<title>Bancos e Mercado Pago travam duelo pelos pagamentos no país. UBS vê “ajustes rápidos de taxas” em 2026 se a Selic arrefecer</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/bancos-e-mercado-pago-travam-duelo-pelos-pagamentos-no-pais-ubs-ve-ajustes-rapidos-de-taxas-em-2026-se-a-selic-arrefecer</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/bancos-e-mercado-pago-travam-duelo-pelos-pagamentos-no-pais-ubs-ve-ajustes-rapidos-de-taxas-em-2026-se-a-selic-arrefecer</guid>
<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A 12ª pesquisa do UBS Evidence Lab, realizada em janeiro de 2026 com 462 lojistas, revela que o mercado brasileiro de pagamentos não é mais uma disputa de máquinas, mas de ecossistemas financeiros. De um lado, os bancos tradicionais utilizam sua robustez para reter clientes; de outro, o Mercado Pago (MELI)… Continuar lendo Bancos e Mercado Pago travam duelo pelos pagamentos no país. UBS vê “ajustes rápidos de taxas” em 2026 se a Selic arrefecer
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 10:26:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Bancos, Mercado, Pago, travam, duelo, pelos, pagamentos, país., UBS, vê, “ajustes, rápidos, taxas”, 2026, Selic, arrefecer</media:keywords>
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<title>[#97 DC NEWS TALKS]. Trautman, VP da CACB, sobre a Reforma Tributária: “Imposto vai direto para o fisco. Varejo perderá liquidez. Planejamento é para já”</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/97-dc-news-talks-trautman-vp-da-cacb-sobre-a-reforma-tributaria-imposto-vai-direto-para-o-fisco-varejo-perdera-liquidez-planejamento-e-para-ja</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/97-dc-news-talks-trautman-vp-da-cacb-sobre-a-reforma-tributaria-imposto-vai-direto-para-o-fisco-varejo-perdera-liquidez-planejamento-e-para-ja</guid>
<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]. Em 2027, com a Reforma Tributária, o varejo brasileiro vai sofrer com uma mudança das grandes – com efeito imediato sobre o dia a dia financeiro das empresas. O split payment, mecanismo central da reforma tributária, passa a operar gradual: no momento em que uma venda é liquidada, o valor… Continuar lendo [#97 DC NEWS TALKS]. Trautman, VP da CACB, sobre a Reforma Tributária: “Imposto vai direto para o fisco. Varejo perderá liquidez. Planejamento é para já”
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 10:26:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>97, NEWS, TALKS., Trautman, CACB, sobre, Reforma, Tributária:, “Imposto, vai, direto, para, fisco., Varejo, perderá, liquidez., Planejamento, para, já”</media:keywords>
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<title>Brasil atinge 66% de crianças alfabetizadas até o 2º ano do fundamental</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-atinge-66-de-criancas-alfabetizadas-ate-o-2o-ano-do-fundamental</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-atinge-66-de-criancas-alfabetizadas-ate-o-2o-ano-do-fundamental</guid>
<description><![CDATA[ Dado de 2025 foi divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Ministério da Educação ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 16:33:24 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Brasil, atinge, 66, crianças, alfabetizadas, até, 2º, ano, fundamental</media:keywords>
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<title>The LED aposta em monetização do PDV e mira dobrar de tamanho com avanço do retail media no Brasil</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/the-led-aposta-em-monetizacao-do-pdv-e-mira-dobrar-de-tamanho-com-avanco-do-retail-media-no-brasil</link>
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<description><![CDATA[ A The LED inicia nova fase de expansão após obter aporte de R$ 150 milhões, considerado o maior investimento já realizado no segmento brasileiro de painéis de LED e mídia in-store. Na visão do CEO e fundador, Richard Albanesi, nos últimos anos a companhia foi se “preparando para liderar essa transformação do varejo, investindo em… Continuar lendo The LED aposta em monetização do PDV e mira dobrar de tamanho com avanço do retail media no Brasil
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 16:33:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>The, LED, aposta, monetização, PDV, mira, dobrar, tamanho, com, avanço, retail, media, Brasil</media:keywords>
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<item>
<title>Thiago Moreno, da Spott, sobre o mercado de carros elétricos: “O desafio de ampliar a rede de infraestrutura continua intenso”</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/thiago-moreno-da-spott-sobre-o-mercado-de-carros-eletricos-o-desafio-de-ampliar-a-rede-de-infraestrutura-continua-intenso</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/thiago-moreno-da-spott-sobre-o-mercado-de-carros-eletricos-o-desafio-de-ampliar-a-rede-de-infraestrutura-continua-intenso</guid>
<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]O avanço na eletromobilidade urbana está diretamente ligado a uma infraestrutura de recarga bem distribuída, disponível e prática para o consumidor. Desde a proliferação de veículos com motores elétricos e híbridos nas ruas brasileiras, uma série de startups vem oferecendo serviços e tecnologias para tornar a jornada do usuário mais fácil… Continuar lendo Thiago Moreno, da Spott, sobre o mercado de carros elétricos: “O desafio de ampliar a rede de infraestrutura continua intenso”
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 10:04:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Thiago, Moreno, Spott, sobre, mercado, carros, elétricos:, “O, desafio, ampliar, rede, infraestrutura, continua, intenso”</media:keywords>
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<title>Franquia de importação ajuda PMEs no mercado externo e quer movimentar R$ 2,2 bilhões até 2033</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A rede de microfranquias Asia Source Brasil projeta movimentar R$ 2,2 bilhões em negociações comerciais até 2033 ao assumir a gestão completa de importação para PMEs. A rede, que registrou um faturamento próprio de R$ 36 milhões em 2025 e prevê atingir R$ 52 milhões em 2026, foca sua estratégia na… Continuar lendo Franquia de importação ajuda PMEs no mercado externo e quer movimentar R$ 2,2 bilhões até 2033
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 10:04:29 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Franquia, importação, ajuda, PMEs, mercado, externo, quer, movimentar, 2, 2, bilhões, até, 2033</media:keywords>
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<title>Em 2025, Brasil registra a maior produção de leite, couro e ovos da história; abate de bovinos, frangos e suínos também é recorde</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/em-2025-brasil-registra-a-maior-producao-de-leite-couro-e-ovos-da-historia-abate-de-bovinos-frangos-e-suinos-tambem-e-recorde</link>
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<description><![CDATA[ Em 2025, foram abatidas 42,94 milhões de cabeças de bovinos, representando um novo recorde e aumento de 8,2% em relação a 2024, até então o maior valor da série. A tendência de crescimento é observada desde 2022.
Também em 2025, foram abatidas 6,69 bilhões de cabeças de frangos, alta de 3,1% (+201,34 milhões de cabeças) em relação ao ano de 2024, alcançando novo recorde da série histórica iniciada em 1997. Em 2024, o abate de frangos também havia sido recorde.
Quanto ao abate de suínos, em 2025, foram abatidas 60,69 milhões de cabeças, aumento de 4,3% (+2,51 milhões de cabeças) em relação ao ano de 2024. Também é um novo recorde na série histórica, que não apresentou crescimento somente na passagem dos anos 2003/2004.
A aquisição de leite cru acumulada em 2025 foi de 27,51 bilhões de litros, um acréscimo de 8,5% sobre a quantidade registrada em 2024. Foi o terceiro ano seguido de crescimento na aquisição de leite, que chegou ao recorde em 2025.
A produção de ovos de galinha, em 2025, foi de 4,95 bilhões de dúzias, aumento de 5,7% em relação ao ano anterior, mais um recorde na série histórica da pesquisa. Desde 1998, a produção de ovos bate recorde no Brasil, crescendo por 28 anos seguidos.
Em 2025, os curtumes investigados pela Pesquisa Trimestral do Couro declararam ter recebido 44,03 milhões de peças inteiras de couro cru bovino. Essa quantidade, recorde na série histórica, foi 9,8% maior que a registrada em 2024.
No 4º trimestre de 2025, o abate de bovinos aumentou 14% em relação ao 4° trimestre de 2024 e teve queda de 2,7% comparado ao trimestre imediatamente anterior. O abate de frangos, no 4° trimestre de 2025, cresceu 5,7% em relação ao mesmo período de 2024 e 1,5% na comparação com o 3° trimestre de 2025. Já o abate de suínos, no 4° trimestre de 2025, registrou aumento de 5,8% em relação ao mesmo período de 2024 e queda de 3,5% na comparação com o 3° trimestre de 2025.
A aquisição de leite, no 4° trimestre de 2025, foi de 7,36 bilhões de litros, acréscimo de 8,6% em relação ao 4° trimestre de 2024, e aumento de 3,9% em comparação com o trimestre imediatamente anterior. Foi o trimestre com a maior aquisição de leite na série histórica, iniciada em 1997.
Foram produzidas 1,26 bilhão de dúzias de ovos de galinha no 4º trimestre de 2025, correspondendo a um aumento de 4,1% em relação à quantidade apurada no 4° trimestre de 2024 e crescimento de 1,5% sobre a registrada no trimestre imediatamente anterior.
Já a aquisição de peças inteiras de couro cru pelos curtumes registrou, no 4° trimestre de 2025, aumento de 11,8% em relação ao adquirido no 4° trimestre de 2024 e uma queda de 2,4% frente o 3° trimestre de 2025, somando 11,13 milhões de peças de couro.
Abate de Animais, Aquisição de Leite, Aquisição de Couro e Produção de Ovos de Galinha - Brasil - trimestres selecionados de 2024 e 2025   



 Abate de Animais, Aquisição de Leite, Aquisição de Couro Cru e Produção de Ovos de Galinha
2024
2025
2025
Variação (%)


4º trimestre
3º trimestre
4º trimestre
3 / 1
3 / 2 


1
2
3


Número de animais abatidos (mil cabeças)


BOVINOS
  9 687
  11 345
  11 043
14,0
-2,7


Bois
  5 400
  5 623
  5 876
8,8
4,5


Vacas
  2 667
  3 497
  3 121
17,0
-10,7


Novilhos
   428
   503
   559
30,6
11,1


Novilhas
  1 192
  1 721
  1 487
24,7
-13,6


SUÍNOS
  14 444
  15 835
  15 286
5,8
-3,5


FRANGOS
 1 622 899
 1 689 273
 1 714 735
5,7
1,5


Peso das carcaças (toneladas)


BOVINOS
 2 532 548
 2 979 368
 2 934 955
15,9
-1,5


Bois
 1 600 624
 1 705 958
 1 780 306
11,2
4,4


Vacas
  569 909
  762 922
  678 727
19,1
-11,0


Novilhos
  112 426
  140 022
  155 075
37,9
10,7


Novilhas
  249 588
  370 466
  320 847
28,6
-13,4


SUÍNOS
 1 326 399
 1 490 124
 1 411 132
6,4
-5,3


FRANGOS
 3 378 929
 3 595 468
 3 650 280
8,0
1,5


Leite (mil litros)


Adquirido
 6 783 999
 7 087 444
 7 364 719
8,6
3,9


Industrializado
 6 773 976
 7 078 091
 7 356 487
8,6
3,9


Couro (mil unidades)


Adquirido (cru)
  9 950
  11 400
  11 126
11,8
-2,4


Curtido
  9 135
  10 172
  9 597
5,1
-5,7


Ovos (mil dúzias)


Produção 
 1 209 554
 1 240 548
 1 259 160
4,1
1,5


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Agropecuárias - Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, Pesquisa Trimestral do Leite, Pesquisa Trimestral do Couro e Pesquisa da Produção de Ovos de Galinha. Nota: Os dados relativos ao ano de 2025 são preliminares.



Pelo segundo ano seguido, abate de bovinos é o maior da série histórica
Foram abatidas, em 2025, 42,94 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária, com aumento de 8,2% em relação ao ano anterior. Em todos os trimestres do ano, houve avanço em relação ao mesmo trimestre de 2024.
Esse resultado dá sequência à tendência de crescimento verificada desde 2022. É o maior número obtido no histórico da pesquisa, superando o registrado em 2024, até então o recorde da série.
Em 2025, o abate de fêmeas apresentou alta pelo quarto ano consecutivo, com um incremento de 18,2% em comparação ao ano passado.
O abate de 3,25 milhões de cabeças de bovinos a mais, no comparativo 2025/2024, foi causado por avanços em 26 das 27 unidades da federação. Dentre as unidades com 1% ou mais de participação na produção nacional, os acréscimos mais expressivos foram em São Paulo (+629,22 mil cabeças), no Pará (+472,77 mil cabeças), em Rondônia (+364,43 mil cabeças), em Goiás (+244,87 mil cabeças), no Mato Grosso (+199,21 mil de cabeças) e no Mato Grosso do Sul (+175,09 mil cabeças).
 Mato Grosso continuou liderando o ranking das UFs do abate de bovinos em 2025, com 17,1% da participação nacional, seguido por São Paulo (11,1%) e Goiás (9,9%)
No 4º trimestre de 2025, foram abatidas 11,04 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. Houve alta de 14% frente o 4º trimestre de 2024 e queda de 2,7% em relação ao 3º trimestre de 2025.
Abate de frangos bate o recorde que havia sido registrado em 2024
No acumulado do ano, foram abatidas 6,69 bilhões de cabeças de frango, incremento de 3,1% (+201,34 milhões de cabeças) em relação ao ano de 2024, estabelecendo novo recorde da série histórica iniciada em 1997.
Numa comparação mensal entre os anos de 2025 e 2024, dezembro apresentou a maior alta (+57,26 milhões de cabeças). Já abril teve a maior queda (-20,97 milhões de cabeças).
O abate de 201,34 milhões de cabeças de frangos a mais em 2025, em relação a 2024, foi determinado por aumento no abate em 23 das 26 unidades da federação que participaram da pesquisa. Entre aquelas com participação acima de 1,0% no total do país, houve avanços significativos em: Paraná (+67,09 milhões de cabeças), São Paulo (+43,69 milhões de cabeças), Goiás (+28,39 milhões de cabeças), Santa Catarina (+27,26 milhões de cabeças) e Rio Grande do Sul (+18,75 milhões de cabeças). As quedas mais significativas ocorreram no Mato Grosso do Sul (-3,91 milhões de cabeças) e no Mato Grosso (- 1,28 milhão de cabeças).
Paraná continuou liderando com folga o ranking das UFs no abate de frangos em 2025, com 34,4% de participação nacional, seguido por Santa Catarina (13,7%), Rio Grande do Sul (11,4%) e, logo em seguida, São Paulo (11,3%).
No 4º trimestre de 2025, foram abatidas 1,71 bilhão de cabeças de frangos. Esse resultado significou aumento de 5,7% em relação ao mesmo período de 2024 e alta de 1,5% na comparação com o 3° trimestre de 2025. Esse foi o melhor 4º trimestre da série histórica, impulsionado pelo outubro histórico (594,03 milhões de cabeças, o maior número em um mês da série iniciada em 1997).
Abate de suínos também bate recorde pelo segundo ano seguido
Em 2025, foram abatidas 60,69 milhões de cabeças de suínos, representando um aumento de 4,3% (+2,51 milhões de cabeças) em relação ao ano de 2024, que era o recorde da série histórica. Comparando-se mês a mês, setembro apresentou a maior alta em relação ao mesmo mês de 2024 (+471,71 mil cabeças de suínos), enquanto abril apresentou a maior queda (-31,57 mil cabeças)
O abate de 2,51 milhões de cabeças de suínos a mais em 2025, em relação ao ano anterior, foi impulsionado por avanços em 15 das 26 unidades da federação participantes da pesquisa. Dentre aquelas com 1,0% ou mais de participação nacional, ocorreram avanços significativos em: Minas Gerais (+760,72 mil cabeças), Rio Grande do Sul (+692,46 mil cabeças), Paraná (+457,33 mil cabeças), Mato Grosso do Sul (+324,64 mil cabeças) e Santa Catarina (+267,26 mil cabeças). Em contrapartida, ocorreram quedas em: São Paulo (-118,43 mil cabeças) e Mato Grosso (-29,05 mil cabeças).
Santa Catarina manteve a liderança no abate de suínos em 2025, com 28,2% do abate nacional, seguido por Paraná (21,2%) e Rio Grande do Sul (17,9%).
No 4º trimestre de 2025, o abate de suínos somou 15,29 milhões de cabeças, aumento de 5,8% ante ao mesmo período de 2024 e queda de 3,5% na comparação com o 3° trimestre de 2025.Foi o melhor 4° trimestre da série histórica. Ainda, outubro foi o mês com o maior abate da série, iniciada em 1997 (5,39 milhões de cabeças).
Abate de Animais, Aquisição de Leite, Aquisição de Couro e Produção de Ovos de Galinha - Brasil – anos de 2024 e 2025



 Abate de Animais, Aquisição de Leite, Aquisição de Couro Cru e Produção de Ovos de Galinha
2024
2025
Variação (%)


Anual
Anual
2 / 1


1
2


Número de animais abatidos (mil cabeças)


Bovinos
   39 689
   42 935
8,2


Suínos
   58 179
   60 692
4,3


Frangos
  6 488 695
  6 690 034
3,1


Peso das carcaças (toneladas)


Bovinos
  10 355 943
  11 099 773
7,2


Suínos
  5 358 897
  5 656 037
5,5


Frangos
  13 714 702
  14 291 101
4,2


Leite (mil litros)


Adquirido
  25 366 095
  27 513 720
8,5


Industrializado
  25 334 686
  27 478 314
8,5


Couro (mil unidades)


Adquirido (cru)
   40 083
   44 030
9,8


Curtido
   37 299
   38 485
3,2


Ovos (mil dúzias)


Produção 
  4 688 349
  4 953 353
5,7


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Agropecuárias - Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, Pesquisa Trimestral do Leite, Pesquisa Trimestral do Couro e Pesquisa da Produção de Ovos de Galinha. Nota: Os dados relativos ao ano de 2025 são preliminares.



Aquisição de leite cresce pelo terceiro ano seguido, resultado é recorde
Os laticínios que atuam sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária captaram, em 2025, 27,51 bilhões de litros, acréscimo de 8,5% sobre a quantidade registrada em 2024. Foi o terceiro ano de crescimento na aquisição de leite, após as quedas de 2021 e 2022. A aquisição de 2025 bateu o recorde que havia sido registrado em 2020, de 25,64 bilhões de litros.
Na comparação mensal, todos os meses apresentaram variação positiva em relação a 2024, sendo que a variação mais significativa foi constatada em outubro (+276,65 milhões de litros).
Houve acréscimo de 2,15 bilhões de litros de leite no Brasil, entre 2025 e 2024, resultado do aumento do volume captado em 21 das 26 unidades da federação participantes da Pesquisa Trimestral do Leite. Os avanços mais consideráveis ocorreram no Rio Grande do Sul (418,56 milhões de litros), no Paraná (391,83 milhões de litros) e em São Paulo (297,20 milhões de litros). Contudo, houve queda em cinco estados, as mais expressivas no Mato Grosso (-13,21 milhões de litros), no Espírito Santo (-10,73 milhões de litros) e no Distrito Federal (-3,16 milhões de litros).
Minas Gerais continuou liderando o ranking de aquisição de leite, com 23,9% da captação nacional, seguido por Paraná (15,6%) e Rio Grande do Sul (12,8%).
Se considerada a produção ao longo de 2025, o preço médio do litro de leite adquirido ficou entorno de R$ 2,56, queda de 1,9% em relação ao preço médio de 2024 (R$ 2,61). A queda foi ainda maior quando se compara o quarto trimestre de 2025 com o mesmo período de 2024. Os preços médios foram de R$ 2,21 no último trimestre, queda de 19,9%.
No 4º trimestre de 2025, a aquisição de leite cru feita pelos estabelecimentos que atuam sob algum tipo de inspeção sanitária foi de 7,36 bilhões de litros, incremento de 8,6% em relação ao 4° trimestre de 2024, e aumento de 3,9% em comparação com o trimestre imediatamente anterior.
Produção de ovos de galinha bate recorde pelo 28º ano seguido
A produção de ovos de galinha, em 2025, foi de 4,95 bilhões de dúzias, um aumento de 5,7% em relação ao ano anterior. Pelo 28º ano seguido, o total da produção anual é um recorde na série histórica da pesquisa, iniciada em 1998.
A produção de 265,00 milhões de dúzias de ovos a mais no País em relação a 2024, resultou do aumento de produção em 25 das 26 UFs com granjas enquadradas no universo da pesquisa, sendo que o único decréscimo foi observado no Ceará. Os aumentos mais expressivos ocorreram em: Minas Gerais (+37,7 milhões de dúzias), São Paulo (+31,59 milhões de dúzias), Pernambuco (+30,43 milhões de dúzias), Mato Grosso do Sul (+21,5 milhões de dúzias) e Rio Grande do Norte (+20,6 milhões de dúzias).
São Paulo continuou liderando o ranking dos estados em produção de ovos de galinha, com 25,2% da produção nacional, seguido por Minas Gerais (9,9%), pelo Paraná (9,6%) e pelo Espírito Santo (7,7).
Em 2025, 54,1% das granjas (1.179) produziram ovos para o consumo e 45,9% (1.000) das granjas produziram ovos para incubação. Assim, 82,4% dos ovos produzidos no país foram para consumo e 17,6% foram para incubação.
No 4º trimestre de 2025, a produção de ovos de galinha alcançou de 1,26 bilhão de dúzias, correspondendo a um aumento de 4,1% em relação à quantidade apurada no mesmo trimestre de 2024 e de 1,5% sobre a registrada no trimestre imediatamente anterior. O 4º trimestre de 2025 apresentou a maior produção já registrada pela pesquisa em um trimestre.
Aquisição de couro em 2025 foi a maior já registrada no Brasil
Em 2025, os curtumes investigados pela Pesquisa Trimestral do Couro declararam ter recebido 44,03 milhões de peças inteiras de couro cru bovino. Essa quantidade, recorde na série histórica, foi 9,8% maior que a registrada em 2024. O maior crescimento ocorreu no mês de abril (+32,4%).
Os curtumes investigados pela Pesquisa Trimestral do Couro são os que efetuam curtimento de pelo menos 5.000 unidades inteiras de couro cru bovino por ano.
O aumento de 3,95 milhões de peças inteiras de couro no Brasil foi influenciada pelo incremento do recebimento de peles bovinas em nove das 17 unidades da federação participantes da pesquisa. Dentre as UFs com mais de 5,0% de participação nacional, os avanços mais significativos ocorreram em: Goiás (+1,48 milhão de peças), Rio Grande do Sul (586,02 mil peças) e Rondônia (+300,03 mil peças). Paraná, porém, apresentou redução de 45,15 mil peças.
No ranking das UFs, Goiás manteve a liderança da recepção de peles pelos curtumes em 2025, com 19,4% de participação nacional, seguido por Mato Grosso (15,6%) e Mato Grosso do Sul (11,7%).
No quarto trimestre de 2025, os curtumes investigados pela Pesquisa Trimestral do Couro declararam ter recebido 11,13 milhões de peças inteiras. Isso representa um aumento de 11,8% em relação ao adquirido no 4° trimestre de 2024 e um decréscimo de 2,4% frente o 3° trimestre de 2025.
Saiba mais sobre a Pesquisa Trimestral de Abate de Animais – ABATE: O que é a Pesquisa Trimestral de Abate de Animais? Série Históricas Tabelas Publicações
Saiba mais sobre a Pesquisa Trimestral do Leite – LEITE: O que é a Pesquisa Trimestral do Leite?Série HistóricasTabelas&gt;Publicações
Saiba mais sobre a Pesquisa Trimestral do Couro – COURO: O que é a Pesquisa Trimestral do Couro?Série HistóricasTabelasPublicações
Saiba mais sobre o Produção de Ovos de Galinha – POG: O que é a POG?Série Históricas&gt; Tabelas Publicações ]]></description>
<enclosure url="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/images/agenciadenoticias/releases/TriPecuaria_Release.png" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:57:27 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>2025, Brasil, registra, maior, produção, leite, couro, ovos, história, abate, bovinos, frangos, suínos, também, recorde</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Gilvandro Araújo, ex&#45;presidente do Cade e especialista em M&amp;amp;A: “Varejo precisa concentrar para crescer”</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/gilvandro-araujo-ex-presidente-do-cade-e-especialista-em-ma-varejo-precisa-concentrar-para-crescer</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/gilvandro-araujo-ex-presidente-do-cade-e-especialista-em-ma-varejo-precisa-concentrar-para-crescer</guid>
<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Fusões e aquisições (M&amp;A) movimentaram US$ 4,9 trilhões (R$ 25,8 trilhões) no mundo em 2025, aumento de 7% em número de operações e 40% em valores em relação ao ano anterior, de acordo com relatório da consultoria Bain &amp; Company, com sede nos Estados Unidos. O setor do varejo respondeu por… Continuar lendo Gilvandro Araújo, ex-presidente do Cade e especialista em M&amp;A: “Varejo precisa concentrar para crescer”
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:57:22 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Gilvandro, Araújo, ex-presidente, Cade, especialista, M&amp;A:, “Varejo, precisa, concentrar, para, crescer”</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Rodrigo Varela, do Divino Fogão, mira em megalojas e rodovias para “mudar o perfil do food service”</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/rodrigo-varela-do-divino-fogao-mira-em-megalojas-e-rodovias-para-mudar-o-perfil-do-food-service</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/rodrigo-varela-do-divino-fogao-mira-em-megalojas-e-rodovias-para-mudar-o-perfil-do-food-service</guid>
<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A rede de franquias Divino Fogão projeta a abertura de 40 novas unidades em 2026, no que deve ser o ano recorde de expansão da marca fundada há quatro décadas. A estratégia foca na consolidação de ‘megalojas’ com até 600 metros quadrados e salão próprio, modelo que marca a saída da… Continuar lendo Rodrigo Varela, do Divino Fogão, mira em megalojas e rodovias para “mudar o perfil do food service”
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:57:21 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Rodrigo, Varela, Divino, Fogão, mira, megalojas, rodovias, para, “mudar, perfil, food, service”</media:keywords>
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<title>Outono começa nesta sexta&#45;feira (20); veja a previsão</title>
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<description><![CDATA[ Nova estação se estende até o dia 21 de junho no Hemisfério Sul ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 15:09:31 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Outono, começa, nesta, sexta-feira, 20, veja, previsão</media:keywords>
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<title>ARTIGO, por Sérgio Wasserstein  “O futuro não será definido por uma vitória real, mas pela resiliência estratégica”</title>
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<description><![CDATA[ A mudança de status — de guerra de atrito para mobilização militar contra o regime do Irã — começou enquanto eu fechava um livro sobre a ascensão de Atenas. Era março de 2024. As manchetes falavam em ataques cirúrgicos, dissuasão, escalada controlada. No meu colo, porém, as páginas me levavam a outro março — o… Continuar lendo ARTIGO, por Sérgio Wasserstein  “O futuro não será definido por uma vitória real, mas pela resiliência estratégica”
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 15:09:23 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>ARTIGO, por, Sérgio Wasserstein , “O, futuro, não, será, definido, por, uma, vitória, real, mas, pela, resiliência, estratégica”</media:keywords>
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<title>Sebrae: número de pequenos negócios (23,9 milhões) é recorde, mas inadimplência atinge 7,7 milhões</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Com número recorde de CNPJs ativos no último trimestre de 2025 – 23,9 milhões –, o mercado dos pequenos negócios vê o total de micro e pequenas empresas encostar no de microempreendedores individuais. As MPEs passaram de 40,3% em 2022, para 48,2%, enquanto os MEIs foram de 59,7% para 51,8%, o… Continuar lendo Sebrae: número de pequenos negócios (23,9 milhões) é recorde, mas inadimplência atinge 7,7 milhões
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 15:09:22 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Sebrae:, número, pequenos, negócios, 23, 9, milhões, recorde, mas, inadimplência, atinge, 7, 7, milhões</media:keywords>
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<title>Câmara aprova urgência para novo teto do MEI e atende pleito antigo dos empresários</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A Câmara dos Deputados aprovou na noite de terça-feira (17) o regime de urgência para o Projeto de Lei Complementar 108/21, do Senado, que aumenta para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida para enquadramento como Microempreendedor Individual. A proposta ainda libera a contratação de até dois empregados. Pelo rito… Continuar lendo Câmara aprova urgência para novo teto do MEI e atende pleito antigo dos empresários
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:30:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, urgência, para, novo, teto, MEI, atende, pleito, antigo, dos, empresários</media:keywords>
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<title>André Palme, da Estante Virtual: “Livros também têm protagonismo no varejo”</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Operar integrado a um ecossistema digital robusto tem se mostrado um diferencial competitivo para marcas especializadas. É o caso da Estante Virtual, marketplace de livros novos e usados. Na função de head da empresa desde junho do ano passado, após passagem pelo Skeelo, plataforma de e-books e audiolivros, André Palme afirma… Continuar lendo André Palme, da Estante Virtual: “Livros também têm protagonismo no varejo”
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 11:35:58 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>André, Palme, Estante, Virtual:, “Livros, também, têm, protagonismo, varejo”</media:keywords>
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<title>Hugo Motta reconhece defasagem em tabela do Simples e defende celeridade na trâmitação do texto na Câmara</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]O presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Alfredo Cotait Neto, pediu ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, celeridade na tramitação do reajuste da tabela do Simples Nacional, durante reunião da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), nesta terça-feira (17), em Brasília. “A tabela não é… Continuar lendo Hugo Motta reconhece defasagem em tabela do Simples e defende celeridade na trâmitação do texto na Câmara
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 08:47:42 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Hugo, Motta, reconhece, defasagem, tabela, Simples, defende, celeridade, trâmitação, texto, Câmara</media:keywords>
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<title>Remessas internacionais batem recorde em 2025 e impulsionam arrecadação federal com a “taxa das blusinhas”</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Brasileiros têm comprado cada vez mais em sites e aplicativos internacionais, e a arrecadação com o Programa Remessa Conforme (PRC), a chamada “taxa das blusinhas”, também tem batido recordes. Levantamento feito pela AGÊNCIA DC NEWS em balanços da Receita Federal mostra que, em 2025, entraram no Brasil 165,5 milhões de remessas… Continuar lendo Remessas internacionais batem recorde em 2025 e impulsionam arrecadação federal com a “taxa das blusinhas”
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 19:04:59 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Remessas, internacionais, batem, recorde, 2025, impulsionam, arrecadação, federal, com, “taxa, das, blusinhas”</media:keywords>
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<title>Incerteza cresce na reunião do Copom: há quem aposte em manutenção dos juros em vez do esperado corte</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã e pressão sobre os preços de combustíveis já repercutem no mercado financeiro. A ponto de alguns analistas já considerarem possível um cenário de manutenção da taxa básica de juros (Selic), na reunião do Copom que começa nesta terça (17) e termina quarta-feira (18),… Continuar lendo Incerteza cresce na reunião do Copom: há quem aposte em manutenção dos juros em vez do esperado corte
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 14:40:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Incerteza, cresce, reunião, Copom:, há, quem, aposte, manutenção, dos, juros, vez, esperado, corte</media:keywords>
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<title>Gestora da 5àsec e LavPop prevê 140 aberturas em 2026. “Meta agressiva porque é um ano de oportunidades”</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Controlador das redes de lavanderia 5àSec e LavPop, que têm respectivamente 640 e 110 unidades espalhadas pelo Brasil, o Grupo Froth trabalha com a meta de ampliar em 50 lojas a sua principal franquia e quase dobrar o tamanho da segunda marca, chegando a 200 unidades. Em 2025, a 5àsec registrou… Continuar lendo Gestora da 5àsec e LavPop prevê 140 aberturas em 2026. “Meta agressiva porque é um ano de oportunidades”
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 14:40:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Gestora, 5àsec, LavPop, prevê, 140, aberturas, 2026., “Meta, agressiva, porque, ano, oportunidades”</media:keywords>
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<title>Semana do Consumidor: comércio projeta alta, e pesquisa aponta opção para quitar dívidas</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Celebrado neste domingo (15), o Dia do Consumidor se origina de um movimento internacional pelos direitos de quem compra. Ainda nos anos 1980, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou diretrizes para proteção dos consumidores, que foram sendo atualizadas. Aos poucos, a data foi incorporada ao calendário do varejo, para estimular… Continuar lendo Semana do Consumidor: comércio projeta alta, e pesquisa aponta opção para quitar dívidas
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<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 08:09:46 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Semana, Consumidor:, comércio, projeta, alta, pesquisa, aponta, opção, para, quitar, dívidas</media:keywords>
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<title>[Série: Tirando o Crachá #08] Nohoa Arcanjo, da Creators Plataform: “Todo dia a gente aprende algo novo”</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]No novo episódio do Tirando o Crachá, parceria da AGÊNCIA DC NEWS com Felipe Ladislau, fundador da Black H. Office, a convidada foi Nohoa Arcanjo, CEO e cofundadora da Creators Platform, plataforma de marketing de influência que opera campanhas com centenas de criadores para marcas como YouTube, TikTok, L’Oréal, Carrefour e… Continuar lendo [Série: Tirando o Crachá #08] Nohoa Arcanjo, da Creators Plataform: “Todo dia a gente aprende algo novo”
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<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 17:59:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Série:, Tirando, Crachá, 08, Nohoa, Arcanjo, Creators, Plataform:, “Todo, dia, gente, aprende, algo, novo”</media:keywords>
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<title>ARTIGO, por Ingrid Devisate: “Delivery cresce em importância, mas rentabilidade se torna o novo desafio do Foodservice”</title>
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<description><![CDATA[ Nos últimos anos, o delivery deixou de ser um canal complementar para se tornar parte estrutural da estratégia comercial de grande parte dos restaurantes. Ele passou a influenciar cardápio, precificação, logística, marketing e relacionamento com o consumidor. A questão já não é mais estar ou não nas plataformas, mas de que forma o canal digital… Continuar lendo ARTIGO, por Ingrid Devisate: “Delivery cresce em importância, mas rentabilidade se torna o novo desafio do Foodservice”
O post ARTIGO, por Ingrid Devisate: “Delivery cresce em importância, mas rentabilidade se torna o novo desafio do Foodservice” apareceu primeiro em DC News. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 17:59:33 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>ARTIGO, por, Ingrid, Devisate:, “Delivery, cresce, importância, mas, rentabilidade, torna, novo, desafio, Foodservice”</media:keywords>
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<title>Para manter relevância, farmácias têm de agregar valor além da gôndola</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]O setor farmacêutico deve ganhar nos próximos dias mais um elemento que promete alterar a fórmula dos negócios do segmento, que nos últimos anos tem sido desafiado a se reinventar diante da concorrência acirrada entre grandes redes e a digitalização. No dia 2, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei… Continuar lendo Para manter relevância, farmácias têm de agregar valor além da gôndola
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<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 08:42:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Para, manter, relevância, farmácias, têm, agregar, valor, além, gôndola</media:keywords>
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<title>Inflação no Brasil fica abaixo de 4% pela primeira vez desde 2024, mas mercado aguarda pressão do petróleo</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]O IPCA acelerou de janeiro (0,33%) para fevereiro (0,70%), com pressão de mensalidades escolares e passagens aéreas. Mas a taxa acumulada em 12 meses deixou a casa dos 4% pela primeira vez em quase dois anos – desde maio de 2024 – e chegou a 3,81%. É a menor taxa desde… Continuar lendo Inflação no Brasil fica abaixo de 4% pela primeira vez desde 2024, mas mercado aguarda pressão do petróleo
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<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 15:55:53 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Inflação, Brasil, fica, abaixo, pela, primeira, vez, desde, 2024, mas, mercado, aguarda, pressão, petróleo</media:keywords>
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<title>[DC NEWS TALKS #95]. Sanz, Leroy Merlin: “Seremos referência em serviços no país. Meta é chegar a R$ 1 bi nesta vertical em 2026”</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Com 54 lojas (14 estados) e cerca de 10 mil funcionários no Brasil, a Leroy Merlin (do grupo francês Adeo) é a 30ª maior varejista do país, segundo o IRTT 2025, e tem ampliado sua estratégia de negócios. A marca passou a oferecer serviços de instalação e reformas, além de apostar… Continuar lendo [DC NEWS TALKS #95]. Sanz, Leroy Merlin: “Seremos referência em serviços no país. Meta é chegar a R$ 1 bi nesta vertical em 2026”
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<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 09:32:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>DC, NEWS, TALKS, 95., Sanz, Leroy, Merlin:, “Seremos, referência, serviços, país., Meta, chegar, nesta, vertical, 2026”</media:keywords>
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<title>Resultado positivo no varejo em janeiro faz crescer dúvida sobre decisão do Copom na semana que vem</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]O volume de vendas no varejo cresceu 0,4% de dezembro para janeiro e, segundo o IBGE, atingiu o ponto mais alto da série da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC). A expectativa do mercado era de estabilidade ou leve retração. Na comparação com janeiro de 2025, as vendas crescem 2,8%. Em 12… Continuar lendo Resultado positivo no varejo em janeiro faz crescer dúvida sobre decisão do Copom na semana que vem
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<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 19:06:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Resultado, positivo, varejo, janeiro, faz, crescer, dúvida, sobre, decisão, Copom, semana, que, vem</media:keywords>
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<title>Entre 26 ações do varejo acompanhadas pelo BTG, 18 têm recomendação de compra</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Levantamento com 26 ações do varejo acompanhadas pelo BTG Pactual mostra predominância de recomendações positivas para o setor. Do total de papéis analisados, 18 possuem recomendação de compra e oito aparecem com a posição neutra. Entre as ações com recomendação de compra e maior perspectiva percentual de ganhos estão a Veste… Continuar lendo Entre 26 ações do varejo acompanhadas pelo BTG, 18 têm recomendação de compra
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<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 19:06:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Entre, ações, varejo, acompanhadas, pelo, BTG, têm, recomendação, compra</media:keywords>
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<title>Inmet divulga alerta para chuva forte em todo o Brasil</title>
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<description><![CDATA[ Volume pode passar de 60 milímetros por hora nas regiões mais afetadas ]]></description>
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<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 08:23:53 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Em dez anos, micro e MEIs passam de 13% a 21% das empresas exportadoras. EPPs são 19%</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Entre as quase 30 mil empresas brasileiras exportadoras no final de 2025, número recorde, o destaque foi a participação de microempresas (MEs) e microempreendedores individuais (MEIs), segundo balanço do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). De 2015 a 2025, o número passou de 2,6 mil para 6,2 mil MEs/MEIs,… Continuar lendo Em dez anos, micro e MEIs passam de 13% a 21% das empresas exportadoras. EPPs são 19%
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<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 08:23:44 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>dez, anos, micro, MEIs, passam, 13, 21, das, empresas, exportadoras., EPPs, são, 19</media:keywords>
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<title>ARTIGO, por André Naves: “Chuvas paulistanas e a liberdade” </title>
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<description><![CDATA[ Sempre que o céu fica cinza, aqui em São Paulo, um terror toma conta de diversas comunidades… No Jardim Pantanal, por exemplo, extremo leste da capital, a elevação do nível do Rio Tietê resulta na invasão de residências por água e esgoto.  Moradores passam madrugadas monitorando o avanço da enchente, levantando móveis ou contabilizando a… Continuar lendo ARTIGO, por André Naves: “Chuvas paulistanas e a liberdade” 
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<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 08:23:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>ARTIGO, por, André, Naves:, “Chuvas, paulistanas, liberdade” </media:keywords>
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<title>Ecoville entra no ramo de lavanderias autônomas e avança em papéis e produtos de piscina de marca própria</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Em continuidade ao plano de ser referência em todas as frentes do ramo de limpeza, a Ecoville entra nos mercados de papéis (higiênico, toalha e guardanapo) e de produtos específicos para piscinas com sua marca própria a partir deste ano. Ao mesmo tempo, a companhia, que se tornou conhecida por sua… Continuar lendo Ecoville entra no ramo de lavanderias autônomas e avança em papéis e produtos de piscina de marca própria ]]></description>
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<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 09:47:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Ecoville, entra, ramo, lavanderias, autônomas, avança, papéis, produtos, piscina, marca, própria</media:keywords>
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<title>Com Orestes Miraglia Neto, Domino’s aposta em solução à brasileira para reduzir custo de franquias</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Uma adaptação criada pela operação brasileira da Domino’s para reduzir o custo de abertura de franquias começou a ser adotada por unidades da rede no exterior. O novo forno, desenvolvido a partir de uma demanda local, custa cerca de um terço do modelo originalmente exigido e surgiu após o CEO da… Continuar lendo Com Orestes Miraglia Neto, Domino’s aposta em solução à brasileira para reduzir custo de franquias ]]></description>
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<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 09:47:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Com, Orestes, Miraglia, Neto, Domino’s, aposta, solução, brasileira, para, reduzir, custo, franquias</media:keywords>
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<title>[Série: Tirando o Crachá #07] Renato Chaves, da Leo Madeiras: “Quanto mais técnico você é, mais consegue proteger o negócio”</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]No novo episódio do Tirando o Crachá, parceria da AGÊNCIA DC NEWS com Felipe Ladislau, fundador da Black H. Office, o convidado foi Renato Chaves, gerente sênior de Growth na Leo Madeiras. Durante a conversa, foi abordada a formação técnica, vista como diferencial em cargos de liderança. Para o executivo, a… Continuar lendo [Série: Tirando o Crachá #07] Renato Chaves, da Leo Madeiras: “Quanto mais técnico você é, mais consegue proteger o negócio” ]]></description>
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<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 08:03:40 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Série:, Tirando, Crachá, 07, Renato, Chaves, Leo, Madeiras:, “Quanto, mais, técnico, você, é, mais, consegue, proteger, negócio”</media:keywords>
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<title>Mercado formal contrata: jovem, pardo, com ensino médio e renda próxima ao salário mínimo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/mercado-formal-contrata-jovem-pardo-com-ensino-medio-e-renda-proxima-ao-salario-minimo</link>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]O mercado formal de trabalho abriu 112,3 mil vagas com carteira assinada no primeiro mês do ano, mas um olhar sobre perfil desses empregos mostra público bem definido. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as contratações se concentraram no público jovem… Continuar lendo Mercado formal contrata: jovem, pardo, com ensino médio e renda próxima ao salário mínimo ]]></description>
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<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 08:03:36 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Mercado, formal, contrata:, jovem, pardo, com, ensino, médio, renda, próxima, salário, mínimo</media:keywords>
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<title>Inadimplentes no varejo têm perfil: jovem, homem e que compra em óitcas e lojas de roupas e calçados</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A inadimplência no crediário do varejo – modalidade de financiamento oferecida pelas próprias lojas – alcançou 8,48% em fevereiro, segundo dados do Índice de Inadimplência do Meu Crediário. Mais do que indicar estabilidade em relação a janeiro (8,46%) e alta de 1,74 ponto percentual frente ao mesmo período do ano passado… Continuar lendo Inadimplentes no varejo têm perfil: jovem, homem e que compra em óitcas e lojas de roupas e calçados ]]></description>
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<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 10:03:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Inadimplentes, varejo, têm, perfil:, jovem, homem, que, compra, óitcas, lojas, roupas, calçados</media:keywords>
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<title>Roldão Atacadista incorpora galerias comerciais nas lojas para criar hub de serviços e ampliar fluxo &amp;amp;  rentabilidade</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]O Roldão Atacadista passou a incorporar galerias comerciais na entrada de suas lojas como estratégia para aumentar o fluxo de clientes, ampliar o tempo de permanência nas unidades e rentabilizar áreas antes subutilizadas. O modelo transforma parte do espaço dos supermercados em hubs de serviços e conveniência, com quiosques de marcas… Continuar lendo Roldão Atacadista incorpora galerias comerciais nas lojas para criar hub de serviços e ampliar fluxo &amp;  rentabilidade ]]></description>
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<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 10:03:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Roldão, Atacadista, incorpora, galerias, comerciais, nas, lojas, para, criar, hub, serviços, ampliar, fluxo, rentabilidade</media:keywords>
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<title>[DC NEWS TALKS #94]. Le Roux, CEO Veesion: “IA antifurto soluciona  dor do varejo. Brasil é um dos principais mercados”</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/dc-news-talks-94-le-roux-ceo-veesion-ia-antifurto-soluciona-dor-do-varejo-brasil-e-um-dos-principais-mercados</link>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A Veesion, startup francesa de inteligência artificial aplicada à prevenção de furtos no varejo, quer faturar globalmente entre 50 milhões e 60 de euros milhões até 2027. A tecnologia da empresa funciona a partir da leitura e análise de gestos em tempo real, que identifica comportamentos suspeitos e envia alertas ao… Continuar lendo [DC NEWS TALKS #94]. Le Roux, CEO Veesion: “IA antifurto soluciona  dor do varejo. Brasil é um dos principais mercados” ]]></description>
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<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:09:33 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>DC, NEWS, TALKS, 94., Roux, CEO, Veesion:, “IA, antifurto, soluciona, dor, varejo., Brasil, dos, principais, mercados”</media:keywords>
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<title>PNAD Contínua: taxa de desocupação é de 5,4% e taxa de subutilização é de 13,8% no trimestre encerrado em janeiro</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/pnad-continua-taxa-de-desocupacao-e-de-54-e-taxa-de-subutilizacao-e-de-138-no-trimestre-encerrado-em-janeiro</link>
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<description><![CDATA[ A taxa de desocupação (5,4%) no trimestre encerrado em janeiro de 2026 ficou estável frente ao trimestre de agosto a outubro de 2025 (5,4%) e caiu 1,1 p.p. ante o trimestre móvel de novembro de 2024 a janeiro de 2025 (6,5%).



Indicador/Período
Nov-dez-jan 2026
Ago-set-out 2025
Nov-dez-jan 2025


Taxa de desocupação
5,4%
5,4%
6,5%


Taxa de subutilização
13,8%
13,9%
15,5%


Rendimento real habitual
R$3.652
R$3.553
R$3.466


Variação do rendimento habitual em relação a:
2,8%
5,4%



A população desocupada (5,9 milhões) registrou estabilidade na comparação com o trimestre de agosto a outubro de 2025 (5,9 milhões). No confronto com igual trimestre do ano anterior (7,1 milhões), houve queda de 17,1% (menos 1,2 milhão de pessoas). 
A população ocupada (102,7 milhões) ficou estável no trimestre e aumentou 1,7% (mais 1,7 milhões de pessoas) no ano. O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi de 58,7%, com estabilidade no trimestre (58,8%) e crescendo 0,5 p.p. no ano (58,2%). 
A taxa composta de subutilização (13,8%) mostrou estabilidade no trimestre (13,9%) e teve queda de 1,8 p.p. no ano (15,5%). A população subutilizada (15,7 milhões) também ficou estável no trimestre (15,8 milhões) e recuou 11,5% (menos 2,0 milhões). 
A população subocupada por insuficiência de horas (4,5 milhões) ficou estável nas duas comparações. A população fora da força de trabalho (66,3 milhões) ficou estável no trimestre e cresceu 1,3% frente ao mesmo trimestre do ano anterior (mais 846 mil pessoas). 
A população desalentada (2,7 milhões) ficou estável no trimestre e teve redução de 15,2% (menos 476 mil pessoas) no ano. O percentual de desalentados (2,4%) mostrou estabilidade no trimestre e queda de 0,4 p.p. no ano (2,8%). 
O número de empregados no setor privado com carteira assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 39,4 milhões. Houve estabilidade no trimestre e alta de 2,1% (mais 800 mil pessoas) no ano. O número de empregados sem carteira no setor privado (13,4 milhões) ficou estável no trimestre e no ano. 
O número de trabalhadores por conta própria (26,2 milhões) ficou estável no trimestre e aumentou 3,7% no ano (mais 927 mil pessoas). Já o número de trabalhadores domésticos (5,5 milhões) mostrou estabilidade no trimestre e redução de 4,5% no ano (menos 257 mil pessoas). 
A taxa de informalidade foi de 37,5% da população ocupada (ou 38,5milhões de trabalhadores informais), contra 37,8% (ou 38,8 milhões) no trimestre encerrado em outubro e 38,4% (ou 38,8 milhões) no trimestre de novembro 2024 a janeiro de 2025. 
O rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.652) cresceu 2,8% no trimestre e 5,4% no ano. A massa de rendimento real habitual (R$ 370,3 bilhões) cresceu 2,9% no trimestre (mais R$ 10,5 bilhões) e 7,3% (mais R$ 25,1 bilhões) no ano.
Taxa de desocupação - Brasil - 2012/2026

A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas) no trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 chegou a 108,5 milhões de pessoas, permanecendo estável frente ao trimestre de agosto a outubro de 2025 e crescendo 0,4% (mais 472 mil pessoas) ante o mesmo trimestre móvel do ano anterior.
A análise da ocupação por grupamentos de atividade ante o trimestre de agosto a outubro de 2025 mostrou aumento nos grupamentos: Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (2,8%, ou mais 365 mil pessoas) e Outros serviços (3,5%, ou mais 185 mil pessoas). Houve redução no grupamento de Indústria geral (2,3%, ou menos 305 mil pessoas).
Frente ao trimestre de novembro de 2024 a janeiro de 2025, foi observado aumento nos grupamentos: Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (4,4%, ou mais 561 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (6,2%, ou mais 1,1 milhão de pessoas). Houve redução no grupamento de Serviços domésticos (4,2%, ou menos 243 mil pessoas).
Taxa composta de subutilização – Trimestres de novembro a janeiro – Brasil - 2012/2026 (%)

O rendimento médio mensal real habitualmente recebido no trabalho principal, segundo os grupamentos de atividade, do trimestre móvel de novembro de 2025 a janeiro de 2026, em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2025, mostrou aumento nas categorias: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (4,2%, ou mais R$ 93), Transporte, armazenagem e correio (3,2%, ou mais R$ 105), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,1%, ou mais R$ 150), e Outros serviços (12,9%, ou mais R$ 349). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.
A comparação com o trimestre de novembro de 2024 a janeiro de 2025 mostrou aumento nas categorias: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (9,0%, ou mais R$ 192), Construção (5,9%, ou mais R$ 157), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (5,4%, ou mais R$ 263), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,9%, ou mais R$ 186), e Serviços domésticos (4,7%, ou mais R$ 62). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.
A análise do rendimento médio mensal real por posições de ocupação do trimestre móvel de novembro de 2025 a janeiro de 2026, frente ao trimestre de agosto a outubro de 2025, mostrou aumento nas categorias: Empregado no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (4,4%, ou mais R$ 231), e Conta-própria (4,9%, ou mais R$ 144). As demais categorias não apresentaram variação significativa.
A comparação com o trimestre de novembro de 2024 a janeiro de 2025 mostrou que todas as posições apresentaram aumento: Empregado com carteira de trabalho assinada (2,8%, ou mais R$ 88), Empregado sem carteira de trabalho assinada (6,4%, ou mais R$ 158), Trabalhador doméstico (4,7%, ou mais R$ 62), Empregado no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (4,3%, ou mais R$ 225), Empregador (7,4%, ou mais R$ 624) e Conta-própria (7,8%, ou mais R$ 222).
Saiba mais sobre a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Divulgação Mensal – PNADC/M: 
O que é o PNAD Contínua? 
Séries Históricas
Tabelas 
Publicações 
  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:09:24 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>PNAD, Contínua:, taxa, desocupação, 5, 4, taxa, subutilização, 13, 8, trimestre, encerrado, janeiro</media:keywords>
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<title>Faturamento de franquias cresce 10,5% em 2025, avança 80% desde 2020, e supera R$ 300 bilhões</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/faturamento-de-franquias-cresce-105-em-2025-avanca-80-desde-2020-e-supera-r-300-bilhoes</link>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]O faturamento do setor de franquias cresceu 10,5% em 2025 e superou a marca de R$ 300 bilhões (R$ 301,7 bi), confirmando previsão da Associação Brasileira de Franchising (ABF). A alta se manteve em dois dígitos, apesar de ligeira redução de ritmo: depois de subir 14,3% em 2022, o aumento foi… Continuar lendo Faturamento de franquias cresce 10,5% em 2025, avança 80% desde 2020, e supera R$ 300 bilhões ]]></description>
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<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 11:54:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Faturamento, franquias, cresce, 10, 5, 2025, avança, 80, desde, 2020, supera, 300, bilhões</media:keywords>
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<title>[DC NEWS TALKS #94]. Le Roux, CEO Veesion: “IA antifurto veio para solucionar dor do varejo. Brasil é um dos principais mercados”</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/dc-news-talks-94-le-roux-ceo-veesion-ia-antifurto-veio-para-solucionar-dor-do-varejo-brasil-e-um-dos-principais-mercados</link>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A Veesion, startup francesa de inteligência artificial aplicada à prevenção de furtos no varejo, quer faturar globalmente entre 50 milhões e 60 de euros milhões até 2027. A tecnologia da empresa funciona a partir da leitura e análise de gestos em tempo real, que identifica comportamentos suspeitos e envia alertas ao… Continuar lendo [DC NEWS TALKS #94]. Le Roux, CEO Veesion: “IA antifurto veio para solucionar dor do varejo. Brasil é um dos principais mercados” ]]></description>
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<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 11:54:29 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Análise: entenda o que está perto (e o que não) no acordo UE&#45;Mercosul. E por que ele vai mudar a economia brasileira</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/analise-entenda-o-que-esta-perto-e-o-que-nao-no-acordo-ue-mercosul-e-por-que-ele-vai-mudar-a-economia-brasileira</link>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Há duas maneiras de olhar o acordo União Europeia (UE) com o Mercosul. A primeira é a juvenil-simplista. Que pode ser traduzida como: ‘Soltem fogos! Está tudo pronto e assinado’. A segunda é a adulta-complexa: ‘Há uma longa jornada à frente’. Lamentavelmente, esta dará mais trabalho. Lamentavelmente, ela está mais próxima… Continuar lendo Análise: entenda o que está perto (e o que não) no acordo UE-Mercosul. E por que ele vai mudar a economia brasileira ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 22:26:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Análise:, entenda, que, está, perto, que, não, acordo, UE-Mercosul., por, que, ele, vai, mudar, economia, brasileira</media:keywords>
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<item>
<title>Faturamento de franquias cresce menos ano a ano, mas avança 80% desde 2020 e supera R$ 300 bilhões</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/faturamento-de-franquias-cresce-menos-ano-a-ano-mas-avanca-80-desde-2020-e-supera-r-300-bilhoes</link>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]O faturamento do setor de franquias cresceu 10,5% em 2025 e superou a marca de R$ 300 bilhões (R$ 301,7 bi), confirmando previsão da Associação Brasileira de Franchising (ABF). A alta se manteve em dois dígitos, mas os dados divulgados pela entidade mostram redução de ritmo pelo terceiro ano seguido: depois… Continuar lendo Faturamento de franquias cresce menos ano a ano, mas avança 80% desde 2020 e supera R$ 300 bilhões ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 22:26:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Faturamento, franquias, cresce, menos, ano, ano, mas, avança, 80, desde, 2020, supera, 300, bilhões</media:keywords>
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<title>Bradesco mantém projeção do PIB de 1,5% em 2026 e vê inflação próxima da meta, apesar de risco externo maior</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/bradesco-mantem-projecao-do-pib-de-15-em-2026-e-ve-inflacao-proxima-da-meta-apesar-de-risco-externo-maior</link>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Em relatório divulgado na terça-feira (3) – já levando em conta o ambiente externo mais incerto após o início do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã – o Bradesco mantém a projeção de crescimento do PIB brasileiro em 1,5% e IPCA (3,8%) dentro da meta. Segundo a instituição, “por ora,… Continuar lendo Bradesco mantém projeção do PIB de 1,5% em 2026 e vê inflação próxima da meta, apesar de risco externo maior ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 19:50:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<item>
<title>Gustavo Succi, da Click Planos: “Corretagem de plano de saúde entra na era dos marketplaces”</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/gustavo-succi-da-click-planos-corretagem-de-plano-de-saude-entra-na-era-dos-marketplaces</link>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A corretagem de planos de saúde, tradicionalmente marcada por negociações presenciais, troca de documentos e comparações manuais, começa a migrar para o modelo de marketplace digital no Brasil. De olho na demanda de micro, pequenas e médias empresas — que enfrentam jornadas longas e complexas para contratar o benefício — a… Continuar lendo Gustavo Succi, da Click Planos: “Corretagem de plano de saúde entra na era dos marketplaces” ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 19:50:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Gustavo, Succi, Click, Planos:, “Corretagem, plano, saúde, entra, era, dos, marketplaces”</media:keywords>
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<item>
<title>Índice de Preços ao Produtor (IPP) é de 0,34% em janeiro</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/indice-de-precos-ao-produtor-ipp-e-de-034-em-janeiro</link>
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<description><![CDATA[ Em janeiro de 2026, os preços da indústria variaram 0,34% frente a dezembro de 2025, segundo resultado positivo consecutivo. De todo modo, o índice acumulado em 12 meses se mantém negativo, em -4,33%. Em 2026, por só compreender o dado de janeiro, a taxa acumulada é de 0,34%.
O Índice de Preços ao Produtor (IPP) das Indústrias Extrativas e de Transformação mede os preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, e abrange as grandes categorias econômicas.



Período
Taxa


Janeiro de 2026
0,34%


Dezembro de 2025
0,14%


Janeiro de 2025
0,15%


Acumulado no ano
0,34%


Acumulado em 12 meses
-4,33%



Para efeitos de comparação, em dezembro de 2025, o índice variou 0,14%. Já em janeiro de 2025, o IPP, na comparação mensal, havia sido de 0,15%.
Em janeiro 15 das 24 atividades industriais investigadas na pesquisa apresentaram variação positiva nos preços ante o mês imediatamente anterior. Em comparação, 14 atividades haviam apresentado maiores preços médios em dezembro em relação ao mês de novembro.
As quatro altas mais intensas em janeiro foram em metalurgia (2,73%); impressão (2,73%); outros produtos químicos (1,70%) e perfumaria, sabões e produtos de limpeza (1,67%).



Índice de Preços ao Produtor, segundo as Indústrias Extrativas e de Transformação (Indústria Geral) e Seções, Brasil, últimos três meses


Indústria Geral e Seções
Variação (%)


M/M-1
Acumulado no Ano
M/M-12


Nov/2025
Dez/2025
Jan/2026
Nov/2025
Dez/2025
Jan/2026
Nov/2025
Dez/2025
Jan/2026


Indústria Geral
-0,35
0,14
0,34
-4,64
-4,51
0,34
-3,36
-4,51
-4,33


B - Indústrias Extrativas
-3,32
3,14
1,39
-16,99
-14,39
1,39
-12,66
-14,39
-11,88


C - Indústrias de Transformação
-0,21
0,01
0,29
-4,02
-4,01
0,29
-2,91
-4,01
-3,96


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coord. de Estatísticas Conjunturais em Empresas



Na comparação entre os preços de janeiro e dezembro, metalurgia foi o setor industrial de maior destaque na composição do resultado agregado. A atividade influenciou com 0,18 ponto percentual (p.p.) na variação de 0,34% da indústria geral. Outras atividades que também sobressaíram foram outros produtos químicos (com 0,13 p.p. de influência); refino de petróleo e biocombustíveis (-0,07 p.p.) e indústrias extrativas (0,06 p.p.).
No acumulado em 12 meses, calculado comparando os preços de janeiro de 2026 aos de janeiro de 2025, o IPP chegou a -4,33%. Em dezembro, este indicador estava em -4,51%.
Os setores com as quatro maiores variações de preços na comparação em 12 meses foram: impressão (19,14%), indústrias extrativas (-11,88%), alimentos (-9,84%) e madeira (-8,69%). E, também na comparação com janeiro de 2025, os setores que mais influenciaram o resultado agregado foram: alimentos (-2,51 p.p.), refino de petróleo e biocombustíveis (-0,77 p.p.), indústrias extrativas (-0,56 p.p.) e outros produtos químicos (-0,51 p.p.).
Entre as grandes categorias econômicas, o resultado de janeiro repercutiu assim: -0,70% de variação em bens de capital (BK); 0,54% em bens intermediários (BI); e 0,26% em bens de consumo (BC), sendo que a variação observada nos bens de consumo duráveis (BCD) foi de 0,22%, ao passo que nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis (BCND) foi de 0,27%.
A principal influência dentre as Grandes Categorias Econômicas foi exercida por bens intermediários, cujo peso na composição do índice geral foi de 53,76%, respondendo por 0,29 p.p. do IPP de janeiro.
Nas demais categorias, bens de consumo influenciou o IPP de janeiro com 0,10 p.p. e bens de capital com -0,06 p.p.. No caso de bens de consumo, a influência observada em janeiro se divide em 0,01 p.p. por parte dos preços de bens de consumo duráveis, e 0,09 p.p. por parte de bens de consumo semiduráveis e não duráveis.



Índice de Preços ao Produtor, variação segundo as Indústrias Extrativas e de Transformação (Indústria Geral) e Grandes Categorias Econômicas, Brasil, últimos três meses


Indústria Geral e Grandes Categorias Econômicas
Variação (%)


M/M-1
Acumulado no Ano
M/M-12


Nov/2025
Dez/2025
Jan/2026
Nov/2025
Dez/2025
Jan/2026
Nov/2025
Dez/2025
Jan/2026


Indústria Geral
-0,35
0,14
0,34
-4,64
-4,51
0,34
-3,36
-4,51
-4,33


Bens de Capital (BK)
0,02
0,47
-0,70
0,25
0,71
-0,70
1,35
0,71
-0,63


Bens Intermediários (BI)
-0,72
0,35
0,54
-7,58
-7,26
0,54
-6,13
-7,26
-6,60


Bens de Consumo (BC)
0,10
-0,22
0,26
-1,28
-1,49
0,26
-0,22
-1,49
-1,73


Bens de Consumo Duráveis (BCD)
0,40
0,00
0,22
3,11
3,11
0,22
3,17
3,11
2,27


Bens de Consumo Semiduráveis e Não Duráveis (BCND)
0,05
-0,26
0,27
-2,11
-2,36
0,27
-0,87
-2,36
-2,49


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coord. de Estatísticas Conjunturais em Empresas



No acumulado em 12 meses, a variação de preços de bens de capital foi de -0,63% em janeiro de 2026. Os preços dos bens intermediários, por sua vez, variaram -6,60% neste intervalo e a variação em bens de consumo foi de -1,73%, sendo que bens de consumo duráveis apresentou variação de preços de 2,27% e bens de consumo semiduráveis e não duráveis de -2,49%.
No que diz respeito às influências no resultado agregado em 12 meses (-4,33%), bens de capital foi responsável por -0,05 p.p em janeiro. Houve, ainda, influência de -0,65 p.p. de bens de consumo e de -3,64 p.p. de bens intermediários.
O resultado de bens de consumo, em particular, foi influenciado em 0,14 p.p. por bens de consumo duráveis e em -0,78 p.p. por bens de consumo semiduráveis e não duráveis, este último com peso de 83,40% no cômputo da categoria de bens de consumo.
Destaques setoriais
Indústrias extrativas: com uma variação de 1,39% em janeiro, as indústrias extrativas voltaram a registrar alta em relação ao mês anterior, segunda alta consecutiva. Apesar disso, a atividade ainda opera em cenário de deflação quando comparada aos preços observados em janeiro de 2025. A taxa de -11,88% é a mais intensa entre todos os segmentos pesquisados.
A alta em janeiro foi impulsionada pelo desempenho dos produtos “minérios de cobre e seus concentrados, bruto ou beneficiado” e “óleos brutos de petróleo”. Por outro lado, no indicador interanual, apenas o produto “minérios de cobre e seus concentrados, bruto ou beneficiado” contribuiu para atenuar o cenário de deflação. De modo geral, o comportamento dos produtos segue alinhado à trajetória dos mercados internacionais.
Alimentos: pela nona vez consecutiva, a variação mensal dos preços do setor é negativa. Em janeiro contra dezembro, o recuo foi de -0,17%. Com isso, o acumulado em 12 meses foi a -9,84%, resultado menos intenso que o de dezembro de 2025 (-10,48%), mas mantendo o patamar negativo iniciado em setembro.
O destaque ao setor de alimentos se dá por ser o setor de maior peso na pesquisa (24,01%), além de ter tido a terceira maior variação absoluta em 12 meses (-9,84%) e ter tido a principal influência em pontos percentuais para o IPP acumulado em 12 meses (-2,51 p.p. dos -4,33% geral).
Dos produtos que mais influenciaram o setor, destacam-se margarina e leite longa vida, que tiveram avanços nos preços relativos à pressão de custos, com a menor captação do leite nas bacias leiteiras. Já pelo lado das quedas, carnes de suínos congeladas foi destaque devido à queda na demanda, enquanto açúcar VHP (very high polarization) se destacou com influência do período de safra. Destaca-se, ainda que a apreciação do real frente ao dólar tem impactado os preços do setor alimentício.
Refino de petróleo e biocombustíveis: neste setor, houve queda de 0,66% dos preços em janeiro. No acumulado em 12 meses, a queda chega a 7,64%, como tem sido registrado desde junho de 2025.
Na perspectiva da variação mensal, o setor manteve-se como a terceira principal influência da série, com um impacto de -0,07 p.p., em 0,34%, e a segunda principal influência nos últimos de 12 meses, representando -0,77 p.p., em -4,33%. O setor também se destacou por conta de seu peso no indicador, com 9,69% do total, a segunda maior contribuição na indústria.
Outros produtos químicos: após cinco meses de quedas, os preços dos produtos químicos voltaram a crescer na porta da fábrica. Em janeiro, a alta foi de 1,70%, a terceira maior entre os setores pesquisados, contribuindo com 0,13 p.p. no IPP de janeiro.
O avanço nos preços se deveu, principalmente, aos fertilizantes. Os maiores custos de aquisição de insumos importados (em particular os derivados de enxofre), que já haviam sido percebidos em parte dos concentrados fosfatados em dezembro, foram mais intensos e disseminados em janeiro. Como resultado, o grupo econômico de químicos inorgânicos, que no mês anterior havia apresentado alta de 1,24%, registrou aumento de 2,97% nos preços médios de janeiro.
Metalurgia: o setor acelerou o avanço já observado em dezembro (2,24%) e, em janeiro, apresentou alta mensal de 2,73%, a maior dentre as 24 atividades pesquisadas. Ainda, a metalurgia contribuiu com 0,18 p.p. no IPP de janeiro, a maior influência setorial. Apesar dos dois aumentos consecutivos, em média, os preços do setor acumulam queda de 4,91% nos últimos 12 meses.
O grupo de maior influência no indicador mensal, com impacto positivo, foi o de metais não ferrosos. Suas variações costumam estar ligadas às cotações das bolsas internacionais e, em janeiro, foi impactada, principalmente, por variações do ouro, que teve a cotação impulsionada por alta na demanda pelo ativo, e do cobre, com um déficit de oferta e baixo estoque.
Veículos automotores: na comparação com dezembro, os preços do setor subiram 0,24% em janeiro, oitava alta consecutiva. Assim, nos últimos 12 meses, a atividade acumulou uma variação de 2,30%, representando uma desaceleração em relação ao observado no mês anterior, que havia sido de 2,83%.
Entre os quatro produtos de maior influência no setor em janeiro, dois tiveram variação positiva nos preços: “componentes elétricos de ignição” e “sistemas de marcha e transmissão para veículos automotores”. Já “automóvel passageiro, a gasolina ou bicombustível” e “caminhão-trator, para reboques e semirreboques” tiveram queda nos preços em relação a dezembro.
Ainda neste setor, o grupo econômico “fabricação de automóveis, camionetas e utilitários” encerrou uma série de quatro altas de preços consecutivas e variou negativamente em janeiro, com um resultado de -0,14%. Apesar disso, o acumulado nos últimos 12 meses do grupo manteve-se positivo, em 1,84%.
Saiba mais sobre o Índice de Preços ao Produtor – Indústrias Extrativas e de Transformação - IPP: 
O que é o IPP?  Série Históricas  Tabelas  Publicações  ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:15:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Índice, Preços, Produtor, IPP, 34, janeiro</media:keywords>
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<item>
<title>WEForum firma acordos com Índia  e Moçambique. Desigualdade de gênero no comércio exterior é barreira a ser quebrada, dizem lideranças</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/weforum-firma-acordos-com-india-e-mocambique-desigualdade-de-genero-no-comercio-exterior-e-barreira-a-ser-quebrada-dizem-liderancas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/weforum-firma-acordos-com-india-e-mocambique-desigualdade-de-genero-no-comercio-exterior-e-barreira-a-ser-quebrada-dizem-liderancas</guid>
<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Brasília sediou a 5ª edição do WEForum, nesta terça (3), realizado pelo Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), ligado à ACSP, Facesp e CACB. E o Brasil deu um passo importante ao assinar acordos de cooperação com a Índia e Moçambique para fortalecer o empreendedorismo feminino internacional. O… Continuar lendo WEForum firma acordos com Índia  e Moçambique. Desigualdade de gênero no comércio exterior é barreira a ser quebrada, dizem lideranças ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:15:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>WEForum, firma, acordos, com, Índia, Moçambique., Desigualdade, gênero, comércio, exterior, barreira, ser, quebrada, dizem, lideranças</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Mercado livre de energia concentra 43% do total. PMEs têm se destacado nas novas adesões</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/mercado-livre-de-energia-concentra-43-do-total-pmes-tem-se-destacado-nas-novas-adesoes</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/mercado-livre-de-energia-concentra-43-do-total-pmes-tem-se-destacado-nas-novas-adesoes</guid>
<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]O ritmo de migração de consumidores para o mercado livre de energia diminuiu em 2025, mas o setor já concentra 43% da carga – esse total era de 25% dez anos antes. E chegará a 70% ou 75% até 2035, calcula o CEO da Envoy Energy, Alexandre Viana. “As grandes indústrias… Continuar lendo Mercado livre de energia concentra 43% do total. PMEs têm se destacado nas novas adesões ]]></description>
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<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:15:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Mercado, livre, energia, concentra, 43, total., PMEs, têm, destacado, nas, novas, adesões</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Novas regras do BC, falta de mão de obra e adequações tecnológicas adiam em um ano entrada da Checkout.com no Brasil</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/novas-regras-do-bc-falta-de-mao-de-obra-e-adequacoes-tecnologicas-adiam-em-um-ano-entrada-da-checkoutcom-no-brasil</link>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A plataforma de pagamentos britânica Checkout.com pretende manter a média de crescimento em 30% em todo o mundo, mas no Brasil a situação ainda é diferente. Devido às mudanças regulatórias do Banco Central durante 2025, em que se tornou obrigatória a necessidade de licença para a operação de todas as empresas… Continuar lendo Novas regras do BC, falta de mão de obra e adequações tecnológicas adiam em um ano entrada da Checkout.com no Brasil ]]></description>
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<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:17:58 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Novas, regras, BC, falta, mão, obra, adequações, tecnológicas, adiam, ano, entrada, Checkout.com, Brasil</media:keywords>
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<title>Fusão Petz&#45;Cobasi desafia pequenos e médios pet shops, mas carga tributária é a maior trava para o setor</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A fusão entre Petz e Cobasi, aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em dezembro de 2025, criou o maior varejista pet do Brasil. A nova configuração exigirá o fechamento de 26 lojas para evitar concentração excessiva em determinadas regiões, mas ainda assim consolida mais de 500 pontos de venda… Continuar lendo Fusão Petz-Cobasi desafia pequenos e médios pet shops, mas carga tributária é a maior trava para o setor ]]></description>
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<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:17:57 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Fusão, Petz-Cobasi, desafia, pequenos, médios, pet, shops, mas, carga, tributária, maior, trava, para, setor</media:keywords>
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<title>PIB cresce 2,3% em 2025 e fecha o ano em R$ 12,7 trilhões</title>
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<description><![CDATA[ Em 2025, o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 2,3% frente a 2024. A Agropecuária (11,7%), os Serviços (1,8%) e a Indústria (1,4%) cresceram.
 


Período de comparação
Indicadores


PIB
AGROP
INDUS
SERV
FBCF
CONS. FAM
CONS. GOV


Trimestre / trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal)
0,1%
0,5%
-0,7%
0,8%
-3,5%
0,0%
0,6%


Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior (sem ajuste sazonal)
1,8%
12,1%
0,6%
2,0%
-3,1%
1,0%
3,6%


Acumulado em quatro trimestres / mesmo período do ano anterior (sem ajuste sazonal)
2,3%
11,7%
1,4%
1,8%
2,9%
1,3%
2,1%


Valores correntes no 4º trimestre (R$)
3,3 trilhões
101,5 bilhões
648,4 bilhões
2,0 trilhões
525,3 bilhões
2,1 trilhões
710,8 bilhões


Valores correntes no ano (R$)
12,7 trilhões
775,3 bilhões
2,6 trilhões
7,6 trilhões
2,1 trilhões
8,1 trilhões
2,4 trilhões


Taxa de investimento (FBCF/PIB) 2025 = 16,8%


Taxa de Poupança (POUP/PIB) 2025 = 14,4%


PIB per capita 2025 = R$ 59.687,49 com alta de 1,9% ante 2024



Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 12,7 trilhões em 2025. Já o PIB per capita chegou a R$ 59.687,49, com avanço real de 1,9% frente ao ano anterior.
A taxa de investimento em 2025 foi de 16,8% do PIB, contra 16,9% em 2024. A taxa de poupança, por sua vez, ficou em 14,4% em 2025, ante 14,1% em 2024.
Frente ao 3º trimestre de 2025, na série com ajuste sazonal, o PIB variou 0,1%. Houve altas nos Serviços (0,8%) e na Agropecuária (0,5%), enquanto a Indústria recuou 0,7%.
Em relação ao 4º trimestre de 2024, o PIB avançou 1,8%. Houve crescimento na Agropecuária (12,1%), na Indústria (0,6%) e nos Serviços (2,0%).



Principais resultados do PIB a preços de mercado do 4º trimestre de 2024 ao 4º trimestre de 2025 (%)



2024.IV
2025.I
2025.II
2025.III
2025.IV


Acumulado ao longo do ano / mesmo período do ano anterior
3,4
3,1
2,7
2,4
2,3


Últimos quatro trimestres / quatro trimestres imediatamente anteriores
3,4
3,6
3,3
2,7
2,3


Trimestre / mesmo trimestre do ano anterior
3,6
3,1
2,4
1,8
1,8


Trimestre / trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal)
0,0
1,5
0,3
0,0
0,1


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais



PIB cresce 2,3% em 2025
O PIB em 2025 cresceu 2,3% frente ao ano anterior. Com isso, o PIB per capita alcançou R$ 59.687,49, com avanço real de 1,9% frente ao ano anterior. O PIB resultou do aumento de 2,4% do Valor Adicionado a preços básicos e de 1,7% no volume dos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios. O resultado do Valor Adicionado nesta comparação refletiu os desempenhos da Agropecuária (11,7%), da Indústria (1,4%) e dos Serviços (1,8%).
A variação em volume do Valor Adicionado da Agropecuária em 2025 (11,7%) decorreu, principalmente, do crescimento da produção e da produtividade na Agricultura. Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE), várias culturas registraram crescimento de produção em 2025, com destaque para o milho (23,6%) e a soja (14,6%), que alcançaram produções recordes na série histórica. Cabe ressaltar que a Pecuária também teve contribuição positiva em 2025.
Na Indústria, o destaque positivo foram as Indústrias Extrativas (8,6%) devido ao crescimento da extração de petróleo e gás. A Construção cresceu 0,5%, justificada pela alta da massa salarial real na atividade. Por outro lado, a Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos apresentou variação negativa (-0,4%), influenciada pela piora relativa das bandeiras tarifárias em relação a 2024. Já as Indústrias de Transformação registraram variação negativa (-0,2%), principalmente, pela queda na fabricação de coque e derivados do petróleo; produtos de metal e bebidas.
Todas as atividades dos Serviços cresceram: Informação e comunicação (6,5%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (2,9%), Transporte, armazenagem e correio (2,1%), Outras atividades de serviços (2,0%), Atividades imobiliárias (2,0%), Comércio (1,1%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,5%).
Pela ótica da despesa, houve crescimento de 2,9% da Formação Bruta de Capital Fixo, explicado pelo acréscimo da importação de bens de capital, desenvolvimento de software, além da alta na Construção, que compensaram a queda na produção interna de bens de capital.
O Consumo das Famílias cresceu 1,3% em relação ao ano anterior puxada pela melhora no mercado de trabalho, pelo aumento do crédito e pelos programas governamentais de transferência de renda. Entretanto, esta taxa representa uma desaceleração em relação ao crescimento de 2024 (5,1%) devido, principalmente, aos efeitos adversos da política monetária contracionista. O Consumo do Governo, por sua vez, cresceu 2,1%.
No setor externo, houve altas tanto nas Exportações de Bens e Serviços (6,2%) quanto nas Importações de Bens e Serviços (4,5%). Na pauta de exportações, os destaques foram: extração de petróleo; veículos automotores; agropecuária. Nas importações, destacam-se: outros equipamentos de transportes; máquinas e equipamentos; produtos químicos.
PIB apresenta estabilidade de 0,1% em relação ao 3º tri de 2025
No quarto trimestre de 2025, o PIB apresentou variação positiva de 0,1% ante o terceiro trimestre de 2025, na série com ajuste sazonal. Os Serviços e a Agropecuária cresceram 0,8% e 0,5%, respectivamente. Já a Indústria recuou 0,7%.
Entre as atividades industriais, houve queda na Construção (-2,3%) e nas Indústrias de Transformação (-0,6%). Por outro lado, as Indústrias Extrativas (1,1%) e a Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (1,5%) tiveram resultados positivos.
Nos Serviços, houve variações positivas em Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (3,3%), Informação e comunicação (1,5%), Outras atividades de serviços (0,7%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,4%). Houve estabilidade em Atividades imobiliárias (0,2%), e resultados negativos em Comércio (-0,3%), Transporte, armazenagem e correio (-1,4%).
Pela ótica da despesa, houve crescimento no Consumo do Governo (1,0%), estabilidade no Consumo das Famílias (0,0%) e queda da Formação Bruta de Capital Fixo (-3,5%).
No setor externo, na mesma comparação, as Exportações de Bens e Serviços avançaram 3,7%, enquanto as Importações de Bens e Serviços caíram 1,8%.
Em relação ao 4º tri de 2024, PIB cresce 1,8%
Frente ao mesmo período de 2024, o PIB avançou 1,8% no último trimestre de 2025, seu vigésimo resultado positivo consecutivo nesta comparação. O Valor Adicionado a preços básicos e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios cresceram 1,9% e 1,0%, respectivamente.
A Agropecuária cresceu 12,1% no quarto trimestre de 2025, nessa comparação, devido à contribuição positiva da Pecuária e ao bom desempenho de alguns produtos com safra relevante no trimestre, com destaque para fumo (29,8%), laranja (28,4%) e trigo (3,7%).
A Indústria avançou 0,6% no quarto trimestre de 2025. As Indústrias Extrativas (12,0%) obtiveram alta, puxadas pelo crescimento na extração de petróleo e gás. A Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos também registrou avanço (1,0%), puxado pelo crescimento do consumo residencial de energia elétrica e gás. Por outro lado, as Indústrias de Transformação recuaram (-2,0%), seu terceiro resultado negativo consecutivo nessa comparação, influenciadas pela retração em fabricação de derivados do petróleo; indústria automobilística; produtos de metal; e produtos químicos. A Construção recuou 2,9% no trimestre, corroborado pela queda no emprego na atividade, na produção de insumos típicos e na comercialização de material da construção.
Os Serviços cresceram 2,0% ante o mesmo período do 2024, principalmente, pelos resultados positivos de Informação e comunicação (7,1%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (4,5%), Outras atividades de serviços (2,1%), Atividades Imobiliárias (1,9%), Transporte, armazenagem e correio (1,7%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,9%) e Comércio (0,2%).
No quarto trimestre de 2025, o Consumo das Famílias cresceu 1,0%, beneficiado pelos resultados favoráveis do mercado de trabalho, pelo aumento no crédito e pelos programas governamentais de transferência de renda, frente ao mesmo trimestre de 2024. O Consumo do Governo (3,6%) também teve elevação no período. A Formação Bruta de Capital Fixo teve queda de 3,1% no quarto trimestre de 2025, devido ao recuo da produção interna de bens de capital e da Construção.
No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços cresceram 14,2%, enquanto as Importações de Bens e Serviços recuaram 0,3% no quarto trimestre de 2025. Na pauta de exportações, os melhores desempenhos foram de agricultura; extração de petróleo; produtos alimentícios; e extração de minerais metálicos. Nas importações, os destaques negativos foram: produtos químicos; máquinas; aparelhos elétricos extração de petróleo e os destaques positivos foram: derivados de petróleo e extração de minerais não metálicos.
PIB chega a R$ 12,7 trilhões
O PIB em 2025 totalizou R$ 12,7 trilhões, sendo R$ 11,0 trilhões do Valor Adicionado a preços básicos e R$ 1,8 trilhão de Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios. Considerando o Valor Adicionado das atividades no ano, a Agropecuária registrou R$ 775,3 bilhões, a Indústria R$ 2,6 trilhões e os Serviços R$ 7,6 trilhões. Entre os componentes da despesa, o Consumo das Famílias totalizou R$ 8,1 trilhões, o Consumo do Governo R$ 2,4 trilhões e a Formação Bruta de Capital Fixo R$ 2,1 trilhões. A Balança de Bens e Serviços ficou superavitária em R$ 44,6 bilhões e a Variação de Estoque foi de R$ 30,2 bilhões.
A taxa de investimento de 2025 foi de 16,8% do PIB, contra 16,9% em 2024. Já a taxa de poupança, ficou em 14,4%, ante 14,1% em 2024.
Saiba mais sobre o Sistema de Contas Nacionais Trimestrais – SCNT:
O que é o SCNT?  Série Histórica  Tabelas  Publicações  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:17:50 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Ana Claudia Badra Cotait, presidente do CMEC: “WEForum é território de conexões estratégicas”</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Brasília recebe amanhã, o WEForum 2026 – Women Entrepreneurs Forum, encontro internacional voltado ao empreendedorismo feminino e à liderança global. Com o tema “Mulheres que Criam, Inovam e Fazem”, o evento realizado pelo Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), acontece no Royal Tulip Brasília Alvorada e reúne empresárias,… Continuar lendo Ana Claudia Badra Cotait, presidente do CMEC: “WEForum é território de conexões estratégicas” ]]></description>
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<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 18:52:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Ana, Claudia, Badra, Cotait, presidente, CMEC:, “WEForum, território, conexões, estratégicas”</media:keywords>
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<title>Acesso à energia supera localização e redefine mapa global para construção de data centers, diz JLL</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]O avanço da inteligência artificial não está apenas dobrando a capacidade global de data centers — está mudando o critério que define onde eles serão construídos. Segundo o relatório 2026 Data Center Outlook, da JLL, o acesso à energia elétrica em larga escala, com fornecimento estável, conexão rápida à rede e… Continuar lendo Acesso à energia supera localização e redefine mapa global para construção de data centers, diz JLL ]]></description>
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<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 18:52:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Acesso, energia, supera, localização, redefine, mapa, global, para, construção, data, centers, diz, JLL</media:keywords>
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<title>Lua de Sangue: eclipse será visível em parte do Brasil</title>
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<description><![CDATA[ Fenômeno terá início às 5h44 desta terça-feira (03) ]]></description>
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<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 18:52:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Lua, Sangue:, eclipse, será, visível, parte, Brasil</media:keywords>
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<title>ARTIGO, por Joel Risso. “Amazon: sinônimo de eficiência, inovação e a disciplina de pensar em décadas”</title>
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<description><![CDATA[ Nas últimas semanas, a Amazon anunciou novas rodadas de desligamentos, revisões organizacionais e a redução deliberada de camadas hierárquicas. O movimento faz parte de um esforço contínuo de simplificação interna e aumento da velocidade de execução. Em um mercado cada vez mais orientado por retornos imediatos, decisões como essa costumam ser lidas apenas sob a… Continuar lendo ARTIGO, por Joel Risso. “Amazon: sinônimo de eficiência, inovação e a disciplina de pensar em décadas” ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 20:53:24 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>ARTIGO, por, Joel, Risso., “Amazon:, sinônimo, eficiência, inovação, disciplina, pensar, décadas”</media:keywords>
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<title>[Série: Tirando o Crachá #06] Juliana Oliveira, da Oliver Press: “Quando eu abri mão da cultura da empresa, ela esfriou”</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]No novo episódio do Tirando o Crachá, parceria da AGÊNCIA DC NEWS com Felipe Ladislau, fundador da Black H. Office, a convidada foi Juliana Oliveira, CEO e fundadora da agência Oliver Press. A executiva discutiu sobre o papel da liderança hoje dentro das empresas, e argumentou que a cultura é um… Continuar lendo [Série: Tirando o Crachá #06] Juliana Oliveira, da Oliver Press: “Quando eu abri mão da cultura da empresa, ela esfriou” ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 20:53:23 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Série:, Tirando, Crachá, 06, Juliana, Oliveira, Oliver, Press:, “Quando, abri, mão, cultura, empresa, ela, esfriou”</media:keywords>
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<title>IPCA&#45;15 foi de 0,84% em fevereiro</title>
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<description><![CDATA[ O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi de 0,84% em fevereiro, 0,64 ponto percentual (p.p.) acima do resultado de janeiro (0,20%). No ano, o IPCA-15 acumula alta de 1,04% e, nos últimos 12 meses, de 4,10%, abaixo dos 4,50% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em fevereiro de 2025, a taxa foi de 1,23%.



Período
Taxa


Fevereiro de 2026
0,84%


Janeiro de 2026
0,20%


Fevereiro de 2025
1,23%


Acumulado no ano
1,04%


Acumulado nos últimos 12 meses
4,10%



Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, Transportes (1,72%) teve o maior impacto (0,35 p.p.), enquanto Educação, com 0,32 p.p. de impacto, apresentou a maior variação (5,20%). Os demais grupos oscilaram entre o -0,42% de Vestuário e o 0,67% de Saúde e cuidados pessoais.



Grupo
Variação (%)
Impacto (p.p.)  


Janeiro
Fevereiro
Janeiro
Fevereiro 


Índice Geral
0,20
0,84
0,20
0,84 


Alimentação e bebidas
0,31
0,20
0,07
0,04 


Habitação
-0,26
0,06
-0,04
0,01 


Artigos de residência
0,43
0,21
0,02
0,01 


Vestuário
0,28
-0,42
0,01
-0,02 


Transportes
-0,13
1,72
-0,03
0,35 


Saúde e cuidados pessoais
0,81
0,67
0,11
0,09 


Despesas pessoais
0,28
0,20
0,03
0,02 


Educação
0,05
5,20
0,00
0,32 


Comunicação
0,73
0,39
0,03
0,02 


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços, SistemaNacional de Índices de Preços ao Consumidor.   



Em Educação (5,20%), a maior contribuição (0,28 p.p.) veio dos cursos regulares (6,18%), por conta dos reajustes habitualmente praticados no início do ano letivo. As maiores variações foram registradas no ensino médio (8,19%), ensino fundamental (8,07%) e pré-escola (7,49%).
No grupo dos Transportes (1,72% e 0,35 p.p.), a maior variação foi nas passagens aéreas, que aumentaram 11,64%. Os combustíveis subiram 1,38%, com acréscimos nos preços do etanol (2,51%), da gasolina (1,30%) e do óleo diesel (0,44%), enquanto o gás veicular teve resultado negativo de 1,06%.
O subitem ônibus urbano apresentou variação de 7,52%, em razão da apropriação dos seguintes reajustes nas tarifas:

8,70% em Belo Horizonte (14,68%), a partir de 1º de janeiro contemplando, também, as gratuidades aos domingos e feriados.
6,00% em São Paulo (13,97%), a partir de 06 de janeiro, considerando as gratuidades aos domingos e feriados.
20,00% em Fortaleza (11,14%), a partir de 1º de janeiro.
5,36% em Salvador (4,37%), a partir de 05 de janeiro.
6,38% no Rio de Janeiro (4,17%), a partir de 04 de janeiro.
4,46% em Recife (1,86%), a partir de 1° de fevereiro.

Além disso, por conta da redução tarifária aos domingos e feriados, Curitiba registrou variação de 4,29% no ônibus urbano e, em Belém, a alta foi de 9,67% devido às gratuidades aos domingos e feriados, que também estão vigentes em Brasília (9,47%).
Ainda em Transportes, a taxa de 2,22% no metrô ocorre em razão da variação de 9,47% em Brasília, por conta das gratuidades aos domingos e feriados, e do reajuste de 3,85% em São Paulo (2,86%), a partir de 06 de janeiro, mesmo reajuste aplicado no trem (2,86%), com a mesma vigência. Também em São Paulo, a variação de 9,38% na integração transporte público é reflexo da combinação dos reajustes citados e de gratuidades concedidas. Houve também aumentos no táxi (1,52%). Em Fortaleza (16,11%), as tarifas aumentaram aproximadamente 18,70%, a partir de 19 de janeiro. Em Salvador (3,28%), houve reajuste de 4,53%, a partir de 23 de janeiro, e, no Rio de Janeiro, o aumento foi de 2,92%, em decorrência do reajuste de 4,92% a partir de 2 de janeiro.
No grupo Saúde e cuidados pessoais (0,67% e 0,09 p.p.), os destaques foram os artigos de higiene pessoal e o plano de saúde, que subiram 0,91% e 0,49%, respectivamente.
No grupo Alimentação e Bebidas (0,20% e 0,04 p.p.), a alimentação no domicílio aumentou 0,09% em fevereiro, abaixo do resultado de janeiro (0,21%). As principais variações positivas foram registradas no tomate (10,09%) e nas carnes (0,76%) e, no lado das quedas, destacaram-se o arroz (-2,47%), o frango em pedaços (-1,55%) e as frutas (-1,33%).
A alimentação fora do domicílio registrou variação de 0,46% em fevereiro, com as altas da refeição (0,62%) e do lanche (0,28%).
O grupo Habitação aumentou 0,06% em fevereiro, após recuar 0,26% em janeiro, com destaque para os resultados da taxa de água e esgoto (1,97%) e do aluguel residencial (0,32%). Por outro lado, a energia elétrica residencial foi o subitem com o maior impacto negativo no índice (0,06 p.p.), ao recuar 1,37% em fevereiro. No mês, a bandeira tarifária vigente era a verde, sem custo adicional para os consumidores.
A taxa de água e esgoto (1,97%) reflete os seguintes reajustes: 6,48% em São Paulo (3,63%) e 4,69% em uma das concessionárias de Porto Alegre (1,31%), ambos a partir de 1º de janeiro; 6,56% em Belo Horizonte (7,41%), desde 22 de janeiro; e 2,64% em Curitiba (0,16%), desde 15 de dezembro.
No subitem gás encanado (-0,71%), a variação de -1,64% no Rio de Janeiro foi resultado das reduções de tarifas em 1º de janeiro (-0,08%) e 1º de fevereiro (-4,44%); e, em Curitiba (-1,66%), houve redução de 4,01% nas tarifas, a partir de 1° de fevereiro.
Quanto aos índices regionais, a maior variação foi observada em São Paulo (1,09%), por conta das altas nos subitens passagens aéreas (16,92%) e nos cursos regulares (6,34%), com destaque para o ensino fundamental (8,32%). Já o menor resultado ocorreu em Recife (0,35%) em razão das quedas no transporte por aplicativo (-10,34%) e na energia elétrica residencial (-2,32%).
Variação do IPCA-15 por região



Região
Peso Regional (%)
Variação Mensal (%)
 Variação Acumulada (%) 


Janeiro
Fevereiro
Ano 
12 meses


São Paulo
33,45
-0,04
1,09
1,06
4,69


Fortaleza
3,88
0,21
1,02
1,23
4,21


Belo Horizonte
10,04
0,23
0,95
1,18
3,75


Curitiba
8,09
0,02
0,83
0,84
3,90


Brasília
4,84
0,32
0,73
1,06
4,05


Belém
4,46
-0,03
0,71
0,68
3,05


Rio de Janeiro
9,77
0,54
0,71
1,26
3,26


Salvador
7,19
0,47
0,69
1,16
3,31


Goiânia
4,96
0,44
0,52
0,95
3,88


Porto Alegre
8,61
0,35
0,48
0,83
4,74


Recife
4,71
0,64
0,35
1,00
3,77


Brasil
100,00
0,20
0,84
1,04
4,10


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços, Sistema   Nacional de Índices de Preços ao Consumidor. 



Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 15 de janeiro de 2026 a 12 de fevereiro de 2026 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 13 de dezembro de 2025 a 14 de janeiro de 2026 (base). O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.
Saiba mais sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo15: 
O que é o IPCA 15? 
Série Histórica 
Tabelas 
Publicação  ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 20:53:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>IPCA-15, foi, 84, fevereiro</media:keywords>
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<title>Éverton Fernandes, da Fenauto: “O recorde na venda de veículos usados vem do amadurecimento do setor”</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Em 2025, a cada automóvel de passeio, comercial leve ou pesado e motocicleta zero quilômetro emplacado no Brasil, 3,6 veículos usados eram vendidos nas lojas. Segundo a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), a entidade responsável pelo segmento de carros e motos de segunda mão, os 48… Continuar lendo Éverton Fernandes, da Fenauto: “O recorde na venda de veículos usados vem do amadurecimento do setor” ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:27:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Éverton, Fernandes, Fenauto:, “O, recorde, venda, veículos, usados, vem, amadurecimento, setor”</media:keywords>
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<title>Brasil Antenado: cerca de 80 mil famílias de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia estão aptas a receber nova parabólica digital</title>
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<description><![CDATA[  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 14:36:50 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>[DC NEWS TALKS #93]. Rodrigo Abreu, CEO da UP2Tech: “Itaú BBA avalia sobre IPO ou M&amp;amp;A da companhia”</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/dc-news-talks-93-rodrigo-abreu-ceo-da-up2tech-itau-bba-avalia-sobre-ipo-ou-ma-da-companhia</link>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A UP2Tech é uma companhia brasileira fundada em 2014 especializada em vendas de eletrônicos. Entre os quatro maiores do segmento no Mercado Livre, é atualmente o seller número um do marketplace de marcas como LG, PlayStation, Nintendo e Vaio no país. É possível dizer que a UP2Tech ganhou tração nos últimos… Continuar lendo [DC NEWS TALKS #93]. Rodrigo Abreu, CEO da UP2Tech: “Itaú BBA avalia sobre IPO ou M&amp;A da companhia” ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 12:46:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>DC, NEWS, TALKS, 93., Rodrigo, Abreu, CEO, UP2Tech:, “Itaú, BBA, avalia, sobre, IPO, M&amp;A, companhia”</media:keywords>
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<title>R$ 6 bilhões e 38 mil empregos: São Paulo realiza leilão que pode redesenhar o Centro</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A Bolsa de Valores de São Paulo (B3) e o governo estadual realizam nesta quinta-feira (26), a partir das 10h, leilão para concessão do Centro Administrativo Campos Elíseos, futura sede do Executivo paulista. Na última segunda-feira (23), o governo recebeu duas propostas, dos consórcios Acciona-Construcap e MEZ-KZK Novo Centro (liderado pelo… Continuar lendo R$ 6 bilhões e 38 mil empregos: São Paulo realiza leilão que pode redesenhar o Centro ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 19:09:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>bilhões, mil, empregos:, São, Paulo, realiza, leilão, que, pode, redesenhar, Centro</media:keywords>
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<title>Após desinvestimento, Cencosud prioriza rentabilidade e amplia margens no Brasil</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Depois de concluir a venda de 54 lojas da bandeira Bretas em Minas Gerais e reduzir em 97 unidades sua base operacional no Brasil ao longo de 2025, a chilena Cencosud dá sequência à sua nova fase no país, com foco maior em otimização e eficiência. A empresa converteu parte de… Continuar lendo Após desinvestimento, Cencosud prioriza rentabilidade e amplia margens no Brasil ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 19:09:36 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Após, desinvestimento, Cencosud, prioriza, rentabilidade, amplia, margens, Brasil</media:keywords>
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<title>ARTIGO, por Marcelo Candido de Melo: ‘Uma hora o ano iria começar, mas agora passa rápido!’</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/artigo-por-marcelo-candido-de-melo-uma-hora-o-ano-iria-comecar-mas-agora-passa-rapido</link>
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<description><![CDATA[ Se você pulou ou não as sete ondas à meia noite do dia 31 de dezembro, assistiu uma queima de fogos esplendorosa, forte e barulhenta, uma mais politicamente correta feita por drones para não deixar os cães doidos, outra mais ou menos, foi para a Avenida Paulista, estava no baile de réveillon que ainda não… Continuar lendo ARTIGO, por Marcelo Candido de Melo: ‘Uma hora o ano iria começar, mas agora passa rápido!’ ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 20:17:29 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>ARTIGO, por, Marcelo, Candido, Melo:, ‘Uma, hora, ano, iria, começar, mas, agora, passa, rápido’</media:keywords>
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<title>Não somos contra a redução da jornada desde que mudança seja feita por negociação coletiva, diz CNC</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é a favor da redução da jornada de trabalho, desde que a mudança seja feita por meio de negociação coletiva e não de forma impositiva. Essa posição foi reafirmada pelo advogado Roberto Lopes e pelo economista-chefe da entidade, Fábio Bentes,… Continuar lendo Não somos contra a redução da jornada desde que mudança seja feita por negociação coletiva, diz CNC ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 20:17:27 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Não, somos, contra, redução, jornada, desde, que, mudança, seja, feita, por, negociação, coletiva, diz, CNC</media:keywords>
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<title>ARTIGO, por Adalberto Leister Filho: “Tendências para 2026 –  tecnologia e IA redefinem experiência dos fãs de esporte”</title>
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<description><![CDATA[ O marketing esportivo em 2026 está cada vez mais centrado na experiência digital personalizada. Clubes, ligas e patrocinadores têm investido em inteligência artificial, realidade aumentada e plataformas sociais para transformar a forma como os torcedores consomem e interagem com o esporte. A inteligência artificial já é aplicada para oferecer conteúdos sob medida, como estatísticas em… Continuar lendo ARTIGO, por Adalberto Leister Filho: “Tendências para 2026 –  tecnologia e IA redefinem experiência dos fãs de esporte” ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 19:30:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>ARTIGO, por, Adalberto, Leister, Filho:, “Tendências, para, 2026, –, tecnologia, redefinem, experiência, dos, fãs, esporte”</media:keywords>
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<title>Antaris Franchising acelera expansão, aquisições e verticalização para enfrentar desafios no food service</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A Antaris Foods Brands Franchising acelera um plano de consolidação no setor de alimentação ao combinar expansão de lojas, verticalização da produção e aquisições. A estratégia é estruturar um ecossistema que permita aos franqueados operar mais de uma marca, afirmou em entrevista à AGÊNCIA DC NEWS o CEO e fundador da… Continuar lendo Antaris Franchising acelera expansão, aquisições e verticalização para enfrentar desafios no food service ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 19:30:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Antaris, Franchising, acelera, expansão, aquisições, verticalização, para, enfrentar, desafios, food, service</media:keywords>
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<item>
<title>PNAD Contínua: taxas anuais de desocupação são as menores da série em 20 unidades da federação</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/pnad-continua-taxas-anuais-de-desocupacao-sao-as-menores-da-serie-em-20-unidades-da-federacao</link>
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<description><![CDATA[ A taxa de desocupação do país no 4° trimestre de 2025 foi de 5,1%, redução significativa frente ao trimestre anterior (5,6%) e recuando 1,1 p.p. ante o mesmo trimestre móvel de 2024 (6,2%). Já a taxa anual caiu de 6,6% em 2024 para 5,6% em 2025, a menor taxa anual da série histórica, iniciada em 2012. As maiores taxas anuais de desocupação em 2025 foram de Piauí (9,3), Bahia e Pernambuco (ambos com 8,7%) e Amazonas (8,4). As menores taxas anuais de desocupação foram de Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3,0%).
A taxa anual de subutilização para o Brasil ficou em 14,5%. O Piauí (31,0%) teve a maior taxa, seguido por Bahia e Alagoas (ambos com 26,8%), enquanto as menores taxas anuais foram de Santa Catarina (4,6%), Mato Grosso (6,8%) e Espírito Santo (7,4%).
A taxa anual de informalidade para o país foi de 38,1% da população ocupada. As maiores taxas anuais ficaram com Maranhão (58,7%), Pará (58,5%) e Bahia (52,8%) e as menores, com Santa Catarina (26,3%), Distrito Federal (27,3%) e São Paulo (29,0%).
A taxa anual de desalento para o Brasil ficou em 2,6%. Maranhão (9,5%) teve a maior taxa, seguido por Alagoas (8,5%) e Piauí (7,8%), enquanto as menores taxas anuais foram de Santa Catarina (0,3%), Mato Grosso do Sul (0,6%) e Rio Grande do Sul (0,9%).
O valor anual do rendimento real habitual de todos os trabalhos chegou a R$ 3.560. Os maiores valores foram do Distrito Federal (R$ 6.320), São Paulo (R$ 4.190 e Rio de Janeiro (R$ 4.177). Os menores valores foram de Maranhão (R$ 2.228), Bahia (R$ 2.284) e Ceará (R$ 2.394).

As maiores taxas anuais de desocupação em 2025 foram de Piauí (9,3), Bahia e Pernambuco (ambos com 8,7%) e Amazonas (8,4). As menores taxas anuais de desocupação foram de Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3,0%).
Em 20 unidades da federação, a taxa de desocupação anual de 2025 foi a menor da série: Amazonas (8,4%), Pará (6,8%), Amapá (7,9%), Tocantins (4,7%), Maranhão (6,8%), Ceará (6,5%), Rio Grande do Norte (8,1%), Paraíba (6,0%), Sergipe (7,9%), Bahia (8,7%), Minas Gerais (4,6%), Espírito Santo (3,3%), São Paulo (5,0%), Paraná (3,6%) Santa Catarina (2,3%), Rio Grande do Sul (4,0%), Mato Grosso do Sul (3,0%), Mato Grosso (2,2%), Goiás (4,6%) e Distrito Federal (7,5%).
Taxa de desocupação por unidades da federação – valores anuais de 2025

O nível de ocupação anual chegou a 59,1% em 2025. Os maiores percentuais para este indicador foram apresentados por Mato Grosso (66,7%), Santa Catarina (66,2%) e Mato Grosso do Sul (64,4%) e os menores, por Alagoas (47,5%), Ceará (47,8%) e Rio Grande do Norte (47,9%). O nível de ocupação é a proporção de pessoas ocupadas dentro da população com 14 anos ou mais de idade.
Nível de ocupação por unidades da federação – valores anuais de 2025

A taxa anual de subutilização para o Brasil ficou em 14,5%. O Piauí (31,0%) teve a maior taxa, seguido por Bahia e Alagoas (ambos com 26,8%), enquanto as menores taxas anuais foram de Santa Catarina (4,6%), Mato Grosso (6,8%) e Espírito Santo (7,4%).
Taxa de subutilização por unidades da federação – valores anuais de 2025

A taxa anual de informalidade para o país foi de 38,1% da população ocupada. As maiores médias anuais ficaram com Maranhão (58,7%), Pará (58,5%) e Bahia (52,8%) e as menores, com Santa Catarina (26,3%), Distrito Federal (27,3%) e São Paulo (29,0%).
Taxa de informalidade por unidades da federação – valores anuais de 2025

A taxa anual de desalento para o Brasil ficou em 2,6%. Maranhão (9,5%) teve a maior taxa, seguido por Alagoas (8,5%) e Piauí (7,8%), enquanto as menores taxas anuais foram de Santa Catarina (0,3%), Mato Grosso do Sul (0,6%) e Rio Grande do Sul (0,9%).
Taxa de desalento por unidades da federação – valores anuais de 2025

O valor anual do rendimento real habitual de todos os trabalhos chegou a R$ 3.560. Os maiores valores foram do Distrito Federal (R$ 6.320), São Paulo (R$ 4.190) e Rio de Janeiro (R$ 4.177). Os menores valores foram de Maranhão (R$ 2.228), Bahia (R$ 2.284) e Ceará (R$ 2.394).
Rendimento real habitual de todos os trabalhos por unidades da federação – valores anuais de 2025
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<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 19:30:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>PNAD, Contínua:, taxas, anuais, desocupação, são, menores, série, unidades, federação</media:keywords>
</item>

<item>
<title>“Há resistência do governo ao projeto do Simples”, diz deputado que coordena frente das pequenas empresas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ha-resistencia-do-governo-ao-projeto-do-simples-diz-deputado-que-coordena-frente-das-pequenas-empresas</link>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]À espera de inclusão na pauta para votação no plenário da Câmara, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/21, que reajusta o Simples Nacional, enfrenta resistência da área econômica do governo e precisa de acordo para avançar. “O relatório, como está lá, não vai ser aprovado”, afirmou o deputado Jorge Goetten… Continuar lendo “Há resistência do governo ao projeto do Simples”, diz deputado que coordena frente das pequenas empresas ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 11:12:55 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>“Há, resistência, governo, projeto, Simples”, diz, deputado, que, coordena, frente, das, pequenas, empresas</media:keywords>
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<title>Juro menor a partir de março não trará alívio a empresas e consumidores, diz economista e  professor da FGV</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]O ano de 2026 “não terá grande alívio para empresas e para o consumidor final”, mesmo com a perspectiva de início de um ciclo de corte na taxa básica de juros (Selic) em março. Para o professor da FGV Ricardo Meirelles de Faria, além de os efeitos demorarem a aparecer, o… Continuar lendo Juro menor a partir de março não trará alívio a empresas e consumidores, diz economista e  professor da FGV ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 18:42:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Juro, menor, partir, março, não, trará, alívio, empresas, consumidores, diz, economista, professor, FGV</media:keywords>
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<title>[DC NEWS TALKS #92]. EXCLUSIVO. Jae Ho Lee, da Morana: “Vamos entrar no mercado de joias. E avançar na América Latina”</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/dc-news-talks-92-exclusivo-jae-ho-lee-da-morana-vamos-entrar-no-mercado-de-joias-e-avancar-na-america-latina</link>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]O ano de 2026 começa com movimentos bastante fortes na Morana, a maior rede de franquias de acessórios femininos (bijuterias) do Brasil, hoje com 331 unidades. “Vamos entrar no mercado de joias”, disse, com exclusividade, o fundador Jae Ho Lee, ao DC NEWS TALKS, o videocast da Agência DC NEWS. A… Continuar lendo [DC NEWS TALKS #92]. EXCLUSIVO. Jae Ho Lee, da Morana: “Vamos entrar no mercado de joias. E avançar na América Latina” ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 18:42:44 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>[SÉRIE Vozes da Economia] Zeina Latif: “Insegurança jurídica é mais venenosa que a Selic”</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]A economia brasileira vai bem? Poderia estar bem melhor, segundo Zeina Latif. O país teima em não fazer a lição de casa em relação às contas públicas e adia reformas que dariam alicerce ao crescimento. “É aquele Brasil em que as mudanças são muito lentas à luz das necessidades do país.… Continuar lendo [SÉRIE Vozes da Economia] Zeina Latif: “Insegurança jurídica é mais venenosa que a Selic” ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 11:48:55 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>SÉRIE, Vozes, Economia, Zeina, Latif:, “Insegurança, jurídica, mais, venenosa, que, Selic”</media:keywords>
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<title>Theo Paul Santana, um dos maiores especialistas sobre a China: “Pequim tem estratégia, o Brasil não tem”</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/theo-paul-santana-um-dos-maiores-especialistas-sobre-a-china-pequim-tem-estrategia-o-brasil-nao-tem</link>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]Fundador da Destina China, que conecta empresários brasileiros a oportunidades no maior centro de produção do mundo, Theo Paul Santana é consultor em negócios internacionais, especialista no país asiático – onde vive há 15 anos – e autor do livro O Brasileiro que Decifrou a China, que será lançado em São… Continuar lendo Theo Paul Santana, um dos maiores especialistas sobre a China: “Pequim tem estratégia, o Brasil não tem” ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 11:48:54 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Theo, Paul, Santana, dos, maiores, especialistas, sobre, China:, “Pequim, tem, estratégia, Brasil, não, tem”</media:keywords>
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<item>
<title>Anac abre consulta pública sobre criação de licença para piloto de &amp;apos;carro voador&amp;apos;</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anac-abre-consulta-publica-sobre-criacao-de-licenca-para-piloto-de-carro-voador</link>
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<description><![CDATA[ Sociedade civil pode participar até o dia 16 de março ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 11:39:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anac, abre, consulta, pública, sobre, criação, licença, para, piloto, carro, voador</media:keywords>
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<item>
<title>Vendas no varejo fecham 2025 com alta de 1,6%</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/vendas-no-varejo-fecham-2025-com-alta-de-16</link>
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<description><![CDATA[ Em dezembro de 2025, o volume de vendas no comércio varejista nacional variou -0,4% frente a novembro, na série com ajuste sazonal. A média móvel trimestral teve variação positiva de 0,3%.  
Na série sem ajuste sazonal, frente a dezembro de 2024, o comércio varejista apresentou crescimento de 2,3%, acumulando expansão de 1,6% em 2025. 
No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças; material de construção; e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas caiu 1,2% em dezembro, na série com ajuste sazonal. A média móvel trimestral apresentou variação de +0,1%. 
Na comparação com dezembro de 2024, o varejo ampliado cresceu 2,8%, enquanto em 2025 acumulou variação de 0,1%. 



Período
Varejo
Varejo Ampliado


Volume de vendas
Receita nominal
Volume de vendas
Receita nominal


Dezembro / Novembro*
-0,4
-0,4
-1,2
-1,0


Média móvel trimestral*
0,3
0,3
0,1
0,2


Dezembro 2025 / Dezembro 2024
2,3
4,4
2,8
4,6


Acumulado 2025
1,6
6,4
0,1
4,0


Acumulado 12 meses
1,6
6,4
0,1
4,0


*Série COM ajuste sazonalFonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas




O crescimento de 1,6% em 2025 foi o nono ano consecutivo de ganhos. Na comparação com os anos anteriores, o resultado de 2025 é menor, em termos de amplitude, a 2024 (4,1%) e no mesmo patamar que o fechamento de 2023 (1,7%). O crescimento de 2025 levou também a série do índice de base fixa do volume com ajuste sazonal a novos níveis recordes atingindo o patamar máximo em novembro.
A passagem de novembro para dezembro de 2025 registrou variação de -0,4%, resultado na faixa de variação entre +0,5% e -0,5%, considerado estabilidade.



INDICADORES DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA E COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO, SEGUNDO GRUPOS DE ATIVIDADES


ATIVIDADES
MÊS/MÊS ANTERIOR (1)
MÊS/IGUAL MÊS DO ANO ANTERIOR
ACUMULADO


Taxa de Variação (%)
Taxa de Variação (%)
Taxa de Variação (%)


OUT
NOV
DEZ
OUT
NOV
DEZ
NO ANO
12 MESES


COMÉRCIO VAREJISTA (2)
0,5
1,0
-0,4
1,0
1,5
2,3
1,6
1,6


1 - Combustíveis e lubrificantes
1,7
0,7
0,3
0,2
-1,2
3,0
0,6
0,6


2 - Hiper, supermercados, prods.  alimentícios, bebidas e fumo
0,0
1,1
-0,3
0,0
0,1
1,3
0,8
0,8


       2.1 - Super e hipermercados
0,2
1,0
-0,4
0,4
0,2
1,3
1,1
1,1


3 - Tecidos, vest. e calçados
0,1
-0,8
-0,4
-2,3
-3,9
-2,5
1,3
1,3


4 - Móveis e eletrodomésticos
1,3
2,3
-0,7
3,4
5,7
6,9
4,5
4,5


       4.1 - Móveis
-
-
-
-6,6
-3,8
-1,9
-4,3
-4,3


       4.2 - Eletrodomésticos
-
-
-
7,0
9,5
10,0
7,5
7,5


5 - Artigos farmaceuticos, med., ortop. e de perfumaria
0,4
2,3
-5,1
6,4
7,5
6,8
4,5
4,5


6 - Livros, jornais, rev. e papelaria
0,7
1,2
-2,0
1,0
5,9
-1,6
-0,9
-0,9


7 - Equip. e mat. para escritório, informatica e comunicação
5,1
4,1
6,0
8,0
9,9
31,1
4,1
4,1


8 - Outros arts. de uso pessoal e doméstico
0,1
1,6
-1,8
1,2
4,5
0,6
2,2
2,2


COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO (3)
1,0
0,6
-1,2
-0,3
-0,2
2,8
0,1
0,1


9 - Veículos e motos, partes e peças
2,9
0,2
-2,4
-4,3
-5,3
0,7
-2,9
-2,9


10- Material de construção
0,5
0,5
-2,8
-3,8
-2,9
0,1
-0,2
-0,2


11- Atacado Prod.Alimen.,Beb. e Fumo
 
 
 
2,3
0,9
9,7
-2,3
-2,3


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas(1) Séries com ajuste sazonal. (2) O indicador do comércio varejista é composto pelos resultados das atividades numeradas de 1 a 8. (3) O indicador do comércio varejista ampliado é composto pelos resultados das atividades numeradas de 1 a 10.





Seis das oito atividades ficaram no campo negativo, na série com ajuste sazonal 
A variação de -0,4% no volume de vendas do comércio varejista, de novembro para dezembro de 2025, teve predominância de taxas negativas, atingindo seis das oito atividades pesquisadas:  Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-5,1%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-2,0%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,8%), Móveis e eletrodomésticos (-0,7%), Tecidos, vestuário e calçados (-0,4%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,3%).
Apenas dois dos oito grupamentos pesquisados não registraram taxa negativa: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (6,0%) e Combustíveis e lubrificantes (0,3%). Já no varejo ampliado, Veículos e motos, partes e peças e Material de construção caíram: -2,4% e -2,8%, respectivamente.
Seis atividades do varejo avançaram na comparação com dezembro de 2024 
Frente a dezembro de 2024, seis atividades do varejo (2,3%) também tiveram variações no campo positivo: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (31,1%), Móveis e eletrodomésticos (6,9%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (6,8%), Combustíveis e lubrificantes (3,0%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,3%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,6%).
Os setores que ficaram no campo negativo foram: Tecidos, vestuário e calçados (-2,5%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (-1,6%).
No varejo ampliado, Veículos e motos, partes e peças teve alta de 0,7%, Material de construção variou 0,1% e Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo subiu 9,7%.



INDICADORES DA RECEITA NOMINAL DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA E COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO, SEGUNDO GRUPOS DE ATIVIDADES


ATIVIDADES
MÊS/MÊS ANTERIOR (1)
MÊS/IGUAL MÊS DO ANO ANTERIOR
ACUMULADO


Taxa de Variação (%)
Taxa de Variação (%)
Taxa de Variação (%)


OUT
NOV
DEZ
OUT
NOV
DEZ
NO ANO
12 MESES


COMÉRCIO VAREJISTA (2)
0,3
0,9
-0,4
4,8
4,3
4,4
6,4
6,4


1 - Combustíveis e lubrificantes
1,4
1,0
0,5
2,6
1,1
4,7
5,2
5,2


2 - Hiper, supermercados, prods.  alimentícios, bebidas e fumo
-0,1
0,7
-0,5
4,5
2,9
3,2
6,4
6,4


       2.1 - Super e hipermercados
0,0
0,4
-0,5
4,9
3,0
3,2
6,7
6,7


3 - Tecidos, vest. e calçados
0,6
0,3
1,0
1,8
0,7
1,6
4,9
4,9


4 - Móveis e eletrodomésticos
0,3
1,5
-1,2
1,4
2,9
3,6
4,0
4,0


       4.1 - Móveis
-
-
-
-3,7
-1,0
0,6
-1,2
-1,2


       4.2 - Eletrodomésticos
-
-
-
3,0
4,2
4,6
5,8
5,8


5 - Artigos farmaceuticos, med., ortop. e de perfumaria
1,3
2,9
-3,6
11,1
12,9
12,3
9,5
9,5


6 - Livros, jornais, rev. e papelaria
2,2
2,3
-1,3
6,1
11,3
3,1
4,8
4,8


7 - Equip. e mat. para escritório, informatica e comunicação
4,6
2,8
6,9
5,6
6,0
26,6
3,8
3,8


8 - Outros arts. de uso pessoal e doméstico
0,5
2,0
-1,6
5,6
9,1
4,8
6,7
6,7


COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO (3)
0,4
1,2
-1,0
2,7
2,0
4,6
4,0
4,0


9 - Veículos e motos, partes e peças
2,5
0,2
-1,8
-2,6
-3,7
2,1
-0,6
-0,6


10- Material de construção
0,4
0,7
-2,2
-1,2
-0,5
3,1
2,4
2,4


11- Atacado Prod.Alimen.,Beb. e Fumo
 
 
 
3,6
0,5
9,2
1,0
1,0


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas(1) Séries com ajuste sazonal.




O grupo de Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação registrou alta de 31,1% em dezembro de 2025 em comparação com o mesmo mês do ano anterior, quarto mês consecutivo de alta e maior variação desde maio de 2021 (32,7%). No acumulado do ano em 2025, o setor chegou a registrar perdas de 2,4% até abril, ganhando força à medida que novos meses eram contabilizados, fechando o ano com ganhos 4,1%, acima do registrado nos anos anteriores: 0,7% em 2024 e 2,0% em 2023. Vale lembrar que o setor é influenciado pela variação do dólar frente ao real e, ao longo do ano, houve desvalorização da moeda americana.
O grupamento de Móveis e eletrodomésticos registrou alta de 6,9% nas vendas frente a dezembro de 2024, seguindo trajetória positiva dos cinco meses anteriores. O setor registrou a terceira maior influência no indicador geral do varejo, contribuindo com 0,5 p.p. para a composição da taxa total de 2,3%. No acumulado do ano de 2025, o resultado foi de ganhos: 4,5% na comparação com 2024, superando os resultados dos anos anteriores (4,1% em 2024 e 2,1% em 2023). Deve-se salientar que o desempenho positivo de 2025, 2024 e 2023 vem depois da atividade apresentar perdas de 6,7% em 2022 em relação a 2021.
O setor de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria apresentou alta de 6,8% nas vendas frente a dezembro de 2024. O segmento vem registrando taxas positivas, no indicador interanual, desde março de 2023, quando apresentou 7,1% de crescimento. A atividade também teve influência na composição da taxa global, contribuindo com 0,6 p.p. Em 2025, o acumulado foi de 4,5%, completando assim 9 anos consecutivos de ganhos, já que o último ano a fechar com perdas para o setor foi 2016 (-2,1%).
Já a atividade de Combustíveis e lubrificantes registrou crescimento de 3,0% em dezembro de 2025 em relação ao mesmo mês de 2024, resultado contrário ao movimento registrado no mês anterior (-1,2%). Com isso, a contribuição para a composição da taxa global foi positiva em 0,3 p.p. para o total de 2,3% do varejo. O setor fecha 2025 com ganhos acumulados de 0,6%, primeiro ponto positivo após 2024 registrar perdas em relação ao ano anterior (-1,5%);
O grupo de Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo registrou alta de 1,3% em dezembro de 2025 em relação ao mesmo mês de 2024, primeiro ponto positivo, após uma sequência de quatro meses sem crescimento (-0,5% em agosto, -0,6% em setembro, 0,0% em outubro e 0,1% em novembro). Com isso, o setor fecha o ano de 2025 com ganhos 0,8% em relação a 2024, quarto ano consecutivo com indicadores positivos e o menor dessa sequência: 1,4% em 2022, 3,7% em 2023 e 4,6% em 2024.
O setor de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos, brinquedos etc., apresentou alta de 0,6% nas vendas frente a dezembro de 2024, nono resultado positivo consecutivo. Dos últimos 23 meses, apenas o mês de março de 2025 registrou queda (-6,2%). Nesse contexto, 2025 acumulou ganhos de 2,2%, ritmo menor que o de 2024 (7,1%).
O grupamento de Tecidos, vestuário e calçados teve um desempenho, em volume, 2,5% inferior a dezembro de 2024, quarto valor negativo consecutivo. O setor foi o único a contribuir negativamente para o total do varejo, somando -0,2 p.p. ao total de 2,3%. O ano de 2025 representou a consolidação de uma retomada de crescimento, com ganhos pelo segundo ano consecutivo: 1,3% em 2025, 2,9% em 2024 e -4,6% em 2023. O desempenho positivo de 2025 no entanto, veio em ritmo de desaceleração desde junho, quando chegou a acumular 5,5%.
A atividade de Livros, jornais, revistas e papelaria caiu 1,6%, em volume, nas vendas frente a dezembro de 2024, invertendo trajetória positiva de dois meses consecutivos (1,0% em outubro e 5,9% em novembro). Após um período quase ininterrupto de quedas, o setor vem experienciando alternâncias de taxas negativas e positivas: altas em maio (3,2%), julho (3,8%), agosto (0,8%), outubro (1,0%) e novembro (5,9%); baixas em junho (-1,1%), setembro (-1,9%) e dezembro. Com isso, o setor volta a acumular perdas no ano 2025 (-0,9%), mas com menor amplitude do que ano anterior (-7,7%). Essas quedas sistêmicas reverberam a migração do consumo de produtos ofertados por empresas dessa atividade (livros físicos) para outras formas de comercialização (plataformas digitais).
No âmbito do comércio varejista ampliado, a atividade de revenda de Veículos e motos, partes e peças apresentou crescimento de 0,7% nas vendas frente a dezembro de 2024, primeiro no campo positivo após seis meses registrando queda. Tais quedas consecutivas nos meses anteriores refletem um ano de 2025 que fecha com perdas acumuladas de 2,9%, no volume, em relação ao ano de 2024. O resultado anual é o primeiro no campo negativo desde 2022, que havia fechado em -1,7%.
Já as empresas de Material de construção apresentaram variação de 0,1% no volume de vendas frente a dezembro de 2024. Nessa comparação interanual, o setor registrou variações negativas ao longo de todo o segundo semestre de 2025, indicando arrefecimento da atividade após crescimento no início do ano. Assim, o segmento fechou 2025 acumulando uma variação de -0,2% em relação ao ano anterior, invertendo trajetória de ganhos acumulados em 2024 (4,8%).
O setor de Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo teve alta de 9,7% em dezembro de 2025 em relação a dezembro de 2024. Nessa comparação interanual, a atividade concentrou resultados negativos durante os primeiros trimestres do ano, invertendo trajetória a partir de setembro (7,7% em setembro, 2,3% em outubro, 0,9% em novembro e 9,7% em dezembro. O setor foi o que mais contribuiu positivamente para a composição da taxa global do varejo ampliado, somando 1,2 p.p. ao total de +2,8% do indicador interanual. Com isso e por conta do desempenho do início  do ano, o acumulado de 2025 foi de -2,3%, perdas inferiores ao registrado em 2024 (-7,1%).
Varejo avança 1,6% em 2025, nono ano consecutivo de resultados positivos 
O comércio varejista acumulou crescimento de 1,6% em 2025, fechando o nono ano consecutivo com ganhos. O resultado de 2025 é menor, em termos de amplitude, do que 2024 (4,1%) e no mesmo patamar que o fechamento de 2023 (1,7%).
No varejo ampliado, o resultado foi de +0,1%, menor que o de 2024 (3,7%).  Setorialmente, sete das onze atividades acumularam ganhos em 2025: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (4,5%), Móveis e eletrodomésticos (4,5%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (4,1%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,2%), Tecidos, vestuário e calçados (1,3%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%) e Combustíveis e lubrificantes (0,6%).
Quatro atividades terminaram 2025 com perdas em relação a 2024: Veículos e motos, partes e peças (-2,9%), Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,3%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-0,9%) e Material de construção (-0,2%).
Vendas diminuem em 22 unidades da federação em relação a novembro 
Na passagem de novembro para dezembro de 2025, o volume de vendas no comércio varejista mostrou recuo em 22 das 27 unidades da federação, com destaque para Rondônia (-10,2%), Roraima (-6,4%) e Espírito Santo (-5,9%). Por outro lado, pressionando positivamente, figuram 5 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Rio de Janeiro (1,9%), Bahia (1,8%) e Distrito Federal (1,6%).
Para a mesma comparação, no comércio varejista ampliado, a variação entre novembro e dezembro teve resultados negativos em 23 das 27 unidades da federação, com destaque para Rondônia (-7,6%), Paraíba (-5,3%) e Roraima (-5,1%). Por outro lado, pressionando positivamente, figuram 4 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Rio de Janeiro (1,9%), Bahia (1,3%) e Distrito Federal (0,6%.  
Na comparação anual, vendas sobem em 23 das 27 unidades da federação 
Frente a dezembro de 2024, a variação das vendas no comércio varejista foi de 2,3%, com resultados positivos em 23 das 27 unidades da federação, com destaque para Amapá (15,6%), Bahia (8,0%) e Santa Catarina (7,4%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 4 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Roraima (-2,4%), Amazonas (-1,5%) e Pará (-0,7%).
Já no comércio varejista ampliado, a variação entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025 teve predomínio de resultados no campo positivo: 21 das 27 unidades da federação, com destaque para Amapá (16,1%), Espírito Santo (8,1%) e Mato Grosso do Sul (8,0%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 6 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Piauí (-3,7%), Rio Grande do Sul (-1,0%) e São Paulo (-0,7%). ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 11:23:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Vendas, varejo, fecham, 2025, com, alta, 1, 6</media:keywords>
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<title>[SÉRIE Vozes da Economia] Sartori, da Austin Rating: “Brasil é o país mais beneficiado pelo acordo Mercosul&#45;UE”</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/serie-vozes-da-economia-sartori-da-austin-rating-brasil-e-o-pais-mais-beneficiado-pelo-acordo-mercosul-ue</link>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]O acordo entre Mercosul e União Europeia (UE) reativou em parte da indústria brasileira o temor de nova abertura comercial abrupta, como a dos anos 1990. Para o economista Rodolpho Sartori, da Austin Rating, o paralelo ignora que o mundo – e o próprio Brasil – mudou. Segundo ele, a indústria… Continuar lendo [SÉRIE Vozes da Economia] Sartori, da Austin Rating: “Brasil é o país mais beneficiado pelo acordo Mercosul-UE” ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 11:13:51 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>SÉRIE, Vozes, Economia, Sartori, Austin, Rating:, “Brasil, país, mais, beneficiado, pelo, acordo, Mercosul-UE”</media:keywords>
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<title>Aposentadoria 5.0: como a geração 60+ pode usar IA para redefinir o processo de envelhecimento</title>
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<description><![CDATA[ [AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DC NEWS]O avanço da tecnologia começa a redesenhar a forma como brasileiros encaram a aposentadoria. Com dois terços da população com 60 anos ou mais conectados à internet, ganha força a ideia de envelhecimento mais ativo, curioso e guiado por propósito – conceito chamado Aposentadoria 5.0, criado pelo especialista em inteligência artificial… Continuar lendo Aposentadoria 5.0: como a geração 60+ pode usar IA para redefinir o processo de envelhecimento ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 11:13:50 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Aposentadoria, 5.0:, como, geração, 60, pode, usar, para, redefinir, processo, envelhecimento</media:keywords>
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<title>Definidos os duelos e mandos de campo da Copa do Brasil até a 3ª fase</title>
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<description><![CDATA[ 
                    
				Os confrontos, mandos de campos e chaveamento das primeiras três fases da Copa do Brasil 2026 foram definidos por sorteio nesta quarta-feira (28), na sede da CBF, no Rio de Janeiro. O torneio reunirá ao todo 126 times, sendo que apenas 28 deles começam a competir na primeira fase, a partir de 18 de fevereiro.

A edição deste ano, com 34 times a mais que na edição do ano passado, distribuirá duas vagas para a Copa Libertadores (campeão e vice) e terá nove fases eliminatórias, as primeira quatro com jogos únicos. Os clubes da Série A do Campeonato Brasileiro entrarão na disputa na quinta etapa da Copa do Brasil – início dos jogos de ida e volta -, programada para o final de abril.


Notícias relacionadas:Brasileirão: Rádio Nacional transmite hoje (28) São Paulo x Flamengo.Com gol de Gabi Zanotti, Corinthians vai à final da Copa das Campeãs.Após acordo, Paquetá recebe aval para se transferir para o Flamengo.Os mandos de campo dos jogos da Primeira Fase da #CopaBetanoDoBrasil estão definidos! 🇧🇷 pic.twitter.com/q6QOCv79sW
— Copa do Brasil (@CopaDoBrasilCBF) January 28, 2026


Os 14 duelos da primeira fase serão entre os times com menos pontuação no Ranking Nacional de Clubes (RNC), elaborado pela CBF. Os times classificados se juntarão a outros 74 clubes que disputarão a segunda etapa, totalizando 88 equipes. A terceira etapa reunirá os 44 classificados na etapa anterior e também os campeões da Copa Verde (Paysandu), Copa Nordeste (o vice-campeão Confiança herdou a vaga do Bahia, vencedor), Série C (Ponte Preta) e Série D.

A quarta fase está prevista para os dias 18 19 de março, com os 24 classificados na etapa anterior. Na quinta etapa da Copa do Brasil, entram na competição os 20 clubes da Série A: Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo, Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Santos, Bragantino, Mirassol, Atlético-MG, Cruzeiro, Internacional, Grêmio, Athletico-PR, Coritiba, Bahia, Vitória, Remo e Chapecoense. A elite do futebol nacional se junta aos 14 classificados na quarta etapa. As partidas únicas serão nos dias 22 e 23 de abril (jogos de ida) e 13 e 14 de maio (volta).

A partir das oitavas de final, com exceção da decisão do título, os mandos de campos serão definidos por sorteio. O calendário prevê a disputa das oitavas em 1º e 2 de agosto (jogos de ida), e 5 e 6 de agosto (volta).  As quartas ocorrerão em 26 e 27 de agosto (ida) e 2 e 3 de setembro (volta). Já as semifinais estão programadas para 1º e 8 de novembro. A decisão do título da Copa do Brasil 2026, em 6 de dezembro, será realizada em estádio a ser definido pela CBF, com no mínimo 30 dias de antecedência.

Confira a lista de jogos, com os times mandantes de campo sempre à esquerda.

Primeira fase – dias 18 e 19 de fevereiro

Ji-Paraná-RO x Pantanal-MS

Ivinhema-MS x Independente-AP

Baré-RR x Madureira-RJ

Gama-DF x Monte Roraima-RR

Galvez-AC x Guaporé-RO

Vasco-AC x Velo Clube-SP

Araguaína-TO x Primavera-SP

Sampaio Corrêa-RJ x Desportiva Ferroviária-ES

Betim-MG x Piauí

América de Propriá-SE x Tirol-CE

Santa Catarina x IAPE-MA

Porto-BA x Serra Branca-PB

Maguary-PE x Laguna-RN

Primavera-MT x Bragantino-PA

Segunda fase – 25 e 26 de fevereiro, e 4 e 5 de março

Grupo 15 - Atlético-MG x América de Propriá-SE ou Tirol-CE

Grupo 16 - Ivinhema-MS ou Independente-AP x Volta Redonda

Grupo 17 - América-RN x Grêmio Sampaio-RR

Grupo 18 - Anápolis-GO x Cianorte-PR

Grupo 19 - Sampaio Corrêa-RJ ou Desportiva Ferroviária-ES x Sport 

Grupo 20 - Ypiranga-RS x Ji-Paraná-RO ou Pantanal

Grupo 21 - Rio Branco-ES x Athletic-MG

Grupo 22 - Manauara-AM x Itabaiana-SE

Grupo 23 - Fortaleza  x Maguary-PE ou Laguna-RN

Grupo 24 - Castanhal-PA x Guarani

Grupo 25 - Nova Iguaçu-RJ x Lagarto-SE

Grupo 26 - Ceilândia-DF x Jacuipense-BA

Grupo 27 - Santa Catarina ou IAPE-MA x Cuiabá

Grupo 28 - Novorizontino x Nacional-AM

Grupo 29 - Mixto-MT x Botafogo-PB

Grupo 30 - São Luiz-RS x Maranhão

Grupo 31 - Ceará x Araguaína-RO ou Primavera-SP

Grupo 32 - Joinville x CSA

Grupo 33 - São Bernardo FC-SP x Atlético-BA

Grupo 34 - ASA-AL x Operário-MS

Grupo 35 - Velo Clube-SP ou Vasco-AC x Vila Nova

Grupo 36 - Tombense-MG x Oratório-AP

Grupo 37 - Caxias-RS x Guarany de Bagé-RS

Grupo 38 - Operário VG-MT x Gazin de Porto Velho-RO

Grupo 39 - Atlético-GO x Primavera-MT ou Bragantino-PA

Grupo 40 - Retrô x Uberlândia-MG

Grupo 41 - Boavista-RJ x Maringá-PR

Grupo 42 - Trem-AP x Fluminense-PI

Grupo 43 - Gama-DF ou Monte Roraima x Goiás

Grupo 44 - Baré-RR ou Madureira x ABC

Grupo 45 - Águia de Marabá-PA x Independência-AC

Grupo 46 - Tuna Luso-PA x Tocantinópolis

Grupo 47 - Juventude x Galvez-AC ou Guaporé-RO

Grupo 48 - Londrina x Penedense-AL

Grupo 49 - Capital-TO x Manaus

Grupo 50 - Juazeirense-BA x Capital-DF

Grupo 51 - Betim-MG ou Piauí x Operário-PR

Grupo 52 - Imperatriz-MA x Amazonas

Grupo 53 - Figueirense x Azuriz-PR

Grupo 54 - Santa Cruz x Sousa-PB

Grupo 55 - CRB x Porto-BA ou Serra Branca-PB

Grupo 56 - Avaí x Porto Vitória-ES

Grupo 57 - Portuguesa x Altos-PI

Grupo 58 - Portuguesa-RJ x Maracanã-CE

Terceira fase – 11 e 12 de março

Grupo 59 - Barra-SC x vencedor do grupo 15

Grupo 60 - vencedor do grupo 16 x vencedor do grupo 17

Grupo 61 - vencedor do grupo 19 x vencedor do grupo 18

Grupo 62 - vencedor do grupo 21 x vencedor do grupo 20

Grupo 63 - vencedor do grupo 22 x vencedor do grupo 23

Grupo 64 - vencedor do grupo 24 x vencedor do grupo 25

Grupo 65 - vencedor do grupo 27 x vencedor do grupo 26

Grupo 66 - vencedor do grupo 29 x vencedor do grupo 28

Grupo 67 - vencedor do grupo 30 x vencedor do grupo 31

Grupo 68 - vencedor do grupo 32 x vencedor do grupo 33

Grupo 69 - vencedor do grupo 35 x vencedor do grupo 34

Grupo 70 - Confiança x vencedor do grupo 36

Grupo 71 - Ponte Preta x vencedor do grupo 37

Grupo 72 - vencedor do grupo 38 x vencedor do grupo 39

Grupo 73 - vencedor do grupo 41 x vencedor do grupo 40

Grupo 74 - vencedor do grupo 43 x vencedor do grupo 42

Grupo 75 - vencedor do grupo 44 x vencedor do grupo 45

Grupo 76 - vencedor do grupo 46 x vencedor do grupo 47

Grupo 77 - vencedor do grupo 49 x vencedor do grupo 48

Grupo 78 - vencedor do grupo 51 x vencedor do grupo 50

Grupo 79 - vencedor do grupo 52 x vencedor do grupo 53

Grupo 80 - vencedor do grupo 54 x vencedor do grupo 55

Grupo 81 - vencedor do grupo 57 x vencedor do grupo 56

Grupo 82 - Paysandu x vencedor do grupo 58 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 13:37:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Definidos, duelos, mandos, campo, Copa, Brasil, até, 3ª, fase</media:keywords>
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<title>Brasileirão: Rádio Nacional transmite hoje (28) São Paulo x Flamengo</title>
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<description><![CDATA[ 
                    
				Começa nesta quarta-feira (28) o Campeonato Brasileiro 2026 e a Rádio Nacional transmite, a partir das 21h15, todas as emoções do confronto entre São Paulo e Flamengo. O ponta pé inicial da partida acontece às 21h30, direto do MorumBIS, em São Paulo. 

O Tricolor Paulista, que vive uma crise extracampo, recebe o atual dono do título do Brasileirão. Mas o duelo marca o encontro de duas equipes em baixa, já que o Rubro-Negro vive um drama no Campeonato Carioca, correndo o risco real de disputar o quadrangular do rebaixamento no estadual. 

Notícias relacionadas:Rádios MEC e Nacional têm crescimento histórico de audiência em 2025.CBF anuncia programa de profissionalização de árbitros de futebol.Presidente da Fifa: importante nos eventos de futebol é unir o mundo.A transmissão da Rádio Nacional inicia com a faixa Show de Bola Nacional e contará com uma equipe completa para levar ao público todas as informações do confronto e do campeonato. A narração será de Luciana Zogaib, os comentários ficam por conta de Rodrigo Ricardo, com reportagem de Marcelo Smigol. Por fim, Bruno Mendes comanda o plantão da rodada. 

A transmissão da partida entra no ar para parte da rede em AM e OC, além da FM no Rio de Janeiro, no Alto Solimões e parceiros da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP). A Nacional FM nas demais praças segue com o conteúdo musical. O ouvinte pode ficar ligado nas produções preferidas pelo dial, no app Rádios EBC e no site da emissora. Os áudios ainda estão disponíveis em tempo real por streaming nas duas plataformas. 

Sobre o Campeonato Brasileiro  

O Campeonato Brasileiro é a liga de futebol profissional entre clubes do Brasil, sendo a principal competição no país. Por meio da disputa, são indicados os representantes brasileiros para a Copa Libertadores da América (junto ao campeão da Copa do Brasil).  

Vinte clubes participam do torneio. No decorrer da temporada, cada time joga duas vezes contra os outros (em um sistema de pontos corridos), uma vez em seu estádio e a outra no de seu adversário, em um total de 38 jogos. 

As equipes recebem três pontos por vitória e um por empate. Os clubes são classificados pelo total de pontos, depois pelo saldo de gols e, em seguida, pelos gols marcados. Em caso de empate entre dois ou mais times, os critérios de desempate são: maior número de vitórias; maior saldo de gols; maior número de gols pró; confronto direto; menor número de cartões vermelhos recebidos; e menor número de cartões amarelos recebidos. 

Cobertura esportiva da Nacional 

Esporte que é paixão do povo brasileiro, o futebol é um dos destaques da programação da Rádio Nacional, emissora pública referência em transmissões de partidas no país há décadas. Os jogos das principais competições e as notícias mais importantes têm espaço nas jornadas esportivas diárias. 

Os torcedores podem ficar ligados pelo rádio, site ou streaming para acompanhar as emoções das disputas entre os maiores clubes brasileiros. Antes e depois dos confrontos, o ouvinte se informa sobre a preparação das equipes e a repercussão do placar nas ondas da Nacional. A análise sobre os resultados da rodada ainda ganha janela diária para um rico debate em produções consagradas no radiojornalismo esportivo. 

A equipe da Rádio Nacional reúne craques da crônica esportiva. São produtores, jornalistas e apresentadores que buscam o diferencial da notícia. Além de informar o público nas ondas do rádio, o time também faz bonito na telinha da TV Brasil. Os profissionais realizam o programa Stadium, de segunda a sexta, às 12h30, e de terça a sexta, às 18h30. 

Serviço 

Campeonato Brasileiro 2026 – São Paulo x Flamengo – Quarta-feira, dia 28/1, a partir das 21h15, na Rádio Nacional RJ, AM, OC e AS + RNCP e Parceiros  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 13:37:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Lula diz que &amp;quot;falta vergonha na cara&amp;quot; a quem defende dono do Master</title>
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<description><![CDATA[ O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (23) que muita gente por “falta de vergonha na cara” defende o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. A declaração foi durante cerimônia em Maceió, Alagoas, para a entrega de 1.337 moradias do Minha Casa, Minha Vida no município e para celebrar a marca de 2 milhões de contratações do programa desde 2023, meta estabelecida pelo governo para este terceiro mandato de Lula.

Sem citar o nome do banqueiro Daniel Vorcaro, foi a primeira vez que Lula se pronunciou sobre o escândalo envolvendo o Banco Master. 

Notícias relacionadas:Lula é convidado para Fórum Econômico Internacional da AL e Caribe.Lula anuncia isenção de visto a cidadãos chineses.Fundo Garantidor começa a ressarcir clientes do Master .&quot;Não é possível que a gente continue vendo o pobre ser sacrificado, enquanto um cidadão, como esse do Banco Master, que deu um golpe de mais de R$ 40 bilhões. E quem vai pagar? São os bancos. É o Banco do Brasil, é a Caixa Econômica Federal, é o Itaú. Um cidadão que deu um desfalque de quase R$ 40 bilhões nesse país&quot;, afirmou o presidente se referindo aos recursos do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que serão usados para pagar os credores.

&quot;Então, companheiros, e tem gente que defende porque também está cheio de gente que falta um pouco de vergonha na cara neste país&quot;, completou.

Durante a cerimônia, o presidente citou resultados do seu terceiro governo, como a queda na inflação, que em outubro do ano passado atingiu o menor patamar em 27 anos, e o aumento no número de empregos, com 5 milhões com carteira assinada no acumulado desde 2023.

Lula disse que 2026 será o ano da comparação e que vai comparar as realizações de seus três anos de governo, com as dos governos dos ex-presidentes Michel Temer e Jair Bolsonaro.

“Tivemos dois anos de reconstrução, porque encontramos esse país desmantelado”, disse, acrescentando que “esse ano vamos fazer o ano da comparação”. 


“Vamos comparar cada coisa que fizemos nesses três anos com o governo Temer e o Bolsonaro que, juntos, são quase oito anos de governo. Vamos comparar quem mais cuidou das estradas, quem fez mais estradas, quem mais cuidou da saúde, quem fez mais universidades, mais institutos federais, quem colocou mais estudantes nas universidades”, discursou.


Lula alertou que as pessoas devem tomar cuidado com as fake news espalhadas, principalmente nas redes sociais.

“A gente sabe que a mentira voa e a verdade anda. Não podemos permitir que a mentira volte a governar”, afirmou. “Não passem mentira para frente, aprendam a distinguir o que é verdade e o que é mentira. Esse país precisa acabar com o ódio e a gente precisa voltar a ter mais fraternidade, amor, a ser mais amigo dos nossos amigos”, concluiu.

O presidente fez um apelo para que os homens se envolvam no combate da violência contra as mulheres. Lula lembrou que o número de casos de feminicídio no país é alto e que é preciso enfrentar o problema.

“Eu quero dizer para os homens, somos nós homens que temos que ter coragem e dignidade de assumir a defesa da luta contra a violência voltada para as mulheres. Porque quem é violento somos nós. Você não tem histórico de mulher batendo no marido, mas todo dia aparece homem querendo matar a mulher, a namorada” disse.

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Ambulâncias

O presidente Lula também entregou sete ambulâncias para o estado de Alagoas, para a renovação da frota do Samu. Do total de veículos, três serão destinados ao município de Arapiraca, duas para Maceió, uma para União dos Palmares e uma para Penedo.

Alagoas também recebeu 17 Unidades Odontológicas Móveis (UOM) do Ministério da Saúde. 


“Quando eu pensei em fazer o programa Brasil Sorridente, eu imaginava exatamente isso, que a gente tivesse um monte de ambulância móvel, que pudesse percorrer os lugares da cidade onde moram as pessoas mais necessitadas, que não podem pagar”, disse Lula.


Os veículos irão para os seguintes municípios: Arapiraca; Batalha; Campo Grande; Coqueiro Seco; Estrela de Alagoas; Maribondo; Monteirópolis: Olho D&#039;água do Casado; Olivença; Palmeira dos Índios; Piranhas; Santana do Ipanema; Santana do Mundaú; São José da Tapera; Senador Rui Palmeira; Teotônio Vilela e União dos Palmares. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 20:39:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Comitê Paralímpico faz 1ª convocação para Jogos de Inverno, na Itália</title>
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<description><![CDATA[ 
                    
				O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) anunciou nesta terça-feira (27) a primeira lista de convocação de atletas que competirão na Paralimpíada de Inverno Milão-Cortina (Itália), com início em 6 de março. O rondoniense Cristian Ribera e a paranaense Aline Rocha – atuais campeão e vice-campeã mundiais, respectivamente – encabeçam a relação de atletas do esqui cross-country, que conta ainda com os paulistas Wellington da Silva e Elena Sena, ambos estreantes nos Jogos. No snowboard, o representante será o gaúcho André Barbieri.

Os cinco atletas elencados atenderam os critérios pré-estabelecidos pela Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN), em parceria com o CPB. A segunda e última chamada de atletas será em 3 de fevereiro, com mais dois nomes, totalizando sete competidores. É o maior número de representantes do Brasil desde a última edição (Beijing 2022) - na ocasião foram seis.




 


 

 



 

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Aline Rocha e Cristian Ribera disputarão na Itália a terceira paralimpíada da carreira. A esquiadora foi a primeira brasileira a competir nos Jogos de Inverno, na edição de PyeongChang (Coreia do Sul), em 2018. Quatro anos depois, em Beijing (China), Aline obteve a sétima colocação, melhor resultado até então, na prova longa (15 quilômetros), no esqui cross-country,

Já Cristian Ribera estreou com apenas 15 anos em PyeongChang 2018, conquistando de cara o sexto lugar, melhor marca do Brasil no esqui cross-country tanto nos Jogos Olímpicos quanto Paralímpicos de Inverno. Em Beijing 2022, Ribera terminou na nona posição.

No snowboard, o gaúcho André Barbieri representará o país pela segunda vez. Ele debutou em Beijing 2022, onde competiu nas provas de cross e banked slalom (slalon inclinado), terminando em 13º lugar em ambas.

Prestes a estrear na Paralimpíada de Milão-Cortina, os esquiadores Wellington da Silva, de 19 anos, e Elena Sena, de 22, somaram bons resultados continentais no último ciclo de preparação. Em 2023, Elena foi campeã na prova de sprint da Copa Continental da Noruega) e, na mesma prova, Wellington levou a prata. Ambos também brilharam na Copa Continental da Argentina, em Ushuaia. Ele foi ouro e ela prata em quatro provas (sprint, 5km, 10km e 20km). ]]></description>
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<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 17:14:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Corinthians encara Gotham na semi do 1º Mundial de clubes feminino</title>
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<description><![CDATA[ 
                    
				Atual hexacampeão continental, o time feminino de futebol do Corinthians encara o Gotham FC (Estados Unidos) nesta quarta-feira (28), às 9h30 (horário de Brasília), pelas semifinais da edição inaugural da Copa das Campeãs Femininas, o primeiro torneio mundial de clubes feminino organizado pela Fifa. A partida decisiva ocorrerá no Gtech Commnity, estádio do Brentfort, em Londres. O adversário norte-americano foi o vencedor da Copa dos Campeões da Concacaf na temporada passada.

Outros dois times também estrearão direto nas semifinais do torneio na quarta (28). Às 15h, a equipe do Arsenal (Inglaterra), vencedora da Liga dos Campeões da Europa, medirá forças com o ASFAR (Marrocos), campeão da Liga dos Campeões da África.

Notícias relacionadas:Fifa anuncia Mundial de Clubes Feminino 2028 e Copa das Campeãs 2026.CBF anuncia programa de profissionalização de árbitros de futebol.Comitê Paralímpico faz 1ª convocação para Jogos de Inverno, na Itália.Os finalistas decidirão o primeiro título do Mundial Feminino de Clubes no próximo domingo (1º de fevereiro), às 15h, no estádio do Arsenal, o Emirates Stadium, em Londres. Antes, a partir das 11h45, haverá a disputa de terceiro lugar com os times derrotados nas semifinais.


TÁ CHEGANDO A HORA! ⏳

Gotham 🆚 Corinthians abrem a fase final da #FIFAWCC. Garanta já os seu ingresso! ⬇️
— Copa do Mundo FIFA🏆 (@fifaworldcup_pt) January 26, 2026


A equipe campeã mundial de clubes receberá premiação de US$ 2.3 milhões (cerca de R$ 12 milhões) e a segunda colocada embolsará US$ 1 milhão (R$ 5,2 milhões). Já o prêmio dos semifinalistas será de US $ 200 mil (R$ 1 milhão).

A primeira rodada da Copa das Campeãs teve início em outubro, quando o Wuhan Chegu Jiangda (China) – campeão asiático – derrotou a equipe do Auckland (Nova Zelândia), campeã da Oceania, por 1 a 0. Depois, em dezembro, a equipe chinesa foi eliminada da competição pelo ASFAR - derrota por 2 a 1 – que se classificou à semifinal. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 17:14:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>BC: diretor nega ter recomendado compra de carteiras do Master ao BRB</title>
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<description><![CDATA[ O diretor de Fiscalização do Banco Central (BC), Ailton de Aquino Santos, negou que tenha recomendado ao BRB a compra de carteiras fraudadas. Ele ainda colocou à disposição do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF) informações bancárias, fiscais e dos registros das conversas que realizou com o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Esse posicionamento vem após reportagem da jornalista Malu Gaspar afirmar que Ailton de Aquino pediu ao ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, que comprasse milhões de reais em créditos do Master.

Operações suspeitas

Notícias relacionadas:Rioprevidência nega irregularidades em transações com o Master.BRB descarta risco de intervenção e estuda vender ativos do Master.Fundo Garantidor começa a ressarcir clientes do Master .O Bacen divulgou a nota em defesa do executivo nesta sexta-feira (23). De acordo com o texto, a área de Supervisão, sob comando do diretor, foi a responsável por identificar inconsistências e investigar as operações do Banco Master. Além disso, partiu da área a iniciativa de comunicar os ilícitos criminais ao Ministério Público Federal.

A nota afirma ainda que o setor de Supervisão aplicou medidas para proteger a saúde financeira do BRB e foi o diretor Ailton quem propôs a liquidação do Master.

O que diz o BC

Segundo o Banco Central, a instituição é responsável por acompanhar as condições das instituições financeiras, inclusive transações entre elas, para garantir a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional e resguardar clientes.

A responsabilidade pela análise da qualidade dos créditos que adquire é de cada instituição financeira, conforme a lei, explica a nota do Banco Central. Elas devem manter procedimentos e controles internos para gerenciar os riscos nos negócios.

A reportagem pediu posicionamento do BRB e aguarda retorno. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 21:08:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Conselho amplia poderes do FGC para socorrer banco antes da liquidação</title>
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<description><![CDATA[ 
                    
				As mudanças no estatuto do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) aprovadas na quinta-feira (22) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) permitem a adoção de medidas de socorro a instituições financeiras antes da liquidação pelo Banco Central (BC). Em nota, o FGC reforçou que as medidas ampliam os instrumentos de atuação do fundo, mas não afetam as liquidações recentes.

As alterações ocorrem em meio à crise do grupo Master, liquidado em novembro de 2025, cujo impacto para o FGC pode se aproximar de R$ 50 bilhões, o maior valor já registrado na história do fundo. Desde a última segunda-feira (19), o FGC iniciou os pagamentos a investidores com recursos aplicados em produtos cobertos da instituição.

Notícias relacionadas:BC: diretor nega ter recomendado compra de carteiras do Master ao BRB.PF faz operação contra a Rioprevidência por aplicações no Banco Master.Banco Will: entenda como funciona a liquidação e os impactos da medida.Pelas novas regras, o FGC, fundo mantido pelas instituições financeiras, poderá atuar em situações de “dificuldade financeira relevante” reconhecidas pelo BC, flexibilizando o desenho das operações de assistência. Até agora, a atuação do fundo se restringia aos casos em que a liquidação já havia sido decretada.

Entre os mecanismos agora autorizados estão operações de mudança de controle da instituição em crise ou a transferência de ativos e passivos, como carteiras de crédito e depósitos, para outras instituições financeiras. Segundo o FGC, a medida busca evitar a interrupção de serviços aos clientes, reduzir os custos de uma eventual quebra e minimizar o impacto sobre o próprio fundo.


“A ideia é reduzir a possibilidade de contaminação do sistema financeiro, diminuindo riscos sistêmicos”, informou o FGC em nota.


O fundo acrescenta que as mudanças seguem padrões internacionais e fazem parte de um processo contínuo de modernização do arcabouço de proteção aos depositantes.

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Outras mudanças

O CMN também aprovou alterações no artigo 7º do regulamento, permitindo que o conselho de administração do FGC proponha aumento ou redução das contribuições das instituições associadas, sempre que considerar necessário. A proposta deverá ser analisada pelo Banco Central e decidida pelo próprio CMN. Segundo o fundo, não há, neste momento, discussão sobre elevação das alíquotas.

Para mitigar impactos sobre a liquidez, o FGC poderá ainda antecipar em até cinco anos as contribuições das associadas e instituir cobranças extraordinárias, instrumentos que já estavam previstos nas normas. A antecipação ajudará a cobrir eventuais prejuízos para o Fundo Garantidor. No caso das liquidações recentes do Master e do Will Bank, o FGC terá de desembolsar pelo menos R$ 47 bilhões, quase um terço do patrimônio do fundo.

Outro ponto relevante é o estabelecimento de um prazo máximo de três dias para o início do pagamento das garantias, contado a partir do recebimento das informações formais enviadas pelos liquidantes. As mudanças incluem ainda regras mais claras para envio e correção de dados e maior transparência, com divulgação ao público do saldo de instrumentos cobertos por cada instituição associada.

Segundo o FGC, as alterações “contribuem para maior estabilidade e solidez do Sistema Financeiro Nacional, mantendo convergência com padrões de referência adotados internacionalmente”, sem afetar liquidações recentes.

O FGC garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira, em depósitos e créditos cobertos, protegendo correntistas e investidores em caso de falência de bancos autorizados a operar no país. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 20:39:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Acordo União Europeia–Brasil amplia valor das exportações agro mesmo com cotas reduzidas</title>
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<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 12:08:51 -0300</pubDate>
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<title>Entenda mudanças na aposentadoria em 2026</title>
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<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 10:50:10 -0300</pubDate>
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<title>Os preparativos e as medidas de segurança para o julgamento de Jair Bolsonaro</title>
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<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 17:15:58 -0300</pubDate>
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<title>Prefeito de Criciúma (SC) passa quase 24 horas como morador de rua, para avaliar atendimento oferecido pela prefeitura</title>
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<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 13:38:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Estudo inédito aponta Brasil como o país mais miscigenado do mundo e revela impactos diretos na saúde pública</title>
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<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 20:22:20 -0300</pubDate>
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<title>Preço da energia no mercado cativo deve subir 9% em 2025</title>
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<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 19:43:31 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Prefeitos irão se reunir em Brasília a partir de amanhã</title>
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<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 03:11:55 -0300</pubDate>
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<title>Cashback devolverá imposto a famílias mais pobres</title>
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<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 20:11:45 -0300</pubDate>
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<title>Ministério de Portos e Aeroportos anuncia R$ 50 bi em investimentos até 2026</title>
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<title>Obras restauradas do 8/1 começam a chegar ao Palácio do Planalto</title>
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<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 17:26:51 -0300</pubDate>
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<title>O QUE MUDOU? Começam a valer as novas regras do Pix</title>
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<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 19:08:29 -0300</pubDate>
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<title>ARTIGO: Queimadas e estiagem podem gerar uma crise energética?</title>
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<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 01:55:28 -0300</pubDate>
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<title>Brasil teve 11,39 milhões de hectares atingidos pelo fogo este ano</title>
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<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 17:46:21 -0300</pubDate>
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<title>Dengue sem controle em 2024</title>
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<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>STF tem oito votos para tornar réus 100 envolvidos em atos golpistas</title>
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<pubDate>Sun, 23 Apr 2023 17:51:50 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Presidente renova concessões da Rede Globo, Band e Record</title>
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<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Diplomação destaca exercício da democracia, diz presidente do Senado</title>
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<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 17:35:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Cantor e compositor Erasmo Carlos morre aos 81 anos</title>
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<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 23:00:58 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>CONGRESSO: Tasso Jereissati propõe PEC alternativa com R$ 80 bi além do teto</title>
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<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 18:29:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Fim de semana começa com 18 estradas bloqueadas</title>
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<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>PEC DA TRANSIÇÃO: GOVERNO LULA apresenta proposta de R$ 175 bilhões para pagar BOLSA FAMÍLIA fora do teto por tempo indeterminado</title>
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<pubDate>Thu, 17 Nov 2022 16:52:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>NOVO MERCADO: ABPA comemora abertura do México para a carne suína brasileira</title>
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<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 19:43:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Moraes propõe maior controle das redes sociais para fortalecer Estado de Direito</title>
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<pubDate>Tue, 15 Nov 2022 17:23:37 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>MEIO AMBIENTE: Amazônia bate recorde de desmatamento para o mês de outubro</title>
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<pubDate>Sat, 12 Nov 2022 01:55:36 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Em reunião com TCU, Guedes e Ciro Nogueira garantem acesso a dados</title>
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<pubDate>Fri, 04 Nov 2022 00:49:58 -0300</pubDate>
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<title>Transição começa com foco no Auxílio Brasil e no reajuste do mínimo</title>
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<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 19:31:01 -0300</pubDate>
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<title>No Rio de Janeiro, rodovias federais amanheceram sem bloqueios</title>
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<pubDate>Wed, 02 Nov 2022 18:48:58 -0300</pubDate>
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<title>Manifestações nas rodovias interferem no mercado do boi</title>
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<pubDate>Wed, 02 Nov 2022 18:14:07 -0300</pubDate>
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<title>Defesa Civil Nacional alerta para onda de frio intenso em grande parte do País na próxima semana</title>
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<pubDate>Sat, 29 Oct 2022 02:36:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Governo repassa R$ 2,5 bilhões para custear transporte gratuito de idosos</title>
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<pubDate>Sat, 27 Aug 2022 18:37:37 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Segurança Pública: Anuário Brasileiro revela aumento de 21% nos casos de maus&#45;tratos contra crianças e adolescentes no Brasil</title>
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<pubDate>Tue, 05 Jul 2022 18:34:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Começa nesta sexta&#45;feira (1) greve que pode interromper o PIX</title>
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<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 18:59:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>NOVAS REGRAS: Mudanças no programa Casa Verde Amarela</title>
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<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 18:35:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>FORA DO AR: Ministro Alexandre de Moraes determina bloqueio do Telegram no Brasil</title>
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<pubDate>Sat, 19 Mar 2022 02:27:52 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>De Lula a Bolsonaro: do preço acessível ao inacessível</title>
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<pubDate>Fri, 18 Mar 2022 19:26:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>SEM LIMITES: Justiça dá 72 horas para governo explicar aumento dos combustíveis</title>
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<pubDate>Sat, 12 Mar 2022 02:28:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Caminhoneiros reagem à mega&#45;alta do diesel: “O Brasil vai parar”</title>
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<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Nacional: Governo lança nova carteira de identidade com número único | Folha no Sudoeste</title>
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<pubDate>Thu, 24 Feb 2022 02:31:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Bolsonaro muda verba repassadas às televisões; saiba quanto cada canal receberá</title>
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<pubDate>Wed, 23 Feb 2022 23:57:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Fila com 3,5 mil caminhões permanece na fronteira de Foz do Iguaçu</title>
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<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Ibama usou menos da metade do orçamento para fiscalização ambiental</title>
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<title>Servidores públicos organizam mobilização nesta terça&#45;feira</title>
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<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 16:36:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>MPF pede arquivamento do processo do triplex contra Lula</title>
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<pubDate>Wed, 08 Dec 2021 00:07:55 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>GREVE: Caminhoneiros paralisam em seis estados nesta quinta&#45;feira (21)</title>
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<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 17:08:24 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Ruralistas acusam Bolsonaro de ter provocado veto da China à carne brasileira</title>
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<pubDate>Thu, 21 Oct 2021 16:00:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Bolsonaro confirma Auxílio Brasil de R$ 400 e diz que “ninguém vai furar o teto”</title>
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<pubDate>Thu, 21 Oct 2021 15:34:31 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Bolsonaro confirma que “é possível, sim, termos desabastecimento”</title>
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<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 17:55:22 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Habilitação gratuita: CNH Social abre inscrições para mais de 5 mil vagas</title>
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<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 20:02:55 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Pós sete de setembro, Bolsonaro faz apelo a caminhoneiros por fim de manifestação</title>
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<pubDate>Thu, 09 Sep 2021 19:27:40 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Fux diz que ninguém fechará o STF e que desprezar decisão judicial é crime de responsabilidade</title>
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<pubDate>Thu, 09 Sep 2021 02:04:37 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Alexandre tornará Bolsonaro investigado no inquérito das fake news</title>
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<pubDate>Thu, 05 Aug 2021 02:09:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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<title>Bolsonaro sanciona lei que afasta grávidas do trabalho presencial na pandemia</title>
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<pubDate>Thu, 13 May 2021 18:56:21 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
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