<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
     xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
     xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
     xmlns:admin="http://webns.net/mvcb/"
     xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#"
     xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
     xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/">
<channel>
<title>Folha no Sudoeste &#45; : Saúde</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/rss/category/saude</link>
<description>Folha no Sudoeste &#45; : Saúde</description>
<dc:language>br</dc:language>
<dc:rights>Copyright © 2026 Jornal FOLHA NO SUDOESTE &#45; Todos os Direitos Reservados.</dc:rights>

<item>
<title>Um em cada quatro brasileiros não sabe que o câncer pode ser prevenido</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/um-em-cada-quatro-brasileiros-nao-sabe-que-o-cancer-pode-ser-prevenido</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/um-em-cada-quatro-brasileiros-nao-sabe-que-o-cancer-pode-ser-prevenido</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Um em cada quatro brasileiros desconhece que o câncer é uma doença que pode ser prevenida. A informação faz parte do relatório Mais Dados Mais Saúde - Percepções da população brasileira sobre fatores de risco para o câncer, divulgada nesta quarta-feira (3). 

O estudo investigou de que forma a população percebe e se relaciona com alguns fatores de risco para o câncer como tabagismo, bebidas alcoólicas, alimentos ultraprocessados e sedentarismo. 

Notícias relacionadas:Anvisa suspende lote de medicamentos para hipertensão e câncer de mama.Resolução proíbe uso de PMMA por médicos em procedimentos na pele.Dia Mundial sem Tabaco: novas tecnologias camuflam vapes e são desafio.De acordo com Instituto Nacional de Câncer (Inca), são estimados 781 mil casos novos de câncer por ano no triênio 2026/2028. O volume representa aumento de 10,9% em relação ao período anterior, impulsionado pelo envelhecimento da população e por hábitos de vida.  

A pesquisa é a primeira edição de abrangência nacional que investiga o conhecimento dos brasileiros em relação à prevenção do câncer, incluindo o que pensam e fazem sobre o assunto. O estudo foi realizado pelas organizações Umane e Vital Strategies, com apoio do Instituto Devive e parceria técnica do Inca. Foram entrevistadas 6,5 mil pessoas em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.  

Fatores de risco  

Enquanto alguns hábitos, como o fumo e a exposição solar sem proteção são mais percebidos pela população como perigosos, outros não são vistos como fatores de risco para o câncer. É o caso do sedentarismo, por exemplo, que aparece nas últimas posições dessa lista. Menos da metade dos brasileiros (48,3%) acha que a falta de atividade física favorece o desenvolvimento da doença.  

Na avaliação da Chefe da Divisão de Pesquisa Populacional do Inca, Luciana Grucci Moreira, percebe-se uma melhora no Brasil em termos de percepção da população, especialmente em comparação aos estudos internacionais.  

O maior exemplo disso é o fumo, que apresenta reconhecimento de fator de risco bastante elevado entre a população adulta brasileira: 90,5% disseram saber que fumar causa câncer. Os outros dois fatores com maior índice de percepção são herança genética (89,4%) e exposição solar excessiva (88,3%).  

Já outros fatores não são percebidos da mesma forma pela população como bebidas alcoólicas, apontadas como fator de risco por 71,3%, bem como alimentos embutidos como presunto e salsicha (70,7%), e ultraprocessados como macarrão instantâneo, salgadinhos e sorvete (65,6%). 

Para a especialista, a principal diferença para os distintos graus de percepção são políticas públicas e campanhas informativas, como as implementadas em relação ao cigarro nas últimas décadas.  


“Advertências em embalagens, impostos para elevar o preço do tabaco, ambientes restritos de fumo. Ou seja, um conjunto de políticas públicas e muita campanha informativa, de comunicação, que já foram desenvolvidas acerca do tabaco”, compara.  


Ela acredita que para ampliar a percepção da população, é preciso avançar em ações semelhantes para os outros fatores de risco.  

O estudo mostra, ainda, que a população desconhece que o aleitamento materno é um fator de proteção para o desenvolvimento do câncer de mama. A cada 10 entrevistados, 4 não sabiam dessa informação.  

“A mulher que amamenta tem uma proteção maior contra o câncer de mama quando comparada com aquela mulher que não tem oportunidade de amamentar”. 

Obesidade 

Já o sobrepeso e a obesidade são conhecidos como fator de risco para o câncer por apenas 54,1% da população. O mesmo ocorre em relação ao consumo de bebidas adoçadas (refrigerantes), baixa ingestão de frutas e verduras e o sedentarismo, que são associados ao câncer por somente 55,3%, 53,3% e 48,3% dos adultos brasileiros, respectivamente. A carne vermelha é reconhecida como item que aumenta a chance de desenvolver câncer por menos de três em cada dez brasileiros, ou 27,5%. 


“Lembrando que não é só a informação que é determinante para uma escolha alimentar. Existem outras questões como o acesso ao alimento, renda, preço dos alimentos, marketing. A gente precisa avançar em outras políticas públicas também conjuntamente para promover não só essa percepção, como a melhora das escolhas mais saudáveis por parte da população”, defende. 


Ela reforça a necessidade de políticas públicas para prevenir fatores ambientais e comportamentais que aumentam a chance de se desenvolver um câncer, como por exemplo a atividade física e a alimentação adequada.  


“Não é só falar: ‘faça atividade física’. A rua em que a pessoa mora tem que estar iluminada, com segurança, para ela praticar exercício. A política pública tem esse papel de dar a opção de melhores escolhas para todos esses fatores de risco”, explica. 


Comportamentos 

 


            
        
    
Consumo de ultraprocessados é fator de risco para o câncer - Marcello Casal Jr./Agência Brasil


A pesquisa também investigou hábitos da população relacionados aos fatores de risco para o câncer, como o consumo de alimentos embutidos, ultraprocessados, carne vermelha e bebidas adoçadas. E também questionou os entrevistados se havia intenção ou não de reduzir o consumo. 

Cerca de 45% dos indivíduos relataram consumir produtos ultraprocessados e ter tentado reduzir o consumo, enquanto 33% afirmam não consumir e 15% consomem e não têm intenção de reduzir esse hábito. Em relação aos refrigerantes e demais bebidas adoçadas, aproximadamente 53% relataram consumo com tentativa de redução, 27% não consomem e cerca de 15% não querem reduzir a ingestão. 

Em relação à carne vermelha, foi observada maior proporção de indivíduos que relataram consumir sem ter tentado reduzir (cerca de 45%), seguida por aqueles que consomem e tentam reduzir (aproximadamente 40%), enquanto o não consumo é menos frequente (em torno de 10%). 

Em contrapartida, 86,3% da população afirmou consumir frutas, legumes e verduras. Entre os que não consomem, 8,3% disseram ter intenção de começar. 

Jovens  

O relatório revela que os jovens até 24 anos são os que mais consomem os alimentos mais relacionados como fatores de risco sem a intenção de reduzir. Esse comportamento foi acusado por 32,3% com relação aos ultraprocessados, 24,4% quando se trata de bebidas adoçadas, 29,5% embutidos e 49,1% em relação à carne vermelha. 

Sobre bebidas alcoólicas, substância associada a pelo menos oito tipos de câncer, metade da população (50,1%) relatou não consumir enquanto 32,5%, entre os que consomem já tentaram reduzir o hábito. Os jovens até 24 anos são maioria entres os que declaram beber e não ter a intenção de reduzir (16,9%), mesma resposta dada por 8,7% das pessoas de 25 a 59 anos e por 7,1% daqueles com mais de 60 anos. 

Sedentarismo 

 


            
        
    
Prática de atividades físicas é fator de prevenção do câncer - José Cruz/Agência Brasil


Em relação ao sedentarismo, 52,2% disseram que praticam atividade física e 39% manifestaram querer começar a se exercitar. Os mais ricos são os que mais sabem da importância da atividade física na prevenção do câncer. Cerca de 45% dos que recebiam até R$ 2 mil apresentaram menor proporção de conhecimento sobre o sedentarismo como fator de risco em comparação àqueles com renda igual ou superior a R$ 10 mil (59,6%). 

Indagados sobre o peso corporal, 48,8% se declararam com peso saudável. Entre os que reconhecem ter excesso de peso, 31% afirmaram estar fazendo algo a respeito, mas esse número cai para 22,9% entre pessoas com renda menor que R$ 2 mil, contra mais de 40% entre os de renda acima de R$ 3 mil. 

Estratégias 

Na avaliação da gestora do Inca, Luciana Moreira, o resultado do estudo permite pensar e planejar quais esforços devem ser feitos para levar informação de qualidade para população.  


“Se a população hoje não reconhece, por exemplo, que as carnes processadas aumentam o risco de câncer, essa informação é muito importante para nós, que trabalhamos com ações de prevenção e com criação de políticas públicas, de que é preciso investir em estratégias de comunicação”, afirma. 


Luciana Sardinha, da Vital Strategies, acredita que o estudo tem um efeito muito positivo para despertar na população o interesse pelo assunto. “Ao dar visibilidade aos resultados, eles chamam a atenção da população para os fatores de risco para o câncer”. 

Saiba mais sobre a pesquisa no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/ow8C9h-lMMhrcunMZqwoLOvAkZc=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/08/31/calor_ibirapuera_04_0.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 16:09:32 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>cada, quatro, brasileiros, não, sabe, que, câncer, pode, ser, prevenido</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa anuncia recolhimento voluntário de lote da água Crystal sem gás</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-anuncia-recolhimento-voluntario-de-lote-da-agua-crystal-sem-gas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-anuncia-recolhimento-voluntario-de-lote-da-agua-crystal-sem-gas</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (3) a Resolução 2.247/2026, na qual comunica o recolhimento voluntário do lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal. 

O produto é fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda (CNPJ: 07.245.544/0001-62), localizada em Luziânia, em Goiás. A própria empresa determinou o recolhimento após laudo laboratorial constatar contaminação pela bactéria Pseudomonas.

Notícias relacionadas:Anvisa suspende lote de medicamentos para hipertensão e câncer de mama.Anvisa libera fábrica da Ypê e produtos feitos a partir de 1º de abril.Saiba como pedir reembolso de produtos Ypê suspensos pela Anvisa.O lote é composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml e foi distribuído no Distrito Federal (230.443), em cidades vizinhas de Goiás (66.768), em Tocantins (1.439) e no interior de São Paulo (75.750). Ainda segundo a Mineração Bom Jesus, até o momento não há registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais de atendimento.

Bactéria Pseudomonas

O recolhimento voluntário está sendo feito “após a emissão de laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), que identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostra do produto coletada durante ação de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do DF (Divisa/DF) para análise de alimentos”.

Segundo a empresa, a contraprova, que gerou o Laudo de Análise Fiscal Definitivo, foi realizado conforme “previsão do Guia para Harmonização de Procedimentos no Âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, e o resultado confirmou a presença da bactéria na amostra analisada”. Diante do resultado, a Divisa/DF determinou a interdição do local e comunicou o caso à Anvisa.

Orientação ao consumidor

A Anvisa orienta os consumidores que verifiquem sem têm em casa unidades do lote LZ1 VAL 200127, fabricado em 20/1/2026 e com validade até 20/01/2027. “Caso tenham o produto em casa, não devem consumi-lo e precisam aguardar as orientações públicas da empresa sobre devolução e reembolso”.


“De acordo com as informações apresentadas pela empresa à Anvisa, o recolhimento do produto foi iniciado imediatamente em distribuidoras, e cerca de 99,2% das unidades do lote já não estariam mais disponíveis nas prateleiras para compra pelo consumidor”.


A Anvisa comunicou ainda que a Mineração Bom Jesus protocolou documentos junto à Agência no qual demonstra a abertura de “investigação interna abrangente para avaliar a ocorrência e suas possíveis causas. Representantes da empresa se reuniram com a Agência, prestaram esclarecimentos e vêm cooperando com as autoridades sanitárias, adotando providências de forma diligente”.

“A investigação sobre o caso segue em andamento, com acompanhamento da Anvisa e das vigilâncias sanitárias envolvidas. Até o momento, as informações disponíveis, incluindo o laudo fiscal e as evidências apresentadas, indicam ocorrência restrita ao lote informado”, acrescentou.

Nota

A Mineração Bom Jesus  informa, por meio de nota à imprensa, que o lote, envasado em janeiro, tem “distribuição restrita e foi comercializado apenas no Distrito Federal, em municípios específicos do Tocantins (Arraias, Combinado e Novo Alegre), de Goiás (Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Novo Gama, Valparaíso de Goiás, Cidade Ocidental, Santo Antônio do Descoberto, Planaltina de Goiás e Cristalina, Formosa, Campos Belos, Alexânia, Abadiânia e Catalão) e nas cidades de Sorocaba, Itapetininga, Itu, São Roque e Tatuí (SP)”. 

Diz ainda que, desde a notificação da contaminação, foram feitas análises em mais de 300 amostras no processo e nos produtos, todas negativas para quaisquer microrganismos indicadores de contaminação.

A empresa reforça o “compromisso permanente com elevados padrões de qualidade e segurança, reconhecidos internacionalmente, e seguimos cooperando de forma técnica, responsável e transparente com as autoridades competentes”.

Ressalta que a comunicação se “refere exclusivamente ao lote mencionado, envasado pela Mineração Bom Jesus (MBJ), não havendo qualquer relação com outros lotes ou produtos da marca Crystal”.

A fabricante orienta consumidores que eventualmente tenham unidades do lote P 200126 (leia-se na embalagem LZ1 VAL 200127 3 P 200126) a contactarem o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) para orientações sobre substituição ou reembolso. O contato pode ser feito pelo telefone: 0800 061 5000 ou pelo e-mail contato@brasal.com.br.

Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil



*Texto alterado às 10h59 para acréscimo de informação ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/u-WOyTow_CKYK1jhJ_LjRBdWs1A=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/06/03/agua_crystal.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 16:09:32 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, anuncia, recolhimento, voluntário, lote, água, Crystal, sem, gás</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa determina recolhimento de lote da água mineral Cristal sem gás</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-determina-recolhimento-de-lote-da-agua-mineral-cristal-sem-gas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-determina-recolhimento-de-lote-da-agua-mineral-cristal-sem-gas</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (3) a Resolução 2.247/2026, na qual comunica o recolhimento voluntário do lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal. 

O produto é fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda (CNPJ: 07.245.544/0001-62), localizada em Luziânia, em Goiás. A própria empresa determinou o recolhimento após laudo laboratorial constatar contaminação pela bactéria Pseudomonas.

Notícias relacionadas:Anvisa suspende lote de medicamentos para hipertensão e câncer de mama.Anvisa libera fábrica da Ypê e produtos feitos a partir de 1º de abril.Saiba como pedir reembolso de produtos Ypê suspensos pela Anvisa.O lote é composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml e foi distribuído no Distrito Federal (230.443), em cidades vizinhas de Goiás (66.768), em Tocantins (1.439) e no interior de São Paulo (75.750). Ainda segundo a Mineração Bom Jesus, até o momento não há registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais de atendimento.

Bactéria Pseudomonas

O recolhimento voluntário está sendo feito “após a emissão de laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), que identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostra do produto coletada durante ação de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do DF (Divisa/DF) para análise de alimentos”.

Segundo a empresa, a contraprova, que gerou o Laudo de Análise Fiscal Definitivo, foi realizado conforme “previsão do Guia para Harmonização de Procedimentos no Âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, e o resultado confirmou a presença da bactéria na amostra analisada”. Diante do resultado, a Divisa/DF determinou a interdição do local e comunicou o caso à Anvisa.

Orientação ao consumidor

A Anvisa orienta os consumidores que verifiquem sem têm em casa unidades do lote LZ1 VAL 200127, fabricado em 20/1/2026 e com validade até 20/01/2027. “Caso tenham o produto em casa, não devem consumi-lo e precisam aguardar as orientações públicas da empresa sobre devolução e reembolso”.


“De acordo com as informações apresentadas pela empresa à Anvisa, o recolhimento do produto foi iniciado imediatamente em distribuidoras, e cerca de 99,2% das unidades do lote já não estariam mais disponíveis nas prateleiras para compra pelo consumidor”.


A Anvisa comunicou ainda que a Mineração Bom Jesus protocolou documentos junto à Agência no qual demonstra a abertura de “investigação interna abrangente para avaliar a ocorrência e suas possíveis causas. Representantes da empresa se reuniram com a Agência, prestaram esclarecimentos e vêm cooperando com as autoridades sanitárias, adotando providências de forma diligente”.

“A investigação sobre o caso segue em andamento, com acompanhamento da Anvisa e das vigilâncias sanitárias envolvidas. Até o momento, as informações disponíveis, incluindo o laudo fiscal e as evidências apresentadas, indicam ocorrência restrita ao lote informado”, acrescentou. ]]></description>
<enclosure url="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/public/thumbs/thumb_1200x600_agbrasil.png" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 08:38:20 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, determina, recolhimento, lote, água, mineral, Cristal, sem, gás</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Estado de São Paulo confirma quinta morte por febre amarela no ano</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/estado-de-sao-paulo-confirma-quinta-morte-por-febre-amarela-no-ano</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/estado-de-sao-paulo-confirma-quinta-morte-por-febre-amarela-no-ano</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O governo do estado de São Paulo confirmou a quinta morte causada por febre amarela em 2026 no estado. O novo registro ocorreu em Lençóis Paulista, na região de Bauru. O paciente era um homem de 54 anos, sem histórico de vacinação. O caso foi confirmado nessa segunda-feira (1º).

São Paulo já soma dez casos da doença neste ano: oito na região do Vale do Paraíba, com cinco óbitos; um na região de Sorocaba, sem registro de morte; e um na região de Bauru, com óbito. Nenhuma das pessoas que desenvolveram a doença havia sido vacinada. 


Notícias relacionadas:Governo de SP reforça vacina contra febre amarela na região do ABC.Estado de SP confirma mais duas mortes por febre amarela.“A vacina é a principal forma de prevenção contra a febre amarela e está disponível gratuitamente nas unidades básicas de saúde. Quem ainda não se vacinou deve procurar o posto mais próximo, especialmente antes de viagens para áreas rurais, de mata ou regiões com circulação do vírus”, destacou a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE-SP) do Estado de São Paulo, Tatiana Lang.


A vacina deve ser aplicada ao menos dez dias antes da exposição ao risco. A imunização é recomendada para toda a população e está disponível nas unidades básicas de saúde (UBSs).

“Não é preciso esperar a confirmação de novos casos para buscar a vacina. A proteção deve ocorrer antes da exposição ao vírus. A orientação é que a população verifique a carteira de vacinação e atualize a situação vacinal o quanto antes”, reforçou a diretora do CVE-SP.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Os primeiros sintomas da febre amarela incluem febre de início súbito, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza.

A doença é transmitida por mosquitos infectados por vírus e possui dois ciclos de transmissão: silvestre e urbano. No ciclo silvestre, os principais vetores são os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes. Primatas não humanos podem ser infectados também. No ciclo urbano, a transmissão ocorre pelo mosquito Aedes aegypti. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/yLojTKhYRD6lazKCbAD6LelNmWw=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/mosquito-213805_1920.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 08:38:20 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Estado, São, Paulo, confirma, quinta, morte, por, febre, amarela, ano</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Dia Mundial sem Tabaco: novas tecnologias camuflam vapes e são desafio</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/dia-mundial-sem-tabaco-novas-tecnologias-camuflam-vapes-e-sao-desafio</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/dia-mundial-sem-tabaco-novas-tecnologias-camuflam-vapes-e-sao-desafio</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Disfarces tecnológicos ampliam o consumo de cigarros eletrônicos, conhecidos como vapes, entre os jovens, com perspectiva de aumentar o número de casos de câncer no Brasil. Quem alerta é o diretor executivo da Fundação do Câncer, o cirurgião oncológico Luiz Augusto Maltoni.

O alerta da instituição vai ao encontro do tema da campanha da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Dia Mundial sem Tabaco, lembrado neste domingo (31): “Desmascarando o apelo, combatendo a dependência de nicotina e tabaco”.

Notícias relacionadas:INCA alerta para os riscos de cigarros com sabor e aroma entre jovens.Instituições preparam orientações para reforçar pesquisas sobre vapes.OMS: 15 milhões de jovens de 13 a 15 anos fumam cigarros eletrônicos.O cigarro eletrônico continua proibido no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Mas, apesar da proibição da comercialização de vapes no Brasil desde 2009, o uso desses dispositivos cresceu de forma acelerada. Os produtos são comprados com facilidade em redes sociais, sites e no comércio informal.

Números recentes da Receita Federal reforçam a necessidade de se combater esses produtos: entre janeiro e fevereiro de 2026, foram apreendidas 238.801 unidades de cigarros eletrônicos no país, o equivalente a mais de 4 mil dispositivos por dia, em média.

&quot;Dispositivos disfarçados&quot;

Vários desses dispositivos não têm cheiro. Em outros são colocados aromatizantes. Muitos, entretanto, têm só o vapor que muitas pessoas nem percebem, o que abre caminho para o vício precoce, formando uma nova geração de dependentes da nicotina.

Os disfarces fazem com que os vapes não pareçam mais cigarros eletrônicos e, muito menos, perigosos à primeira vista, já que ganharam novas formas e funções. Aparecem agora disfarçados ou embutidos em acessórios e integrados ao cotidiano de forma quase imperceptível.

Chamam a atenção, entre outros formatos, os vaporizer hoodies, moletons com vaporizadores integrados ao tecido. O bocal do dispositivo fica escondido na ponta do cordão do capuz, permitindo que o usuário inale nicotina de forma totalmente discreta.


“De uma maneira totalmente articulada, e muito mal articulada do ponto de vista da ética, criam até casaco com bocal escondido para a pessoa fumar”, critica Maltoni.


Esses disfarces permitem que o jovem fume o vape dentro do metrô ou na escola, sem que outras pessoas percebam. “Tudo para tornar o jovem viciado&quot;, completa o diretor. 

Segundo Luiz Augusto Maltoni, esses dispositivos camuflados comprometem décadas de avanços nas políticas de controle do tabaco no Brasil, que reduziu muito a prevalência de fumantes e é referência para o mundo inteiro.


“O que estamos vendo agora é um risco real de retrocesso, agora embalado em tecnologia e integrado ao cotidiano dos jovens.”


Campanha

Neste Dia Mundial sem Tabaco, a Fundação do Câncer resolveu fortalecer o seu Movimento Vape Off e ampliar sua atuação lançando a campanha “Spoiler: ele não te ama”. Trata-se de um filme, no formato de uma reportagem, em que três jovens anônimos comentam um relacionamento abusivo que causou o adoecimento deles.

A ideia é chamar a atenção da juventude para o fato de que a forma como a indústria apresenta esses cigarros é mentirosa e que esses dispositivos fazem realmente mal.


“E sugere que quem nunca experimentou que não experimente para não viciar. E quem já está fumando que pare”, salienta Maltoni.


De acordo com a Fundação do Câncer, os novos dispositivos incorporam tecnologia e interatividade, com tela sensível ao toque, além de jogos, música e sistema de troca de mensagens. Tudo em consonância com o novo hábito de celulares, tablets e redes sociais.

Alguns funcionam com sistemas que “reagem” se o usuário parar de usar, apitando e criando um ciclo de estímulo contínuo. Maltoni avalia que esse processo significa a fusão entre dependência química e dependência digital.


“O vape deixa de ser apenas um dispositivo e passa a funcionar como um acessório interativo, integrado à rotina”, alerta.


Dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024 revelam que a experimentação de cigarros eletrônicos entre estudantes de 13 a 17 anos evoluiu de 16,8% em 2019 para 29,6% em 2024. Significa que quase dobrou o número de jovens nessa faixa etária que já experimentaram ou fazem uso do cigarro eletrônico. “Isso é alarmante”, avalia o cirurgião oncológico.

Consequências

Consultora da Fundação do Câncer na área de tabagismo, Milena Maciel de Carvalho aponta que, quando se fala de cigarros eletrônicos entre estudantes de 13 a 17 anos, o problema ultrapassa o comportamento ou a escolha individual.


“A exposição à nicotina na adolescência pode afetar o desenvolvimento do cérebro, especialmente áreas relacionadas à atenção, aprendizagem, humor e controle de impulsos, além de aumentar a vulnerabilidade à dependência de nicotina ao longo da vida”, diz.


“Esses dispositivos também podem expor os usuários a substâncias tóxicas, incluindo partículas ultrafinas, compostos orgânicos voláteis e metais pesados. Também estão associados a riscos respiratórios e cardiovasculares”, acrescenta.

Medidas

O diretor executivo da Fundação do Câncer defendeu que sejam adotadas medidas no Brasil para coibir a produção de vapes. Citou o exemplo da Inglaterra, que foi sempre muito liberal e é o país onde a indústria do tabaco mais se desenvolveu.

“Mas, dada a catástrofe que a indústria do tabaco e os cigarros eletrônicos causaram, com os problemas pulmonares em jovens, a Inglaterra proibiu a venda de qualquer produto de tabaco para quem nasceu depois de 1º de janeiro de 2009.”

Além disso, o país ampliou medidas para restringir a publicidade, promoção, apresentação e o apelo dos vapes entre crianças e adolescentes. “Eu acho que a gente tem que caminhar nesse sentido”, defende Maltoni. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/0UF8TovhdWshv7EX0UKoYsBxm9A=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_ja_8670.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:28:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Dia, Mundial, sem, Tabaco:, novas, tecnologias, camuflam, vapes, são, desafio</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Expedição leva atendimento em saúde a ribeirinhos de Rondônia</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/expedicao-leva-atendimento-em-saude-a-ribeirinhos-de-rondonia</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/expedicao-leva-atendimento-em-saude-a-ribeirinhos-de-rondonia</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Em uma manhã tranquila de maio, centenas de pessoas se agrupavam em torno da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Calama, um distrito da capital rondoniense, Porto Velho. Elas aguardavam as equipes da expedição Barco Ciência, Saúde e Cidadania, que prestariam atendimento em diversas áreas, em especial de saúde.

A iniciativa, na sexta edição, foi um momento em que as comunidades ribeirinhas de Porto Velho puderam ter acesso aos mais diversos serviços. A maioria deles inexistente nas proximidades ou, quando disponível, só por meio de viagens extenuantes, que podem durar até nove horas.

Notícias relacionadas:Profissionais de saúde vencem desafios para vacinação em área indígena.Projeto leva tratamento gratuito a doenças negligenciadas no Amazonas.Governo federal entrega veículos para ampliar acesso ao SUS.A iniciativa foi promovida entre os dias 20 e 24 de maio, pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Pesquisa e Conhecimento de Excelência da Amazônia Ocidental e Oriental (INCT-CONEXAO), rede nacional e internacional de pesquisadores, instituições científicas, empresas e organizações sociais, em parceria com a faculdade Afya São Lucas, de Porto Velho. No barco, mais de 100 pessoas, entre estudantes, professores e pesquisadores, realizaram ações voltadas à saúde, educação e cidadania.
 


            
        
    
Sexta edição da expedição Barco Ciência, Saúde e Cidadania, que presta atendimento em Calama, distrito de Porto Velho (RO) - Foto: Nubia Abe


A expedição percorreu o Rio Madeira, na região conhecida como Baixo Madeira, visitando as comunidades de Calama, Nazaré e São Carlos e levando atendimento direto à população, além de atividades educativas e científicas. Nos dois primeiros dias, o barco atracou em Calama, a maior comunidade da região, onde vivem cerca de 2,3 mil pessoas.

Uma das pessoas que aguardavam atendimento é a agricultora familiar Vânia Caetano dos Reis, de 52 anos, moradora da comunidade Gleba Rio Preto. À Agência Brasil ela contou que para chegar ao local de atendimento levou mais de duas horas e meia navegando pelo rio em uma rabeta (tipo de embarcação pequena). Mas, antes, até chegar à beira do rio, levou mais de duas horas, percorrendo a cavalo uma estrada de cerca de 12 quilômetros (km).


“Para a gente vir no posto para fazer exame de malária, um exame comum, a gente tem que vir até Calama. É essa a dificuldade, sair de lá para ser atendida e, quando vem um barco desse, com todo tipo de exame e de consulta, a gente tem que aproveitar. Até porque nem sempre a gente fica sabendo. Como é longe, a gente tem essa dificuldade e, às vezes, quando a gente chega, o barco já foi embora”, relatou.


Para conseguir chegar à comunidade de Calama, Vânia contou com a ajuda de uma vizinha, a mesma que fez o aviso da chegada do barco.

“Ela soube e eu falei assim: avisa o dia certinho que a gente vai. Eu vim para a casa dela um dia antes e de lá a gente saiu, porque é muito longe. Se eu fosse sair de casa, eu teria que sair meia-noite para chegar aqui umas 7h, e era capaz de nem ter mais vagas”, continuou.
 


            
        
    
A agricultora familiar Vânia Caetano dos Reis faz exames oftalmológicos disponibilizados pela expedição Barco Ciência, Saúde e Cidadania - Foto: Nubia Abe


No dia anterior, a agricultora familiar já havia feito o mesmo trajeto para se consultar.

“Ontem eu vim ser atendida por odontologia e o clínico geral, passei também no dentista, por aqui tudo, passei nas belezas também”, disse, se referindo ao atendimento em estética, um dos serviços prestados à população. “Passei também ou também no oftalmologista. Eu sofro da vista desde jovem e como eu mexo com animal, eu andando de cavalo, meu óculos caíam e quebraram”, completou.

Nesta edição, os exames de vista foram os mais procurados, a partir de demandas prévias da população e dada a falta de oftalmologistas para atender as comunidades ribeirinhas. Mais de 200 atendimentos oftalmológicos foram realizados ao longo da ação. Além disso, uma parceria com uma ótica de Porto Velho resultou na doação de 300 óculos de grau.

“Eu consegui e vão sair os óculos que vou receber no dia 12 [de junho]”, comemorou Vânia.
 


            
        
    
A dona de casa Edna Miranda de Sousa e a neta Bianca Sousa de Castro foram atendidas por equipes da expedição Barco Ciência, Saúde e Cidadania - Foto: Nubia Abe


Quem também buscou atendimento foi a dona de casa Edna Miranda de Sousa, de 52 anos, que levou a neta Bianca Sousa de Castro, de 5 anos. Moradora da comunidade São Francisco, nas proximidades de Calama, ela contou que na comunidade onde vive não tem posto de saúde, apenas uma escola de ensino fundamental.

“Eu queria saber se ela está com anemia ou alguma coisa, fazer um acompanhamento médico. A Bianca também reclama de pequenas manchas no corpo e pequenas verrugas nas pálpebras”, relatou. “Dói o olho e coça, coça bem muito, bem muito”, resumiu a menina.

O atendimento prestado para Edna e Bianca mostra como foi o esquema programado para atender a população ribeirinha. O pró-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Internacionalização da Afya São Lucas, Wuelison Lelis de Oliveira, disse que a operação foi montada para atender a demanda espontânea das comunidades.

Segundo Oliveira, quem chegava lá passava primeiramente por uma triagem para identificar o tipo de atendimento. Nessa etapa, já eram aferidos o peso, altura, índice de massa corporal (IMC), pressão arterial e outras necessidades do paciente. Na sequência, a pessoa era direcionada para o atendimento indicado.

“Dividimos o fluxo essencial pensando nos atendimentos que estamos trazendo, tanto atendimento médico, enfermagem, oftalmológico, biomédico, nutrição, fonoaudiologia, fisioterapia, psicologia, educação física e a área jurídica também”, disse. “Mas, se hoje a prioridade dele [paciente] é a consulta médica, então primeiro ele passa na consulta médica e depois é encaminhado para o oftalmo”, disse.
 


            
        
    
O pró-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Internacionalização da Afya São Lucas, Wuelison Lelis de Oliveira, conversa com o venezuelano Luiz Antônio Prado, durante atendimento na expedição Barco Ciência, Saúde e Cidadania -  Foto: Nubia Abe


Para prestar todo esse atendimento, a Afya disponibilizou uma série de equipamentos, a exemplo de cadeiras odontológicas, instrumentos para diagnosticar a saúde ocular e equipamentos para exames laboratoriais, com coleta de material e resultado de alguns exames saindo quase que imediatamente. Todo o equipamento transportado no barco da expedição.

Quem gostou foi o pequeno Azafi Pitangui, que recebeu atendimento odontológico, para retirada de cárie e limpeza dental. Morador de Calama, ele ficou empolgado com os atendimentos.

“Gostei do dentista, mas não chorei, não! Ele só colocou a massinha três vezes e depois não saiu, não”, relatou o pequeno, que disse ainda querer ser médico. “Porque é muito legal ajudar as outras pessoas, é bom e faz bem.”

Distância é desafio

Para o estudante de odontologia Jonatas Ponce, a participação na expedição foi uma oportunidade de aprendizado e de contato com uma realidade desafiadora. Auxiliando as crianças a fazerem escovação dental de maneira correta, Jonatas se disse espantado com o cenário de dificuldade de acesso a itens comuns, como escovas de dente, creme dental, medicações e água tratada e fluoretada.


&quot;A logística é muito complicada. Para o atendimento, eu mesmo trouxe apenas uma pequena mochila com roupa, o resto foi tudo material, instrumental, medicamento, porque a gente sabe que as pessoas às vezes não têm acesso a coisas consideradas básicas, como uma farmácia, onde você compra lá uma dipirona, ibuprofeno, etc. E aqui é difícil, o acesso para eles é muito restrito, depende do meio fluvial.”


A distância é um grande desafio para o atendimento das comunidades ribeirinhas de Porto Velho e da Amazônia, de maneira geral. Com uma área territorial de 34.090,952 quilômetros quadrados, Porto Velho é a maior capital em extensão territorial do país, sendo maior que os estados do Alagoas e Sergipe, e até maior que países inteiros, como a Bélgica.

Em linha reta, a distância entre a sede administrativa do município e Calama, a principal comunidade ribeirinha, supera os 200 km e cruza a floresta. A principal forma de deslocamento é a fluvial, com trajetos que podem levar de nove a 15 horas, dependendo do sentido – subindo ou descendo o Rio Madeira.
 


            
        
    
Moradores de Calama, distrito de Porto Velho (RO), e regiões próximas são atendidos por equipes da expedição Barco Ciência, Saúde e Cidadania - Foto: Nubia Abe


Uma alternativa é cruzar a divisa com o Amazonas se dirigindo Humaitá, em uma viagem que pode cerca de duas horas e meia. De lá, pegar uma embarcação para subir o Rio Madeira. A viagem leva cerca de uma hora e 20 minutos a bordo do tipo mais rápido de embarcação, conhecido como voadeira.

No caminho, a embarcação passa por pequenas comunidades em que ribeirinhos vivem praticamente isolados e cujo meio de transporte para resolver todas as tarefas do dia a dia é o barco.

Grandes balsas também cruzam com os pequenos barcos. Elas levam caminhões com soja e outros produtos do agronegócio. Também transportam outros tipos de mercadoria. Durante o trajeto, também é possível observar dragas pertencentes ao garimpo ilegal, que passam impunemente.

Diante desse cenário, é fácil entender por que o deslocamento é um grande gargalo para essas populações. É o caso do venezuelano Luiz Antônio Prado, de 32 anos, que mora há nove anos em Glebas, uma comunidade próxima de Calama. À Agência Brasil, ele relatou a rotina de dificuldades para a população ter acesso à saúde.

“[Para] quem que mora na beira do rio e tem uma emergência fica difícil. Tem que colocar na voadeira. E nem sempre tem um ‘motorista’”, disse. &quot;Para eu sair daqui para a cidade é muito difícil.&quot;
 


            
        
    
 O venezuelano Luiz Antônio Prado e a filha Gorete Maria Prado foram atendidos por equipes da expedição Barco Ciência, Saúde e Cidadania - Foto: Nubia Abe


Em muitas ocasiões, o destino da população é procurar o município amazonense de Humaitá, mais próximo da comunidade que o centro de Porto Velho. Sentindo uma espécie de taquicardia, Luiz Antônio se consultou para saber qual o seu problema.  

Ele estava acompanhado da filha, Gorete Maria Prado, de 15 anos, que é diabética e que recebeu acompanhamento para controlar a doença.

“Minha glicose estava acima de 600 e eu cheguei e já e me colocaram rapidinho no atendimento, começaram a me tratar”, contou a adolescente, que prometeu seguir as orientações médicas para controlar o diabetes.

Além das consultas, avaliações e exames na proximidade da UPA, as equipes da expedição realizaram ainda atendimentos domiciliares para a população com dificuldade de locomoção, como no caso do ex-seringueiro Manoel Dourado da Silva, de 88 anos. O ribeirinho sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) e tem dificuldade de mover o lado direito do corpo. Com os pés inchados e pressão alta, o idoso também tem problemas de audição e desenvolveu diabetes.
 


            
        
    
O ex-seringueiro Manoel Dourado da Silva é atendido por equipes da expedição Ciência, Saúde e Cidadani - Foto: Nubia Abe


Atendido pela equipe de saúde da expedição, comandada pelo médico e professor da Afya São Lucas Gabriel Aurélio de Paiva, Manoel teve a pressão aferida e recebeu medicação para pressão e diabetes. As instruções foram passadas para a filha dele, Maria Aires, com quem ele mora.

“É muito bom quando as pessoas vêm, porque aqui é difícil ter um acompanhamento médico, porque ele não pode mais caminhar e daqui até lá [local do atendimento] é uma distância. As pessoas querem levar de moto, mas ele não consegue, porque  tem uma perna que não mexe direito”, disse Maria, que foi fazer uma consulta para controlar o diabetes.

O professor confirmou que os atendimentos mostraram que existe uma grande parcela da população que sofre com pressão alta e diabetes.


“O básico que a gente tem mais visto é a famosa diabetes, pressão alta também tem demais, é meio descompensado. Pode ser uma falha de comunicação entre  médicos e pacientes, já que muitas das vezes eles têm a receita mas não tomam medicamento, muitas vezes por questão de tradição. Eles acham que apenas tomar um chá vai resolver o problema e só tomam a medicação quando estão passando muito mal. Daí que a gente tem que ficar reforçando a questão do cuidado”, disse.
 



            
        
    
O médico e professor Gabriel Aurélio de Paiva (de pé à esquerda) comanda a equipe de saúde da expedição Ciência, Saúde e Cidadania - Foto: Nubia Abe


O professor contou à Agência Brasil que antes da expedição juntou um grupo de estudantes para pensar e planejar a atuação da equipe. Segundo ele, iniciativas como essa são uma grande oportunidade para os estudantes &quot;saírem da bolha&quot; e encontrarem o “mundo real”.

“Para os alunos é uma experiência, enfim, do mundo real. É um mundo real, porque lá no ambulatório eles ficam numa bolha muito grande. Eu orientei eles, disse que a gente faria um atendimento básico, fazer acompanhamento junto com o ACS [agente comunitário de saúde]. E, toda vez que tem essa oportunidade, eu sempre trago eles, para eles verem que tem outra realidade além daquela que eles vivem todo dia”, afirmou.

*O repórter viajou a convite da faculdade Afya ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/fAoZYQDCSQ7lPLRJb5OLn-loFnI=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/31/barco_ciencia_saude_e_cidadania_4.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:28:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Expedição, leva, atendimento, saúde, ribeirinhos, Rondônia</media:keywords>
</item>

<item>
<title>SUS vai ampliar proteção vacinal contra doença pneumocócica</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sus-vai-ampliar-protecao-vacinal-contra-doenca-pneumococica</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sus-vai-ampliar-protecao-vacinal-contra-doenca-pneumococica</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A partir de junho, o Sistema Único de Saúde (SUS) vai começar a oferecer um imunizante mais abrangente contra a doença pneumocócica. A vacina pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20 ou Pneumo 20) vai substituir a 10-valente, dobrando os sorotipos prevenidos.

O Ministério da Saúde publicou nesta quarta-feira (27) um guia técnico preliminar com orientações sobre a mudança para profissionais de saúde. Os municípios poderão começar a aplicar a vacina assim que receberem o imunizante.

Notícias relacionadas:Covid-19: Pfizer testa vacina pneumocócica junto com dose de reforço.Vacina pneumocócica completa 10 anos no Brasil.A doença pneumocócica é uma infecção causada pela bactéria Streptococcus pneumoniae, ou pneumococo, que pode ocasionar quadros leves, como inflamação no ouvido ou sinusite, ou graves, como pneumonia bacteriana, meningite e sepse.

Estima-se que o pneumococo seja responsável por até 50% de todos os casos de meningite bacteriana em crianças. A mortalidade nesses casos é de cerca de 30%. Além das crianças pequenas, idosos e indivíduos com comorbidades ou imunossupressão também são mais vulneráveis.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

A vacinação contra a doença, com a VPC10, foi incluída no calendário básico infantil em 2010 e desde então, houve redução de 60% dos casos de doença meningocócica causada por algum dos 10 sorotipos combatidos pela vacina em crianças de até dois anos. Os casos de meningite pneumocócica na mesma faixa etária também caíram 65%.

No entanto, em anos mais recentes os casos vêm crescendo. De 2013 a 2019, o Brasil registrou uma média de 164 casos anuais de meningite pneumocócica em crianças de até 5 anos. De 2022 a 2024, a média anual subiu para 211,3 casos.

A Diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Flávia Bravo, explica que esta fato é reflexo de uma mudança epidemiológica decorrente da própria efetividade da vacinação.


&quot;A introdução da vacina 10-valente foi excelente na redução desses dez tipos, o que representou uma queda importante nas doenças graves. Mas o pneumococo tem uma característica que a gente chama de &quot;replacement&quot;: você controlando um tipo, reduzindo a circulação, outro tipo pode começar a ganhar o espaço&quot;


Dados da vigilância do Ministério da Saúde mostram que quase 40% dos casos graves com amostra coletada entre 2018 e 2023 foram causados por apenas dois tipos da bactéria não prevenidos pela VPC10, mas incluídos na formulação da VPC20.

&quot;Além disso, nos menores de 1 ano, cerca de 11% dos casos de meningite meningocócica são causados pelos outros tipos adicionais da vacina 20-valente. Isso significa que há a possibilidade da gente voltar a reduzir a curva de incidência porque estaremos protegendo exatamente contra os sorotipos que hoje prevalecem&quot;, complementa Flávia. 

As vacinas pneumocócicas conjugadas, que são o caso tanto da VPC10 quanto da VPC20, também evitam que o pneumococo se instale na nasofaringe de pessoas vacinadas. Por isso, além de evitar que elas desenvolvam a doença, a vacina também impede a transmissão, promovendo proteção indireta às pessoas não vacinadas.

O Programa Nacional de Imunizações já oferece outras vacinas mais abrangentes contra a doença pneumocócica, a VPC13 e a VPP23, mas apenas para públicos específicos, com determinadas condições de saúde que aumentam a vulnerabilidade às formas graves da doença. Esses imunizantes também serão substituídos pela VPC20 após o fim dos estoques.

Fazem parte dos grupos de alto risco que devem tomar a vacina: pessoas vivendo com HIV/aids; pacientes oncológicos; transplantados de órgãos sólidos ou medula; imunodeficientes; pessoas com nefropatias, pneumopatias, cardiopatias e hepatopatias crônicas; asmáticos graves; diabéticos; pessoas com síndrome de down e prematuros.

O calendário básico de vacinação prevê que os bebês devem receber duas doses da vacina pneumocócica, aos 2 e aos 4 meses de idades, com mais uma dose de reforço aos 12 meses. Crianças menores de 5 anos que não tenham sido vacinadas na idade correta devem atualizar a carteira o mais breve possível.

Durante o período de transição da VPC10 para a VPC20, as crianças receberão a vacina 20-valente na primeira dose e no reforço, e a 10-valente na segunda dose. Crianças que já receberam a primeira dose da vacina 10-valente, serão vacinadas com a 20-valente na segunda dose e no reforço. Uma dose de reforço da VPC20 também será aplicada nas crianças menos de 5 anos que completaram apenas o esquema básico de duas doses com a VPC10.

A vacina só é contraindicada para pessoas com alergia grave a algum componente da fórmula, ou que apresentaram reação alérgica severa em doses anteriores. Recomenda-se também que quem estiver com febre espere melhorar antes de se imunizar.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/GaYAzZJxwGAJAQjea-x1Vq8ZOtc=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/tmazs_abr_04051915072.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 28 May 2026 16:16:53 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>SUS, vai, ampliar, proteção, vacinal, contra, doença, pneumocócica</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Mortalidade materna: Brasil ainda perde centenas de mulheres por ano</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/mortalidade-materna-brasil-ainda-perde-centenas-de-mulheres-por-ano</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/mortalidade-materna-brasil-ainda-perde-centenas-de-mulheres-por-ano</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Brasil ainda perde centenas de mulheres por ano durante a gestação ou em um período de 42 dias após o fim da gravidez. 

A razão de mortalidade materna no país é de 56,4 a cada 100 mil nascidos vivos, segundo os últimos dados disponíveis, de 2024. Isso significa que, apenas neste ano, foram registrados 1.347 óbitos. A meta do país é chegar a 30 mortes a cada 100 mil nascidos vivos até 2030. 

Notícias relacionadas:IFF/Fiocruz irá ajudar 75 maternidades a reduzirem mortalidade materna.Estratégia do governo quer reduzir mortalidade materna em 25% até 2027.Os dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM-Datasus), consultados no Observatório da Saúde Pública, da Umane. A maioria dessas mortes, nove em cada dez, é evitável, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) 

O dia 28 de maio é o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna, data que tem como objetivo reforçar a importância de ações sobre a saúde das mulheres em sua integralidade e de reforçar os direitos da gestante e puérpera.  

A chefe da Unidade da Saúde da Mulher da Maternidade Escola Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Maria Isabel Peixoto, reforça que um atendimento de qualidade oferece mais segurança à gestante. 


            
        
    
 A chefe da Unidade da Saúde da Mulher da Maternidade-Escola UFRJ, Maria Isabel Peixoto, destaca importância do pré-natal bem feito - Foto Tomaz Silva/Agência Brasil



“A gente sabe que com um pré-natal bem feito, de qualidade, de preferência o mais precoce possível para pegar todas as variáveis, conseguimos, na grande maioria das vezes, entregar uma paciente pronta para um parto monitorizado num local com boa assistência e com um desfecho favorável”, diz.  


A unidade é referência no atendimento principalmente de casos de alto risco. “Aqui na maternidade a gente consegue fazer um trabalho de boa qualidade para perpetuar o conhecimento e dar boa assistência aos pacientes”, reforça.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

As quatro principais causas de morte materna no Brasil, entre as obstétricas diretas, são as síndromes hipertensivas, hemorragias, infecções puerperais e complicações do aborto. As causas obstétricas diretas são responsáveis por 66% das mortes maternas no país. 

A técnica de enfermagem Fernanda Lopes de Almeida, 41 anos, é uma das pacientes da maternidade. Grávida de 18 semanas, ela é acompanhada por causa de um quadro de hipertensão e pelo histórico de diabetes gestacional em gravidez anterior. 


            
        
    
Fernanda Lopes de Almeida é acompanhada na Maternidade-Escola UFRJ - Foto Tomaz Silva/Agência Brasil


Na maternidade, foi orientada a mudar os hábitos de alimentação, fez exames e faz acompanhamento constante. “Sou muito bem atendida, me sinto segura”, diz. “Foi difícil essa adaptação [da alimentação] e até a conscientização. Agora, acho que estou curtindo bem melhor a gestação, uma fase mais tranquila”.

Equipe múltipla

Além dos médicos, uma equipe de diferentes profissionais é importante para garantir o atendimento adequado às mulheres, defende o enfermeiro obstétrico Renné Costa, membro do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). 


“A gente precisa acreditar muito na multidisciplinaridade das profissões. Cada uma no seu quadrado, cada uma fazendo o seu papel, mas todo mundo centrado nos objetivos que, nesse caso , são a mãe e o bebê”.


Renné Costa diz que tem assistido e participado de muitas experiências positivas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Como enfermeiro obstétrico, Renné Costa já fez mais de 5 mil partos desde 2009, a maioria no Hospital Municipal de Viçosa, em Alagoas. Com pouco mais de 26 mil habitantes, Viçosa é referência nessa área para mais nove municípios alagoanos.


            
        
    
Para Renné Costa, formação de enfermeiros contribui para redução da mortandade materna - Foto Renné Costa/Arquivo Pessoal


Quando ele chegou ao Hospital Municipal de Viçosa, eram realizados no local entre 80 e 90 partos por ano. “Depois do meu trabalho lá, a gente passou a fazer 600 partos por ano”. O enfermeiro atribui essa expansão à autonomia dada à enfermagem, ao enfermeiro obstétrico, que pode assistir ao parto de baixo risco amparado pela Lei 7.498 de 1986, a lei do exercício profissional da enfermagem.

Ele defendeu que experiências como essa deveriam ser multiplicadas pelo Brasil. Nos mais de 5 mil partos que realizou, Renné Costa não perdeu nenhuma criança e nenhuma mulher.

Acompanhamento após o parto 


            
        
    
A médica Inessa Bonomi lembra que a fase pós-parto, chamada puerpério, é muito importante na questão da mortalidade materna - Foto PlayP/Divulgação


A ginecologista e obstetra Inessa Beraldo de Andrade Bonomi, vice-presidente da Comissão Nacional Especializada em Gestação de Alto Risco da Federação Brasileira das Associaçaões de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), ressalta que o acompanhamento após o parto é também chave para a redução da mortalidade materna. 


“A mulher vai para casa e, muitas vezes, ela acaba sendo menos olhada pelos serviços da rede de saúde e também pela família”, diz. 


O olhar um pouco menos atento para essa mãe pode fazer com que sinais de risco sejam percebidos tardiamente. Essas complicações que surgem no período do puerpério muitas vezes se agravam, se complicam.

A ginecologista e obstetra assegura que os sinais de alerta no pós-parto, no puerpério, não podem ser naturalizados. Entre esses sinais estão sangramento vaginal além do habitual, febre, falta de ar, dor no peito, dor de cabeça intensa e que não passa com o uso de analgésico, alteração visual (escotomas ou pontinhos de luz que a paciente passa a enxergar), pressão que permanece alta e se mantém com picos hipertensivos.

A recomendação da especialista é que essas pacientes voltem mais precocemente para a consulta puerperal. Nos primeiros sete dias e, no máximo, dez, elas devem retornar ao centro de saúde ou ao consultório do ginecologista e obstetra para que sejam avaliadas e se consiga fazer um acompanhamento das condições clínicas pré-existentes que elas têm.

A Febrasgo ressalta que um ponto que não pode ficar fora do acompanhamento puerperal é a saúde mental. O sofrimento psíquico no pós-parto pode se manifestar de várias formas: com tristeza intensa, ansiedade, insônia, medo de cuidar do bebê, sensação de incapacidade, exaustão extrema e dificuldade de vínculo com o recém-nascido.

Em casos mais graves, podem surgir ideias de autoagressão, risco de violência contra si mesma ou contra o bebê e sintomas psicóticos, situações que exigem atenção imediata. Segundo Inessa Bonomi, olhar para a saúde mental é essencial para prevenir desfechos graves no puerpério.

Rede Alyne 

No âmbito federal, em 2024, o governo federal lançou programa para reduzir a mortalidade materna em 25% até 2027. Em relação a mulheres pretas, a intenção é reduzir a mortalidade em 50% no mesmo período. Chamado de Rede Alyne, a iniciativa é uma reestruturação da antiga Rede Cegonha, de cuidados a gestantes e bebês na rede pública.

A iniciativa homenageia a jovem negra Alyne Pimentel, que morreu aos 28 anos, grávida de seis meses, por falta de atendimento adequado na rede pública de saúde do município de Belford Roxo (RJ), em 2002. Alyne também era mãe de uma criança de 5 anos. 


            
        
    
Alyne Pimentel morreu aos 28 anos, grávida de seis meses, por negligência médica - Foto Reprodução/Centro Brasileiro de Estudos da Saúde


A meta da Rede Alyne é beneficiar mulheres com cuidado humanizado e integral, observando as desigualdades étnico-raciais e regionais.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/envRPCEsHOTUpdrYb542yPXB380=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/baby-1531059_1920_1.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 28 May 2026 16:16:53 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Mortalidade, materna:, Brasil, ainda, perde, centenas, mulheres, por, ano</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Mulheres de 45 a 64 anos lideram mercado de cannabis medicinal no país</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/mulheres-de-45-a-64-anos-lideram-mercado-de-cannabis-medicinal-no-pais</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/mulheres-de-45-a-64-anos-lideram-mercado-de-cannabis-medicinal-no-pais</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				As mulheres mais velhas e empregadas são as principais consumidoras de cannabis medicinal importada no Brasil. Um levantamento inédito divulgado pela Blis Data em homenagem ao Mês das Mães comprova essa realidade entre as brasileiras que têm filhos.

A Blis Data possui o maior banco de dados de pacientes em tratamento canábico da América Latina.

Perfil etário e socioeconômico

Notícias relacionadas:Anvisa aprova cultivo de cannabis por empresas e amplia acesso.SP: Marcha da Maconha reúne público a favor da legalização da cannabis.As mulheres de 55 a 64 anos lideram o segmento no país e representam 28,2% do total de pacientes. O grupo de 45 a 54 anos aparece em seguida, com 27,2%. Juntos, esses dois grupos representam mais da metade das mulheres consumidoras de cannabis medicinal no Brasil.

As pacientes de 35 a 44 anos ocupam a terceira posição, com 18,7%. O grupo de mulheres com mais de 65 anos representa 16,3% do mercado, enquanto as mais jovens, de 18 a 34 anos, ocupam o último lugar, com apenas 9,6%.

A maior parte delas trabalha (79,9%) e se exercita regularmente (75,1%). Todas as regiões do país estão representadas na apuração. Contudo, Sudeste (61,6%) e Sul (19,7%) totalizam 81,3% do total de pacientes.

A pesquisa trabalhou com uma amostragem de 7.092 pessoas - número obtido a partir da seleção de pessoas do gênero feminino e que têm filhos dentro de uma base original de 70 mil registros de indivíduos que usam medicamentos canábicos sob prescrição médica.

Principais sintomas e tratamentos

Os distúrbios do sono e a dor crônica são as queixas mais frequentes nas consultas médicas e motivam 28,9% e 16,3% dos tratamentos, respectivamente. A saúde mental também se destaca como um motivo relevante para o uso da cannabis medicinal. O transtorno de ansiedade responde por 14,9% dos casos, e a depressão representa 9,2%.

As pacientes também procuram alívio de sintomas de fibromialgia, estresse pós-traumático e Transtorno de Déficit de Atenção Com Hiperatividade (TDAH), entre outras doenças ou condições.

Sete em cada dez mães combinam os remédios provenientes da planta com medicamentos convencionais. Além disso, 50% das participantes da pesquisa declararam que nunca haviam utilizado cannabis antes de iniciar o tratamento médico prescrito.

Os dados completos da pesquisa estão disponíveis para consulta no site especial da Blis Data. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/jCQ6NZ0SHsp82eZBSyofyAJ4awU=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/extrato_de_cannabis_e_utilizado_para_dores_fisicas_e_mentais.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:09:44 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Mulheres, anos, lideram, mercado, cannabis, medicinal, país</media:keywords>
</item>

<item>
<title>HPV leva a 7,5 mil mortes anuais por câncer no Brasil</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hpv-leva-a-75-mil-mortes-anuais-por-cancer-no-brasil</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hpv-leva-a-75-mil-mortes-anuais-por-cancer-no-brasil</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Os cânceres causados por HPV provocaram cerca de 7,5 mil mortes e 29 mil hospitalizações anuais no Brasil, e 85% dos afetados são mulheres. A maioria desses casos é considerada prevenível, com a identificação das chamadas lesões precursoras, que podem ser tratadas antes que se tornem câncer e, principalmente, com vacinação.

Os dados fazem parte de um estudo publicado na revista científica Human Vaccines &amp; Immunotherapeutics, que analisou dados oficiais do Ministério da Saúde. O objetivo foi identificar as tendências de hospitalização e mortalidade, por isso a análise englobou o período de 2011 a 2019, anterior à pandemia de covid-19, que impactou diversos indicadores de saúde.

Notícias relacionadas:Pesquisa alerta para adolescentes ainda desprotegidos contra o HPV.Vacinação contra HPV avança, mas mortes ainda preocupam.Anvisa indica vacina contra o HPV para prevenir mais tipos de câncer.De acordo com a líder do estudo, a diretora executiva de Pesquisa de Dados de Mundo Real da farmacêutica MSD, Cintia Parellada, um dos destaques é o alerta a respeito dos diversos tipos de câncer que o HPV pode causar. Para chegar aos resultados, os pesquisadores coletaram todas as ocorrências e estimaram quantas foram causadas pelo vírus, considerando as proporções consolidadas pela literatura médica.

O câncer de colo do útero permanece como a maior preocupação, correspondendo a 74,3% das hospitalizações e 77,3% das mortes ocorridas no período analisado. Mas isso significa que um a cada quatro pacientes desenvolveu a doença em outro local, somando mais de 50 mil hospitalizações.


&quot;O foco no colo do útero pode passar uma falsa percepção de que só a mulher tem que se vacinar. Mas, na verdade, o HPV é responsável por oito tipos de cânceres, que atingem mulheres e homens: colo do útero, vagina,  vulva, ânus e pênis, e orofaringe, laringe e cavidade oral, que são os cânceres de cabeça e pescoço&quot;, complementa a diretora executiva.


O câncer anal foi o tipo que apresentou maior aumento nas ocorrências, de 3,1% nas hospitalizações e de 10,9% na mortalidade. Homens que fazem sexo com homens e pessoas imunosuprimidas são especialmente vulneráveis.

Cintia também chama a atenção para o fato dos cânceres de cabeça e pescoço acometerem quatro vezes mais homens do que mulheres.


&quot;Nos países que já conseguiram atacar o problema do câncer do colo do útero, o problema do HPV está maior nos homens por causa disso. E nesse tipo de câncer não existe lesão precursora que possas ser tratada. A prevenção é apenas a vacinação&quot;, alerta a médica.


O estudo também mostra uma tendência preocupante com relação ao câncer do colo do útero. De 2011 a 2016, as hospitalizações caíram 4,7%, mas, de 2016 a 2019, o movimento foi o inverso, com crescimento de 3,9%. A mortalidade apresentou o mesmo padrão, com queda de 0,7% no primeiro período e alta de 1,5% no segundo.

Outro dado preocupante vem da análise etária. Enquanto todos os outros tipos começam a ter maior incidência a partir dos 40 ou 50 anos, no caso do câncer de colo do útero, as hospitalizações já são expressivas a partir dos 30. A a média de idade das pacientes é de 47 anos, pelo menos dez a menos do que nos outros tipos de câncer. A idade média das pessoas que morreram pela doença também é menor: 56 anos.

&quot;Hoje o câncer do colo do útero é o câncer que mais mata mulheres em idade reprodutiva e é o que tem maior nível de incidência [nessa faixa etária]. A gente sabe que apenas 40% das mulheres fazem o papanicolau de maneira periódica como é recomendado. Então, elas são diagnosticadas quando já têm um tumor invasivo&quot;, reforça Cintia.

O papanicolau ou exame preventivo é o procedimento ginecológico que deve ser feito periodicamente para detectar a presença do HPV ou de lesões precursoras no colo uterino, possibilitando que a paciente seja acompanhada com mais cautela ou receba o tratamento, em caso de lesões, evitando que elas evoluam para câncer.

No ano passado, o Ministério da Saúde atualizou as diretrizes para esse exame de rastreamento. Agora, todas as mulheres e outras pessoas com útero, entre 25 e 64 anos, devem fazer o teste DNA-HPV oncogênico, que detecta não somente a presença do vírus, como também identifica de que tipo ele é, já que apenas alguns tem potencial cancerígeno. 

Em caso negativo, o exame só precisa ser repetido depois de cinco anos. Em caso positivo, a paciente deve ser encaminhada para outros exames, para confirmar ou descartar lesões ou o câncer já instalado, e realizar o tratamento. As autoridades de saúde acreditam que, com rastreamento organizado, tratamento oportuno e vacinações com alta cobertura, o câncer de colo do útero pode ser eliminado em 20 anos. 

Cintia Parellada reforça que apesar dos desfechos agressivos, este é um tipo de câncer que oferece grande oportunidade de prevenção. &quot;Depois que uma pessoa se infecta, ela demora dois anos para ter a lesão precursora. E da lesão precursora até o câncer, esse caminho pode ser de dez anos.&quot;

Por outro lado, isso também demonstra a importância da vacinação precoce. &quot;Uma pessoa que começou a atividade sexual com 15 anos, quando ela chega nos 30, já pode ter o câncer do colo do útero&quot;, alerta.

A vacina contra o HPV foi incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) em 2014, e estudos já mostram que ela ajudou a reduzir a incidência de câncer e das lesões precursoras. No entanto, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) projeta que mais de 19 mil novos casos serão diagnosticados por ano no país, durante o período 2026-2028, um aumento de 14% em comparação ao triênio anterior.

A vacina é recomendada a todas as crianças e adolescentes, de 9 a 14 anos, porque sua eficácia é maior se for tomada antes do início da vida sexual. O Ministério da Saúde está com uma campanha vigente de resgate vacinal para todos os jovens de até 19 anos que não foram vacinados na idade correta.

Além disso, também devem receber a vacina: pessoas imunodeprimidas, vítimas de abuso sexual, pessoas com papilomatose respiratória recorrente, usuários de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) e pacientes que já tiveram lesões pré-cancerosas de alto grau. Para outros públicos, a vacina está disponível em serviços privados de saúde. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/tMr9NLFhhQD7YDkGgm5IISJHX8M=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/906767-hpv_vascina_-2767.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:09:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>HPV, leva, 7, 5, mil, mortes, anuais, por, câncer, Brasil</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Ebola: OMS eleva a muito alto risco na República Democrática do Congo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ebola-oms-eleva-a-muito-alto-risco-na-republica-democratica-do-congo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ebola-oms-eleva-a-muito-alto-risco-na-republica-democratica-do-congo</guid>
<description><![CDATA[ A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou de “alto” para “muito alto” o risco imposto pelo surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC). O anúncio foi feito pelo diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus.


“O surto de ebola da República Democrática do Congo está se espalhando rápido. Anteriormente, a OMS havia avaliado o risco como alto nos níveis nacional e regional e como baixo a nível global”, disse, em pronunciamento.


Notícias relacionadas:Ebola: chefe da OMS na África adverte sobre subestimar propagação.Secretaria da Saúde de SP reforça vigilância sobre ebola no estado.Vacina contra cepa do ebola na África pode demorar até 9 meses.“Estamos agora revisando nossa avaliação de risco para muito alto a nível nacional, alto a nível regional e baixo a nível global”, completou Tedros.

Dados da OMS mostram que, até o momento, 82 casos de ebola foram confirmados na RDC, além de sete mortes. “Mas sabemos que a epidemia no país é muito maior. Há quase 750 casos suspeitos e 177 mortes suspeitas”, destacou o diretor-geral.

Segundo ele, nesta na última quinta-feira (21), houve um “incidente de segurança” onde em um hospital localizado na província de Ituri – tendas e suprimentos de saúde foram incendiados.

“Construir a confiança nessas comunidades é essencial para uma resposta bem-sucedida e é uma das nossas maiores prioridades”, concluiu Tedros. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/-JbPxRpiMa3olDp8BCWEk0eQh_g=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/21/2026-05-21t154559z_2109890655_rc2ndlardsut_rtrmadp_3_health-ebola-drc.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 24 May 2026 11:07:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Ebola:, OMS, eleva, muito, alto, risco, República, Democrática, Congo</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Uganda confirma mais três casos de ebola; total sobe para cinco</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/uganda-confirma-mais-tres-casos-de-ebola-total-sobe-para-cinco</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/uganda-confirma-mais-tres-casos-de-ebola-total-sobe-para-cinco</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Uganda reportou neste sábado (23) mais três casos confirmados de ebola no país, incluindo um profissional de saúde, um motorista e uma mulher congolesa que havia visitado a província de Ituri, na República Democrática do Congo (RDC), onde o surto da doença é ainda pior.

Com isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou para cinco o número de casos confirmados em Uganda. “Neste momento crítico da resposta ao surto, é vital que as autoridades mantenham alta vigilância para controlar a expansão do vírus”, avaliou o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus.


Notícias relacionadas:Ebola: OMS eleva a muito alto risco na República Democrática do Congo.Ebola: chefe da OMS na África adverte sobre subestimar propagação.Secretaria da Saúde de SP reforça vigilância sobre ebola no estado.“A OMS está trabalhando lado a lado com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças africano, parceiros na RDC, e em Uganda, para conter o surto, apoiar pessoas afetadas e reforçar uma resposta coordenada”, disse Tedros.


Segundo o Ministério da Saúde de Uganda, o motorista que testou positivo para ebola havia transportado o primeiro caso confirmado da doença no país e recebe tratamento. O profissional de saúde também foi exposto ao vírus ao tratar do primeiro caso confirmado e também recebe tratamento.

Já a cidadã congolesa que testou positivo para ebola vive na República Democrática do Congo. Ela entrou em Uganda apresentando sintomas abdominais leves. Após sua chegada, ela viajou em um voo fretado para a cidade de Entebbe e buscou ajuda médica na capital Kampala no último dia 10.

“Ela foi inicialmente atendida e liberada em boas condições no dia 14 de maio, quando viajou de volta para a RDC. Posteriormente, o Ministério da Saúde foi alertado pelo piloto que fez o trajeto, o que levou a um acompanhamento mais aprofundado por parte de equipes de monitoramento”, informou a pasta.

Apenas neste momento, uma amostra da paciente foi colhida e o resultado foi positivo para ebola.


“Todos os contatos vinculados ao caso foram identificados e estão sendo monitorados de perto pelas equipes de resposta”, completou o ministério ugandense em comunicado.
 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/0_XIJnAa6Q9hIW96rBifmY1zxME=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/19/2026-05-19t160652z_946844008_rc29clatxz8z_rtrmadp_3_health-ebola-congo.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 23 May 2026 11:07:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Uganda, confirma, mais, três, casos, ebola, total, sobe, para, cinco</media:keywords>
</item>

<item>
<title>IR: como declarar planos de saúde e dependentes sem cair na malha</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ir-como-declarar-planos-de-saude-e-dependentes-sem-cair-na-malha</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ir-como-declarar-planos-de-saude-e-dependentes-sem-cair-na-malha</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A declaração do Imposto de Renda envolve regras complexas sobre dependentes e plano de saúde, que geram dúvidas recorrentes entre os contribuintes.

Especialistas ouvidos pelo podcast VideBula, da Radioagência Nacional, reforçam que a regra a ser seguida é declarar todos os gastos que efetivamente saíram do bolso do contribuinte.

Notícias relacionadas: Entenda o que pode ou não ser deduzido como despesa médica no IR.Direitos tributários para PcDs e doenças graves são pouco conhecidos.A 11 dias do fim do prazo, 40% não enviaram declaração do IRPF.A vice-presidente financeira da Associação das Empresas de Serviços Contábeis de São Paulo (Aescon-SP), Fátima Macedo, lembra que é preciso estar atento às declarações de despesas com planos de saúde. Isso porque, em algumas situações, o empregador arca com uma porcentagem da mensalidade. “Se o plano for totalmente custeado pela empresa, você não pode declarar nada. Agora se a empresa paga uma parte, e você paga outra, você pode declarar o valor que você paga”, diz.

Os planos com coparticipação também podem ser declarados. Nesse caso, além da mensalidade fixa, o contribuinte pode pagar um adicional variável de acordo com a utilização dos serviços. &quot;Essa coparticipação está saindo do meu bolso. Eu posso declarar normalmente&quot;, completa Fátima.

Reembolso e plano familiar

O reembolso de valores pelo plano de saúde também exige cuidado. A vice-presidente da Aescon-SP exemplifica: “Eu paguei R$ 500 em uma consulta particular. Pedi o reembolso no plano e me devolveram R$ 200. Eu tenho que declarar os R$ 300 como despesa dedutível; não o valor total da consulta&quot;.

Thiago Helton, advogado especialista em Direitos das Pessoas com Deficiência, reforça que o valor reembolsado não deve entrar na dedução “porque senão o contribuinte estaria ganhando em cima do Fisco”, com uma despesa lançada em duplicidade.

Outra categoria que pede atenção é a do plano familiar. Nesse caso, a orientação é que cada um declare sua parte, ainda que o contrato seja único. Se a entidade familiar tiver dependentes, o valor deles deve ser lançado junto ao responsável que os relaciona na declaração. “O pai faz a declaração dele, a mãe faz a declaração dela e os filhos estão na declaração da mãe. Ele vai lançar a parte dele na declaração dele, a esposa e os filhos vão lançar na dela”, explica Fátima Macedo.



Se não houver vínculo formal de dependência, ninguém declara. &quot;Se eu pago o plano de saúde para uma sobrinha. Ela pode declarar? Não, porque não é ela que paga. E eu posso declarar? Também não, porque ela não é minha dependente&quot;.

O auditor-fiscal da Receita Federal, José Carlos Fernandes da Fonseca, alerta para a importância da comprovação dos pagamentos, independentemente da modalidade do plano de saúde. &quot;Você tem como provar que foi você que pagou esse valor? Se tem, então pode declarar”, afirma.

Gastos de saúde não têm limite para dedução na declaração. Nesse contexto, despesas médicas muito altas – frequentes para pessoas com deficiência, doenças raras ou neurodivergentes – costumam chamar a atenção da Receita.


&quot;O que acontece na prática é que há uma possibilidade de malha fina e necessidade de comprovação. Por isso, sempre ressaltamos a importância da documentação”, diz Fátima Macedo.


Dependentes com deficiência e o limite de idade

Em geral, os dependentes podem ser declarados no Imposto de Renda até os 21 anos ou até 24, caso estejam matriculados na faculdade. Quando se trata de dependentes com deficiência, entretanto, não há limite de idade.

&quot;No caso de pessoas neurodivergentes ou com alguma deficiência, desde que seja acompanhado pelos laudos, é permitida a continuação como dependente e junto dele o lançamento de todas as despesas de educação, saúde, previdência, entre outras&quot;, diz José Carlos.

E a relação de dependência não é exclusiva dos pais. Curatelados e tutelados com decisão judicial também podem constar nas declarações sem limite de idade.

O alerta principal, no entanto, é sobre rendimentos do dependente. &quot;O erro que muitas vezes se comete é que, se esse dependente recebe algum tipo de remuneração, também é necessário lançar essa renda”, adverte o auditor-fiscal.

Thiago Helton complementa que a renda do dependente vai ser somada e compor a sua base de cálculo. Por isso, é importante analisar se a melhor opção é manter a pessoa como dependente, ou fazer a declaração dela em separado, mesmo que ela seja isenta.



Bens do dependente

Bens em nome do dependente também precisam constar na declaração do responsável, discriminados como patrimônio do dependente. É o caso de contas bancárias e carros comprados com isenção de impostos para pessoas com deficiência, que muitas vezes não ficam no nome do responsável.

O auditor-fiscal José Carlos Fernandes da Fonseca, orienta a declarar o valor pago na compra do carro, já com desconto, e não o valor de tabela do veículo. “E é sempre bom explicar na descrição que se trata de um carro adquirido com isenção, porque se for feito um cruzamento que identifique valores diferentes, vai facilitar para que a pessoa não seja chamada para esclarecer o motivo da divergência&quot;.

Declaração pré-preenchida

Via de regra, os dados de dependentes não aparecem automaticamente na declaração pré-preenchida disponibilizada pela Receita Federal: é preciso informar manualmente. Entretanto, se o dependente tiver conta na plataforma Gov.Br, pode autorizar o CPF do responsável a acessar as informações.

Confira todos os episódios do podcast VideBula, inclusive o especial sobre o Imposto de Renda

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/HiBrJ5xYAVOa6ThIgHhszMC3Guk=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/01/17/toms1438.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:27:55 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>IR:, como, declarar, planos, saúde, dependentes, sem, cair, malha</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Entenda o que pode ou não ser deduzido como despesa médica no IR</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/entenda-o-que-pode-ou-nao-ser-deduzido-como-despesa-medica-no-ir</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/entenda-o-que-pode-ou-nao-ser-deduzido-como-despesa-medica-no-ir</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Imposto de Renda permite que qualquer contribuinte deduza despesas médicas para reduzir a base de cálculo do tributo.

No entanto, a lista do que é aceito pela Receita Federal é mais restrita do que se imagina — e a culpa, segundo especialistas, é de uma legislação defasada.

Notícias relacionadas:A 11 dias do fim do prazo, 40% não enviaram declaração do IRPF.Prazo para declaração anual do MEI termina em 31 de maio.Direitos tributários para PcDs e doenças graves são pouco conhecidos.O prazo para enviar a declaração do Imposto de Renda 2026 termina no próximo dia 29 de maio. Para ajudar na prestação de contas, o podcast VideBula, da Radioagência Nacional, preparou material especial sobre deduções relacionadas à saúde, que, ao contrário das outras, não têm limite de valor.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

O que entra

Em geral, consultas, exames e terapias com profissionais de saúde formalmente habilitados são dedutíveis. O auditor-fiscal da Receita Federal José Carlos Fernandes da Fonseca lembra que as despesas com saúde podem ser deduzidas por todos os contribuintes, não apenas as pessoas com deficiência (PcDs) ou com doenças graves, que também têm direito à isenção em casos específicos.

Já sobre equipamentos de acessibilidade, José Carlos explica o critério observado para a dedução.


&quot;A regra geral é: se é essencial para você e para sua locomoção, pode ser deduzido. Por exemplo, uma cadeira de rodas. Ninguém vai comprar uma cadeira de rodas sem precisar. Uma prótese: você pode viver sem aquela prótese? Provavelmente não. O que a lei diz é essencialidade”.


A vice-presidente financeira da Associação das Empresas de Serviços Contábeis de São Paulo (Aescon-SP), Fátima Macedo, cita a Instrução Normativa da Receita Federal: &quot;A IN menciona braços e pernas mecânicos, cadeiras de rodas, andadores ortopédicos, palmilhas e calçados ortopédicos, e qualquer outro aparelho ortopédico destinado a correção de desvio de coluna, defeitos de membros e articulações&quot;.

A documentação para garantir a dedução, entretanto, precisa ser completa. O advogado especialista em Direitos das Pessoas com Deficiência, Thiago Helton reforça: “despesas como aparelhos ortopédicos, próteses ortopédicas ou dentárias deverão ser comprovadas com receituário médico ou odontológico e nota fiscal em nome do beneficiário&quot;.



O que fica de fora

A mesma lógica que permite a dedução de próteses ortopédicas, exclui equipamentos que não se fixam permanentemente no corpo.


&quot;Se fixou no corpo, é dedutível. Se pode tirar ou pode não precisar fundamentalmente para exercer a sua mobilidade, aí é não dedutível&quot;, explica José Carlos.


Dessa forma, muletas e bengalas podem não se enquadrar entre os itens permitidos, assim como não se enquadram aparelhos de surdez e CPAP, equipamento utilizado para tratamento da apneia do sono.

&quot;O CPAP é um facilitador da respiração para reduzir a apneia. Tem gente que até entra na Justiça com relação a isso, porque diz que não consegue mais dormir sem aquilo, mas não é deduzível. É discutível&quot;, afirma o auditor-fiscal.

Medicamentos comprados em farmácia e vacinas particulares também não são dedutíveis, exceto se integrados à conta hospitalar.

&quot;A gente gasta fortunas com medicamento e infelizmente não pode deduzir, mas quando você é internado e isso vem na conta do hospital, ele passa a ser dedutível&quot;, compara Fátima.

A Lei 9.250/95, que relaciona as possíveis deduções de saúde no Imposto de Renda, também deixa de fora diversos profissionais que podem ser considerados essenciais para alguns tratamentos atuais. É o caso dos nutricionistas e quiropratas, por exemplo.


“Por mais que esses profissionais sejam necessários hoje em dia, eles não são dedutíveis do Imposto de Renda. Infelizmente a legislação não permite&quot;, completa José Carlos.




Cuidadores

Uma das lacunas mais sentidas socialmente é a do cuidador de idoso. 


&quot;A população está envelhecendo e vivendo mais. Cada dia que passa, precisa de mais cuidados. O cuidador é uma atividade essencial sim. Mas, como a nossa lei é antiga, ela não permite a dedução desse gasto”, lamenta o auditor-fiscal.


No mesmo tema, Thiago Helton explica que a solução de consulta da Receita Federal sobre home care (cuidado hospitalar na residência) não se estende ao cuidador particular contratado pelas famílias.

“É diferente, por exemplo, do serviço de home care, onde existe uma prescrição médica, e que contempla os pagamentos à operadora daquele plano de saúde que regulamenta o atendimento domiciliar”, diz.

José Carlos, da Receita Federal, alerta ainda para a tentativa de usar o registro como Microempreendedor Individual (MEI) como artifício. Mesmo o que cuidador seja registrado como MEI e, portanto, tenha seu próprio CNPJ, o pagamento não pode ser deduzido.



Deslocamento e hospedagem

Gastos com transporte para tratamento de saúde também não são aceitos para dedução no Imposto de Renda, exceto em caso de ambulância ou UTI móvel ligados a serviços hospitalares especializados. &quot;Não existe nenhuma previsão legal para abater esses deslocamentos”, diz Fátima Macedo, da Aescon-SP. 

“Eu posso deduzir despesas médicas do exterior devidamente comprovadas. Quando a gente vai fazer a declaração, inclusive, tem campos para despesa médica no Brasil e despesa médica no exterior. Mas deslocamento, hospedagem, nada disso tem previsão, infelizmente&quot;.



A solução para atualizar esses e outros conceitos tributários passa por pressão política. &quot;A nossa Constituição já foi emendada e remendada várias vezes e aqui a gente continua mantendo a mesma relação.Eu acho que vale sim a pressão da sociedade, dos organismos que cuidam dessa parte, porque é algo que precisa evoluir&quot;, reflete o auditor-fiscal José Carlos.

Confira todos os episódios do podcast VideBula, inclusive o especial sobre o Imposto de Renda. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/AdgZAvog6y3LUOZqf_7idGktrkg=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/16/_int5710.jpg.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:27:55 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Entenda, que, pode, não, ser, deduzido, como, despesa, médica</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Hantavírus: OMS confirma oito casos de cepa que causou surto em navio</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hantavirus-oms-confirma-oito-casos-de-cepa-que-causou-surto-em-navio</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hantavirus-oms-confirma-oito-casos-de-cepa-que-causou-surto-em-navio</guid>
<description><![CDATA[ Subiu para oito o número de casos confirmados de hantavírus em meio a um surto da doença em um navio de cruzeiro que navegava pelo Atlântico. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), todos os casos são da cepa Andes, a única cepa de hantavírus transmissível de pessoa para pessoa


“Até 13 de maio, foram relatados 11 casos no total: oito confirmados, um inconclusivo e dois prováveis, incluindo três óbitos – dois confirmados e um provável”, informou a OMS em nota.


Notícias relacionadas:OMS descarta indícios de &quot;surto maior&quot; de hantavírus.Hantavírus: capitão diz que passageiros e tripulantes foram pacientes.Duas pessoas retiradas de navio testam positivo para o hantavírus.Desde a publicação do último boletim informativo, no dia 8, foram relatados dois casos confirmados adicionais e um caso inconclusivo entre os passageiros.

O comunicado confirma o caso de uma pessoa na França, que apresentou sintomas durante a repatriação; outra na Espanha, testada na chegada ao país, após a repatriação, e que segue assintomática; e uma terceira com resultados laboratoriais inconclusivos, repatriada para os Estados Unidos e também assintomática. Este último paciente está se submetendo a novos testes.


“A amostra do indivíduo foi coletada devido à exposição de alto risco a casos confirmados a bordo. Todos os casos confirmados em laboratório são de infecção por Andes. Todos eram passageiros a bordo do MV Hondius”, explicou a entidade.


Com base nas informações atualmente disponíveis, a hipótese principal a ser considerada, segundo a OMS, é que o primeiro caso tenha adquirido a infecção antes de embarcar no cruzeiro, por meio de exposição em terra. “Investigações estão em andamento para elucidar as possíveis circunstâncias de exposição e a origem do surto, em colaboração com as autoridades da Argentina e do Chile.”

De acordo com a entidade, as evidências atuais sugerem transmissão subsequente de pessoa para pessoa a bordo do navio. &quot;Isso também é corroborado por uma análise preliminar das sequências, que mostram similaridade quase idêntica entre diferentes casos”, completou a OMS.

O surto é gerenciado por meio de resposta internacional coordenada, incluindo investigações epidemiológicas aprofundadas, isolamento e tratamento clínico dos casos, evacuações médicas, testes laboratoriais e rastreamento internacional de contatos, quarentena e monitoramento. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/0nFMmOxr3I4L7g8ZKUeOLXt_fNg=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2021-11-26t162057z_1_lynxmpehap0rp_rtroptp_4_ciencia-oms-anticorpos-covid.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 20 May 2026 19:04:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Hantavírus:, OMS, confirma, oito, casos, cepa, que, causou, surto, navio</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Luta antimanicomial: UFJF e UFMG se desculpam por cadáveres em aulas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/luta-antimanicomial-ufjf-e-ufmg-se-desculpam-por-cadaveres-em-aulas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/luta-antimanicomial-ufjf-e-ufmg-se-desculpam-por-cadaveres-em-aulas</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Pelo menos duas instituições públicas de ensino superior se retrataram por terem menosprezado pessoas confinadas em hospitais psiquiátricos, ao utilizar seus cadáveres em cursos de saúde. A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) divulgou nota relacionada ao assunto nesta segunda-feira (18), seguindo o exemplo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que se manifestou no mês passado.

A UFJF inicia a carta aberta à sociedade assumindo sua conivência &quot;em dos momentos mais sensíveis da história da saúde pública do país&quot;. O texto destaca que a segregação social feita em nome de uma suposta segurança coletiva resultou não apenas no isolamento dessas pessoas, mas em vários tipos de violências. Todo aquele que não se enquadrasse no padrão era submetido &quot;a condições mínimas de sobrevivência e a práticas punitivas&quot;.


Notícias relacionadas:Tratamento humanizado ainda é desafio na luta antimanicomial no país.Ateliês de Nise da Silveira completam 80 anos.Manicômios judiciários unem o pior da prisão e do hospício, diz CFP.&quot;A partir desse contexto, a chamada &#039;loucura&#039; passou a ser associada à ideia de incapacidade e periculosidade, vinculada a uma identidade social deteriorada e desumanizada. Esse processo contribuiu para a consolidação de estigmas e práticas discriminatórias&quot;, diz a nota, enumerando como alguns dos quesitos para hierarquizar as pessoas, no período, gênero, classe social, orientação sexual e raça.


Conforme lembra a instituição, o desprezo por essas pessoas tomou conta do país todo e faz parte da história brasileira, &quot;de modo incontornável&quot;. A universidade menciona, ainda, o Hospital Colônia de Barbacena (foto), por sua marcante contribuição nesse cenário de marginalização e invisibilização dos pacientes.


&quot;Estima-se que mais de 60 mil pessoas tenham morrido no local ao longo do século XX, muitas delas classificadas como indigentes, conforme relatado no livro Holocausto Brasileiro, da jornalista Daniela Arbex. A obra também registra que 1.853 corpos de internos foram comercializados para instituições de ensino da área da saúde, para uso em aulas de anatomia&quot;, pontua.


Desse total de corpos, o Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFJF, indicam os registros, recebeu, entre os anos de 1962 e 1971, 169 deles, para serem estudados em aulas de anatomia humana. Como forma de reparação simbólica, a instituição comprometeu-se a lançar e manter iniciativas como ações educativas sobre direitos humanos e saúde mental e buscar apoio para a criação de um memorial. Também planeja organizar pesquisas documentais sobre conexões entre a instituição e o Hospital de Barbacena.

&quot;Desde 2010, o Departamento de Anatomia do ICB iniciou a implementação do Programa de Doação Voluntária de Corpos – Sempre Vivo. Desde então, todos os corpos recebidos pela instituição são provenientes exclusivamente de doações voluntárias, além de ações de conscientização e sensibilização à sociedade e a todos alunos ingressantes dos cursos da saúde sobre a importância da doação voluntária de corpos em conformidade com as normas vigentes e com o respeito à dignidade humana previsto em lei&quot;, ressalta o comunicado.

Com teor parecido, a UFMG, também pelos vínculos sombrios com o Hospital Colônia de Barbacena, formalizou pedido de desculpas por meio de declaração pública. A universidade disse que o reconhecimento público de sua responsabilidade pelas atrocidades cometidas é acompanhado de ações de memória em conjunto com grupos da luta antimanicomial, restauração do livro histórico de registro de cadáveres e inclusão do tema em disciplinas de anatomia da Faculdade de Medicina.


&quot;Ao falecerem, muitas dessas pessoas foram enterradas como indigentes ou tiveram seus corpos destinados a uma das 17 instituições de ensino médico para viabilizar aulas de anatomia&quot;, assinala no informe.


&quot;Desde 1999, a UFMG conta com um programa de doação de corpos para estudo de anatomia, que funciona de forma voluntária e consentida e é uma prática legal e ética, alinhada a padrões internacionais.&quot;

Loucura e cultura

Há hoje uma imensidade de obras sobre o tema. Uma das mais famosas é o conto O Alienista, do escritor Machado de Assis, um dos principais autores negros do Brasil. No site do Museu Imagens do Inconsciente, localizado no Rio de Janeiro, é possível conhecer mais sobre o trabalho da psiquiatra Nise da Silveira, que revolucionou os tratamentos para transtornos mentais ao aliar cuidados humanizados e arte. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/d6X7puwoL68RsC1uP8ERly4lUso=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/19/pavilho-do-hospital-colnia-de-barbacena-foto-arquivo-pblico-mineiro-630x461.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 20 May 2026 09:35:29 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Luta, antimanicomial:, UFJF, UFMG, desculpam, por, cadáveres, aulas</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Ebola: veja cronologia da doença e entenda causa de surtos na África</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ebola-veja-cronologia-da-doenca-e-entenda-causa-de-surtos-na-africa</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ebola-veja-cronologia-da-doenca-e-entenda-causa-de-surtos-na-africa</guid>
<description><![CDATA[ No início do mês, autoridades sanitárias da República Democrática do Congo (RDC) emitiram alerta sobre um surto de alta mortalidade causado por uma doença até então desconhecida no município de Mongbwalu, na província de Ituri. O cenário incluía até mesmo mortes entre profissionais de saúde.

Cerca de 10 dias depois, o Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica de Kinshasa, capital da RDC, analisou 13 amostras de sangue colhidas no distrito de Rwampara. A avaliação laboratorial confirmou a presença do vírus Bundibugyo, um tipo de ebola, em oito do total de amostras colhidas.

Notícias relacionadas:Surto de ebola em países africanos deixa pelo menos 131 mortos.Ebola: surto em Uganda e Congo é emergência de interesse internacional.Na última sexta-feira (15), o Ministério da Saúde Pública, Higiene e Bem-Estar Social da RDC declarou oficialmente o 17º surto de ebola no país. Simultaneamente, o Ministério da Saúde de Uganda, país vizinho, confirmou surto de Bundibugyo, após identificar um caso importado: um congolês que morreu na capital, Kampala.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

No dia seguinte, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, após consultar ambos os Estados-Membros onde os surtos foram identificados, determinou que o ebola causado pelo vírus Bundibugyo tanto na RDC quanto em Uganda constitui emergência em saúde pública de importância internacional.

A OMS explica que o engajamento da comunidade é fundamental para o controle bem-sucedido de qualquer surto.


“[Isso] depende [também] da utilização de uma série de intervenções, como assistência clínica, vigilância e rastreamento de contatos, serviços laboratoriais, prevenção e controle de infecções em unidades de saúde, sepultamentos seguros.”


As medidas de enfrentamento incluem o envio de equipes de resposta rápida, o fornecimento de suprimentos médicos, o reforço da vigilância, da confirmação laboratorial, das avaliações de prevenção e do controle de infecções, a criação de centros de tratamento seguros e o engajamento da comunidade.

A doença

O ebola é classificado pela própria OMS como grave, frequentemente fatal, que afeta humanos e outros primatas.

O vírus é transmitido aos humanos por animais selvagens, como morcegos frugívoros, porcos-espinhos e primatas não humanos, e passa de pessoa para pessoa por meio do contato direto com secreções, sangue, órgãos ou outros fluidos corporais de pacientes infectados.

O contágio também ocorre por meio do contato com superfícies e materiais, como roupas de cama e vestuário, contaminados com fluidos.

A taxa média de letalidade da doença é de cerca de 50%. Em surtos anteriores, segundo a OMS, as taxas de letalidade chegaram a 90%.

Surtos

A OMS classifica o surto de ebola registrado entre 2014 e 2016 na África Ocidental como o maior e mais complexo desde a descoberta do vírus, em 1976. 

À época, houve mais casos e mortes do que em todos os outros surtos combinados. A doença também se espalhou entre países, começando na Guiné e atravessando fronteiras terrestres para Serra Leoa e Libéria.

Sintomas

O período de incubação do ebola – intervalo de tempo entre a infecção pelo vírus e o início dos sintomas – varia de dois a 21 dias. Segundo a OMS, a pessoa infectada não transmite a doença até desenvolver sintomas.

As alterações físicas incluem febre, fadiga, mal-estar, dores musculares, dor de cabeça e dor de garganta. Em seguida, aparecem vômitos, diarreia, dor abdominal, erupções cutâneas e sintomas de comprometimento das funções renais e hepáticas. Em casos menos frequentes, podem ocorrer sangramentos internos e externos. 

A própria OMS avalia que pode ser difícil distinguir clinicamente o ebola de outras doenças infecciosas, como malária, febre tifoide e meningite. Por esse motivo, diversos testes diagnósticos foram desenvolvidos para confirmar a presença do vírus.

Tratamento e prevenção

O tratamento intensivo precoce, incluindo a reidratação com fluidos orais ou intravenosos, e o tratamento de sintomas específicos, segundo a OMS, melhoram a sobrevida do paciente.

Especificamente para a doença causada pelo vírus Ebola (DEV), a OMS recomenda o tratamento com os anticorpos monoclonais. Já para outras doenças causadas pelo ebola, como é o caso do vírus Bundibugyo, não existem terapias aprovadas.

Duas vacinas foram aprovadas para DEV: a Ervebo e a Zabdeno e Mvabea. A vacina Ervebo é recomendada pela entidade como parte da resposta a surtos identificados.

Para orientar a população, a OMS preparou uma lista com as principais perguntas e respostas sobre o ebola.

O que é o ebola?

É uma enfermidade rara, porém grave, causada por um vírus pertencente ao gênero Orthoebolavirus, da família Filoviridae. As taxas de mortalidade variaram de 25% a 90%.

Seis espécies de Orthoebolavirus foram identificadas até o momento, sendo três conhecidas por causarem grandes surtos: Ebola, Sudão e Bundibugyo.

O reservatório animal dos vírus é desconhecido, mas as evidências atuais sugerem que morcegos frugívoros (Pteropodidae) podem ser hospedeiros.

Quais os sintomas típicos da doença?

Os sintomas podem surgir repentinamente e incluem:


	febre;
	fadiga;
	dores musculares;
	dor de cabeça e dor de garganta.


Esses sintomas podem ser seguidos por:


	vômito;
	diarreia;
	feridas na pele;
	sangramento interno e externo.


Quanto tempo para manifestação dos sintomas?

O intervalo de tempo entre a infecção e o início dos sintomas varia de dois a 21 dias. As pessoas só se tornam contagiosas após desenvolverem sintomas.
Pode ser difícil distinguir clinicamente o ebola de outras doenças infecciosas, como malária, febre tifoide, dengue ou doença do vírus de Marburg.
Mesmo quando as pessoas desenvolvem sintomas semelhantes aos do ebola, somente um exame laboratorial pode confirmar se a causa é o vírus.

Como o ebola se espalha?

O vírus se espalha mais comumente de pessoa para pessoa por meio da exposição ao sangue ou a outros fluidos corporais (principalmente fezes, vômito, suor e saliva) de uma pessoa infectada, viva ou morta.

Isso ocorre quando o vírus entra no corpo através de pele lesionada ou de membranas mucosas, como olhos, nariz ou boca, geralmente quando alguém está cuidando de um paciente ou tocando o corpo de alguém que morreu da doença.

A transmissão também ocorre pelo contato ou manuseio de objetos contaminados com fluidos corporais de uma pessoa doente ou de alguém que morreu de ebola.

Em casos raros, a transmissão de um homem recuperado para sua parceira sexual foi documentada. Isso acontece porque o vírus pode persistir por algum tempo no sêmen de alguns homens recuperados da doença.

Quais medidas para se proteger durante episódios de surto?


	evitar contato físico com indivíduos suspeitos ou confirmados com ebola;
	não manusear corpos de pessoas que apresentaram sintomas de ebola e morreram sem as devidas precauções;
	lavar as mãos regularmente, seguindo as melhores práticas recomendadas pelas autoridades locais para a lavagem das mãos.


O que as pessoas devem fazer para conter infecção por animais?


	evitar comer animais mortos ou tocá-los sem medidas de proteção, especialmente durante um surto de ebola;
	lavar bem as mãos antes e depois de tocar em qualquer animal ou produto de origem animal;
	cozinhar bem os produtos de origem animal (sangue e carne) antes do consumo.


Quem corre maior risco?


	profissionais de saúde e assistência social em contato próximo com pacientes;
	cuidadores, familiares ou outras pessoas em contato físico direto com pessoas infectadas;
	pessoas em luto que têm contato físico direto com os corpos durante funerais ou rituais de sepultamento.


Quais providências tomar, após contato físico com infectados?

Se uma pessoa teve contato físico direto com alguém infectado ou com suspeita de ebola, pode estar sob risco de desenvolver a doença. A orientação é entrar em contato com seu médico ou com o posto de saúde local para entender sobre os próximos passos.

Uma vez que a pessoa é identificada como “contato”, sua saúde será monitorada por 21 dias após a exposição. Autoridades locais ou profissionais de saúde irão orientá-la sobre comportamentos recomendados e incentivá-la a:


	aceitar visitas diárias da equipe de rastreamento de contatos para monitorar a saúde;
	permitir que a temperatura seja aferida;
	responder a todas as perguntas com a maior precisão possível e tirara todas as dúvidas;
	relatar sintomas (se houver) assim que os desenvolver;
	evitar viagens, a menos que a viagem tenha sido discutida com a autoridade de saúde local;
	tomar a vacina, se disponível.


Existe tratamento para o ebola?

Existem dois tratamentos aprovados para adultos e crianças com a doença do vírus ebola: o Ansuvimab e o Inmazeb. Com base nesses fármacos, novos tratamentos potenciais, segundo a OMS, estão sendo avaliados para outros ortoebolavírus, mas ainda não foram totalmente testados.

É possível tratar a doença em casa?

A OMS não recomenda que famílias ou comunidades cuidem de pessoas com ebola em casa. Pessoas com sintomas devem procurar atendimento em um centro de saúde. O tratamento precoce em um centro de referência é essencial e pode aumentar as chances de recuperação.

Se uma pessoa morrer em casa com suspeita de ebola, a comunidade e os familiares devem evitar manusear ou preparar o corpo para o enterro. A orientação é entrar em contato imediatamente com as autoridades de saúde locais para realizar um sepultamento seguro e digno, de acordo com os desejos da família.

O que fazer se precisar viajar?

A OMS não recomenda, até o momento, restrições comerciais ou de circulação, como confinamentos ou quarentenas, em áreas afetadas pelo ebola.

No entanto, viagens de pessoas que tiveram contato próximo com casos de ebola devem ser minimizadas ou adiadas sempre que possível, para evitar a propagação do vírus.

Se a viagem de uma pessoa que teve contato com o vírus for necessária, ela deve ser discutida e supervisionada pelas autoridades de saúde pública para que seja garantido o acompanhamento adequado na área de destino. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/iBn8t8vt4Zki4DbLi5biba85dFg=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/19/2026-05-19t160439z_1538437138_rc29clayiagk_rtrmadp_3_health-ebola-congo.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 20 May 2026 09:35:29 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Ebola:, veja, cronologia, doença, entenda, causa, surtos, África</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa libera registro de remédios para tratar psoríase e asma</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-libera-registro-de-remedios-para-tratar-psoriase-e-asma</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-libera-registro-de-remedios-para-tratar-psoriase-e-asma</guid>
<description><![CDATA[ A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou hoje (11) o registro de dois medicamentos: um para tratamento de doenças inflamatórias crônicas e autoimunes, e outro para asma e rinossinusite crônica com pólipos nasais grave.

O primeiro medicamento indicado é Yesintek (Ustequinumabe), apresentado como solução injetável pronta para administração subcutânea e para infusão intravenosa.

O remédio é indicado para tratar psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa. Segundo ao Anvisa, o produto foi avaliado pela via de desenvolvimento por comparabilidade, tendo sido comparado ao medicamento Stelara.


“Yesintek é biossimilar, ou seja, demonstra semelhança em termos de qualidade, segurança e eficácia em relação a um produto biológico de referência previamente registrado na Anvisa”, disse a agência reguladora.


A agência disse ainda que o medicamento aprovado é uma nova alternativa terapêutica para pacientes adultos e crianças acima de 6 anos com psoríase em placa de grau moderado a grave.

“O tratamento é direcionado especificamente para casos em que as terapias convencionais — como o uso de ciclosporina, metotrexato ou sessões de fototerapia (PUVA) — não apresentaram resultados satisfatórios, foram contraindicadas ou causaram intolerância.” 

Ainda de acordo com a agência reguladora, no caso de pacientes adultos com artrite psoriásica ativa, o medicamento pode ser usado, de forma isolada ou em combinação com metotrexato, quando a resposta ao tratamento com drogas antirreumáticas modificadoras da doença (DMARD) foi inadequada. O Yesintek é indicado ainda para crianças com mais de 6 anos com a doença ativa. 

No caso da doença de Crohn, o remédio é indicado para pacientes adultos com quadro ativo de moderado a grave, que tiveram resposta inadequada ou perda de resposta a outros tratamentos, além de pessoas intolerantes à terapia convencional ou ao anti-TNF-alfa (medicamentos imunobiológicos que bloqueiam uma proteína específica, reduzindo inflamações crônicas) ou que tenham contraindicações médicas para essas terapias.

Asma e rinossinusite crônica

Também nesta segunda-feira, a Anvisa publicou o registro de um novo medicamento para tratar asma e rinossinusite crônica com pólipos nasais grave, o Densurko® (depemoquimabe).

A medicação é apresentada como solução injetável 100 mg/mL, em seringa preenchida ou caneta aplicadora, prontas para uso e indicada como tratamento complementar da asma em pacientes adultos e pediátricos com idade igual ou acima de 12 anos com inflamação do tipo 2 (alérgica) caracterizada pelo excesso de eosinófilos (glóbulos brancos envolvidos na inflamação das vias aéreas) no sangue. 

Segundo o órgão, estudos clínicos demonstraram redução significativa na taxa de exacerbações clinicamente quando comparado ao placebo, ambos associados ao tratamento padrão.  

No caso da rinossinusite crônica com pólipos nasais, o medicamento é indicado somente para pacientes adultos nos quais a terapia convencional (com corticosteroides sistêmicos) e/ou cirurgia não proporciona controle adequado do quadro.

Nos dois casos, o tratamento indicado é de uma dose a cada seis meses.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/TPYtKvH5fWbE20Kq6X3SD2aXesw=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/11-11-2020_sede_anvisa_0.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 20 May 2026 09:28:59 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, libera, registro, remédios, para, tratar, psoríase, asma</media:keywords>
</item>

<item>
<title>HEJ promove mais uma edição do Programa Nascer e convida gestantes para ação de acolhimento e orientação em Jataí</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hej-promove-mais-uma-edicao-do-programa-nascer-e-convida-gestantes-para-acao-de-acolhimento-e-orientacao-em-jatai</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hej-promove-mais-uma-edicao-do-programa-nascer-e-convida-gestantes-para-acao-de-acolhimento-e-orientacao-em-jatai</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202605/image_870x580_6a0c9c2450d29.jpg" length="88787" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:22:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa suspende corticoide e remédio para colesterol; veja quais lotes</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-suspende-corticoide-e-remedio-para-colesterol-veja-quais-lotes</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-suspende-corticoide-e-remedio-para-colesterol-veja-quais-lotes</guid>
<description><![CDATA[ A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta segunda-feira (18) a comercialização, distribuição e uso de medicamentos depois de notificações de problemas em lotes específicos de produtos fabricados pelos laboratórios Hypofarma e Cimed.

No caso da Hypofarma, a medida atinge o medicamento Fosfato Dissódico de Dexametasona 4 mg/ml solução injetável (caixa com 50), utilizado como corticoide anti-inflamatório. 

Notícias relacionadas:Saiba como pedir reembolso de produtos Ypê suspensos pela Anvisa.Anvisa mantém suspensão de fabricação e venda de produtos Ypê.A empresa informou o recolhimento voluntário do lote 25091566 após identificar escurecimento da solução quando o produto é diluído em associação com determinados medicamentos.

Já a Cimed comunicou o recolhimento voluntário do lote 2424299 dos medicamentos Atorvastatina cálcica 40mg e Rosuvastatina 20 mg, ambos utilizados para controle do colesterol.

Segundo a empresa, houve suspeita de mistura de embalagens com cartuchos de Rosuvastatina identificados em lote de Atorvastatina. A Anvisa também suspendeu a comercialização, distribuição e uso dos produtos relacionados a esse lote específico (2424299).

Fitoterápicos proibidos

A agência sanitária também informou hoje que determinou a apreensão e proibiu a fabricação, comercialização, distribuição, importação, propaganda e uso de uma série de medicamentos e fitoterápicos sem registro, notificação ou cadastro sanitário. Entre os produtos proibidos estão:


	Composto Cura Tudo
	Composto Anti-álcool
	Garrafada Cura Tudo
	Ki Sinusite/Rinite
	Composto Saúde do Homem
	Composto Tira Fumo
	Composto para Diabetes
	Composto Taradão
	Composto para Psoríase
	Garrafada do Seu Geraldo 


A medida também vale para todos os lotes dos fitoterápicos da marca Status Verde:


	Composto Anti-Diabetes
	Valeriana Composta
	Erva Baleeria
	7 Magnésios 


  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/7x6WKwPXUAF2s5tUxdp3YZ_jY7I=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/18/recolhe_remedios_colesterol_anvisa_c4799a6702_copiar.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 19 May 2026 10:27:54 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, suspende, corticoide, remédio, para, colesterol, veja, quais, lotes</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Tratamento humanizado ainda é desafio na luta antimanicomial no país</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/tratamento-humanizado-ainda-e-desafio-na-luta-antimanicomial-no-pais</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/tratamento-humanizado-ainda-e-desafio-na-luta-antimanicomial-no-pais</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				No Dia Nacional da Luta Antimanicomial, lembrado nesta segunda-feira (18), especialistas ouvidos pela Agência Brasil avaliam que, embora o país tenha obtido avanços no cuidado de pessoas com transtornos mentais, ainda é preciso vencer barreiras para alcançar tratamentos verdadeiramente humanizados. 

Em abril, a Lei 10.216/2001, conhecida como Lei Antimanicomial, completou 25 anos. Entre os desafios apontados por especialistas estão a falta de regulamentação para comunidades terapêuticas e de mais interlocução do governo federal com movimentos sociais e organizações atuantes na causa, assim como a ausência de um espaço de encaminhamento a pacientes com quadros como ansiedade e depressão.

Notícias relacionadas:Ateliês de Nise da Silveira completam 80 anos.Manicômios judiciários unem o pior da prisão e do hospício, diz CFP.Trabalhos de psicólogos são premiados pela luta antimanicomial no DF .A data foi instituída em 1987 – dois anos após a ditadura civil-militar-empresarial –, durante encontro de trabalhadores da saúde mental, realizado em Bauru (SP), considerado um marco na luta antimanicomial brasileira.

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) é uma das entidades que têm atuado em defesa da continuidade plena da reforma psiquiátrica, que pressupõe a troca de estruturas manicomiais pelo aprimoramento da Rede de Atenção Psicossocial (Raps).

A Raps abrange os centros de Atenção Psicossocial (Caps), onde pacientes têm acesso a medicamentos psicotrópicos e podem se envolver com artes e encontros em grupo ou em família, as unidades de Acolhimento (UAs), os serviços residenciais terapêuticos (SRTs), o Programa de Volta para Casa (PVC), estes dois últimos espaços para acolher pacientes que encerraram internações longas e não têm família ou saíram de hospitais psiquiátricos e de custódia. Também integram a rede as unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Já as comunidades terapêuticas, voltadas a pessoas com problemas com drogas psicoativas e uso abusivo de álcool, reproduzem as práticas dos manicômios, conforme apontam a presidenta da Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme), Ana Paula Guljor, e outras autoridades da área. Não fazem parte do Sistema Único de Assistência Social (Suas) nem do Sistema Único de Saúde (SUS) e ficam em um limbo legal, consequentemente, sem propósito bem definido na prática. Ana Paula ressalta que, apesar disso, recebem verba pública difícil de se rastrear, e, com frequência, têm sido denunciadas por violar direitos básicos dos pacientes atendidos.

&quot;A RDC 29 [Recomendação 29/2011, do Ministério da Saúde] é muito genérica&quot;, afirma a presidenta, ao mencionar dispositivo que trata dos requisitos básicos de segurança sanitária que servem como parâmetro às comunidades terapêuticas.

Em nota, a Abrasme argumenta que a maioria das comunidades terapêuticas tem caráter filantrópico e, por isso, o investimento público aplicado a elas consiste na &quot;privatização dos serviços, distorção da finalidade pública e do marco regulatório do país&quot;. Na esfera do cuidado, acrescenta, são fundamentais ações de redução de danos e reinserção social, não priorizadas por essas comunidades.

Recentemente, cinco conselhos nacionais assumiram posição semelhante: o de Saúde; o de Assistência Social; o dos Direitos Humanos; o dos Direitos da Criança e do Adolescente; e o de Política sobre Drogas, além do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura.

Ana Paula Guljor afirma, ainda, que, embora sejam importantes, relatórios que documentam violações de direitos cometidos nas dependências das comunidades terapêuticas não dão conta de monitorá-las totalmente, tamanha a quantidade de ilegalidades. Um deles é elaborado pelo Ministério Público Federal (MPF). O Conselho Federal de Enfermagem (Coren) é mais uma entidade que se opõe a elas.

O governo diz que, há três anos, pesquisadores e auditores, inclusive da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU), têm conferido maior transparência ao que ocorre nas comunidades, e ao modo como o dinheiro da população está sendo utilizado. Em janeiro deste ano, o Ministério da Saúde informou que estava em estudo a revisão das diretrizes e normas de financiamento da Raps.

O punitivismo identificado na política de segurança, que enaltece ao aprisionamento de pessoas que cometem crimes de toda natureza, também dá forma às políticas de saúde mental e drogas.


&quot;Em São Paulo, se propõe a instalação de câmeras nas antessalas, nos halls das instituições que atendem pessoas usuárias de drogas, você restringe o acesso&quot;, reflete Ana Paula Guljor.


Representante da Frente Estadual Antimanicomial de São Paulo, Moacyr Bertolino tem como lembrança de iniciativa bem-sucedida o Programa De Braços Abertos, capaz de tirar da vulnerabilidade usuários de drogas da área conhecida como Cracolândia. Foi lançado em 2014, pelo então prefeito da capital paulista, Fernando Haddad.

Os beneficiários tinham direito a morar em hotéis, a R$ 15 por dia, três refeições e curso de capacitação. Eles também conseguiam trabalhar a alguns metros de onde viviam, o que facilitava a melhora de seu estado médico e psicológico na tríade &quot;trabalho, teto e tratamento&quot;, recomendada por especialistas de todo o mundo.

Bertolino diz que, atualmente, os governantes não só deixam de cobrir custos da Raps, favorecendo a precarização de seus equipamentos, como colaboram para o crescimento de manicômios. Segundo ele, é um setor que acaba lucrando com a exploração do sofrimento alheio.

Para ele, um dos principais problemas das comunidades terapêuticas é o convencimento de que fórmulas mágicas de cura existem, discurso que não se sustenta na realidade, uma vez que cada paciente deve ter seu tratamento individualizado. Na própria Cracolândia, provou-se ineficaz a abordagem com foco na internação, pois muitos usuários consultados em levantamento declararam vê-la como uma medida transitória, não como uma solução.

Durante o governo Dilma Rousseff, avalia ele, foram &quot;incontestáveis&quot; as conquistas, seguidas de retrocesso no governo seguinte.  “Quando há conservadorismo e um retorno ao passado, os primeiros a sofrer são os mais vulneráveis, a população em situação de rua, os usuários de drogas, álcool&quot;, diz


&quot;O hospital psiquiátrico é o espaço central de um poder médico e psiquiátrico que historicamente foi construído em uma concepção de que a culpa pelo sofrimento é da pessoa. Às vezes, a pessoa está sofrendo justamente por ser alvo de diversas violências. E o que [os hospitais psiquiátricos e outros equipamentos similares] ofertam de cuidado é o isolamento&quot;, sintetiza Bertolino.


Passado sombrio

O Rio de Janeiro abrigou a primeira instituição à qual se encaminhavam pessoas consideradas &quot;fora do normal&quot;, de quem a corte imperial queria se ver livre. O Hospício Pedro II passou a funcionar em 1852, vinculado à Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, local que até então exercia essa função. A substituição coincidiu com a criação, em 1829, da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro e sua transformação, em 1835, em Academia Imperial de Medicina e inspeções da Comissão de Salubridade à Santa Casa.

Nessas visitas, a equipe constatou que os &quot;loucos&quot; viviam em condições degradantes e deviam ser submetidos a tratamentos em que a medicina fosse o centro. Começava aí o discurso a favor da medicalização de pacientes com transtornos mentais como principal recurso para sua melhora e o fortalecimento da classe médica como autoridade central no debate. 

O &quot;Palácio dos Loucos&quot; comportava, inicialmente, até 140 pacientes e contou com o apoio não somente de políticos, mas de filantropos e intelectuais. Com uma reforma, poderia receber 400 pacientes e mudou um pouco de perfil apenas na virada do século 20, quando chegou à direção o médico baiano Juliano Moreira, um dos primeiros adeptos das ideias do pai da psicanálise, o austríaco Sigmund Freud. Sua implementação permitiu a eliminação das camisas de força e das grades de ferro das janelas.

No mesmo ano da abertura do &quot;Palácio&quot;, surgia, na famosa Rua São João, na capital paulista, o Hospital Provisório de Alienados, bem menor, com estrutura para nove pacientes. Inspirado pelo Congresso Internacional de Alienistas, realizado em 1889, em Paris, o médico Juliano Moreira, um dos primeiros psiquiatras brasileiros, designado para comandar o hospício paulista dois anos depois, encantou-se com a proposta de construir colônias agrícolas nos manicômios.

Assim, em 1898, era fundada, em Franco da Rocha (SP), a Colônia Agrícola de Alienados do Juquery, concebida para tratar 300 pacientes e que, em 30 anos, contava 2 mil, distribuídos em cinco pavilhões femininos, quatro masculinos e um para crianças, e com uma lista de espera de vagas. No século 19, houve uma multiplicação de hospícios: Hospício de Alienados de Olinda, em Pernambuco; Hospício Provisório de Alienados de Belém; Asilo de Alienados São João de Deus, em Salvador; Hospício de Alienados São Pedro, em Porto Alegre.

Estima-se que, ao todo, 120 mil pessoas tenham sido enclausuradas no Hospital Psiquiátrico do Juqueri, incluindo presos políticos da ditadura instaurada com o golpe de 1964. A Casa de Custódia e Tratamento de Taubaté ficou igualmente conhecida, por ser considerado o berço do Primeiro Comando da Capital (PCC). A instituição foi constituída em 1911, e a facção, em 1993.

Outro local inserido no mapeamento da história da saúde mental no Brasil é o Hospital Colônia de Barbacena, no interior mineiro. Seu fechamento foi anunciado no mês passado, o que motivou o planejamento da remoção de 14 pacientes remanescentes, todos sem família. Na ocasião, o governo do estado confirmou a manutenção do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena e do Museu da Loucura, de preservação da memória das vítimas do antigo hospital. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/QjMvl2UJ3r_OG2t6_SVxcYzLv1o=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/ffraz_abr_18052018-6478_1.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 19 May 2026 10:27:53 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Tratamento, humanizado, ainda, desafio, luta, antimanicomial, país</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Mobilização cobra tratamento e direitos de pacientes com fibromialgia</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/mobilizacao-cobra-tratamento-e-direitos-de-pacientes-com-fibromialgia</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/mobilizacao-cobra-tratamento-e-direitos-de-pacientes-com-fibromialgia</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A fibromialgia foi tema de uma série de atividades em diferentes cidades neste domingo (17) para chamar a atenção sobre a natureza da síndrome e cobrar ações para a garantia de direitos e de tratamento adequado no Sistema Único de Saúde (SUS). 

Em Brasília, o evento ocorreu no Parque da Cidade. Foram oferecidas sessões de acupuntura, liberação miofascial, orientações sobre fisioterapia, abordagem psicológica e conversas para conscientização sobre a síndrome.

Notícias relacionadas:Negacionismo fez brasileiros &quot;perderem&quot; 3,4 anos de vida na pandemia.Diarreia e dor abdominal acendem alerta para doenças intestinais.Obesidade se torna principal fator de risco à saúde no Brasil.A fibromialgia é uma síndrome crônica caracterizada por dores musculares e articulares difusas em várias partes do corpo, frequentemente acompanhadas de fadiga intensa, distúrbios do sono, dificuldade de concentração e alterações de humor. Embora não provoque inflamações visíveis ou deformações físicas, a condição afeta significativamente a qualidade de vida dos pacientes e pode dificultar atividades cotidianas e desenvolvimento profissional.

A servidora pública Ana Dantas, uma das organizadoras da atividade, explica que a mobilização nacional busca dar mais visibilidade para a doença e cobrar os direitos de quem convive com ela.


&quot;É uma doença que não é visível, ela existe no nosso corpo, mas não ninguém vê&quot;.


No Brasil, pessoas com fibromialgia passaram a contar, nos últimos anos, com maior reconhecimento do Estado. Isso porque uma lei federal de 2023 estabeleceu diretrizes para o SUS  no atendimento às pessoas com a doença. A legislação prevê atendimento multidisciplinar, incentivo à divulgação de informações sobre a doença e estímulo à capacitação de profissionais de saúde. Apesar disso, ainda não há acesso ao diagnóstico e tratamento especializado pelo SUS.

O enquadramento legal garante acesso aos mesmos direitos de Pessoa com Deficiência (PcD), mas exige a aprovação em avaliação biopsicossocial. Também prevê possibilidade de acessar auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença), aposentadoria por invalidez e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).


&quot;A nossa mobilização é no intuito de buscar políticas públicas, adequar a demanda da comunidade fibriomiálgica no SUS&quot;, acrescenta Ana Dantas.



            
        
    
 A servidora pública Ana Dantas participa do evento de Mobilização Nacional pela Fibromialgia - Valter Campanato/Agência Brasil


A servidora pública de 45 anos descobriu a doença há pouco mais de um ano e relata as limitações impostas.

&quot;Coisas que a gente fazia ali durante 20 minutos se gasta umas três ou quatro horas para poder finalizar. É tudo muito lento, tem a questão do esquecimento, a gente esquece as coisas fácil, além da dor que afeta todo o corpo&quot;, relata.

A fibromialgia é mais comum em mulheres entre 30 e 60 anos, mas pode atingir pessoas de qualquer idade e gênero. As causas exatas ainda não são totalmente conhecidas, porém especialistas apontam que a síndrome está relacionada a alterações no funcionamento do sistema nervoso central, que passa a amplificar a percepção da dor. Fatores como estresse prolongado, traumas físicos ou emocionais, ansiedade, depressão e predisposição genética podem contribuir para o surgimento da doença. 

Sintomas e tratamento

Entre os principais sintomas estão dores persistentes por mais de três meses, sensibilidade ao toque, sensação constante de cansaço, sono não reparador, rigidez muscular e episódios de “névoa mental” — dificuldade de memória e atenção. Também podem ocorrer dores de cabeça, síndrome do intestino irritável e maior sensibilidade a ruídos, luzes e temperatura. O diagnóstico é clínico, baseado na avaliação médica e na exclusão de outras doenças com sintomas semelhantes.

O tratamento da fibromialgia costuma envolver uma combinação de medidas. Medicamentos podem ser usados para controlar a dor, melhorar o sono e tratar sintomas associados, como ansiedade e depressão. Além disso, exercícios físicos regulares — especialmente caminhadas, hidroginástica e alongamentos — são considerados fundamentais para reduzir os sintomas. Terapias psicológicas, fisioterapia, técnicas de relaxamento e mudanças no estilo de vida também fazem parte das estratégias mais recomendadas. Apesar de não ter cura definitiva, a fibromialgia pode ser controlada, permitindo que muitos pacientes mantenham rotina ativa e qualidade de vida.

&quot;Nesse processo de abordagem da doença, a gente desenvolve a consciência, é o que a gente chama de psicoeducação, sobre tudo o que envolve essa condição, as limitações. Porque afeta a autoestima de muitas mulheres, justamente porque elas ficam muito limitadas, então é muito importante saber como lidar e receber acolhimento&quot;, aponta a psicóloga Mariana Avelar, que trabalhar com pacientes com fibromialgia.


            
        
    
A enfermeira Flávia Lacerda participa do evento de Mobilização Nacional pela Fibromialgia, realizado no Parque da Cidade. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil


A pouca visibilidade da doença também se expressa na escassez de dados sobre o número de pessoas com fibromialgia no país.  

&quot;Na prática, apesar da lei, o acesso a benefícios e direitos ainda é muito burocrático. E muitos profissionais ainda não sabem inclusive dessa lei e como abordar o problema. A lei precisa pegar de verdade&quot;, destaca a enfermeira Flávia Lacerda, que participou da atividade e também já trabalhou com pacientes nessa situação.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/md7iqlLyY1BBrZKE5lnIPOs-vAk=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/17/0d7a3702.jpg.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 18 May 2026 08:51:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Mobilização, cobra, tratamento, direitos, pacientes, com, fibromialgia</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Julho Neon vai conscientizar população sobre saúde bucal</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/julho-neon-vai-conscientizar-populacao-sobre-saude-bucal</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/julho-neon-vai-conscientizar-populacao-sobre-saude-bucal</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A partir deste ano, os meses de julho serão marcados por campanhas e ações de conscientização sobre a importância da saúde bucal. 

As medidas fazem parte do Julho Neon, instituído pela Lei 15.408/2026, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Notícias relacionadas:Saúde bucal: entenda importância e cuidados com cremes dentais.Brasil tem 45% de cobertura em saúde bucal; meta é chegar a 70%.Governo vai pagar bônus de desempenho para equipes de saúde bucal.A norma reforça a prioridade do Executivo em relação ao tema. Em maio de 2023, criou a Política Nacional de Saúde Bucal no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). 

A iniciativa fortaleceu o Brasil Sorridente, programa de assistência odontológica criado em 2004, com os principais objetivos:


	ampliar a cobertura de saúde bucal no SUS;
	reduzir os índices de cáries e outras doenças bucais; 
	oferecer tratamento odontológico especializado (tratamento de canal e próteses);
	incorporar a saúde bucal na atenção primária, média e de alta complexidade.


Unidades odontológicas

Em agosto de 2025, foram entregues 400 Unidades Odontológicas Móveis, a partir do investimento de R$ 152 milhões do Novo PAC Saúde. 

Esses veículos itinerantes servem para ampliar o acesso da população, especialmente em áreas remotas ou de difícil acesso, por meio do atendimento direto às comunidades.
  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/oNY6MKnB883Tied5Mq7kxr9RAsk=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/02/17/caminhos-da-reportagem-atendimento-de-criancas-em-jardim-de-piranhas-credito-divulgacao-tv-brasil.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 18 May 2026 08:51:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Julho, Neon, vai, conscientizar, população, sobre, saúde, bucal</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Saiba como pedir reembolso de produtos Ypê suspensos pela Anvisa</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/saiba-como-pedir-reembolso-de-produtos-ype-suspensos-pela-anvisa</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/saiba-como-pedir-reembolso-de-produtos-ype-suspensos-pela-anvisa</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Com a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de manter a suspensão da fabricação, distribuição e venda de lotes de produtos da marca Ypê, com final 1, a empresa de itens de limpeza emitiu comunicado, nesta sexta-feira (15), para orientar os clientes sobre como pedir o reembolso ou fazer a troca desses materiais barrados por risco à saúde.

Para isso, os clientes deverão entrar no site da empresa, preencher o formulário (que pede a chave Pix) e equipes responsáveis farão o estorno do valor do produto adquirido.


Notícias relacionadas:Anvisa mantém suspensão de fabricação e venda de produtos Ypê.Ypê recorre e suspende efeitos de decisão da Anvisa.Bactéria encontrada em produtos da Ypê é resistente a antibióticos.&quot;A empresa reitera que, de acordo com os controles e análises internas realizados pela Ypê, os produtos são seguros para o consumidor. Ainda assim, a companhia propôs à Anvisa apresentar testes realizados por laboratórios independentes autorizados pela agência, de todos os lotes já colocados no mercado, para garantir a segurança dos mesmos e sua consequente liberação para uso o mais rápido possível&quot;, informou a companhia, em comunicado.


A determinação da Anvisa, de 15 de maio, estabeleceu que os produtos lava-roupas líquidos, lava-louças líquidos e desinfetantes com lote final 1, elencados na Resolução 1.834/2026, não precisariam mais ser recolhidos neste momento, mas deverão permanecer guardados até a emissão de novos laudos de laboratórios independentes.

Entenda o caso

No último dia 7, a Anvisa suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de lotes de produtos da marca Ypê com numeração final 1. A lista inclui detergente, sabão líquido para roupas e desinfetantes.

Um dos principais problemas é a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, que é resistente a antibióticos e pode causar uma série de problemas em pessoas imunocomprometidas, desde infecção urinária até infecção respiratória em pessoas com problemas crônicos de pulmão, como enfisema, ou em pessoas submetidas a tratamento com cateter na veia.

&gt;&gt; Confira a lista de produtos contaminados com lotes que terminam em 1:

Lava Louças Ypê Clear Care

Lava Louças com enzimas ativas Ypê

Lava Louças Ypê

Lava Louças Ypê Clear Care

Lava Louças Ypê Toque Suave

Lava Louças concentrado Ypê Green

Lava Louças Ypê Clear

Lava Louças Ypê Green

Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor

Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas

Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac

Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha

Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green

Lava Roupas Líquido Ypê Express

Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT

Lava Roupas Líquido Ypê Premium

Lava Roupas Tixan Maciez

Lava Roupas Tixan Primavera

Desinfetante Bak Ypê

Desinfetante de uso geral Atol

Desinfetante Perfumado Atol

Desinfetante Pinho Ypê

Lava roupas Tixan Power ACT ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/ljE9-N7_EsygUX7SPiW0AoHC45E=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/07/adobestock_1875928690_editorial_use_only.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 17 May 2026 09:50:37 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Saiba, como, pedir, reembolso, produtos, Ypê, suspensos, pela, Anvisa</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Negacionismo fez brasileiros &amp;quot;perderem&amp;quot; 3,4 anos de vida na pandemia</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/negacionismo-fez-brasileiros-perderem-34-anos-de-vida-na-pandemia</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/negacionismo-fez-brasileiros-perderem-34-anos-de-vida-na-pandemia</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A expectativa de vida da população brasileira caiu 3,4 anos durante a pandemia de covid-19, após aumento de 27,6% na mortalidade. É o que mostra a análise nacional do Estudo Carga Global de Doenças, maior pesquisa mundial sobre o impacto das doenças e fatores de risco nas populações de mais de 200 países. 

O documento está publicado na edição de maio da revista The Lancet Regional Health – Americas.

Notícias relacionadas:Lei define 12 de março Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19.Saúde envia 2,2 milhões de doses da vacina de covid-19 aos estados.Memorial da Pandemia, no Rio de Janeiro, homenageia vítimas da covid.Para os pesquisadores que participaram do levantamento, esse retrocesso é resultado da postura negacionista do governo federal da época, sob comando do ex-presidente Jair Bolsonaro.


&quot;As autoridades enfraqueceram as orientações científicas – rejeitando o distanciamento social, disseminando desinformação, promovendo medicamentos sem eficácia comprovada, atrasando a aquisição de vacinas, sob a justificativa de isso protegeria o país de um colapso econômico.&quot;


Apesar de a queda na expectativa de vida ter ocorrido em todo o país, há diferença significativa entre os números por unidades da Federação. 

Os três estados com a maior redução ficam na região Norte:


	Rondônia: 6,01 anos;
	Amazonas: 5,84 anos;
	Roraima: 5,67 anos. 


Na outra ponta, com a menor redução, estão três estados da região Nordeste:


	Maranhão: 1,86 anos;
	Alagoas: 2,01;
	Rio Grande do Norte: 2,11 anos. 


De acordo com o estudo, isso se deve ao fato de os governadores da região terem adotado com mais firmeza as medidas de contenção recomendadas por cientistas e autoridades sanitárias. 


&quot;Na ausência de coordenação nacional, os governos estaduais do Nordeste formaram um consórcio com um comitê científico independente que implementou estratégias.”


O documento cita, por exemplo, o distanciamento social, o fechamento de escolas e comércios, a obrigatoriedade do uso de máscaras, políticas de proteção aos trabalhadores e sistemas de dados em tempo real. 

Os pesquisadores também defendem que o &quot;impacto da pandemia sobre a carga de doenças e a expectativa de vida poderia ter sido mitigado em todo o país&quot;, se o governo federal à época tivesse adotado essa mesma abordagem. 

Uma demonstração disso é que o desempenho do Brasil no período foi pior do que o de outros países do Mercosul, como Argentina e Uruguai, e do Brics, como China e Índia.


&quot;Um país com histórico bem-sucedido de cobertura vacinal como o Brasil ficou atrás na vacinação contra a COVID-19 devido à falta de organização, à demora na aquisição de vacinas e ao foco em medicamentos para ‘tratamento precoce’ sem evidências científicas de benefício.&quot;


Avanços

Apesar do retrocesso vivido durante a pandemia, o Brasil teve ganhos em saúde em uma análise maior de tempo.

De 1990 a 2023, a expectativa de vida subiu 7,18 anos e a mortalidade padronizada por idade, um indicador que nivela os efeitos do envelhecimento, caiu 34,5%. 

Da mesma forma, o índice que mede os anos saudáveis perdidos por morte ou doença reduziu 29,5%. 

Diversos fatores são apontados como responsáveis por essa evolução, como melhorias na qualidade de vida, incluindo avanço do saneamento básico e crescimento econômico. 

A implementação do Sistema Único de Saúde, a criação do Programa de Saúde da Família e a ampliação da vacinação fazem parte da análise. 

Com isso, as taxas de quase todas as principais causas de morte no Brasil tiveram redução nas últimas décadas, ao considerar a mortalidade padronizada por idade.

As exceções foram doença de Alzheimer e outras demências, com aumento de 1%, e doença crônica renal, que cresceu 9,6% de 1990 a 2023. 

Em 2023, a maior causa de morte no Brasil foi a doença isquêmica do coração, seguida de AVC, e pelas infecções do trato respiratório inferior. 

Mas a principal causa de mortes prematuras foi a violência interpessoal. O estudo estima que o Brasil tenha perdido 1.351 anos de vida, a cada cem mil habitantes, por causa de mortes do tipo. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/CEcHtQZSmt9M5AIlwadP6dlHo8c=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/49897895673_3d18dff1bf_o.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 17 May 2026 09:50:37 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Negacionismo, fez, brasileiros, perderem, 3, 4, anos, vida, pandemia</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Estado de SP confirma mais duas mortes por febre amarela</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/estado-de-sp-confirma-mais-duas-mortes-por-febre-amarela</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/estado-de-sp-confirma-mais-duas-mortes-por-febre-amarela</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo (CVE-SP) confirmou hoje (14) dois novos casos de febre amarela no estado, que evoluíram para óbito. Com isso, o estado de São Paulo já soma nove casos da doença em 2026, com cinco mortes.

Nenhuma dessas pessoas havia se vacinado contra a doença.

Notícias relacionadas:OMS descarta indícios de &quot;surto maior&quot; de hantavírus.Fiocruz obtém patente para tratamento contra malária resistente.Brasil vacina mais de 1 milhão de gestantes contra VSR em bebês.Os dois novos casos foram registrados na cidade de Lagoinha, na região do Vale do Paraíba, e se referem a dois homens de 64 anos e 54 anos.

Em razão desse cenário, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo intensificou o alerta para a vacinação contra a doença. A imunização é recomendada para toda a população e está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o estado.

Segundo a secretaria, a orientação é para que todas as pessoas que ainda não se vacinaram contra a doença procurem a unidade de saúde mais próxima para atualizar a caderneta, principalmente antes de viagens para áreas rurais, de mata ou regiões com circulação do vírus. A vacina é gratuita e deve ser aplicada pelo menos 10 dias antes da exposição ao risco.

Saiba quem deve tomar a vacina contra a febre amarela:


	Crianças: uma dose aos 9 meses de idade e um reforço aos 4 anos;
	Pessoas que receberam apenas uma dose antes dos 5 anos devem tomar uma dose de reforço;
	Pessoas de 5 a 59 anos que ainda não foram vacinadas devem receber uma dose única;
	Pessoas vacinadas com dose fracionada em 2018, durante campanhas emergenciais, devem verificar a necessidade de atualização da caderneta.


Febre amarela

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda que é causada por um vírus. Esse vírus é transmitido pela picada de um mosquito silvestre, que vive em zona de mata, e não há transmissão direta de pessoa para pessoa.

Um indicador da presença desses mosquitos transmissores se dá com a morte de macacos, que também sofrem com altos índices de mortalidade quando contaminados. Por isso, o avistamento de macacos mortos deve ser informado às equipes de saúde do município.

Os sintomas iniciais da febre amarela são febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.

A doença pode ser prevenida por meio de vacina, que está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

 

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/yA5SMQw_hHxFMc0Fqh-EgDraBwY=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/mosquitos_aedes_aegypti_dengue.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 14 May 2026 19:04:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Estado, confirma, mais, duas, mortes, por, febre, amarela</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa adia análise de recurso da Ypê contra suspensão de produtos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-adia-analise-de-recurso-da-ype-contra-suspensao-de-produtos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-adia-analise-de-recurso-da-ype-contra-suspensao-de-produtos</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou nesta quarta-feira (13) a análise do recurso apresentado pela Química Amparo, responsável pela marca Ypê, contra a suspensão da fabricação, venda e uso de produtos da marca.

Na abertura da 8º Reunião Ordinária, o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, anunciou a retirada do recurso da pauta de votação. O item voltará a ser analisado pela diretoria na próxima sexta-feira (15). 

Notícias relacionadas:Ypê recorre e suspende efeitos de decisão da Anvisa.Procon afirma que Ypê é a responsável por descarte de produtos.Bactéria encontrada em produtos da Ypê é resistente a antibióticos.Safatle afirmou que a Anvisa e a empresa têm realizado reuniões técnicas para &quot;mitigação dos riscos sanitários&quot;. A previsão, segundo o presidente, é que a empresa apresente nesta quinta-feira (14) medidas para correção das irregularidades encontradas na fábrica. 

De acordo com Safatle, em fiscalização realizada em abril deste ano, as equipes da Anvisa, em conjunto com o Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo e a Vigilância Municipal de Amparo, encontraram 76 irregularidades na unidade, como a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em mais de 10 lotes. 

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

O presidente da agência reguladora manteve o alerta para que os consumidores não utilizem os lotes terminados em 1, por causa de contaminação.


&quot;Reiteramos a recomendação de não utilização dos produtos listados na Resolução 1.834/2026 e de buscar o serviço de atendimento da empresa&quot;, disse. 


Em nota, a Ypê informou que está em colaboração com a Anvisa &quot;na busca por uma solução definitiva para a situação envolvendo a suspensão da venda, comercialização e uso dos seus lava-roupas líquido, lava-louças líquido e desinfetantes com lotes de fabricação final 1, conforme dispõe a RE 1.834/2026&quot;.

Representantes da empresa se reuniram ontem com diretores da agência &quot;e apresentaram uma atualização do plano de ação com a evolução do seu processo fabril, reafirmando sua observância integral às recomendações pontuadas pela Anvisa&quot;.


&quot;A empresa está apresentando informações detalhadas e laudos técnicos de microbiologia com verificações realizadas nos processos, bem como a análise de risco para o consumidor&quot;, disse a empresa, acrescentando que solicitou a manutenção da suspensão até que todas as medidas estejam concluídas. 


Sobre a reunião, a Anvisa informou, também em um comunicado divulgado ontem, que a fábrica de Amparo intensificou &quot;o trabalho para atender a 239 ações corretivas elencadas pela Ypê, com o objetivo de cumprir as exigências da vigilância sanitária. As medidas consideram também inspeções realizadas em 2024 e 2025&quot;.

Participaram da reunião o diretor-presidente, Leandro Safatle; o diretor Daniel Pereira, responsável pela supervisão da fiscalização; o presidente da Ypê, Waldir Beira Júnior, e COO da empresa, Jorge Eduardo Beira.

Entenda o caso 

No último dia 7, a Anvisa suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de lotes de produtos da marca Ypê com numeração final 1. A lista inclui detergente, sabão líquido para roupas e desinfetantes.

A agência informou ter verificado &quot;descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, o que inclui falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade”.

Um dos principais problemas é a  presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, que é resistente a antibióticos e pode causar uma série de problemas em pessoas imunocomprometidas, desde infecção urinária a infecção respiratória em pessoas que têm problemas de pulmão crônicos, como enfisema, ou em pessoas submetidas a tratamento com cateter na veia.

A empresa recorreu da decisão e a fabricação e comercialização dos produtos passaram a ficar liberados. No entanto, a Ypê não retomou a produção ainda. 

&gt;&gt; Veja os produtos com os lotes que terminam com o número 1:


	Lava Louças Ypê Clear Care 
	Lava Louças com enzimas ativas Ipê 
	Lava Louças Ypê 
	Lava Louças Ypê Clear Care 
	Lava Louças Ypê Toque Suave 
	Lava Louças concentrado Ypê Green 
	Lava Louças Ypê Clear 
	Lava Louças Ypê Green 
	Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor 
	Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas 
	Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac 
	Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha 
	Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green 
	Lava Roupas Líquido Ypê Express 
	Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT 
	Lava Roupas Líquido Ypê Premium 
	Lava Roupas Tixan Maciez 
	Lava Roupas Tixan Primavera 
	Desinfetante Bak Ypê
	Desinfetante de uso geral Atol 
	Desinfetante Perfumado Atol 
	Desinfetante Pinho Ypê
	Lava roupas Tixan Power ACT 
 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/ljE9-N7_EsygUX7SPiW0AoHC45E=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/07/adobestock_1875928690_editorial_use_only.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 13 May 2026 18:19:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, adia, análise, recurso, Ypê, contra, suspensão, produtos</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Uso de IA na saúde chega a 18% dos estabelecimentos do país</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/uso-de-ia-na-saude-chega-a-18-dos-estabelecimentos-do-pais</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/uso-de-ia-na-saude-chega-a-18-dos-estabelecimentos-do-pais</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A utilização de inteligência artificial (IA) no setor da saúde já atinge 18% dos estabelecimentos brasileiros de atendimento – 11% dos públicos e 25% dos privados.

Os dados, divulgados nesta terça-feira (12), referem-se a 2025, e são da 12ª edição da pesquisa TIC Saúde, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que entrevistou 3.270 gestores de estabelecimentos de saúde no país. 

Notícias relacionadas:Governo lança editais para conectar até 3,8 mil UBS .O levantamento é organizado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) – departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).


&quot;Nos últimos anos, observamos uma rápida disseminação das tecnologias de Inteligência Artificial. Por isso, tornou-se importante ampliar a investigação para compreender como essas tecnologias vêm sendo incorporadas pelo conjunto dos estabelecimentos de saúde&quot;, explica o gerente do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), Alexandre Barbosa.


Segundo a pesquisa, as principais aplicações de IA no setor de saúde brasileiro são: 


	Organizar os processos clínicos e administrativos (45% dos estabelecimentos); 
	Melhorar a segurança digital (36%); 
	Melhorar a eficiência dos tratamentos (32%); 
	Auxiliar na logística (31%); 
	Apoiar a gestão de recursos humanos ou recrutamento (27%); 
	Auxiliar nos diagnósticos (26%) e 
	Auxiliar na dosagem dos medicamentos (14%).


Desafios 

De acordo com o levantamento, a adoção de IA no país ainda enfrenta obstáculos significativos. Nos hospitais com mais de 50 leitos, por exemplo, os gestores apontam custos elevados (63%), falta de priorização institucional (56%) e limitações relacionadas a dados e capacitação (51%) para a adoção da nova tecnologia.


&quot;O avanço do uso da IA na saúde exige profissionais qualificados para que essa tecnologia seja aplicada de forma segura e responsável. Além disso, a consolidação de diretrizes e marcos regulatórios é fundamental para sustentar a adoção ética da IA em um setor que lida com informações sensíveis e impacta diretamente no cuidado com os pacientes&quot;,  destaca a coordenadora de projetos de pesquisas do Cetic.br, Luciana Portilho.


O levantamento mostra ainda que 9% dos estabelecimentos utilizam internet das coisas; e 5%, tecnologia robótica com uso de internet.

Serviços online disponibilizados aos pacientes, como a visualização de resultados de exames, foram oferecidos por 39% dos estabelecimentos; o agendamento de consultas, por 34%; e o de exames, por 32%.

*texto alterado às 11h45 para correção de informação no primeiro parágrafo. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/BPddqjgo49meOAd1OrWZEkZ1Nl4=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/arena_fonte_nova-1.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 13 May 2026 18:19:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Uso, saúde, chega, 18, dos, estabelecimentos, país</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Clima instável reduz defesas e pode agravar crises respiratórias</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/clima-instavel-reduz-defesas-e-pode-agravar-crises-respiratorias</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/clima-instavel-reduz-defesas-e-pode-agravar-crises-respiratorias</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				As instabilidades da temperatura reduzem algumas atividades fisiológicas no nível de defesa e podem aumentar a frequência de crises de infecções respiratórias. O alerta é do otorrionolaringologista Luciano Gregório, diretor da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF).


“É como se a defesa tivesse uma abertura de alguma maneira danificada, então alguns patógenos virais se aproveitam e podem infeccionar o nosso nariz&quot;, explica à Agência Brasil.


Notícias relacionadas:Transtornos de saúde causaram 28% dos sinistros em rodovias do país.Ministério da Saúde libera versão digital da Caderneta da Gestante.OMS descarta indícios de &quot;surto maior&quot; de hantavírus.O clima instável alerta principalmente para problemas em pessoas com rinite não alérgica. “Mudança de temperatura, cheiro de fumaça, perfume podem entupir o nariz”.

Segundo o especialista, a variação de temperatura não só atrapalha a defesa do corpo, alterando a fisiologia, mas também pode modificar diretamente alguns impulsos nervosos e acabar entupindo o nariz em alguns pacientes. Em ambientes fechados, o ar seco e o frio podem aumentar tanto a frequência de rinite (inflamação do nariz), como de sinusite (inflamação dos seios da face), com piora dos sintomas.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Atitudes

Algumas atitudes podem contribuir para a saúde respiratória nesses dias mais frios, mais instáveis. Beber água é uma delas, orienta Luciano Gregório. “Manter-se hidratado ajuda de diversas maneiras porque, se você não beber água e ficar desidratado, vai atrapalhar de alguma maneira a saúde nasal”.

O médico também explica que manter o ambiente úmido vai melhorar as condições do nariz, mas observa que o excesso de umidade pode ocasionar mofo e ácaro, o que constitui um problema.

Uma das soluções apontadas para manter a saúde nasal é fazer lavagens nasais com soro fisiológico, de uma quatro vezes ao dia.

“A gente tem diversos mecanismos de dispositivos de lavagem hoje”. Citou, entre eles, as garrafinhas de compressão, seringas de lavagem e a solução salina isotônica, que é o soro fisiológico 0,9%.


“Isso vai remover os alérgenos, a poeira, pó, vai fluidificar a secreção que está no nariz, vai melhorar a limpeza do nariz, ao mesmo tempo em que vai reduzir também os mediadores inflamatórios do nariz”.


Para pacientes que têm rinite vasomotora, que piora quando há alteração da temperatura, água muito morna ou muito fria pode desencadear mecanismos de entupimento e de vasorreatividade e piorar a congestão. “Mas limpar o nariz com soro e umidificar o ambiente seco vai facilitar muito”.

Aviões

Para enfrentar o ar super seco, o diretor da ABORL-CCF comentou que também existem géis de hidratação nasal que podem ser colocados dentro do nariz e que são encontrados em farmácias. 

“A solução nasal de lavagem remove os fatores inflamatórios, os alérgenos da cavidade do nariz. Limpam mesmo e aumentam a fluidificação da fossa nasal, mas eles não hidratam a narina. Quem vai hidratar é o gel de soro”.

Mais dicas

O otorrinolaringologista Bruno Borges de Carvalho Barros aponta que em queda de temperaturas, o nariz mostra dificuldade de manter a função de aquecer e umidificar o ar inspirado, o que prejudica a defesa natural do sistema respiratório e abre espaço para infecções e inflamações.

Nesse cenário, o otorrino aponta que as doenças mais comuns são gripes, resfriados, sinusites, crises de rinite alérgica e até laringites, com possibilidade de evoluir para quadros mais graves em pessoas com imunidade baixa.

Barros acrescentou outros cuidados que considera indispensáveis para a saúde respiratória nos dias mais frios. Além da hidratação e uso de soro fisiológico no nariz, ele recomenda evitar ambientes fechados e com aglomeração, porque é onde a circulação de vírus respiratórios é maior,.

Além disso, deve-se manter uma rotina de sono e alimentação equilibrada, uma vez que um corpo descansado e bem nutrido responde melhor às mudanças climáticas.

O médico chamou a atenção, em especial, para as crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias crônicas, como rinite, asma e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), que requerem atenção redobrada. “A qualquer sinal de piora, como tosse persistente, chiado no peito ou febre, é fundamental procurar um médico”.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/MQFgflwVedCXtjzGcvY_a6XCFcE=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/1025505-150616frio01405.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:17:48 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Clima, instável, reduz, defesas, pode, agravar, crises, respiratórias</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Ministério da Saúde libera versão digital da Caderneta da Gestante</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ministerio-da-saude-libera-versao-digital-da-caderneta-da-gestante</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ministerio-da-saude-libera-versao-digital-da-caderneta-da-gestante</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (12) a nova Caderneta Brasileira da Gestante, em versão digital, disponível em aplicativo. O objetivo é facilitar e ampliar a organização de exames de pré-natal e dos cuidados com mamães e bebês.

A principal novidade é o cuidado integrado e a possibilidade de a gestante ter as informações disponíveis digitalmente, do pré-natal ao nascimento da criança. 

Notícias relacionadas:Brasil vacina mais de 1 milhão de gestantes contra VSR em bebês.A confeiteira Jeniffer Antunes está na terceira gestação e conhece bem a importância da Caderneta Brasileira da Gestante.

&quot;Que tem todas as nossas informações tanto da gestação atual quanto das gestações anteriores. Fala se você já teve aborto, se você tem filho vivo, se teve natimorto, fala do teu tipo sanguíneo, dos exames, fala de tudo. Então, assim, é muito importante. Onde a gente vai, a gente tem que andar com ela&quot;.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explica que a atualização do conteúdo da caderneta inclui informações sobre o cuidado na maternidade e o puerpério, além do plano de parto.


&quot;A gestante passa a ter esse instrumento para levar na maternidade, exigir que seja feito [o plano de parto], porque é uma orientação do Ministério da Saúde que o profissional oriente essa gestante, ouça a gestante daquilo que ela quer durante todo o parto. Tem orientações também sobre como perceber sinais de violência obstétrica, isso é muito importante para que essa gestante, junto com a acompanhante, possa denunciar uma situação como essa”, disse Padilha. 



&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

No documento ainda é possível registrar quem será o acompanhante, métodos de alívio da dor, informação de doula, procedimentos e cuidados pós-parto, além de incluir as vacinas que a gestante deve tomar. Todo o conteúdo é integrado com o Meu SUS digital.

Ainda no evento de lançamento da caderneta, na Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o ministro Alexandre Padilha assinou uma portaria que vai destinar R$ 37,8 milhões aos bancos de leite humano. 

Na segunda-feira (11) foi lançada a campanha de 2026, com o mote “Solidariedade que nutre, vida que cresce”. O Brasil tem hoje a maior rede pública de banco de leite humano do mundo.

Ouça na Radioagência Nacional:


    
        
            
                
            
        
    








Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/i5b4OnB43lSR6vKhbZehICTI4EI=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/12/55265713854_897b8a36c3_o.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:17:48 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Ministério, Saúde, libera, versão, digital, Caderneta, Gestante</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa apreende canetas emagrecedoras sem identificação de fabricante</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-apreende-canetas-emagrecedoras-sem-identificacao-de-fabricante</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-apreende-canetas-emagrecedoras-sem-identificacao-de-fabricante</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão dos produtos Ozempic Power, Mounjmax, Maxtwo + 3D Slim e Maxtwo Detox, fabricados por empresa não identificada. A medida também proíbe a comercialização, distribuição, exportação, fabricação, propaganda e o uso dos itens.. 

De acordo com a agência reguladora, a ação foi motivada por anúncio de venda dos produtos, que não têm registro, notificação ou cadastro na Anvisa, e ainda são produzidos por fabricante desconhecido. 

Notícias relacionadas:Lei define 12 de março Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19.Governo lança editais para conectar até 3,8 mil UBS .Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus em 2026.A determinação foi publicada no Diário Oficial da União.

Mounjaro Kwikpen 

A medida também prevê a apreensão de dois lotes irregulares de Mounjaro Kwikpen, medicamento injetável utilizado no tratamento do diabetes tipo 2 e obesidade. A Anvisa alerta que os lotes D830169 e D830169D estão proibidos de serem armazenados, comercializados, distribuídos, divulgados, transportados e utilizados. 

A determinação foi feita após identificada a circulação, no mercado nacional, de produto com rotulagem em inglês sem registro na Anvisa, de origem não comprovada e transportado em desacordo com a legislação sanitária.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/kL4sBdVHau6U467C9Nn7O68ygWw=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/11-11-2020_sede_anvisa-4_0.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:28:59 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, apreende, canetas, emagrecedoras, sem, identificação, fabricante</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Governo federal entrega veículos para ampliar acesso ao SUS</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-federal-entrega-veiculos-para-ampliar-acesso-ao-sus</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-federal-entrega-veiculos-para-ampliar-acesso-ao-sus</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O governo federal entregou neste sábado (9), em Campinas, interior paulista, veículos do programa Agora Tem Especialistas – Caminhos da Saúde, em uma estratégia para ampliar o acesso da população aos serviços especializados do Sistema Único de Saúde (SUS).

Foram entregues 12 micro-ônibus destinados ao transporte de pacientes do programa Tratamento Fora de Domicílio (TFD), além de 20 ambulâncias do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) 192 e três Unidades Odontológicas Móveis, beneficiando 32 municípios. O investimento é de R$ 14,4 milhões pelo Novo PAC Saúde.

Notícias relacionadas:Saúde entrega ambulâncias, unidades móveis e equipamentos na Bahia.“Além micro-ônibus, estamos entregando também uma clínica odontológica móvel que vai até onde a população está, atendendo áreas rurais, distritos, escolas e igrejas. Também estamos reforçando as ambulâncias do SAMU&quot;, disse o ministro Alexandre Padilha, que participou do evento. 


&quot;Ficamos seis anos sem renovação da frota e, desde 2023, com o presidente Lula, já estamos entregando mais de 3 mil ambulâncias para fortalecer o atendimento de urgência e emergência em todo o país.”


Em abril, São Paulo havia recebido outros 30 micro-ônibus. Com a nova entrega, a atual gestão federal soma 145 veículos entregues ao estado.

No âmbito nacional, o Agora Tem Especialistas – Caminhos da Saúde prevê a entrega de 3,3 mil veículos, que serão distribuídos em todo o país, com investimento de R$ 1,4 bilhão.
 


            
        
    
Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em Campinas com entregas do Novo PAC Saúde - João Risi /Ministério da Saúde


Vacinação 

Em um momento simbólico, o ministro da Saúde vacinou gestantes durante visita a Campinas. Segundo a pasta, o Brasil alcançou a marca de 1 milhão de gestantes vacinadas contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em bebês.

A imunização é oferecida pelo SUS e garante proteção aos recém-nascidos desde os primeiros dias de vida, período de maior vulnerabilidade às complicações respiratórias.

“Nossa meta era vacinar 1 milhão de gestantes contra o VSR até o Dia das Mães, e alcançamos essa marca já nesta semana. Estamos falando de uma vacina fundamental para proteger bebês e gestantes, que na rede privada custa cerca de R$ 1,5 mil”, disse o ministro.

Dados do Ministério da Saúde mostram que, até 18 de abril de 2026, as internações de crianças menores de dois anos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada ao VSR caíram 52% em comparação com o mesmo período de 2023, passando de 6,8 mil para 3,2 mil casos. Os óbitos também apresentaram redução de 63%, caindo de 72 óbitos para 27 mortes.

A vacina passou a integrar o SUS em 2025, após recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). 

&quot;A vacina estimula a produção de anticorpos pela mãe, que são transferidos ao bebê ainda durante a gestação. Essa proteção é fundamental nos primeiros meses de vida, e estudos clínicos demonstram eficácia de 81,8% na prevenção de doenças respiratórias graves em bebês nos primeiros 90 dias após o nascimento&quot;, explicou o ministério, em nota.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/3iRnrKGiOeWbjsKliwvQGj7HAbQ=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/09/55259054473_7a4a885087_o.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 10 May 2026 10:38:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Governo, federal, entrega, veículos, para, ampliar, acesso, SUS</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Ypê recorre e suspende efeitos de decisão da Anvisa</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ype-recorre-e-suspende-efeitos-de-decisao-da-anvisa</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ype-recorre-e-suspende-efeitos-de-decisao-da-anvisa</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que havia suspendido a fabricação e comercialização de produtos da marca Ypê, está suspensa após a fabricante apresentar recurso administrativo ao órgão. 

Mesmo assim, a Anvisa mantém o alerta de risco sanitário e orienta os consumidores a não usar os 23 itens com lotes de final 1 afetados pela decisão.

Notícias relacionadas:Procon afirma que Ypê é a responsável por descarte de produtos.Bactéria encontrada em produtos da Ypê é resistente a antibióticos.Anvisa manda recolher lava-roupas líquido da Ypê por contaminação.Segundo a empresa, o protocolo do recurso suspende automaticamente os efeitos da medida até novo posicionamento da agência reguladora, com base artigo 17 da Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa 266/2019. 

Em nota, a Ypê afirmou que o recurso foi apresentado para reforçar os compromissos assumidos no plano de ação e conformidade da empresa, além de fornecer novos esclarecimentos técnicos à Anvisa.

Com o recurso administrativo, os produtos das categorias lava-louças, lava-louças concentrado, lava-roupas líquido e desinfetantes podem continuar sendo fabricados e comercializados até nova manifestação da Anvisa.

A empresa afirmou ainda que seguirá em diálogo permanente com o órgão regulador para buscar uma solução definitiva.

Alerta mantido

Mesmo com o efeito suspensivo da decisão, a Anvisa informou que mantém o entendimento técnico sobre os riscos identificados na linha de produção da unidade da Química Amparo, em Amparo, São Paulo. 

A agência destacou que o julgamento definitivo do recurso pela Diretoria Colegiada deve ocorrer nos próximos dias.

Enquanto isso, o órgão orienta que os consumidores não utilizem os produtos envolvidos “por segurança”.

Segundo a Anvisa, cabe à empresa orientar consumidores sobre:


	    recolhimento;
	    troca;
	    devolução;
	    ressarcimento;
	    demais medidas necessárias.


As informações devem ser prestadas por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da fabricante.

Entenda

Na quinta-feira (7), a Anvisa determinou a suspensão da fabricação, distribuição e comercialização de diversos produtos fabricados pela unidade da Química Amparo, responsável pela marca Ypê. 

Segundo a agência, a medida foi tomada após avaliação de risco sanitário identificar “falhas graves na produção”.

Entre os problemas apontados estão:


	    falhas no controle de qualidade;
	    descumprimentos em etapas críticas da fabricação;
	    problemas nos sistemas de garantia sanitária.


A agência afirmou que essas exigências são fundamentais para garantir a segurança dos consumidores.

Lotes afetados

A decisão da Anvisa atinge apenas produtos com lotes terminados no número 1. A relação completa foi publicada na Resolução nº 1.834/2026 no Diário Oficial da União.

Recall voluntário

A Ypê informou que já havia iniciado, em novembro de 2025, um recolhimento voluntário de alguns lotes de lava-roupas líquidos após identificar a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em produtos específicos.

Na ocasião, a empresa divulgou orientações aos consumidores sobre possíveis riscos à saúde e os procedimentos para troca ou devolução dos produtos.

A Anvisa informou que as vigilâncias sanitárias estaduais e municipais foram orientadas a intensificar a fiscalização para impedir a circulação de lotes considerados irregulares.

O órgão também recomendou que consumidores verifiquem a numeração dos lotes antes do uso dos produtos.

Os produtos de lotes de final 1 que tiveram a comercialização suspensa na quinta-feira foram os seguintes:


	    Lava Louças Ypê Clear Care
	    Lava Louças com enzimas ativas Ipê
	    Lava Louças Ypê
	    Lava Louças Ypê Clear Care
	    Lava Louças Ypê Toque Suave
	    Lava Louças concentrado Ypê Green
	    Lava Louças Ypê Clear
	    Lava Louças Ypê Green
	    Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
	    Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas
	    Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac
	    Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
	    Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green
	    Lava Roupas Líquido Ypê Express
	    Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT
	    Lava Roupas Líquido Ypê Premium
	    Lava Roupas Tixan Maciez
	    Lava Roupas Tixan Primavera
	    Desinfetante Bak Ypê
	    Desinfetante de uso geral Atol
	    Desinfetante Perfumado Atol
	    Desinfetante Pinho Ypê
	    Lava roupas Tixan Power ACT 
 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/ljE9-N7_EsygUX7SPiW0AoHC45E=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/07/adobestock_1875928690_editorial_use_only.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 10 May 2026 10:38:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Ypê, recorre, suspende, efeitos, decisão, Anvisa</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Araújo Jorge, Sesc Goiás e UFG promovem campanha do Maio Vermelho de: Dia D de prevenção ao câncer de boca</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/araujo-jorge-sesc-goias-e-ufg-promovem-campanha-do-maio-vermelho-de-dia-d-de-prevencao-ao-cancer-de-boca</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/araujo-jorge-sesc-goias-e-ufg-promovem-campanha-do-maio-vermelho-de-dia-d-de-prevencao-ao-cancer-de-boca</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202605/image_870x580_69fe1f378cd9c.jpg" length="46672" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 08 May 2026 14:37:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Fiocruz obtém patente para tratamento contra malária resistente</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/fiocruz-obtem-patente-para-tratamento-contra-malaria-resistente</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/fiocruz-obtem-patente-para-tratamento-contra-malaria-resistente</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) conseguiu a patente de um método de tratamento que utiliza um composto considerado promissor no tratamento da malária, especialmente em casos resistentes aos medicamentos tradicionais. 

A patente foi concedida pelo United States Patent and Trademark Office (USPTO) e reúne inventores do Instituto René Rachou, unidade da Fiocruz em Minas Gerais.

Notícias relacionadas:Brasil vacina mais de 1 milhão de gestantes contra VSR em bebês.Anvisa suspende venda e proíbe uso de produtos Ypê.Brasil bate recorde de transplantes em 2025.O método utiliza o composto conhecido como DAQ, que demonstrou capacidade de atuar contra cepas resistentes do Plasmodium falciparum, parasita responsável pelas formas mais graves da doença. Segundo os pesquisadores, o diferencial está na capacidade de superar mecanismos de resistência desenvolvidos pelo microrganismo.

Embora o DAQ não seja uma molécula inédita, já que sua atividade antimalárica foi descrita ainda na década de 1960, o grupo da Fiocruz coordenado pela pesquisadora Antoniana Krettli retomou os estudos utilizando abordagens mais recentes da química e da biologia molecular.

“Essa molécula já tinha sido descrita como promissora, mas acabou sendo deixada de lado. O nosso grupo retomou esse estudo e mostrou um mecanismo único de superar mecanismos de resistência desenvolvidos pelo parasita, ao identificar uma característica estrutural decisiva: a presença de uma ligação tripla na cadeia química”, explica Wilian Cortopassi, pesquisador colaborador da Fiocruz.

O composto atua de forma semelhante à cloroquina, interferindo em um processo essencial para a sobrevivência do parasita. Durante a digestão da hemoglobina humana, o microrganismo produz substâncias tóxicas que normalmente consegue neutralizar. O DAQ bloqueia esse mecanismo de defesa, levando à morte do parasita.

Os estudos indicaram ação rápida do composto nas fases iniciais da infecção e eficácia tanto contra cepas sensíveis quanto resistentes do Plasmodium falciparum. Os pesquisadores também identificaram resultados promissores contra o Plasmodium vivax, responsável pela maior parte dos casos de malária registrados no Brasil.

Outro ponto destacado pelos pesquisadores é o baixo custo potencial da molécula, fator considerado estratégico para países de baixa e média renda, onde a malária permanece endêmica.

As pesquisas contaram com colaboração de instituições como a University of California San Francisco (UCSF), a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Novos estudos seguem em andamento em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Apesar dos resultados considerados promissores, o desenvolvimento do DAQ como medicamento ainda depende de novas etapas, como testes de toxicidade, definição de doses seguras e eficazes e desenvolvimento da formulação farmacêutica adequada.

Concedida em março deste ano, a patente tem validade até 5 de setembro de 2041. Para Antoniana Krettli, a estrutura da Fiocruz também pode acelerar futuras etapas de desenvolvimento do tratamento.


“A instituição tem forte atuação na Amazônia, com diagnóstico e acompanhamento de pacientes, além de experiência em testes clínicos. Isso facilita parcerias e o avanço de novos medicamentos”, afirma.


Os pesquisadores alertam que, apesar da existência atual de tratamentos eficazes, o parasita da malária continua evoluindo e desenvolvendo resistência. Por isso, defendem que o desenvolvimento de novas alternativas terapêuticas precisa ocorrer desde já, para evitar uma possível escassez de medicamentos eficazes no futuro. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/0Ezkwb3UI_WhAyuwCYncPRwvyk0=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/04/12/53648100892_c7c30dc128_o.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 08 May 2026 13:14:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Fiocruz, obtém, patente, para, tratamento, contra, malária, resistente</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Brasil vacina mais de 1 milhão de gestantes contra VSR em bebês</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-vacina-mais-de-1-milhao-de-gestantes-contra-vsr-em-bebes</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-vacina-mais-de-1-milhao-de-gestantes-contra-vsr-em-bebes</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Na semana em que é celebrado o Dia da Mães, o Brasil conseguiu atingir a marca de 1 milhão de gestantes vacinadas contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em bebês.

A bronquiolite é uma doença respiratória que afeta crianças menores de 2 anos e que é caracterizada pela inflamação dos bronquíolos, que são pequenas vias áreas dos pulmões.

Notícias relacionadas:Capital paulista já vacinou mais de 11 mil gestantes contra o VSR.Entenda a relação entre a infecção por VSR e a bronquiolite.Os principais sintomas da doença são:


	coriza,
	tosse,
	febre,
	espirros,
	chiado no peito e
	respiração rápida ou com dificuldade.


Em casos mais graves, os bebês podem apresentar dificuldade para se alimentar, ter apneia (pausas respiratórias), vômitos e os lábios ou as pontas dos dedos podem ficar azulados ou arroxeados.

A vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR) foi incluída no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2025 e, segundo o ministério, representa um avanço para a saúde pública, principalmente porque, na rede privada, essa vacina pode custar até R$ 1,5 mil.

O imunizante estimula a produção de anticorpos pela mãe, que são transferidos ao bebê ainda durante a gestação. Essa proteção é fundamental nos primeiros meses de vida, fase em que as crianças são mais vulneráveis às complicações respiratórias.

Estudos clínicos demonstraram eficácia de 81,8% da vacina na prevenção de doenças respiratórias graves em bebês nos primeiros 90 dias após o nascimento.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp


“O Brasil voltou a ser referência em vacinação. Alcançamos a maior cobertura vacinal infantil dos últimos nove anos e derrotamos o negacionismo daqueles que atacaram as vacinas e enfraqueceram o Programa Nacional de Imunizações&quot;, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.


&quot;Em três anos e meio, reconstruímos o Programa Nacional de Imunizações (PNI), incorporamos novas vacinas e ampliamos, ano após ano, a proteção da população. Seguiremos fortalecendo o SUS para garantir mais acesso à imunização e mais saúde para todos os brasileiros”, completou o durante um evento realizado em Lauro de Freitas (BA).

Com o avanço da vacinação em gestantes, o Brasil já vem observando uma queda no número de internações de crianças menores de 2 anos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada ao VSR. 

Segundo o ministério, até o dia 18 de abril de 2026 foi registrada uma queda de 52% nessas internações em comparação ao mesmo período de 2023, passando de 6,8 mil para 3,2 mil casos. Os óbitos também registraram queda de 63%, de 72 para 27 mortes.

Maternidade municipal em Lauro de Freitas

Em visita ao município Lauro de Freitas na manhã de hoje (7), o ministro assinou uma ordem de serviço para a construção da primeira maternidade municipal. 

O ato marcou o início das obras e a liberação imediata de R$ 103 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Saúde para a construção da unidade e aquisição de equipamentos. Com capacidade para 100 leitos, a maternidade atenderá mais de 3 mil pacientes do município e de cidades da região metropolitana de Salvador.

Segundo o ministério, a maternidade vai funcionar 24 horas por dia e vai oferecer assistência de média e alta complexidade, incluindo internações, atendimento ambulatorial e serviços de urgência e emergência ginecológica e obstétrica.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/3uVCmZVoVBgdk69Y_lZehT-al8w=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/07/55255369346_f86f735cf5_o.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 08 May 2026 13:14:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Brasil, vacina, mais, milhão, gestantes, contra, VSR, bebês</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa suspende venda e proíbe uso de produtos Ypê</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-suspende-venda-e-proibe-uso-de-produtos-ype</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-suspende-venda-e-proibe-uso-de-produtos-ype</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de diversos produtos da marca Ypê. Segundo a decisão, lava-louças (detergente), sabão líquido para roupas e desinfetantes terão de ser recolhidos e não poderão ser usados pelos consumidores.

A medida foi adotada após terem sido identificadas “falhas graves na produção” e vale para todos os lotes com numeração final 1.


Notícias relacionadas:Anvisa vai monitorar efeitos colaterais de canetas emagrecedoras.Tratamentos inadequados podem agravar asma em adultos, mostra estudo.Brasil bate recorde de transplantes em 2025.“Os itens foram fabricados pela empresa Química Amparo (CNPJ 43.461.789/0001-90), na unidade localizada em Amparo (SP)”, informou a agência.


De acordo com a Anvisa, a decisão foi tomada a partir de avaliação técnica de risco sanitário.

“Foram constatados descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, o que inclui falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade”, detalhou a Anvisa, ao explicar que tais requisitos são essenciais em termos de fabricação para garantir a segurança sanitária dos produtos.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Por meio de nota, a agência informa que as vigilâncias sanitárias estaduais e municipais devem intensificar o monitoramento do mercado e adotar as medidas necessárias para evitar a circulação dos lotes envolvidos.

A empresa Ypê informou que “em novembro de 2025, após uma análise interna que detectou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em alguns lotes específicos de lava-roupas líquidos, a Química Amparo anunciou o recolhimento voluntário cauteloso dos seguintes lotes”.

Um comunicado da Ypê foi divulgado no site da empresa com orientações aos consumidores sobre os riscos que o uso desses produtos podem causar à saúde, e o que fazer, caso alguém os tenha adquirido.

Produtos

A íntegra da Resolução 1.834/2026 com a relação dos produtos e lotes pode ser consultada na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (7).

Somente os lotes que terminam com o número 1, dos produtos abaixo estão afetados:


	Lava Louças Ypê Clear Care 
	Lava Louças com enzimas ativas Ipê 
	Lava Louças Ypê 
	Lava Louças Ypê Clear Care 
	Lava Louças Ypê Toque Suave 
	Lava Louças concentrado Ypê Green 
	Lava Louças Ypê Clear 
	Lava Louças Ypê Green 
	Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor 
	Lava Roupas Líquido 
	Tixan Ypê Cuida das Roupas 
	Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac 
	Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha 
	Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green 
	Lava Roupas Líquido Ypê Express 
	Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT 
	Lava Roupas Líquido Ypê Premium 
	Lava Roupas Tixan Maciez 
	Lava Roupas Tixan Primavera 
	Desinfetante Bak Ypê
	Desinfetante de uso geral Atol 
	Desinfetante Perfumado Atol 
	Desinfetante Pinho Ypê
	Lava roupas Tixan Power ACT 
 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/uO9eJaMe5PBo7fSYtnqHT73SWoM=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/01/09/0d7a5833.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 07 May 2026 10:52:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, suspende, venda, proíbe, uso, produtos, Ypê</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Brasil bate recorde de transplantes em 2025</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-bate-recorde-de-transplantes-em-2025</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-bate-recorde-de-transplantes-em-2025</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Brasil registrou 31 mil transplantes em 2025, um recorde histórico no país. O número representa crescimento de 21% em relação a 2022, quando foram realizados 25,6 mil transplantes. O resultado reflete o avanço da logística e da organização do sistema em todo o país, com o fortalecimento de parcerias institucionais e a ampliação do acesso dos pacientes aos transplantes.

A consolidação da distribuição interestadual, coordenada pela Central Nacional de Transplantes, tem sido decisiva nesse processo. Em 2025, essa estratégia viabilizou 867 transplantes renais, 375 hepáticos, 100 cardíacos, 25 pulmonares e quatro de pâncreas, contribuindo para atender prioridades clínicas e reduzir perdas de órgãos mais sensíveis ao tempo de isquemia.

Notícias relacionadas:Saúde incorpora transplante da membrana amniótica para tratar diabetes.Programa de saúde do governo já atendeu mais de 24 mil indígenas .Os resultados também refletem o esforço conjunto entre o Ministério da Saúde, companhias aéreas e a Força Aérea Brasileira (FAB) para garantir o transporte ágil de órgãos e equipes de captação e transplante. Em 2025, foram feitos 4.808 voos — um aumento de 22% em relação a 2022 —, o que contribui para que os órgãos cheguem a tempo ao destino, ampliando as chances de transplante e salvando mais vidas em diferentes regiões do país.

Houve também aumento no número de equipes de captação, o que contribui para ampliar a identificação de doadores. Esses profissionais passaram de 1.537, em 2022, para 1.600 em 2026. 

Apesar dos avanços, ainda há um desafio importante: a recusa familiar à doação de órgãos. Hoje, cerca de 45% das famílias não autorizam a doação, o que limita o número de transplantes que poderiam ser feitos. Essa é uma decisão que ocorre em momento difícil, de dor e impacto emocional. Por isso, falar sobre o tema com a família faz diferença. Quando o desejo de ser doador é conhecido, a decisão se torna mais segura e pode ajudar a salvar outras vidas.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Capacitação

O Ministério da Saúde tem investido na qualificação do Sistema Nacional de Transplantes (SNT). Entre as iniciativas está o Programa Nacional de Qualidade na Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (Prodot), que prepara profissionais de saúde para identificar potenciais doadores, conduzir entrevistas com acolhimento às famílias e qualificar todo o processo de doação.

Mais de mil profissionais de saúde já se formaram nos estados de Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Tocantins, Distrito Federal, Mato Grosso, Goiás, Alagoas, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Recorde

O transplante de córnea foi o mais realizado em 2025, com 17.790 procedimentos. Em seguida, aparecem os de rim, com 6.697; medula óssea, com 3.993; fígado, com 2.573; e coração, com 427. Em todos os casos, o Sistema Único de Saúde (SUS) fornece aos pacientes toda a assistência necessária de forma gratuita, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos pós-transplante.

O SUS financia cerca de 86% dos transplantes no país, assegurando acesso gratuito e universal. Para garantir atendimento qualificado, o Ministério da Saúde também destinou mais recursos para o Sistema Nacional de Transplantes (SNT) em 2025. Enquanto em 2022 o investimento foi de R$ 1,1 bilhão, no ano passado os recursos federais alcançaram R$ 1,5 bilhão, um crescimento de 37%.

Transplantes

O acesso ao transplante de órgãos, tecidos ou medula óssea no Brasil ocorre por meio do Sistema Nacional de Transplantes (SNT). Para ingressar na lista de espera, o paciente deve ser encaminhado a um estabelecimento de saúde habilitado, onde passa por avaliação de equipe médica especializada e realiza os exames necessários. Confirmada a indicação para o transplante, a equipe responsável faz a inscrição do paciente no sistema, registrando também as características do doador compatível com o seu perfil clínico.

A lista de espera por transplantes é dinâmica e varia de acordo com a condição clínica dos pacientes e a disponibilidade de doadores compatíveis. O SNT passou por modernização nos últimos anos, com a incorporação de novas tecnologias e a ampliação do acesso aos serviços especializados. Entre essas iniciativas, destaca-se a Prova Cruzada Virtual, que permite avaliar previamente a compatibilidade entre doador e receptor, reduzindo o risco de rejeição e conferindo mais agilidade ao processo. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/RtM-biwV9OIhR23tcrwrpN7SeOg=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/22409transplante_2_1.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 07 May 2026 10:52:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Brasil, bate, recorde, transplantes, 2025</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Consumo de alimentos ultraprocessados cresce entre povos tradicionais</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/consumo-de-alimentos-ultraprocessados-cresce-entre-povos-tradicionais</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/consumo-de-alimentos-ultraprocessados-cresce-entre-povos-tradicionais</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O consumo de alimentos ultraprocessados aumentou de forma consistente entre povos e comunidades tradicionais no Brasil, enquanto alimentos presentes historicamente na dieta dessas populações, como frutas e feijão, perderam espaço. 

A conclusão é de um estudo que investigou o consumo de alimentos ultraprocessados por 21 povos de comunidades tradicionais, incluindo quilombolas, ribeirinhos, agroextrativistas, povos de terreiros, povos ciganos, pescadores artesanais, caiçaras e povos indígenas não aldeados.

Notícias relacionadas:Vulnerabilidade reduz altura média de crianças indígenas e nordestinas.Estudo alerta para falta de acesso a alimentação saudável em favelas.A pesquisa foi feita pela professora e nutricionista Greyceanne Dutra Brito, doutoranda em Saúde Pública na Universidade Federal do Ceará (UFCE), com base em dados de 2015 a 2022 do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), do Ministério da Saúde. 

Embora os resultados sejam variáveis entre os grupos analisados, os pesquisadores consideram o cenário geral desfavorável. A maioria dos grupos pesquisados está inserida em territórios rurais e cultiva os seus alimentos por meio da agricultura familiar.

Entre crianças de dois a quatro anos, o consumo de hambúrgueres e embutidos cresceu 3,87% no período de 2015 a 2022. Entre crianças de cinco a nove anos de idade, o consumo foi ampliado em 5,59%.

Entre as gestantes adolescentes, houve queda do consumo dos alimentos saudáveis e dos não saudáveis. Entre os saudáveis, ocorreu diminuição do consumo de feijão de 3,65% ao ano e de frutas frescas de 2,9% ao ano. 

“E, entre os não saudáveis, a gente observou a redução do consumo de alimentos ultraprocessados de 1,18%, de bebidas adoçadas de 3,22% e biscoitos recheados, doces ou guloseimas, de 3,31% ao ano”, explica. 

Já nas gestantes adultas, foi observada redução no consumo de frutas frescas de 2,11% ao ano. Em contrapartida, verificou-se pequeno aumento no consumo de verduras e legumes de 0,71%. “Mas, pelo menos, houve esse aumento”.

Entre os adultos, foi observado aumento no consumo de hambúrgueres e embutidos de 4,7% ao ano, embora o aumento de verduras e legumes tenha crescido 3,3% ao ano. A mesma tendência ocorreu entre os idosos, sendo que o aumento de hambúrgueres e embutidos atingiu 5,84% ao ano e o aumento do consumo de verduras e legumes foi de 1,78%. 

No período analisado, os pesquisadores puderam observar que o acesso dessas populações aos alimentos ultraprocessados está bastante facilitado, em parte pela questão da mobilidade. Greyceanne destacou que, além disso, há fatores socioeconômicos atrelados, pelo baixo custo desses alimentos, mas também pelo apelo publicitário e, ainda, pela utilização de aplicativos de ‘delivery’. 


“Enfim, todo esse acesso publicitário muito forte pode chegar a esses territórios também”, diz


Piora na dieta

Segundo a nutricionista e professora da UECE, o consumo frequente de alimentos ultraprocessados pode levar a deficiências nutricionais como falta de ferro, fibras, vitaminas e minerais, além de estar associado a um maior risco para desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares, além do surgimento de obesidade.

O estudo é considerado pioneiro ao avaliar a tendência temporal de marcadores de consumo alimentar de povos e comunidades tradicionais em todo o país. Na avaliação de Greyceanne Dutra Brito, os achados contribuem para o avanço da literatura científica e podem subsidiar o fortalecimento de políticas públicas voltadas à promoção da alimentação saudável e sustentável. 

Entre as possíveis medidas, a nutricionista destacou a regulação da comercialização de alimentos ultraprocessados e o desenvolvimento de estratégias de educação alimentar e nutricional direcionadas a essas populações investigadas.

Territórios

A garantia do consumo de alimentos saudável para essas populações que foram objeto da pesquisa está ligada à garantia aos territórios, explica a nutricionista. 


“Terem o cultivo do próprio alimento seria uma das primeiras coisas a ser trabalhada. Porque, a partir do momento que o alimento ultraprocessado está fazendo parte do cotidiano dessas populações, ele está de certa forma com acesso mais facilitado a esses territórios, majoritariamente rurais. Então, se esse alimento sai da cidade e vai para o campo é porque já existe esse comércio”, diz. 


Greyceanne ponderou que se o consumo de ultraprocessados está aumentando ao longo do tempo, significa que essas populações já estão sofrendo há mais tempo com falta desse território e isso acaba prejudicando também os profissionais de saúde que trabalham nas regiões.

Participaram do estudo pesquisadores da Universidade de Fortaleza (Unifor), da UECE, da Universidade de São Paulo (UDP), Fiocruz-CE e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Os pesquisadores contaram com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Saúde e Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap). (Alana Gandra)

O estudo de âmbito nacional será tornado público oficialmente no próximo dia 11, com sua publicação na Revista Ciência &amp; Saúde Coletiva. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/fSKMXFZ1QG2IYqaKpWmdmPe9vE0=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_9600.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 06 May 2026 08:57:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Consumo, alimentos, ultraprocessados, cresce, entre, povos, tradicionais</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Quase mil médicos sofreram agressão no trabalho no RJ desde 2018</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/quase-mil-medicos-sofreram-agressao-no-trabalho-no-rjdesde-2018</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/quase-mil-medicos-sofreram-agressao-no-trabalho-no-rjdesde-2018</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Entre 2018 e 2025, foram registrados 987 casos de agressão contra médicos no exercício profissional no estado Rio de Janeiro. Desse total, 717 casos ocorreram em unidades públicas e 270 em unidades privadas. 

As agressões verbais lideram as estatísticas, com 459 registros, seguidas por 89 casos de agressão física e 208 de assédio moral. O levantamento também revela que a maioria das vítimas é composta por mulheres médicas. 

Notícias relacionadas:Cartilha orienta médicos e instituições sobre uso de IA na medicina.A segurança para os médicos nas unidades de saúde foi o assunto central do encontro promovido nesta terça-feira (5) pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), em conjunto com o Conselho Federal de Medicina (CFM). 

Para o presidente do Cremerj, Antônio Braga Neto, os números são um alerta claro de que é preciso agir com urgência. 


“Esses dados mostram uma realidade grave, que não pode mais ser tolerada. Estamos falando de profissionais que estão na linha de frente, cuidando da população, e que precisam ter garantidas condições mínimas de segurança para exercer sua função”, destacou.


Braga Neto também chamou atenção para a gravidade de casos de agressão contra médicas no ambiente de trabalho. 

“É absolutamente inaceitável que médicas sejam vítimas de violência física dentro de unidades de saúde. Trata-se de uma situação extrema, que evidencia o nível de vulnerabilidade a que esses profissionais estão expostos e reforça a urgência de medidas efetivas de proteção”, afirmou.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/w9e1a-DR30x8NedPbo5GJrjg_3I=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/07/05/mutirao-hospitais-mc_abr_05072025-13.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 06 May 2026 08:57:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Quase, mil, médicos, sofreram, agressão, trabalho, RJ desde, 2018</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Butantan vai produzir vacina nacional contra chikungunya</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/butantan-vai-produzir-vacina-nacional-contra-chikungunya</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/butantan-vai-produzir-vacina-nacional-contra-chikungunya</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta segunda-feira (4), o Instituto Butantan a fabricar a vacina contra a chikungunya, batizada de Butantan-Chik.

Com isso, o imunizante poderá ser incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS). É indicado para população de 18 a 59 anos de idade exposta ao vírus. A partir da autorização, o Instituto Butantan também passa a ser oficializado como local de fabricação.

Notícias relacionadas:População de Dourados (MS) começa a receber vacina contra chikungunya.Chikungunya: entenda doença que preocupa Mato Grosso do Sul.A vacina foi aprovada pela agência reguladora em abril de 2025, porém os locais de produção registrados eram as fábricas da farmacêutica franco-austríaca Valneva. Agora, a vacina será produzida (formulada e envasada) no Brasil com a mesma qualidade, segurança e eficácia, segundo o governo do Estado de São Paulo.

“Mais um marco importante para o Instituto Butantan e para a saúde da população. Ao executar a maior parte do processo de fabricação, o Instituto Butantan, por ser uma instituição pública, poderá entregar a vacina com um preço menor e mais acessível, com a mesma qualidade e segurança”, afirmou o diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás.

Pelo menos 4 mil voluntários, entre 18 e 65 anos, receberam o imunizante nos Estados Unidos e foram avaliados. De acordo com os resultados publicados na revista de saúde The Lancet, em 2023, 98,9% dos participantes produziram anticorpos neutralizantes.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

O imunizante foi bem tolerado e demonstrou um bom perfil de segurança, com eventos adversos leves e moderados, sendo os mais relatados dor de cabeça, dor no corpo, fadiga e febre.

Em fevereiro de 2026, o imunizante começou a ser aplicado no SUS em municípios que registram grande incidência da doença, a partir de uma estratégia piloto do Ministério da Saúde. Além do Brasil, a vacina da chikungunya  foi aprovada no Canadá, na Europa e no Reino Unido.

O que é chikungunya?

O vírus da chikungunya é transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite dengue e Zika.

A doença pode causar febre de início súbito (acima de 38,5°C) e dores intensas nas articulações de pés e mãos – dedos, tornozelos e punhos. Outros sintomas comuns são dor de cabeça, dor muscular e manchas vermelhas na pele.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), em 2025, foram registrados 500 mil casos de chikungunya no mundo.

No Brasil, foram notificados mais de 127 mil casos, com 125 óbitos, de acordo com o Ministério da Saúde.

A doença causa dor crônica nas articulações, que pode durar de meses a anos e afetar gravemente a qualidade de vida. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/bV1Aya4FOGshpwZ-wo-dzJyhTA8=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/22/achikungunyainterna1_copy.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 05 May 2026 09:34:27 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Butantan, vai, produzir, vacina, nacional, contra, chikungunya</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Oftalmologistas lançam campanha 24 Horas pelo Glaucoma</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/oftalmologistas-lancam-campanha-24-horas-pelo-glaucoma</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/oftalmologistas-lancam-campanha-24-horas-pelo-glaucoma</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e a Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) lançaram, nesta segunda-feira (4), a campanha 24 Horas pelo Glaucoma - 24 Dias de Cuidado, doença silenciosa que lidera causas de cegueira irreversível no mundo. A proposta é, ao longo do mês de maio, mobilizar o país com ações voltadas para o diagnóstico precoce.

A campanha inclui a produção e a distribuição de conteúdos educativos e informativos sobre o glaucoma em diferentes plataformas, com destaque para uma série de podcasts voltada para médicos, gestores e população em geral, que aborda temas como fatores de risco, adesão ao tratamento, uso correto de colírios e combate à desinformação.

Perda visual

Notícias relacionadas:Operadora de turismo confirma situação médica grave em cruzeiro.São Paulo amplia público-alvo da vacinação contra a dengue.Fiocruz oferece curso gratuito sobre bets e saúde mental.Sem sintomas nas fases iniciais, o glaucoma costuma ser identificado apenas quando já há comprometimento da visão. No Brasil, a estimativa é que cerca de 1,7 milhão de pessoas convivam com a doença. Como a perda visual é irreversível, o diagnóstico tardio, segundo o CBO, permanece como um dos principais desafios.

Entre os principais fatores de risco para a doença estão histórico familiar, idade acima de 40 anos e alta miopia. Além disso, pessoas negras e asiáticas têm maior predisposição. O conselho reforça que, via Sistema Único de Saúde (SUS), é possível ter acesso a diagnóstico, acompanhamento e tratamento, incluindo colírios e procedimentos.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Números

Entre janeiro de 2019 e dezembro de 2025, mais de 12 milhões de exames específicos para o diagnóstico de glaucoma foram feitos via SUS. “Embora o volume de procedimentos tenha aumentado ao longo dos anos, a distribuição desse crescimento entre as regiões do país revela disparidades no acesso a esses serviços”, avaliou o CBO.

O número total de exames saltou de 1.377.397 em 2019 para 2.269.919 em 2025 – um crescimento de 65%. A evolução, entretanto, não foi homogênea: o Sudeste liderou com um aumento de 115%, enquanto o Nordeste registrou o menor crescimento, de apenas 36%. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/jCcfwQJZsMk2cr7b5kB155px-Po=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/olho.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 05 May 2026 09:34:27 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Oftalmologistas, lançam, campanha, Horas, pelo, Glaucoma</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Canetas emagrecedoras podem reforçar &amp;quot;economia moral da magreza&amp;quot;</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/canetas-emagrecedoras-podem-reforcar-economia-moral-da-magreza</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/canetas-emagrecedoras-podem-reforcar-economia-moral-da-magreza</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A popularização dos medicamentos subcutâneos para o tratamento da obesidade, mais conhecidos como canetas emagrecedoras, tem sido acompanhada de intensos debates. Apesar de produzirem efeitos expressivos e de terem conquistado o endosso de diversas sociedades médicas, esses remédios também têm sido usados sem acompanhamento profissional, ou por pessoas que não apresentam obesidade.

Para a professora das faculdades de Saúde Pública e de Medicina Universidade de São Paulo (USP), Fernanda Scagluiza, o apelo das canetas nasce da &quot;economia moral da magreza”.

Notícias relacionadas:Canetas emagrecedoras: entenda quando o uso pode fazer mal à saúde.Anvisa discute norma para manipulação de canetas emagrecedoras.Anvisa e conselhos da saúde assinam carta sobre canetas emagrecedoras.Ela foi uma das entrevistadas do episódio O boom das canetas emagrecedoras, exibido pelo programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, na última segunda-feira (27).

Confira a entrevista para o Caminhos da Reportagem 

Caminhos da Reportagem: O que é a economia moral da magreza? Como ela se reflete em violência contra as pessoas gordas?

Fernanda Scagluiza: A economia moral significa que se atribuem significados diferentes a determinados corpos. Então, um corpo magro, um corpo sarado é visto como virtuoso, de uma pessoa que se esforçou para chegar até lá, que tem um grande controle e, com essas ferramentas, ela conseguiu aquele corpo.


Enquanto que, socialmente, um corpo gordo é visto como o de alguém preguiçoso, relaxado, que não tem força de vontade, não tem disciplina e outros estereótipos também muito perigosos, como falta de competência, falta de higiene, que não têm nada a ver com a realidade das pessoas.


E aí é como se as pessoas, quando entram no jogo social, tivessem uma quantidade de fichas diferentes no bolso. A pessoa que tem um corpo sarado, um corpo magro, está com muitas fichas. Então, ela tem relações sociais melhores no trabalho, na educação, nas relações amorosas. As coisas ocorrem com privilégios, enquanto, para as pessoas gordas, é o contrário. Sempre que você tem privilégio de um lado, você tem perda de direitos e opressão do outro.

Caminhos da Reportagem: De onde vêm esses padrões? 

Fernanda Scagluiza: Padrões de beleza geralmente existem desde muito tempo, e vão mudando conforme o período histórico. Mas o que eu acho mais interessante a gente pensar é que sempre que existir um padrão, a gente vai ter algo que é impeditivo à diversidade.

Se você olhar um lugar cheio de gente, você vai ver muita gente diversa. Então, se eu colocar um padrão, ou de extrema magreza, como está voltando agora, ou de uma magreza &quot;saudável&quot;, ou super musculoso, isso sempre vai deixar muita gente de fora.

E o objetivo é esse, deixar gente de fora para alimentar uma indústria que vai tentar vender soluções para isso. 

Caminhos da Reportagem: Podemos dizer que, hoje, nunca se é magro o suficiente?

Fernanda Scagluiza: Eu acredito que sim. Eu costumo dizer que toda gordura será castigada. É claro que as pessoas que têm um peso mais alto, que têm um corpo de fato maior, estão dentro de um sistema de violência, uma estrutura que a gente chama de gordofobia.


Esse sistema vai fazer de tudo para que essa pessoa fique de fora da sociedade, para que se enraize dentro dela a humilhação, a opressão e a falta de dignidade.


Então, essa pessoa certamente é a mais prejudicada. Mas mesmo as pessoas que não são gordas sofrem a pressão estética pela magreza. E isso pode ser mais ou menos intenso dependendo do lugar, do gênero, da classe social. De maneira geral, mulheres são mais atingidas, mas as pesquisas não são refinadas o suficiente, por exemplo, para gente entender diferenças entre mulheres cis, trans e travestis.

Mas hoje o que a gente está vendo é que qualquer gordurinha é um problema e é um motivo para você adquirir uma solução, que agora se vende como uma magreza farmacológica. 

Caminhos da Reportagem: Você acha que a gente estava começando a se desvencilhar da cultura da magreza extrema e que isso agora voltou forte com as canetas emagrecedoras?

Fernanda Scagluiza: Eu acho que sim. Mas eu acho que a gente não pode ser ingênuo. Acho que, a partir dos anos 2010, a gente começou a ter alguma mudança, com o movimento de positividade corporal, tentando passar a ideia de que a diversidade era importante. Mas por que eu falo que a gente não pode ser ingênuo? Esses espaços, na moda, por exemplo, foram conquistados muito a contragosto, e eles cederam uma cota para mulheres com um corpo um pouco maior, mas elas ainda tinham um formato de ampulheta, sem uma dobra de barriga, nada disso.

Agora, eu tenho uma impressão de que eles estão muito felizes, porque podem se livrar disso e voltar ao padrão da magreza extrema. Eu li outro dia uma reportagem dizendo que modelos de passarela, que normalmente já são supermagras, o que eles chamam de tamanho zero,  chegam para os desfiles de moda e as roupas têm que ser ajustadas, porque até as roupas tamanho zero estão muito largas nelas.

Isso é um cenário muito perigoso, especialmente para crianças e adolescentes, que são muito influenciáveis. Mas eu não acho que a gente estava no paraíso antes.

Caminhos da Reportagem: De que forma essa febre das canetas emagrecedoras tem afetado as conquistas das mulheres? 

Fernanda Scagluiza: A gente está vivendo uma época temerosa como mulheres. Eu nunca senti tanto medo, e eu sou uma mulher privilegiada.

A gente vive num país que é campeão em feminicídio, a gente é atravessada não só pelo machismo, mas pelo cis-hétero patriarcado o tempo todo. E tem um movimento muito conservador na política e na sociedade, com essas coisas de redpill e de tradwife, que seriam as esposas tradicionais.

E o que nós, mulheres, estamos fazendo? Nos preocupando com o tamanho das nossas barrigas, que a roupa que a gente queria usar não serve. Sempre se diz que fazer dieta é o maior sedativo político para as mulheres. E esse cenário todo de busca pela magreza extrema, com as canetas, é muito conveniente para esse movimento agressivo, violento, retrógrado. A gente fica voltada para isso e não para a luta que a gente precisa ter.

Caminhos da Reportagem: Você tem dito que estamos vivendo a medicalização do corpo saudável por padrões estéticos. Poderia falar sobre isso? Quais os efeitos na saúde mental dessa medicalização?

Fernanda Scagluiza: Medicalização é o seguinte: é quando uma coisa que é da esfera social passa a se tornar algo médico. Então, a alimentação é um fenômeno sociocultural desde sempre. A nutrição é uma ciência que existe há pouquíssimo tempo, mas as pessoas sempre comeram e sempre desenvolveram rituais em torno da comida.

E a gente passou a viver um tempo em que a comida deixou de ser isso e passou a ser remédio. Você vê as pessoas falando, por exemplo, &quot;vou comer proteína&quot;. Não, gente! Ninguém come proteína. Proteína é um nutriente. Você come um alimento que vai ter proteína ali dentro. Mas as pessoas estão enxergando dessa forma. Como se comida não existisse. E quando a gente entra na onda das canetas emagrecedoras, isso aumenta ainda mais. 


Em um estudo que a gente está submetendo para uma revista, a gente encontrou o seguinte: as mulheres que já tinham usado as canetas, elas usavam o termo &quot;vacina contra fome&quot;.


Então, a caneta fazia com que a fome se tornasse uma coisa opcional. Imagina, a fome, que está no nosso processo evolutivo desde sempre. Quais são os comportamentos que a gente vê a partir disso? Algumas pessoas passam a pensar assim: &quot;eu não vou comer, mas eu preciso bater a meta de proteína, eu preciso beber água e eu preciso comer fibra, porque senão meu intestino não vai funcionar&quot;. E isso é totalmente medicalizado.

Outro padrão que a gente encontrou é de algumas pessoas restringindo a alimentação o máximo possível. Por exemplo, se elas tinham um efeito colateral de náusea, ou vômito, elas meio que usavam esse efeito colateral para não comer. E aí eu lembro de uma frase em particular: &quot;Foi esse o jeito que eu achei de fechar a boca num nível radical para conseguir emagrecer&quot;.

Isso é perigosíssimo para a saúde das pessoas e é perigosíssimo para a nossa vida em sociedade. Como ficam todos esses rituais? Como fica o aspecto simbólico da alimentação? 

A alimentação saudável é um direito humano, só isso já devia ser suficiente. A alimentação saudável está relacionada com o jeito que a gente pensa, que a gente vive a vida, com a vitalidade do nosso corpo e com a proteção contra uma série de doenças. Então, muitas coisas podem acabar se perdendo nesse processo.  

Assista ao programa completo no YouTube da TV Brasil

 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/72EVjwtmavJgfvBd-BsTeHJRDM8=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/26/mounjaro-receita-federal_copiar.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 04 May 2026 09:43:54 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Canetas, emagrecedoras, podem, reforçar, economia, moral, magreza</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Opas alerta para alta de casos de gripe K no Hemisfério Sul</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/opas-alerta-para-alta-de-casos-de-gripe-k-no-hemisferio-sul</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/opas-alerta-para-alta-de-casos-de-gripe-k-no-hemisferio-sul</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) emitiu um alerta sobre o início da temporada de maior circulação de vírus respiratórios no Hemifério Sul. O período deve ter predominância da gripe causada pela variante K do vírus Influenza H3N2. 

Essa nova variante do vírus da gripe, identificada pela primeira vez no ano passado, foi predominante na temporada de inverno do Hemisfério Norte.

Notícias relacionadas:Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos.População de Dourados (MS) começa a receber vacina contra chikungunya.Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério.No Brasil, o subclado K foi detectado em dezembro de 2025. Apesar de não ser mais grave do que as outras variantes, ela está associada a temporadas mais longas de transmissão. 

A Opas considera, no alerta epidemiológico publicado na segunda-feira (27), que o cenário na América do Sul é &quot;consistente com o início gradual da temporada de inverno&quot;.

&quot;A atividade da Influenza permanece baixa, com sinais iniciais de aumento em alguns países, predominando o vírus A(H3N2)&quot;, informa a organização. 

Mas, considerando o que ocorreu durante o inverno nos países da parte norte do globo, a Opas alerta que as nações do Hemisfério Sul &quot;devem se preparar não apenas para uma temporada de potencial alta intensidade, mas particularmente para picos de demanda hospitalar concentrados em períodos curtos, que poderiam colocar à prova a capacidade de resposta dos serviços de saúde&quot;. 

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

No Brasil, a taxa de positividade para a Influenza permaneceu abaixo de 5% no primeiro trimestre do ano, mas já começou a subir no final de março, chegando a 7,4%. O indicador informa qual foi a proporção de testes que deram positivo para o vírus.

&quot;Observa-se uma clara predominância da Influenza A(H3N2), com alta intensidade de circulação&quot;, ressalta o alerta. 

O Ministério da Saúde realiza o sequenciamento do material genético desses vírus por amostragem, para identificar as variantes mais circulantes. Dos 607 testes realizados até o dia 21 de março, 72% corresponderam ao subclado K. 

Mas esse não é o único vírus que inspira preocupação das autoridades de saúde. A Opas também destacou que a circulação do vírus sincicial respiratório (VSR) está aumentando gradualmente em vários países, incluindo o Brasil, &quot;antecipando seu padrão sazonal típico, com potencial impacto na carga de doença em crianças pequenas e outros grupos de risco nas próximas semanas.&quot;

Vacinação

Esse cenário de aumento simultâneo do VSR e do Influenza, somado aos casos de Covid-19, que estão em baixa mas ainda ocorrem em número importante, pode levar ao esgotamento dos serviços de saúde. Por isso, a Opas recomenda que os países da região intensifiquem as ações de vacinação, para prevenir internações e mortes. 

Mesmo com o surgimento dessa nova variante, a vacina contra a gripe se mostrou eficaz no Hemisfério Norte, com uma eficácia de até 75% contra a hospitalização de crianças no Reino Unido, por exemplo, mostra o alerta da Opas. 

A vacina da gripe aplicada no Brasil é atualizada anualmente, para oferecer proteção contra os tipos que mais circularam na temporada de inverno do hemisfério Norte. Entre as três cepas presentes no imunizante deste ano, está a H3N2. 

A campanha nacional de vacinação contra a influenza está em vigor, com prioridade para crianças com menos de 6 anos, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades, que têm mais risco de desenvolver quadros graves.

Também fazem parte do público prioritário alguns grupos como trabalhadores da saúde, população indígena, professores e pessoas privadas de liberdade.

O Sistema Único de Saúde também oferece a vacina contra o vírus sincicial respiratório para as gestantes, com o objetivo de imunizar os bebês recém-nascidos e protegê-los da bronquiolite, infecção pulmonar geralmente causada pelo VSR e que pode levar ao óbito. 

Além disso, a Opas recomenda a intensificação de ações de higiene e &quot;etiqueta respiratória&quot;. &quot;Lavar as mãos é a forma mais eficiente de diminuir a transmissão. Pessoas com febre devem evitar ir ao trabalho ou a locais públicos até que a febre diminua. Da mesma forma, crianças em idade escolar com sintomas respiratórios, febre ou ambos devem ficar em casa e não ir à escola&quot;, explica o documento. 

Boletim infogripe

A nova edição do Boletim Infogripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz nesta quarta-feira (29), confirma a avaliação da Opas. Dados coletados entre 19 e 25 de abril mostram aumento nos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados por Influenza A e VSR em todas as regiões do país. 

De acordo com o boletim, 24 das 27 unidades federativas do país estão em nível de alerta, risco ou alto risco para a síndrome, que ocorre quando há agravamento de sintomas, geralmente após a infecção por algum vírus. Em 16 estados, há tendência de aumento dos casos em longo prazo. 

Em 2026, já foram notificados mais de 46 mil casos de SRAG no Brasil e em 44,3% a infecção viral foi confirmada por testes de laboratório. Desses, 26,4% foram causados por Influenza A e 21,5% por vírus sincicial respiratório. Já nas últimas quatro semanas, a proporção de casos positivos por influenza A subiu para 31,6% e a de infecções por VSR atingiu 36,2%.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/_iUDZgKqVOY1bK23tdNtSOaedmw=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/06/10/_mg_4552.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 02 May 2026 09:31:41 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Opas, alerta, para, alta, casos, gripe, Hemisfério, Sul</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Iniciativa seleciona jovens para tratamento odontológico gratuito</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/iniciativa-seleciona-jovens-para-tratamento-odontologico-gratuito</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/iniciativa-seleciona-jovens-para-tratamento-odontologico-gratuito</guid>
<description><![CDATA[ Começa nesta terça-feira (28) uma triagem em várias cidades a fim de selecionar jovens de 11 a 17 anos para receberem acompanhamento odontológico completo até os 18 anos. A ação, chamada de Megatriagem Odontológica, ocorre em 156 municípios brasileiros.

A iniciativa é da Turma do Bem, organização sem fins lucrativos que busca apoiar crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social com tratamento dentário gratuito.

Notícias relacionadas:Programa de saúde do governo já atendeu mais de 24 mil indígenas .Ministério da Saúde alerta para risco de casos de sarampo após Copa.Os interessados devem comparecer aos postos de triagem com RG, comprovante de residência e um responsável. A expectativa é que mais de 5 mil novos pacientes sejam encaminhados para tratamento em consultórios particulares de dentistas voluntários de todo o país.

A triagem avaliará a condição clínica dos pacientes, por meio de um exame visual rápido e não invasivo, feito por um dentista voluntário. Além disso, também será contabilizado a carência socioeconômica da família para priorizar os casos mais graves.


“Essa mobilização nacional é para lembrarmos que a saúde bucal não pode ser um artigo de luxo. Nossa missão é garantir que a condição socioeconômica não seja um impedimento para que esses jovens sorriam, estudem e busquem oportunidades sem dor ou vergonha,&quot; diz Fábio Bibancos, presidente voluntário e fundador da Turma do Bem.


A lista completa com os endereços e horários de cada ponto de triagem nas cidades confirmadas pode ser acessada no site oficial da ação megatriagem. Os jovens selecionados após a triagem receberão uma carta oficial da Turma do Bem com as orientações para o início do tratamento..

Sobre a Turma do Bem

A Turma do Bem trabalha em 12 países com mais de 19 mil dentistas voluntários. Nas últimas edições da Megatriagem, realizadas em 2024 e 2025, mais de 10 mil jovens foram selecionados para receber tratamento odontológico gratuito. A organização também tem parceria com a Colgate, que apoia a ação com atividades educativas e distribuição de kits de higiene bucal em diversas localidades.

*Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/KsFvG1ghYJA1a4oCmWgkv_Kiw-0=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/dentista.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 01 May 2026 17:30:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Iniciativa, seleciona, jovens, para, tratamento, odontológico, gratuito</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Opas alerta para alta de casos de gripe K e VSR no Hemisfério Sul</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/opas-alerta-para-alta-de-casos-de-gripe-k-e-vsr-no-hemisferio-sul</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/opas-alerta-para-alta-de-casos-de-gripe-k-e-vsr-no-hemisferio-sul</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) emitiu um alerta sobre o início da temporada de maior circulação de vírus respiratórios no Hemifério Sul. O período deve ter predominância da gripe causada pela variante K do vírus Influenza H3N2. 

Essa nova variante do vírus da gripe, identificada pela primeira vez no ano passado, foi predominante na temporada de inverno do Hemisfério Norte.

Notícias relacionadas:Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos.População de Dourados (MS) começa a receber vacina contra chikungunya.Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério.No Brasil, o subclado K foi detectado em dezembro de 2025. Apesar de não ser mais grave do que as outras variantes, ela está associada a temporadas mais longas de transmissão. 

A Opas considera, no alerta epidemiológico publicado na segunda-feira (27), que o cenário na América do Sul é &quot;consistente com o início gradual da temporada de inverno&quot;.

&quot;A atividade da Influenza permanece baixa, com sinais iniciais de aumento em alguns países, predominando o vírus A(H3N2)&quot;, informa a organização. 

Mas, considerando o que ocorreu durante o inverno nos países da parte norte do globo, a Opas alerta que as nações do Hemisfério Sul &quot;devem se preparar não apenas para uma temporada de potencial alta intensidade, mas particularmente para picos de demanda hospitalar concentrados em períodos curtos, que poderiam colocar à prova a capacidade de resposta dos serviços de saúde&quot;. 

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

No Brasil, a taxa de positividade para a Influenza permaneceu abaixo de 5% no primeiro trimestre do ano, mas já começou a subir no final de março, chegando a 7,4%. O indicador informa qual foi a proporção de testes que deram positivo para o vírus.

&quot;Observa-se uma clara predominância da Influenza A(H3N2), com alta intensidade de circulação&quot;, ressalta o alerta. 

O Ministério da Saúde realiza o sequenciamento do material genético desses vírus por amostragem, para identificar as variantes mais circulantes. Dos 607 testes realizados até o dia 21 de março, 72% corresponderam ao subclado K. 

Mas esse não é o único vírus que inspira preocupação das autoridades de saúde. A Opas também destacou que a circulação do vírus sincicial respiratório (VSR) está aumentando gradualmente em vários países, incluindo o Brasil, &quot;antecipando seu padrão sazonal típico, com potencial impacto na carga de doença em crianças pequenas e outros grupos de risco nas próximas semanas.&quot;

Vacinação

Esse cenário de aumento simultâneo do VSR e do Influenza, somado aos casos de Covid-19, que estão em baixa mas ainda ocorrem em número importante, pode levar ao esgotamento dos serviços de saúde. Por isso, a Opas recomenda que os países da região intensifiquem as ações de vacinação, para prevenir internações e mortes. 

Mesmo com o surgimento dessa nova variante, a vacina contra a gripe se mostrou eficaz no Hemisfério Norte, com uma eficácia de até 75% contra a hospitalização de crianças no Reino Unido, por exemplo, mostra o alerta da Opas. 

A vacina da gripe aplicada no Brasil é atualizada anualmente, para oferecer proteção contra os tipos que mais circularam na temporada de inverno do hemisfério Norte. Entre as três cepas presentes no imunizante deste ano, está a H3N2. 

A campanha nacional de vacinação contra a influenza está em vigor, com prioridade para crianças com menos de 6 anos, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades, que têm mais risco de desenvolver quadros graves.

Também fazem parte do público prioritário alguns grupos como trabalhadores da saúde, população indígena, professores e pessoas privadas de liberdade.

O Sistema Único de Saúde também oferece a vacina contra o vírus sincicial respiratório para as gestantes, com o objetivo de imunizar os bebês recém-nascidos e protegê-los da bronquiolite, infecção pulmonar geralmente causada pelo VSR e que pode levar ao óbito. 

Além disso, a Opas recomenda a intensificação de ações de higiene e &quot;etiqueta respiratória&quot;. &quot;Lavar as mãos é a forma mais eficiente de diminuir a transmissão. Pessoas com febre devem evitar ir ao trabalho ou a locais públicos até que a febre diminua. Da mesma forma, crianças em idade escolar com sintomas respiratórios, febre ou ambos devem ficar em casa e não ir à escola&quot;, explica o documento. 

Boletim infogripe

A nova edição do Boletim Infogripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz nesta quarta-feira (29), confirma a avaliação da Opas. Dados coletados entre 19 e 25 de abril mostram aumento nos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados por Influenza A e VSR em todas as regiões do país. 

De acordo com o boletim, 24 das 27 unidades federativas do país estão em nível de alerta, risco ou alto risco para a síndrome, que ocorre quando há agravamento de sintomas, geralmente após a infecção por algum vírus. Em 16 estados, há tendência de aumento dos casos em longo prazo. 

Em 2026, já foram notificados mais de 46 mil casos de SRAG no Brasil e em 44,3% a infecção viral foi confirmada por testes de laboratório. Desses, 26,4% foram causados por Influenza A e 21,5% por vírus sincicial respiratório. Já nas últimas quatro semanas, a proporção de casos positivos por influenza A subiu para 31,6% e a de infecções por VSR atingiu 36,2%.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/_iUDZgKqVOY1bK23tdNtSOaedmw=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/06/10/_mg_4552.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 18:49:50 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Opas, alerta, para, alta, casos, gripe, VSR, Hemisfério, Sul</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Campanha contra o sarampo visa evitar casos importados durante a Copa</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/campanha-contra-o-sarampo-visa-evitar-casos-importados-durante-a-copa</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/campanha-contra-o-sarampo-visa-evitar-casos-importados-durante-a-copa</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Para evitar que as viagens de brasileiros para os jogos da Copa do Mundo se tornem uma brecha para a reintrodução do sarampo no Brasil, o Ministério da Saúde lançou nesta quarta-feira (29) a campanha Vacinar é muito Brasil. 

A ação convoca todos os viajantes a atualizarem suas cadernetas antes do embarque para os três países que vão receber a competição, Estados Unidos, Canadá e México. Juntos, os territórios concentram 67% dos casos de sarampo registrados nas Américas nos últimos anos.

Notícias relacionadas:Opas: &quot;Já eliminamos o sarampo das Américas e podemos fazer de novo&quot;.SP confirma segundo caso importado de sarampo.Cartilha orienta médicos e instituições sobre uso de IA na medicina.Em 2026, até o dia 11 de abril foram confirmadas cerca de 17 mil infecções nas Américas, sendo mais de 10 mil no México, 1792 nos Estados Unidos e 907 no Canadá. Outro país em surto é a Guatemala.

O Brasil mantém o status de país livre da doença, reconquistado em 2024, apesar de casos esporádicos registrados. Este ano, 3 infecções foram confirmadas: uma bebê do estado de São Paulo contaminada na Bolívia; um homem da Guatemala, que apresentou sintomas também em São Paulo; e uma jovem do Rio de Janeiro, que trabalha em um hotel com grande trânsito de turistas internacionais. 

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Durante o lançamento da campanha, na sede do projeto social Gol de Letra, no Rio de Janeiro, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esclareceu que o foco é nos viajantes internacionais neste momento, considerando o risco que os surtos em outros países representam. 

&quot;Primeiro esse público que está indo para Copa, porque são os três países que têm explosão de casos de sarampo no continente americano&quot;, ressaltou.


&quot;E aqui no Brasil a gente está fazendo uma campanha muito intensa com todo mundo que tem contato com turista, trabalhadores de hotel, trabalhadores de restaurantes, de táxi, de transporte coletivo. Para continuar com a nossa defesa firme&quot;, completou. 


Imunização

O imunizante contra o sarampo é a vacina tríplice viral, que previne também a caxumba e a rubéola. No caso de quem vai viajar, o ideal é tomar a vacina pelo menos 15 dias antes do embarque, para garantir a chegada com o máximo de proteção. 

Há duas semanas, o ministério instituiu outras adaptações para garantir a proteção desse público. Os bebês de 6 meses a 11 meses devem receber a chamada &quot;dose zero&quot;, uma vacina extra antes da idade normal de imunização. Já pessoas entre 12 meses e 29 anos devem receber duas doses, com intervalo de um mês entre elas. 

Adultos de 30 a 59 anos só precisam de uma dose. Os idosos normalmente não recebem a vacina, porque provavelmente já tiveram contato com o vírus selvagem ao longo da vida e desenvolveram imunidade. Mas podem ter acesso se forem viajar para as áreas de risco e estejam bem de saúde. 

Apesar da preocupação especial com os viajantes, o ministro da Saúde salientou que todas as pessoas de 1 a 59 anos que não tiverem comprovante de vacinação devem procurar uma unidade de saúde. &quot;O sarampo é o vírus que mais transmite entre os seres humanos. A vacina é para todos os brasileiros&quot;, ressaltou. 

Padilha também reforçou a segurança do imunizante produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

&quot;Eu sou médico infectologista e sou pai de uma criança de 11 anos anos de idade. Eu não vacinaria minha filha se eu não tivesse confiança na qualidade, na segurança e na importância da vacina contra o sarampo e de todas as vacinas que estão no SUS. Nós estamos vencendo o jogo contra o negacionismo e derrotando a turma da antivacina&quot;.

O ministro da Saúde também lembrou que o Brasil já havia se tornado área livre da doença em 2016, mas perdeu o certificado de área livre em 2019, após novos surtos que começaram com casos importados. 

&quot;Porque começou a ter campanha contra a vacina, teve corte nos investimentos na área da saúde, redução das coberturas vacinais, e só recuperamos em 2023. O sarampo é uma doença que pode progredir como uma espécie de pneumonia e gerar internação e óbito, como nós tivemos quando voltou a ter surto no Brasil&quot;, alertou. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/R59F_xAO0QBadglo4g8JonW9G6A=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/29/765dfeac-359f-4997-90a2-04dec52b8d49.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 18:49:50 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Campanha, contra, sarampo, visa, evitar, casos, importados, durante, Copa</media:keywords>
</item>

<item>
<title>SP confirma segundo caso importado de sarampo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sp-confirma-segundo-caso-importado-de-sarampo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sp-confirma-segundo-caso-importado-de-sarampo</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo confirmou nesta terça-feira (28) o segundo caso importado de sarampo no território paulista. De acordo com a pasta, o paciente é um homem de 42 anos, morador da Guatemala e que tem histórico de vacinação.

O caso foi identificado no final de março, na cidade de São Paulo, e depois confirmado por exames laboratoriais. O estado de saúde do paciente não foi informado.

Notícias relacionadas:Iniciativa seleciona jovens para tratamento odontológico gratuito.Cartilha orienta médicos e instituições sobre uso de IA na medicina.Projeto leva tratamento gratuito a doenças negligenciadas no Amazonas.Este é o segundo caso importado de sarampo, ou seja, sem transmissão local do vírus, identificado no estado de São Paulo em 2026. O primeiro caso do ano foi o de um bebê de seis meses que não foi vacinado e esteve na Bolívia em janeiro. Em todo o ano passado foram registrados dois casos importados da doença em São Paulo.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), os países da América continuam enfrentando a doença. No ano passado, por exemplo, 14.767 registros de sarampo foram confirmados em 13 países das Américas. Só neste ano foram confirmados 15,3 mil casos, sendo que México Guatemala, Estados Unidos e Canadá respondem pela maioria deles.

Sarampo

O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa e que já foi uma das principais causas de mortalidade infantil no mundo. A transmissão do vírus ocorre de pessoa a pessoa, por via aérea, seja ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

O sarampo é tão contagioso que uma pessoa infectada pode transmitir a doença para 90% das pessoas próximas e que não estejam imunes. Por isso, a vacinação contra o sarampo é extremamente importante. A vacinação é a principal forma de prevenção contra a doença.

Os principais sintomas da doença são manchas vermelhas no corpo e febre alta, acima de 38,5ºC, acompanhada de tosse, conjuntivite, nariz escorrendo ou mal-estar intenso. Os casos podem evoluir para complicações graves podendo causar diarreia intensa, infecções de ouvido, cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro). Algumas dessas complicações podem ser fatais.

A vacinação contra o sarampo faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. A primeira dose deve ser aplicada aos 12 meses de idade (tríplice viral – sarampo, caxumba e rubéola) e a segunda aos 15 meses (tetra viral – sarampo, caxumba, rubéola e varicela). ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/sf2ERRA_tMQFQbiE-CXXpbEfi88=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/diagnostico_laboratorial_de_casos_suspeitos_do_novo_coronavirus_2801209411.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 17:30:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>confirma, segundo, caso, importado, sarampo</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Projeto leva tratamento gratuito a doenças negligenciadas no Amazonas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/projeto-leva-tratamento-gratuito-a-doencas-negligenciadas-no-amazonas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/projeto-leva-tratamento-gratuito-a-doencas-negligenciadas-no-amazonas</guid>
<description><![CDATA[ Pouco depois de completar 20 anos, o seringueiro e agricultor familiar, Augusto Bezerra da Silva, hoje com 65, foi diagnosticado com uma doença rara que afetou drasticamente sua vida, no interior do Acre.

Conhecida como Doença Jorge Lobo ou lobomicose, a enfermidade causa lesões nodulares parecidas com queloides em diferentes partes do corpo como orelhas, pernas e braços.

Endêmica da Amazônia Ocidental, a DJL, como também é chamada, traz um impacto psicológico profundo já que mexe com a autoestima do paciente que, muitas vezes, acaba saindo do convívio comunitário e se isolando em razão do estigma.

No caso de seu Augusto, a doença o levou a interromper o trabalho, à medida que os caroços apareciam no seu rosto, causando dor, coceira e inflamação. O quadro se agrava ainda mais com a exposição ao sol.

“O problema que eu passei não foi fácil. Você, novinho, você se acha perfeito, sem defeito. Aí depois você tem que se isolar, sem ter como, para melhor dizer, ser liberto. Se colocar isolado com a idade de 20 anos, até perto da idade de 65 não é fácil mesmo”, disse seu Augusto à Agência Brasil.
 


            
        
    
Após mais de 20 anos convivendo com a lobomicose, o seringueiro Augusto Bezerra da Silva melhorou das lesões no rosto após entrar para o projeto Aptra Lobo e iniciar tratamento gratuito - Augusto Bezerra da Silva/Arquivo Pessoal


Histórico

A DJL foi descrita, pela primeira vez, em 1931 pelo dermatologista Jorge Oliveira Lobo, na capital pernambucana, que relatou o caso de uma nova micose.

A infecção ocorre por meio da penetração do fungo em lesões na pele. À medida que avançam, as lesões podem causar desfiguração severa e incapacitação.


“Todos que botam os olhos em cima da gente perguntam o que é, sem você ter uma resposta a dizer. Não é fácil não. Ele pergunta: &#039;o que é isso?&#039; E a gente sem saber responder. O destino é a vontade de se isolar para ninguém ver a gente”, relatou seu Augusto.


Dados do Ministério da Saúde registram, até o momento, 907 casos da doenças, dos quais 496 foram detectados no Acre, como é o caso de seu Augusto.

A DJL atinge, principalmente, populações ribeirinhas, povos originários e trabalhadores extrativistas – grupos em situação de vulnerabilidade social e com pouco acesso a serviços de saúde.

“Até com a minha família eu procurava me esconder. Eu tinha vergonha da minha própria família, eu tinha vergonha. Daí resolvi ficar sozinho num local distante”, continuou.

Projeto Aptra Lobo

Durante décadas, os pacientes com diagnóstico de DJL sofreram com a falta de um diagnóstico e de um tratamento eficaz. Por essa razão, o Ministério da Saúde (MS) reuniu especialistas no assunto e criou o projeto Aptra Lobo, que acompanha 104 pacientes com a lobomicose na Região Norte. O objetivo é estruturar o manejo da doença no Sistema Único de Saúde (SUS).

Conduzido nos estados do Acre, Amazonas e Rondônia, o projeto integra assistência, pesquisa clínica e geração de evidências para apoiar a construção de diretrizes no SUS.

A iniciativa é conduzida pelo Einstein Hospital Israelita, em parceria com a Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), no âmbito Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

O projeto, que também pretende padronizar o fluxo de atendimento para a lobomicose, já apresenta resultados promissores: mais de 50% dos participantes tiveram melhora das lesões. 

O tratamento é feito com o uso do antifúngico itraconazol, disponível no SUS, com doses ajustadas a cada paciente.

Além do manejo clínico, a iniciativa amplia o acesso ao diagnóstico em áreas remotas, com realização de biópsias e exames laboratoriais no próprio território, acompanhamento e tratamento da doença, além da realização de cirurgias em casos selecionados para retirada de lesões.

Segundo o infectologista e patologista clínico do Einstein Hospital Israelita doutor João Nobrega de Almeida Júnior, equipes locais participam ativamente no projeto:


“São eles que captam os pacientes, fazem o diagnóstico e tratamento de acordo com as diretrizes criadas pelo projeto”, disse o infectologista à Agência Brasil.


O médico ressalta que o difícil acesso às comunidades ribeirinhas, em razão da distância e da geografia da região, dificultam o acompanhamento dos pacientes, que é feito a cada três meses, com apoio de centros de referência em Rio Branco, Manaus e Porto Velho.


            
        
    
Infectologista e patologista clínico do Einstein Hospital Israelita, João Nóbrega de Almeida Jr. - João Nobrega de Almeida Jr/Arquivo Pessoal


“O acesso é uma grande barreira. Há ajuda de custos de transporte para o paciente e expedições para alcançar aqueles que moram em regiões mais remotas e de difícil acesso”, relatou.

No caso de seu Augusto, o tratamento reduziu drasticamente as lesões causadas pela doença.

“Hoje eu me sinto mais tranquilo porque tem pouco caroço no meu rosto e hoje eu me sinto mais aliviado do problema que eu vinha sentindo”, disse o seringueiro que continua o tratamento e retomou o contato familiar.

“Mas não fiquei bom, né? A gente não pode nem garantir 100%. É isso: passou o tempo que eu vivia meio isolado de casa, não tinha mais prazer de sair de casa. Aquilo compromete a vida da gente, é muito complicado aquele negócio da gente viver isolado em casa por problema de doença. Mas hoje eu estou me sentindo mais liberto, para melhor dizer”, afirmou.

Manual

Em dezembro do ano passado, o projeto lançou um manual que fornece ferramentas práticas para melhorar o diagnóstico, o tratamento e a prevenção da lobomicose, além de fortalecer a capacidade de acolher e cuidar das populações afetadas.


“O manual é o primeiro documento para auxiliar no diagnóstico e tratamento da doença, sendo um grande marco para uma doença tão antiga e historicamente negligenciada”, afirmou o infectologista.


Segundo Almeida Jr., os próximos passos envolvem a elaboração de um documento mais completo, como um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) que deve ser lançado ainda em 2026.

“Terminaremos de analisar os dados gerados pelo acompanhamento dos pacientes tratados com itraconazol, [para] produzir um PCDT e discutir a renovação do projeto no qual serão discutidas ações que deixem um legado perene para o cuidado adequado dos pacientes acometidos. Esperamos continuar a lutar para que a Doença de Jorge Lobo não seja mais considerada uma doença negligenciada”, concluiu.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/IwSoJw3mxN8tEVcSMcqmcacmRa4=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/mcam13062020-21.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 08:16:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Projeto, leva, tratamento, gratuito, doenças, negligenciadas, Amazonas</media:keywords>
</item>

<item>
<title>População de Dourados (MS) começa a receber vacina contra chikungunya</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/populacao-de-dourados-ms-comeca-a-receber-vacina-contra-chikungunya</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/populacao-de-dourados-ms-comeca-a-receber-vacina-contra-chikungunya</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A vacinação contra a chikungunya para moradores de Dourados, no Mato Grosso do Sul, foi iniciada nesta segunda-feira (27). A campanha na cidade é realizada em meio a um surto da doença, que levou o município a decretar situação de calamidade em saúde pública.

A imunização será voltada à população de 18 a 59 anos. O calendário prevê ainda a vacinação no formato drive-thru, no feriado de 1º de maio, Dia do Trabalhador. A ação será no período das 8h às 12h, no pátio da Prefeitura de Dourados.

Notícias relacionadas:Chikungunya: Dourados decreta calamidade; vacinação começa segunda.Chikungunya: ministro classifica como crítica situação em Dourados.Chikungunya: entenda doença que preocupa Mato Grosso do Sul.A meta é imunizar cerca de 43 mil pessoas, o equivalente a 27% do público-alvo.

Dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde mostram que, em 2026, já foram identificados 2.621 casos de chikungunya na cidade, com oito mortes e um óbito ainda em análise.

O painel detalha que quase 60% dos casos no município atingem a população indígena. Na sequência, 21,3% dos casos são na população branca, e 18%, em pretos e pardos.

Contraindicações

A vacina contra a chikungunya não pode ser aplicada nos seguintes casos:


	gestantes ou lactantes;
	pessoas que façam uso de medicamentos imunossupressores, como corticoides em altas doses;
	pessoas com imunodeficiência congênita;
	pessoas que estão em tratamento de câncer com uso de quimioterapia e radioterapia;
	transplantados de órgão sólido;
	transplantados de medula óssea há menos de dois anos;
	pessoas com HIV/aids;
	pessoas com doenças autoimunes, como lúpus e artrite reumatoide;
	pessoas com pelo menos duas condições médicas crônicas, incluindo diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca, arritmia cardíaca, doença pulmonar crônica, doença renal crônica, obesidade, doença hepática crônica e câncer (em tratamento ou em remissão).


A vacina também não pode ser aplicada em pessoas que tenham tido chikungunya nos últimos 30 dias; que estejam em estado febril grave; que tenham recebido outra vacina de vírus atenuado nos últimos 28 dias; e/ou que tenham recebido vacina de vírus inativado nos últimos 14 dias.

A expectativa da prefeitura é que a imunização aconteça de forma mais lenta, já que, antes de receber a dose, o público-alvo precisa passar por avaliação do profissional de saúde.

Estratégia nacional

Aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril de 2025, a vacina contra a chikungunya começa a ser administrada de forma estratégica em regiões de potencial risco de transmissão da doença ao longo dos próximos anos. Cerca de 20 municípios, de seis estados, devem ser contemplados.

“A seleção dos municípios considerou desde fatores epidemiológicos, relacionados à potencial ocorrência de casos de chikungunya em regiões onde o vírus já está circulando, até o tamanho populacional dos municípios e a facilidade operacional de se implementar uma nova vacina no sistema local de saúde em um curto prazo”, informou a prefeitura.

A vacinação faz parte de uma estratégia do Ministério da Saúde em municípios que registram grande incidência de chikungunya. Em 2025, o Brasil registrou mais de 127 mil casos e 125 óbitos causados pela doença.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/bV1Aya4FOGshpwZ-wo-dzJyhTA8=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/22/achikungunyainterna1_copy.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 08:16:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>População, Dourados, MS, começa, receber, vacina, contra, chikungunya</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Canetas emagrecedoras são tema do Caminhos da Reportagem desta segunda</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/canetas-emagrecedoras-sao-tema-do-caminhos-da-reportagem-desta-segunda</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/canetas-emagrecedoras-sao-tema-do-caminhos-da-reportagem-desta-segunda</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O programa Caminhos da Reportagem apresenta, nesta segunda-feira (27), a edição “O boom das canetas emagrecedoras” que aborda o uso intensivo desses medicamentos no processo de perda de peso. A atração vai ao ar às 23h, na TV Brasil, emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

As canetas emagrecedoras são tema de intenso debate sobre saúde em todo o mundo. A primeira delas chegou ao Brasil em 2017 e, desde então, outras tecnologias para o tratamento de diabetes e obesidade foram desenvolvidas e são comercializadas no país. Ao mesmo tempo que potencializam o tratamento das duas doenças crônicas, também reforçam o que especialistas chamam de “economia moral da magreza”.   

Notícias relacionadas:Canetas emagrecedoras: entenda quando o uso pode fazer mal à saúde.Anvisa discute norma para manipulação de canetas emagrecedoras.Anvisa proíbe canetas emagrecedoras irregulares no Brasil.O médico endocrinologista Neuton Dornelas, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, reforça a preferência pelo uso do termo “medicamentos injetáveis para tratamento da obesidade e de diabetes. &quot;Estamos falando de medicamentos que realmente trouxeram uma revolução no tratamento dessas duas doenças, com resultados na perda de peso e na diminuição de risco cardiovascular., diz o especialista


“São medicamentos indicados para quem vive com obesidade ou com diabetes ou com as duas coisas juntas. São critérios técnicos que devem ser avaliados sempre por um profissional de saúde”, recomenda.


Francenobre Costa de Sousa, chamada de Nobi por familiares e amigos, tem 58 anos e vive com diabetes tipo 2. Ela foi diagnosticada com a doença aos 45 anos, quando desmaiou dentro de um ônibus e foi parar no hospital. Nobi faz tratamento com insulina, mas o diabetes segue de difícil controle.

A médica de família que acompanha Nobi na Unidade Básica de Saúde (UBS), Alexandra Padilha, conta que o tratamento com medicamentos injetáveis poderia auxiliar a sua paciente. “Seria muito interessante porque poderia até reverter o uso da insulina, no caso dela. Ela tem sobrepeso, poderia voltar para o seu Índice de Massa Corporal [IMC] normal&quot;.

De acordo com os especialistas, para que esse tratamento vença a barreira da desigualdade social, alguns fatores são decisivos, como a queda da patente dos princípios ativos usados nos medicamentos e a possibilidade de produção nacional.

Em 20 de março deste ano, expirou a patente da semaglutida, substância dos medicamentos Ozempic e Wegov. A queda da patente tem impacto no mercado porque permite concorrência.


“Mas é preciso pensar que, muito embora vá baratear, não é um amplo e pleno barateamento. A produção da substância, do insumo farmacêutico ativo, é uma produção mais complexa do que os chamados medicamentos genéricos”, explica Henderson Fust, advogado especialista em Bioética e Regulação da Saúde. 


Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prioridade no registro de medicamentos com os princípios ativos semaglutida e liraglutida, visando à futura produção nacional. A pasta explica que, em 2025, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), órgão que assessora as decisões do Ministério da Saúde, deu parecer desfavorável à incorporação da semaglutida e da liraglutida, pois o impacto orçamentário, superior a R$ 8 bilhões, representa o dobro do orçamento anual do Programa Saúde Popular.

Popularização

Enquanto avançam as discussões de como ampliar o acesso a novos tratamentos para diabetes e obesidade na rede pública, o Brasil vive um cenário de “popularização” das canetas emagrecedoras. Essas tecnologias intensificaram o que pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) chamam de “economia moral da magreza”. A pesquisadora Fernanda Baeza Scagliuzi, professora das Faculdades de São Pública e de Medicina da USP, afirma que um corpo magro é visto com uma moralidade de virtuoso, de que “a pessoa se esforçou para chegar até lá”.


“Um corpo gordo é visto como o de alguém que é preguiçoso, que é relaxado, que não tem força de vontade, não tem disciplina e outros estereótipos também muito perigosos. Agora, mesmo as pessoas que não são gordas sofrem a pressão estética pela magreza”, diz a pesquisadora, que estuda também os efeitos colaterais do uso dos medicamentos injetáveis.


Estilo de vida

A dentista Bárbara Lopes já havia usado canetas emagrecedoras, mas voltou a ganhar peso. Enfrentando os desafios da perimenopausa, com pré-diabetes e ansiedade, ela agora está em novo tratamento. “Eu mudava alimentação, buscava fazer um pouco de exercício e não via aquele quadro mudar”.

Sociedades médicas recomendam que o tratamento farmacológico não deve ser feito isoladamente, mas sempre associado à mudanças de estilo de vida, com aconselhamento nutricional e estímulo à atividade física. A médica geriatra Marcela Pandolfi reforça que nem tudo se resume à medicação. “O estilo de vida para esse paciente vai ser fundamental. É isso que vai fazer com que ele consiga pelo menos equilibrar, fazer com que ele não volte a ganhar todo o peso que perdeu no processo do tratamento”, afirma.

O aumento da oferta e da procura pelas canetas emagrecedoras tem sido acompanhado por irregularidades em etapas como importação, manipulação, prescrição e dispensação dos medicamentos. A Anvisa aumentou a fiscalização desses produtos, bem como forças de segurança e a Receita Federal têm investigado crimes contra a saúde pública e a economia nacional. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/72EVjwtmavJgfvBd-BsTeHJRDM8=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/26/mounjaro-receita-federal_copiar.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 10:55:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Canetas, emagrecedoras, são, tema, Caminhos, Reportagem, desta, segunda</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Hipertensão: silenciosa e hereditária, doença pede mudança de hábitos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hipertensao-silenciosa-e-hereditaria-doenca-pede-mudanca-de-habitos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hipertensao-silenciosa-e-hereditaria-doenca-pede-mudanca-de-habitos</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, lembrado neste domingo (26), alerta para uma doença silenciosa e que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta não apenas pessoas adultas ou idosas, já que cada vez mais adolescentes e mesmo crianças têm apresentado alterações na pressão arterial.

O Ministério da Saúde define a hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, como uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias.

Notícias relacionadas:Vacinação nas escolas segue até dia 30 e meta é imunizar 27 milhões.Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos.Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre amarela.“A pressão alta faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer com que o sangue seja distribuído corretamente no corpo”, detalhou a pasta, ao citar a hipertensão arterial como um dos principais fatores de risco para acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca.

Ainda segundo a pasta, a hipertensão arterial é herdada dos pais em 90% dos casos, mas há diversos fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial de cada indivíduo, incluindo:


	 tabagismo;
	consumo de bebidas alcoólicas;
	 obesidade;
	estresse;
	 elevado consumo de sal;
	níveis altos de colesterol;
	sedentarismo.


12 por 8

Em setembro do ano passado, uma nova diretriz brasileira de manejo da pressão arterial passou a considerar a aferição 12 por 8 não mais como pressão normal, mas como indicador de pré-hipertensão.

O documento foi elaborado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, pela Sociedade Brasileira de Nefrologia e pela Sociedade Brasileira de Hipertensão.

De acordo com a diretriz, a reclassificação tem como objetivo identificar precocemente indivíduos em risco e incentivar intervenções mais proativas e não medicamentosas no intuito de prevenir a progressão do quadro de hipertensão dos pacientes.

Para que a aferição seja considerada pressão normal, portanto, ela precisa ser inferior a 12 por 8. Valores iguais ou superiores a 14 por 9 permanecem sendo considerados quadros de hipertensão em estágios 1, 2 e 3, a depender da aferição feita pelo profissional de saúde em consultório.

Sintomas

Os sintomas da hipertensão arterial costumam aparecer somente quando a pressão sobe muito, quadro que pode gerar dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.

Diagnóstico

Medir a pressão regularmente, segundo o ministério, é a única maneira de diagnosticar a hipertensão arterial. A orientação é que pessoas acima de 20 anos meçam a pressão ao menos uma vez por ano.


“Se houver casos de pessoas com pressão alta na família, deve-se medir no mínimo duas vezes por ano”.


Tratamento

A pressão alta, de acordo com a pasta, não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada.


“Somente o médico poderá determinar o melhor método para cada paciente”.


O Sistema Único de Saúde (SUS) fornece medicamentos indicados para o tratamento da hipertensão arterial, por meio de unidades básicas de saúde (UBS) e do programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar:


	documento de identidade com foto;
	CPF;
	 receita médica dentro do prazo de validade, de 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas.


Prevenção

Além do uso de medicamentos, o ministério classifica como imprescindível a adoção de um estilo de vida saudável, incluindo:


	manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares;
	não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos;
	 praticar atividade física regular;
	 aproveitar momentos de lazer;
	 abandonar o fumo;
	 moderar o consumo de álcool;
	 evitar alimentos gordurosos;
	 controlar o diabetes.
 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/HfCKmiVMG7_8D0x0Qf9rR0_XWGI=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/1017570-df_28112016-img_5565.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 10:55:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Hipertensão:, silenciosa, hereditária, doença, pede, mudança, hábitos</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Canetas emagrecedoras: entenda quando o uso pode fazer mal à saúde</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/canetas-emagrecedoras-entenda-quando-o-uso-pode-fazer-mal-a-saude</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/canetas-emagrecedoras-entenda-quando-o-uso-pode-fazer-mal-a-saude</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A diretoria-colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discute esta semana uma proposta de instrução normativa sobre procedimentos e requisitos técnicos relacionados a medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

A popularização das canetas emagrecedoras, que podem ter diferentes princípios ativos, incluindo a semaglutida, a tirzepatida e a liraglutida, ampliou o uso indiscriminado e o mercado ilegal desse tipo de medicamento que, atualmente, só pode ser adquirido por meio de receita médica.

Notícias relacionadas:Vacinação nas escolas segue até dia 30 e meta é imunizar 27 milhões.Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos.Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre amarela.Em razão dos riscos à saúde da população, a Anvisa vem tomando uma série de medidas para coibir o comércio ilegal, que inclui versões manipuladas sem autorização. A agência também criou grupos de trabalho para dar suporte à atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes.

Também este mês, o Conselho Federal de Medicina (CFM), o Conselho Federal de Odontologia (CFO) e o Conselho Federal de Farmácia (CFF), junto à própria Anvisa, assinaram uma carta de intenção com o objetivo de promover o uso racional e seguro de canetas emagrecedoras.

A proposta é prevenir riscos sanitários associados a produtos e práticas irregulares, além de zelar pela saúde da população brasileira.


“A Anvisa e os conselhos propõem uma atuação conjunta baseada em troca de informações, no alinhamento técnico e em ações educativas”, informou a agência.


Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), Neuton Dornelas, avaliou que o uso de canetas emagrecedoras para tratar a obesidade e o diabetes figura como uma espécie de revolução, mas que o uso indiscriminado do medicamento preocupa.


“São medicamentos muito bons, eficazes, potentes, que abriram realmente um grande horizonte para o tratamento, sobretudo para pessoas que vivem com obesidade. São medicamentos que revolucionaram sob essa perspectiva. Tudo o que a gente já teve pra tratar obesidade tinha resultado menos potente, menos eficaz e eu diria até menos seguro.”


“Pra quem vive com uma doença que é crônica, ter a promessa, a expectativa, a esperança de um tratamento, a longo prazo que seja, mas que funcione abriu um horizonte. Esses medicamentos são importantes, ajudam muito não apenas na perda de peso e no controle da glicose, mas, sobretudo, para diminuir o risco cardiovascular”, completou.

Dornelas destacou levantamento recente feito pela Anvisa, segundo o qual a importação de insumos farmacêuticos para a manipulação de canetas emagrecedoras tem sido incompatível com o mercado nacional. Os dados mostram que, apenas no segundo semestre de 2025, foram importados mais de 100 quilos de insumos, quantidade suficiente para a preparação de aproximadamente 20 milhões de doses.

“Quando se fala em 20 milhões de doses, é um número chamativo, mas mais do que isso: eles apreenderam 1,3 milhão de medicamentos por algum grau de ilegalidade ou irregularidade, seja pelo transporte, pelo armazenamento”, lembrou.


“Isso é estarrecedor. É assustador. A Sbem já vem alertando há muito tempo sobre isso. Para que as pessoas não consumam medicamentos de fontes que não são legais, medicamentos que não são registrados. Isso é altamente preocupante. Além disso, ter uma medicação que é aprovada para duas doenças crônicas, diabetes e obesidade, e as pessoas usarem de maneira indiscriminada realmente é condenatório.”


Bloqueio da manipulação

Dornelas destacou ainda que apoiou, junto a outras entidades, a decisão da Anvisa para que farmácias e drogarias passassem a reter as receitas de canetas emagrecedoras desde junho do ano passado. “O consumo desenfreado, eu diria, vem do mercado paralelo”.


“Hoje, diante desse boom, desse exagero que estamos vendo, talvez valesse a pena a Anvisa bloquear por três meses, por seis meses ou até por um ano qualquer manipulação de qualquer uma dessas drogas injetáveis para o tratamento da obesidade”, defendeu.


“Não se tem estrutura, na agência, suficiente para fiscalizar e fazer tudo isso com um volume de 20 milhões de doses. Então, num ponto crítico como esse, eu defenderia o bloqueio da manipulação, nem que seja por um período transitório, até que se tenha outras medidas mais cabíveis pra isso.”

Benefícios x riscos

Ao comentar os benefícios das canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade e diabetes, o médico explicou que os medicamentos atuam por meio de três mecanismos de ação: ajudam no controle da glicose; retardam o esvaziamento do estômago ou esvaziamento gástrico, fazendo com que a pessoa mantenha uma plenitude alimentar mais prolongada; e atuam no cérebro, reduzindo o apetite por meio do aumento da saciedade.

“Com isso, eles promovem uma menor ingesta de alimentos e, por meio de mecanismos fisiológicos e da interrelação com outros hormônios, eles promovem uma perda de peso bastante substancial. A semaglutida, por exemplo, tem uma média de 15% de perda de peso e a tirzepatida pode chegar a 22% ou 25%, variando de pessoa para pessoa, dependendo da dose, do acompanhamento de um profissional, além da adesão a outras medidas, como mudança de estilo de vida e melhoras na alimentação.”

Dornelas destacou que todo medicamento pode apresentar efeitos colaterais e que, no caso das canetas, os principais efeitos são náuseas, vômitos e demais sintomas gastrointestinais.


“Com o uso indiscriminado, comprando de fontes não seguras medicamentos não bem armazenados ou transportados, esses riscos aumentam muito”.


“A Anvisa começou a registrar efeitos colaterais mais severos, como a pancreatite. A gente que é médico, que avalia, sabe que a pancreatite já é uma doença, infelizmente, muito frequente. No Brasil, são em torno de 40 mil internações por ano. Mas ela habitualmente é causada por dois grandes fatores: bebida alcoólica em exagero ou pedras na vesícula.”


“Esses medicamentos, por si só, quando se faz o retardo do esvaziamento gástrico, eles promovem uma maior parada do líquido que fica dentro da vesícula biliar. E o fato desse líquido, utilizado no processo da digestão, ficar mais tempo parado dentro vesícula pode facilitar a formação de cálculos. Isso poderia aumentar o risco, para algumas pessoas, de pancreatite. Esse é o maior risco hoje.”


Pilares da segurança

O presidente da Sbem descreveu ainda o que os médicos chamam de quatro pilares da segurança e da responsabilidade em meio ao uso de medicamentos:


	Utilizar um produtor seguro e legal, com registro no Brasil;
	Ter a prescrição de um médico com registro e que faça, inclusive, o acompanhamento adequado, desde o diagnóstico;
	Saber quem está vendendo, preferencialmente farmácias e drogarias em que a compra possa ser feita com segurança;
	Usar doses corretas, seguindo a orientação médica, além de nunca comprar em mercados paralelos.


“Quando a gente fala de efeitos colaterais, não significa que é pra pessoa sentir isso. Náuseas, por exemplo, podem ocorrer entre 30% e 40% dos casos, mas, em tese, não é para acontecer. Então, se a pessoa está usando a medicação e não há efeito colateral, isso é muito bom. Não significa que a medicação não esteja atuando. Entre 60% e 70% das pessoas não sentem nada.”


“Mas náuseas mais intensas, vômitos e, principalmente, dor abdominal importante que não melhora – a dor é o sinal de alerta. Se há dor importante na parte superior do abdômen, temos que pensar na possibilidade, ainda que rara, de uma pancreatite. A dor é o mais preocupante”, concluiu.   
 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/ICrh6VgMGLkLcwK-EWqDN1qZS9Y=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2023-09-19t183842z_324688230_rc2w30a85kox_rtrmadp_3_lilly-lawsuits.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 12:03:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Canetas, emagrecedoras:, entenda, quando, uso, pode, fazer, mal, saúde</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Vacinação nas escolas segue até dia 30 e meta é imunizar 27 milhões</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacinacao-nas-escolas-segue-ate-dia-30-e-meta-e-imunizar-27-milhoes</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacinacao-nas-escolas-segue-ate-dia-30-e-meta-e-imunizar-27-milhoes</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Semana de Vacinação nas Escolas tem meta de imunizar 27 milhões de estudantes de escolas públicas do país até a próxima quinta-feira (30). A campanha que começou nesta sexta-feira (24) visa atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes de 9 meses a 15 anos com a oferta de seis tipos de imunizantes.

As vacinas ofertadas são: HPV, febre amarela, tríplice viral, tríplice bacteriana (DTP), meningocócica ACWY e covid-19. A estratégia também inclui a vacinação contra o HPV para jovens de 15 a 19 anos que ainda não se imunizaram.

Notícias relacionadas:Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos.Semana de Vacinação nas Américas começa no sábado.Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre amarela.A vacinação é realizada por profissionais de saúde, mediante autorização dos pais ou responsáveis.

A ação integra o Programa Saúde na Escola (PSE), parceria entre os ministérios da Saúde e da Educação.

O governo também reforça o uso da Caderneta Digital de Vacinação da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital. Lançada em abril de 2025, a ferramenta já soma mais de 3,3 milhões de acessos e permite acompanhar o histórico de vacinas e consultar as próximas doses.

Agora, o aplicativo tem uma nova funcionalidade e passou a enviar lembretes automáticos para pais, mães e responsáveis, de acordo com a idade das crianças, incentivando a atualização da caderneta.

Cobertura vacinal

Em comunicado, o Ministério da Saúde destacou a reversão da queda histórica nas coberturas vacinais registrada nos anos anteriores, agravada pelos impactos da pandemia de covid-19. De acordo com a pasta, em 2025, todas as vacinas do calendário infantil apresentaram aumento de cobertura em relação a 2022.

A tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, chegou a 92,96% de cobertura, ante 80,7% em 2022, mantendo o Brasil livre do sarampo, mesmo diante do avanço de casos na América do Norte.

A vacinação contra o HPV, que previne o câncer de colo de útero, também avançou. A cobertura chegou a 86,11% entre meninas de 9 a 14 anos e a 74,46% entre os meninos. No público feminino, o índice é cinco vezes superior à média mundial.

No caso da meningite, a cobertura da vacina meningocócica ACWY passou de 45,8% em 2022 para 67,75% em 2025. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/fZd1gPk_dy6vgw8i8A3yNj-IWmY=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/pzzb8873.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 12:03:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Vacinação, nas, escolas, segue, até, dia, meta, imunizar, milhões</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Saúde envia 2,2 milhões de doses da vacina de covid&#45;19 aos estados</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-envia-22-milhoes-de-doses-da-vacina-de-covid-19-aos-estados</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-envia-22-milhoes-de-doses-da-vacina-de-covid-19-aos-estados</guid>
<description><![CDATA[ O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (16) ter enviado 2,2 milhões de novas doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. Segundo a pasta, a ação garante estoque suficiente para atender às demandas regionais. 

Em nota, o ministério destacou que, com a entrega, o total de doses contra a covid-19 distribuídas nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões. “Os estoques estão garantidos em todo o país”, reforçou a pasta no comunicado. 

Entenda 

Notícias relacionadas:Programa de saúde do governo já atendeu mais de 24 mil indígenas .Estudo alerta para relação da dengue com a Síndrome de Guillain-Barré.Anvisa cria grupo de trabalho para uso seguro de canetas emagrecedoras.As vacinas ofertadas via Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizadas contra as cepas em circulação e são recomendadas de forma prioritária para grupos considerados mais vulneráveis.

O ministério é responsável por manter um estoque que atenda todo o país. A distribuição das doses às unidades de saúde e a organização da logística local são de responsabilidade dos estados e municípios, que gerenciam seus estoques, controle de validade e aplicação das doses.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Números

Entre janeiro e março deste ano, a pasta informou ter enviado 4,1 milhões de doses aos estados, com 2 milhões aplicadas. 

“A nova remessa, com mais 2,2 milhões de doses enviada nesta semana, dá continuidade ao envio regular e se soma aos estoques regionais para crianças e adultos, reforçando a estratégia de ampliação da cobertura vacinal.”

Quem deve se vacinar

O esquema de vacinação contra a covid-19 no Brasil segue diretrizes estruturadas conforme faixa etária e condições de saúde, com foco na proteção de grupos mais vulneráveis, conforme descrito abaixo: 


	Idosos (a partir de 60 anos): duas doses, com intervalo de seis meses entre elas
	Gestantes: uma dose a cada gestação, em qualquer idade e fase gestacional, respeitando intervalo mínimo de seis meses desde a última dose
	Crianças de 6 meses a menores de 5 anos: esquema básico de duas ou três doses, conforme o imunizante
	Pessoas imunocomprometidas (a partir de 6 meses de idade): esquema básico com três doses e recomendação de doses periódicas (uma dose semestral, com intervalo mínimo de seis meses)
	População geral (5 a 59 anos): uma dose para pessoas não vacinadas anteriormente


A estratégia de vacinação também contempla outros grupos, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, povos indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas, população privada de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios.

A orientação do ministério é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e manter a imunização em dia.

Cenário epidemiológico

Até 11 de abril de 2026, foram registrados 62.586 casos de síndrome gripal por covid-19. Também foram notificados 30.871 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), sendo 4,7% por covid-19 (1.456 casos), além de 188 óbitos por SRAG causados por covid-19.

“Diante desse cenário, a vacinação continua sendo a principal forma de proteção. As vacinas oferecidas gratuitamente pelo SUS são seguras e eficazes para prevenir casos graves, hospitalizações e óbitos. Por isso, é fundamental manter o esquema vacinal atualizado, especialmente entre os grupos mais vulneráveis”, concluiu o ministério.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/us3CmcroxsrqAqEzflfuMrMt-Yk=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/04/11/imagem_do_whatsapp_de_2024-04-11_as_14.17.46_d2c73be1.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 09:43:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Saúde, envia, 2, 2, milhões, doses, vacina, covid-19, aos, estados</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Opas: &amp;quot;Já eliminamos o sarampo das Américas e podemos fazer de novo&amp;quot;</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/opas-ja-eliminamos-o-sarampo-das-americas-e-podemos-fazer-de-novo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/opas-ja-eliminamos-o-sarampo-das-americas-e-podemos-fazer-de-novo</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Ao comentar o retorno do sarampo nas Américas, o diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Jarbas Barbosa, disse nesta quinta-feira (23) que o principal desafio a ser enfrentado na região não é a disponibilidade de doses de vacina, mas alcançar aqueles que permanecem sem imunização.


“Há uma percepção de baixo risco [da doença], há falta de informação e há obstáculos ao acesso [à vacina], que terminam por contribuir com essa situação. E, quando a cobertura dessa vacina cai, o vírus volta. É simples assim. O sarampo é uma das doenças mais infecciosas conhecida.”


Notícias relacionadas:Ministério da Saúde alerta para risco de casos de sarampo após Copa.Saúde está em alerta máximo por aumento do sarampo nas Américas.São Paulo tem primeiro caso de sarampo em 2026.Durante coletiva de imprensa, Jarbas lembrou que as Américas foram a primeira região do mundo a eliminar o sarampo em 2016. O status foi perdido dois anos depois, em 2018. Em 2024, a região reconquistou o certificado de eliminação da doença e, no ano seguinte, perdeu novamente o status.

Dados da Opas mostram que, em 2025, 14.767 casos confirmados de sarampo foram relatados em 13 países das Américas – 32 vezes mais que no ano anterior. Já em 2026, 15,3 mil casos confirmados foram relatados até o início de abril, sendo que México Guatemala, Estados Unidos e Canadá respondem pela maioria deles.

Os números mostram ainda que, no ano passado, 32 mortes relacionadas à doença foram relatadas nas Américas. Já no primeiro trimestre de 2026, pelo menos 11 óbitos foram comunicados, a maior parte deles em populações mais vulneráveis, que enfrenta maiores obstáculos no acesso a serviços e atendimento médico.


“Esse retorno do sarampo às Américas significa um atraso e precisamos realmente reverter isso por meio de ação decisiva”, disse Jarbas.


Ele alertou que um único caso da doença pode levar a um surto caso não se alcance cobertura vacinal acima de 95% com as duas doses previstas no esquema.

Segundo o diretor da Opas, ao longo dos últimos 25 anos, a vacinação contra o sarampo preveniu mais de 6 milhões de mortes nas Américas.

“Já eliminamos o sarampo e podemos fazer de novo. Mas isso vai requerer compromisso político sustentável, investimentos em saúde pública e também ações decisivas para reconstruir a confiança nas vacinas e combater a desinformação. Tenho confiança de que poderemos recuperar o status da região como livre do sarampo. Já fizemos isso duas vezes e podemos fazer uma terceira vez”.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Brasil

Apesar do contexto regional, o Brasil mantém o status de país livre da circulação endêmica do vírus do sarampo, conquistado em 2024.

Em 2025, o país registrou 3.952 casos suspeitos, dos quais 3.841 foram descartados, 46 permanecem em investigação e 38 foram confirmados. Destes, dez foram importados, 25 foram classificados como relacionados à importação e três apresentaram fonte de infecção desconhecida.

Em 2026, até meados de março, o Brasil registrou 232 casos suspeitos e confirmou dois casos: uma criança de 6 meses, residente em São Paulo e com histórico de viagem à Bolívia; e uma jovem de 22 anos, residente no Rio de Janeiro, com investigação em andamento; ambas não vacinadas.

Sobre o sarampo

O sarampo é uma doença viral infecciosa aguda altamente contagiosa e potencialmente grave. Sua transmissão acontece principalmente por via aérea ou gotículas respiratórias ao tossir, espirrar, falar ou respirar. O vírus causador da infecção pode se disseminar rapidamente em ambientes com grande concentração de pessoas.

Entre os sintomas figuram febre, tosse, coriza, perda de apetite e conjuntivite, com olhos vermelhos, lacrimejantes e fotofobia. 

Há também manchas vermelhas na pele. Erupções começam no rosto, na região atrás da orelha, e se espalham pelo corpo. A pessoa também pode sentir dor de garganta.

A pele pode descamar, como se fosse queimadura. O sarampo pode causar condições graves como cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro).

Vacinação

A principal forma de prevenção contra a doença é a vacinação, oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e que faz parte do calendário básico de vacinação infantil.

A primeira dose deve ser tomada aos 12 meses de idade, com o imunizante tríplice viral, que protege também contra a caxumba e a rubéola. A segunda dose é aplicada aos 15 meses.

Qualquer pessoa com até 59 anos que não tenha comprovante de imunização ou não tenha completado o esquema vacinal deve atualizar a carteira de vacinação.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/BHQzgGeGEC-pUnxtrbpf9AQ5o6I=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_6414df.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 09:40:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Opas:, Já, eliminamos, sarampo, das, Américas, podemos, fazer, novo</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Estado de São Paulo tem mais duas mortes por febre amarela</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/estado-de-sao-paulo-tem-mais-duas-mortes-por-febre-amarela</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/estado-de-sao-paulo-tem-mais-duas-mortes-por-febre-amarela</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Estado de São Paulo registrou três novos casos de febre amarela, segundo comunicado desta quinta-feira (23) da Secretaria da Saúde local. Dois pacientes que moravam no Vale do Paraíba morreram.

As vítimas da ação do vírus são dois homens, um de 56 anos e outro de 53 anos. Eles eram residentes da cidade de Lagoinha.

Notícias relacionadas:Estado de São Paulo tem morte provocada por febre amarela.SP: quem tomou vacina fracionada da febre amarela deve completar ciclo.O terceiro caso foi registrado na região de Sorocaba, na cidade de Araçariguama, mas o homem de 43 anos conseguiu se curar.

Na semana passada houve o registro de outros três casos da doença, sendo que um homem de 38 anos, da cidade de Cunha, morreu. Em Cruzeiro, dois pacientes se curaram. Estas duas cidades também estão na região do Vale do Paraíba.

Em todos os casos registrados neste ano, os pacientes não tinham histórico de vacinação. A Secretaria da Saúde de São Paulo reforça que a vacina — que é gratuita — é a medida mais importante e eficaz para prevenir a febre amarela.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Vacine-se

A vacina contra a febre amarela está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e em postos de saúde do SUS.

Crianças devem receber uma dose aos 9 meses e, depois, um reforço aos 4 anos de idade. Quem recebeu uma dose antes dos 5 anos deve tomar reforço.

Pessoas de 5 a 59 anos que não foram vacinadas também têm de receber a dose. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/t4OuVQdI6cyce7FDTfgpdZpEcYc=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/1112115-rj_tmazs_abr_031420188965.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 09:40:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Estado, São, Paulo, tem, mais, duas, mortes, por, febre, amarela</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Nascer HEJ oferece atividades gratuitas para gestantes em Jataí</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/nascer-hej-oferece-atividades-gratuitas-para-gestantes-em-jatai</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/nascer-hej-oferece-atividades-gratuitas-para-gestantes-em-jatai</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202604/image_870x580_69ea67fbb63c5.jpg" length="66462" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 15:43:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>VACINAÇÃO: Goiás recebe mais de 21 mil doses da vacina contra a covid&#45;19</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacinacao-goias-recebe-mais-de-21-mil-doses-da-vacina-contra-a-covid-19</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacinacao-goias-recebe-mais-de-21-mil-doses-da-vacina-contra-a-covid-19</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202604/image_870x580_69ea5b57c78bb.jpg" length="49095" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 14:48:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Falta de apoio psicológico agrava a sobrecarga de mulheres que criam filhos com autismo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/falta-de-apoio-psicologico-agrava-a-sobrecarga-de-mulheres-que-criam-filhos-com-autismo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/falta-de-apoio-psicologico-agrava-a-sobrecarga-de-mulheres-que-criam-filhos-com-autismo</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202604/image_870x580_69ea59014c9ad.jpg" length="113617" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 14:38:23 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa aprova Mounjaro para criança e adolescente com diabetes tipo 2</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-aprova-mounjaro-para-crianca-e-adolescente-com-diabetes-tipo-2</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-aprova-mounjaro-para-crianca-e-adolescente-com-diabetes-tipo-2</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (22) o uso do medicamento Mounjaro para tratar diabetes tipo 2 em crianças a partir de 10 anos. Até então, a indicação era apenas para uso adulto. 

Em nota, a Anvisa informou que as demais indicações do medicamento permanecem para uso adulto. “A única mudança foi a ampliação da população-alvo para tratamento de diabetes, que era apenas de uso adulto e agora passa a ser de uso pediátrico”.  

Notícias relacionadas:Anvisa discute norma para manipulação de canetas emagrecedoras.Anvisa cria grupo de trabalho para uso seguro de canetas emagrecedoras.Anvisa e conselhos da saúde assinam carta sobre canetas emagrecedoras.O Mounjaro é um dos diversos medicamentos  da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Manipulação

Na próxima semana, a diretoria colegiada da Anvisa discute uma proposta de instrução normativa sobre procedimentos e requisitos técnicos que tratarão da manipulação de canetas emagrecedoras.

A nova norma fará parte de um conjunto de estratégias que integram o plano de ação anunciado no último dia 6, composto por medidas regulatórias e de fiscalização relacionadas a esse tipo de medicamento.

Grupos de trabalho

Na semana passada, a agência publicou portarias que criam dois grupos de trabalho para dar suporte à atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes que utilizam canetas emagrecedoras.

O primeiro grupo, formalizado pela Portaria 488/2026, será formado por representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO).

Já a Portaria 489/2026 institui o segundo grupo, que vai acompanhar e avaliar a implementação de um plano de ação proposto pela Anvisa e subsidiar a tomada de decisão da diretoria colegiada a partir da proposição de medidas de aprimoramento.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/tMZu2JHgY-mZVwmZZkjpcOkNDtk=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/22/2018-11-14t113311z_421806139_mt1spyf0229739_rtrmadp_3_science-photo-library_0.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 08:29:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, aprova, Mounjaro, para, criança, adolescente, com, diabetes, tipo</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Chikungunya: Dourados decreta calamidade; vacinação começa segunda</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/chikungunya-dourados-decreta-calamidade-vacinacao-comeca-segunda</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/chikungunya-dourados-decreta-calamidade-vacinacao-comeca-segunda</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O avanço da epidemia de chikungunya no município de Dourados (MS) fez com que a prefeitura decretasse situação de calamidade em saúde pública. Os casos, antes concentrados na Reserva Indígena de Dourados, são agora registrados também nos bairros da cidade.

Em 20 de março, o prefeito Marçal Filho já havia editado decreto declarando situação de emergência em saúde pública no município. Uma semana depois, ele editou outro decreto, declarando situação de emergência em defesa civil nas áreas afetadas por casos de chikungunya.

Notícias relacionadas:Goiás tem 42% dos casos de síndrome respiratória até 2 anos de idade.Estudo alerta para relação da dengue com a Síndrome de Guillain-Barré.Saúde envia 2,2 milhões de doses da vacina de covid-19 aos estados.Em nota, a prefeitura informou que o terceiro decreto segue orientações do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), criado para coordenar o enfrentamento à epidemia na reserva indígena e no perímetro urbano do município.

O comunicado cita ainda cenário epidemiológico crítico em Dourados, com elevado número de notificações de chikungunya, ultrapassando 6.186 casos prováveis, além de uma taxa de positividade para a doença de 64,9%.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Segundo a nota, também foram levados em consideração dados do Departamento de Gestão do Complexo Regulador do município, que demonstram a extrapolação da capacidade instalada, com taxa de ocupação de leitos de internação em aproximadamente 110%, o que configura &quot;impossibilidade de resposta assistencial oportuna até mesmo para casos graves”, afirma o comunicado

O decreto de situação de calamidade em saúde pública tem validade de 90 dias.

Vacinação

A previsão é que a campanha de vacinação contra o chikungunya em Dourados comece na próxima segunda-feira (27). O primeiro caminhão com as doses chegou ao município na noite da última sexta-feira (17).

Nesta quarta (22) e quinta-feira (23), a prefeitura vai trabalhar na capacitação de profissionais de enfermagem para esclarecer a população sobre restrições à vacina e para identificar eventuais comorbidades antes de aplicação da dose.

Regras definidas pelo Ministério da Saúde preveem que apenas pessoas com mais de 18 anos e menos de 60 anos podem receber a vacina. A meta é vacinar pelo menos 27% da população-alvo, o que corresponde a cerca de 43 mil pessoas.

A dose não pode ser aplicada nos seguintes casos:


	gestantes ou lactantes;
	pessoas que façam uso de medicamentos imunossupressores, como corticóides em altas doses;
	pessoas com imunodeficiência congênita;
	pessoas que estão em tratamento de câncer com uso de quimioterapia e radioterapia; em transplantados de órgão sólido;
	transplantados de medula óssea há menos de dois anos;
	pessoas com HIV/aids;
	pessoas com doenças autoimunes, como lúpus e artrite reumatóide;
	pessoas com pelo menos duas condições médicas crônicas, incluindo diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca, arritmia cardíaca, doença pulmonar crônica, doença renal crônica, obesidade, doença hepática crônica e câncer (em tratamento ou em remissão).


A vacina também não pode ser aplicada em pessoas que tenham tido chikungunya nos últimos 30 dias; que estejam em estado febril grave; que tenha recebido outra vacina de vírus atenuado nos últimos 28 dias; e/ou que tenham recebido vacina de vírus inativado nos últimos 14 dias.

A expectativa da prefeitura é que a imunização aconteça de forma mais lenta, já que, antes de receber a dose, o público-alvo precisa passar por avaliação do profissional de saúde. Na sexta-feira (24), os imunizantes serão distribuídos para todas as salas de vacinação do município, incluindo as unidades da saúde indígena.

O calendário prevê ainda uma ação de vacinação no formato drive-thru no feriado de 1º de maio, Dia do Trabalho, no período das 8h às 12h, no pátio da prefeitura de Dourados.

Aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril de 2025, a vacina contra a chikungunya começa a ser administrada de forma estratégica em regiões de potencial risco de transmissão da doença ao longo dos próximos anos. Cerca de 20 municípios, de seis estados, devem ser contemplados.


“A seleção dos municípios considerou desde fatores epidemiológicos, relacionados à potencial ocorrência de casos de chikungunya em regiões onde o vírus já está circulando, até o tamanho populacional dos municípios e a facilidade operacional de se implementar uma nova vacina no sistema local de saúde em um curto prazo”, informou a prefeitura.


Números

Até a última segunda-feira (20), Dourados registrava 4.972 casos prováveis da doença, sendo 2.074 casos confirmados, além de 1.212 casos descartados e outros 2.900 casos em investigação. Até o momento, foram confirmadas oito mortes em razão de complicações por chikungunya, sendo sete em moradores da reserva indígena.

Repasse federal

No fim de março, o Ministério da Saúde liberou aporte emergencial de R$ 900 mil para ações de vigilância, assistência e controle do chikungunya em Dourados. Em nota, a pasta informou que o valor será transferido em parcela única, do Fundo Nacional de Saúde (FNS) ao fundo municipal.

“Os recursos poderão ser utilizados para intensificar estratégias como vigilância em saúde, controle do mosquito Aedes aegypti, qualificação da assistência e apoio às equipes que atuam diretamente no atendimento à população”, informou a pasta à época.

Sobre a chikungunya

A chikungunya é uma arbovirose cujo agente etiológico é transmitido pela picada de fêmeas infectadas do gênero Aedes. No Brasil, até o momento, o vetor envolvido na transmissão é o Aedes aegypti.

O vírus foi introduzido no continente americano em 2013 e foi responsável por uma epidemia em diversos países da América Central e nas ilhas do Caribe.

No segundo semestre de 2014, o Brasil confirmou, por métodos laboratoriais, a presença da doença nos estados do Amapá e da Bahia. Atualmente, todos os estados registram transmissão do arbovírus.

Em 2023, o ministério cita uma importante dispersão territorial do vírus no país, principalmente em estados da Região Sudeste. Anteriormente, as maiores incidências de chikungunya concentravam-se no Nordeste.

As principais características clínicas da infecção são edema e dor articular incapacitante, mas também podem ocorrer manifestações extra articulares. Casos graves de chikungunya podem demandar internação hospitalar e evoluir para óbito. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/bV1Aya4FOGshpwZ-wo-dzJyhTA8=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/22/achikungunyainterna1_copy.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:05:29 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Chikungunya:, Dourados, decreta, calamidade, vacinação, começa, segunda</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa atualiza limites de cúrcuma em suplementos alimentares</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-atualiza-limites-de-curcuma-em-suplementos-alimentares</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-atualiza-limites-de-curcuma-em-suplementos-alimentares</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou nesta quarta-feira (22) as regras para suplementos alimentares com cúrcuma, também conhecida como açafrão.

Publicada no Diário Oficial da União, a instrução normativa ajusta os limites de uso da substância e aprimora rótulos, para proteger consumidores de riscos à saúde.

Notícias relacionadas:Anvisa discute norma para manipulação de canetas emagrecedoras.Anvisa proíbe canetas emagrecedoras irregulares no Brasil.Anvisa: suplementos com cúrcuma podem trazer risco de danos ao fígado.Em nota, a Anvisa informou que a atualização foi motivada após a identificação, no cenário do monitoramento pós-mercado, de possível risco de danos ao fígado associado ao uso de suplementos e medicamentos com cúrcuma. 

Em março, a agência chegou a publicar um alerta de farmacovigilância, para advertir pessoas que fazem uso dos produtos a respeito dos riscos.

A Anvisa esclareceu, na época, que o risco de toxicidade não está relacionado ao uso da cúrcuma para o preparo de alimentos no dia a dia. O alerta envolvia apenas medicamentos e suplementos, nos quais as concentrações são maiores.

O alerta se baseou em avaliações internacionais que identificaram casos suspeitos de intoxicação hepática em pessoas que utilizaram produtos com cúrcuma ou curcuminoides.

“O problema está associado especialmente a formulações e tecnologias que promovem um aumento na absorção da curcumina em níveis muito acima do consumo normal”, destacou a Anvisa.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Confira as três principais atualizações


	Inclusão obrigatória da seguinte advertência na rotulagem dos suplementos: “Este produto não deve ser consumido por gestantes, lactantes, crianças, pessoas com doenças hepáticas, biliares ou com úlceras gástricas. Pessoas com enfermidades e/ou sob o uso de medicamentos, consulte seu médico.”
	Os limites de consumo da curcumina devem ser calculados pela soma de seus três principais componentes (curcuminoides totais).
	Inclusão dos tetraidrocurcuminoides na lista de ingredientes permitidos, com restrição de mistura desse novo componente com o extrato natural da planta no mesmo produto, para evitar sobrecarga da substância no organismo.
 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/uO9eJaMe5PBo7fSYtnqHT73SWoM=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/01/09/0d7a5833.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:05:29 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, atualiza, limites, cúrcuma, suplementos, alimentares</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Campanha vai aplicar 89 mil doses de vacinas em territórios indígenas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/campanha-vai-aplicar-89-mil-doses-de-vacinas-em-territorios-indigenas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/campanha-vai-aplicar-89-mil-doses-de-vacinas-em-territorios-indigenas</guid>
<description><![CDATA[ O Ministério da Saúde espera aplicar mais de 89 mil doses de vacinas em 650 aldeias indígenas entre 25 de abril a 25 de maio de 2026. Neste período, será realizado o Mês de Vacinação dos Povos Indígenas (MVPI) para 2026, com o objetivo de ampliar o acesso à imunização em territórios indígenas, especialmente em áreas de difícil acesso. O anúncio foi feito nesta segunda-feira pela pasta. 

No ano passado, foram aplicadas mais de 70 mil doses, alcançando 57 mil indígenas. A campanha de 2026 foi anunciada pela secretária de Saúde Indígena, Lucinha Tremembé, na aldeia Barão do Rio Branco, localizada em Mâncio Lima (AC). O município conta três etnias (Puyanawa, Nukini e Nawa), somando cerca de 2 mil indígenas.

Notícias relacionadas:Acampamento Terra Livre termina com pedido para acelerar demarcações  . Em marcha, indígenas revelam orgulho de erguer faixas e bandeiras.Fiocruz mantém alerta para síndrome respiratória grave.De acordo com a secretária, iniciar a mobilização em um território com desafios históricos de acesso é uma decisão estratégica e necessária.


“Nosso objetivo é ampliar a cobertura vacinal justamente em locais de baixa cobertura, garantindo que a informação chegue de forma clara e respeitosa, e que a população compreenda a importância da imunização para a proteção individual e coletiva”, disse.



            
        
    
O Ministério da Saúde, anunciou o Mês de Vacinação dos Povos Indígenas (MVPI) para 2026.  Foto: Fábio Maciel/MS


Durante o MVPI, serão ofertados todos os imunobiológicos previstos no Calendário Nacional de Vacinação: Hepatite A; Hepatite B; BCG; Penta (DTP/Hib/Hep B); Pneumocócica 10-valente; Pneumocócica 23-valente (Pneumo 23); VIP (Vacina Inativada Poliomielite); VRH (Vacina Rotavírus Humano); Meningocócica C (conjugada); Meningocócica ACWY (conjugada); Febre amarela; Tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba); Tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela); Varicela (monovalente); DTP (tríplice bacteriana); dTpa; HPV quadrivalente (papilomavírus humano); Influenza; e Covid-19.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

A iniciativa é realizada desde 2010 e está integrada à 24ª Semana de Vacinação nas Américas e à 15ª Semana Mundial de Imunização, que iniciam no dia 25 e seguem até 2 de maio. Coordenada pela Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), a campanha reforça a proteção contra doenças imunopreveníveis e contribui para o fortalecimento da atenção primária, por meio da busca ativa de indígenas ainda não imunizados.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/RK0hVd9MrRqfoln7hhboewj9D0g=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/07/pzzb9661.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 07:58:54 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Campanha, vai, aplicar, mil, doses, vacinas, territórios, indígenas</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Novo aparelho vai acelerar tratamento de câncer infantil em São Paulo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/novo-aparelho-vai-acelerar-tratamento-de-cancer-infantil-em-sao-paulo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/novo-aparelho-vai-acelerar-tratamento-de-cancer-infantil-em-sao-paulo</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Hospital Graacc, especializado em tratamento de crianças com câncer, já conta com um novo acelerador linear, equipamento usado para radiografia de última geração. A expectativa é que o aparelho aumente a capacidade de tratamento de 150 para 250 pacientes por mês.

O equipamento, da marca Elekta, modelo Versa HD, custa cerca de R$ 9 milhões e substituiu o acelerador antigo da instituição, com ganhos em precisão, qualidade e rapidez de tratamento. Também permite a realização de sessões mais breves e específicas.

Notícias relacionadas:Saúde envia 2,2 milhões de doses da vacina de covid-19 aos estados.Saúde incorpora transplante da membrana amniótica para tratar diabetes.O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esteve na unidade nesta quinta-feira (16) e explicou as vantagens desse tipo de aquisição e sua relação com o atual programa de financiamento de terapias de alto custo realizado pelo Ministério.


“Vamos chegar esse ano pela primeira vez com pelo menos um aparelho destes em cada estado do Brasil. O último que falta é no estado de Roraima, mas os equipamentos já estão lá e a gente vai inaugurar esse ano”, disse Padilha.


O Ministério da Saúde também vai ampliar o custeio de equipamentos, com aumento do valor pago por sessão para as unidades que fazem atendimentos de alto custo ou tratamentos de câncer. O aumento para esse tipo de radioterapia será de 30%, dentro do programa Agora Tem Especialistas.


“Para nós, o maior impacto é na qualidade do atendimento, além de ser mais moderna é uma máquina mais rápida e é mais precisa. A quantidade de radiação que a criança acaba recebendo é bem menor, assim como os efeitos colaterais. A precisão do feixe radioativo é da ordem de milímetros, o que é decisivo quando você pensa numa criança”, explicou para a Agência Brasil o CEO do Hospital Graac, André Negrão.


A equipe atende hoje cerca de 15 pacientes com o aparelho recém instalado, com a perspectiva retomar o atendimento a 150 pacientes. O potencial é atender até 250 pacientes por mês quando a máquina estiver plenamente operacional.

Os aparelhos modernos permitirão também um volume maior de atendimento nas outras unidades, como o Hospital São Paulo, da Unifesp, que também inaugurou um aparelho pelo programa Agora Tem Especialistas hoje. 

Apenas neste programa foram 13 aceleradores lineares, de um total de 20 aparelhos avançados para tratamento de câncer. Isso leva a uma expectativa maior de formação de quadros técnicos especializados.

“São profissionais como médicos residentes, fisioterapeutas, enfermeiros e radiologistas,  que aprendem cada vez mais em centros especializados como esse”, ponderou Padilha.

Diagnósticos

Padilha ressaltou que houve aceleração da capacidade de diagnósticos com um convênio baseado em telemedicina junto ao hospital A.C. Camargo, da capital paulista.

“Algumas regiões demoravam seis meses para fechar um diagnóstico. Hoje os dados são enviados, analisados por um anatomopatologista, que é um médico especializado que faz a leitura da biópsia, com experiência no diagnóstico do câncer, e esse resultado demora cerca de duas semanas” comemorou o ministro, ressaltando que o tratamento mais rápido também significa mais chance de sobrevivência. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/q_ovCmqCW93SMBsrmYv_Zf3H8vU=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/16/_int5437.jpg.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 09:43:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Novo, aparelho, vai, acelerar, tratamento, câncer, infantil, São, Paulo</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Instituições preparam orientações para reforçar pesquisas sobre vapes</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/instituicoes-preparam-orientacoes-para-reforcar-pesquisas-sobre-vapes</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/instituicoes-preparam-orientacoes-para-reforcar-pesquisas-sobre-vapes</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Instituto Nacional de Câncer (Inca), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e outras instituições de pesquisa trabalham em uma carta conjunta com recomendações e orientações para estudos sobre dispositivos eletrônicos para fumar (DEF), como cigarros eletrônicos, vapes e similares.

O documento será assinado pelo diretor-geral do Inca, Roberto Gil, pela vice-presidente adjunta de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz, Patricia Canto, e por representantes de universidades e instituições de pesquisa de todo o país. 

Notícias relacionadas:Anvisa proíbe canetas emagrecedoras irregulares no Brasil.Casos de dengue no Brasil caem 75% em 2026 .OCDE: geração atual vive mais, mas com múltiplas doenças crônicas.As diretrizes foram debatidas nesta terça (14) e quarta-feira (15) no seminário Construindo uma Agenda de Pesquisa Prioritária sobre Dispositivos Eletrônicos para Fumar para o Brasil, no Rio de Janeiro.

Os pesquisadores partiram de um levantamento, realizado entre 2019 e março de 2025, que identificou 59 estudos sobre os impactos dos DEFs na literatura científica nacional. 

As pesquisas analisadas abordam desde os danos à saúde humana até dados epidemiológicos sobre experimentação e uso, além de aspectos regulatórios e de políticas públicas.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

O diretor-geral do Inca afirmou que o seminário representou um esforço coletivo para identificar lacunas e prioridades de pesquisa sobre esses dispositivos. 

“Queremos fortalecer a base científica que orienta as políticas públicas e ampliar a capacidade de resposta do País a esse desafio, que representa uma ameaça à saúde da população brasileira, sobretudo das novas gerações”, destacou Roberto Gil.

Pesquisadora e coordenadora substituta do Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde (Cetab/Fiocruz), Ana Paula Natividade disse que o encontro buscou organizar o conhecimento existente e apontar caminhos para novas investigações que fortaleçam a saúde pública.

“O avanço acelerado desses produtos e das estratégias da indústria do tabaco exige respostas científicas igualmente rápidas e coordenadas”. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/Q7Cwz4JSawnltz7SL5mRqQCP8GU=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_ja_8741_0.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 09:16:52 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Instituições, preparam, orientações, para, reforçar, pesquisas, sobre, vapes</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa proíbe canetas emagrecedoras irregulares no Brasil</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-proibe-canetas-emagrecedoras-irregulares-no-brasil</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-proibe-canetas-emagrecedoras-irregulares-no-brasil</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão dos medicamentos Gluconex e Tirzedral, produzidos por empresa não identificada. A medida também proíbe a comercialização, a distribuição, a importação e o uso dos produtos. 


“Amplamente divulgados na internet e vendidos como medicamentos injetáveis de GLP-1, os produtos são conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras, mas não têm registro, notificação ou cadastro na Anvisa”, informou a agência. 


Notícias relacionadas:Casal é preso com canetas emagrecedoras e anabolizantes do Paraguai.Anvisa vai aumentar fiscalização de canetas emagrecedoras manipuladas.Em nota, a Anvisa destacou que, por se tratarem de produtos irregulares e de origem desconhecida, “não há qualquer garantia quanto ao seu conteúdo ou à sua qualidade&quot;. Por isso, não devem ser utilizados em nenhuma hipótese”. 

“Profissionais de saúde e pacientes que identificarem produtos das marcas e lotes citados podem entrar em contato com a agência, por meio dos canais de atendimento, ou com a vigilância sanitária local, utilizando os contatos disponíveis no portal da Anvisa.”

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Paraguai

Na última segunda-feira (13), a Polícia Civil do Rio de Janeiro interceptou um ônibus que vinha do Paraguai com contrabando de canetas emagrecedoras e anabolizantes, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

O veículo vinha sendo monitorado por suspeita de transportar material ilegal. No momento da abordagem, havia 42 passageiros no ônibus, que foram conduzidos à Cidade da Polícia.

Um casal que embarcou em Foz do Iguaçu, no Paraná, foi preso em flagrante, com grande quantidade de produtos de origem paraguaia colocados à venda irregularmente no território nacional, como anabolizantes e mil frascos de canetas emagrecedoras, contendo a substância tirzepatida.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/M11J3RtkmTOcNQWy960pElfn-mc=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/15/gluconex-e-tirzedral-1776253604950_v2_900x506.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 09:16:52 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, proíbe, canetas, emagrecedoras, irregulares, Brasil</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Governo abre consulta pública sobre genéricos e similares veterinários</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-abre-consulta-publica-sobre-genericos-e-similares-veterinarios</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-abre-consulta-publica-sobre-genericos-e-similares-veterinarios</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) abriu uma consulta pública, pelo prazo de 45 dias, para a minuta da Portaria 1.590/2026, que estabelece o regulamento técnico para registro de medicamentos genéricos e de similares intercambiáveis de uso veterinário.

A chamada para contribuições tem o objetivo de receber sugestões de melhorias e esclarecimentos do texto para uma futura legislação.

Notícias relacionadas:Supermercados já podem vender medicamentos; entenda.Hospital veterinário municipal passa a funcionar 24 horas em São Paulo.As sugestões devem ser tecnicamente fundamentadas e deverão ser encaminhadas por meio do Sistema de Monitoramento de Atos Normativos (Sisman), da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa. 

É necessário estar cadastrado previamente no Solicita.

A minuta da portaria estabelece distinções entre os tipos de medicamentos de uso veterinário:


	medicamento de referência:  o medicamento registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária e que possui eficácia e segurança comprovadas, de acordo com os requisitos estabelecidos em normas vigentes.
	medicamento genérico: identificado apenas pela Denominação Comum Brasileira (DCB), de cada princípio ativo. É expressamente proibido o uso de nome comercial.
	similar intercambiável: identificado por nome comercial, que foi registrado com base em estudos de comparabilidade com medicamento de referência indicado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. Este tipo não pode usar apenas a DCB ou  Denominação Comum Internacional (DCI) da substância ativa como marca comercial do produto.


&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Portaria

De acordo com a portaria, a equivalência terapêutica ficará comprovada quando dois medicamentos equivalentes farmacêuticos possuírem a mesma eficácia, segurança e período de carência, quando administrados na mesma dose e via de administração.

A comprovação de bioequivalência ou da equivalência farmacêutica deverá ser realizada por um laboratório reconhecido.

As compras governamentais de medicamentos de uso veterinário e as prescrições de medicina veterinária deverão adotar obrigatoriamente a denominação genérica do princípio ativo (Denominação Comum Brasileira - DCB) ou, na sua falta, a Denominação Comum Internacional (DCI).

Nas aquisições de medicamentos, o medicamento genérico, quando houver, terá preferência sobre os demais em condições de igualdade de preço.

Nas prescrições de medicina veterinária, é opcional o acréscimo do nome comercial ou da marca do medicamento.

As empresas que possuem produtos com nomes que usam a DCB/DCI, mas que não são genéricos, têm dois anos para alterar o nome comercial e retirar a denominação genérica da marca, a partir da publicação do texto final da portaria.

O Mapa também estabelece que todas as embalagens dos medicamentos genéricos devem ter a frase Medicamento genérico de uso veterinário.

Exceções

A regulação da portaria do Ministério da Agricultura sob consulta pública não abrange os seguintes produtos de uso veterinário:


	     produtos biológicos;
	     fitoterápicos;
	     derivados do plasma e do sangue;
	     cosméticos veterinários;
	     produtos com fins diagnósticos;
	     radiofármacos; e
	     gases medicinais.


Após a escuta da sociedade, em 29 de maio o Mapa fará a consolidação, análise e resposta das contribuições recebidas, em prazo a ser definido pela pasta. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/4Vz1Kz2dMiLlRzqsWgIqLuR6iB4=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/01/30/pets_doacao_34.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 08:13:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Governo, abre, consulta, pública, sobre, genéricos, similares, veterinários</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Desinformação sobre câncer de pele afeta diagnóstico, diz instituição</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/desinformacao-sobre-cancer-de-pele-afeta-diagnostico-diz-instituicao</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/desinformacao-sobre-cancer-de-pele-afeta-diagnostico-diz-instituicao</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Pesquisadores da Fundação do Câncer afirmam que os bancos de dados oficiais sobre a doença no Brasil carecem de informações relevantes para o diagnóstico precoce e o tratamento da doença que, só em 2023, matou a 5.588 pessoas no país.

Ao analisar dados dos Registros Hospitalares de Câncer (RHC), do Integrador dos Registros Hospitalares de Câncer (IRHC) e do Sistema de Informação sobre Mortalidade, epidemiologistas e estatísticos da instituição identificaram lacunas consideradas relevantes na definição de políticas públicas de prevenção. Entre elas, a falta de informações sobre raça e cor da pele (mais de 36% dos casos) e escolaridade (cerca de 26%) dos pacientes.


Notícias relacionadas:Campanha vai aplicar 89 mil doses de vacinas em territórios indígenas.Doula: regulamentação reforça integração da categoria ao SUS.Pré-natal integral é menor entre indígenas e mulheres com pouco estudo.“As informações são importantes em um país como o nosso, onde a radiação ultravioleta é muito alta ou extremamente alta&quot;, afirma, em nota, o epidemiologista Alfredo Scaff, coordenador do estudo.


Segundo Scaff, os dados podem direcionar ações de prevenção e até auxiliar na detecção e no tratamento precoces do câncer de pele, contribuindo para a redução do diagnóstico tardio.

A Região Sudeste (ES, MG, RJ e SP) foi a que apresentou maior percentual de falta de informações sobre raça/cor da pele, tanto para casos de câncer de pele não melanoma (66,4%) quanto para o mais grave, porém mais raro, o melanoma (68,7%).


“Essa incompletude limita análises mais precisas sobre desigualdades raciais.”



&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

A região Centro-Oeste (DF, GO, MS e MT) foi a que apresentou o maior percentual de falta de informação sobre escolaridade, tanto em casos de câncer não melanoma (74%) quanto do tipo melanoma (67%).

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de pele é o mais comum no Brasil.

Os principais tipos são os carcinomas basocelular (que atinge as células basais, localizadas na camada mais superficial da pele) e espinocelular (que se desenvolve nas chamadas células escamosas, também localizadas na epiderme). Já o melanoma, que se origina nos melanócitos (células produtoras de melanina), é menos frequente, mas apresenta maior agressividade e potencial de disseminação.

O Inca estima que, entre 2026 e 2028, devem ser registrados, anualmente, cerca de 263.282 novos casos de câncer de pele não melanoma e 9.360 de câncer melanoma. A previsão é que a maioria seja identificada na região Sul (PR, RS e SC) que, em 2024, apresentou as mais elevadas taxas de mortalidade por câncer de pele melanoma, sobretudo entre homens.

Estudo

Com base em dados oficiais do Inca, a Fundação do Câncer aponta, em estudo divulgado hoje (14), que, entre 2014 e 2023, foram registrados 452.162 casos de câncer de pele no Brasil.

A doença é mais comum entre pessoas a partir dos 50 anos de idade. O câncer de pele não melanoma vitima mais os homens, enquanto o do tipo melanoma afeta homens e mulheres indistintamente, em todas as regiões.

A exposição à radiação ultravioleta é o principal fator de risco para todos os tipos de câncer de pele. O perigo varia conforme a cor da pele, sendo maior em indivíduos de pele clara, e depende da intensidade e do padrão de exposição solar. Outros fatores estão relacionados ao histórico familiar da doença, presença de pintas benignas com aparência irregular (nevos displásicos); múltiplos e histórico de queimaduras solares intensas e fatores de risco ocupacionais e ambientais, como a exposição a alguns produtos.


“Como a radiação ultravioleta é o principal fator de risco para o câncer de pele, logo vêm à mente das pessoas duas coisas: praia e protetor solar, mas esse não é o único meio de risco e proteção”, alerta Scaff.


“É prioritário pensarmos que pessoas que trabalham ao ar livre têm grande risco de desenvolver o câncer de pele, como garis, policiais, trabalhadores da construção civil e da agricultura, entre outros. O agro é muito forte no Brasil. Portanto, temos que pensar no protetor solar, mas também nos demais equipamentos de proteção individual, como blusas, chapéus e até óculos com proteção UV”, disse.

O pesquisador destacou ainda o risco da exposição a fontes artificiais, como câmeras de bronzeamento.


“Uma exposição intensa e intermitente, especialmente com queimaduras solares na infância e adolescência, aumenta o risco de melanoma, enquanto a exposição crônica está mais associada aos cânceres de pele não melanoma.”


A Agência Brasil entrou em contato com o Ministério da Saúde, que ainda está analisando os resultados da pesquisa da Fundação do Câncer, e aguarda uma manifestação. Clique aqui para acessar o estudo completo. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/Vhy0sRA9PfBd6hoZMHaRFb_4kK0=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/cancer_de_pele_melanoma20220520_0621.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 08:13:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Desinformação, sobre, câncer, pele, afeta, diagnóstico, diz, instituição</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Pré&#45;natal integral é menor entre indígenas e mulheres com pouco estudo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/pre-natal-integral-e-menor-entre-indigenas-e-mulheres-com-pouco-estudo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/pre-natal-integral-e-menor-entre-indigenas-e-mulheres-com-pouco-estudo</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				No Brasil, quase todas as grávidas (99,4%) fazem pelo menos uma consulta de pré-natal, mas o acesso a esse atendimento, fundamental para a saúde da mãe e do bebê, diminui, ao longo da gestação, para as mulheres indígenas, com menos escolaridade e do Norte do país. É o que revela um estudo divulgado nesta segunda-feira (13), e elaborado por pesquisadores do Centro Internacional de Equidade em Saúde da Universidade Federal de Pelotas (ICEH/UFPel), em parceria com a Umane, organização sem fins lucrativos que tem por objetivo assegurar a qualidade e universalidade do sistema público de saúde.

Em média, considerados todos os perfis de gestantes, a cobertura entre a primeira e a sétima consulta cai de 99,4% para 78,1%. O ideal é que o acompanhamento tenha início assim que elas confirmarem a gestação ou mesmo desconfiarem que estejam grávidas, preferencialmente até a 12ª semana de gestação.

Notícias relacionadas:Lula sanciona lei que regulamenta a profissão de doula.Governo reforça SUS com 760 profissionais em enfermagem obstetrícia.Gestantes de áreas vulneráveis têm risco maior de perder bebê.De acordo com a pesquisa, as grávidas com menor escolaridade são as que menos completam o pacote de consultas do pré-natal. De um lado, estão gestantes com maior nível de educação formal (86,5%) e, na outra ponta, com o percentual caindo para quase a metade, as que ficaram mais tempo fora da escola (44,2%). 

Também se destacam, como exemplo dos abismos sociais, as indígenas com baixa escolaridade, que acumulam dois fatores como obstáculos à garantia à saúde: o total de anos de estudo formal e a origem étnico-racial. Ao todo, 19% delas conseguiram seguir a quantidade recomendada de idas ao médico para o pré-natal, proporção bastante inferior aos 88,7% de brancas com 12 anos ou mais de escolaridade, parcela mais privilegiada.

As mães indígenas são mais excluídas do que as pretas e pardas, que compõem a população negra. Apenas 51,5% das mulheres de povos originários chegam a finalizar o acompanhamento, contra 84,3% das mulheres brancas, 75,7% das pretas e 75,3% das pardas. Em quase metade dos casos (46,2 pontos percentuais), o acompanhamento das indígenas é abandonado, índice três vezes maior do que o registrado entre mulheres brancas (15,3 pontos percentuais).

Outro contingente desfavorecido é o de gestantes da Região Norte, onde 63,3% têm seu direito ao pré-natal plenamente respeitado. Em seguida vêm o Nordeste (76,1%) e o Centro-Oeste (77%). As regiões com melhores taxas são o Sudeste (81,5%) e o Sul (85%).

Os pesquisadores aconselham, ainda, políticas específicas para as gestantes adolescentes com menos de 20 anos, já que o serviço de pré-natal é integralmente alcançado por apenas 67,7% delas, patamar bem abaixo dos 82,6% observados entre mulheres acima de 35 anos.

O levantamento se baseia em mais de 2,5 milhões de nascimentos registrados no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc), em 2023, pelo Ministério da Saúde.

A especialista Luiza Eunice, pesquisadora responsável pelo estudo no ICEH/UFPel, recorda que é recente o parâmetro de sete consultas no país. O governo federal elevou o número de consultas indicado em 2024, ano em que lançou a Rede Alyne, estratégia para reduzir a mortalidade materna em 25% até 2027 – entre as gestantes negras, a meta é reduzir os casos pela metade.

Nutricionista e doutora em saúde pública, Eunice defende medidas de combate ao racismo estrutural e à discriminação na oferta do cuidado, bem como programas voltados a adolescentes, que visem debater sem tabu a relevância da educação sexual e acabar com o estigma da gravidez nessa fase da vida, para que possam tomar conta de sua saúde e da do bebê. Para ela, as mulheres com menos escolaridade devem ser outro público-alvo, pois é necessário mostrar a elas por que o pré-natal deve ser uma prioridade.

Eunice pondera, ainda, que o avanço depende de fatores como a disponibilização de transporte público que leve as gestantes às unidades de saúde e o vínculo delas com os profissionais da área.


&quot;É esse apoio, esse vínculo, essa captação ativa dessa gestante que vai melhorar a navegação dela para ela retornar às consultas&quot;, disse a pesquisadora.


O reforço em ações pensadas para quem está sob maior vulnerabilidade, ponto colocado por Eunice, é algo que pode trazer resultados também na perspectiva da gerente de Investimento e Impacto Social da Umane, Evelyn Santos. Ela avalia que, embora tenha havido aprimoramentos na atenção primária, suprir certas demandas exige mais empenho do Poder Público.

&quot;Independentemente de onde moram, de cor de pele, de escolaridade, nós temos que ser capazes de fornecer o mesmo pré-natal, adequado, a todas as mulheres e não esperar que a pessoa tenha escolaridade mais elevada para buscar mais ativamente seu pré-natal e o sistema ser mais proativo com essas populações. É isso que faz toda a diferença: ver toda a população e essas vulnerabilidades como um chamado para a ação&quot;, afirmou, em entrevista à Agência Brasil.

Como funciona o pré-natal

O pré-natal serve para se detectar, o mais cedo possível, doenças e condições de saúde, permitindo a médicos especialistas o devido tratamento ou reversão dos sintomas e reduzindo riscos durante o parto. É essencial tanto para a gestante como para o bebê, e o ideal é que o pai da criança também compareça às consultas, para que receba orientações e adote uma postura de cuidado. 

Como salienta a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o pré-natal tem ainda outras funções. Entre elas, fornecer instruções sobre amamentação, uma vez que o aleitamento materno deve ser mantido como única fonte de alimento do bebê até os 6 meses de idade. A SBP recomenda que, a partir dos 6 meses, deve-se iniciar a alimentação complementar saudável, e que o leite materno seja mantido como principal fonte de nutrição da criança até os 2 anos ou mais.

O leite da mãe possui todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento da criança, sendo mais saudável do que as chamadas &quot;fórmulas&quot; industrializadas, compradas em mercados e farmácias, pois protege o organismo contra infecções, fortalece seu sistema imunológico e traz outras vantagens, como um vínculo afetivo maior entre mãe e filho. No caso da mãe, o que se observa é a diminuição da probabilidade de desenvolver câncer e ajuda na recuperação pós-parto. 

A frequência das consultas varia conforme o tempo de gravidez. A paciente deve realizá-las uma vez por mês até a 28ª semana (sétimo  mês); a cada 15 dias, da 28ª até a 36ª semana (sétimo ao nono mês); e semanalmente, no final da gestação.

A lista de exames pedidos pelo pediatra, no pré-natal, pode incluir, como informa a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) hemograma, tipagem sanguínea e fator RH, glicemia em jejum, testes rápidos para sífilis e/ou VDRL, teste rápido para HIV – Anti HIV, toxoplasmose IgM e IgG, sorologia para hepatite B (HbsAg), teste de urina I/urocultura.

Também podem ser solicitados uma ecografia obstétrica com função de verificar a idade gestacional (não é obrigatório) ou de acordo com a necessidade clínica, citopatológico de colo do útero, se necessário, exame de secreção vaginal e parasitológico de fezes. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/RPyhw7Ay6JTSexx0Uw0PM5DTpec=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/child-marriage.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 07:58:54 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Pré-natal, integral, menor, entre, indígenas, mulheres, com, pouco, estudo</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Nova lei amplia acesso a terapias e vacinas contra o câncer no SUS</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/nova-lei-amplia-acesso-a-terapias-e-vacinas-contra-o-cancer-no-sus</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/nova-lei-amplia-acesso-a-terapias-e-vacinas-contra-o-cancer-no-sus</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Pacientes de todo o país terão acesso a protocolos mais ampliados de prevenção e controle do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS).

A Lei nº 15.385, publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (13), institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS e o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer.

Notícias relacionadas:Câncer de cabeça e pescoço é o terceiro mais comum no Brasil.Lula sanciona lei do marco regulatório da vacina contra o câncer .Empresas deverão informar trabalhadores sobre cânceres e vacina.O objetivo é modernizar o sistema e garantir acesso a inovações como terapias avançadas, vacinas e novos testes diagnósticos.

A norma foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na sexta-feira (10), quando inauguraram o Centro de Ensino, Simulação e Inovação (Cesin) do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. 

O texto lista os princípios e as diretrizes relacionados à produção e à regulação sanitária de tecnologias contra o câncer no âmbito da política, tais como:


	redução da dependência de importações;
	estímulo à transferência de tecnologia;
	incentivo à formação de parcerias público-privadas;
	valorização da produção nacional;
	capacitação tecnológica e geração de inovação.


&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

A lei elenca também os procedimentos relacionadas à garantia do acesso universal e igualitário a vacinas, medicamentos e produtos de terapia avançada, no âmbito da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer.

Entre os principais pontos estão a gratuidade, a promoção de estratégias de educação em saúde, os critérios para verificação do potencial de resposta terapêutica, além da ampliação do acesso a tratamentos inovadores.

A lei prevê ainda o fortalecimento de parcerias com universidades e centros de pesquisa e o estímulo à criação de startups de biotecnologia voltadas a vacinas e medicamentos oncológicos, além do apoio à aplicação de inteligência artificial em atividades de pesquisa e incentivo à adoção do sequenciamento genético. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/yJsWKa0Pa4N-iiKSz6PfstXUcY8=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/06/27/_int8619.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 17:32:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Nova, lei, amplia, acesso, terapias, vacinas, contra, câncer, SUS</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Câncer de cabeça e pescoço é o terceiro mais comum no Brasil</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/cancer-de-cabeca-e-pescoco-e-o-terceiro-mais-comum-no-brasil</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/cancer-de-cabeca-e-pescoco-e-o-terceiro-mais-comum-no-brasil</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Depois do anúncio do narrador esportivo Luis Roberto, de 64 anos, sobre seu diagnóstico de neoplasia localizada na região cervical, o tema tem chamado a atenção e levantado alertas e dúvidas. 

Neoplasia é o termo médico para descrever o crescimento anormal de células que não morrem no momento certo. Quando localizada na região cervical, significa a formação de tecidos na laringe, faringe ou tireoide, que desencadeia em tumores que podem ser benignos ou malignos. 

Notícias relacionadas:Violência sexual aumenta riscos cardiovasculares em mulheres.Vírus sincicial também traz risco para idosos, alertam especialistas.Padilha defende norma publicitária das Bets parecida com a do cigarro.Segundo o Ministério da Saúde, quando somados todos os tipos, o câncer de cabeça e pescoço configura o terceiro mais incidente no Brasil, com ocorrência maior entre os homens.

Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), indicam que 80% dos tumores de cabeça e pescoço são diagnosticados em estágios avançados, o que desfavorece os prognósticos. A maioria dos casos são tumores na hipofaringe, orofaringe, cavidade oral e laringe. 

O vice-líder do Centro de Referência em Tumores de Cabeça e Pescoço do A.C. Camargo Cancer Center, Thiago Bueno, explica que uma verruga, por exemplo, é um crescimento anormal de células, mas que não faz metástase, então é algo benigno. 


&quot;O crescimento anormal de células que invade os tecidos locais e outros pontos, é maligno. A maioria dos cânceres no pescoço não se originam diretamente nessa região. Geralmente, nascem em algum outro lugar que chamamos grosseiramente de cabeça e pescoço e as células vão para os linfonodos do pescoço, popularmente chamadas de ínguas”, explicou.


Causas e sintomas

De acordo com o médico, os principais fatores de risco para a doença são o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, exposição ao tabagismo e infecção por HPV, além do histórico familiar. 

Entre os sintomas estão sensação de corpo estranho na região, dor, sangramento e dificuldade para engolir, além de cansaço persistente, perda de peso sem explicação, febre prolongada, suor noturno e desconforto persistentes. 

Bueno alertou para o fato de que não é comum fazer exames preventivos ou anuais para detecção desses tipos de tumores, como ocorre por exemplo com mama e próstata.


“Nós não temos um exame de detecção precoce, não tem algo que façamos uma vez por ano. Então, nós profissionais, tentamos conscientizar a população sobre potenciais sinais e sintomas que levem a procurar atendimento médico para possibilitar o diagnóstico”.  


O médico alerta que ao sinal de qualquer nódulo na região do pescoço e qualquer lesão (afta ou ferida) na boca ou garganta que não desapareça ou cicatrize espontaneamente em até 15 dias, sangramentos por via oral, rouquidão persistente, dor para engolir deve-se procurar atendimento médico. 

Diagnóstico e tratamento

A investigação da doença é feita por meio de uma série de exames de imagem, como tomografia e ressonância magnética, seguidos por biópsia. Após o diagnóstico, o tratamento costuma ser multidisciplinar e pode incluir cirurgia, radioterapia, imunoterapia ou quimioterapia, dependendo da gravidade. 

“Na maioria dos casos as chances de cura são favoráveis. Para cada paciente estabelecemos uma estratégia de tratamento que nos traga as melhores chances de cura, com o mínimo de efeitos colaterais possíveis. Atualmente os tratamentos são muito modernos e as sequelas são pouco frequentes. Embora possam acontecer, a intensidade é pequena e não interfere na qualidade de vida”, afirmou.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/3NSEyQhxYdohwTt-vOLTZQISF8Y=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/12/cancer_de_cabeca_e_pescoco_e_o_terceiro_mais_comum_no_brasil.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 21:50:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Câncer, cabeça, pescoço, terceiro, mais, comum, Brasil</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Violência sexual aumenta riscos cardiovasculares em mulheres</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/violencia-sexual-aumenta-riscos-cardiovasculares-em-mulheres</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/violencia-sexual-aumenta-riscos-cardiovasculares-em-mulheres</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				As meninas e mulheres vítimas de violência sexual não sofrem apenas os danos físicos e psicológicos imediatos. Esses eventos podem aumentar em 74% a chance de que elas desenvolvam problemas cardíacos, de acordo com um estudo baseado em dados oficiais brasileiros. 

A pesquisa foi publicada na revista Cadernos de Saúde Pública e traz também uma análise por doenças de forma individualizada. Mulheres que sofreram violência sexual apresentaram maiores níveis de infarto do miocárdio e arritmias, em comparação com mulheres que não sofreram. Já nos casos de angina e insuficiência cardíaca não houve discrepâncias significativas. 

Notícias relacionadas:Vírus sincicial também traz risco para idosos, alertam especialistas.Padilha defende norma publicitária das Bets parecida com a do cigarro.Fiocruz mantém alerta para síndrome respiratória grave.O pesquisador do programa de pós-graduação em Saúde Pública da Universidade Federal do Ceará, Eduardo Paixão, explica que as conclusões foram obtidas aplicando ferramentas estatísticas aos dados da Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2019. 

A Pesquisa Nacional de Saúde é o principal levantamento oficial sobre a saúde da população brasileira, feito a partir de mais de 70 mil entrevistas que são representativas da população brasileira. Entre os diversos assuntos, investigou tanto a ocorrência de violência sexual, quanto de doenças cardíacas, o que possibilitou o cruzamento dessas duas variáveis. 

Como diversas questões podem influenciar a ocorrência de doenças cardiovasculares, a equipe de pesquisa também usou ferramentas estatísticas para bloquear a interferência da idade, cor da pele, orientação sexual, escolaridade e região de habitação. Assim, foi possível ter certeza de que o aumento observado foi provocado pela violência sofrida. 

Impactos

Eduardo Paixão diz que, na maioria das vezes, as pessoas pensam apenas na saúde mental, quando querem investigar os efeitos da violência sexual, mas o trauma pode repercutir em outras áreas.

“A gente sempre pensa em explicações biológicas para as doenças, mas a saúde humana perpassa por muitas interações sociais que impactam o nosso bem-estar. Estudo em outros países já vinham mostrando uma associação muito forte,  especialmente quando essa violência ocorre na infância e adolescência, às vezes com repercussões ao longo da vida”, explica Paixão. 

A hipótese do grupo de pesquisa é que a violência aumente o risco cardiovascular por uma combinação de fatores biológicos e comportamentais, a começar pelos quadros de ansiedade e depressão, comuns em vítimas, e que têm relação com males cardíacos. Esse estresse também causa efeitos fisiológicos. 


“Ele aumenta a inflamação do nosso organismo, com a ativação de toxinas que podem acelerar esse processo de doença cardiovascular. Experiências traumáticas também podem alterar a pressão arterial e a frequência cardíaca”, explica o pesquisador.  


Paixão também relata que quem vivencia experiências de violência, sejam de forma isolada ou repetitiva, pode ter maior chance de desenvolver atos danosos para a saúde, como tabagismo, alcoolismo, uso de entorpecentes, alimentação inadequada, sedentarismo, que também aumenta os. riscos cardiovasculares.

O pesquisador ressalta que a violência sexual, em si, se revela um problema de saúde pública no Brasil. À PNS, por exemplo, 8,61% das mulheres relataram ter sofrido ao menos alguma violência do tipo ao longo da vida, contra 2,1% dos homens. 

Mas esse tipo de violência ainda é bastante subnotificada, especialmente entre homens, porque nem todas as pessoas reconhecem o que sofreram ou se sentem confortáveis para admitir, ele ressalva. Essa é a principal razão para a pesquisa não ter identificado aumento na ocorrência de doenças cardiovasculares também em homens vítimas, na opinião do pesquisador.

Para ele, o grande benefício da pesquisa é apontar um fator que merece a atenção tanto de quem trabalha com vítimas de violência, quanto dos profissionais que atendem pessoas com doenças cardiovasculares.

“E essas são as doenças com a maior carga global. São muitas internações e gastos com procedimentos. Talvez, se a gente conseguir intervir em fatores de vida modificáveis, a gente consiga diminuir essa incidência”, conclui o pesquisador.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/4nR0GrUlOhYqM9zGWuiHeqpiM_s=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/906687-manifesta%C3%A7%C3%A3o_mulheres_viol%C3%AAncia0376.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 21:50:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Violência, sexual, aumenta, riscos, cardiovasculares, mulheres</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Padilha defende norma publicitária das Bets parecida com a do cigarro</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/padilha-defende-norma-publicitaria-das-bets-parecida-com-a-do-cigarro</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/padilha-defende-norma-publicitaria-das-bets-parecida-com-a-do-cigarro</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, voltou a defender nesta sexta-feira (10), em São Paulo, a regulamentação da publicidade das bets para evitar a propagação do vício em apostas online.

Em entrevista a jornalistas, após participar com o presidente Lula da inauguração do Centro de Ensino, Simulação e Inovação (Cesin) do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Padilha reforçou que as bets são uma questão de saúde pública e que suas regras deveriam ser semelhantes às do cigarro.


Notícias relacionadas:Ministro Padilha defende regulamentação da publicidade das bets  .Lula defende proibição de bets e mostra preocupação com endividamento.Aposta online e jogo de azar custam R$ 38,8 bi ao país, mostra estudo.“Eu defendo que a gente trate o problema das bets como a gente tratou o problema do cigarro, enfrentando o problema da publicidade”, disse o ministro.


Padilha ressaltou o fato de o governo já ter conseguido avanço importante ao impedir que crianças possam ter acesso às apostas online, mas entende ser preciso avançar mais.

“É preciso que a gente dê um passo além, no Congresso, tratando as mesmas regras do cigarro, proibindo a publicidade e reduzindo esse acesso, porque isso é um grave problema de saúde pública”, ressaltou.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Ontem (9), em entrevista ao programa Alô Alô Brasil, apresentado por José Luiz Datena na Rádio Nacional, ele já havia comentado sobre o vício em apostas online, dizendo que é preciso tomar ações mais restritivas em relação a publicidade das bets, da mesma forma que foi realizado com o cigarro.


“Pra mim hoje, o problema das bets é um problema de vício na mesma dimensão que foi o do cigarro. O cigarro tinha propaganda de acesso à criança, propaganda esportiva. A Fórmula 1 era praticamente toda pautada pela indústria do cigarro”, disse o ministro.


Canetas emagrecedoras

Em breve entrevista a jornalistas hoje, o ministro também comentou sobre o aumento de fiscalização sobre as canetas emagrecedoras.

Segundo Padilha, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem ampliado a fiscalização desses medicamentos, mas, em sua visão, será preciso também ampliar o acompanhamento das farmácias de manipulação que estão fabricando as canetas emagrecedoras.


“Tem algumas farmácias de manipulação que se transformaram em verdadeiras indústrias e elas precisam ter as mesmas regras que uma indústria que produz medicamentos têm”, afirmou.


  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/USjaEWTk42NlKpCiEWhsi9jOMho=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/10/_int0758.jpg.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 08:37:51 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Padilha, defende, norma, publicitária, das, Bets, parecida, com, cigarro</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Lula inaugura nova unidade da UFABC em Santo André</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/lula-inaugura-nova-unidade-da-ufabc-em-santo-andre</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/lula-inaugura-nova-unidade-da-ufabc-em-santo-andre</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, inaugurou nesta sexta-feira (10) a nova unidade Tamanduatehy do Campus Santo André da Universidade Federal do ABC (UFABC). O novo prédio tem mais de 21 mil metros quadrados de área construída e investimento total de R$ 155,7 milhões – com aproximadamente R$ 35,8 milhões por meio do Novo PAC.

A nova unidade irá acomodar 402 vagas de novos cursos: 160 para licenciatura em ciências naturais e exatas; 96 vagas para bacharelado em ciências de dados; 96 para bacharelado em biotecnologia; e 50, para pedagogia.

Notícias relacionadas:Lula sanciona lei do marco regulatório da vacina contra o câncer .Empresas deverão informar trabalhadores sobre cânceres e vacina.Inca lança estudo para programa de rastreamento de câncer de pulmão.“Isso aqui é daquelas coisas que a gente sonha, que a gente imagina que é possível fazer, e a gente conseguiu fazer a tão sonhada Universidade Federal do ABC. Essa universidade foi sonhada e foi criada para ser uma das mais importantes universidades do Brasil”, disse Lula no evento de inauguração.

A unidade Tamanduatehy conta com dois blocos principais: o anexo H, um edifício administrativo que será destinado ao suporte das atividades institucionais do campus. Construída em uma área de 2,3 mil m², a estrutura contará com vestiários, lanchonete e quatro almoxarifados.

Já o anexo I será utilizado para a parte acadêmica e foi projetado para ampliar e qualificar a infraestrutura da universidade. O espaço tem uma área de aproximadamente 15 mil m² e é composto por 35 laboratórios didáticos, cinco auditórios e quatro salas de aula, além de restaurante, salas de reuniões e infraestrutura de telecomunicações.

“Universidade custa dinheiro? Custa. Mas quanto custa não fazer? A pergunta que nós temos que fazer é a seguinte: quanto custa não fazer e quanto custa o atraso de um país? É fácil a gente compreender que não existe modelo de país desenvolvido no mundo sem antes ter investimento em educação”, destacou Lula. 

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Mulheres

O presidente voltou a defender a educação como uma forma de possibilitar a independência das mulheres e ressaltou que meninas sem formação são mais vulneráveis ao assédio. 

“Todo mundo sabe como meninas são violentadas, sofrem assédio, quando vão procurar emprego numa loja. Perguntam: o que você sabe fazer? Você está formada? Não. Então as meninas são violentadas com assédio e outras provocações mais”, disse.

“A gente quer é que as mulheres estudem, estudem, estudem, estudem, para vocês viverem com quem vocês quiserem e não com ninguém a troco de um prato de comida ou a troco do aluguel. Vivam com quem quiser, se vistam como quiserem”, acrescentou.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/OqaElOie9YQssQJM16e7EifIcL8=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/10/55199250771_d64e830a47_o.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 08:37:51 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Lula, inaugura, nova, unidade, UFABC, Santo, André</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Fiocruz mantém alerta para síndrome respiratória grave</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/fiocruz-mantem-alerta-para-sindrome-respiratoria-grave</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/fiocruz-mantem-alerta-para-sindrome-respiratoria-grave</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Com situação preocupante no Mato Grosso e no Maranhão, boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra que 18 estados e o Distrito Federal permanecem em situação de alerta, risco ou alto risco para a ocorrência de casos graves de síndromes gripais, com 13 desses locais apresentando tendência de aumento nos casos nas próximas semanas. 

Acre, Tocantins, Bahia e Pernambuco, que estão no patamar de risco de acordo com os registros das últimas semanas, também devem entrar em um cenário pior. 

Notícias relacionadas:Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério.Estudo inédito da Fiocruz pode ampliar prevenção de HIV entre jovens .Casos de influenza A continuam a crescer no Brasil, diz Fiocruz.Mesmo em situação de alerta, a tendência nacional é de estabilidade no longo prazo e os pesquisadores já percebem interrupção do crescimento e até mesmo quedas, em alguns lugares, das ocorrências causadas pela influenza A e pelo rinovírus. 

Esses dois agentes foram responsáveis por mais de 70% dos casos que tiveram diagnóstico positivo para alguma infecção viral nas últimas semanas. 

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

A síndrome respiratória aguda grave (SRAG) ocorre quando pessoas com sintomas gripais como febre, coriza e tosse têm piora no quadro, e passam a sentir dificuldade para respirar, precisando de hospitalização. 

Geralmente, o gatilho para o problema é uma infecção por vírus, mas nem sempre o agente causador é confirmado por exames. 

Das principais infecções causadoras de SRAG, três podem ser prevenidas por vacinas disponíveis no SUS: Influenza A, Influenza B e Covid-19. 

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza está em vigor em todo o Brasil, com prioridade para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos e gestantes, que são mais suscetíveis a desenvolver quadros graves. 

A vacina contra a covid-19 deve ser tomada por todos os bebês, aos 6 meses de idade, e reforços periódicos são recomendados para idosos, gestantes, pessoas com deficiência e comorbidade ou imunosuprimidas e outros grupos vulneráveis. 

No ano passado, o Ministério da Saúde passou a oferecer também a vacina contra o vírus sincicial respiratório para grávidas, com o objetivo de proteger os bebês pequenos, principais alvos do vírus, que causa a bronquiolite. 

A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, ressalta que a vacina é a principal forma de proteção contra casos graves e óbitos. 

Portanto, recomenda, que é fundamental que a população de maior risco e também os grupos mais expostos, como profissionais de saúde, vacinem-se o quanto antes.


&quot;Também recomendamos que pessoas com sintomas de gripe ou resfriado permaneçam em casa em isolamento. Caso isso não seja possível, o ideal é sair usando uma boa máscara&quot;, destaca Tatiana Portella.


Este ano, já foram notificados 31.768 casos de SRAG no Brasil, e cerca de 13 mil tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório: 42,9% de rinovírus, 24,5% de influenza A, 15,3% de vírus sincicial respiratório, 11,1% de covid-19 e 1,5% de influenza B. 

O país também registrou 1.621 mortes por SRAG este ano, 669 com exame positivo. Mas nesses casos, o grande destaque é a covid-19, responsável por 33,5% dos óbitos, seguida por  32,9% causadas por influenza A, 22,7% causadas por rinovírus, 4,8% vírus sincicial respiratório e 2,8% por influenza B. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/_iUDZgKqVOY1bK23tdNtSOaedmw=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/06/10/_mg_4552.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 09:46:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Fiocruz, mantém, alerta, para, síndrome, respiratória, grave</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Estudo inédito da Fiocruz pode ampliar prevenção de HIV entre jovens</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/estudo-inedito-da-fiocruz-pode-ampliar-prevencao-de-hiv-entre-jovens</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/estudo-inedito-da-fiocruz-pode-ampliar-prevencao-de-hiv-entre-jovens</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na Bahia lança, nesta sexta-feira (10), em Salvador, um estudo para ampliar a prevenção do vírus da imunodeficiência humana (HIV) entre adolescentes e jovens na periferia. A iniciativa é inédita e inovadora, segundo informou à Agência Brasil o pesquisador da Fiocruz Bahia e professor da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Laio Magno.

A ideia é testar a profilaxia pré-exposição (PrEP) em adolescentes e jovens na faixa etária de 15 a 24 anos, especialmente homens gays, travestis e mulheres trans. A PrEP é um método preventivo que utiliza medicamentos antirretrovirais antes de uma possível exposição ao vírus, preparando o organismo para bloquear a infecção pelo HIV. O estudo será realizado em Salvador e São Paulo e terá a participação de cerca de 1,4 mil jovens. 

Notícias relacionadas:OMS: dengue é indicador da relação mudanças climáticas e arboviroses.Verba para super poço em reserva indígena está garantida, diz ministro.Autismo: pesquisa aponta baixo acesso a diagnóstico e terapias.Em Salvador, o estudo é coordenado pelos professores Laio Magno e Inês Dourado, da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e, em São Paulo, por Alexandre Granjeiro e Márcia Couto, da Faculdade de Medicina Preventiva da Universidade de São Paulo (USP).

O projeto tem financiamento do National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos, onde é desenvolvido também pela Universidade do Alabama, e conta com parceria do Ministério da Saúde, secretarias estaduais e municipais e organizações da sociedade civil.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Vulnerabilidades

Denominado PrEP na Comunidade (COmPrEP), o estudo nasceu da experiência dos pesquisadores com a oferta da profilaxia pré-exposição a adolescentes no país. Jovens de 15 a 24 anos são a população que têm mais vulnerabilidade à infecção pelo HIV por diversos motivos, entre eles a dificuldades de acessar serviços de saúde.


“Muitas vezes, o espaço do serviço de saúde não é receptivo para esses jovens, e menos ainda para populações da diversidade sexual e de gênero. Nossas pesquisas registram muito estigma, discriminação mesmo”, ressaltou Magno.


Segundo o professor, baseado em dados do Ministério da Saúde, a população de gays, mulheres trans e travestis é a que menos acessa os serviços de saúde.


“Para se ter uma ideia, no painel de Previdência, os dados do Ministério da Saúde revelam que apenas 0, 2% da população que usa PrEP hoje, no país, tem idades entre 15 e 19 anos. Em contrapartida, temos observado que a população de homens nesta faixa etária é a que mais sofre com infecção pelo HIV, que tem maior taxa de incidência de infecção. É um grande desafio acessar essa população.”


Educadores pares

Os pesquisadores vão testar a oferta do pré-teste na comunidade por educadores pares, que são jovens da própria comunidade, treinados e supervisionados por profissionais de saúde.

Para o professor Magno, o efeito será positivo para a continuidade do uso da profilaxia, em comparação com o cuidado padrão do serviço de saúde apenas por profissionais de saúde.

Os participantes serão divididos entre dois modelos de cuidado: o tradicional, feito em unidades de saúde, e o comunitário, com oferta de PrEP mediada por educadores pares e supervisionada por equipe clínica.

O acompanhamento terá duração de até 12 meses, com avaliação de indicadores como início, adesão e permanência no uso da profilaxia.

Recrutamento

O estudo piloto deverá estar pronto no próximo mês de junho e, entre setembro e outubro, deve ser iniciado o recrutamento de pessoas em campo. Já foram identificados os espaços de sociabilidade que serão alvo do recrutamento em Salvador e em São Paulo, locais do centro das duas cidades onde se reúnem esses os jovens.


“Fizemos um mapeamento nas cidades, uma pesquisa para entender quais eram os locais de sociabilidade, como era a interação desses jovens na comunidade. Os educadores vão atuar nesses espaços de sociabilidade”.


O jovem que aceitar participar da pesquisa será sorteado para saber se vai para o braço de intervenção ou para o braço de controle de oferta de PrEP no serviço de saúde. Os resultados finais estão previstos para 2028. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/pH0oPhMIXwnIwr5xsiMW4rCVn-g=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2014-10-06t120000z_2068209340_gm1eaa60pug01_rtrmadp_3_foundation-thailand-hiv.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 09:46:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Estudo, inédito, Fiocruz, pode, ampliar, prevenção, HIV, entre, jovens</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Tecnologia e humanização: telemedicina rompe barreiras geográficas no acesso à saúde especializada</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/tecnologia-e-humanizacao-telemedicina-rompe-barreiras-geograficas-no-acesso-a-saude-especializada</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/tecnologia-e-humanizacao-telemedicina-rompe-barreiras-geograficas-no-acesso-a-saude-especializada</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202604/image_870x580_69d81069a1638.jpg" length="49945" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 17:47:54 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Ministério da Saúde anuncia construção de nova maternidade em Planaltina (GO) com R$ 103 milhões do Novo PAC   </title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ministerio-da-saude-anuncia-construcao-de-nova-maternidade-em-planaltina-go-com-r-103-milhoes-do-novo-pac</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ministerio-da-saude-anuncia-construcao-de-nova-maternidade-em-planaltina-go-com-r-103-milhoes-do-novo-pac</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202604/image_870x580_69d7da8b1b745.jpg" length="67108" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 13:58:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Fotona impulsiona avanço do laser na medicina estética e reforça presença em Goiânia</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/fotona-impulsiona-avanco-do-laser-na-medicina-estetica-e-reforca-presenca-em-goiania</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/fotona-impulsiona-avanco-do-laser-na-medicina-estetica-e-reforca-presenca-em-goiania</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202604/image_870x580_69d7b6cf6e859.jpg" length="45932" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:25:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Lula sanciona lei que regulamenta a profissão de doula</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/lula-sanciona-lei-que-regulamenta-a-profissao-de-doula</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/lula-sanciona-lei-que-regulamenta-a-profissao-de-doula</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira (8) o projeto de lei que regulamenta o exercício da profissão de doula, que é a profissional que oferece apoio físico, emocional e informacional à gestante, especialmente durante o parto normal.

O texto foi aprovado no mês passado pela Câmara dos Deputados, depois de ter passado pelo Senado. 

Notícias relacionadas:Portaria oficializa perícia remota do INSS.Óbitos por malária na terra Yanomami caíram 80% em 2025, diz governo.Anvisa manda recolher lote de dipirona com desvio de qualidade.A norma federal lista várias atribuições da doula antes, durante e após o período do parto. Na gravidez, a profissional poderá facilitar o acesso da gestante a informações sobre gestação, parto e pós-parto baseadas em evidências científicas atualizadas, além de incentivá-la a buscar uma unidade de saúde para o acompanhamento pré-natal.

De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o texto atende uma antiga reivindicação das mulheres no país e vai ajudar no enfrentamento contra a violência obstetrícia e reduzir o que chamou de &quot;indústria de cesarianas&quot; no Brasil. O ministro disse que não houve vetos ao texto.


&quot;Os estudos que mostram que se se a doula acompanhou o pré-natal, se a doula acompanhou o parto, a violência foi menor. O índice de cesárea foi menor. O sofrimento foi menor e a gratidão das mulheres no momento tão importante da geração da vida foi melhor&quot;, destacou o ministro durante cerimônia de sanção no Palácio do Planalto.


Ao celebrar a sanção da lei, o presidente Lula lembrou que um outro projeto, ainda em tramitação no Congresso Nacional, deverá regulamentar a profissão de parteira tradicional, compondo assim um corpo de funções para humanizar o atendimento às gestantes do país.

Pelo texto sancionado, a presença da doula, de livre escolha da gestante, não exclui a presença de acompanhante, já garantida pela legislação. Essa garantia de presença abrange a rede pública e a rede privada durante todo o período de trabalho de parto e pós-parto imediato, em todos os tipos de parto, inclusive em casos de intercorrências e situações de abortamento.

Requisitos

Para o exercício da profissão, a nova lei exige diplomas de ensino médio e de curso de qualificação profissional específica em doulagem que, se expedidos por instituições estrangeiras, deverão ser revalidados no Brasil.

A lei também permite a continuidade de atuação aos que, na data de publicação, exerciam, comprovadamente, a atividade há mais de três anos.

Também a partir da vigência, os cursos deverão ter carga horária mínima de 120 horas.

Atribuições

A doula poderá, durante o parto, orientar e apoiar a gestante em relação à escolha das posições mais confortáveis a serem adotadas durante o processo; auxiliar a gestante a utilizar técnicas de respiração e vocalização para obter maior tranquilidade; e utilizar recursos não farmacológicos para conforto e alívio da dor da parturiente, como massagens, banhos mornos e compressas mornas.

No pós-parto, a doula poderá orientar e prestar apoio aos cuidados com o recém-nascido e ao processo de amamentação.

&quot;É o tratamento diferenciado, é o saber conversar, é o saber tratar, é o saber acolher e o acolhimento muda a vida das pessoas, do ponto de vista emocional e afeta diretamente esse tratamento humano, esse tratamento da vida, que é ter realmente um filho com dignidade&quot;, disse a senadora Eliziane Gama (PT-MA), relatora do projeto no Senado.

Por outro lado, a nova lei proíbe às doulas utilizar ou manusear equipamentos médico-assistenciais, realizar procedimentos médicos, fisioterápicos ou de enfermagem, administrar medicamentos e interferir nos procedimentos técnicos dos profissionais de saúde.

Para a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, a nova lei beneficia não apenas a gestante, mas toda a família, e assegura uma proteção mais integral às mulheres em um momento tão delicado que é a gravidez.

&quot;Porque a gente entra na sala de parto apavorada, não sabe o que vai acontecer, e quer que seja rápido, e a doula vai acalmando a gente, a doula vai conversando, vai dialogando. É uma lei que, de fato, humaniza, de fato enfrenta a violência obstétrica&quot;, afirmou.

*Com informações da Agência Câmara de Notícias. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/4GNajTE8N1O95rWLcBYNho-tX3U=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/pregnant-2640994.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:26:52 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Lula, sanciona, lei, que, regulamenta, profissão, doula</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Mutirão da perícia médica fará 13 mil atendimentos neste fim de semana</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/mutirao-da-pericia-medica-fara-13-mil-atendimentos-neste-fim-de-semana</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/mutirao-da-pericia-medica-fara-13-mil-atendimentos-neste-fim-de-semana</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Ministério da Previdência Social e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) farão, nos dias 11 e 12 de abril, um mutirão de perícias médicas em diversas cidades localizadas em 12 estados. A expectativa é fazer mais de 13 mil tanto para benefícios por incapacidade como assistenciais.

A lista de municípios com vagas para agendamento pode ser acessada no site do MPS.

Notícias relacionadas:Portaria oficializa perícia remota do INSS.Segundo o ministério, os mutirões visam garantir mais agilidade na análise dos benefícios, reduzindo o tempo de espera dos cidadãos.

“As perícias serão realizadas por meio de atendimentos presenciais e de Perícia Conectada - modalidade de teleatendimento que amplia o acesso da população à perícia médica, especialmente em regiões com escassez de profissionais peritos”, justificou o ministério ao reiterar que a medida evita a necessidade de segurados terem de se deslocar por longas distâncias para conseguir atendimento.

Mais informações sobre o serviço podem ser obtidas por meio do telefone 135, de segunda a sábado, das 7 às 22h; ou pelo Meu INSS (aplicativo ou site). Esses canais podem ser usado para remarcações ou antecipações de perícias.


“Ao confirmar o agendamento da avaliação médico pericial, o requerente deverá comparecer à agência no dia e horário marcados. Quem não conseguiu participar dos últimos mutirões pode ficar atento e se programar, já que a ação acontece de 15 em 15 dias, com atendimentos em todo o pais”, informou o ministério.


Estão previstos mutirões também para os dias 25 e 26 de abril. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/DFOwYG57AGanwi4L5nHvnbSaYDk=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/inss_rj_1409201586.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:26:52 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Mutirão, perícia, médica, fará, mil, atendimentos, neste, fim, semana</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Casos de influenza A continuam a crescer no Brasil, diz Fiocruz</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/casos-de-influenza-a-continuam-a-crescer-no-brasil-diz-fiocruz</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/casos-de-influenza-a-continuam-a-crescer-no-brasil-diz-fiocruz</guid>
<description><![CDATA[ O número de casos de influenza A permanece em crescimento no Brasil. De acordo com a nova edição do Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a maior parte dos estados das regiões Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste está em alerta por causa da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que representa risco ou alto risco com sinal de crescimento.

O Boletim alerta que a influenza A, vírus sincicial respiratório (VSR) e rinovírus são as causas na maioria dessas ocorrências de SRAG e podem resultar em morte nos casos mais graves.

Notícias relacionadas:Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério.Covid-19 mata 29 pessoas em janeiro no Brasil.Hospitalizações por Influenza A têm aumentado no país, informa Fiocruz.Conforme os registros do InfoGripe, divulgados nesta quarta-feira (1º), nas quatro últimas semanas epidemiológicas, 27,4% foram casos positivos de influenza A; 1,5% de influenza B; 17,7% de vírus sincicial respiratório; 45,3% de rinovírus; e 7,3% de Sars-CoV-2 (covid-19).

Nas anotações de óbitos em igual período, entre os registros positivos houve a presença destes mesmos vírus com 36,9% de influenza A, de 2,5% influenza B, 5,9% de vírus sincicial respiratório, 30% de rinovírus e 25,6% de Sars-CoV-2 (Covid-19). “O estudo é referente à Semana Epidemiológica 12, período de 22 a 28 de março”, acrescentou a Fiocruz no texto de divulgação do Boletim.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Vacinação

Para os pesquisadores, diante desse quadro, a imunização contra a influenza se torna ainda mais necessária, o que pode ser facilitado pela Campanha Nacional de Vacinação que teve início no sábado passado (28), nessas regiões onde vem sendo registrado o avanço dos casos.

A ação, que é realizada anualmente pelo Ministério da Saúde, com apoio de estados e municípios, continua até 30 de maio e a população pode procurar a imunização gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).


“É fundamental que pessoas dos grupos prioritários como idosos, crianças, pessoas com comorbidades e profissionais da saúde e da educação estejam em dia com a vacina contra a influenza”, afirmou a pesquisadora da Fiocruz Tatiana Portella.


Ela chama atenção ainda para a importância das gestantes a partir da 28ª semana se vacinarem contra o VSR, para garantir proteção aos bebês desde o nascimento.

A pesquisadora recomendou também que as pessoas dos estados onde ocorrem evolução de SRAG usem máscaras em locais fechados e com maior aglomeração, principalmente, as que integram os grupos de risco. Tatiana Portella ressaltou, ainda, a importância de manter a higiene, como lavar sempre as mãos.


“Em caso de sintomas de gripe ou resfriado, o ideal é manter o isolamento. Se isso não for possível, a orientação é sair de casa usando uma máscara de boa qualidade, como PFF2 ou N95”, sugeriu. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/Y_8J74G3v7bjMfeZpBlTXdhPAqA=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/06/10/_mg_4595.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 08:48:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Casos, influenza, continuam, crescer, Brasil, diz, Fiocruz</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Inscrições para o programa Mais Médicos terminam nesta quarta&#45;feira</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/inscricoes-para-o-programa-mais-medicos-terminam-nesta-quarta-feira</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/inscricoes-para-o-programa-mais-medicos-terminam-nesta-quarta-feira</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O prazo para os interessados em se inscrever para o 45º ciclo do projeto Mais Médicos para o Brasil (PMMB) termina às 23 horas e 59 minutos desta quarta-feira (8).

O projeto coordenado pelo Ministério da Saúde é voltado à atuação na Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS), em regiões prioritárias, remotas, de difícil acesso e de alto índice de vulnerabilidade, incluindo territórios indígenas, onde há escassez ou ausência de médicos

Notícias relacionadas:Inscrições para o programa Mais Médicos seguem até quarta-feira.Saúde lança campanha sobre importância do programa Mais Médicos.Entenda a participação de cubanos no programa Mais Médicos .Os profissionais interessados em participar devem se inscrever por meio da Plataforma de Gerenciamento de Programas de Provimento, com login da conta do portal Gov.br.

Para a participação no chamamento público, é indispensável a comprovação prévia da habilitação para o exercício da medicina, com o devido registro no Conselho Regional de Medicina. Os profissionais selecionados atuarão por até 48 meses, combinando atendimento direto à população com formação continuada.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Vagas

Neste novo edital (nº 24/2026), o Ministério da Saúde abriu 1.524 vagas.

São 1.351 vagas para equipes de Saúde da Família (eSF), 75 para equipes de consultório na rua e 98 para Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI).

O documento esclarece que as vagas disponíveis foram distribuídas conforme estudos de demografia médica e sobre vulnerabilidade social.

Todos os médicos poderão participar; no entanto, os profissionais formados em instituições de educação superior brasileiras ou com diploma revalidado no Brasil terão prioridade na seleção e ocupação das vagas ofertadas pelo Mais Médicos.

O edital contempla três perfis principais:

perfil 1: médicos formados no Brasil ou com diploma revalidado, com registro ativo no Conselho Federal de Medicina (CRM);

perfil 2: médicos brasileiros formados no exterior (intercambistas);

perfil 3: médicos estrangeiros com habilitação para atuar no exterior.

Os profissionais selecionados atuarão por 48 meses.

Bolsa-formação

O programa oferece uma bolsa-formação de R$ 14.121,63 para os médicos matriculados e com situação regular quanto às atividades educacionais previstas no projeto.

O médico participante deverá cumprir semanalmente com a carga horária de 44 horas de atividades que envolvem ensino, pesquisa e extensão, com componente assistencial, nas unidades de saúde no município ou distrito em que for alocado.

No caso de o médico comprovar a necessidade de mudança de domicílio em razão da alocação em município diferente do seu domicílio, o Ministério da Saúde poderá conceder ajuda de custo, que não poderá exceder ao valor de três bolsas-formação.

Mais Médicos

Lançado em 2013 para suprir a falta de profissionais em regiões remotas e fixá-los nesta áreas prioritárias, atualmente, o Programa Mais Médicos para o Brasil conta com mais de 26 mil médicos em atuação em todo o país.

O Ministério da Saúde orienta os candidatos a acompanharem regularmente a página eletrônica do Programa Mais Médicos para se informar oficialmente de todas as etapas relacionadas à adesão ao Projeto Mais Médicos para o Brasil - PMMB.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/fBVRqkht4p75tGZWP6WZc1lDvwA=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/04/24/_d6a1629.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:54:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Inscrições, para, programa, Mais, Médicos, terminam, nesta, quarta-feira</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Médico e enfermeira são presos por venda irregular de emagrecedores</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/medico-e-enfermeira-sao-presos-por-venda-irregular-de-emagrecedores</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/medico-e-enfermeira-sao-presos-por-venda-irregular-de-emagrecedores</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Um médico e uma enfermeira foram presos em flagrante em mais uma etapa da Operação Monjauro, desta vez em uma clínica na Estrada do Joá, em São Conrado, na zona sul do Rio de Janeiro.

Policiais civis da Delegacia do Consumidor (Decon), com apoio do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), encontraram na clínica diversas medicações proibidas, incluindo as vendidas como canetas emagrecedoras. Todo o material foi apreendido.

Notícias relacionadas:Municípios do Tocantins são alvos de operação da Polícia Federal.Polícia Civil de SP faz operação contra o PCC em quatro cidades.SP: polícia desarticula grupo que roubava medicamentos de alto custo.“Diante da gravidade das irregularidades, o dono da clínica, que é médico, e a responsável técnica do local, uma enfermeira, foram presos em flagrante”, informou a Secretaria de Estado de Polícia Civil.

Os dois foram autuados por crime contra a ordem tributária e a relação de consumo.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Investigação

Um trabalho de inteligência e monitoramento da clínica resultou na identificação das irregularidades pelos agentes, que resolveram realizar uma fiscalização na unidade.

“Durante as buscas, os policiais encontraram canetas emagrecedoras proibidas, hormônios sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e diversos medicamentos vencidos”, informou a secretaria.

Conforme as investigações, os produtos são distribuídos a partir da cidade de São Paulo. 

A distribuição dos medicamentos ainda está sob apuração da Delegacia do Consumidor, que continua com as diligências “para identificar toda a cadeia criminosa, principalmente os fornecedores das substâncias ilícitas”.

Os alvos da Operação Monjauro, da Decon, são criminosos envolvidos com a comercialização e a aplicação de medicamentos irregulares. 

Na segunda-feira (6), agentes da Decon prenderam um casal que comercializava, de forma ilícita, produtos terapêuticos e medicamentos emagrecedores. 

“Os itens tinham origem desconhecida e não possuíam autorização da Anvisa”, disse a Secretaria de Polícia Civil. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/K_ExyZzgaUgLl50Hx_LZQqBaGaw=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/policia_civil_tania_rego-arquivo_agencia_brasil_0.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:54:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Médico, enfermeira, são, presos, por, venda, irregular, emagrecedores</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Memorial da Pandemia, no Rio de Janeiro, homenageia vítimas da covid</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/memorial-da-pandemia-no-rio-de-janeiro-homenageia-vitimas-da-covid</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/memorial-da-pandemia-no-rio-de-janeiro-homenageia-vitimas-da-covid</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (7) o Memorial da Pandemia, no Rio de Janeiro, para homenagear as mais de 700 mil vítimas da covid-19 no país.

O espaço de memória está localizado no edifício do Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), reaberto depois de quase quatro anos de obras de recuperação e investimento de cerca de R$ 15 milhões.

Notícias relacionadas:Covid-19 mata 29 pessoas em janeiro no Brasil.Duas instalações foram os destaques do lançamento. Uma delas reúne pilastras com letreiros digitais, em que aparecem nomes das vítimas da doença, seguidos de informações sobre a idade e a cidade onde viviam. A outra, estruturada em alumínio naval, forma quatro silhuetas humanas de mãos dadas, e representa a união da sociedade para enfrentar a pandemia.

Também foi lançado no evento o Memorial Digital da Pandemia, portal na internet desenvolvido em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).

O acervo dará origem a uma exposição itinerante que passará por seis capitais, entre maio e janeiro de 2027, com início em Brasília e encerramento no Rio de Janeiro.


“O Brasil viveu uma crise sanitária e uma crise de responsabilidade pública durante a pandemia. O negacionismo custou vidas. A ciência já demonstrou que grande parte das mortes poderia ter sido evitada se tivéssemos seguido as evidências, incentivado a vacinação e protegido a população”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.


“Preservar essa memória é essencial para que o Brasil nunca mais repita esse erro e para que a defesa da ciência e da vida seja sempre um princípio inegociável na condução da saúde pública”, completou.

Está prevista para junho, no CCMS, a exposição “Vida Reinventada”, com curadoria da ex-ministra da Saúde Nísia Trindade. A proposta é trazer uma leitura das respostas da sociedade à pandemia, a partir de uma articulação entre memória, ciência, arte e justiça.

Guia de Pós-Covid

O Ministério da Saúde também lançou o Guia Nacional de Manejo das Condições Pós-Covid no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), em parceria com a Fiocruz. O documento traz orientações para identificar, diagnosticar e tratar sequelas persistentes da doença, conhecidas como pós-covid.

O guia substitui normativas anteriores e será usado como referência única no SUS. Há detalhes das manifestações clínicas que podem surgir a partir de quatro semanas após a infecção, mesmo em casos leves ou assintomáticos.

Além disso, há informações sobre complicações em diferentes sistemas do organismo, como o cardiovascular, o respiratório, o neurológico e a saúde mental. E apresenta protocolos diagnósticos, recomendações terapêuticas e fluxos assistenciais na Rede de Atenção à Saúde, com atenção a populações vulneráveis.

As iniciativas desta terça foram celebradas por instituições como a Associação de Vítimas e Familiares de Vítimas da Covid-19 (Avico).

A assistente social Paola Falceta é uma das fundadoras. Ela perdeu a mãe de 81 anos no início da pandemia, infectada por covid no hospital depois de uma cirurgia cardíaca.

“Tanto o memorial quanto o guia de manejo da covid-19 são demandas da nossa associação em conjunto com outras entidades. Elas começam judicialmente no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e são levadas adiante no diálogo com o governo atual”, explica Paola.

“Algumas pessoas afetadas pela doença não querem mais ouvir falar dela, porque é algo muito doído. Porém, a gente não pode deixar de fazer essa reflexão. É uma questão de memória, de justiça, de verdade e de luta para que não se repita mais a condução irresponsável do Estado dessa emergência de saúde pública”, completou. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/5IlPNoeKIwRlpRaUqvfBsRbX_Nk=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/07/_d6a9288.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 07:18:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Memorial, Pandemia, Rio, Janeiro, homenageia, vítimas, covid</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Nova lei reforça direito a três folgas por ano para exames preventivos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/nova-lei-reforca-direito-a-tres-folgas-por-ano-para-exames-preventivos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/nova-lei-reforca-direito-a-tres-folgas-por-ano-para-exames-preventivos</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Uma nova lei, publicada nesta segunda-feira (6), reforça o direito do trabalhador com contrato via Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) de se afastar até três dias por ano para realizar exames preventivos de câncer, em desconto salarial.  

O direito já estava incluído na CLT desde 2018. A partir de agora, as empresas passam a ser obrigadas a divulgar essa informação, além de outras relacionadas a campanhas oficiais de vacinação contra o HPV e sobre o acesso a serviços de diagnósticos de cânceres de mama, próstata e de colo do útero.  

Notícias relacionadas:Empresas deverão informar trabalhadores sobre cânceres e vacina.Pesquisa alerta para adolescentes ainda desprotegidos contra o HPV.O texto estende o uso das folgas também para a realização de exames preventivos do HPV, além dos de câncer que já estavam previstos na legislação anterior. A a Lei 15.377 foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU).  

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/U6ui5Dy6o_KJp6MI_5Hy0FTO54Y=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/10/01/0d9a1826a.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 07:18:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Nova, lei, reforça, direito, três, folgas, por, ano, para, exames, preventivos</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Entidades médicas criticam renovação de CNH sem exame de aptidão</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/entidades-medicas-criticam-renovacao-de-cnh-sem-exame-de-aptidao</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/entidades-medicas-criticam-renovacao-de-cnh-sem-exame-de-aptidao</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Congresso Nacional instalou nesta terça-feira (7) comissão especial para analisar a Medida Provisória nº 1.327/2025, que prevê a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) sem a realização do exame de aptidão física e mental.

Em meio à movimentação na Casa, mais de 35 entidades médicas brasileiras divulgaram um manifesto onde alertam que a retirada da exigência do exame compromete a capacidade do país de prevenir mortes no trânsito.

Notícias relacionadas:Saiba mais sobre as novas regras nacionais para tirar a CNH.O posicionamento, liderado pela Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), reforça que a aptidão para dirigir não é permanente, mas uma condição que pode ser alterada ao longo do tempo em razão de doenças, do uso de medicamentos ou de eventos clínicos que afetam visão, reflexos, cognição e capacidade motora.


“Na prática, isso significa que um condutor pode estar inapto para dirigir sem qualquer registro de infração. Problemas como diabetes, cardiopatias, epilepsia, distúrbios do sono e doenças neurológicas não aparecem em radares nem em multas, mas impactam diretamente a segurança ao volante”, destacou a Abramet em nota.


A MP, que foi publicada no dia 10 de dezembro de 2025, altera regras do Código de Trânsito Brasileiro, modificando a validade da CNH e a forma de realização de exames para obtenção e renovação da habilitação. A medida também permite a emissão da CNH em formato digital e estabelece a renovação automática para condutores cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC).

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

A entidade defende que o exame de aptidão física e mental, realizado pelo médico do tráfego, figura atualmente como único instrumento capaz de identificar esses riscos clínicos.

Além da Abramet, assinam o documento o Conselho Federal de Medicina (CFM), acompanhado dos conselhos regionais; a Associação Médica Brasileira (AMB); a Federação Nacional dos Médicos (Fenam); a Federação Médica Brasileira (FMB); e o Instituto Brasil de Medicina (IBDM).

“O conjunto de signatários reúne representantes de áreas diretamente relacionadas ao atendimento das vítimas de trânsito, como emergência, terapia intensiva, neurologia, ortopedia e reabilitação, além de especialidades que lidam com condições clínicas que podem interferir na capacidade de dirigir”, ressaltou a Abramet.

O presidente da Comissão mista será o deputado federal Luciano Amaral (PSD-AL) e o o vice-presiente será o senador Dr. Hiran (PP-RR). O relator da MP é o senador Renan Filho (MDB-AL).

Números

Dados apresentados pela entidade mostram que, em 2024, o Brasil registrou 38.253 mortes no trânsito e quase 285 mil internações hospitalares, com custo direto de aproximadamente R$ 400 milhões para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Os números, segundo a Abramet, não incluem despesas de longo prazo com reabilitação e benefícios previdenciários, o que ampliaria ainda mais o impacto econômico dos sinistros de trânsito.

A associação defende que a discussão seja tratada com base técnica, citando que a condução de um veículo envolve requisitos físicos e mentais que podem se alterar ao longo da vida, enquanto sistemas de fiscalização monitoram comportamento, mas não condições de saúde.

Medida Provisória 

A partir da MP, qualquer médico ou psicólogo poderá realizar os exames de aptidão física, mental e avaliação psicológica, sem necessidade de vínculo com Centros de Formação de Condutores (CFCs). Os valores máximos desses exames passarão a ser fixados e o documento poderá ser emitido em formato físico ou digital. 

Pela medida, os motoristas sem infrações registradas no RNPC terão renovação automática da CNH, dispensando novos exames, exceto nos casos de: 


	pessoas com 70 anos ou mais;
	motoristas com 50 anos ou mais, que terão direito a apenas uma renovação automática;
	condutores com restrições médicas previstas no Código de Trânsito.


Outras mudanças

No final do ano passado, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou uma resolução com outras mudanças na CNH, como por exemplo, o fim da obrigatoriedade de aulas de  autoescola obrigatórias para obtenção do documento.

A resolução prevê que o candidato possa escolher diferentes formas de se preparar para os exames teórico e prático, que continuarão obrigatórios para a emissão da CNH. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/rriJa7gXquBXLBrHb3j7kQaUxKI=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/cnh_digital_abr1305223951.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 16:26:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Entidades, médicas, criticam, renovação, CNH, sem, exame, aptidão</media:keywords>
</item>

<item>
<title>SUS qualifica profissionais para ampliar oferta de implantes hormonais</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sus-qualifica-profissionais-para-ampliar-oferta-de-implantes-hormonais</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sus-qualifica-profissionais-para-ampliar-oferta-de-implantes-hormonais</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Ministério da Saúde iniciou a segunda fase de oficinas de qualificação para a inserção do implante contraceptivo de etonogestrel sob a pele, conhecido como Implanon, no Sistema Único de Saúde (SUS).

A previsão da pasta é qualificar mais 11 mil profissionais, entre médicos e enfermeiros, para ampliar a oferta do método na rede pública. Serão, ao todo, 32 treinamentos, com foco em municípios com menos de 50 mil habitantes.

Notícias relacionadas:Implante contraceptivo deve ser ofertado por planos a partir de hoje.Implante contraceptivo hormonal será oferecido pelo SUS.Em nota, o ministério informou que as oficinas são presenciais e combinam teoria e prática com o uso de simuladores anatômicos. A carga horária foi ampliada para 12 horas no caso de enfermeiros e para seis horas para médicos.

Os encontros também incluem espaços de diálogo com gestores estaduais e municipais para apoiar a implementação do método do contraceptivo nos territórios.

No comunicado, a pasta destacou que as oficinas buscam qualificar os profissionais para inserção, retirada e manejo de possíveis intercorrências.


“E reforçar a conduta nas consultas em saúde sexual e reprodutiva com uma abordagem abrangente, que inclui direitos sexuais e reprodutivos, dignidade menstrual, enfrentamento ao racismo, abordagem às violências na atenção primária à saúde e todos os demais métodos contraceptivos ofertados no SUS.”



&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Números

Em 2025, o ministério distribuiu 500 mil unidades aos estados, priorizando municípios com mais de 50 mil habitantes e critérios de vulnerabilidade social.

Para 2026, está prevista a entrega de mais 1,3 milhão de implantes subdérmicos, sendo que 290 mil já foram entregues.

Na rede privada, o método pode custar até R$ 4 mil.

Entenda

Segundo a pasta, o implante subdérmico é um método considerado vantajoso para prevenir a gravidez não planejada em razão de sua longa duração e alta eficácia, pois pode atuar no organismo por até três anos. 

Após esse período, o implante deve ser retirado e, se houver interesse, um novo implante pode ser inserido imediatamente. “A fertilidade retorna rapidamente após a remoção”, destacou o ministério.

“O Implanon se soma aos métodos contraceptivos já disponíveis gratuitamente no SUS, como preservativos externos e internos, DIU de cobre, anticoncepcionais orais combinados e de progestagênio, pílulas de emergência, laqueadura tubária bilateral e vasectomia, entre outros. O Ministério da Saúde reforça que apenas os preservativos oferecem proteção contra infecções sexualmente transmissíveis.” ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/Kf4aLWSg5uGGAWKnCUfDmDKGj0E=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/04/07/sus_qualifica_profissionais_para_ampliar_oferta_de_implantes_hormonais_1.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 16:26:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>SUS, qualifica, profissionais, para, ampliar, oferta, implantes, hormonais</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa vai aumentar fiscalização de canetas emagrecedoras manipuladas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-vai-aumentar-fiscalizacao-de-canetas-emagrecedoras-manipuladas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-vai-aumentar-fiscalizacao-de-canetas-emagrecedoras-manipuladas</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta segunda-feira (6), novas medidas para prevenir riscos e reforçar o controle sanitário de medicamentos injetáveis agonistas do receptor GLP‑1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

O plano inclui ações para combater irregularidades na importação de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) e na manipulação dos ativos de semaglutida, tirzepatida e liraglutida por farmácias de manipulação.

Notícias relacionadas:Anvisa alerta para risco de pancreatite ligado a canetas emagrecedoras.Anvisa proíbe venda de canetas emagrecedoras sem registro no país.De acordo com a Anvisa, a importação de insumos farmacêuticos para a manipulação das canetas tem sido incompatível com o mercado nacional. Somente no segundo semestre de 2025, foram importados 130 quilos de insumos, que seriam suficientes para a preparação de 25 milhões de doses.

Outro dado mostra que, em 2026, a Anvisa realizou 11 inspeções em farmácias de manipulação e importadoras, que levaram à interdição de oito empresas por problemas técnicos e falta de controle de qualidade.

O diretor presidente da Anvisa, Leandro Safatle, reforçou que as medidas não têm como foco a restrição mercadológica ou proibição de manipulação dos ativos, mas sim coibir o uso irregular e proteger a saúde da população, garantindo a qualidade e eficácia dos produtos.

A agência vê aumento de relatos sobre eventos adversos e identificação de uso off label (prescrição diferente da aprovada na bula) desses produtos, como para emagrecimento sem necessidade clínica. Em fevereiro, a agência emitiu alerta para o risco de pancreatite ligado a canetas emagrecedoras.


“Esse é um desafio regulatório não só para o Brasil, mas para as principais agências do mundo, essa situação do avanço do consumo de medicamentos derivados de GLP-1 e o avanço da manipulação em cima desses produtos”, disse em coletiva de imprensa.


Riscos

Entre os riscos sanitários mapeados estão a produção sem previsão de demanda por manipulação (receita individualizada), problemas de esterilização, deficiências no controle de qualidade e a utilização de insumos farmacêuticos sem identificação de origem e composição. O uso indevido de nomes comerciais e divulgação e venda de múltiplos produtos sem registro também foram identificados.

A Anvisa reforça que, para a manipulação de produtos injetáveis, como as canetas, a garantia de padrões rígidos de esterilidade e pureza do insumo é fundamental para garantir a segurança desses produtos para as pessoas.

Desde janeiro deste ano, a agência já publicou dez ações de proibição de importação, comércio e uso de produtos irregulares que contêm medicamentos agonistas de GLP-1, como semaglutida e tirzepatida.

Eixos estratégicos

O plano de ação da Anvisa possui seis eixos estratégicos:

Aprimoramento regulatório


	Revisão da Nota Técnica 200/2025 que orienta procedimentos para importação, manipulação e controle sanitário de IFAs de agonistas de GLP-1. 


Segundo a Anvisa, a nova norma vai comportar desde a entrada do insumo até a preparação final do produto, com especificações sobre rastreabilidade, qualidade e segurança ao longo da cadeia produtiva; a qualificação dos fabricantes e fornecedores; e o estabelecimento de testes mínimos de controle de qualidade.

A proposta está em construção e será discutida no próximo dia 15 na reunião da diretoria colegiada da Anvisa.


	Revisão da resolução sobre boas práticas de manipulação de preparações magistrais e oficinais para uso humano em farmácias (RDC 67/2007). Essa resolução é a que norteia todo o processo regulatório das farmácias de manipulação.
	Fortalecimento das medidas sanitárias cautelares para suspensão de Autorização de Funcionamento (AFE) em situações de risco iminente e a retirada automática de efeito suspensivo de recursos administrativos.


Monitoramento e fiscalização


	Intensificação de ações de fiscalização, especialmente de inspeções em importadoras, farmácias de manipulação e clínicas de estética.
	Busca ativa de eventos adversos relacionados a medicamentos manipulados, com foco em serviços de emergência, hospitais e clínicas médicas e odontológicas. A Anvisa possui o sistema VigiMed para que profissionais de saúde e cidadãos notifiquem sobre efeitos adversos de produtos.
	Aperfeiçoamento da matriz de risco do controle sanitário sobre a importação de IFAs utilizados na produção e manipulação de agonistas do receptor GLP-1.
	Ampliar as medidas preventivas, para reprimir a entrada de produtos irregulares no território nacional.


Articulação institucional, federativa e internacional


	Acordo de cooperação técnica e criação de grupo de trabalho com entidades médicas e outros órgãos de controle.
	Ações proativas de informação e treinamento com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS).
	Cooperação com agências reguladoras internacionais.


Ampliação da oferta de produtos registrados


	Priorização das análises de pedidos de registros. De acordo com a Anvisa, há 17 pedido de registro de canetas emagrecedoras na agência, que estão em andamento e serão priorizadas para ampliar a oferta de produtos registrados.


“Com a queda da patente da semaglutida, uma boa parte desses produtos estão vindo com novas opções e foram solicitados [os registros] para a Anvisa e nós estamos priorizando essa análise”, explicou Safatle.


	Harmonização do uso de guias técnicos de agências reguladoras de referência, como EMA (Europa) e FDA (Estados Unidos), para avançar com a regulação.


Comunicação com a sociedade


	Elaboração de plano de comunicação em linguagem simples.
	Orientação sobre riscos do uso indiscriminado.
	Informação sobre produtos irregulares.
	Esclarecimento sobre limites da manipulação magistral.
	Campanhas direcionadas a pacientes e profissionais.


Governança


	Criação de grupo de trabalho na Anvisa para monitoramento e avaliação das medidas para avanço contínuo do plano de ação instituído.
 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/WWEe1_RaolsURh8H4dUB0TRFO8w=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/04/16/2025-04-07t154806z_253065729_rc2kh6a5tq46_rtrmadp_3_novo-nordisk-brazil-investment.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 07:44:47 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, vai, aumentar, fiscalização, canetas, emagrecedoras, manipuladas</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Inscrições para o programa Mais Médicos seguem até quarta&#45;feira</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/inscricoes-para-o-programa-mais-medicos-seguem-ate-quarta-feira</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/inscricoes-para-o-programa-mais-medicos-seguem-ate-quarta-feira</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				As inscrições para o 45º ciclo do projeto Mais Médicos para o Brasil (PMMB) podem ser feitas até quarta-feira (8). 

O projeto é voltado à atuação na Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS), em regiões prioritárias, remotas, de difícil acesso e de alto índice de vulnerabilidade, incluindo territórios indígenas, onde há escassez ou ausência de médicos

Notícias relacionadas:Inscrições para Mais Médicos Especialistas terminam no domingo.Mais Médicos Especialistas: inscrições terminam neste domingo.Prazo de inscrição no Mais Médicos Especialistas termina no dia 19.Os profissionais interessados em participar devem se inscrever por meio da Plataforma de Gerenciamento de Programas de Provimento, com login da conta do portal Gov.br.

Os profissionais selecionados atuarão por até 48 meses, combinando atendimento direto à população com formação continuada.

Vagas

Neste novo edital (nº 24/2026), o Ministério da Saúde abriu 1.524 vagas.

São 1.351 vagas para equipes de Saúde da Família (eSF), 75 para equipes de consultório na rua e 98 para Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI).

Todos os médicos poderão participar; no entanto, os profissionais formados em instituições de educação superior brasileiras ou com diploma revalidado no Brasil terão prioridade na seleção e ocupação das vagas ofertadas pelo Mais Médicos.

O edital contempla três perfis principais:

perfil 1: médicos formados no Brasil ou com diploma revalidado, com registro ativo no Conselho Federal de Medicina (CRM);

perfil 2: médicos brasileiros formados no exterior (intercambistas);

perfil 3: médicos estrangeiros com habilitação para atuar no exterior.

Os profissionais selecionados atuarão por 48 meses.

Bolsa-formação

O programa oferece uma bolsa-formação de R$ 14.121,63 para os médicos matriculados e com situação regular quanto às atividades educacionais previstas no projeto.

O médico participante deverá cumprir semanalmente com a carga horária de 44 horas de atividades que envolvem ensino, pesquisa e extensão, com componente assistencial, nas unidades de saúde no município ou distrito em que for alocado.

No caso de o médico comprovar a necessidade de mudança de domicílio em razão da alocação em município diferente do seu domicílio, o Ministério da Saúde poderá conceder ajuda de custo, que não poderá exceder ao valor de três bolsas-formação.

Mais Médicos

Lançado em 2013 para suprir a falta de profissionais em regiões remotas e prioritárias de difícil acesso, atualmente, o Programa Mais Médicos para o Brasil conta com mais de 26 mil médicos em atuação em todo o país.

Saiba mais sobre as diversas estratégias federais para disponibilizar e fixar médicos em regiões prioritárias no site do Mais Médicos para o Brasil.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/X_MFxsw13YVWX5LwFrF1oZKzhSM=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/04/24/_d6a1618.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 07:44:47 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Inscrições, para, programa, Mais, Médicos, seguem, até, quarta-feira</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Empresas deverão informar trabalhadores sobre cânceres e vacina</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/empresas-deverao-informar-trabalhadores-sobre-canceres-e-vacina</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/empresas-deverao-informar-trabalhadores-sobre-canceres-e-vacina</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A partir desta segunda-feira (6/4), empresas de todo o país deverão orientar seus funcionários sobre campanhas oficiais de vacinação contra o HPV e sobre o acesso a serviços de diagnósticos de cânceres de mama, próstata e de colo do útero.

Norma publicada hoje no Diário Oficial da União altera a Consolidação das Leis do Trabalho para incluir tal obrigação ao empregador.

Notícias relacionadas:Inca lança estudo para programa de rastreamento de câncer de pulmão.Butantan produzirá remédio contra câncer para o SUS.Março Azul: exames para rastrear câncer de intestino triplicam no SUS .As informações devem estar em conformidade com as recomendações do Ministério da Saúde.

Além disso, os trabalhadores devem ser informados sobre a possibilidade de deixar de comparecer ao serviço em casos de exames preventivos, sem prejuízo do salário.

Parceria

O Instituto Butantan e a farmacêutica norte-americana MSD firmaram parceria para que o laboratório público brasileiro passe a produzir medicamento avançado contra o câncer a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

O acordo, divulgado no fim de março, é resultado de um edital lançado em 2024 pelo Ministério da Saúde.

O pembrolizumabe é uma terapia que estimula o sistema imunológico para identificar e combater as células cancerígenas.

Além disso, é uma alternativa de tratamento menos tóxica do que a quimioterapia tradicional, e tem demonstrado grande eficácia.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/RW9KPEkcEokXV_taNe_3MqHa62U=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/906768-hpv_vascina_-2788.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 08:36:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Empresas, deverão, informar, trabalhadores, sobre, cânceres, vacina</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Chikungunya: ministro classifica como crítica situação em Dourados</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/chikungunya-ministro-classifica-como-critica-situacao-em-dourados</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/chikungunya-ministro-classifica-como-critica-situacao-em-dourados</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O novo ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, classificou como crítico o cenário de Dourados (MS), município que está em situação de emergência devido aos casos de chikungunya. 

“Quando se trata de saúde, de vidas humanas, a responsabilidade é global. Não estamos aqui para dizer que a responsabilidade era do município, do governo estadual ou do governo federal. Estamos aqui para reconhecer esta situação crítica. Portanto, não temos uma posição negacionista e vamos enfrentá-la”, disse Terena, ao visitar o município nesta sexta-feira (3).

Notícias relacionadas:Casos de influenza A continuam a crescer no Brasil, diz Fiocruz.Diretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidade.Ministério da Saúde confirma caso de sarampo no Rio de Janeiro.Segundo o governo de Mato Grosso do Sul, desde janeiro até o início de abril, o número de casos confirmados da doença no estado chegava a 1.764, incluindo 37 gestantes. Havia também 1.893 casos em análise.

Com 759 registros, em números absolutos, Dourados concentra a maior quantidade de casos prováveis de chikungunya no estado. Embora a situação atinja toda a população, tem tido maior impacto sobre as comunidades indígenas.

Dos sete óbitos registrados em todo estado, cinco ocorreram na Reserva Indígena de Dourados. Entre estas os mortos, dois tinham menos de quatro meses de vida. Os outros dois óbitos no estado foram registrados nas cidades de Bonito e Jardim.

Combate ao vetor

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu em 30 de março a situação de emergência na cidade, que a prefeitura decretou dias antes, em 27 de março.

O avanço da chikungunya em Dourados motivou o governo federal a anunciar, nesta semana, mais uma série de medidas para combater o mosquito Aedes aegypti, interromper o ciclo de transmissão da doença e aperfeiçoar o atendimento aos pacientes. A situação é mais grave na reserva indígena local, onde cinco pessoas já morreram, incluindo dois bebês.

O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Distrito Sanitário Especial Indígena do estado (DSEI-MS) emitiu um alerta epidemiológico apontando o aumento dos casos na cidade.

Após isto, agentes da Força Nacional do SUS (Sistema Único de Saúde) foram deslocados para se incorporarem à força-tarefa composta por servidores da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) e da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, do Ministério da Saúde. 

Além de mobilizar profissionais, na última quinta-feira (2), o governo federal destinou cerca de R$ 3,1 milhões em recursos públicos para Dourados.

Do total, R$ 1,3 milhão serão destinados a ações de socorro e assistência humanitária, como apoio direto à população. Mais R$ 974,1 mil vão custear iniciativas como limpeza urbana, remoção de resíduos e destinação em aterro sanitário licenciado. Os R$ 855,3 mil restantes financiarão outras ações de vigilância, assistência e controle da chikungunya na cidade.

Contratações

Eloy Terena afirmou que os recursos liberados pelos ministérios da Integração e do Desenvolvimento Regional e da Saúde “já estão nas contas dos governos estaduais e municipais”, responsáveis por utilizá-los para contratar, em caráter emergencial, os bens e serviços necessários.

Representante do Ministério da Saúde na comitiva que acompanhou o ministro, Daniel Ramos destacou que, além das demais medidas, a pasta vai contratar, provisoriamente, e capacitar, 50 agentes de combate a endemias-20 dos quais começarão a trabalhar neste sábado (4). 

Junto com 40 militares disponibilizados pelo Ministério da Defesa, os agentes se somarão ao atendimento à população e ao combate aos focos de reprodução do mosquito Aedes aegypti.


“A assistência é uma das partes importantes e a gente vai entrar com ações contundentes de controle vetorial para reduzir esta pressão nos serviços [de saúde]”, garantiu Ramos.


Já a representante da Força Nacional do SUS, Juliana Lima, explicou que, embora as equipes de saúde estejam atuando diariamente nas aldeias Bororó e Jaguapiru, na Reserva Indígena Dourados, é difícil dizer se houve uma melhora da situação nas últimas semanas.

“O cenário está muito dinâmico. Ele vem se mostrando, dia após dia, com um perfil epidemiológico diferenciado. Então, a gente não está conseguindo ainda afirmar se há uma diminuição ou um aumento [do número de casos] nesta ou naquela aldeia. Mas fazemos o monitoramento, os registros, diariamente e, com isso, conseguimos sinalizar para a vigilância onde eles devem priorizar os atendimentos dos casos agudos.”

Lixo

Destacando a condição “sui generis” [diferenciada] da Reserva Indígena Dourados, “que foi englobada pelo município de Dourados”, estando, hoje, cercada pela crescente área urbana, Terena cobrou, da prefeitura, mais atenção à coleta do lixo nas aldeias indígenas, de forma a eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti.

“Temos que aperfeiçoar a questão dos resíduos sólidos, do lixo. É preciso atender de igual forma não só o contexto urbano, como as comunidades indígenas”, disse o ministro, que pretende se reunir com representantes dos governos municipal e estadual e discutir projetos estruturais “para que possamos chegar a estas comunidades indígenas com projetos com vistas a melhorar a coleta de lixo” nas comunidades indígenas. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/ISHCrI8A3QKoHsMKJR4-mtCB10U=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/03/30/arbo-5.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 09:08:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Chikungunya:, ministro, classifica, como, crítica, situação, Dourados</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Supermercados já podem vender medicamentos; entenda</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/supermercados-ja-podem-vender-medicamentos-entenda</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/supermercados-ja-podem-vender-medicamentos-entenda</guid>
<description><![CDATA[ O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.357, que autoriza a instalação de farmácia ou drogaria em áreas de venda de supermercados. O texto foi publicado nesta segunda-feira (23) no Diário Oficial da União.

A norma tem origem no Projeto de Lei nº 2.158/2023, aprovado pelo Congresso Nacional, que autoriza a instalação de um setor de farmácia no interior de supermercados, desde que em ambiente físico delimitado, segregado e exclusivo para a atividade.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Entenda

Notícias relacionadas:Câmara aprova regras para comercialização de remédios em supermercados.De acordo com a lei, farmácias e drogarias devem ser instaladas em lugar independente dos demais setores do supermercado e operadas diretamente, sob mesma identidade fiscal, ou mediante contrato com farmácia ou drogaria licenciada e registrada em órgãos competentes.

Devem ser observadas as exigências legais, sanitárias e técnicas aplicáveis, inclusive quanto a dimensionamento físico, estrutura de consultórios farmacêuticos, recebimento, armazenamento, controle de temperatura, ventilação, iluminação e umidade, rastreabilidade, dispensação, assistência e cuidados farmacêuticos.

Aos supermercados, fica vedada a oferta de medicamentos em áreas abertas, comunicáveis ou sem separação funcional completa, como bancadas, estandes ou gôndolas externas ao espaço da farmácia ou drogaria.

Farmacêutico

A norma determina como obrigatória a presença de farmacêuticos legalmente habilitados durante todo o horário de funcionamento da farmácia ou drogaria instalada na área de venda de supermercados.

As atividades permanecem submetidas às normas de vigilância sanitária e à legislação que regula o exercício da atividade farmacêutica no país.

Controle especial

Remédios sujeitos a controle especial de receita só deverão ser entregues ao cliente após o pagamento. Os medicamentos poderão ser transportados do balcão de atendimento até o caixa em embalagem lacrada, inviolável e identificável. 

Comércio eletrônico

Farmácias e drogarias licenciadas e registradas por órgãos competentes poderão contratar canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para fins de logística e entrega ao consumidor, desde que assegurado o cumprimento integral da regulamentação sanitária aplicável.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/qFobz4JlPi-DUx3PAuu_nZYOK5s=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/03/31/_mg_8144.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 16:33:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Supermercados, já, podem, vender, medicamentos, entenda</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Ministério da Saúde confirma caso de sarampo no Rio de Janeiro</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ministerio-da-saude-confirma-caso-de-sarampo-no-rio-de-janeiro</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ministerio-da-saude-confirma-caso-de-sarampo-no-rio-de-janeiro</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Ministério da Saúde confirmou nesta quarta-feira (1º) um caso de sarampo na cidade do Rio de Janeiro. Segundo a pasta, trata-se de uma mulher de 22 anos, sem registro de vacinação, que trabalha em um hotel no município. 

Em nota, o ministério informou que, após a notificação, foram adotadas medidas imediatas de investigação, vacinação de bloqueio na residência da paciente, no local de trabalho e no serviço de saúde, além de uma varredura na região para identificação de possíveis outros casos. 

Notícias relacionadas:Inca lança estudo para programa de rastreamento de câncer de pulmão.Morre paciente que recebeu transplante de órgão com HIV em 2024.Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério.“O Ministério da Saúde está acompanhando a investigação de forma articulada com as secretarias municipal e estadual de Saúde”, destacou o comunicado. 

Este é o segundo caso de sarampo registrado no Brasil em 2026. O primeiro caso foi identificado em São Paulo no início de março: uma criança de 6 meses, moradora da zona norte da capital, com histórico recente de viagem a La Paz, na Bolívia, país com surto ativo da doença. 

À época, foi realizado bloqueio vacinal na região onde a criança vive e que, de acordo com o ministério, contava com mais de 600 doses contra o sarampo aplicadas entre os meses de janeiro e fevereiro.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Na nota, a pasta reforçou que os casos não alteram o status do Brasil, que segue livre da circulação endêmica do sarampo.


“O país mantém esse cenário mesmo após a perda da certificação regional das Américas, em razão de surtos em países como Estados Unidos, Canadá e México”. 


O comunicado diz ainda que em 2025, o Ministério da Saúde interrompeu a transmissão dos 38 casos importados no país &quot;com resposta rápida baseada em vigilância, vacinação e bloqueio, estratégia reconhecida pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas)”. 

Entenda

O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa que já respondeu como uma das principais causas de mortalidade infantil em todo o mundo. 

O Ministério da Saúde destaca que, apesar de avanços significativos no controle e na prevenção por meio da vacinação, o sarampo ainda representa um desafio importante para a saúde pública, sobretudo em regiões com baixas taxas de imunização. 

A pasta alerta ainda que o sarampo se caracteriza por sintomas que podem ser confundidos com outras doenças virais e, portanto, exige atenção e conhecimento para ser identificado e tratado adequadamente. 

O paciente com sarampo apresenta erupções avermelhadas na pele e coceira intensa nas mãos. A transmissão do vírus é de pessoa a pessoa, por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar. 

Ainda segundo o ministério, o sarampo é considerado tão contagioso que uma única pessoa infectada pode transmitir o vírus para 90% das pessoas próximas a ela que não estejam imunes.

A transmissão pode ocorrer entre seis dias antes e quatro dias após o aparecimento das manchas vermelhas pelo corpo. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/Ehi4Sirf13weR0i05m-YyUxhq5A=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/05/07/_d6a6407.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 09:11:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Ministério, Saúde, confirma, caso, sarampo, Rio, Janeiro</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Diretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidade</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/diretriz-contraindica-tratamento-farmacologico-isolado-para-obesidade</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/diretriz-contraindica-tratamento-farmacologico-isolado-para-obesidade</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Nova diretriz da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) recomenda que o tratamento farmacológico não usado isoladamente, mas sempre associado a mudanças de estilo de vida, com aconselhamento nutricional e estímulo à atividade física. 

A orientação faz parte de documento que reúne 32 recomendações para o cuidado com a obesidade

Notícias relacionadas:Ministério da Saúde confirma caso de sarampo no Rio de Janeiro.Inca lança estudo para programa de rastreamento de câncer de pulmão.Morre paciente que recebeu transplante de órgão com HIV em 2024.O documento define como principais critérios para indicação da remédios o Índice de Massa Corporal (IMC) maior ou igual a 30 kg/m² ou IMC maior ou igual a 27 kg/m² em pessoas com complicações relacionadas à adiposidade. O IMC pode ser calculado no site da associação.

Em situações específicas, o texto ainda admite considerar tratamento mesmo independentemente do IMC, quando há aumento da circunferência da cintura ou da relação cintura-altura associado a complicações.

“O médico passou a lidar com um cenário terapêutico mais amplo e com decisões que exigem avaliação cada vez mais individualizada. Esta diretriz transforma esse avanço científico em orientação prática, oferecendo mais subsídio para a conduta clínica e mais segurança para o cuidado dos pacientes”, ressaltou o presidente da Abeso, Fábio Trujilho.

A nova diretriz foi elaborada por um grupo multidisciplinar formado por endocrinologistas, clínicos gerais e nutricionistas e traz as orientações organizadas por classes de recomendação e níveis de evidência.

“O documento traz direcionamentos para cenários como risco cardiovascular, pré-diabetes, doença hepática gordurosa, osteoartrite, câncer, deficiência de testosterona masculina, apneia do sono, perda de massa magra e muscular, o que aproxima a recomendação científica das perguntas reais do consultório”, destacou um dos coordenadores da nova diretriz, Fernando Gerchman.

As novas diretrizes reforçam ainda os alertas sobre quando um medicamento não é indicado e chama a atenção para o uso de substâncias sem evidências robustas de eficácia e segurança demonstradas em ensaios clínicos, fórmulas magistrais e produtos manipulados para o tratamento da obesidade, incluindo formulações com diuréticos, hormônios tireoidianos, esteroides anabolizantes, implantes hormonais ou gonadotrofina coriônica humana (hCG).

A íntegra das novas diretrizes pode ser lida aqui. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/vsEW3TLejDvr_x5syOzy4iWdR70=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/09/04/saxenda-canetas-848x477.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 09:11:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Diretriz, contraindica, tratamento, farmacológico, isolado, para, obesidade</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Hospital Estadual de Jataí alcança mais de 90% de satisfação e entra na zona de excelência do NPS</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-alcanca-mais-de-90-de-satisfacao-e-entra-na-zona-de-excelencia-do-nps</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-alcanca-mais-de-90-de-satisfacao-e-entra-na-zona-de-excelencia-do-nps</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202604/image_870x580_69cd7b881f47f.jpg" length="73141" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 17:10:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Vacina da gripe não aumenta risco da doença, alerta ministério</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacina-da-gripe-nao-aumenta-risco-da-doenca-alerta-ministerio</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacina-da-gripe-nao-aumenta-risco-da-doenca-alerta-ministerio</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Ministério da Saúde alertou nesta quarta-feira (1º) que mensagens que circulam nas redes sociais voltaram a espalhar desinformação sobre vacinas. O alvo da vez, segundo a pasta, é a vacina contra a gripe.


“Publicações afirmam, sem qualquer base científica, que o imunizante aumentaria o risco de contrair a própria gripe. A informação é falsa”, rebateu o ministério em nota.


Notícias relacionadas:Saúde libera R$ 900 mil para combate ao Chikungunya em Dourados.Rio antecipa Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe.Combate à dengue é primeiro desafio de coalizão global de saúde.A pasta destacou que a vacina contra a gripe produzida no Brasil pelo Instituto Butantan apresenta eficácia comprovada na prevenção de hospitalizações e mortes, sobretudo entre grupos mais vulneráveis, como crianças pequenas e pessoas com 60 anos de idade ou mais.

A dose contra a gripe disponível via Sistema Único de Saúde (SUS) é a Influenza trivalente, indicada para prevenir quadros clínicos graves, complicações, internações e óbitos causados pelo vírus.

“O imunizante é recomendado pelo Ministério da Saúde, pré-qualificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e segue as orientações internacionais. Tanto a OMS quanto a agência reguladora dos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA), recomendam o uso de vacinas trivalentes”, reforçou o ministério.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Boatos

No comunicado, a pasta ressaltou que a vacina da gripe é produzida com vírus inativados, fragmentados e purificados, não sendo capaz de provocar a doença em quem é imunizado.

“Logo, é falso afirmar que a vacina causa gripe mais forte ou aumenta o risco de infecção”, afirma.

Um dos fatores que contribuem para a confusão, segundo o ministério, é o fato de que o vírus influenza circula com mais intensidade no outono e no inverno,  período em que também aumentam os casos de outras viroses respiratórias, como parainfluenza, covid-19, vírus sincicial respiratório (VSR) e rinovírus.


“Pessoas vacinadas podem ser infectadas por outros vírus respiratórios no mesmo período e apresentar sintomas semelhantes aos da gripe, o que pode gerar a falsa impressão de que a vacina não funcionou”, esclarece a pasta. 


“Na prática, a imunização reduz a chance de desenvolver sintomas graves e diminui significativamente o risco de internações e morte”, alerta o ministério.

Vacinação

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou no sábado (28) e segue até o dia 30 de maio nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. 

Podem receber a dose grupos prioritários que incluem idosos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, trabalhadores da saúde, professores, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, forças de segurança, caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo, entre outros públicos classificados mais vulneráveis.

Balanço recente divulgado pelo ministério indica que, desde o início da mobilização, mais de 2,3 milhões de doses foram distribuídas no país.

“A vacinação anual é fundamental porque a composição da vacina é atualizada a cada ano, conforme orientações da OMS, para acompanhar as cepas mais prevalentes”, explica o ministério.

Reforço

A pasta informou ainda que reforçou a vigilância da Influenza A (H3N2), especialmente do subclado K, que vem sendo frequentemente registrada em países da América do Norte, como Estados Unidos e Canadá.

No Brasil, até o momento, foram identificados apenas quatro casos do subclado K. As análises foram conduzidas por laboratórios de referência nacional, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Adolfo Lutz, seguindo protocolos rigorosos de vigilância.

“A vigilância da Influenza inclui monitoramento contínuo de casos de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave (SRAG), diagnóstico precoce, investigação de eventos incomuns e fortalecimento do acesso à vacinação e a antivirais”, destacou o ministério.

“A vacina contra a gripe não aumenta o risco da doença, ela salva vidas. Aderir à imunização é a forma mais eficaz de proteger a si mesmo e aos mais vulneráveis, reduzindo internações e evitando mortes”, garante o ministério. 

“Não espalhe desinformação. Confira sempre em sites de fontes oficiais, como do Ministérios da Saúde e da OMS, antes de repassar fake news”, alerta a pasta. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/lPxTWQQ9lt4C7ACUgd9r59PxHHM=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/12/04/pzzb4152.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 14:11:39 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Vacina, gripe, não, aumenta, risco, doença, alerta, ministério</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Morre paciente que recebeu transplante de órgão com HIV em 2024</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/morre-paciente-que-recebeu-transplante-de-orgao-com-hiv-em-2024</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/morre-paciente-que-recebeu-transplante-de-orgao-com-hiv-em-2024</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Um dos seis pacientes que recebeu transplante de um órgão infectado pelo vírus HIV, em outubro de 2024, morreu no último dia 18, segundo informações confirmadas nesta quarta-feira (1º) pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ).

A vítima era uma mulher de 64 anos e estava em acompanhamento médico desde a confirmação da infecção. A causa da morte ainda está em investigação.

Notícias relacionadas:Tempo de espera por transplante de córnea no Brasil dobra em 10 anos.Fiocruz conduzirá estudo com injeção contra HIV em sete cidades.Saúde libera R$ 900 mil para combate ao Chikungunya em Dourados.A SES-RJ lamentou a morte e informou que a paciente recebeu assistência desde o diagnóstico. Ela estava internada em unidade especializada.

“Há um ano e cinco meses, ela vinha recebendo total assistência, era monitorada diariamente pela equipe multidisciplinar da Secretaria. Em julho do ano passado, a paciente foi indenizada pelo Governo do Estado”, divulgou a nota da secretaria, que disse que continuará a oferecer suporte psicológico aos familiares.

O episódio ocorreu em outubro de 2024, quando autoridades de saúde confirmaram que seis pacientes transplantados no estado do Rio de Janeiro foram infectados por HIV, após receberem órgãos de doadores contaminados.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro e o Ministério da Saúde, dois doadores testaram positivo para o vírus, o que levou à infecção dos receptores. O caso foi classificado pelas autoridades como “sem precedentes e inadmissível”.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Laudo fraudulento

O caso desencadeou uma série de investigações conduzidas por diferentes órgãos, incluindo o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, a Polícia Civil e o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro.

Segundo as investigações, o laboratório PCS Saleme, contratado pelo governo estadual em dezembro de 2023, por intermédio da Fundação Saúde, para fazer exame de sorologia, emitiu laudos fraudulentos, que não acusaram a presença do HIV em órgãos de dois doadores.

Após o caso ter sido tornado público, o laboratório PCS Saleme foi interditado pela Vigilância Sanitária estadual e o contrato com o governo do estado rescindido. O escândalo provocou a renúncia da direção da Fundação Saúde. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/S824w6sm78ZdUg1etuPVkHJjIdY=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/10/12/1000005064.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 14:11:39 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Morre, paciente, que, recebeu, transplante, órgão, com, HIV, 2024</media:keywords>
</item>

<item>
<title>INSS antecipa quase 30 mil agendamentos durante mutirão</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/inss-antecipa-quase-30-mil-agendamentos-durante-mutirao</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/inss-antecipa-quase-30-mil-agendamentos-durante-mutirao</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou que quase 30 mil agendamentos foram antecipados durante mutirão realizado no fim de semana passado (28 e 29 de março).

As equipes atenderam em todas as regiões do país.

Notícias relacionadas:CPMI do INSS termina sem relatório final.De acordo com o instituto, a ação é para reduzir a fila de espera pelos exames de perícia médica e avaliações necessárias para liberação de benefícios previdenciários e assistenciais, como Auxílio por Incapacidade Temporária (antigo auxílio-doença) e o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS).

Nas regiões com poucos peritos, a perícia é feita por teleatendimento. Neste caso, o segurado vai até uma agência do INSS e faz a perícia por videoconferência com um médico de outra localidade.

Durante o mutirão no dias 28 e 29 de março, a Região Nordeste registrou o maior número de atendimentos, 13.652. Em seguida, aparecem o Sudeste (7.687), Norte (3.928), Centro-Oeste (2.649) e Sul (1.076). 

 

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/HIabNYFkYlbYWam1RgtzXkuNUg4=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/09/26/aed0d977-1d92-4c21-8c2f-a8806ca1fb8b.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 08:48:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>INSS, antecipa, quase, mil, agendamentos, durante, mutirão</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Medicamentos podem ter reajuste de até 3,81% a partir desta terça</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/medicamentos-podem-ter-reajuste-de-ate-381-a-partir-desta-terca</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/medicamentos-podem-ter-reajuste-de-ate-381-a-partir-desta-terca</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Medicamentos vendidos no Brasil podem ter o preço reajustado em até 3,81% a partir desta terça-feira (31), conforme estabelecido em resolução publicada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed).

O texto prevê três níveis máximos de reajuste aplicáveis a diferentes grupos de medicamentos, conforme a competitividade de cada categoria:


	3,81% para medicamentos com concorrência;
	2,47% para medicamentos de média concorrência;
	1,13% para medicamentos de pouca ou nenhuma concorrência.


Notícias relacionadas:Cmed multa distribuidoras de medicamentos e defende regulamentação.Lula diz que Estado deve garantir acesso a medicamentos.Supermercados já podem vender medicamentos; entenda.Algumas categorias não se encaixam nesses critérios, como fitoterápicos, homeopáticos e determinados medicamentos isentos de prescrição com alta concorrência no mercado, que possuem regras específicas dentro do sistema de regulação de preços.

Em nota, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destacou que o reajuste médio permitido por lei ficará em até 2,47%, o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada dos últimos 12 meses, de 3,81%.


“A redução consecutiva do índice desde 2023 é fruto da política de combate à inflação e reforça a importância da regulação para proteger o consumidor de preços abusivos. Nos anos anteriores, houve um aumento expressivo do percentual, ultrapassando 10%.”


&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

A Anvisa destaca que os aumentos não são automáticos. “Na prática, fabricantes e farmácias podem aplicar reajustes inferiores ou até manter os preços atuais, dependendo das condições do setor e do nível de concorrência entre as empresas”.

“A regulação econômica dos medicamentos no Brasil garante a proteção do consumidor e, ao mesmo tempo, busca a sustentabilidade do setor para a continuidade do fornecimento de medicamentos no país.”

Entenda

O reajuste dos preços de medicamentos é feito uma vez ao ano e segue uma fórmula regulatória que parte da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e desconta o ganho de produtividade da indústria.

A Cmed é o órgão federal responsável pela regulação econômica do mercado farmacêutico no Brasil e estabelece critérios para a fixação e o reajuste dos preços de medicamentos, com o objetivo de estimular a concorrência e garantir o acesso da população aos produtos.

A câmara de regulação é composta pelo Ministério da Saúde, pela Casa Civil e pelos Ministérios da Justiça e Segurança Pública, da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A Anvisa, por sua vez, exerce a função de secretaria executiva, fornecendo suporte técnico às decisões. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/tpEdkWsTmE4IZrUk5MwSOfVB7mI=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/03/31/_mg_8153.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 11:31:22 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Medicamentos, podem, ter, reajuste, até, 3, 81, partir, desta, terça</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Fatores sociais empurram famílias para ultraprocessados, diz pesquisa</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/fatores-sociais-empurram-familias-para-ultraprocessados-diz-pesquisa</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/fatores-sociais-empurram-familias-para-ultraprocessados-diz-pesquisa</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A sobrecarga materna, o preço atraente e até componentes afetivos são alguns dos fatores sociais que impulsionam o consumo de alimentos ultraprocessados por crianças em comunidades urbanas de diferentes cidades brasileiras, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (31) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O estudo entrevistou cerca de 600 famílias de três comunidades urbanas do país: Guamá, em Belém (PA); Ibura, em Recife (PE); e Pavuna, no Rio de Janeiro (RJ). 

Notícias relacionadas:Caminhos da Reportagem aborda riscos do consumo de ultraprocessados.Trabalhadores consideram ultraprocessados um risco à saúde.Ultraprocessados já são quase um quarto da alimentação dos brasileiros.Apesar de 84% dos entrevistados se considerarem muito preocupados em oferecer uma alimentação saudável para suas famílias, em metade dos lares os alimentos ultraprocessados faziam parte do lanche das crianças. Além disso, em um a cada quatro, algum desses produtos estava no café da manhã.

Os produtos ultraprocessados mais presentes nas casas foram iogurte com sabor, embutidos, biscoito recheado, refrigerante e macarrão instantâneo.

O que são ultraprocessados?

Os ultraprocessados são produtos alimentícios de origem industrial, resultantes da mistura de ingredientes naturais com aditivos químicos, como corantes, aromatizantes e emulsificantes. Isso permite a fabricação de produtos de baixo custo, longa durabilidade e com sabores intensos, que viciam o paladar. 

Evidências científicas mostram que o seu consumo aumenta o risco de doenças como obesidade, diabetes, problemas cardíacos, depressão e câncer. 

 


            
        
    
Embutidos como presunto são considerados ultraprocessados Foto: MAPA/Divulgação - MAPA/Divulgação


Sobrecarga materna

Nas famílias ouvidas pela pesquisa, 87% das mães exerceram a tarefa de comprar e servir o alimento às crianças, e 82% delas também foram responsáveis pela preparação.

Já entre os pais, apenas 40% comprou alimentos, enquanto 27% cozinharam e 31% ofereceram a comida às crianças da casa. 

A oficial de Saúde e Nutrição do Unicef no Brasil, Stephanie Amaral, ressalta a sobrecarga das mulheres nos cuidados com a alimentação.


&quot;Muitas mães fazem isso sozinhas, além de trabalhar fora. É uma sobrecarga que acaba fazendo com que a praticidade dos alimentos ultraprocessados pese muito mais&quot;.


Desconhecimento

Outro ponto destacado pela pesquisa é o desconhecimento sobre os produtos ultraprocessados. Muitos alimentos que se enquadram nessa categoria foram apontados como saudáveis pela maioria dos entrevistados, como os iogurtes com sabor e os nuggets de frango fritos na airfryer. 

A nova rotulagem frontal dos produtos, que traz avisos quando eles têm grande concentração de sódio, açúcar e gorduras saturadas também não cumpre seu papel de forma integral: 26% dos entrevistados disseram não saber o que esses avisos significam.

Além disso, 55% dos entrevistados nunca observam os avisos de alto teor no rótulo dos alimentos, e 62% admitem que nunca deixaram de comprar algum produto por causa deles. 

Preço baixo

A percepção de preço também pode influenciar no consumo. A maioria das famílias (67%) considera que os sucos de caixinha, salgadinhos e refrigerantes são baratos.

Já legumes e verduras são considerados caros por 68% delas, proporção que sobe para 76% no caso das frutas e 94% no das carnes.

Os pesquisadores também fizeram entrevistas aprofundadas com algumas famílias e identificaram ainda um componente afetivo.

&quot;Essas pessoas não tinham dinheiro para comprar os alimentos que elas queriam quando eram crianças, então agora elas se sentem felizes por poder comprar o que a criança quer comer. E aí esses alimentos ultraprocessados, ainda mais aqueles com desenhos e personagens, são associados a uma infância feliz&quot;, explica Stephanie Amaral. 

A oficial de Saúde e Nutrição do Unicef destaca ainda que é mais difícil controlar o consumo no caso dos ultraprocessados, porque os danos que eles causam à saúde são cumulativos e não imediatos. Mesmo assim, ela acredita que as escolas podem contribuir de forma essencial: 

&quot;As famílias mostram uma confiança muito grande na alimentação escolar, o que mostra como as escolas são importantes em oferecer o alimento saudável, mas também em promover essa alimentação para as famílias&quot;

 


            
        
    
Merenda escolar é essencial para acesso à alimentação saudável - Sergio Amaral/Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome/Divulgação


Recomendações do estudo

Fortalecer a regulação de alimentos ultraprocessados: avançar na regulação da publicidade infantil, na tributação de ultraprocessados e na promoção de ambientes escolares saudáveis, reduzindo a exposição e o consumo desses produtos

Expandir creches e escolas em tempo integral: a ampliação da educação infantil e da jornada escolar fortalece redes de apoio às famílias, reduz sobrecargas, especialmente sobre as mulheres, e contribui para a proteção e promoção de hábitos saudáveis.

Fortalecer a orientação alimentar nos serviços de saúde: ampliar o aconselhamento alimentar, desde a gestação, de forma a promover informação de qualidade,  evitar a introdução precoce de ultraprocessados e influenciar a adoção de hábitos saudáveis desde o início da vida.

Apoiar iniciativas e lideranças comunitárias: fortalecer ações locais — como hortas, feiras, atividades esportivas e redes de apoio — amplia o acesso a alimentos saudáveis e incentiva práticas de atividade física nos territórios.

Ampliar a compreensão e o uso da rotulagem frontal: promover campanhas e ações educativas que expliquem, de forma clara, o significado da rotulagem e seu uso no dia a dia e acompanhar a efetividade da rotulagem frontal, considerando seus critérios nutricionais e formato dos alertas.

Investir em comunicação para mudança de comportamento: estratégias de comunicação devem considerar a realidade das famílias, usar linguagem simples e abordar desafios práticos, como identificar “falsos saudáveis” e melhorar formas de preparo. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/Fd5sT3fRqcbtsKQWmMObS1Bs-8I=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/refrigerantes.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 08:36:47 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Fatores, sociais, empurram, famílias, para, ultraprocessados, diz, pesquisa</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Chikungunya: entenda doença que preocupa Mato Grosso do Sul</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/chikungunya-entenda-doenca-que-preocupa-mato-grosso-do-sul</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/chikungunya-entenda-doenca-que-preocupa-mato-grosso-do-sul</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O governo federal reconheceu situação de emergência em saúde pública no município de Dourados (MS) em razão de doenças infecciosas virais, incluindo diversos casos de infecção por Chikungunya. Na última sexta-feira (27), a prefeitura já havia editado decreto declarando situação de emergência em áreas do município afetadas pela doença.

Dados do boletim epidemiológico divulgado pouco antes indicam 1.455 casos prováveis, 785 confirmados, 900 em investigação e 39 internações na área urbana. Também há 539 casos em investigação, 629 confirmados e 1.168 prováveis, além de sete internações, 428 casos com atendimento hospitalar e cinco óbitos confirmados na Reserva Indígena de Dourados.

Notícias relacionadas:Chikungunya: União reconhece situação de emergência em Dourados.Mato Grosso do Sul vai receber vacina em projeto contra chikungunya.Saúde libera R$ 900 mil para combate ao Chikungunya em Dourados.Em nota, a Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul informou que o estado vai receber doses da vacina contra o Chikungunya como parte de uma estratégia piloto elaborada pelo Ministério da Saúde. A inclusão do estado ocorre após solicitação formal ao governo federal, motivada pelo cenário epidemiológico de arboviroses registrado em Dourados, sobretudo em territórios indígenas.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

A doença

A chikungunya é uma arbovirose cujo agente etiológico é transmitido pela picada de fêmeas infectadas do gênero Aedes. De acordo com o ministério, no Brasil, até o momento, o vetor envolvido na transmissão é o Aedes aegypti. Introduzido no continente americano em 2013, o vírus foi responsável por uma epidemia em diversos países da América Central e nas ilhas do Caribe.

No segundo semestre de 2014, o Brasil confirmou, por métodos laboratoriais, a presença da doença nos estados do Amapá e da Bahia. Atualmente, todos os estados registram transmissão do arbovírus. Em 2023, o ministério cita uma importante dispersão territorial do vírus no país, principalmente em estados da Região Sudeste. Anteriormente, as maiores incidências de chikungunya concentravam-se no Nordeste.

As principais características clínicas da infecção são edema e dor articular incapacitante, mas também podem ocorrer manifestações extra-articulares. Casos graves podem demandar internação hospitalar e evoluir para óbito. O vírus também pode causar doença neuroinvasiva, caracterizada por agravos neurológicos como encefalite, mielite, meningoencefalite, síndrome de Guillain-Barré, síndrome cerebelar, paresias, paralisias e neuropatias.

Sintomas

Os principais sintomas da infecção pelo vírus Chikungunya, de acordo com o ministério, são:


	Febre;
	dores musculares;
	dor de cabeça;
	dores intensas nas articulações;
	manchas vermelhas pelo corpo;
	dor atrás dos olhos;
	dor nas costas;
	conjuntivite não purulenta;
	náuseas e vômitos;
	edema nas articulações (geralmente as mesmas afetadas pela dor intensa);
	prurido (coceira) na pele, que pode ser generalizada, ou localizada apenas nas palmas das mãos e plantas dos pés;
	diarreia e/ou dor abdominal (manifestações do trato gastrointestinal são mais presentes em crianças);
	dor de garganta;
	calafrios.


Fases

Segundo a pasta, a doença pode evoluir em três fases:


	Febril ou aguda, com duração de cinco a 14 dias;
	pós-aguda, com curso de 15 a 90 dias;
	crônica, caso os sintomas persistam por mais de 90 dias. Em mais de 50% dos casos, a artralgia (dor nas articulações) torna-se crônica, podendo persistir por anos.


“É possível que se desenvolvam manifestações extra-articulares, ou sistêmicas: no sistema nervoso, cardiovascular, pele, rins e outros”, destacou o ministério.

Diagnóstico

O diagnóstico da chikungunya tem componentes clínicos e laboratoriais e deve ser feito por um médico. Todos os exames laboratoriais para acompanhamento do quadro clínico e os testes diagnósticos (sorológicos e moleculares) estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).

Em caso de suspeita da doença, a orientação do ministério é que a notificação seja inserida no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan Online) em até sete dias. Já em caso de óbitos, a notificação deve ser feita à própria pasta em até 24 horas.

Deve-se considerar como caso suspeito paciente que apresente febre de início súbito, acompanhada de artralgia ou artrite intensa (dor nas articulações) de início agudo, não explicado por outras condições, residente em (ou que tenha visitado) áreas com transmissão até duas semanas antes de começar os sintomas, ou que tenha vínculo epidemiológico com caso confirmado.

Tratamento

O tratamento da infecção por Chikungunya é feito de acordo com os sintomas, já que, até o momento, não há tratamento antiviral específico para a doença. A terapia utilizada é analgesia e suporte.

A orientação do ministério aos profissionais de saúde é estimular a hidratação oral dos pacientes e que a escolha dos medicamentos seja realizada após a avaliação do quadro clínico, com aplicação de escalas de dor apropriadas para cada idade e fase da doença.

Em casos de comprometimento musculoesquelético importante, e sob avaliação médica conforme cada caso, pode ser recomendada ainda fisioterapia.

“Em caso de suspeita, com o surgimento de qualquer sintoma, é fundamental procurar um profissional de saúde para o correto diagnóstico e prescrição dos medicamentos, evitando sempre a automedicação”, reforçou a pasta, citando que a automedicação pode mascarar sintomas, dificultando o diagnóstico e agravando o quadro. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/ISHCrI8A3QKoHsMKJR4-mtCB10U=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/03/30/arbo-5.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 08:36:47 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Chikungunya:, entenda, doença, que, preocupa, Mato, Grosso, Sul</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Chikungunya: União reconhece situação de emergência em Dourados</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/chikungunya-uniao-reconhece-situacao-de-emergencia-em-dourados</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/chikungunya-uniao-reconhece-situacao-de-emergencia-em-dourados</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Portaria do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional publicada nesta segunda-feira (30) no Diário Oficial da União reconhece situação de emergência em saúde pública no município de Dourados, Mato Grosso do Sul, em razão de doenças infecciosas virais, incluindo diversos casos de infecção por chikungunya.

“Com o reconhecimento da situação de emergência em saúde, a prefeitura de Dourados poderá enfrentar de forma mais contundente o avanço da doença sobre os bairros e, também, ampliar as ações que já estão sendo realizadas na reserva indígena, em parceria com o governo federal e com o governo do estado”, informou a prefeitura.

Decreto

Notícias relacionadas:Mato Grosso do Sul vai receber vacina em projeto contra chikungunya.Saúde libera R$ 900 mil para combate ao Chikungunya em Dourados.Na última sexta-feira (27), o prefeito de Dourados, Marçal Filho, editou decreto declarando situação de emergência em áreas do município afetadas pela epidemia de chikungunya. “A medida visa dar maior autonomia à Defesa Civil de Dourados para atuar no combate à doença”.

Dados do boletim epidemiológico divulgado no dia 26 indicam, na área urbana:


	1.455 casos prováveis,
	785 casos confirmados,
	900 casos em investigação,
	39 internações.


Além disso, o boletim aponta que a Reserva Indígena de Dourados registrou:


	1.168 casos prováveis,
	629 casos confirmados,
	539 casos em investigação,
	7 internações,
	428 casos com atendimento hospitalar e
	5 óbitos por chikungunya.


“O decreto, publicado em edição suplementar do Diário Oficial do Município, autoriza a mobilização de todos os órgãos municipais para atuarem sob o comando da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil de Dourados, nas ações de resposta ao desastre e reconstrução das áreas afetadas”, informou a prefeitura.

O texto autoriza ainda a convocação de voluntários e a realização de campanhas de arrecadação de recursos para reforçar ações de resposta à doença.

“Em seu artigo 4º, o decreto autoriza as autoridades administrativas e os agentes de proteção e defesa civil, diretamente responsáveis pelas ações de resposta aos desastres, em caso de risco iminente, a adentrarem residências para prestar socorro ou para determinar a pronta evacuação e usar de propriedade particular, no caso de iminente perigo público, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano.”

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Doença

A chikungunya é uma arbovirose cujo agente etiológico é transmitido pela picada de fêmeas infectadas do gênero Aedes. No Brasil, até o momento, o vetor envolvido na transmissão é o Aedes aegypti, o mesmo transmissor da dengue.

As principais características clínicas da infecção são edema e dor articular incapacitante, mas também podem ocorrer manifestações extra articulares. Casos graves de chikungunya podem demandar internação hospitalar e evoluir para óbito. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/BTj75qYFfzjvCNDOyd7uEezfYsI=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/20230330102022_mg_7182.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 15:26:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Chikungunya:, União, reconhece, situação, emergência, Dourados</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Mato Grosso do Sul vai receber vacina em projeto contra chikungunya</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/mato-grosso-do-sul-vai-receber-vacina-em-projeto-contra-chikungunya</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/mato-grosso-do-sul-vai-receber-vacina-em-projeto-contra-chikungunya</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Mato Grosso do Sul vai receber doses da vacina contra a chikungunya como parte de uma estratégia piloto elaborada pelo Ministério da Saúde. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (30) pela Secretaria de Saúde do estado.

Em nota, a secretaria informou que a inclusão do estado na estratégia piloto ocorre após solicitação formal ao ministério, motivada pelo cenário epidemiológico de arboviroses registrado no município de Dourados, especialmente em territórios indígenas.


Notícias relacionadas:Saúde libera R$ 900 mil para combate ao Chikungunya em Dourados.Europa: temperatura alta pode elevar transmissão do vírus Chikungunya.SP começa projeto-piloto de vacinação contra chikungunya em Mirassol.“Antes mesmo da confirmação do envio das doses, o estado já havia estruturado uma resposta técnica para pleitear a participação na estratégia nacional, inicialmente restrita a poucos municípios brasileiros”, destacou a secretaria.


&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Estratégia piloto

A vacina contra a chikungunya foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, atualmente, está na fase 4 de monitoramento – etapa que avalia a efetividade em condições reais de uso.

No Brasil, o imunizante está sendo utilizado de forma controlada, dentro de uma estratégia piloto conduzida pelo ministério em parceria com o Instituto Butantan, já implementada em municípios selecionados de diferentes estados.

De acordo com a secretaria de saúde, a definição dos municípios que recebem a vacina segue critérios como situação epidemiológica, capacidade operacional e estrutura de vigilância.


“Nesse contexto, Dourados se enquadra como área prioritária, especialmente pelo impacto da doença nas comunidades indígenas”, destacou a secretaria.


“O Ministério da Saúde já confirmou o envio de equipes para capacitação dos profissionais de saúde em Mato Grosso do Sul. A estratégia terá início pela população indígena, com treinamento específico nos territórios, voltado aos profissionais que atuam diretamente nessas comunidades.”

O Instituto Butantan também vai realizar treinamento com equipes de salas de vacina no estado.


“Por se tratar de uma estratégia piloto, a vacinação contra a chikungunya ainda ocorre de forma restrita e monitorada no país. A expectativa é que, a partir dos resultados obtidos, haja ampliação progressiva da oferta do imunizante no SUS [Sistema Único de Saúde]”, concluiu a secretaria.


  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/RVzEyPjktA8CjFDe9AJmhUP5iWM=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/raf03989_0.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 15:26:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Mato, Grosso, Sul, vai, receber, vacina, projeto, contra, chikungunya</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Caminhos da Reportagem aborda riscos do consumo de ultraprocessados</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/caminhos-da-reportagem-aborda-riscos-do-consumo-de-ultraprocessados</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/caminhos-da-reportagem-aborda-riscos-do-consumo-de-ultraprocessados</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O consumo de ultraprocessados pelos brasileiros mais do que dobrou desde os anos de 1980, passando de 10% para 23% do total de calorias ingeridas na alimentação. Um fenômeno que não acontece apenas no Brasil. Dados internacionais foram publicados em uma série de artigos na revista científica The Lancet por mais de 40 pesquisadores do mundo todo, liderados por cientistas da Universidade de São Paulo (USP).

Foi justamente na USP que o conceito de ultraprocessados foi criado. Naquele momento, em 2009, o pesquisador Carlos Monteiro, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens), estava preocupado com o aumento de obesidade, sobrepeso e doenças crônicas associadas ao consumo de alimentos com alto nível de processamento.

Notícias relacionadas:Trabalhadores consideram ultraprocessados um risco à saúde.Ultraprocessados já são quase um quarto da alimentação dos brasileiros.Merenda escolar poderá ter no máximo 15% de alimentos ultraprocessados.O pesquisador e sua equipe, então, desenvolveram a classificação NOVA, que organiza os alimentos em quatro grupos: (1) alimentos in natura ou minimamente processados, como frutas, arroz ensacado, feijão ensacado; (2) ingredientes culinários processados, como azeite, manteiga, sal; (3) alimentos processados, a exemplo de milho em lata, sardinha em lata, pão de padaria; e (4) alimentos e bebidas ultraprocessados, como bolachas recheadas, achocolatados de caixinha, refrigerantes e bebidas açucaradas.

De acordo com Carlos Monteiro, antes da classificação NOVA, as explicações para o aumento de obesidade, sobrepeso e doenças crônicas eram muito relacionadas à escolha individual das pessoas. Segundo ele, era como se as pessoas comessem muito açúcar, sal e muita gordura por um “defeito de força de vontade”.


“Não existe uma epidemia de falta de força de vontade, as pessoas são as mesmas. O que mudou foi o sistema alimentar. O sistema alimentar hoje é muito não saudável e acaba estimulando as pessoas a quase compulsoriamente consumir alimentos ultraprocessados”, afirma o pesquisador.


O programa Caminhos da Reportagem exibe o episódio Ultraprocessados na Mesa dos Brasileiros nesta segunda-feira (30), a partir das 23h, na TV Brasil. O programa apresenta como e por que foi criado o conceito de ultraprocessado, explica como identificar se um produto é resultado de alto nível de processamento e discute as consequências sociais e para a saúde do consumo desses produtos.

Também serão apresentados exemplos de quem mudou hábitos alimentares com foco em diminuir o consumo desses produtos e de uma escola em Águas Lindas de Goiás que investe em comida de verdade e em educação, como parte do Programa Nacional de Alimentação Escolar, uma política pública mundialmente reconhecida.

Um levantamento conduzido pela Fiocruz Brasília e pelo Nupens indica que o consumo de produtos ultraprocessados é responsável por um custo de mais de R$ 10 bilhões à saúde e à economia no Brasil. Segundo o pesquisador Eduardo Nilson, da Fiocruz Brasília, estudos mostraram que até 57 mil mortes ao ano poderiam ser evitadas se o consumo de ultraprocessados fosse eliminado.

Estudos como esse são um alerta e preocupam cientistas brasileiros, organizações da sociedade civil e todos que defendem “comida de verdade” e reivindicam uma política fiscal mais agressiva para os produtos ultraprocessados. A última reforma tributária foi publicada em dezembro de 2023, mas a transição começou neste ano de 2026 e vai até 2033.

Os produtos ultraprocessados ficaram de fora do imposto seletivo e não estarão sujeitos à cobrança criada para desestimular o consumo de itens nocivos à saúde ou ao meio ambiente. Apenas as bebidas açucaradas, como os refrigerantes, receberam a taxa extra na reforma.

A coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição na Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Kelly Santos, explica que, no novo desenho fiscal do Brasil, um conjunto importante de alimentos saudáveis terá alíquotas zero de imposto, e os alimentos considerados não saudáveis terão alíquotas de imposto maior.

Sobre as bebidas açucaradas, a coordenadora explica que o país precisa ainda aprovar uma lei complementar para definir a alíquota de imposto que tornará o refrigerante mais caro. “É uma medida já aplicada em outros países, como México e Chile, que nos inspiram a desenvolvê-la aqui no Brasil também”, diz.

Outras medidas para tentar frear o crescimento do consumo de ultraprocessados são educação e estratégias regulatórias de publicidade. A diretora executiva da organização ACT Promoção da Saúde, Paula Johns, lembra que impor limites na publicidade do cigarro foi uma estratégia bem-sucedida.

“Você vê aqueles biscoitos recheados com várias alegações de que eles têm vitaminas. Então, tem todo um contexto de promoção desses alimentos que cria uma impressão de que eles são muito bons”, afirma. “É mais importante você ter um marcador que indique que aquilo é um alimento ultraprocessado”, defende.

A chefe da área de Saúde e Nutrição do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Luciana Phebo, ressalta que o problema é ainda maior na vida de uma criança, que está em pleno desenvolvimento.


“Desenvolvimento do sistema nervoso, do sistema imunológico, do sistema digestivo, enfim, de todo o corpo, das suas dinâmicas. Ser desde cedo afetado por ultraprocessado vai levar esse corpo a muitas outras doenças crônicas”, alerta Luciana.


O estudante Luan Bernardo Marques Gama tem 13 anos. Por conviver com asma, ele faz acompanhamento no Hospital da Criança em Brasília. Há dois anos, Luan desenvolveu pré-diabetes e foi encaminhado ao Programa de Atenção à Criança e ao Adolescente com Sobrepeso ou Obesidade do hospital.

“Eu era tipo uma formiga. Era bala, chocolate, presunto, suco de caixinha, refrigerante, aqueles biscoitos.” A mãe de Luan, Cecília Marques, conta que ficou em alerta quando ele desenvolveu pré-diabetes, ela se sentiu mal com hipertensão e o pai do adolescente quase teve um infarto. Cecília conseguiu ficar mais tempo em casa para cuidar da alimentação da família e contou com a ajuda da nutricionista do Hospital da Criança.

“As compras são um processo dessa educação nutricional, leitura de rótulo, ver também que a criança consegue fazer esporte. O Luan aderiu supercerto. Ele demorou apenas um ano dentro do programa e recebeu alta”, conta a nutricionista Ana Rosa da Costa. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/vXgJOSuhSq0q83Qvpm7ArBjytzM=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/03/28/ultraprocessados_3.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 09:04:41 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Caminhos, Reportagem, aborda, riscos, consumo, ultraprocessados</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Pesquisa alerta para adolescentes ainda desprotegidos contra o HPV</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/pesquisa-alerta-para-adolescentes-ainda-desprotegidos-contra-o-hpv</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/pesquisa-alerta-para-adolescentes-ainda-desprotegidos-contra-o-hpv</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Sistema Único de Saúde oferece um método seguro para a prevenção de vários tipos de câncer: a vacina contra o HPV. Mas, para alcançar a sua máxima eficiência, essa precaução precisa ser tomada no final da infância ou início da adolescência, o que não acontece para boa parte do público-alvo. 

A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última quarta-feira (25), mostra que apenas 54,9% dos estudantes, com idades entre 13 e 17 anos, tinham certeza de que foram vacinados contra o HPV, sigla para papilomavírus humano.

Notícias relacionadas:Um quarto das estudantes adolescentes já foi alvo de violência sexual.IBGE alerta para quadro preocupante na saúde mental de adolescentes.IBGE: Quatro em cada dez adolescentes já sofreram bullying na escola.Esse vírus é responsável por 99% dos casos de câncer de colo do útero e por boa parte dos tumores de ânus, pênis, boca e garganta.

Proteção gratuita

A vacina que previne contra o HPV está disponível em todas as unidades de saúde do Brasil, e deve ser tomada por meninas e meninos, entre 9 e 14 anos.

Essa faixa etária foi definida porque o vírus é transmitido principalmente por via sexual, e a vacina é mais eficaz se for tomada antes da primeira relação. 

Apesar disso, 10,4% dos estudantes entrevistados pelo IBGE ainda não estavam vacinados e 34,6% não sabiam se tinham recebido a vacina ou não. 

Isso representa quase 1,3 milhão de adolescentes desprotegidos, e outros 4,2 milhões potencialmente vulneráveis à infecção. 

A mesma pesquisa identificou que 30,4% dos estudantes de 13 a 17 anos já tinham vida sexual ativa, e que a idade média de iniciação sexual foi de 13,3 anos para os meninos e de 14,3 anos para as meninas.

Os dados foram coletados pelo IBGE em 2024 e mostram ainda que a porcentagem de estudantes que se vacinaram caiu 8 pontos percentuais na comparação com a edição anterior da pesquisa, de 2019.

Apesar de uma proporção maior de meninas ter se vacinado ─ 59,5%, contra 50,3% dos meninos ─ a queda da cobertura vacinal entre elas foi ainda mais expressiva, de 16,6 pontos. 

Falta de informação

Considerando apenas os estudantes que não se vacinaram, metade deles alegou não saber que precisava tomar a vacina. Para a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações Isabela Balallai, isso prova como a falta de informação tem sido preponderante. 


&quot;Todo mundo acha que a hesitação vacinal se resume às fake news, mas não é isso. A desinformação é só uma das coisas que causam a hesitação vacinal. As outras são a falta de acesso, a baixa percepção do risco da doença e a falta de informação. E isso é um problema máximo no Brasil. Muitas pessoas não sabem quando têm que se vacinar e quais as vacinas disponíveis&quot;.


Outros motivos foram apontados, mas em proporção bem menor:


	7,3% dos estudantes disseram que o pai, a mãe ou o responsável não quiseram que eles fossem vacinados;
	7,2% não se vacinaram porque não sabiam qual a função da vacina;
	7% alegaram dificuldade de chegar ao local de vacinação. 


A pesquisa também apontou algumas diferenças entre alunos de rede pública e privada. Entre os primeiros, 11% não se vacinaram, contra 6,9% do segundo grupo.

Por outro lado, a resistência dos pais contra a vacina foi a razão da hesitação de 15,8% dos alunos da rede privada, e de apenas 6,3% entre os da rede pública. 

Para a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, a escola pode cumprir um papel primordial: 

&quot;Quando você pega os principais fatores de hesitação vacinal, a escola resolve todos eles. Resolve a desinformação, educando o adolescente. Resolve a falta de informação, quando eles são informados que vai ter a vacinação. Resolve o acesso, porque é muito difícil levar um adolescente ao posto de saúde, mas vacinar na escola é muito mais simples. E resolve a conscientização dos pais&quot;.

Bom exemplo

Na casa da jornalista e escritora Joana Darc Souza, a única menina não vacinada é a filha mais nova, que ainda tem 6 anos. As outras duas, com 9 e 12 anos, estão imunizadas. 


&quot;Eu nunca tive dúvida em relação à eficácia e sempre defendi que vacina salva vidas. Isso é uma coisa que eu aprendi em casa, quando ainda era criança, e hoje eu replico com as minhas filhas&quot;, ela conta. 


As três filhas de Joana estudam em escolas da rede municipal do Rio de Janeiro e, de acordo com ela, de vez em quando, os alunos são convocados para se vacinarem.

&quot;Elas acabam não participando, mas só porque aqui em casa a gente sempre está atento às vacinas&quot;.

Quem ajuda a família nesse controle é outra profissional essencial para a sucesso das políticas de vacinação: a pediatra. &quot;Ela é bastante cuidadosa e sempre verifica a caderneta das meninas&quot;, elogia a mãe. 

Resgate vacinal

De acordo com o Ministério da Saúde, dados preliminares das vacinas aplicadas em 2025 mostram uma cobertura maior do que a verificada na pesquisa, de 86% entre meninas e 74,4% entre meninos. Desde 2024, a vacina contra o HPV é aplicada em dose única. 

No ano passado, a pasta lançou também uma estratégia de resgate vacinal, para imunizar os adolescentes de 15 a 19 anos que não receberam a vacina na idade recomendada.

Até agora, 217 mil jovens foram imunizados, mas a campanha segue até junho de 2026 e prevê ações de vacinação nas escolas. 

Além disso, todas as unidades de saúde também continuam a aplicar o imunizante nesse público. Quem não tiver o comprovante de vacinação, pode verificar se já recebeu a vacina no aplicativo Meu SUS Digital.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/hnO6P04LYznosJSgTzkMapqX-rU=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/10/18/pzzb7912.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 09:04:41 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Pesquisa, alerta, para, adolescentes, ainda, desprotegidos, contra, HPV</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Concurso para área médica de hospitais universitários será no domingo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/concurso-para-area-medica-de-hospitais-universitarios-sera-no-domingo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/concurso-para-area-medica-de-hospitais-universitarios-sera-no-domingo</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A prova objetiva do concurso da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares para área médica ocorrerá neste domingo (29) em todo o país, a partir das 14 horas, no horário de Brasília. A estatal vinculada ao Ministério da Educação (MEC) mudou o nome de Ebserh para HU Brasil.

O local de prova pode ser pesquisado no site da Fundação Getulio Vargas (FGV), banca organizadora do certame. 

Notícias relacionadas:Ebserh faz hoje mutirão para atender 42 mil pacientes em todo o país.Ebserh está com inscrições abertas até 30 de janeiro para área médica.Essas unidades atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e, ao mesmo tempo, apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.

Provas

As provas objetivas têm caráter eliminatório e classificatório e terá duração de quatro horas, sendo permitida a saída dos candidatos a partir de duas horas do início.

Os portões serão fechados às 13h30, no horário de Brasília.

É recomendado que os candidatos cheguem 60 minutos antes do fechamento dos portões.

Os candidatos devem portar um documento de identidade com foto, o cartão de convocação para as provas e caneta esferográfica azul ou preta. 

Os equipamentos eletrônicos como celular, notebook, relógio, entre outros, devem permanecer desligados e armazenados no local indicado pelos fiscais de sala de prova.

Se, por algum motivo, o telefone emitir qualquer tipo de som, o candidato será imediatamente eliminado do concurso público.

Vagas

Atualmente, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (HU Brasil) administra 45 hospitais universitários federais na rede.

O concurso disponibiliza mais de 150 vagas para 96 cargos e/ou especialidades médicas nos hospitais universitários vinculados à rede.

Dentre as especialidades com vagas imediatas do processo seletivo estão as áreas de cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, pediatria, anestesiologia, cardiologia e oncologia, além das áreas definidas conforme a necessidade de cada hospital.

Próximos passos

O gabarito preliminar será divulgado nesta segunda-feira (30). Os participantes poderão apresentar recursos entre os dias 31 de março e 1º de abril.

A segunda parte do certame corresponde à prova de títulos acadêmicos, de caráter classificatório. Somente os candidatos que forem aprovados na prova objetiva serão convocados para esta etapa.

Os resultados definitivos da prova objetiva serão disponibilizados em 11 de maio.

Todas as orientações sobre o concurso estão no edital público do concurso. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/bv-FR6sEKJMPBK7Mfx7khu-ExXI=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/fpzzb_abr_17112018-5603.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 17:37:52 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Concurso, para, área, médica, hospitais, universitários, será, domingo</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Saúde promove neste sábado Dia D de vacinação nacional contra gripe</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-promove-neste-sabado-dia-d-de-vacinacao-nacional-contra-gripe</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-promove-neste-sabado-dia-d-de-vacinacao-nacional-contra-gripe</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Dia D de Vacinação contra a Influenza, neste sábado (28), marca o início da Campanha Nacional que continua até o dia 30 de maio em quatro regiões do país: Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste.

O período antecede a maior circulação do vírus nestas localidades. Somente na região Norte, a campanha será realizada no segundo semestre, em função da sazonalidade da doença.

Notícias relacionadas:Vacinação nacional contra gripe começa no sábado .Butantan produzirá remédio contra câncer para o SUS.Teste rápido de dengue passa a integrar tabela do SUS.A imunização contra a influenza é gratuita nas unidades básicas de saúde (UBS).

A mobilização é promovida anualmente pelo governo federal, com apoio de estados e municípios. A cada campanha, o Ministério da Saúde disponibiliza vacinas atualizadas para acompanhar as novas cepas do vírus em circulação no Brasil.

Para 2026, o governo federal já distribuiu 15,7 milhões de doses da vacina trivalente contra a influenza.

Para se vacinar, basta fazer parte do público recomendado e procurar a unidade de saúde da rede pública mais próxima.

Público alvo

A mobilização anual contra a gripe tem como público alvo crianças menores de 6 anos – de 6 meses até 5 anos, 11 meses e 29 dias de idade – além de gestantes, idosos com 60 anos e mais. Também são classificados como grupos prioritários as pessoas mais vulneráveis a formas graves da doença.

No caso de crianças de 6 meses a 8 anos, o Ministério da Saúde esclarece que o esquema vacinal varia conforme o histórico: aquelas já imunizadas anteriormente receberão apenas uma dose; as não vacinadas devem receber duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas.

Crianças indígenas a partir de 6 meses de idade devem seguir orientações de faixa etária e histórico vacinal. Pessoas com comorbidades e crianças de até 8 anos na mesma condição, e que ainda não foram vacinadas, também devem receber duas doses.

Mensagem nos aplicativos

Desde esta quinta-feira (26), o Ministério da Saúde tem enviado mensagens institucionais por aplicativos de comunicação.

A iniciativa busca incentivar a vacinação e reforçar a divulgação de informações oficiais para ampliar a confiança nos canais institucionais.

Influenza

A vacina influenza trivalente já integra o Calendário Nacional de Vacinação.

O imunizante é a principal forma de prevenção contra a influenza e contribui para reduzir casos graves, internações e mortes.

Dados preliminares de 2026 apontam aumento na circulação de vírus respiratórios, incluindo a influenza. Até 14 de março, foram notificados 14,3 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país, com cerca de 840 óbitos.

Entre os casos graves, a influenza responde por 28,1% das infecções identificadas.

Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/h0wCFBZ9Twcdat8YEf2JV55oaW4=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/04/24/_d6a3219.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 17:37:52 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Saúde, promove, neste, sábado, Dia, vacinação, nacional, contra, gripe</media:keywords>
</item>

<item>
<title>HMAP aposta em arte e afeto para humanizar ambiente hospitalar</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hmap-aposta-em-arte-e-afeto-para-humanizar-ambiente-hospitalar</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hmap-aposta-em-arte-e-afeto-para-humanizar-ambiente-hospitalar</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202603/image_870x580_69c599f71f8e5.jpg" length="85055" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 17:41:46 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>SAÚDE DO HOMEM: Mais da metade dos casos de câncer de pênis está associada ao HPV</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-do-homem-mais-da-metade-dos-casos-de-cancer-de-penis-esta-associada-ao-hpv</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-do-homem-mais-da-metade-dos-casos-de-cancer-de-penis-esta-associada-ao-hpv</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202603/image_870x580_69c53fa58e1ee.jpg" length="66466" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 11:16:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Vacinação nacional contra gripe começa no sábado</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacinacao-nacional-contra-gripe-comeca-no-sabado</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacinacao-nacional-contra-gripe-comeca-no-sabado</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começa neste sábado (28) nas regiões Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste e Sul. A mobilização segue até 30 de maio e prioriza os grupos mais suscetíveis a formas graves da doença: crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes.

O Ministério da Saúde distribuiu 15,7 milhões de doses da vacina contra a gripe, e a orientação da pasta é que estados e municípios intensifiquem as estratégias já no primeiro mês da campanha, com ações de busca ativa para o alcance imediato dos públicos prioritários.

Notícias relacionadas:Vacinação contra a gripe começa no DF.Rio antecipa Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe.Campanha de vacinação contra a gripe começa neste sábado em SP.O Dia D nacional será realizado também neste sábado, com vacinação gratuita nas unidades básicas de Saúde (UBS). Algumas unidades da federação já anteciparam o início da campanha, como o Distrito Federal, que começou a vacinar a população nesta quarta-feira (25). Na cidade do Rio de Janeiro, a imunização teve início nessa terça-feira (24).

“Para ampliar o alcance da ação, o Governo do Brasil enviará, até quinta-feira (26), 10 milhões de mensagens institucionais por aplicativos de comunicação. A iniciativa busca reforçar a divulgação de informações oficiais, ampliar a confiança nos canais institucionais e incentivar a vacinação”, explicou o Ministério da Saúde.

Dados preliminares de 2026 apontam aumento na circulação de vírus respiratórios, incluindo os da influenza. Até 14 de março, foram notificados 14,3 mil casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no país, com cerca de 840 óbitos. Entre os casos graves, a influenza responde por 28,1% das infecções identificadas.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a influenza e contribui para reduzir casos graves, internações e mortes. Na Região Norte do país, a campanha será realizada no segundo semestre, em função da sazonalidade da doença.

Vacina atualizada

A vacina influenza trivalente integra o Calendário Nacional de Vacinação e, neste ano, protege contra as variantes Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1) pdm09, Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2) e Influenza B/Austria/1359417/2021 (B/linhagem Victoria).

A proteção é realizada anualmente para acompanhar as novas cepas do vírus em circulação. Por isso, o Ministério da saúde reforça a importância da imunização periódica para assegurar uma proteção eficaz.

A imunização ainda é ofertada como estratégia especial para outros grupos prioritários, como profissionais de saúde, indígenas, população em privação de liberdade e pessoas com doenças crônicas.

Para crianças de 6 meses a 8 anos, o esquema vacinal varia conforme o histórico: aquelas já vacinadas anteriormente recebem uma dose; as não vacinadas devem receber duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas.

A aplicação pode ser realizada de forma simultânea a outras vacinas do calendário nacional, como a da covid-19. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/j5Ox8GRP6ZvCQMu_YAayXjeonX8=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/04/13/_dsc8071.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 10:26:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Vacinação, nacional, contra, gripe, começa, sábado</media:keywords>
</item>

<item>
<title>INSS faz mutirão de perícias médicas para reduzir tempo de espera</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/inss-faz-mutirao-de-pericias-medicas-para-reduzir-tempo-de-espera</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/inss-faz-mutirao-de-pericias-medicas-para-reduzir-tempo-de-espera</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Ministério da Previdência Social realiza neste final de semana - dias 28 e 29 de março - mutirão em todas as regiões do país, para atender a mais de 37 mil segurados para concessão de benefícios por incapacidade e assistenciais. A finalidade é reduzir o tempo de espera dos segurados.

As perícias serão feitas por meio de atendimentos presenciais e de perícia conectada, modalidade de teleatendimento que amplia o acesso da população aos benefícios, especialmente em regiões com escassez de profissionais peritos.

Notícias relacionadas:Vacinação nacional contra gripe começa no sábado .IBGE alerta para quadro preocupante na saúde mental de adolescentes.A perícia conectada tem a mesma segurança e os mesmos princípios do atendimento presencial, onde a privacidade e o sigilo do atendimento pericial são inegociáveis, mantendo também a autonomia do perito em decidir a modalidade do atendimento.

Os mutirões são feitos de forma conjunta entre a Perícia Médica Federal e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), visando garantir mais agilidade na análise dos benefícios.

A finalidade é avaliar a real existência de doença ou lesão e constatar se há incapacidade laboral (temporária ou permanente) para o trabalho. Ao todo, 132 agências da Previdência Social vão participar do mutirão. 

Agendamento

Os segurados que desejarem antecipar as perícias podem entrar em contato pelo telefone 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h, ou acessar o serviço pelo Meu INSS, no site ou aplicativo para celular.

Após a confirmação do agendamento da avaliação médico pericial, o requerente deverá comparecer à agência da Previdência no dia e horário marcados. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/HIabNYFkYlbYWam1RgtzXkuNUg4=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/09/26/aed0d977-1d92-4c21-8c2f-a8806ca1fb8b.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 10:26:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>INSS, faz, mutirão, perícias, médicas, para, reduzir, tempo, espera</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Bolsonaro deixa a UTI, mas não tem previsão de alta hospitalar</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/bolsonaro-deixa-a-uti-mas-nao-tem-previsao-de-alta-hospitalar</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/bolsonaro-deixa-a-uti-mas-nao-tem-previsao-de-alta-hospitalar</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, em Brasília, onde passa por tratamento de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração. 

Segundo boletim médico divulgado nesta terça-feira (24), apesar de apresentar melhora clínica, ele segue no hospital com antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico e fisioterapia respiratória e motora. Não há previsão de alta hospitalar.

Notícias relacionadas:PGR dá parecer favorável à prisão domiciliar de Bolsonaro.Bolsonaro mantém melhora clínica e laboratorial, mas segue em UTI.O documento é assinado pelo cirurgião-geral Cláudio Birolini; pelos cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado; pelo gerente médico, Wallace S. Padilha; e pelo diretor-geral do hospital, Allisson Barcelos Borges.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Entenda

O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados, e estava detido na Papudinha, prédio no Complexo Penitenciário da Papuda.

No dia 13 de março. ele passou mal e foi levado por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital DF Star, com febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios.

Prisão domiciliar

Ontem (23), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer favorável à prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro, por motivos de saúde.

O documento será avaliado pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da execução penal de Bolsonaro no STF. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/F_6Bp2F8nn2ohsypwjjnAbQW71k=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/09/17/hospital-df-star-mc_abr_17092025-2.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 16:33:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Bolsonaro, deixa, UTI, mas, não, tem, previsão, alta, hospitalar</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Março Azul: exames para rastrear câncer de intestino triplicam no SUS</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/marco-azul-exames-para-rastrear-cancer-de-intestino-triplicam-no-sus</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/marco-azul-exames-para-rastrear-cancer-de-intestino-triplicam-no-sus</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O número de exames para detecção precoce do câncer de intestino realizados via Sistema Único de Saúde (SUS) triplicou ao longo da última década. Os dados fazem parte de levantamento feito no âmbito da campanha Março Azul e mostram que tanto a pesquisa de sangue oculto nas fezes quanto as colonoscopias registraram expansão significativa na rede pública de saúde.

De acordo com o levantamento, entre 2016 e 2025, a pesquisa de sangue oculto nas fezes passou de 1.146.998 para 3.336.561 exames realizados no SUS – crescimento de aproximadamente 190%. Já as colonoscopias aumentaram de 261.214 para 639.924 procedimentos no mesmo período – avanço de cerca de 145%.

Notícias relacionadas:Rastreamento para câncer colorretal pode ser implementado no SUS.Mortes por câncer colorretal devem aumentar quase 3 vezes até 2030.Quatro em cada dez mortes por câncer no Brasil são evitáveis.Em 2025, o maior volume de pesquisas de sangue oculto nas fezes foi registrado no estado de São Paulo, com 1.174.403 exames, seguido por Minas Gerais, com 693.289, e Santa Catarina, com 310.391. Na outra ponta, os menores números ocorreram no Amapá, com 1.356 exames, no Acre, com 1.558, e em Roraima, com 2.984.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Análise

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed), Eduardo Guimarães Hourneaux, o cenário está associado ao avanço de estratégias de conscientização e à maior mobilização promovida por entidades médicas no país. “A campanha Março Azul tem transformado o medo em atitude e esperança”.


“A cada ano, mais pessoas deixam de adiar o cuidado com a saúde do intestino e procuram os serviços de saúde para realizar exames, o que se reflete em um aumento expressivo de colonoscopias e testes de rastreamento justamente durante o mês de março.”


Segundo ele, esse movimento não acontece por acaso: &quot;É fruto do compromisso de autoridades municipais, estaduais e federais, que abraçaram a causa, iluminaram prédios, organizaram mutirões e levaram a mensagem de prevenção para as ruas, escolas e unidades de saúde”.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Casos recentes

O médico lembra que fatos públicos, como o adoecimento e a morte de pessoas públicas em decorrência da doença, trazem o assunto para conversas diárias e ajudam a levantar dúvidas nas pessoas a partir de sinais e sintomas que devem ser avaliados em exames.

Numa análise preliminar feita pela campanha, é possível perceber, por exemplo, que a trajetória da doença enfrentada pela cantora Preta Gil coincide com uma evolução nos números dos exames de diagnóstico. Entre a divulgação do diagnóstico da artista, em 2023, e a morte dela, dois anos depois, o total de pesquisas de sangue oculto nas fezes cresceu 18% no SUS, enquanto o volume de colonoscopias cresceu 23%.

“Ao tornarem público o diagnóstico de câncer de intestino, diversas pessoas famosas ajudaram a transformar a própria dor em alerta para milhões de outras pessoas. Nomes como Preta Gil, Chadwick Boseman, Roberto Dinamite e outros passaram a falar abertamente sobre sintomas, tratamento e, sobretudo, sobre a importância de não adiar a investigação quando algo não vai bem”, disse.

Ele destaca que cada entrevista, postagem ou depoimento dessas personalidades funciona como lembrete poderoso de que o câncer de intestino pode atingir qualquer pessoa, mas que a chance de cura é muito maior quando a doença é descoberta cedo.

Campanha

Promovida nacionalmente desde 2021, a campanha Março Azul é organizada pela Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva, pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e pela Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG).

Este ano, a iniciativa conta ainda com o apoio institucional da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA), da Associação Médica Brasileira (AMB) e do Conselho Federal de Medicina (CFM), além de outras sociedades de especialidades médicas.

A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é que as mortes prematuras (antes dos 70 anos) por câncer de intestino devem aumentar até 2030, tanto entre homens quanto entre mulheres. A projeção cita não apenas o envelhecimento populacional, mas também ao crescimento da incidência da doença entre jovens, o diagnóstico tardio e a baixa cobertura de exames de rastreamento.
  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/LTr0p1nrx6BAO_WyJhlO2og3BcU=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/02/22/sus.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:57:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Março, Azul:, exames, para, rastrear, câncer, intestino, triplicam, SUS</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Sônia Guajajara apresenta melhoras, mas continua internada em SP</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sonia-guajajara-apresenta-melhoras-mas-continua-internada-em-sp</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sonia-guajajara-apresenta-melhoras-mas-continua-internada-em-sp</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Após apresentar um quadro de mal-estar, febre alta e dor abdominal, a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, foi internada no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Incor-SP), na capital paulista, para investigação de um quadro infeccioso. A internação ocorreu no último sábado (21).

Nesta segunda-feira (23) a ministra continua internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital e apresentou melhoras, respondendo de forma positiva ao tratamento. Apesar disso, ainda não foi divulgada uma previsão de quando a ministra poderá receber alta hospitalar.

Notícias relacionadas:Com pressão arterial controlada, Sônia Guajajara segue internada em SP.Sônia Guajajara é atendida em hospital após passar mal em compromisso.Segundo o infectologista Rinaldo Focaccia Siciliano, responsável pelo atendimento à ministra, Guajajara está neste momento estável, sem novos episódios de febre desde ontem (22) e com melhora significativa nos resultados dos exames.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Segundo nota publicada neste domingo em suas redes sociais, a ministra apresenta evolução clínica favorável, com melhora dos sintomas e estabilidade dos sinais vitais.


“Por orientação médica, segue hospitalizada em observação, realizando exames complementares e recebendo acompanhamento clínico”, diz a nota.


Em 2024, a ministra também esteve internada no Incor, em São Paulo, após passar mal enquanto cumpria uma agenda pública.

Confira mais detalhes no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/KaDLMHC4crVBZItBqW1u6kFqzhw=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/03/26/lula6436.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:57:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Sônia, Guajajara, apresenta, melhoras, mas, continua, internada</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Patente da semaglutida cai nesta sexta&#45;feira; entenda</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/patente-da-semaglutida-cai-nesta-sexta-feira-entenda</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/patente-da-semaglutida-cai-nesta-sexta-feira-entenda</guid>
<description><![CDATA[ A patente da semaglutida no Brasil expira nesta sexta-feira (20). A substância é o princípio ativo de alguns medicamentos agonistas do receptor GLP‑1 – como o Ozempic – e popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

A queda da patente abre caminho para versões mais baratas do remédio. Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indicam que há, atualmente, oito processos em análise para novos medicamentos com o mesmo princípio ativo.

Em nota, a agência informou que, neste momento, dois pedidos de registro de semaglutida sintética estão em exigência, ou seja, dependem da apresentação de dados da empresa para que a análise possa seguir em frente.


“Nos dois casos, o prazo para resposta das empresas é até o final de junho e, por isso, não é possível definir prazos para conclusão do processo. Na área de biológicos, um produto está em análise e outro aguarda início de avaliação”, informou.


Já os demais pedidos em avaliação, segundo a Anvisa, devem receber um posicionamento das áreas técnicas até o final de abril. “Esta posição pode ser pela aprovação, reprovação ou apresentação de exigência técnica”.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Desafio técnico e segurança

Ainda de acordo com a agência, os medicamentos à base de semaglutida registrados atualmente no país são classificados como produtos biológicos.

Já os pedidos de registro em avaliação neste momento são de dois tipos: biossimilar, quando é obtido por via biológica; ou sintéticos, quando são obtidos por síntese química, sendo que esses últimos são chamados de análogos sintéticos de peptídeos biológicos. 


“No caso de medicamentos biológicos, não existe a opção de registro como genéricos, por isso, o produto deve se enquadrar em uma das duas categorias citadas acima. Esses produtos podem ser avaliados a partir de diversos ensaios de comparação com o produto biológico, mas não são genéricos nem similares – são análogos sintéticos de produtos biológicos.” 


Já a avaliação dos análogos sintéticos de semaglutida tem sido tratada, segundo a própria Anvisa, como um desafio técnico para as agências reguladoras em todo o mundo. “Até o momento, nenhuma das principais agências de medicamentos do mundo, como as do Japão, Europa e Estados Unidos, registrou análogos sintéticos da semaglutida”. 

“Um dos motivos é a necessidade de avaliar estes produtos utilizando parâmetros tanto de fármacos sintéticos como de biológicos. Isso ocorre porque esses produtos compartilham preocupações típicas de medicamentos sintéticos (ex. resíduos de solventes no processo, resíduos de catalisadores metálicos, impurezas com estrutura química semelhante) quanto as de produtos biológicos (ex. Risco de imunogenicidade, formação de agregados, entre outros).” 

Principais pontos de avaliação 

Entre os pontos citados pela Anvisa como foco de maior atenção técnica estão os ensaios de impurezas, a formação de agregados, a garantia de esterilidade e a imunogenicidade.


“A avaliação busca garantir, por exemplo, que o medicamento não provoque reações imunes indesejadas, como a criação de anticorpos anti-fármaco, que podem levar à ineficácia de qualquer semaglutida para o paciente, ou mesmo reações de imunidade mais graves.”


Justiça

Em janeiro, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu não admitir a prorrogação do prazo de vigência das patentes do Ozempic e do Rybelsus, outro medicamento que tem a semaglutida como princípio ativo, mas no formato oral.

A ação foi ajuizada pela empresa dinamarquesa Novo Nordisk e pela Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda., detentoras das patentes do Ozempic e do Rybelsus, contra o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), requerendo o reconhecimento da mora administrativa na tramitação das referidas patentes.

As instâncias ordinárias negaram os pedidos por considerarem que, a partir do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 5.529 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), consolidou-se o entendimento de que o prazo de vigência da patente de invenção é de 20 anos, a contar do depósito do pedido no Inpi, vedada a sua prorrogação judicial em razão de eventual demora na análise administrativa.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/WWEe1_RaolsURh8H4dUB0TRFO8w=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/04/16/2025-04-07t154806z_253065729_rc2kh6a5tq46_rtrmadp_3_novo-nordisk-brazil-investment.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 15:09:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Patente, semaglutida, cai, nesta, sexta-feira, entenda</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Rio: Into inaugura centro de impressão 3D para próteses personalizadas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/rio-into-inaugura-centro-de-impressao-3d-para-proteses-personalizadas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/rio-into-inaugura-centro-de-impressao-3d-para-proteses-personalizadas</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) inaugurou, nesta sexta-feira (20), o Centro Tecnológico de Impressão 3D e Reabilitação (Centir), no Caju, zona norte do Rio de Janeiro. A nova unidade visa ampliar a produção de próteses personalizadas, biomodelos e guias cirúrgicos, fortalecendo a assistência aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

A estrutura permite o planejamento de cirurgias com maior precisão e a confecção de dispositivos sob medida. Segundo o diretor-geral do Into, José Paulo Gabbi, o centro representa um avanço na oferta de tecnologia de ponta para a rede pública.

Notícias relacionadas:Patente da semaglutida cai nesta sexta-feira; entenda.Cmed multa distribuidoras de medicamentos e defende regulamentação.Rastreamento para câncer colorretal pode ser implementado no SUS.&quot;Esse centro vai proporcionar a entrega de próteses construídas através da tecnologia 3D, 100% criada pelo Into&quot;, disse Gabbi. De acordo com o diretor -geral, a expectativa é entregar 200 próteses por ano.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Agilidade

Nos últimos três anos, o instituto produziu cerca de 70 próteses utilizando impressão 3D. Com a modernização do parque tecnológico e a chegada de novos equipamentos, o Into projeta triplicar a produção em 2026.

As novas impressoras permitem a fabricação de peças em grandes formatos — essenciais para próteses de membros inferiores — com maior rapidez. De acordo com o instituto, dispositivos que antes demandavam 10 horas de impressão agora podem ser finalizados em aproximadamente quatro horas.

Tecnologia e conforto

Além da agilidade, os novos equipamentos reduzem o consumo de energia e permitem a utilização de diferentes tipos de filamentos. &quot;Isso impacta na qualidade do acabamento e na resistência da peça, tornando a prótese mais uniforme e confortável para o uso no dia a dia&quot;, informou o Into, em nota.

Os guias cirúrgicos e biomodelos produzidos no local também auxiliam as equipes médicas no planejamento pré-operatório, reduzindo o tempo de internação e aumentando a previsibilidade dos resultados cirúrgicos. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/kyvWaerf4AZ63Hr1wBvmYGiAq70=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/07/10/proteses_pucpr_2_1.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 15:09:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Rio:, Into, inaugura, centro, impressão, para, próteses, personalizadas</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Caso confirmado de sarampo acende alerta sobre cobertura vacinal</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/caso-confirmado-de-sarampo-acende-alerta-sobre-cobertura-vacinal</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/caso-confirmado-de-sarampo-acende-alerta-sobre-cobertura-vacinal</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A confirmação de um caso de sarampo em uma bebê de 6 meses em São Paulo, na semana passada, acendeu novamente o alerta sobre a importância de manter altas coberturas vacinais como uma barreira para proteger quem ainda não pode ser imunizado.

A bebê ainda não tinha idade para receber a vacina, já que o calendário do Sistema Único de Saúde prevê a aplicação da primeira dose da tríplice viral aos 12 meses, o que garante a proteção contra o sarampo, a caxumba e a rubéola. Aos 15 meses, as crianças devem receber uma dose da tetra viral, que reforça a imunidade contra essas três doenças e acrescenta a catapora na lista.

Notícias relacionadas:Vacina da herpes-zóster é segura para pacientes reumáticos, diz estudo.São Paulo tem primeiro caso de sarampo em 2026.Casos de sarampo crescem 32 vezes nas Américas; OMS emite alerta.De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, quando a cobertura está alta, os bebês mais novos ficam protegidos pela barreira criada por quem já se vacinou.

&quot;A vacina do sarampo também impede a infecção e a transmissão com alta efetividade. Ela tem essa capacidade, que a gente chama de esterilizante. Além de prevenir que a pessoa contraia a doença, ela também evita que essa pessoa seja um portador e transmissor do vírus&quot;, explica Kfouri. 

A bebê diagnosticada com sarampo viajou com a família para a Bolívia em janeiro. O país vizinho vive um surto de sarampo desde o ano passado, e a alta cobertura também é essencial para impedir que casos importados como esse iniciem surtos dentro do Brasil.

&quot;O sarampo é uma doença de altíssima transmissibilidade, especialmente entre os não vacinados. A imunização em altas taxas é o que funciona como barreira na circulação do vírus. Mas se isso não acontecer, não é nem necessário que alguém viaje e contraia o vírus lá fora. Basta ficar aqui, com tanta gente vindo de outros países onde há surto, que o risco é o mesmo&quot;, alerta o vice-presidente da Sbim. 

No ano passado, 92,5% dos bebês receberam a primeira dose, mas apenas 77,9% completaram o esquema na idade correta. 

 


            
        
    
Vice-presidente da Sbim Renato Kfouri. Foto: Sbim/Divulgação


Proteção para toda a vida

Os bebês vacinados dentro do tempo ficam protegidos ao longo da vida, mas crianças e adultos que não têm comprovante de vacinação devem receber a vacina. Dos 5 aos 29 anos, recomenda-se duas doses, com intervalo de um mês. Dos 30 aos 59 anos, é necessária apenas uma dose. A vacina só não pode ser tomada por gestantes e pessoas imunocomprometidas. 

O caso na bebê em São Paulo foi o primeiro registro da doença no país neste ano, mas, no ano passado, outras 38 infecções foram confirmadas, a maior parte com origem importada.

Ainda assim, o país segue com o certificado de área livre da doença, concedido pela Organização Pan-Americana de Saúde em 2024, porque, felizmente, não há transmissão sustentada de sarampo no nosso território. 

No entanto, o Brasil já havia conquistado esse certificado antes, em 2016, e acabou perdendo em 2019, após surtos que começaram com casos importados.

 


            
        
    
Vacina tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola. por Tomaz Silva/Agência Brasil


Alerta nas Américas

O continente americano vive uma situação preocupante com relação à doença. No ano passado foram registrados 14.891 casos em 14 países, com 29 mortes. Já este ano, somente até o dia 5 de março, foram 7.145 infecções confirmadas. Isso significa que, em apenas dois meses, foi detectada quase metade de todos os casos do ano passado. A situação é mais grave no México, Estados Unidos e Guatemala. 

Kfouri reforça que, independentemente do país, a grande maioria dos casos ocorreu em pessoas não vacinadas, principalmente crianças menores de 1 ano. E, ao contrário do que muita gente pensa, não se trata de uma doença inofensiva da infância:  


&quot;Nos surtos, em geral, para cada 1 mil casos da doença, a gente costuma ter um óbito, mas estamos registrando uma proporção muito maior. No ano passado, foram quase 15 mil casos nas Américas, com quase 30 óbitos. As complicações mais comuns são pneumonia ou quadros neurológicos, como encefalite&quot;.


O principal sintoma da doença é o surgimento de manchas vermelhas pelo corpo e febre alta, mas ela também costuma causar tosse, coriza, irritação nos olhos e mal-estar. O vice-presidente da Sbim complementa que a infecção pelo vírus também causa um efeito secundário perigoso: a supressão do sistema imunológico. 

&quot;Durante três a seis meses após a infecção pelo sarampo, o nosso sistema de defesa não funciona corretamente, e a gente fica mais vulnerável a ter outras doenças oportunistas infecciosas, que também podem ser graves&quot;, alerta Renato Kfouri.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/zFBatyHLUEOtq_ipUaHxDQCwWXM=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/05/10/toms9473.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 08:47:35 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Caso, confirmado, sarampo, acende, alerta, sobre, cobertura, vacinal</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Saúde está em alerta máximo por aumento do sarampo nas Américas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-esta-em-alerta-maximo-por-aumento-do-sarampo-nas-americas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-esta-em-alerta-maximo-por-aumento-do-sarampo-nas-americas</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Brasil está em alerta máximo por causa dos surtos de sarampo em outros países do continente americano. De acordo com o diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti, ações de prevenção e controle estão sendo realizadas de forma constante para manter o país como área livre da doença. 

No ano passado, foram registrados 14.891 casos da doença em 14 países das Américas, com 29 mortes. Neste ano, somente até o dia 5 de março, foram 7.145 infecções confirmadas. 

Notícias relacionadas:Casos de sarampo crescem 32 vezes nas Américas; OMS emite alerta.São Paulo tem primeiro caso de sarampo em 2026.Casos de sarampo colocam instalações do ICE no Texas em quarentena.No Brasil, a primeira infecção em 2026 foi confirmada na semana passada, em uma bebê de 6 meses, na cidade de São Paulo. A paciente adquiriu a doença durante uma viagem à Bolívia, que vive um surto da doença.

Em 2025, 38 casos de sarampo foram confirmados no país. Ainda assim, por enquanto, o Brasil não corre risco de perder o certificado de área livre, reconquistado em 2024, porque não há transmissão sustentada dentro do nosso território. 


&quot;Por conta do cenário internacional, o Ministério [da Saúde] está em alerta máximo. Nós vamos manter essa certificação, mas, para isso, a gente precisa continuar vacinando a população e alertando que a vacina é a principal prevenção, além de promover ações específicas em locais que estão com a cobertura mais baixa&quot;, explica Gatti.


O Ministério da Saúde também tem realizado campanhas de vacinação nas áreas de fronteira. 

O calendário básico do Sistema Único de Saúde prevê a aplicação da vacina contra o sarampo em duas doses. A primeira deve ser tomada aos 12 meses, como parte do imunizante tríplice viral, e a segunda, aos 15 meses, com a tetraviral.

 


            
        
    
O diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, em entrevista em 2023 Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil


No ano passado, 92,5% dos bebês receberam a primeira dose, mas apenas 77,9% completaram o esquema na idade correta. Todas as pessoas com até 59 anos que não tenham comprovante das duas doses devem se imunizar.

Além disso, de acordo com o diretor do PNI, as autoridades de Saúde fazem um rigoroso trabalho de investigação e resposta de todos os casos suspeitos, ainda que a grande maioria se mostre negativa.

Bloqueio vacinal

No ano passado, 3.818 suspeitas de infecção foram notificadas. Em 2026, até o dia 26 de janeiro, data da última atualização do painel do Ministério da Saúde, foram 27 suspeitas de sarampo no país. 

&quot;Pegando como exemplo esse caso confirmado, quando o município fez a identificação da suspeita, prontamente notificou o Ministério e já começou o bloqueio vacinal. Ou seja, levantou todas as pessoas que tiveram contato com o possível doente para identificar outros sintomáticos e eventuais fontes da infecção. Aí, bloqueia-se todo mundo, aplicando a vacina&quot;, explica o diretor do PNI.

Em seguida, uma força-tarefa faz uma busca ativa de outros casos suspeitos, batendo de casa em casa no entorno de onde a pessoa possivelmente infectada vive. Esses vizinhos também são vacinados preventivamente.

Os profissionais de saúde também fazem uma varredura em laboratórios e unidades de saúde, à procura de pessoas com sintomas da doença que não tenham sido notificadas. 

 


            
        
    
Vacinas de poliomelite, sarampo; caxumba e rubéola produzidas por Bio-Manguinhos/Fiocruz, exibidas no 9º Simpósio Internacional de Imunobiológicos. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


Quando a suspeita é descartada após exames laboratoriais, os esforços se encerram. Mas, se a infecção for confirmada, o paciente e sua comunidade continuam sendo monitorados por três meses, para descartar novas infecções, e, só então, é decretado oficialmente o fim da ocorrência. 

As medidas de resposta a casos suspeitos também incluem uma flexibilização das normas de vacinação. Os bebês de 6 meses a 1 ano que tiveram contato com o possível doente ou que vivem em proximidade, também recebem a vacina, o que é chamado de &quot;dose zero&quot;. Ainda assim, devem tomar as duas doses na idade recomendada. 

Preocupação com viagens

Eder Gatti garante que o Brasil tem as ferramentas para evitar que a situação vista em muitos países do continente se repita por aqui.

O diretor do PNI lembra que, em junho e julho, os três países com a situação mais grave com relação ao sarampo ─ Estados Unidos, México e Canadá ─ vão receber a Copa do Mundo de futebol, e muitos turistas, inclusive brasileiros. Esse trânsito pode ajudar a espalhar a doença.

Por isso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já está publicando mensagens sobre a importância da vacinação em aeroportos e portos. 

Mas há também os desafios internos: &quot;Nós temos um país com muitas áreas turísticas que recebem estrangeiros, principalmente o nosso litoral, Amazônia, Pantanal, Foz do Iguaçu. E a gente tem uma ampla fronteira terrestre com várias cidades gêmeas, com circulação de muita gente. Por isso, não podemos nunca deixar de falar de sarampo e da vacinação e fazer ações para manter as altas coberturas&quot;. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/UNVHea0ug3TgTkIplZer0vplvig=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/05/10/toms9414.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 08:47:35 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Saúde, está, alerta, máximo, por, aumento, sarampo, nas, Américas</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Vacina da herpes&#45;zóster é segura para pacientes reumáticos, diz estudo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacina-da-herpes-zoster-e-segura-para-pacientes-reumaticos-diz-estudo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacina-da-herpes-zoster-e-segura-para-pacientes-reumaticos-diz-estudo</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Um estudo inédito, conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), revelou que a vacina contra herpes-zóster é segura para pacientes com doenças reumáticas autoimunes (DRAI), como artrite reumatoide e lúpus.

A pesquisa mostrou que não houve aumento do risco de agravamento das doenças pré-existentes nos pacientes, incluindo aqueles com doença ativa ou em tratamento com imunossupressores. 

Notícias relacionadas:Ministério da Saúde decide não incorporar vacina herpes-zóster ao SUS.O estudo acompanhou 1.192 pacientes com nove diagnósticos diferentes. Cerca de 90% desenvolveram anticorpos adequados após as duas doses da vacina.

De acordo com a responsável pela pesquisa e titular de Reumatologia do Departamento de Clínica Médica da FMUSP, Eloisa Bonfá, a pesquisa é a maior do mundo a avaliar, de forma sistemática, a segurança e a capacidade da vacina de estimular as defesas do corpo nesses pacientes, que já tem o sistema imunológico fragilizado por causa das doenças reumáticas autoimunes.


“Trinta porcento dos nossos pacientes estavam com a doença em atividade, tomaram a vacina e não tiveram piora, mostrando que ela é altamente segura para essa população”.


Segundo os dados, a taxa de piora nos pacientes vacinados foi de 14%, valor equivalente aos 15% observados no grupo que recebeu apenas placebo.

Os pacientes relataram menos eventos adversos, como dor no local da aplicação e febre, do que o grupo de controle formado por pessoas saudáveis.

“Tivemos pacientes em sua maioria com artrite reumatoide, que acontece em 1% da população adulta, e lúpus, que é um pouco mais rara. Também testamos em pessoas com esclerodermia, espondilartrite e outras patologias mais raras”, explicou.

No entanto, em pacientes que usam medicamentos específicos, como o rituximabe e o micofenolato de mofetila, a resposta imune foi menor. “Esses não responderam bem, então é preciso fazer uma análise separada, talvez tomar uma dose a mais, fazer algum reforço”, disse a médica.

Eloisa Bonfá destacou que a vacina recombinante já está disponível no mercado e é recomendada para as pessoas acima de 50 anos, faixa etária com aumento de risco para a herpes-zóster.

“É uma vacina muito boa, porque quando há infecção nos pacientes com doenças reumáticas o custo é muito alto para o sistema de saúde, já que eles precisam ser internados. A vacina evita essa complicação que pode levar até a morte”, afirmou a especialista.

O artigo com os resultados do estudo está publicado na revista científica The Lancet Rheumatology.

O que é herpes-zóster

A herpes-zóster, também conhecida como cobreiro, é uma doença causada pelo vírus Varicela-Zóster (VVZ), o mesmo que causa a catapora. Esse vírus permanece em latência durante toda a vida da pessoa.

A reativação ocorre na idade adulta ou em quem tem comprometimento imunológico, como os portadores de doenças crônicas, de acordo com informações do Ministério da Saúde.

Os principais sintomas são dor intensa, formigamento, ardor, coceira ou sensibilidade exagerada ao toque na região afetada. Pode haver febre baixa, dor de cabeça, mal-estar e dores nos nervos.

Na fase ativa, quando aparecem as lesões, surgem manchas vermelhas seguidas de pequenas bolhas agrupadas e cheias de líquido transparente. As bolhas rompem, secam e formam crostas em cerca de sete a 10 dias, com a pele se recuperando totalmente em até quatro semanas.

O tratamento é feito com antivirais que devem ser iniciados nas primeiras 72 horas após o surgimento das lesões. Para manejar a dor, é recomendado o uso de analgésicos. Se houver infecção secundária, recomenda-se o uso de antibióticos.

Entre as complicações mais comuns estão:


	Dor crônica que persiste por meses ou anos após a cicatrização das feridas;
	Afetar o equilíbrio, fala, deglutição, movimento dos olhos, mãos, pernas, dedos e braços;
	Queda na quantidade de plaquetas, responsáveis pela coagulação, no sangue;
	Síndrome de Reye, doença rara que causa inflamação no cérebro e que pode ser fatal;
	Varicela disseminada ou varicela hemorrágica em pessoas com comprometimento imunológico;
	Infecção bacteriana secundária de pele (impetigo, abscesso, celulite, erisipela) ou quadros sistêmicos de sepse, com artrite, pneumonia, endocardite, encefalite ou meningite e glomerulonefrite.
 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/ZhGwEsfosNU5TVQ7TCv69o91SbY=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/08/29/625613.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 19:04:53 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Vacina, herpes-zóster, segura, para, pacientes, reumáticos, diz, estudo</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Saúde busca na China alianças para impulsionar serviços de IA no SUS</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-busca-na-china-aliancas-para-impulsionar-servicos-de-ia-no-sus</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-busca-na-china-aliancas-para-impulsionar-servicos-de-ia-no-sus</guid>
<description><![CDATA[ O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se reuniu com executivos de três empresas globais de tecnologia em saúde e infraestrutura digital na cidade de em Shenzhen, na China.

Em nota, a pasta informou que o objetivo dos encontros é uma agenda estratégica de cooperação tecnológica no país asiático com foco na modernização do Sistema Único de Saúde (SUS).


“O diálogo com os CEOs das empresas busca atrair investimentos, parcerias industriais e cooperação em pesquisa e desenvolvimento, com o objetivo de apoiar a construção da primeira rede de serviços de saúde inteligentes do SUS, que contará com tecnologias digitais, inteligência artificial e novos equipamentos médicos.”


De acordo com o comunicado, a empresa Neusoft, especializada em tecnologia da informação aplicada à saúde, apresentou soluções voltadas para a gestão hospitalar digital, a integração de dados clínicos e sistemas inteligentes de apoio à decisão médica.

A companhia também anunciou investimentos para instalar uma fábrica de equipamentos de imagem em Santa Catarina.

Durante a reunião com a Mindray, maior fabricante chinesa de equipamentos médicos, foram discutidas oportunidades de oferta de equipamentos hospitalares, integração de plataformas digitais e desenvolvimento de unidades de terapia intensiva (UTIs) baseadas em inteligência artificial.


“A empresa atua no Brasil há mais de 19 anos, atende mais de 6 mil instituições de saúde e possui 353 equipamentos registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”, informou o ministério.


As discussões também envolveram parcerias de desenvolvimento produtivo (PDPs) com instituições públicas brasileiras, com foco em pesquisa, inovação e transferência de tecnologia para produção local de equipamentos médicos.

Ainda segundo a pasta, Padilha também participou de reuniões com a Huawei para discutir infraestrutura digital, sistemas de nuvem e conectividade em saúde, tecnologias avaliadas como essenciais para viabilizar a operação da nova rede de serviços inteligentes do SUS.


“A cooperação pode contribuir para integrar dados clínicos, melhorar a gestão hospitalar e ampliar o uso de inteligência artificial na organização da rede assistencial, além de apoiar projetos de digitalização da saúde pública brasileira.”
 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/6spDK0NZbw3BzQnZvnv6VuEO_E8=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/03/17/55153338479_e0c2da790d_o.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 19:04:53 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Saúde, busca, China, alianças, para, impulsionar, serviços, SUS</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Saúde busca alianças para impulsionar serviços inteligentes do SUS</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-busca-aliancas-para-impulsionar-servicos-inteligentes-do-sus</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-busca-aliancas-para-impulsionar-servicos-inteligentes-do-sus</guid>
<description><![CDATA[ O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se reuniu com executivos de três empresas globais de tecnologia em saúde e infraestrutura digital na cidade de em Shenzhen, na China.

Em nota, a pasta informou que o objetivo dos encontros é uma agenda estratégica de cooperação tecnológica no país asiático com foco na modernização do Sistema Único de Saúde (SUS).


“O diálogo com os CEOs das empresas busca atrair investimentos, parcerias industriais e cooperação em pesquisa e desenvolvimento, com o objetivo de apoiar a construção da primeira rede de serviços de saúde inteligentes do SUS, que contará com tecnologias digitais, inteligência artificial e novos equipamentos médicos.”


De acordo com o comunicado, a empresa Neusoft, especializada em tecnologia da informação aplicada à saúde, apresentou soluções voltadas para a gestão hospitalar digital, a integração de dados clínicos e sistemas inteligentes de apoio à decisão médica.

A companhia também anunciou investimentos para instalar uma fábrica de equipamentos de imagem em Santa Catarina.

Durante a reunião com a Mindray, maior fabricante chinesa de equipamentos médicos, foram discutidas oportunidades de oferta de equipamentos hospitalares, integração de plataformas digitais e desenvolvimento de unidades de terapia intensiva (UTIs) baseadas em inteligência artificial.


“A empresa atua no Brasil há mais de 19 anos, atende mais de 6 mil instituições de saúde e possui 353 equipamentos registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”, informou o ministério.


As discussões também envolveram parcerias de desenvolvimento produtivo (PDPs) com instituições públicas brasileiras, com foco em pesquisa, inovação e transferência de tecnologia para produção local de equipamentos médicos.

Ainda segundo a pasta, Padilha também participou de reuniões com a Huawei para discutir infraestrutura digital, sistemas de nuvem e conectividade em saúde, tecnologias avaliadas como essenciais para viabilizar a operação da nova rede de serviços inteligentes do SUS.


“A cooperação pode contribuir para integrar dados clínicos, melhorar a gestão hospitalar e ampliar o uso de inteligência artificial na organização da rede assistencial, além de apoiar projetos de digitalização da saúde pública brasileira.”
 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/6spDK0NZbw3BzQnZvnv6VuEO_E8=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/03/17/55153338479_e0c2da790d_o.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 14:39:50 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Saúde, busca, alianças, para, impulsionar, serviços, inteligentes, SUS</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Bolsonaro mantém melhora clínica e laboratorial, mas segue em UTI</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/bolsonaro-mantem-melhora-clinica-e-laboratorial-mas-segue-em-uti</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/bolsonaro-mantem-melhora-clinica-e-laboratorial-mas-segue-em-uti</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O ex-presidente Jair Bolsonaro manteve melhora clínica e laboratorial ao longo das últimas 24 horas, segundo boletim médico divulgado nesta terça-feira (17) pelo Hospital DF Star, em Brasília.

Bolsonaro está internado na unidade de terapia intensiva (UTI) do hospital desde a manhã da última sexta-feira (13), tratando de uma broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa. 

Notícias relacionadas:Defesa de Bolsonaro volta a pedir prisão domiciliar.Broncopneumonia: entenda quadro que causou internação de Bolsonaro.Entidades repudiam ataques a jornalistas que cobrem Bolsonaro.De acordo com a equipe médica, na tarde de segunda-feira (16), o ex-presidente foi transferido para uma nova acomodação em terapia intensiva, “mais adequada para o quadro clínico atual”.

Ainda segundo o boletim, Bolsonaro permanece em tratamento com antibioticoterapia endovenosa, com suporte clínico intensivo, fisioterapia respiratória e motora e sem previsão de alta.

O documento é assinado pelo cirurgião-geral Cláudio Birolini; pelos cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado; pelo coordenador da UTI Geral, Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Júnior; e pelo diretor-geral do hospital, Allisson B. Barcelos Borges.

Entenda

O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses, por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados, e estava detido na Papudinha, prédio no Complexo Penitenciário da Papuda.

Na última sexta-feira, ele passou mal e foi levado por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital DF Star, com febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/WAi2FCaz7XgY5wC4pGFFxYy78go=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/09/17/hospital-df-star-mc_abr_17092025-1.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 14:39:50 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Bolsonaro, mantém, melhora, clínica, laboratorial, mas, segue, UTI</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Ministério da Saúde aumenta em 15% os repasses para hemodiálises</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ministerio-da-saude-aumenta-em-15-os-repasses-para-hemodialises</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ministerio-da-saude-aumenta-em-15-os-repasses-para-hemodialises</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Ministério da Saúde vai aumentar em 15% o valor destinado aos hospitais e clínicas que fazem Terapia Renal Substitutiva (TRS), como a hemodiálise, para o Sistema Único de Saúde (SUS). O reajuste corresponde a R$ 860 milhões. Com o investimento, o governo federal pretende reduzir o tempo de espera para o tratamento.

Os recursos têm como destino 781 hospitais e clínicas que já atendem os pacientes do SUS, além de 48 novos serviços de TRS que o ministério está habilitando para atuação em 16 estados.

Notícias relacionadas:Ministério da Saúde certifica seis hospitais de ensino no SUS  .“O reajuste, uma demanda do setor, é uma das iniciativas do Agora Tem Especialistas visando a redução do tempo de espera por Terapia Renal Substitutiva (TRS), já que garante a manutenção da qualidade dos serviços prestados atualmente”, informou o ministério, em nota nesta sexta-feira (13).

Segundo o Ministério, a sessão de hemodiálise passa a ter uma remuneração de R$ 277,12, um aumento de 26,84% em relação a 2022, quando o valor era de R$ 218,47. O reajuste começa a valer ainda em março.


“O percentual maior de reajuste foi possível pela adoção de uma modalidade mista de orçamentação. Isso porque, além dos recursos do Orçamento Geral da União e Fundo de Ações Estratégicas e Compensação, o aumento no valor da sessão de hemodiálise também terá um incentivo com o uso dos créditos financeiros garantidos pelo programa Agora Tem Especialistas”, disse o secretário de Atenção Especializada à Saúde, do MS, Mozart Sales.


De acordo com o ministério, além da hemodiálise, outras modalidades de tratamento passarão a ser contempladas pelo Agora Tem Especialistas: a diálise peritoneal, cujas sessões serão reajustadas em 100%, e a pré-diálise, também com 100% de aumento. A diálise peritoneal substitui a função dos rins com uso do próprio corpo para filtrar o sangue; já na pré-diálise, ocorre o acompanhamento médico do paciente antes de a diálise ser necessária.

“Todos esses reajustes buscam incentivar ainda mais o aumento da oferta dessas modalidades de Terapia Renal Substitutiva pelos serviços que já atendem o SUS e pelos 48 novos serviços, que já começam a atuar com os aumentos anunciados hoje”, acrescentou o secretário. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/UaWqhUStGKyaVkXz40gypoE4m_E=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_1043.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 08:09:39 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Ministério, Saúde, aumenta, 15, repasses, para, hemodiálises</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Broncopneumonia: entenda quadro que causou internação de Bolsonaro</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/broncopneumonia-entenda-quadro-que-causou-internacao-de-bolsonaro</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/broncopneumonia-entenda-quadro-que-causou-internacao-de-bolsonaro</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado nesta sexta-feira (13) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, com um quadro de broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa.

De acordo com boletim médico, Bolsonaro deu entrada na unidade após apresentar quadro de febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. Exames de imagens e laboratoriais confirmaram a broncopneumonia bacteriana.

Notícias relacionadas:Bolsonaro é internado em UTI hospitalar com broncopneumonia bilateral.Em entrevista à Agência Brasil, a pneumologista Marcela de Oliveira, membro da Comissão Científica de Infecções Respiratórias da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, explicou que o quadro pode ser considerado potencialmente grave e inspira cuidados.


“A pneumonia é a infecção das vias aéreas mais terminais, ou seja, quando o agente – geralmente uma bactéria ou um vírus – consegue vencer a primeira barreira, que é o nariz, a boca, a garganta, os brônquios, e chega às vias aéreas mais terminais, na última, que é o alvéolo.”


“Quando a infecção chega lá, é dita pneumonia. Essa é a forma realmente mais grave de infecção das vias respiratórias porque é lá onde ocorre a troca de oxigênio. Quer dizer que todo o sistema falhou em proteger a entrada desse microrganismo nas vidas respiratórias”, completou.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp


            
        
    
Marcela de Oliveira diz que, entre idosos, a vacina contra pneumonia é a melhor forma de prevenção - Foto: Marcela de Oliveira/Arquivo pessoal


A médica destacou que, no caso específico da broncopneumonia, não há distribuição anatômica de áreas infeccionadas nas vias aéreas. “São múltiplos focos de infecção em lobos diferentes.”

Segundo ela, a pneumonia, em suas diversas formas, figura como uma das principais causas de mortalidade em pessoas idosas e uma das principais causas de morte em pacientes hospitalizados. “É um diagnóstico que inspira cuidado. Não quer dizer que a pessoa não vai curar ou que necessariamente será uma forma grave.”

“O que interfere muito na evolução e na forma como a infecção vai ocorrer é a condição da pessoa, se ela tem alguma doença que afeta sua imunidade, se ela tem alguma doença não controlada ou que acaba demandando muito do organismo”, disse, ao citar condições como diabetes e tabagismo.

Ainda de acordo com a especialista, os principais sinais e sintomas esperados são tosse, febre e dor no peito, além de prostração, falta de apetite e de ar. “Na pessoa com imunidade comprometida, que pode ser pelo fato dela ser idosa, por exemplo, nem sempre há febre.”


“Nesses casos, os sintomas são atípicos e enganam o indivíduo. Pode ser só uma sonolência excessiva, ele está prostrado há dias, não quer comer, tem confusão mental, tem vômito, tem dor abdominal. Se a pneumonia for principalmente nos lóbulos inferiores do pulmão, ela acaba refletindo um pouco no abdome”, acrescentou a pneumologista.


Marcela destacou que o tratamento é feito à base de antibiótico, e que a maioria dos casos de pneumonia é causada pela bactéria pneumococo, infecção que pode ser prevenida por meio de vacina. A dose, entretanto, não é indicada de forma indiscriminada e é aplicada apenas em grupos de risco.

“Nesses pacientes, precisa o alerta. Para eles, sem dúvida, a avaliação médica é fundamental e pode sim ser necessário o internamento. Mesmo nos casos em que ele não ocorra, nesse grupo de maior risco, a avaliação médica de perto é muito importante”, destacou.

Segundo ela, a melhor forma de prevenção para pessoas com mais de 60 anos, por exemplo, é a vacina contra a pneumonia e a consulta regular com um profissional de saúde. “A própria vacina contra a influenza, que não é específica para pneumonia, também ajuda. Já que a infecção viral propicia a coinfecção e evolução para pneumonia.” ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/MoRhdCdNp3y84vrXZGFAuQZ2428=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_radiografia_de_torax_coronaviruscovid-19_hospital_sao_paulo1205200326.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 17:59:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Broncopneumonia:, entenda, quadro, que, causou, internação, Bolsonaro</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Pesquisadora Margareth Dalcolmo recebe medalha Oswaldo Cruz</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/pesquisadora-margareth-dalcolmo-recebe-medalha-oswaldo-cruz</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/pesquisadora-margareth-dalcolmo-recebe-medalha-oswaldo-cruz</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A pneumologista e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz Margareth Dalcolmo recebeu nesta sexta-feira (13) a medalha de mérito Oswaldo Cruz, honraria concedida pela Presidência da República a personalidades e iniciativas que tenham contribuído com o bem-estar e a saúde física e mental dos brasileiros. 

Margareth Dalcolmo se tornou uma das principais vozes de orientação durante a pandemia de covid-19. Desde o início da emergência sanitária, a pesquisadora da Fiocruz fez alertas sobre a importância das medidas de isolamento e em defesa da vacinação.

Notícias relacionadas:Após cinco anos de vacinação, covid recua, mas ainda preocupa .Sociedade civil busca reparação e amparo para órfãos da covid-19.Ao receber a homenagem, a cientista lembrou que o decreto de pandemia, feito pela Organização Mundial da Saúde, completou seis anos na última quarta-feira (11). 

“Neste dia, eu gravei um pequeno e modesto vídeo anunciando que seria uma tragédia que se abateria sobre o Brasil e infelizmente era verdade. Nós fizemos o primeiro alerta”, disse. 

Margareth Dalcolmo também lembrou das dificuldades de enfrentar os discursos negacionistas. 


“Deu muito mais trabalho descontrair a retórica nociva ao povo brasileiro do que informar sobre os progressos que nós conseguimos fazer. Nós fizemos isso porque é nossa obrigação, porque é isso que nós sabemos fazer. Esse é o meu compromisso de todo dia. A nossa ideologia é cuidar de pessoas. Vou ficar velhinha fazendo isso”. 



&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

A concessão oficial da medalha foi feita em setembro de 2024, mas a pesquisadora não pode participar da cerimônia em Brasília. Por isso, recebeu a medalha, das mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante um evento no Hospital do Andaraí, na Zona Norte do Rio de Janeiro, nesta sexta (13). 

A apresentação da medalha foi feita pela ex-ministra da Saúde Nísia Trindade, colega de Margaret na Fiocruz e que presidiu a instituição durante a pandemia. Nísia destacou que os serviços prestados pela pesquisadora à população não se encerraram com o fim da emergência sanitária. 

“Além de todo o trabalho durante a pandemia, de informar as pessoas, de ser uma alento na sua comunicação, dando as palavras da ciência e orientando as família, Margareth colaborou conosco o tempo todo no Ministério e colabora até agora pra que nós sejamos de novo referência de vacinação no mundo”, garantiu a ex-ministra. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/omUuBBnahcZHmIcatxtIBk2RzrQ=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/03/13/0g0a6246_copy.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 17:59:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Pesquisadora, Margareth, Dalcolmo, recebe, medalha, Oswaldo, Cruz</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Dia Mundial do Rim: prevenção ainda é a melhor estratégia contra doenças renais que afetam milhões de brasileiros</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/dia-mundial-do-rim-prevencao-ainda-e-a-melhor-estrategia-contra-doencas-renais-que-afetam-milhoes-de-brasileiros</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/dia-mundial-do-rim-prevencao-ainda-e-a-melhor-estrategia-contra-doencas-renais-que-afetam-milhoes-de-brasileiros</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202603/image_870x580_69b404beb4a3a.jpg" length="39659" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 09:36:27 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>UFRJ terá novo centro de tratamento e pesquisa sobre doenças raras</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ufrj-tera-novo-centro-de-tratamento-e-pesquisa-sobre-doencas-raras</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ufrj-tera-novo-centro-de-tratamento-e-pesquisa-sobre-doencas-raras</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na capital fluminense, receberá uma nova unidade para o tratamento e a pesquisa sobre doenças raras, o Centro de Saúde Pública de Precisão. 

O serviço deve ser inaugurado no mês de agosto e vai atender exclusivamente a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Notícias relacionadas:Hospital em Campinas restringe atendimento para conter superbactéria.Doenças raras: conheça ações focadas em acolhimento e tecnologia.Doenças raras: nova tecnologia do SUS reduz tempo de diagnóstico.Uma doença é considerada rara quando atinge até 65 indivíduos a cada 100 mil pessoas. A maioria dessas condições já descobertas tem origem genética, mas algumas também podem ser causadas por agentes infecciosos ou fatores ambientais.

O Ministério da Saúde estima que cerca de 13 milhões de brasileiros têm alguma das 7 mil doenças raras catalogadas, e muitas dessas enfermidades podem ser incapacitantes. 

Diagnóstico complexo

A chefe do Setor de Gestão da Pesquisa e Inovação Tecnológica do Complexo Hospitalar, Soniza Vieira Alves-Leon, explica que essas condições ainda desafiam a medicina, porque acometem um número pequeno de pessoas, o que dificulta a realização de estudos a seu respeito.

&quot;Algumas nem foram totalmente descritas, então, a ciência ainda não entende todos os sintomas, as causas&quot;, complementa. 

Soniza acrescenta que o diagnóstico correto é outro grande desafio, porque nem todos os profissionais têm preparo para identificar corretamente essas condições.

Além disso, a confirmação definitiva do diagnóstico, muitas vezes, depende de exames com preço elevado e que não são de fácil acesso. Algumas doenças raras são identificadas pelo teste do pezinho, mas mesmo esses casos demandam confirmação com exames mais específicos. 

Sequenciamento genético

No mês passado, o Governo Federal anunciou a inclusão no SUS do principal teste disponível para doenças raras, o Sequenciamento Completo do Exoma (WES).

Esse exame analisa a região do DNA em que se concentra a maioria das mutações genéticas que causam as doenças raras, a partir de amostras de sangue ou saliva. Por sua complexidade, ele está disponível em poucos laboratórios brasileiros.

No SUS, por enquanto, apenas um laboratório faz o processamento das amostras coletadas em diversos estados, e outro prestará o serviço a partir de maio. 

A expectativa é que isso reduza para seis meses o tempo de espera pelo diagnóstico no país, que, hoje, é de, em média, sete anos. Esse é um dos exames de alta tecnologia que serão oferecidos pelo Centro de Saúde Pública de Precisão, da UFRJ. 

O complexo hospitalar da UFRJ, gerido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, recebeu investimentos de mais de R$ 19 milhões para a montagem no novo centro.

A quantia foi destinada, principalmente, à adequação de um espaço dentro do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho e à aquisição dos equipamentos para a realização dos exames. 

Qualidade de vida

Além dos testes genéticos, serão oferecidos no novo centro os exames de biomarcadores, que identificam alterações celulares, bioquímicas ou moleculares relacionadas a determinadas doenças.

Soniza Vieira Alves-Leon ressalta que acelerar o diagnóstico correto aumenta as chances de que o paciente possa receber intervenções que melhorem sua qualidade de vida. 

Além disso, ela diz que o novo centro vai ampliar as pesquisas em genética e medicina de precisão, contribuindo para o desenvolvimento de novas estratégias de tratamento para doenças raras e câncer.

&quot;Com essa estrutura será possível diagnosticar mais cedo, acompanhar melhor os pacientes e desenvolver novas terapias”, complementa.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/EqJwJPfRU_XTN95hEJiOhcixZC8=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/07/05/mutirao-hospitais-mc_abr_05072025-24.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 08:42:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>UFRJ, terá, novo, centro, tratamento, pesquisa, sobre, doenças, raras</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa alerta para riscos de uso indevido de preenchedores dérmicos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-alerta-para-riscos-de-uso-indevido-de-preenchedores-dermicos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-alerta-para-riscos-de-uso-indevido-de-preenchedores-dermicos</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertou nesta quinta-feira (12) para os riscos à saúde do uso indevido de preenchedores de pele, como a hidroxiapatita de cálcio, o ácido hialurônico, o poli-L-ácido lático (PLLA) e os preenchedores permanentes à base de polimetilmetacrilato (PMMA). 

As substâncias são injetáveis e regularizadas como dispositivos médicos de risco alto e máximo. Esses produtos só podem ser comercializados se possuírem registro na Anvisa. 


Notícias relacionadas:Anvisa libera medicamentos para diabetes, câncer de mama e angioedema.Anvisa aprova medicamento para crises de epilepsia farmacorresistente.“A aplicação de preenchedores dérmicos em regiões anatômicas não indicadas e em quantidades não previstas nas instruções de uso dos produtos, conforme as especificações estabelecidas pelos fabricantes, pode causar danos à saúde com consequências clínicas incapacitantes ou de difícil manejo”, diz a Anvisa, em nota.


Entre os efeitos considerados graves, há relatos de embolia pulmonar, deficiência visual temporária e permanente por oclusão vascular. Além disso, há relatos de complicações sistêmicas como inflamação granulomatosa (tipo crônico de resposta imune), nível elevado de cálcio no sangue, cálculo renal, e insuficiência renal com necessidade de hemodiálise.

A Anvisa recomenda que, antes de realizar o procedimento, os pacientes devem verificar as áreas do corpo e os volumes permitidos para a aplicação adequada, descrita nas instruções de uso do produto. 

É indicado, ainda, procurar a orientação de um profissional de saúde, antes de iniciar o plano de tratamento. Em caso de sinal ou sintoma de complicação, o paciente deve procurar assistência profissional qualificada. 


“É indispensável verificar se o produto está regularizado, o serviço autorizado e o profissional qualificado. É fundamental entregar o cartão de rastreabilidade do produto utilizado ao paciente e manter uma cópia no prontuário. Em caso de suspeita de evento adverso associado ao uso do produto, o problema pode ser relatado à Anvisa&quot;, diz a agência. 


Para denunciar produtos irregulares ou produzidos por empresas não licenciadas pela agência, basta acessar o sistema Fala.BR da Ouvidoria da Anvisa. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/tBlUJPKBPhqjpq4SYQzeIj5rvL8=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2020-09-27t000000z_1590795794_mt1imgost000of8jy0_rtrmadp_3_imago-images_0.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 08:42:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, alerta, para, riscos, uso, indevido, preenchedores, dérmicos</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Dia Mundial do Rim: doenças renais são silenciosas e exigem atenção</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/dia-mundial-do-rim-doencas-renais-sao-silenciosas-e-exigem-atencao</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/dia-mundial-do-rim-doencas-renais-sao-silenciosas-e-exigem-atencao</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Em maio de 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a doença renal como prioridade mundial em saúde pública. Com isso, a doença renal crônica (DRC) passou a figurar entre as chamadas doenças crônicas não transmissíveis prioritárias, ao lado das doenças cardiovasculares, neoplasias, diabetes e doenças respiratórias crônicas.

Para a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), o reconhecimento amplia a visibilidade da DRC no cenário internacional e reforça a necessidade de investimentos em educação, prevenção, diagnóstico precoce e tratamento. No Dia Mundial do Rim, lembrado nesta quinta-feira (12), a entidade alerta ainda para o impacto de fatores ambientais sobre o risco de doença renal ao longo da vida.


Notícias relacionadas:Campanha associa obesidade a risco de contrair doenças renais crônicas.Ministério lança Linha de Cuidado sobre doença renal crônica em adulto.Aquecimento pode causar epidemia de doença renal, dizem especialistas.“Esse tema amplia o olhar para além do tratamento, estimulando ações que promovam práticas sustentáveis no cuidado renal e reduzam impactos ecológicos, especialmente em serviços de saúde. Sustentabilidade, nesse contexto, significa também prevenção qualificada e redução de exposições evitáveis desde os primeiros estágios da vida”, destacou a instituição.


Em entrevista à Agência Brasil, o médico nefrologista do Hospital Universitário de Brasília (HUB), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Geraldo Freitas, destacou que os rins são órgãos considerados essenciais para o funcionamento do organismo, mantendo o metabolismo equilibrado, realizando a filtragem do sangue e eliminando toxinas por meio da urina.

“Além disso, eles controlam nosso equilíbrio de eletrólitos ou sais do corpo, portanto, eles mantêm sódio, potássio, cálcio, tudo equilibrado pra que a gente mantenha todo o funcionamento dos outros sintomas”, disse. “Eles também produzem alguns hormônios relacionados ao controle de pressão”, completou.

O especialista alerta, entretanto, que algumas condições podem afetar o bom funcionamento dos rins ou mesmo paralisar a função renal por completo. Segundo Freitas, há fatores de risco específicos que acabam colaborando para o desenvolvimento desse tipo de quadro. Entre eles estão:


	diabetes mellitus;
	hipertensão arterial sistêmica;
	histórico familiar de doença renal;
	obesidade;
	sedentarismo;
	tabagismo;
	uso crônico ou inadequado de anti-inflamatórios não esteroidais e outros nefrotóxicos;
	doenças cardiovasculares;
	infecções do trato urinário recorrentes ou obstrução urinária;
	desidratação frequente;
	consumo inadequado de água.


“Alguns medicamentos também podem ser nefrotóxicos e causarem a perda da função renal ao longo do tempo. Os mais relacionados com isso são os anti-inflamatórios não hormonais, que devem ser evitados de maneira geral. No caso de pacientes com doenças em que o uso é obrigatório, isso deve ser monitorado.”

Ainda de acordo com o médico, muitas vezes, doenças renais acabam surgindo e avançando de forma silenciosa. “É frequente nos consultórios de nefrologia que os pacientes apareçam, já na primeira consulta, com perdas importantes da função renal”. Por esse motivo, identificar os sinais de alerta é considerado fundamental.


“É importante fazer os exames para rastreio das funções renais, que são basicamente a creatinina e um exame de urina, incluindo a pesquisa de albuminúria. Com esses exames básicos, já é possível fazer o rastreio de alguma lesão ainda no início. Também é relevante fazer a aferição da pressão e exames de glicemia e hemoglobina glicada para avaliação de uma possível diabetes.”


Dentre os principais sintomas que, de acordo com o nefrologista, indicam a necessidade de procurar ajuda médica estão:


	inchaço nas pernas, nos tornozelos e no rosto;
	urina muito escura e/ou espumosa;
	mudança súbita no padrão urinário, incluindo frequência e urgência;
	inversão do ritmo urinário, com maior volume urinário no período noturno;
	dor intensa no flanco ou cólicas renais;
	fadiga excessiva;
	perda de apetite acompanhada de náuseas e vômitos persistentes;
	aumento persistente da pressão arterial;
	glicemias de difícil controle;
	alterações neurológicas agudas, com presença de confusão mental ou falta de ar súbita.
 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/cSZqW7KQVIjElJMj_TITdJC2TR4=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/907172-rim_camara_1.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 15:55:59 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Dia, Mundial, Rim:, doenças, renais, são, silenciosas, exigem, atenção</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Hospital em Campinas restringe atendimento para conter superbactéria</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-em-campinas-restringe-atendimento-para-conter-superbacteria</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-em-campinas-restringe-atendimento-para-conter-superbacteria</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Hospital Municipal de Campinas (SP) Mário Gatti identificou sete pacientes internados na UTI Adulto com a bactéria multirresistente KPC e decidiu, como medida de segurança, restringir o atendimento temporariamente. Desde terça-feira (10), a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) não está recebendo novos pacientes.


“Os sete pacientes com a bactéria serão mantidos isolados em um salão da UTI do hospital, com equipe exclusiva para eles, e outros três que estavam na ala serão transferidos para leitos de mesma complexidade da rede. Também haverá reforço das medidas de limpeza e desinfecção”, disse a Rede Municipal Mário Gatti, em nota.


Notícias relacionadas:Nanotecnologia: composto desenvolvido na Unicamp combate superbactéria.Os novos pacientes que necessitarem de UTI serão transferidos para leitos no Hospital Ouro Verde ou para vagas em outras unidades por meio da central de regulação da cidade. 

De acordo com a rede municipal, a central e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já estão orientados a não enviar pacientes com necessidade de UTI para o hospital Mário Gatti.

“A situação está sendo acompanhada continuamente pelas equipes técnicas, e as medidas serão mantidas até a completa estabilização do cenário assistencial”, acrescentou a nota. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/JjtzqRiJ_6ERQ4AaSyrf7o36bSM=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/klebsiella_pneumoniae_bacterium_colorized_scanning_electron_micrograph_showing_carbapenem-resistant_klebsiella_pneumoniae_interacting_with_a_human_neutrophil_credit_niaid_attribution_2.0_generic_cc_by_1.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 09:32:48 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Hospital, Campinas, restringe, atendimento, para, conter, superbactéria</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Trabalhadores consideram ultraprocessados um risco à saúde</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/trabalhadores-consideram-ultraprocessados-um-risco-a-saude</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/trabalhadores-consideram-ultraprocessados-um-risco-a-saude</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				 Pesquisa realizada em seis países mostra que mais de 70% dos trabalhadores consideram os alimentos ultraprocessados um risco à saúde. O levantamento, feito pela Sodexo, foi realizado no Brasil, Chile,na  China, nos Estados Unidos, na França e no Reino Unido. Mais de 5 mil empregados foram ouvidos, 800 deles no Brasil.

De acordo com a pesquisa Food Experience Tracker, 78% dos funcionários brasileiros consideram alimentos ultraprocessados um risco à saúde, embora reconheçam sua praticidade no dia a dia. Globalmente, 71% compartilham a mesma percepção, reforçando a importância de escolhas mais equilibradas mesmo no ambiente corporativo.

Notícias relacionadas:Ultraprocessados já são quase um quarto da alimentação dos brasileiros.Merenda escolar poderá ter no máximo 15% de alimentos ultraprocessados.Segundo o estudo, a tendência é que os restaurantes dentro das empresas ganhem maior relevância no dia a dia para atender a uma força de trabalho cada vez mais consciente sobre saúde, que busca alimentos frescos, locais e sazonais.


“Temos visto que colaboradores demonstram maior disposição para deixar organizações que não adotam práticas sustentáveis, reforçando a importância de adotar ações que atendam tanto à saúde dos colaboradores quanto ao impacto ambiental”, destacou a diretora de Marketing da Sodexo Brasil, Cinthia Lira.


Ultraprocessados

Segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, os alimentos ultraprocessados devem ser evitados. São formulações industriais à base de ingredientes extraídos ou derivados de outros alimentos, como óleos, gorduras, açúcar, amido modificado ou, ainda, sintetizados em laboratório como, por exemplo, corantes, aromatizantes, e realçadores de sabor.

De acordo com o guia, os ultraprocessados contêm uma série de produtos químicos que visam estender a validade do alimento, ou, ainda, dar cor, sabor, aroma e textura para torná-lo mais atraente.

Esse tipo de alimento, segundo a publicação do ministério, favorece o consumo excessivo de calorias em razão de ter concentração elevada de açúcar, sal e gordura, e é formulado para que seja extremamente saboroso, favorecendo o “comer sem parar”.

Segundo o guia, o consumo excessivo de sódio e gorduras saturadas aumenta o risco de doenças do coração, enquanto o consumo excessivo de açúcar aumenta o risco de cárie dental, obesidade, diabetes e outras doenças crônicas. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/lFo0xTIji5kd9MiW2xcm8k5FNc4=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/precos_aeroportos.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 09:32:47 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Trabalhadores, consideram, ultraprocessados, risco, saúde</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Após enchentes, Ubá confirma primeira morte por leptospirose</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/apos-enchentes-uba-confirma-primeira-morte-por-leptospirose</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/apos-enchentes-uba-confirma-primeira-morte-por-leptospirose</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Secretaria de Saúde de Ubá, município mineiro fortemente atingido por chuvas e enchentes no fim de fevereiro, confirmou nesta quarta-feira (11) a primeira morte por leptospirose. A vítima era uma mulher com idade entre 30 e 35 anos.

De acordo com a secretaria, 41 casos suspeitos da doença foram notificados no município e seguem em investigação epidemiológica. As amostras foram enviadas para análise na Fundação Ezequiel Dias, em Belo Horizonte.

Notícias relacionadas:Defensoria fará atendimento jurídico para afetados pelas chuvas em MG.Minas Gerais tem maior área urbana em encostas íngremes no país.Buscas em Juiz de Fora estão encerradas; moradores seguem fora de casa.Nas redes sociais, a secretaria reforçou que a leptospirose pode ser transmitida pelo contato com água ou lama contaminada pela urina de ratos, situação comum após enchentes. A orientação é que a população fique atenta aos seguintes sintomas:


	febre;
	dor de cabeça;
	dor intensa no corpo, sobretudo nas panturrilhas;
	náuseas e vômitos.


Nesses casos, a recomendação é procurar uma unidade de saúde. “Se houver agravamento, busque atendimento hospitalar imediato. As equipes de saúde seguem monitorando a situação e intensificando as ações de prevenção no município”.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Chuvas em Minas Gerais

As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata Mineira no final de fevereiro deixaram 72 mortos, após vários deslizamentos de terra, desabamentos de prédios e transbordamento de rios. Foram 65 mortes registradas em Juiz de Fora e sete de Ubá, além de milhares de moradores desalojados ou desabrigados. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/94-Z8R9Mn7ZszyE0dLPJ5KT4nSM=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/03/01/_rbr2184.jpg.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 19:06:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Após, enchentes, Ubá, confirma, primeira, morte, por, leptospirose</media:keywords>
</item>

<item>
<title>São Paulo tem primeiro caso de sarampo em 2026</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sao-paulo-tem-primeiro-caso-de-sarampo-em-2026</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sao-paulo-tem-primeiro-caso-de-sarampo-em-2026</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Um bebê de seis meses, uma menina, é a primeira pessoa a contrair sarampo em São Paulo, informa a Secretaria de Estado da Saúde paulista. De acordo com o Ministério da Saúde, este é o primeiro caso registrado no país este ano. A bebê, que não foi vacinada, esteve na Bolívia em janeiro deste ano.

O caso foi registrado em fevereiro e confirmado por exames laboratoriais.

Notícias relacionadas:Casos de sarampo crescem 32 vezes nas Américas; OMS emite alerta.Casos de sarampo colocam instalações do ICE no Texas em quarentena.UBSs realizam Dia D de vacinação contra sarampo neste sábado em SP.Em 2025, o estado de São Paulo teve dois casos importados de sarampo. Já, no Brasil, foram confirmados 38 casos de sarampo em todo o ano passado: Distrito Federal (1), Rio de Janeiro (2), São Paulo (2), Rio Grande do Sul (1), Tocantins (25), Maranhão (1) e Mato Grosso (6).

Vacinação é principal proteção

A melhor maneira de evitar a doença é através da vacinação. A vacina contra o sarampo integra o Calendário Nacional de Vacinação e a primeira dose deve ser ministrada aos 12 meses de idade. A segunda dose deve ser dada aos 15 meses.

Para quem não tem comprovante de vacinação na infância, é necessária a imunização com duas doses, no intervalo mínimo de 30 dias, se a pessoa tiver entre 5 e 29 anos. Pessoas de 30 a 59 anos devem tomar apenas uma dose.

O que é a doença

O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa que já respondeu como uma das principais causas de mortalidade infantil em todo o mundo. O Ministério da Saúde destaca que, apesar de avanços significativos no controle e na prevenção por meio da vacinação, o sarampo ainda representa um desafio importante para a saúde pública, sobretudo em regiões com baixas taxas de imunização. 

A pasta alerta ainda que o sarampo se caracteriza por sintomas que podem ser confundidos com outras doenças virais e, portanto, exige atenção e conhecimento para ser identificado e tratado adequadamente. O paciente com sarampo apresenta erupções avermelhadas na pele e coceira intensa nas mãos. A transmissão do vírus acontece de pessoa a pessoa, por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar. 

O sarampo, segundo o ministério, é considerado tão contagioso que uma única pessoa infectada pode transmitir o vírus para 90% das pessoas próximas a ela que não estejam imunes. A transmissão pode ocorrer entre seis dias antes e quatro dias após o aparecimento das manchas vermelhas pelo corpo.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez, em fevereiro deste ano, um alerta para países das Américas em função do aumento no número de casos da doença na região. Na passagem de 2024 para 2025, foi registrado um crescimento de 32 vezes no total de contágios de sarampo nas Américas.

 

*Matéria foi ampliada às 11h08 para incluir informações nacionais ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/vqWUmw-VaP5rYmamkz1gJJE48ag=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_campanha_estadual_do_dia_d_de_vacinacao_contra_o_sarampo_no_rio20200201_0133.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 19:06:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>São, Paulo, tem, primeiro, caso, sarampo, 2026</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa libera medicamentos para diabetes, câncer de mama e angioedema</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-libera-medicamentos-para-diabetes-cancer-de-mama-e-angioedema</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-libera-medicamentos-para-diabetes-cancer-de-mama-e-angioedema</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novos medicamentos para o tratamento do diabetes tipo 1, para o câncer de mama e para o angioedema hereditário. Os registros foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) na última segunda-feira (9).

A agência aprovou o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o início do diabetes tipo 1, estágio 3, em pacientes adultos e pediátricos com 8 anos de idade ou mais que já estejam no estágio 2. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune grave e de longa duração, que costuma se manifestar na infância e pode gerar aumento de complicações, como doenças cardíacas, renais e oculares.

Notícias relacionadas:Anvisa aprova medicamento para crises de epilepsia farmacorresistente.Também foi aprovado o Datroway®, indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático, com receptor hormonal positivo e HER2 negativo, que já tenham se submetido a terapia endócrina e a pelo menos uma linha de quimioterapia para doença irressecável (que não pode ser removida completamente por cirurgia) ou metastática (que se espalhou do local original para outras partes do corpo). 

O Andembry® (garadacimabe) também teve o registro aprovado. O medicamento é indicado para prevenção do angioedema hereditário (AEH). A doença genética é considerada rara e causa inchaços (edemas) repentinos e dolorosos em diversas partes do corpo, que podem afetar de forma recorrente a pele, as mucosas e os órgãos internos.  

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/5MlV5Fk2bJuwEEbU3uXCb7HRFIg=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/11-11-2020_sede_anvisa-5_0.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 08:23:37 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, libera, medicamentos, para, diabetes, câncer, mama, angioedema</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Exercícios físicos contribuem para envelhecimento saudável</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/exercicios-fisicos-contribuem-para-envelhecimento-saudavel</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/exercicios-fisicos-contribuem-para-envelhecimento-saudavel</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Praticar atividades físicas pode ajudar em um envelhecimento mais saudável. É o que defendem especialista neste dia de consciência e combate ao sedentarismo (10). A prática regular pode evitar doenças e garantir mais mobilidade e autonomia ao longo de toda a vida.

Segundo a médica e professora de geriatria da pós-graduação da Afya Vitória, Karoline Fiorotti, o sedentarismo está associado ao aumento de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes tipo 2 e colesterol elevado, além de favorecer a sarcopenia, que é a perda progressiva de massa e força muscular e que compromete o equilíbrio, a marcha e a capacidade de reação, elevando o risco de quedas, fraturas e hospitalizações.


Notícias relacionadas: Exercícios podem prevenir quedas em idosos e melhorar recuperação.Uso de canetas emagrecedoras por idosos requer cuidados, diz geriatra.“O corpo do idoso responde muito rapidamente à inatividade. Em poucas semanas, já é possível observar perda de massa muscular, piora do equilíbrio e redução da capacidade cardiorrespiratória”, diz.


Raul Oliveira, professor da graduação de fisioterapia da Afya Centro Universitário Itaperuna, complementa que atividades simples do cotidiano, como caminhar, levantar e sentar, subir pequenos degraus, alongar ou até realizar tarefas domésticas, ajudam a preservar a força muscular, a mobilidade das articulações, o equilíbrio e a coordenação, fatores essenciais para a independência nas atividades diárias, como tomar banho, se vestir e locomover.

A atividade física desempenha ainda papel relevante na preservação da memória e do raciocínio ao longo da vida.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Segundo os especialistas algumas das consequências do sedentarismo, sentidas principalmente por pessoas idosas são:

Perda de massa muscular

A falta de movimento acelera a perda de massa e força muscular. Com menos músculos, o idoso perde autonomia para realizar tarefas simples do dia a dia, como subir escadas, levantar da cadeira ou carregar objetos.

Aumento do risco de quedas

Fraqueza muscular e piora do equilíbrio aumentam a instabilidade ao caminhar. O sedentarismo reduz reflexos e coordenação, elevando significativamente o risco de quedas e fraturas.

Rigidez articular e dor crônica

Articulações que não se movimentam perdem mobilidade e flexibilidade. Isso favorece dores persistentes, limitação de movimentos e piora de quadros como artrose.

Declínio da memória e da cognição

O cérebro também precisa de estímulo. A atividade física melhora a circulação cerebral, contribui para a manutenção das funções cognitivas e ajuda a reduzir o risco de declínio cognitivo.

Osteoporose e fraturas

Sem estímulo do movimento, os ossos perdem densidade e ficam mais frágeis. Isso aumenta o risco de quedas evoluírem para fraturas, especialmente de quadril e coluna.

Aumento de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e colesterol elevado

O sedentarismo dificulta o controle da glicose, da pressão arterial e das gorduras no sangue, favorecendo o surgimento ou a piora dessas doenças.

Piora do padrão do sono

A falta de atividade física reduz a regulação do ciclo sono–vigília, favorecendo insônia, o sono fragmentado e a sensação de descanso insuficiente.

Maior risco de ansiedade e depressão

O movimento estimula substâncias ligadas ao bem-estar, como endorfina e serotonina. Sem esse estímulo, há maior vulnerabilidade ao humor deprimido e à ansiedade.

Piora da imunidade e maior risco de infecções

A inatividade contribui para um sistema imunológico menos eficiente, deixando o organismo mais suscetível a infecções respiratórias e outras doenças.

Complicações gastrointestinais

A falta de movimento reduz o estímulo natural do intestino, tornando o trânsito intestinal mais lento e favorecendo o intestino preso. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/5JRhMc3zASNnBzySI2G2syU_5wQ=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/03/21/0g0a1908.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 17:55:27 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Exercícios, físicos, contribuem, para, envelhecimento, saudável</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa aprova medicamento para crises de epilepsia farmacorresistente</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-aprova-medicamento-para-crises-de-epilepsia-farmacorresistente</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-aprova-medicamento-para-crises-de-epilepsia-farmacorresistente</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento indicado para o tratamento de crises focais em adultos com epilepsia farmacorresistente, o Xcopri (cenobamato), da Momenta Farmacêutica.

Pacientes com essa condição ainda apresentam crises mesmo após recorrer a pelo menos dois tratamentos diferentes, situação que chega a acometer cerca de 30% das pessoas com epilepsia.

Notícias relacionadas:Anvisa aprova tratamento para evitar sangramentos em hemofílicos.Anvisa aprova novo medicamento para tratar fenilcetonúria.Brasil e Índia fazem parceria para produção de medicamentos.O cenobamato reduz a atividade elétrica anormal no cérebro, o que diminui a incidência desses episódios.

Nos estudos clínicos, o tratamento demonstrou redução significativa na frequência das crises, diz a Anvisa. Quatro em cada dez pacientes que tomaram 100 miligramas (mg) por dia tiveram diminuição de pelo menos 50% das crises, e 64% dos que receberam 400 mg por dia tiveram a mesma melhora. No grupo que tomou placebo durante os testes, houve melhora de 26%.

Mesmo com o registro aprovado, Xcopri só poderá ser vendido após a definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).

A oferta no SUS (Sistema Único de Saúde) depende de avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e de decisão do Ministério da Saúde.

Entenda a Epilepsia

A epilepsia é uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, que não é causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos.

Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou se espalhar. Se ficarem restritos, a crise será chamada parcial. Se envolverem os dois hemisférios cerebrais, a crise é generalizada.

O diagnóstico é feito clinicamente, na maioria dos casos, em um exame físico geral, com ênfase nas áreas neurológica e psiquiátrica e com um histórico detalhado pelo paciente ou uma testemunha que poderá descrever a crise em detalhes.

A ocorrência de uma aura, isto é, uma crise em que o paciente não perde a consciência, está entre as informações que devem ser relatadas aos serviços de saúde, assim como os fatores precipitantes da crise, a idade de início, a frequência e os intervalos entre as crises.

Março Roxo

A notícia chega à comunidade médica durante o Março Roxo, período dedicado à conscientização sobre a epilepsia, que inclui o Dia Mundial de Conscientização da Epilepsia, celebrado em 26 de março.

A iniciativa busca informar a população sobre essa condição neurológica, reduzir o estigma social e promover empatia e compreensão. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 65 milhões de pessoas convivem com epilepsia no mundo.

No Brasil, mais de 2 milhões de pessoas apresentam a condição de saúde. De acordo com a Liga Brasileira de Epilepsia (LBE), muitas dessas pessoas enfrentam não apenas os desafios do tratamento, como o preconceito e a desinformação.

Segundo a neurologista e membro da diretoria da LBE, Juliana Passos, o medicamento representa um avanço especialmente para pacientes com epilepsia de difícil controle.

“Trata-se de medicação indicada no tratamento de pacientes com epilepsia farmacorresistente, cujos resultados foram muito superiores àqueles alcançados pelos novos medicamentos anti-crises disponíveis. Oferecer uma chance consideravelmente maior de controle das crises para esses pacientes é urgente”, afirma. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/uO9eJaMe5PBo7fSYtnqHT73SWoM=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/01/09/0d7a5833.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 17:55:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, aprova, medicamento, para, crises, epilepsia, farmacorresistente</media:keywords>
</item>

<item>
<title>AGORA TEM ESPECIALISTAS: Para atender caminhoneiras e caminhoneiros, Ministério da Saúde leva para rodovia de Goiás unidade móvel com vacinação, exames e consultas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/agora-tem-especialistas-para-atender-caminhoneiras-e-caminhoneiros-ministerio-da-saude-leva-para-rodovia-de-goias-unidade-movel-com-vacinacao-exames-e-consultas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/agora-tem-especialistas-para-atender-caminhoneiras-e-caminhoneiros-ministerio-da-saude-leva-para-rodovia-de-goias-unidade-movel-com-vacinacao-exames-e-consultas</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202603/image_870x580_69b074e6e8770.jpg" length="77772" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 16:46:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Março Azul&#45;Marinho: rastreamento do câncer colorretal deve começar aos 45 anos </title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/marco-azul-marinho-rastreamento-do-cancer-colorretal-deve-comecar-aos-45-anos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/marco-azul-marinho-rastreamento-do-cancer-colorretal-deve-comecar-aos-45-anos</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202603/image_870x580_69b0650a4b9e0.jpg" length="49857" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 15:38:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>AgSUS e FMUSP abrem mil vagas para curso gratuito sobre Saúde Digital</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/agsus-e-fmusp-abrem-mil-vagas-para-curso-gratuito-sobre-saude-digital</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/agsus-e-fmusp-abrem-mil-vagas-para-curso-gratuito-sobre-saude-digital</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) abriu mil vagas para o Curso de Fundamentos de Saúde Digital na Atenção Primária à Saúde (APS). As inscrições podem ser feitas até 15 de março ou até o preenchimento total das vagas disponíveis.

O objetivo é o de qualificar profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) para o uso estratégico de ferramentas digitais no cuidado em saúde, contribuindo para o fortalecimento da APS e para a ampliação do acesso da população aos serviços.

Notícias relacionadas:Pioneiro nas Américas, Brasil quer ser referência em saúde digital.Governo começa a reestruturar saúde digital no Rio Grande do Sul.O curso é oferecido em parceria com o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e capacitará os profissionais a utilizarem as tecnologias digitais no dia a dia do trabalho em saúde para melhorar a qualidade do registro das informações, organizar melhor os processos de atendimento, o que resultará na ampliação da capacidade de resposta das equipes.

A carga horária é de 30 horas na modalidade educação a distância (EaD).

Os participantes terão acesso a videoaulas com especialistas reconhecidos na área de saúde digital, como o chefe da disciplina de Telemedicina da Faculdade de Medicina da USP, Chao Lung Wen, e a Secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, além de materiais de apoio, como e-books, resumos ilustrados e simulações baseadas em situações reais vivenciadas na APS.

Entre os programas e soluções disponíveis abordados no curso estão o uso do SUS Digital, que é a principal estratégia de digitalização do Sistema, destacando como as tecnologias digitais podem apoiar a organização da rede de atenção, ampliar o acesso aos serviços e fortalecer a qualidade do cuidado.

O curso também explora o uso do Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) no cotidiano das equipes de saúde, com foco no registro qualificado das informações clínicas, na gestão do cuidado e na utilização dos dados para apoiar a tomada de decisão e a organização dos processos assistenciais.

Outros temas abordados serão o uso da telessaúde na Atenção Primária à Saúde; utilização da ferramenta de videochamada integrada ao PEC e-SUS APS; registro de teleconsultas no PEC e-SUS APS; integração com a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS); aspectos de ética, direito digital e proteção de dados aplicados à saúde; uso de ferramentas digitais para otimização da prática clínica.


“A oferta de qualificação para os profissionais que atuam nos territórios contribui para fortalecer o uso adequado das ferramentas do PEC e-SUS APS, a iniciativa também visa ampliar a segurança jurídica e ética nas práticas digitais e reduzir desigualdades de acesso aos serviços de saúde, especialmente em regiões remotas e no atendimento à população indígena”, afirmou a gestora executiva da Unidade de Transformação Digital em Saúde da AgSUS, Ana Claudia Cielo.


A inscrição pode ser feita acessando o seguinte endereço: https://hcxfmusp.org.br/portal/online/curso/fundamentos-de-saude-digital-atualizacao-2025/ ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/Alczkzik5oj3lb3tr7rKW1f3sEo=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/telemedicina_1901220149.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 09:47:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>AgSUS, FMUSP, abrem, mil, vagas, para, curso, gratuito, sobre, Saúde, Digital</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sobe-para-140-numero-de-casos-confirmados-de-mpox-no-pais-em-2026</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sobe-para-140-numero-de-casos-confirmados-de-mpox-no-pais-em-2026</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).

Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).

Mpox

Notícias relacionadas:Brasil registra 88 casos de Mpox em 2026; saiba como evitar a doença.A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.

Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.

Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/dyYYQHx8s4Ljn7G3WKBfhK7pNpI=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/08/22/2024-08-20t135720z_630138133_rc2pj9ajc7r8_rtrmadp_3_health-mpox.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 09:47:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Sobe, para, 140, número, casos, confirmados, Mpox, país, 2026</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa aprova tratamento para evitar sangramentos em hemofílicos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-aprova-tratamento-para-evitar-sangramentos-em-hemofilicos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-aprova-tratamento-para-evitar-sangramentos-em-hemofilicos</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo medicamento para o tratamento de hemofilia no Brasil. Indicado para pacientes a partir de 12 anos, o QFITLIA® (fitusirana sódica), da empresa Sanofi Medley, poderá ser usado para prevenir ou reduzir episódios de sangramento em pacientes com hemofilia A ou B, com ou sem inibidores dos fatores de coagulação VIII ou IX.

Dados do Perfil de Coagulopatias, publicado pelo Ministério da Saúde em 2024, apontam que o Brasil tem 14.202 pacientes diagnosticados com hemofilia. Destes, 11.863 apresentam hemofilia A e 2.339 têm hemofilia B.

Notícias relacionadas:Vacina brasileira contra a dengue mantém eficácia por até 5 anos.Anvisa: suplementos com cúrcuma podem trazer risco de danos ao fígado.SUS começa a usar novo tratamento contra a malária em crianças.Segundo a Anvisa, o medicamento teve prioridade na análise porque a hemofilia é considerada uma doença rara, resultado de uma condição genética que afeta a capacidade do corpo de estancar sangramentos. Devido à ligação com o cromossomo X, a hemofilia se manifesta quase exclusivamente em homens.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Hemofilia

A doença ocorre pela deficiência de proteínas essenciais no sangue, conhecidas como fatores de coagulação: enquanto o tipo A (falta do fator VIII) é o mais comum, o tipo B (falta do fator IX) atinge uma parcela menor da população. Sem a produção adequada de trombina, enzima fundamental para a cicatrização de feridas, o organismo não consegue formar coágulos eficazes, o que pode gerar episódios hemorrágicos persistentes.

A gravidade da doença varia conforme o nível de atividade desses fatores no sangue. Pessoas com quadros graves podem sofrer hemorragias espontâneas, enquanto nos casos leves, os sangramentos surgem geralmente após traumas ou cirurgias.

“O maior desafio clínico reside nas articulações e músculos, locais onde as hemorragias são mais frequentes, embora qualquer órgão possa ser comprometido. O diagnóstico precoce e o monitoramento constante são fundamentais para evitar danos crônicos e garantir a qualidade de vida dos pacientes”, explica a Anvisa.

Para a presidente da Federação Brasileira de Hemofilia (FBH), Tania Maria Onzi Pietrobelli, a fitusirana sódica, aguardada há tempos pela comunidade de hemofilia, trará mais qualidade de vida tanto para pacientes como para familiares, já que é uma forma menos invasiva, por ser de aplicação subcutânea e de longa duração, diferente de aplicações frequentes e endovenosas.

Os protocolos atuais exigem infusões de três a quatro vezes por semana. Com a fitusirana sódica, a frequência é de uma dose a cada dois meses.

“Como a hemofilia é uma condição crônica, isso limita a qualidade de vida dos pacientes e familiares. Com essa nova tecnologia as pessoas poderão viver sem focar na doença, tendo o direito de viver plenamente&quot;, ressaltou a presidente da FBH.

Tânia Maria diz que o resultado da aprovação do medicamento no Brasil é uma maior autonomia para pacientes e familiares, e também melhora no fluxo de pacientes no sistema de saúde, melhorando a logística e diminuindo a sobrecarga nos centros de tratamento de hemofilia, &quot;permitindo assim um tratamento e atendimento personalizado”.

A presidente da Associação Brasileira de Pessoas com Hemofilia, Mariana Battazza, destacou que o uso da fitusirana sódica não permite que os pacientes tenham melhor adesão ao tratamento, assegurando um melhor resultado.

“Atualmente, o que percebemos em nossa pesquisa Jornada dos pacientes com hemofilia A e B no Brasil é que o desfecho dos tratamentos com fator de coagulação são piores do que o imaginado porque as barreiras de adesão ao tratamento são muito grandes”, destaca. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/5MlV5Fk2bJuwEEbU3uXCb7HRFIg=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/11-11-2020_sede_anvisa-5_0.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 08:03:46 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, aprova, tratamento, para, evitar, sangramentos, hemofílicos</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Vacina brasileira contra a dengue mantém eficácia por até 5 anos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacina-brasileira-contra-a-dengue-mantem-eficacia-por-ate-5-anos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacina-brasileira-contra-a-dengue-mantem-eficacia-por-ate-5-anos</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Um novo estudo publicado pelo Instituto Butantan mostrou que a vacina brasileira contra a dengue permanece eficaz por pelo menos cinco anos após a aplicação. 

O imunizante Butantan-DV foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro do ano passado e já começou a ser aplicado em profissionais de saúde de diversas partes do país.

Notícias relacionadas:Butantan antecipa entrega de 1,3 mi de vacinas contra dengue ao SUS.Estado de São Paulo confirma primeira morte por dengue em 2026.Começa vacinação de 1,2 milhão de profissionais de saúde contra dengue.Durante esse período nenhuma pessoa vacinada apresentou dengue severa, nem precisou de hospitalização por causa da doença. Com isso, a eficácia da vacina contra as formas graves da doença ou a infecção acompanhada de sinais de alerta ficou em 80,5%.

A diretora médica do Butantan, Fernanda Boulos, explica que esse resultado é positivo não somente por confirmar a eficácia da vacina, mas por demonstrar a eficiência do esquema de dose única. A vacina produzida pelo Instituto é a primeira do mundo contra a dengue aplicada em apenas uma dose.


&quot;Vacinas que precisam de duas ou mais doses, a gente tem vários dados que mostram que muitas pessoas não voltam pra completar o esquema. Então, essa demonstração de que uma única dose mantém a proteção alta é muito importante. Mas é claro que nós vamos continuar acompanhando, para saber se realmente não vai ser necessário um reforço depois de 10 ou 20 anos&quot;, afirmou.



&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Crianças e idosos

A eficácia do imunizante contra a dengue, de forma geral, foi um pouco menor, de 65%. Mas o índice sobe para 77,1% entre as pessoas que já contraíram a doença antes de receber o imunizante.

Os resultados também apresentaram algumas variações de acordo com a faixa etária, com maior eficácia entre adultos e adolescentes do que entre as crianças.

Por essa razão, a Anvisa registrou a Butantan-DV apenas para pessoas de 12 aos 59 anos, apesar da vacina ter sido testada também em crianças, a partir dos 2 anos.


&quot;Eles reconhecem que os dados de segurança pra crianças estão corretos, mas como depois de cinco anos, a eficácia entre as crianças cai mais do que entre os adultos, nós precisamos saber se elas vão precisar de reforço&quot;, explicou a diretora médica do Butantan.


Fernanda Boulos acrescentou, no entanto, que o Butantan já está planejando, junto com a Anvisa, a realização de um estudo adicional em crianças para embasar a inclusão desse público no esquema de vacinação no futuro. Além disso, o Instituto já está fazendo testes em idosos, em um estudo que deve ter resultados no ano que vem.


&quot;O sistema imunológico também passa por um processo de envelhecimento, então é importante entender se os idosos tem a mesma capacidade de gerar resposta imune com a vacina&quot;, explicou.


O acompanhamento dos pacientes vai ser feito por um ano, depois os dados serão comparados com os dos adultos, e enviados para a Anvisa para uma possível ampliação do público-alvo.

O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), Juarez Cunha, afirma que essa inclusão seria muito importante, considerando que a maior taxa de mortalidade por dengue é verificada entre idosos. Ele ressalta, ainda, os resultados importantes sobre a segurança da vacina apresentados no estudo.


&quot;Ele nos mostra que a vacina se mantém protetora por um prazo bastante longo, e é extremamente segura. E esse também é um aspecto fundamental. Qualquer medicação, incluindo vacina, a gente precisa ver como eles vão se comportar com a sua utilização&quot;, complementa.


Segurança


            
        
    
Primeira vacina 100% nacional contra a dengue, de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. - Walterson Rosa/MS


O estudo de longo prazo da Butantan-DV foram publicados na quarta-feira (4), na revista Nature Medicine e explica que a vacina foi, de modo geral, bem tolerada e não foram observadas preocupações de segurança a longo prazo.&quot;

Eles foram obtidos após o acompanhamento de mais de 16 mil pacientes, sendo que cerca de 10 mil receberam a vacina, e quase 6 mil receberam placebo, para compor um grupo de comparação.

&quot;Em termos estratégicos é fundamental que a gente tenha uma pesquisa nacional conseguindo chegar a esses produtos de ponta, eficazes e seguros. Possibilita que a gente consiga abastecer mais fácil o nosso Programa Nacional de Imunizações e também é um ativo de negociação com outros países&quot;, destaca o diretor da SBIM.

A diretora médica do Instituto Butantan, Fernanda Boulos, confirma que a prioridade absoluta é abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, assim que a demanda nacional for suprida, a instituição pública, vinculada ao estado de São Paulo, deve negociar a venda de doses para outros países, especialmente da América Latina, que também tem sofrido com epidemias da doença.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/emxWuQLp11qQURdB3y8EZWkm1jw=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/01/18/whatsapp_image_2026-01-18_at_12.30.11_1.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 08:03:46 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Vacina, brasileira, contra, dengue, mantém, eficácia, por, até, anos</media:keywords>
</item>

<item>
<title>SUS ganha neste mês teleatendimento para mulheres expostas à violência</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sus-ganha-neste-mes-teleatendimento-para-mulheres-expostas-a-violencia</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sus-ganha-neste-mes-teleatendimento-para-mulheres-expostas-a-violencia</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Mulheres expostas à violência ou em vulnerabilidade psicossocial que vivem no Recife e no Rio de Janeiro terão acesso a teleatendimento em saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS) a partir deste mês. O cronograma do Ministério da Saúde prevê que, em maio, a ação chegará a cidades com mais de 150 mil habitantes e, em junho, ao restante do país.

Em nota, a pasta informou que estão previstos 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos ao ano, por meio de parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e com o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

Notícias relacionadas:SUS: mulheres vítimas de violência terão acesso a reconstrução dental.SUS inicia teleatendimento gratuito para quem tem compulsão por bets.Guia orienta sobre como abordar violência de gênero nas redes sociais.Para ter acesso ao serviço, as mulheres poderão ser orientadas e encaminhadas por unidades da atenção primária à saúde, unidades básicas de saúde (UBS) e serviços da rede de proteção.

Também será possível buscar o atendimento diretamente pelo aplicativo Meu SUS Digital, por meio de um mini app previsto para começar a funcionar no fim do mês.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Na plataforma, a mulher fará um cadastro para avaliação inicial da situação de violência e, a partir dessas informações, o aplicativo enviará uma mensagem com o dia e o horário do teleatendimento.

A primeira consulta, segundo o ministério, identificará riscos, rede de apoio e demandas, com articulação junto a serviços de referência.

“A gente lançou esta semana o teleatendimento como suporte para pessoas que já estão em situação de compulsão por jogos eletrônicos. E a gente vai construir o mesmo modelo, mas com arranjos diferentes na relação com a atenção primária em saúde e na pactuação com estados e municípios”, detalhou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

“Ofertar esse teleatendimento com psiquiatra, psicólogo, assistente social e, em algumas situações, com terapeuta ocupacional para mulheres – não só aquelas que já foram vítimas de violência, mas àquelas que estão sinalizando ou que estão em extrema vulnerabilidade”, completou.

Confira no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, mais informações sobre o pacote anunciado 

 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/nyp6VzWRDQBZXLrsjLciDkM_dKc=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/04/24/_d6a2683.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 10:03:53 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>SUS, ganha, neste, mês, teleatendimento, para, mulheres, expostas, violência</media:keywords>
</item>

<item>
<title>SUS começa a usar novo tratamento contra a malária em crianças</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sus-comeca-a-usar-novo-tratamento-contra-a-malaria-em-criancas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sus-comeca-a-usar-novo-tratamento-contra-a-malaria-em-criancas</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Ministério da Saúde iniciou o novo tratamento contra a malária em crianças menores de 16 anos de idade no Sistema Único de Saúde (SUS) com o uso de tafenoquina na formulação pediátrica de 50 mg, indicada para pesos entre 10 kg e 35 kg. 

O público infantil concentra cerca de 50% dos casos da doença no país. Até então, o medicamento era ofertado apenas a jovens e adultos a partir de 16 anos de idade.

Notícias relacionadas:Governo intensifica ações de combate a coqueluche na TI Yanomami .SUS ganha neste mês teleatendimento para mulheres expostas à violência.Doenças raras: nova tecnologia do SUS reduz tempo de diagnóstico.A entrega do medicamento está sendo feita de forma gradual, com foco em áreas prioritárias na região Amazônica. 

O Brasil tornou-se o primeiro país do mundo a disponibilizar esse tipo de tratamento para crianças. 

Inicialmente, serão distribuídos 126.120 comprimidos da tafenoquina pediátrica para ampliar o controle da doença em todo o território nacional. 

O ministério esclareceu que o novo medicamento passou a ser indicado para pessoas com malária vivax (Plasmodium vivax), com peso acima de 10 kg, que não estejam grávidas ou em período de amamentação. 

O uso do medicamento tem se mostrado eficaz, reduzindo as recaídas e a transmissão da doença. 

Até então, o esquema terapêutico disponível exigia tratamento por até 14 dias, o que dificultava a adesão, especialmente entre crianças.

De acordo com o Ministério da Saúde, “a nova apresentação do fármaco será administrada em dose única, o que proporciona mais conforto e praticidade para as famílias e profissionais de saúde, maior adesão à terapia, eliminação completa do parasita e a prevenção de recaídas”

Ainda segundo o ministério, o medicamento “contribui para a interrupção da transmissão da doença, possibilita o ajuste da dose conforme o peso da criança, garantindo maior eficácia do tratamento”.

O ministério investiu R$ 970 mil na compra do medicamento e já recebeu 64.800 doses que serão distribuídos em áreas de maior incidência como os Distritos Sanitários Especiais Indígenas Yanomami, Alto Rio Negro, Rio Tapajós, Manaus, Vale do Javari e Médio Rio Solimões e Afluentes. 

Esses territórios concentram cerca de 50% dos casos de malária em crianças e jovens de até 15 anos. 

O primeiro a ser contemplado foi o DSEI Yanomami, com 14.550 comprimidos. O território foi a primeira região do país a receber a tafenoquina 150 mg, indicada para pacientes com mais de 16 anos, em 2024.


“A malária é um dos principais desafios de saúde pública na região Amazônica, especialmente em áreas de difícil acesso e territórios indígenas, onde fatores geográficos e sociais ampliam a vulnerabilidade à doença”, reconhece o ministério.


O Ministério da Saúde informou que segue intensificando o monitoramento e o reforço das ações de controle vetorial, a busca ativa e a disponibilização de testes rápidos entre outras estratégias de combate à doença na região.

Entre 2023 e 2025, somente no território Yanomami houve aumento de 103,7% na realização de testes, crescimento de 116,6% no número de diagnósticos e redução de 70% nos óbitos pela doença.  

Em relação a todo o país, em 2025 foi registrado o menor número de casos (120.659) desde 1979, com 15% de redução em relação a 2024. 

No mesmo período, também houve uma redução de 16% em áreas indígenas de todo o país. 

A Amazônia concentra 99% dos casos do país. No ano passado, foram registrados 117.879 casos na região.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/Vgguwrij8matPxjOcutph-SGJLQ=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/coleta_0.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 10:03:52 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>SUS, começa, usar, novo, tratamento, contra, malária, crianças</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Vacinação de meninos contra o HPV chega a 74% no estado de São Paulo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacinacao-de-meninos-contra-o-hpv-chega-a-74-no-estado-de-sao-paulo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacinacao-de-meninos-contra-o-hpv-chega-a-74-no-estado-de-sao-paulo</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A cobertura vacinal de meninos de 9 a 14 anos contra o HPV (papilomavírus humano) subiu para 74,78% no estado de São Paulo em 2025. Em 2022, a taxa era de 47,35%, segundo informações divulgadas pela Secretaria de Estado da Saúde.

Entre as meninas na mesma faixa etária, a cobertura também apresentou crescimento. O número passou de 81,85%, em 2022, para 86,76% em 2025. Apesar desses aumentos da cobertura vacinal, os índices para ambos os sexos ainda estão abaixo da meta de 90% proposta pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Notícias relacionadas:Cobertura vacinal contra HPV atinge 95,81% na capital paulista.Anvisa indica vacina contra o HPV para prevenir mais tipos de câncer.Segundo o Governo de SP, a ampliação da cobertura é atribuída às estratégias adotadas pela Secretaria da Saúde, que fez busca ativa de jovens, mobilizou unidades básicas, realizou ações em parceria com municípios e campanhas de orientação sobre a importância da imunização nesta faixa etária. 

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Vacina

O vírus do HPV é responsável por diversos tipos de câncer, como o de colo do útero, pênis, ânus e orofaringe. A transmissão acontece através do contato direto com regiões da pele, mucosas infectadas e atividade sexual.

A vacinação contra o vírus é realizada gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde de todo o estado. A aplicação é feita em dose única para crianças e adolescentes.

A diretora da Divisão de Imunização do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) da SES, Maria Lígia Nerger, alerta pais e responsáveis para estarem atentos ao calendário vacinal das crianças.


“O público-alvo da vacinação são meninas e meninos de 9 a 14 anos, e a aplicação deve ocorrer o mais cedo possível, preferencialmente aos 9 anos, antes da exposição ao vírus. Nessa faixa etária, o sistema imunológico apresenta melhor resposta à vacina, garantindo maior proteção,” informa a diretora.


Também devem ser vacinadas: pessoas de 9 a 45 anos em condições clínicas especiais, como as que vivem com HIV/Aids, transplantados de órgãos sólidos ou medula óssea, e pacientes oncológicos (imunossuprimidos), além de vítimas de abuso sexual e portadores de papilomatose respiratória recorrente (PRR).

 

*Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/OIOyYNBd3VklSqBmJpyIIZe70os=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/10/18/pzzb7683.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 22:26:22 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Vacinação, meninos, contra, HPV, chega, 74, estado, São, Paulo</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Uma em cada cinco crianças e adolescentes tem sobrepeso ou obesidade</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/uma-em-cada-cinco-criancas-e-adolescentes-tem-sobrepeso-ou-obesidade</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/uma-em-cada-cinco-criancas-e-adolescentes-tem-sobrepeso-ou-obesidade</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Dados do Atlas Mundial da Obesidade 2026 revelam - no Dia Mundial da Obesidade, lembrado hoje (4) - que 20,7% das crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos em todo o planeta vivem com sobrepeso ou obesidade – o equivalente a um em cada cinco, totalizando 419 milhões. A previsão da Federação Mundial de Obesidade é que, até 2040, o número salte para 507 milhões de crianças e adolescentes no mundo com sobrepeso ou obesidade.

Em nota, a entidade alerta que a obesidade e o sobrepeso na infância levam a condições semelhantes às observadas em adultos, incluindo quadros como hipertensão e doença cardiovascular. A estimativa é que, até 2040, 57,6 milhões de crianças apresentem sinais precoces de doença cardiovascular e que 43,2 milhões apresentem sinais de hipertensão.


Notícias relacionadas:Diretriz da OMS para obesidade passa a incluir caneta emagrecedora.Nova diretriz sobre obesidade e sobrepeso foca em risco cardiovascular.“O atlas mostra como as ações para enfrentar a obesidade infantil permanecem inadequadas em todo o mundo, com muitos países aquém do conjunto de políticas necessárias para prevenção, monitoramento, rastreamento e manejo”, destacou a federação, ao cobrar medidas firmes para reverter as tendências atuais.


Entre as ações a serem implementadas, a entidade destaca impostos sobre bebidas adoçadas com açúcar; restrições ao marketing direcionado a crianças, incluindo plataformas digitais; implementação das recomendações globais de atividade física para crianças; proteção do aleitamento materno; padrões mais saudáveis de alimentação escolar e integração da prevenção e do cuidado aos sistemas de atenção primária.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Brasil

Os números revelam que, no Brasil, 6,6 milhões de crianças com idade entre 5 e 9 anos estão com sobrepeso ou obesidade. O número sobe para 9,9 milhões quando considerados crianças e adolescentes com idade entre 10 e 19 anos, totalizando 16,5 milhões de crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos vivendo com sobrepeso ou obesidade no país.

Desse total, quase 1,4 milhão foram diagnosticados, em 2025, com hipertensão atribuída ao Índice de Massa Corporal (IMC), enquanto 572 mil foram diagnosticados com hiperglicemia atribuída ao IMC; 1,8 milhões com triglicerídeos elevados atribuídos ao IMC; e 4 milhões com doença hepática esteatótica metabólica (quando há acúmulo de gordura no fígado).

A previsão é que, até 2040, os números no Brasil passem a ser os seguintes: mais de 1,6 milhão de crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos diagnosticados com hipertensão atribuída ao IMC; 635 mil com hiperglicemia atribuída ao IMC; 2,1 milhões com triglicerídeos elevados atribuídos ao IMC; e 4,6 milhões com triglicerídeos elevados atribuídos ao IMC; e doença hepática esteatótica metabólica.

Análise

Para o vice-presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), Bruno Halpern, o atlas mostra “crescimento assustador” nos índices de obesidade e sobrepeso infantil em todo o mundo, sobretudo em países de média e baixa renda.

“A alimentação à base de alimentos pouco ricos nutricionalmente, ultraprocessados e baratos vem crescendo exponencialmente. Isso afeta mais crianças de classes socioeconômicas mais baixas dentro desses países.”


“O Brasil não é exceção. Há dois anos, a gente já sabia que, em dez anos, metade das crianças e adolescentes no Brasil teria sobrepeso ou obesidade. Os dados estão se confirmando. Os índices estão crescendo, são alarmantes”, completou.


Halpern, que também é membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e presidente eleito da Federação Mundial de Obesidade para o biênio 2027-2028, lembra que a obesidade é problema de todos. “Temos 8 bilhões de razões para agir – a população do mundo”.

“Temos que sair da ideia de que a obesidade é um problema individual e entender que, hoje, é também um problema socioeconômico”, disse. “Se metade das crianças vai ter obesidade ou sobrepeso em alguns anos, não é problema dos outros, é problema de todos nós. Se não for o seu filho, vai ser o filho da sua irmã ou alguém muito próximo vivendo com isso”, completou.

“Precisamos ter estratégias de taxação de ultraprocessados e refrigerantes, a gente precisa diminuir a propaganda infantil. A gente precisa trabalhar também a obesidade materna, que é um ponto que o atlas focou bem. Se a gente tratar a obesidade nas mães, pode ser uma forma de prevenir a obesidade dessas crianças no futuro”, concluiu. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/akJyvnWSOLMhAbC_cD06xRw0grI=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/obesidade_infantil.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 19:50:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Uma, cada, cinco, crianças, adolescentes, tem, sobrepeso, obesidade</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Estudo pede mais políticas públicas para reduzir efeitos da menopausa </title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/estudo-pede-mais-politicas-publicas-para-reduzir-efeitos-da-menopausa</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/estudo-pede-mais-politicas-publicas-para-reduzir-efeitos-da-menopausa</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Um estudo divulgado nessa terça-feira (3) pelo Instituto Esfera, em Brasília, alerta para a necessidade de políticas públicas específicas a fim de reduzir os impactos para as mulheres no período da menopausa. A pesquisa pede atenção para mulheres negras e em vulnerabilidade.

Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Clarita Costa Maia, uma das responsáveis pelo estudo, explicou que as mulheres mais vulnerabilizadas no país, entre elas as negras e residentes em comunidades desassistidas, ficam ainda mais sujeitas ao impacto que esse período pode causar no âmbito da saúde e do trabalho. 


Notícias relacionadas:Cresce percentual de mulheres que relatam medo de ser estupradas.ONU: violência contra as mulheres se tornou &quot;emergência global&quot;.“O que constatamos é que a menopausa tem um componente biológico que atinge mais as mulheres negras e há o cruzamento de vulnerabilidades. São mulheres que sentem a menopausa com mais peso, biologicamente e socialmente falando”, explicou.


Ameaça no âmbito profissional 

Essa vulnerabilidade deixa a mulher numa posição pior em relação aos outros estratos sociais. “Ela é, em regra, o arrimo de família e líder familiar. São mulheres que ficam numa posição muito frágil no mercado de trabalho”, ressaltou. 

Os sintomas da menopausa, incluindo os físicos e psicológicos não tratados, levam, segundo a pesquisadora, a uma insustentabilidade da relação profissional, o que impacta todo o núcleo familiar.

É por isso que no Brasil, segundo as considerações do estudo, é preciso que as políticas públicas levem em consideração que tratar a mulher na menopausa é cuidar de todo o núcleo familiar. 

Saúde mental

A pesquisadora, que é da área do direito e que trabalhou no estudo com a médica Fabiane Berta de Sousa, acrescenta que os sintomas não tratados podem gerar sérias consequências também de saúde mental.


“Aumentam significativamente as chances de desenvolvimento de Alzheimer, de depressão e diversas outras consequências relacionais advindas disso”, explicou. 


Segundo ela, existe um fenômeno hoje em dia de menopausa precoce. Nosso modo de vida está aumentando a menopausa e a andropausa precoce”. Em relação à faixa etária, o documento aborda que, com o envelhecimento populacional, é necessário, mais atenção das redes públicas. 


“São fases complicadas, de altos e baixos emocionais. Pode haver rupturas em nível pessoal das quais a pessoa precisa se recuperar com o tempo e não está entendendo o que ocorre consigo mesma”. 


O afastamento do trabalho gera reflexos, como explica a pesquisadora, como maior pressão previdenciária. “Ao invés de estarmos com trabalhadoras na sua melhor fase intelectual, surgem mais problemas previdenciários e sociais”, diz. 

Necessidade de mapeamento

O ideal, nesse momento, de acordo com o estudo, é que o Brasil possa fazer um mapeamento sobre a menopausa para que haja compreensão da realidade nacional.

“A ausência de política pública nacional estruturada para a menopausa não é neutra. Produz efeitos concretos sobre a saúde, a economia e a cidadania de milhões de mulheres, com custos que se projetam sobre o sistema de saúde, a Previdência Social e a produtividade nacional”, mostra o documento. 

Os dados internacionais demonstram que esses custos são mensuráveis: US$ 26,6 bilhões por ano nos Estados Unidos e US$ 150 bilhões globalmente, além de queda de 10% nos rendimentos das mulheres afetadas. No Brasil, segundo a estimativa, 29 milhões de mulheres estariam nessa fase e 87,9% apresentariam sintomas. Apenas 22,4% delas buscam tratamento.


 “A magnitude do problema é proporcional à sua invisibilidade. Tratar a menopausa como política pública não significa patologizar o envelhecimento feminino, mas reconhecê-lo como etapa legítima do ciclo de vida que demanda cuidado, informação e proteção institucional”, diz o documento. 


&quot;Maior atenção&quot;

No evento do Instituto Esfera, em Brasília, no lançamento do estudo e também de premiação de “mulheres exponenciais”, a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, disse que identifica atualmente maior atenção na prevenção da saúde da mulher com o envelhecimento populacional. 

”Essas questões das fases do ciclo de vida feminino também se colocam em outra direção. Recentemente, tivemos um fórum de mulheres criado pelo Ministério da Saúde e é interessante que o grupo que representava as mulheres na menopausa foi um dos mais ativos”, lembrou. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/7HIsPEYeirEXxxXYbQDVdUVmYCs=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/12/08/fogachos-sao-um-dos-sintomas-mais-conhecidos-da-menopausa_1.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:15:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Estudo, pede, mais, políticas, públicas, para, reduzir, efeitos, menopausa </media:keywords>
</item>

<item>
<title>SUS inicia teleatendimento gratuito para quem tem compulsão por bets</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sus-inicia-teleatendimento-gratuito-para-quem-tem-compulsao-por-bets</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sus-inicia-teleatendimento-gratuito-para-quem-tem-compulsao-por-bets</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta terça-feira (3) o início do teleatendimento em saúde mental pelo SUS (Sistema Único de Saúde) com foco em jogos de apostas. O serviço é direcionado a pessoas a pessoas com 18 anos ou mais que apresentam compulsão por jogos, além de familiares e rede de apoio.

Realizado em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), o serviço gratuito garantirá assistência especializada a pessoas com compulsão pelas conhecidas bets. A expectativa inicial é a de 600 atendimentos online por mês, mas o ministério poderá ampliar esse número, a depender da demanda. A ideia é chegar a 100 mil atendimentos mensais.

Notícias relacionadas:STF suspende leis municipais que autorizaram funcionamento de bets.Aposta online e jogo de azar custam R$ 38,8 bi ao país, mostra estudo.“Somos nós podendo dar mais um passo para acolher e ajudar essas pessoas a sair do sofrimento mental que está diretamente associado à compulsão nas apostas eletrônicas que, além de ser um problema de saúde mental, leva ao acometimento financeiro e problemas familiares. Quando olhamos os dados dos CAPs [Centros de Atenção Psicossocial ], vemos, nos últimos anos, de 2 mil a 3 mil atendimentos apenas de pessoas que vão presencialmente falar que têm um problema com compulsão de jogos”, afirmou Padilha.

As consultas são realizadas por vídeo, duram em média 45 minutos e fazem parte de ciclos estruturados de cuidado, que podem incluir até 13 consultas por paciente, em grupo com sua rede de apoio ou individualmente. O atendimento é gratuito e confidencial. A equipe é multiprofissional, formada por psicólogos e terapeutas ocupacionais, com apoio de médico psiquiatra quando necessário, além de articulação com assistência social e medicina de família para integração com os serviços locais.

Como acessar

Para acessar o serviço, o interessado deve se cadastrar por meio do aplicativo Meu SUS Digital. Para utilizar o novo serviço, é preciso baixar o aplicativo, que está disponível de forma gratuita nas lojas Android, IOS ou na versão web, fazer login com a conta gov.br e, na página inicial, clicar no item “Miniapps”. Em seguida, selecionar a opção “Problemas com jogos de apostas?”.

A pessoa terá acesso a um autoteste, baseado em evidências científicas e validado no Brasil por especialistas, com perguntas que ajudam a identificar sinais de risco e orientar o próximo passo. Se o resultado indicar risco moderado ou elevado, o encaminhamento para o teleatendimento é automático. Nos casos de menor risco, o aplicativo orienta a procurar a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que inclui desde Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) a Unidades Básicas de Saúde (UBS).

O Meu SUS Digital também conta com conteúdos informativos sobre sinais de alerta, prevenção e impacto da prática na saúde mental. Além disso, a Ouvidoria do SUS está treinada e preparada para orientações sobre o tema. Os profissionais atendem pelo telefone 136, por teleatendimento, via formulário, WhatsApp ou chatbot no site do Ministério da Saúde. Todas as informações seguem as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Um estudo recente apontou que as bets provocam perdas econômicas e sociais ao país estimadas em R$ 38,8 bilhões anualmente. “Esta ação do Ministério da Saúde é mais uma resposta ao fenômeno recente de comportamentos problemáticos relacionados a jogos e apostas, principalmente online. A procura espontânea por atendimento presencial ainda é baixa, muitas vezes por vergonha, medo de julgamento ou dificuldade de reconhecer o problema. Desta forma, o teleatendimento foi estruturado justamente para ampliar o acesso ao cuidado deforma reservada, segura e acessível”, diz o ministério.

Capacitação

Segundo Padilha, a pasta está capacitando os profissionais de saúde para esse atendimento específico, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Foram oferecidas 20 mil vagas aos trabalhadores da saúde.

“Nós já tivemos 13 mil inscrições para o curso e 1,5 mil já concluíram essa formação. Temos mais 7 mil vagas e acredito que teremos que abrir mais quando esse número acabar. Esse plano de cuidado tem como objetivo, se possível, resolver a compulsão com o teleatendimento. Senão, poder direcionar essa pessoa para o conjunto da Rede de Atenção Psicossocial”, ressaltou.

O teleatendimento faz parte da Linha de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas, que também contém orientações clínicas encontradas no Guia de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas. 

Bloqueio por autoexclusão

Dentro do conjunto de ações do governo federal para prevenir e auxiliar na compulsão por apostas online, há também a Plataforma de Autoexclusão Centralizada, para o bloqueio de sites de apostas, disponível desde dezembro passado. A ferramenta permite ao apostador que deseja interromper o vício, solicitar ser bloqueado dos sites de apostas, além de deixar seu CPF indisponível para novos cadastros ou para o recebimento de publicidade das bets. Pela plataforma, é possível escolher por quanto tempo o apostador deseja bloquear os sites de aposta: dois meses, seis meses, ou indeterminado. O cadastro pode ser feito pelo endereço eletrônico gov.br/autoexclusaoapostas, utilizando conta gov.br de nível prata ou ouro.


“Mais de 300 mil pessoas já estão se tratando ao se autoexcluir, reduzindo a exposição a esse risco, inclusive com bloqueio das propagandas. E a maioria das pessoas que acessou a plataforma selecionou o bloqueio por tempo indeterminado&quot;, aponta Padilha.


Ele destaca que, quando o usuário se autoexclui, por meio do CPF é possível saber qual é o cartão SUS dele e se frequenta alguma Unidade Básica de Saúde.

&quot;O esforço é identificar riscos graves de saúde mental e encaminhá-la para o atendimento corretamente e rapidamente”, disse Padilha. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/n2W_pcR4VN1vM3EdrJg_n6YTdT0=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/03/03/55127101324_371c84ee9c_k_0.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:15:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>SUS, inicia, teleatendimento, gratuito, para, quem, tem, compulsão, por, bets</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Mulheres representam 8 em cada 10 diagnósticos de depressão no estado</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/mulheres-representam-8-em-cada-10-diagnosticos-de-depressao-no-estado</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/mulheres-representam-8-em-cada-10-diagnosticos-de-depressao-no-estado</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202603/image_870x580_69a73b9a040e3.jpg" length="58425" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 19:52:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Uma em cada quatro pessoas no mundo viverão com algum grau de perda auditiva até 2050</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/uma-em-cada-quatro-pessoas-no-mundo-viverao-com-algum-grau-de-perda-auditiva-ate-2050</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/uma-em-cada-quatro-pessoas-no-mundo-viverao-com-algum-grau-de-perda-auditiva-ate-2050</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202603/image_870x580_69a7376a5e972.jpg" length="37741" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 19:33:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Com gente madrugando na fila, Mutirões da Visão da ACB escancaram realidade da população carente de Goiânia</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/com-gente-madrugando-na-fila-mutiroes-da-visao-da-acb-escancaram-realidade-da-populacao-carente-de-goiania</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/com-gente-madrugando-na-fila-mutiroes-da-visao-da-acb-escancaram-realidade-da-populacao-carente-de-goiania</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202603/image_870x580_69a72abdb0ff9.jpg" length="113302" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 18:39:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Einstein Goiânia realiza primeiro transplante de fígado da rede particular de Goiás </title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/einstein-goiania-realiza-primeiro-transplante-de-figado-da-rede-particular-de-goias</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/einstein-goiania-realiza-primeiro-transplante-de-figado-da-rede-particular-de-goias</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202603/image_870x580_69a6e1d19ad0b.jpg" length="92669" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:28:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Novas diretrizes ampliam o tratamento de fibromialgia pelo SUS</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/novas-diretrizes-ampliam-o-tratamento-de-fibromialgia-pelo-sus</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/novas-diretrizes-ampliam-o-tratamento-de-fibromialgia-pelo-sus</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A fibromialgia é uma síndrome clínica que atinge de 2,5% a 5% da população brasileira. Neste mês, o Governo Federal anunciou uma série de novas diretrizes que visam ampliar a visibilidade da doença e implementar novas oportunidades de tratamento através do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Segundo o reumatologista e presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, José Eduardo Martinez, em entrevista concedida ao Tarde Nacional – Amazônia nesta terça-feira (24), a fibromialgia é uma doença que causa dores constantes por todo o corpo, sem qualquer ligação com lesões ou inflamações. 


Notícias relacionadas:Lei define fibromialgia como deficiência em todo país a partir de 2026.“É a dor generalizada. Muitas vezes, se não na maior parte das vezes, essa dor vem acompanhada de fadiga, uma alteração no sono, distúrbios cognitivos, então esse conjunto de sintomas é o que a gente chama de fibromialgia”, conta. 


Segundo estudos revisados pela revista Rheumatology e o National Institutes of Health (NIH), as mulheres representam mais de 80% dos casos, principalmente na faixa de 30 e 50 anos. Não se sabe a origem da doença, mas questões hormonais e genéticas estão entre as possibilidades investigadas.  

Diagnóstico

- A fibromialgia não é uma doença inflamatória, ela gera uma disfunção dos neurônios ligados à dor, que se tornam excessivamente sensibilizados. Dentre os sintomas mais comuns, estão: 

. Dor constante no corpo

. Fadiga e falta de energia

. Formigamento nas mãos e nos pés

. Problemas no sono, incluindo crises de apneia e insônia

. Sensibilidade ao toque e a estímulos ambientais, como cheiros e barulhos

. Alterações de humor, como depressão e ansiedade

. Dificuldades de memória, concentração e atenção

Para José Eduardo Martinez, a identificação dos sintomas é uma questão complicada, e gera dificuldade no momento de fechar um diagnóstico. 


“O diagnóstico é puramente clínico, é o paciente contando para o seu médico o que ele sente e o médico reconhecendo os sintomas típicos da fibromialgia. Depois, é importante que se faça um bom exame físico, porque o paciente com fibromialgia pode ter outras doenças”. 


Ele reforça que é importante que o médico verifique se essas possíveis outras doenças não podem estar contribuindo para a dor que o paciente sente. Por exemplo, que o médico saiba distinguir a fibromialgia de outras doenças que podem causar dor articular no corpo, como a artrose.

O médico também explica que não existem exames específicos para fibromialgia. O ideal é que o paciente procure um reumatologista para investigar a possibilidade, ou busque atendimento primário onde for possível, como uma Unidade Básica de Saúde. 

Tratamento estruturado

Em janeiro, através da Lei 15.176/2025, sancionada em julho de 2025 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a fibromialgia passou a ser reconhecida como deficiência. A medida permite que pessoas com a doença possam acessar serviços garantidos por lei como: 

. Cotas em concursos públicos e seleções de emprego.

. Isenção de IPI, ICMS e IOF na compra de veículos adaptados.

. Aposentadoria por invalidez e auxílio-doença, mediante avaliação pericial.

. Benefício de Prestação Continuada (BPC), no caso de baixa renda.

. Pensão por morte, em situações em que a incapacidade para o trabalho for comprovada.

Outra medida foi implementada esse mês pelo Ministério da Saúde, um planejamento estruturado para o tratamento de fibromialgia pelo SUS, que visa ampliar o acesso a ajuda qualificada e melhorar a vida de quem convive com a síndrome. A cartilha prevê a capacitação de profissionais, e também um tratamento multidisciplinar, com fisioterapia, apoio psicológico e terapia ocupacional. 

A atividade física constante é também importante aliada, que pode ajudar a fortalecer o corpo e melhorar a qualidade de vida. Para a Sociedade Brasileira de Reumatologia, tratamentos não fármacos - sem uso de remédios - são tão importantes para auxiliar o paciente quanto os fármacos, que ajudam a regular a percepção de dor. 


“Alguns pacientes desenvolvem ansiedade e depressão, provavelmente o médico reumatologista precisa do apoio de outros profissionais, seja o psiquiatra, seja o psicólogo, que trabalhem juntos, que conversem, por exemplo, um psiquiatra que converse com o reumato sobre os remédios, para não haver interação”, completou o Martinez. 

 


*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/3eCAvsK4ZRR0VSO7-gHxVQvVGJ0=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/reumatismo_3010202518.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 18:52:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Novas, diretrizes, ampliam, tratamento, fibromialgia, pelo, SUS</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Documentário independente sobre parto humanizado estreia na TV Brasil</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/documentario-independente-sobre-parto-humanizado-estreia-na-tv-brasil</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/documentario-independente-sobre-parto-humanizado-estreia-na-tv-brasil</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Para esclarecer e conscientizar sobre a importância do parto humanizado, a TV Brasil estreia no mês da mulher o documentário Nascer: Parto Humanizado no Brasil, obra independente que faz uma imersão profunda nessa prática que busca respeitar a fisiologia do nascimento e os direitos das mulheres.

A produção inédita exibida pela emissora pública neste domingo (1º), às 11h, revela diversas fases de gestação e nascimento. O conteúdo acompanha diferentes experiências das famílias e ressalta a vivência das mães que escolheram realizar o parto humanizado em várias regiões do país.

Notícias relacionadas:Lula sanciona lei que estabelece ações para reduzir partos prematuros.Assistência ao parto avança no Brasil, mas pré-natal ainda preocupa.O documentário apresenta uma abordagem sensível e informativa sobre a necessidade do acesso em maior escala ao parto humanizado no território nacional. A narrativa mostra esse momento transformador na existência de muitas mães.

Com 52 minutos, a película em cartaz na telinha do canal público inclui a dinâmica de partos domiciliares assistidos por parteiras e doulas, além de relatos comoventes sobre o impacto positivo dessa decisão. O filme pode ser acompanhado no app TV Brasil Play.

A atração dá voz às mães e familiares para depoimentos comoventes. Assim, a proposta é oferecer uma visão completa e humanizada a respeito do tema que se soma às entrevistas com especialistas no assunto.

O conteúdo traz a perspectiva técnica levantada por profissionais da área. Médicos obstetras, ginecologistas, agentes comunitários de saúde e trabalhadores da saúde pública analisam os desafios e os benefícios dessa prática.

A obra esclarece mitos e destaca fatos sobre o parto humanizado. Ainda frente a um cenário no qual as cesarianas permanecem como procedimento principal no país, muitas vezes sem necessidade médica, o filme abre espaço para ressaltar a relevância do chamado pré-natal, questiona o modelo de assistência ao parto e aponta a importância do respeito às escolhas das mulheres.

Com direção de Luciano Oreggia e Pedro Saad, o documentário Nascer: Parto Humanizado no Brasil compartilha um olhar delicado para promover a reflexão da sociedade e dos profissionais envolvidos no setor da saúde para que essa iniciativa natural seja mais acessível e valorizada.

Valorização do conteúdo independente

O média-metragem Nascer: Parto Humanizado no Brasil ganha exibição inédita na programação da TV Brasil neste domingo (1º). O conteúdo de natureza documental em cartaz na telinha também pode ser acompanhado sob demanda no app TV Brasil Play.

A emissora pública é um dos canais que mais apresentam produções independentes nacionais. Além de ser uma grande apoiadora das obras dessa natureza no mercado audiovisual do país, a TV Brasil ainda fomenta novos realizadores.

Ao vivo e on demand

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/GousqQb6ttW4jedj7dn5mw_YsvE=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/02/27/nascer-parto-humanizado-no-brasil-01-credito-produtora-brasileira-divulgacao.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 18:52:24 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Documentário, independente, sobre, parto, humanizado, estreia, Brasil</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Parto humanizado fortalece protagonismo feminino na rede pública de Goiânia</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/parto-humanizado-fortalece-protagonismo-feminino-na-rede-publica-de-goiania</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/parto-humanizado-fortalece-protagonismo-feminino-na-rede-publica-de-goiania</guid>
<description><![CDATA[ Modelo adotado no Hospital Municipal da Mulher e Maternidade Célia Câmara alia acolhimento, segurança e evidências científicas ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202602/image_870x580_69a18a4d74cb6.jpg" length="73348" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 12:13:21 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Doenças raras: nova tecnologia do SUS reduz tempo de diagnóstico</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/doencas-raras-nova-tecnologia-do-sus-reduz-tempo-de-diagnostico</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/doencas-raras-nova-tecnologia-do-sus-reduz-tempo-de-diagnostico</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Sistema Único de Saúde (SUS) vai contar com uma tecnologia para agilizar e deixar mais preciso o diagnóstico de doenças raras. A estimativa é que nova plataforma de sequenciamento completo de DNA que vai ser ofertada na rede pública atenda até 20 mil demandas de todo o Brasil por ano e reduza o tempo de espera de um diagnóstico de sete anos para seis meses.   

O anúncio foi feito, nesta quinta (26), pelo Ministério da Saúde, em evento em Brasília.  A estimativa é que pelo menos 13 milhões de pessoas tenham doenças raras no País.


Notícias relacionadas:Brasil registra 88 casos de Mpox em 2026; saiba como evitar a doença.Saúde envia equipes do SUS para áreas atingidas pela chuva em Minas.Butantan antecipa entrega de 1,3 mi de vacinas contra dengue ao SUS.“Nós colocamos para o SUS o sequenciamento completo do exoma, que é um exame que custaria R$ 5 mil”, detalhou Padilha. 


A redução do tempo de diagnóstico é fundamental para o tratamento e para a qualidade de vida dos pacientes, conforme ressaltou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que assinou a habilitação de novos serviços para tratamento de doenças raras. Padilha lembrou que o próximo sábado é dia mundial para conscientização sobre doenças raras.  

 


            
        
    
Alexandre Padilha durante anuncio de um conjunto de ações para reduzir o tempo de espera no diagnóstico e no tratamento de doenças raras no SUS- Joédson Alves/Agência Brasil


Ampliação de serviços

O ministro defendeu que o país tenha autonomia de pesquisa, produção e tratamento de doenças raras, inclusive prevendo transferências de tecnologias de outros centros de ponta nessa área. “Quando a gente amplia esses serviços para estados que não tinham nenhum serviço ainda, a gente está garantindo um acesso mais próximo onde as pessoas vivem e moram”, ponderou. 

O coordenador de doenças raras do ministério, Natan Monsores, explicou que todo paciente que for atendido em um serviço de referência ou for identificado dentro de um serviço de referência de triagem neonatal poderá ser encaminhado para os polos de sequenciamento. “Foi um investimento de R$ 26 milhões nesse primeiro ano. Nós conseguimos fazer a oferta desse exame, que em preços de mercado podem chegar até R$ 5 mil, por R$ 1,2 mil”.

Monsores esclarece que a resolução diagnóstica é bastante precisa.


“É um ganho enorme para a comunidade de pessoas com doenças raras. Fornecendo para os médicos geneticistas, para as equipes de neurologia e de pediatria, uma ferramenta essencial para fechar esse diagnóstico”. 


Início com um cotonete

A coleta do material é feita com um cotonete na parte interna da bochecha, que colhe células a serem encaminhadas para os laboratórios. Esse teste também pode ser feito com sangue. 


“Permite avançar no diagnóstico de deficiências intelectuais, de condições que implicam no atraso do desenvolvimento global das crianças, e também uma enorme diversidade de condições genéticas que podem afetar essas crianças”, diz Monsores.


O coordenador disse que existem 11 unidades da federação com serviços ativados. Em 90 dias após ação com a ferramenta, foi possível verificar 412 testes já com sequenciamento feito com 175 laudos. 


“A nossa perspectiva é fazer a expansão dessa rede para todas as unidades da federação até abril de 2026”. 


Outro anúncio do Ministério da Saúde foi o tratamento das crianças com uma terapia gênica inovadora para crianças com atrofia muscular espinhal (AME). “É uma doença que, se não tratada em tempo hábil, é letal. Todas as crianças que receberam essa terapia têm a interrupção da progressão dessa condição”. 

Avanços

A presidente da Associação dos Familiares, Amigos e Pessoas com Doenças Graves, Raras e Deficiências, Maria Cecília Oliveira, que estava no evento do anúncio, celebrou o que chamou de “avanços” nas políticas públicas relacionadas aos pacientes com doenças raras.

 “Eu espero que o programa Agora tem especialistas seja realmente um programa que possa impactar significativamente os pacientes com doenças raras, que é a nossa luta”, disse Maria Cecília. 

Outra representante de pacientes nesta condição, Lauda Santos, que é presidente da Associação Maria Vitoria de Doenças Raras e Crônicas (Amaviraras) e cofundadora e vice-presidente da Federação Brasileira das Associações de Doenças Raras (Febrararas) destacou a importância da divulgação do serviço para o SUS.

Lauda diz entender que um dos maiores desafios do governo é que essas informações cheguem até os pacientes. “As dificuldades continuam. A gente espera que isso mude porque tudo leva um tempo para poder entrar nos trilhos”. 

Ela ainda defendeu que deve haver o fortalecimento de entidades que defendam os pacientes e lamentou a carga de impostos para os medicamentos. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/k6mDly_q4DsAXc1vJZYMbz6AECQ=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/02/26/0d4a6175.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:27:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Doenças, raras:, nova, tecnologia, SUS, reduz, tempo, diagnóstico</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Cobertura vacinal contra HPV atinge 95,81% na capital paulista</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/cobertura-vacinal-contra-hpv-atinge-9581-na-capital-paulista</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/cobertura-vacinal-contra-hpv-atinge-9581-na-capital-paulista</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A cobertura vacinal contra o Papilomavírus Humano (HPV) atingiu 95,81% de alcance entre adolescentes de nove a 14 anos na capital paulista em 2025, 

Em 2024, a cobertura atingiu 91,19% do público, segundo a prefeitura de São Paulo. Nos anos anteriores, foram registrados 57,6% (2023), 53,97% (2022) e 57,67% (2021). 

Notícias relacionadas:Anvisa indica vacina contra o HPV para prevenir mais tipos de câncer.Vacinação reduz internações por doenças causadas pelo HPV, diz estudo.A vacinação contra o HPV previne diversos tipos de câncer como os de colo do útero, pênis, ânus e orofaringe, além de verrugas genitais, contribuindo para a proteção individual e coletiva.

O imunizante é indicado em dose única para meninos e meninas de nove a 14 anos de idade, para adolescentes de 15 a 19 anos que não foram vacinados na idade recomendada (temporariamente, até o primeiro semestre de 2026). 

Também é indicado para: 


	Pessoas entre nove e 45 anos de idade vítimas de violência sexual, 
	Pessoas vivendo com HIV/Aids, 
	Pessoas em uso de drogas imunossupressoras, 
	Transplantados de órgãos sólidos ou de medula óssea, 
	Pacientes oncológicos,
	Pessoas a partir de dois anos de idade com papilomatose respiratória recorrente (PRR) e
	Pessoas entre 15 e 45 anos que fazem uso de profilaxia pré-exposição (PrEP) ao HIV.


&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Para vacinar, os pais e responsáveis devem procurar a unidade de saúde mais próxima, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e, aos sábados, no mesmo horário, nas Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas.

A unidade mais próxima pode ser localizada por meio da plataforma Busca Saúde. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/pADgmeA7ckf5HRY8xWlVpwNCHkQ=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/124a9806.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:27:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Cobertura, vacinal, contra, HPV, atinge, 95, 81, capital, paulista</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Brasil registra 88 casos de Mpox em 2026; saiba como evitar a doença</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-registra-88-casos-de-mpox-em-2026-saiba-como-evitar-a-doenca</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-registra-88-casos-de-mpox-em-2026-saiba-como-evitar-a-doenca</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Brasil registrou 88 casos confirmados do vírus Mpox, com a maioria sendo no estado de São Paulo, que desde janeiro contabiliza 62 casos. Os outros registros aparecem no Rio de Janeiro (15), em Rondônia (4), em Minas Gerais (3), no Rio Grande do Sul (2), no Paraná (1) e no Distrito Federal (1). Os quadros leves a moderados predominam e não há óbitos. Em 2025, foram registrados no país 1.079 casos e 2 óbitos. Os dados são do Ministério da Saúde. 

O que é Mpox e quais são os sintomas?

Causada pelo vírus Monkeypox, a doença tem seu contágio por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O sintoma mais comum da doença é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. O quadro pode incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, apatia e gânglios inchados. A erupção cutânea pode afetar o rosto, as palmas das mãos, as solas dos pés, a virilha, as regiões genitais e/ou anal.

Como a Mpox é transmitida?

Notícias relacionadas:Mpox: OMS aprova primeira vacina para uso emergencial em crianças.Butantan antecipa entrega de 1,3 mi de vacinas contra dengue ao SUS.Quatro em cada dez mortes por câncer no Brasil são evitáveis.O vírus se espalha de pessoa para pessoa por meio do contato próximo com alguém infectado, incluindo falar ou respirar próximos uns dos outros, o que pode gerar gotículas ou aerossóis de curto alcance; contato pele com pele, como toque ou sexo vaginal/anal; contato boca com boca; ou contato boca e pele, como no sexo oral ou mesmo o beijo na pele.

O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também podem transmitir a doença. 

Em quanto tempo a doença se manifesta?

O intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas da Mpox (período de incubação) é tipicamente de 3 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.

Ao notar os sintomas, é preciso procurar uma unidade de saúde para fazer o exame laboratorial, que é a única forma de confirmação. O diagnóstico complementar deve ser realizado considerando as seguintes doenças: varicela zoster, herpes zoster, herpes simples, infecções bacterianas da pele, infecção gonocócica disseminada, sífilis primária ou secundária, cancróide, linfogranuloma venéreo, granuloma inguinal, molusco contagioso, reação alérgica e quaisquer outras causas de erupção cutânea papular ou vesicular.


“Pessoas com suspeita ou confirmação da doença devem cumprir isolamento imediato, não compartilhar objetos e material de uso pessoal, tais como toalhas, roupas, lençóis, escovas de dente, talheres, até o término do período de transmissão”, orienta o Ministério da Saúde.


Qual é o tratamento?

O tratamento consiste no alívio dos sintomas, na prevenção, no manejo das complicações e em evitar sequelas. A maioria dos casos apresenta sinais e sintomas leves e moderados. Não há medicamento aprovado especificamente para Mpox.

A prevenção consiste em evitar contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. Caso seja necessário ter contato, a recomendação é a de utilizar luvas, máscaras, avental e óculos de proteção.

Também é recomendado lavar as mãos com água e sabão ou utilizar álcool em gel frequentemente. As medidas de higiene são especialmente importantes após o contato com a pessoa infectada, suas roupas, lençóis, toalhas e outros itens ou superfícies que possam ter entrado em contato com as erupções e lesões da pele ou secreções respiratórias.

“Lave as roupas de cama, roupas, toalhas, lençóis, talheres e objetos pessoais da pessoa com água morna e detergente. Limpe e desinfete todas as superfícies contaminadas e descarte os resíduos contaminados (por exemplo, curativos) de forma adequada”, alerta o Ministério.

Mpox pode matar?

Na maioria dos casos, os sintomas da doença desaparecem sozinhos em poucas semanas. Mas, em algumas pessoas, o vírus pode provocar complicações médicas e mesmo a morte. Recém-nascidos, crianças e pessoas com imunodepressão pré-existente correm maior risco de sintomas mais graves e de morte pela infecção.

Quadros graves causados pela Mpox podem incluir lesões maiores e mais disseminadas (especialmente na boca, nos olhos e em órgãos genitais), infecções bacterianas secundárias de pele ou infecções sanguíneas e pulmonares. As complicações se manifestam ainda por meio de infecção bacteriana grave causada pelas lesões de pele, encefalite, miocardite ou pneumonia, além de problemas oculares.

Pacientes com Mpox grave podem precisar de internação, cuidados intensivos e medicamentos antivirais para reduzir a gravidade das lesões e encurtar o tempo de recuperação. Dados disponíveis mostram que entre 0,1% e 10% das pessoas infectadas pelo vírus morreram, sendo que as taxas de mortalidade podem divergir por conta de fatores como acesso a cuidados em saúde e imunossupressão subjacente.

São Paulo

Apesar dos números apresentados pelo governo federal, a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo (SES-SP) afirma que o número de casos no estado é de 50. A capital paulista é a cidade com maior número de casos: 31. Campinas, Paulínia, Sumaré, Hortolândia, Sorocaba, Várzea Paulista, Araquaquara, Osasco, Cotia, Jandira, Serrana, Arujá, Santos, Guarulhos e Pradópolis registram um caso. Em Ribeirão Preto e Mogi das Cruzes, são dois em cada. No ano passado, em janeiro foram registrados 79 casos e em fevereiro 47 casos, totalizando, 126 casos nos dois primeiros meses do ano. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/6VvQxFoNiWi2-rTJOyLH9A3eAxE=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/08/13/2024-08-13t135812z_488502842_rc2yx8aqv1tn_rtrmadp_3_africa-mpox.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 19:09:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Brasil, registra, casos, Mpox, 2026, saiba, como, evitar, doença</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Butantan antecipa entrega de 1,3 mi de vacinas contra dengue ao SUS</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/butantan-antecipa-entrega-de-13-mi-de-vacinas-contra-dengue-ao-sus</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/butantan-antecipa-entrega-de-13-mi-de-vacinas-contra-dengue-ao-sus</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Instituto Butantan anunciou nesta terça-feira (24) que antecipará para o primeiro semestre de 2026 a entrega de 1,3 milhão de doses da vacina contra dengue Butantan-DV ao Sistema Único de Saúde (SUS). 

Inicialmente. o lote seria entregue no segundo semestre deste ano. Com o novo prazo, serão distribuídas ao todo 2,6 milhões de doses no primeiro semestre.

Notícias relacionadas:Brasil e Coreia do Sul firmam parcerias estratégicas em medicamentos.Começa vacinação contra a dengue no Rio de Janeiro.Capacitação de enfermeiros em programa de saúde mental divide opiniões.A vacina Butantan-DV é produzida no parque fabril do próprio instituto, na capital paulista. O imunizante, aplicado em dose única, tetraviral e 100% nacional, foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser utilizado na população brasileira de 12 a 59 anos. Nesse público, o imunizante mostrou 74,7% de eficácia geral, 91,6% de eficácia contra dengue grave e com sinais de alarme e 100% de eficácia contra hospitalizações por dengue.

Na segunda semana de fevereiro, o Ministério da Saúde iniciou a vacinação contra a dengue dos profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde das Unidades Básicas de Saúde) da Atenção Primária, com a previsão de proteger 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente do SUS. 

Novo terreno

O governo do estado de São Paulo anunciou, também nesta segunda-feira, a transferência de um terreno no bairro do Jaguaré, zona oeste do município de São Paulo, para a criação de um novo polo de inovação e desenvolvimento de imunobiológicos do Instituto Butantan, além do investimento de R$ 1,38 bilhão em novas fábricas para produção de vacinas e imunobiológicos.

“Nessa área, vamos produzir nosso parque fabril para levarmos São Paulo onde queremos: um expoente máximo da ciência, da biotecnologia, do desenvolvimento e da inovação em Saúde no nosso país”, disse o secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/emxWuQLp11qQURdB3y8EZWkm1jw=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/01/18/whatsapp_image_2026-01-18_at_12.30.11_1.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 19:09:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Butantan, antecipa, entrega, 1, 3, vacinas, contra, dengue, SUS</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Brasil e Coreia do Sul firmam parcerias estratégicas em medicamentos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-e-coreia-do-sul-firmam-parcerias-estrategicas-em-medicamentos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-e-coreia-do-sul-firmam-parcerias-estrategicas-em-medicamentos</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O governo brasileiro assinou com a Coreia do Sul três Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) destinadas à produção nacional dos medicamentos bevacizumabe, eculizumabe e aflibercepte, prevendo a transferência de tecnologia e internalização da fabricação no Brasil. O investimento do Ministério da Saúde está estimado em até R$ 1,104 bilhão no primeiro ano.

“A medida amplia a capacidade produtiva nacional de produtos e insumos essenciais à saúde pública, fortalece a soberania produtiva do país, reduz vulnerabilidades do SUS [Sistema Único de Saúde] diante de oscilações do mercado internacional e diminui o risco de desabastecimento. Além disso, estimula o desenvolvimento tecnológico, a geração de empregos e renda no Brasil e amplia o acesso da população a terapias de alto custo”, disse o Ministério da Saúde.

Notícias relacionadas:Lula destaca inovação como prioridade do Brasil na Coreia.Em Seul, Lula anuncia acordos comerciais com a Coreia do Sul.Lula defende diversificação como resposta ao protecionismo comercial.A assinatura formaliza o início da produção nacional do aflibercepte, medicamento essencial para o tratamento da degeneração macular relacionada à idade. O ministério contará com a Fundação Ezequiel Dias (Funed), como parceira pública, e com a Bionovis S.A. e a empresa sul-coreana Samsung Bioepis Co., Ltda. como parceiras privadas.

No caso do bevacizumabe, utilizado no tratamento de diversos tipos de câncer e em indicações oftalmológicas, a PDP reúne a Fundação Baiana de Pesquisa, Desenvolvimento, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma), a Bionovis S.A. e a Samsung Bioepis Co., Ltda.

O eculizumabe, medicamento indicado para o tratamento da Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN), doença rara que afeta o sistema sanguíneo, a produção será com a parceria da Bahiafarma, a Bionovis S.A. e a Samsung Bioepis Co., Ltda.


“As parcerias firmadas têm um significado muito relevante. Representam a transferência de tecnologia, a produção local no Brasil, o fortalecimento da base industrial nacional e a redução de vulnerabilidades do sistema de saúde. Representam também previsibilidade para o setor privado e compromisso de longo prazo do Estado brasileiro”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que participou com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, da missão oficial à Coreia do Sul.


Inovação

Entre os principais instrumentos negociados na missão está o Memorando de Entendimento em Saúde (MoU) firmado entre o Ministério da Saúde do Brasil e o Ministério da Saúde e Bem-Estar da Coreia do Sul, que estabelece bases para cooperação em áreas estratégicas como inovação biomédica e farmacêutica, saúde digital e ecossistemas de dados, excelência clínica, terapias avançadas e fortalecimento da resiliência dos sistemas de saúde e da força de trabalho.

“Foram firmados seis novos acordos para produção conjunta de tecnologias em saúde, envolvendo testes diagnósticos, medicamentos biológicos, tratamentos para determinados tipos de câncer e tecnologias voltadas a doenças oftalmológicas. As iniciativas representam avanço tecnológico relevante, fortalecem a capacidade produtiva e inovadora dos dois países e abrem caminho para novas etapas de cooperação”, informou o Ministério da Saúde. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/V1FKAxCbWgRl424cgj9cC_jafIk=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/02/23/55111421257_3cb2f64341_o.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 20:17:35 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Brasil, Coreia, Sul, firmam, parcerias, estratégicas, medicamentos</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Começa vacinação contra a dengue no Rio de Janeiro</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/comeca-vacinacao-contra-a-dengue-no-rio-de-janeiro</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/comeca-vacinacao-contra-a-dengue-no-rio-de-janeiro</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A partir desta segunda-feira (23), os 92 municípios fluminenses começam a receber a nova vacina contra a dengue, produzida pelo Instituto Butantan. A distribuição está sendo feita pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), que recebeu 33.364 doses do imunizante, sendo 12.500 destinadas à capital.

Conforme o Ministério da Saúde, a estratégia prioriza trabalhadores da Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS).

Notícias relacionadas:Capacitação de enfermeiros em programa de saúde mental divide opiniões.Quatro em cada dez mortes por câncer no Brasil são evitáveis.Governo intensifica ações de combate a coqueluche na TI Yanomami .Nesta primeira etapa, serão vacinados profissionais que atuam diretamente nas unidades básicas, como médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, odontólogos, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, educadores físicos, assistentes sociais e farmacêuticos, agentes comunitários de saúde e de combate às endemias, trabalhadores administrativos e de apoio.

A nova vacina tem dose única e protege contra quatro sorotipos da dengue. No estado do Rio, os tipos 1 e 2 são os mais frequentes. No entanto, a possível reintrodução do sorotipo 3 preocupa as autoridades sanitárias, já que ele não circula no território fluminense desde 2007. A ausência prolongada pode gerar maior vulnerabilidade da população que nunca teve contato com essa variante, atualmente presente em estados vizinhos.

Dados do Centro de Inteligência em Saúde da secretaria indicam que, até 20 de fevereiro de 2026, o estado registrou 1.198 casos prováveis de dengue e 56 internações, sem confirmação de óbitos. Há ainda 41 casos prováveis de chikungunya, com cinco internações. Não há casos confirmados de zika no território fluminense.

O monitoramento da dengue é feito por meio de um indicador composto que analisa atendimentos em unidades de pronto atendimento (UPAs), solicitações de leitos e taxa de positividade dos exames. As informações estão disponíveis em tempo real na plataforma MonitoraRJ. Atualmente, os 92 municípios estão em situação de rotina.

Apesar dos indicadores considerados baixos, a secretaria reforça o alerta para o período pós-carnaval. As chuvas intensas que antecederam a folia, combinadas ao calor do verão, criam condições ideais para a reprodução do Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika. A circulação de turistas também amplia o risco de introdução de novos sorotipos.

Como o mosquito tem alta capacidade reprodutiva, a recomendação é que cada morador dedique ao menos dez minutos por semana para eliminar possíveis criadouros, verificando a vedação da caixa d’água, limpando calhas, colocando areia nos pratos de plantas e descartando água acumulada em bandejas de geladeira e recipientes expostos.

No verão, quando calor e chuva se alternam, o ciclo do mosquito se acelera. Os ovos depositados em acúmulos de água podem eclodir rapidamente com a incidência de sol e altas temperaturas.

Vale lembrar que desde 2023, o Ministério da Saúde também disponibiliza a vacina Qdenga, de fabricação japonesa. No estado do Rio, mais de 758 mil doses já foram aplicadas. Entre o público-alvo de 10 a 14 anos, mais de 360 mil crianças e adolescentes receberam a primeira dose, e 244 mil completaram o esquema vacinal.

A secretaria estadual investe na qualificação da rede assistencial, com videoaulas e treinamentos, além de ter criado uma ferramenta digital pioneira que uniformiza o manejo clínico da dengue nas unidades de saúde — tecnologia que foi compartilhada com outros estados.

O Laboratório Central Noel Nutels (Lacen-RJ) foi estruturado para realizar até 40 mil exames por mês, ampliando a capacidade de diagnóstico não apenas da dengue, mas também de zika, chikungunya e da febre do Oropouche — arbovirose transmitida pelo maruim (Ceratopogonidae), e não pelo Aedes aegypti.

Com a chegada da nova vacina, o estado reforça a estratégia integrada de imunização, vigilância e prevenção, buscando evitar a sobrecarga da rede de saúde e manter os índices sob controle antes do avanço do outono.

Confira as informações sobre o Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/3HfUqogCwq_dXj7TFITGUCypqO0=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/02/22/vacina_dengue_4.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 20:17:35 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Começa, vacinação, contra, dengue, Rio, Janeiro</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Prazo prorrogado: inscrições para edital do Mais Médicos Especialistas vão até 22 de fevereiro</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/prazo-prorrogado-inscricoes-para-edital-do-mais-medicos-especialistas-vao-ate-22-de-fevereiro</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/prazo-prorrogado-inscricoes-para-edital-do-mais-medicos-especialistas-vao-ate-22-de-fevereiro</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202602/image_870x580_6998bb4ab571c.jpg" length="63039" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 19:51:54 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>SAÚDE PÚBLICA: Vídeo da Prefeitura sobre “fila zerada” gera indignação e cobrança por transparência em Jataí</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-publica-video-da-prefeitura-sobre-fila-zerada-gera-indignacao-e-cobranca-por-transparencia-em-jatai</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-publica-video-da-prefeitura-sobre-fila-zerada-gera-indignacao-e-cobranca-por-transparencia-em-jatai</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202602/image_870x580_6998ab53843f5.jpg" length="106219" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 18:44:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Ministério da Saúde anuncia construção de nova policlínica em Jataí</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ministerio-da-saude-anuncia-construcao-de-nova-policlinica-em-jatai</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ministerio-da-saude-anuncia-construcao-de-nova-policlinica-em-jatai</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202602/image_870x580_69989fd186f73.jpg" length="73006" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 17:55:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Flamboyant Hall recebe visita técnica para o 36º Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/flamboyant-hall-recebe-visita-tecnica-para-o-36o-congresso-brasileiro-de-cirurgia-dermatologica</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/flamboyant-hall-recebe-visita-tecnica-para-o-36o-congresso-brasileiro-de-cirurgia-dermatologica</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202602/image_870x580_699864fb65065.jpg" length="101397" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 13:43:54 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Quatro em cada dez mortes por câncer no Brasil são evitáveis</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/quatro-em-cada-dez-mortes-por-cancer-no-brasil-sao-evitaveis</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/quatro-em-cada-dez-mortes-por-cancer-no-brasil-sao-evitaveis</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Um estudo internacional sobre mortes por câncer no mundo estima que 43,2% dos óbitos provocados pela doença no Brasil poderiam ser evitados com medidas de prevenção, diagnóstico precoce e melhor acesso ao tratamento.

A pesquisa estima que, dos casos de câncer diagnosticados no país em 2022, cerca de 253,2 mil devem resultar em morte até cinco anos após a detecção. Dessas, 109,4 mil poderiam ser evitadas.

Notícias relacionadas:Brasil deve ter 781 mil novos casos de câncer por ano até 2028.Anvisa indica vacina contra o HPV para prevenir mais tipos de câncer.Casos de câncer de pele saltam de 4 mil para mais de 72 mil em 10 anos.O estudo Mortes evitáveis por meio da prevenção primária, detecção precoce e tratamento curativo do câncer no mundo faz parte da edição de março da revista científica The Lancet, uma das publicações médicas mais conceituadas internacionalmente. O artigo está disponível na internet.

O trabalho é assinado por 12 autores, oito deles vinculados à Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS) e sediada em Lyon, na França.

Os pesquisadores dividem as quase 110 mil mortes por câncer evitáveis no Brasil em dois grupos: 65,2 mil são preveníveis, ou seja, a doença poderia nem ter ocorrido, e as outras 44,2 mil são classificadas como evitáveis por diagnóstico precoce e acesso adequado a tratamento.

Mundo

O levantamento apresenta um olhar global sobre mortes por câncer. O estudo apurou informações sobre 35 tipos de câncer em 185 países.

Em termos mundiais, o percentual de óbitos evitáveis é de 47,6%. Isso representa que, dos 9,4 milhões de mortes causadas pela doença, quase 4,5 milhões poderiam não ter acontecido.

O grupo de pesquisa detalha que, do total de mortes, uma em cada três (33,2%) é prevenível, e 14,4% poderiam não acontecer caso houvesse diagnóstico precoce e acesso a tratamento.

Ao estimar quantas mortes poderiam ser evitadas por medidas de prevenção, os pesquisadores apontam cinco fatores de risco: 


	tabaco;
	consumo de álcool;
	excesso de peso;
	exposição à radiação ultravioleta;
	e infecções (causadas por vírus como o do HPV e o da hepatite e pela bactéria Helicobacter pylori).


Disparidades

Ao comparar países, regiões geográficas e nível de desenvolvimento, o estudo identifica disparidades ao redor do mundo.

Os países do norte da Europa apresentam percentual de mortes evitáveis bem próximo de 30%. O mais bem posicionado é a Suécia (28,1%), seguido por Noruega (29,9%) e Finlândia (32%). Isso significa que, de cada dez mortes, apenas três poderiam ser evitadas.

Já no outro extremo, as dez maiores proporções de mortes evitáveis estão em países africanos. A pior situação é em Serra Leoa (72,8%). Em seguida, figuram Gâmbia (70%) e Malaui (69,6%).

Nesses países, sete em cada dez mortes poderiam ser evitadas com mais prevenção, melhor diagnóstico e acesso a tratamento.

Menores índices de mortes evitáveis:


	Austrália e Nova Zelândia: 35,5%;
	Norte da Europa: 37,4%;
	América do Norte: 38,2%.


Maiores proporções:


	África Oriental: 62%;
	África Ocidental: 62%;
	África Central: 60,7%.


A América do Sul tem 43,8% de mortes por câncer evitáveis, indicador bem parecido com o do Brasil.

IDH

As desigualdades também aparecem quando os países são agrupados por Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), um indicador da Organização das Nações Unidas (ONU) que leva em consideração os níveis de saúde, educação e renda.

Nos países de baixo IDH, que significa pior qualidade de vida, seis em cada dez (60,8%) mortes por câncer poderiam ter sido evitadas.

Em seguida, situam-se os grupos de IDH alto (57,7%), médio (49,6%) e muito alto (40,5%). O Brasil é considerado um país de IDH alto.

A pesquisa revela que no grupo de países com baixo e médio IDH, o câncer de colo de útero é o primeiro na lista de mortes evitáveis.

Já nos grupos de IDH alto e muito alto, esse tipo de câncer sequer aparece entre os cinco principais tipos da doença em número de mortes evitáveis.

Outra forma de enxergar a disparidade entre os países é a diferença entre as taxas de mortalidade por câncer do colo do útero. Em países com IDH muito alto, a proporção é de 3,3 de vítimas da doença a cada 100 mil mulheres. Já nos de IDH baixo, essa relação sobe para 16,3 por 100 mil.

Tipos de câncer

O estudo publicado na The Lancet estima que 59,1% das mortes evitáveis são relacionadas aos cânceres de pulmão, fígado, estômago, colorretal e colo do útero.

Quando se observa apenas os casos de câncer que poderiam ser evitados por medidas preventivas, o maior causador do óbito é o câncer de pulmão. Foram 1,1 milhão de mortes, correspondendo a 34,6% de todas as mortes preveníveis por câncer.

Já o câncer de mama nas mulheres foi o que teve mais mortes tratáveis, ou seja, pessoas que poderiam sobreviver recebendo diagnóstico no tempo certo e acesso a tratamento adequado. Foram 200 mil, o que representa 14,8% de todas as mortes em casos tratáveis.

Combate

Os pesquisadores apontam caminhos para diminuir o número de mortes evitáveis. Um deles é a realização de campanhas e ações que diminuam a incidência do tabagismo e do consumo de álcool, além de aumento de preço desses produtos, como forma de desestimular o consumo.

O estudo direciona atenção também ao excesso de peso. “O crescente número de pessoas com excesso de peso representa desafios consideráveis para a saúde global”, apontam os autores.

Eles sugerem iniciativas como intervenções “que regulam a publicidade, a rotulagem e [majoração] de impostos sobre alimentos e bebidas não saudáveis”.

Os pesquisadores enfatizam a importância da prevenção a infecções que são associadas ao câncer, como o HPV, que é prevenível por vacinação.

Os autores apontam ainda a necessidade de focar em metas relacionadas à detecção do câncer de mama.

“Alcançar as metas da OMS de que pelo menos 60% dos cânceres de mama sejam diagnosticados nos estágios um ou dois [escala que vai até zero a cinco] e que mais de 80% dos pacientes recebam diagnóstico dentro de 60 dias após a primeira consulta”.

“São necessários esforços globais para adaptar a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento do câncer a fim de enfrentar as desigualdades nas mortes evitáveis, especialmente em países com baixo e médio IDH”, conclui o estudo.

Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) fazem campanhas regulares de prevenção e diagnóstico precoce. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/V5shGcAe-lr5DBc7GQW5xIdQTFQ=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/10/23/pzzb8600.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 11:13:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Quatro, cada, dez, mortes, por, câncer, Brasil, são, evitáveis</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Governo intensifica ações de combate a coqueluche na TI Yanomami</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-intensifica-acoes-de-combate-a-coqueluche-na-ti-yanomami</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-intensifica-acoes-de-combate-a-coqueluche-na-ti-yanomami</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Ministério da Saúde reuniu uma equipe emergencial para reforçar o atendimento na base polo de Surucucu, na Terra Indígena (TI) Yanomami, em Roraima. A iniciativa divulgada na última quarta-feira (18) é uma resposta do Governo Federal ao aumento das infecções por coqueluche entre crianças da região, que já soma oito casos e três óbitos. 

A coqueluche é uma infecção respiratória bacteriana e contagiosa, cujos primeiros sintomas são crises de tosse seca. A equipe enviada pelo Ministério da Saúde chegou à região na última segunda (16) e foi acompanhada por especialistas do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS, com experiência na contenção de possíveis surtos ou aumento de casos de doenças infecciosas.

Notícias relacionadas:Casos de coqueluche crescem e provocam internações e mortes .Governo e ONU têm programação alusiva a 3 anos de emergência Yanomami.Vulnerabilidade reduz altura média de crianças indígenas e nordestinas.O grupo vai atuar em conjunto com o Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Yanomami, que já estava em Surucucu realizando coletas de material e trabalhos de prevenção com aldeias adjacentes. Ao todo, 50 profissionais vão reforçar a prevenção de novos casos e a assistência local.

As crianças infectadas estão em tratamento em hospitais de Boa Vista, capital do estado. Duas já foram liberadas para suas respectivas aldeias, e todos os casos suspeitos seguem em investigação e acompanhamento. 

Vacinação

A vacinação é o principal meio de prevenção contra a coqueluche, e, no Brasil, a vacina é disponibilizada através do SUS para crianças de até 7 anos e gestantes, em Unidades Básicas de Saúde. 

De acordo com o Dsei Yanomami, o esquema vacinal completo das crianças com menos de 1 ano de idade quase dobrou entre 2022 e 2025, passando de 29,8% para 57,8%. Entre os menores de 5 anos, esse índice passou de cerca de 52% para 73% no mesmo período. 

Desafios

Em 2023, o Governo Federal decretou estado de emergência na Terra Indígena Yanomami, por causa do alto índice de desnutrição, malária e mortes por causas diversas.

A partir disso, foram instituídas ações para combater a crise sanitária, resultante do garimpo ilegal. A iniciativa envolveu os ministérios da Saúde, Defesa e Povos Indígenas, para estruturar os serviços de saúde pública e segurança. 

Foram tomadas medidas como fechamento de garimpos ilegais e destinação de recursos para controle do espaço aéreo, além ações para despoluição dos rios, tratamentos de água potável e construção de unidades especializadas de saúde.

Em 2023, o Dsei contava com 690 profissionais. Desde então, mais 1.165 profissionais foram contratados ─ um crescimento de 169%.

Segundo dados de 2025 do Ministério da Saúde, desde a decretação do estado de emergência, a mortalidade na região caiu 27,6%. Lideranças indígenas reforçam, entretanto, que ainda existem muitos desafios a serem ultrapassados.

Com uma população de mais de 30 mil pessoas e cerca de 376 comunidades, a TI Yanomami é o maior território indígena do país.

*Estagiária sob supervisão da jornalista Tâmara Freire. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/kaWmIqzRrdiA-jqivFmnMbpK2mY=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/yanomami-frazao-7.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 18:42:51 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Governo, intensifica, ações, combate, coqueluche, Yanomami</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Rio registra cinco atendimentos por hora devido ao calor no carnaval</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/rio-registra-cinco-atendimentos-por-hora-devido-ao-calor-no-carnaval</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/rio-registra-cinco-atendimentos-por-hora-devido-ao-calor-no-carnaval</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Nos dias de carnaval, a cada hora, cinco pacientes chegavam às unidades de Pronto Atendimento (UPA) da rede estadual de saúde do Rio de Janeiro com sintomas relacionados ao calor. Entre os principais sintomas estão dor de cabeça, tontura, náuseas, pele quente e seca, pulso acelerado, temperatura corporal elevada, distúrbios visuais, confusão mental, respiração rápida, taquicardia, desidratação, insolação e desequilíbrio hidroeletrolítico.

Os atendimentos por causa das altas temperaturas foram mais frequentes em Realengo, Botafogo e Irajá.

Notícias relacionadas:Carnaval terá chuva e calor em boa parte do país.Ideval Anselmo, ícone do carnaval paulista, morre aos 85 anos.Unidos do Viradouro é campeã do Carnaval do Rio de Janeiro.O levantamento da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) mostra que, entre os dias 13 e 17 de fevereiro, 647 pessoas com sintomas relacionados ao excesso de calor procuraram as UPAs estaduais.

Ao todo, durante os dias de folia, as 27 UPAs da rede estadual registraram 27.433 atendimentos, aumento de 2,05% na comparação com o carnaval do ano passado. As principais queixas foram dores em geral e gastroenterite. As unidades de Mesquita, Campo Grande I e Nova Iguaçu (Botafogo) concentraram o maior número de pacientes.

O Samu 192 da capital, único do estado operado pela SES-RJ, registrou 3.262 atendimentos, com maior número de ocorrências nos bairros de Campo Grande, Centro, Copacabana, Santa Cruz e Guaratiba. 

Os principais motivos foram casos cardiovasculares, neurológicos e quedas da própria altura. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/zbA0mq1gWFTauDHSqie8pmxbzqQ=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/02/18/toms4058.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 18:42:51 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Rio, registra, cinco, atendimentos, por, hora, devido, calor, carnaval</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Sesc Jataí abre inscrições para hidrofolia e oferece aula experimental </title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sesc-jatai-abre-inscricoes-para-hidrofolia-e-oferece-aula-experimental</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sesc-jatai-abre-inscricoes-para-hidrofolia-e-oferece-aula-experimental</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202602/image_870x580_6997518ac17e1.jpg" length="102747" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 18:09:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>SAÚDE MENTAL: Quase 90% das pessoas desistem das metas de ano novo em fevereiro</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-mental-quase-90-das-pessoas-desistem-das-metas-de-ano-novo-em-fevereiro</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-mental-quase-90-das-pessoas-desistem-das-metas-de-ano-novo-em-fevereiro</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202602/image_870x580_699325ef47834.jpg" length="55260" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 14:14:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Carnaval: metanol em bebidas liga sinal de alerta nos estados</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/carnaval-metanol-em-bebidas-liga-sinal-de-alerta-nos-estados</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/carnaval-metanol-em-bebidas-liga-sinal-de-alerta-nos-estados</guid>
<description><![CDATA[ Alguns estados que tiveram mortes e casos por bebidas contaminadas por metanol estarão em alerta neste carnaval para as bebidas adulteradas. Segundo o Ministério da Saúde, em 2025. o Brasil confirmou 76 casos de intoxicação por metanol associada ao consumo de bebidas alcoólicas.

Outras 29 ocorrências ainda estão em investigação. No mesmo período, houve 25 óbitos confirmados, além de oito em investigação. Este ano, até 3 de fevereiro, foram confirmados sete casos e 13 estão sendo investigados.

Notícias relacionadas:Estado de São Paulo confirma 12ª morte por intoxicação por metanol.Intoxicação por metanol no interior da Bahia deixa um morto .Bahia registra sete casos suspeitos de intoxicação por metanol.São Paulo foi o estado mais atingido. A Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) atualizou, nessa quarta-feira (11), o balanço de ocorrências relacionadas à intoxicação por metanol. No total, foram confirmados 52 casos, sendo 12 mortes (quatro homens de 26, 45, 48 e 54 anos residentes da cidade de São Paulo; uma mulher de 30 anos e um homem de 62 anos, de São Bernardo do Campo; dois homens de 23 e 25 anos e uma mulher de 27 anos, de Osasco; um homem de 37 anos, de Jundiaí; um homem de 26 anos, de Sorocaba; e um homem de 26 anos, de Mauá).

Atualmente, quatro mortes permanecem sob investigação: uma em Guariba, de um paciente de 39 anos, uma de São José dos Campos (31 anos) e dois de Cajamar (29 e 38 anos).

A Secretaria de Estado da Saúde alerta a população para os riscos da ingestão de bebidas alcoólicas adulteradas e reforça a importância de adotar cuidados durante o carnaval. A recomendação é adquirir produtos apenas de estabelecimentos regularizados, verificar a procedência das bebidas e evitar o consumo de itens de origem desconhecida.

O Centro de Vigilância Sanitária (CVS) do estado de São Paulo está coordenando ações junto às Vigilâncias Sanitárias Municipais, responsáveis pela inspeção de estabelecimentos e vendedores ambulantes que oferecem alimentos e bebidas alcoólicas, incluindo a verificação da origem e procedência dos produtos. 

Recomendação

O CVS recomenda que bares, empresas e demais estabelecimentos redobrem a atenção quanto à procedência dos produtos e que a população adquira apenas bebidas de fabricantes legalizados, com rótulo, lacre de segurança e selo fiscal, evitando opções de origem duvidosa e prevenindo casos de intoxicação que podem colocar a vida em risco.


            
        
    
Fiscalização analisa bebidas vendidas em diversos estabelecimentos. Foto: Governo de SP


Pernambuco

A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) informou que foram confirmados oito casos de intoxicação por metanol no estado, incluindo cinco óbitos em outubro e novembro de 2025. Ela alerta ainda que as bebidas destiladas de procedência duvidosa podem conter metanol ou outras substâncias impróprias para consumo. O metanol é um tipo de álcool extremamente tóxico para o ser humano e pode causar cegueira irreversível, falência renal e até a morte. “Desconfie de bebidas com preço muito abaixo do mercado. Não ingira misturas prontas vendidas em garrafas pet ou recipientes inadequados. Compre de estabelecimentos licenciados pela vigilância sanitária ou vendedores credenciados pela prefeitura. Latas lacradas são mais seguras”, diz a secretaria.

A Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) espera ultrapassar o número de quinhentas inspeções sanitárias. Entre as ações estão a fiscalização em bares, camarotes, restaurantes e locais onde há grande concentração de pessoas, além de inspeções em comércio ambulante garantindo o armazenamento e venda correta de alimentos e bebidas.

Bahia

Foram confirmados nove casos de intoxicação por metanol na Bahia. Três evoluíram para óbito, um residente em Ribeira do Pombal, um em Cansanção e outro em Juazeiro.

A Secretaria da Saúde (Sesab), em parceria com o Ministério da Saúde, informou que reforçou os estoques do antídoto para tratamento da intoxicação por metanol caso haja necessidade. Acrescentou que tem incentivado os municípios a reforçar a fiscalização da venda e distribuição de bebidas destiladas.

Paraná

O Paraná informou que encerrou a Sala de Situação sobre intoxicação por metanol em 24 de novembro de 2025. O estado teve a confirmação de seis casos, sendo que três resultaram em mortes.

Mato Grosso

A Secretaria de Estado de Saúde o Mato Grosso (SES-MT) disse que intensificou as ações de vigilância e fiscalização, mesmo sem registro de novos casos confirmados há mais de 30 dias. O estado registrou seis ocorrências confirmadas. Houve quatro óbitos entre novembro e dezembro de 2025.

A secretaria recomenda cautela aos foliões, que devem consumir bebidas apenas de estabelecimentos regulares e evitar produtos de procedência duvidosa ou sem rótulo adequado. Em caso de sintomas como visão turva, dor abdominal intensa, tontura ou confusão mental após o consumo de bebidas alcoólicas, deve-se procurar imediatamente uma unidade de saúde.

Laboratório móvel no Rio

O estado do Rio de Janeiro não registrou casos nem mortes por metanol nas bebidas. Mesmo assim, a Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor e o Procon estão nas ruas com o Laboratório Itinerante do Consumidor, que circula pelos blocos e no Sambódromo.

Com um laboratório portátil de alta tecnologia, o equipamento é capaz de testar, em tempo real, bebidas com indícios de falsificação. O aparelho reúne as fórmulas originais dos principais destilados do mercado e faz a comparação com amostras coletadas durante as fiscalizações.

No último fim de semana, em ações no sábado (7) e no domingo (8), em blocos da zona sul e do centro da cidade, cerca de 26 litros de bebidas falsificadas foram apreendidos e testados, mostrando o risco que esse tipo de produto representa para a saúde do consumidor.


“A venda de bebidas falsificadas é uma prática criminosa que coloca vidas em risco. Nossa atuação é firme para retirar esses produtos de circulação e alertar a população sobre os perigos desse consumo”, disse o secretário de Estado de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca.


Sinais e sintomas de alerta

- Iniciais (até 6h após ingestão): dor abdominal intensa, sonolência, falta de coordenação, tontura, náuseas, vômitos, dor de cabeça, confusão mental, taquicardia e pressão arterial baixa;

- Entre 6h e 24h: visão turva, fotofobia, visão embaçada, pupilas dilatadas, perda da visão das cores, convulsões, coma e acidose metabólica grave.

- Em casos mais graves, o paciente pode evoluir para cegueira irreversível, choque, pancreatite, insuficiência renal, necrose de gânglios da base com tremor, rigidez e lentidão dos movimentos.

Perigo

 O patologista clínico Hélio Magarinos Torres Filho, diretor médico do Richet Medicina e Diagnóstico, explica que, diferente do álcool comum (etanol), o metanol é um álcool que, ao ser metabolizado pelo organismo, gera substâncias altamente tóxicas que interferem, sobretudo, na produção de energia das células e atingem especialmente o sistema nervoso.

Segundo o médico, o resultado pode ser uma acidose metabólica grave (aumento da acidez no sangue) que leva a complicações como alterações visuais (visão turva ou embaçada), lesão do nervo óptico, confusão e desorientação mental, convulsões, queda do nível de consciência (coma), arritmias e insuficiência respiratória podendo evoluir para morte.

O perigo aumenta porque, conforme o patologista, a intoxicação por metanol nem sempre dá sinais imediatos claros e pode ser confundida com uma ressaca mais forte.


“Os sintomas costumam surgir de forma progressiva, geralmente entre seis e 24 horas após a ingestão da bebida, podendo, em alguns casos, aparecer até 48 horas depois”, explica.


Um dos principais diferenciais em relação à intoxicação alcoólica comum, de acordo com o médico, abrange a intensidade e a evolução do quadro, muitas vezes incompatíveis com a quantidade de bebida ingerida.


 “As alterações visuais são as mais características e não devem ser ignoradas, mesmo quando discretas. Ao chegar ao serviço de emergência é importante relatar a suspeita de ingestão de bebida de origem duvidosa e, se possível, levar a embalagem ou uma amostra do que foi consumido”, alerta Magarinos.


Ainda de acordo com o patologista, há exames que confirmam a intoxicação como a dosagem de metanol no sangue ou na urina, mas nem sempre o teste está disponível de imediato.

Por isso, o Ministério da Saúde orienta que as pessoas não esperem a confirmação para dar início ao tratamento.

“Como medida de prevenção, a recomendação aos foliões é consumir apenas bebidas de procedência conhecida, evitar produtos sem rótulo ou vendidos em condições suspeitas e buscar atendimento médico diante de qualquer sinal incomum após o consumo de álcool”, finaliza Magarinos. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/_jq6OYC9_TPWuh96epWqX90eR3Y=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/10/05/fiscalizacao-metanol-bebidas-sao-caetano3.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 12:23:22 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Carnaval:, metanol, bebidas, liga, sinal, alerta, nos, estados</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Carnaval: Saúde reforça valor da doação de sangue para manter estoque</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/carnaval-saude-reforca-valor-da-doacao-de-sangue-para-manter-estoque</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/carnaval-saude-reforca-valor-da-doacao-de-sangue-para-manter-estoque</guid>
<description><![CDATA[ Com a proximidade do carnaval, o Ministério da Saúde reforçou a importância da doação voluntária de sangue - inclusive antes do início da folia começar porque, historicamente, os estoques costumam ficar reduzidos e o período figura como um dos mais críticos para os hemocentros.

Em nota, o ministério destacou que, para ser um doador, é necessário ter entre 16 e 69 anos (menores de idade precisam de autorização); pesar pelo menos 50 quilos e estar bem de saúde.


Notícias relacionadas:Galo Gigante homenageia Dom Helder Câmara, no Carnaval recifense.Carnaval: governo reforça uso de camisinha para prevenção de doenças.Cariocas terão deslocamento gratuito para doação de sangue no Hemorio.Acrescentou que “o sangue é essencial para os atendimentos de sangramentos agudos em casos de urgência e emergência, realização de cirurgias de grande porte e tratamento de doenças crônicas que frequentemente demandam transfusões sanguíneas, além de ser usado para a produção de medicamentos essenciais derivados do plasma”



&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Números

Em 2024, o Brasil registrou 3,31 milhões de coletas de doação de sangue. Em 2025, o total foi de 2,71 milhões (dados preliminares, de janeiro a outubro).  A meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que 3% da população de cada país sejam de doadores de sangue.

Para ser doador de sangue voluntário, é preciso procurar o hemocentro mais próximo e verificar os critérios:

- ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos devem apresentar consentimento formal do responsável legal);

- pessoas entre 60 e 69 anos só podem doar se já tiverem doado antes dos 60 anos;

- apresentar documento de identificação oficial com foto (Registro Geral, carteira de motorista, carteira de trabalho, passaporte, Registro Nacional de Estrangeiro, certificado de reservista ou carteira profissional emitida por classe). Documentos digitais com foto também são aceitos;

- pesar, no mínimo, 50 quilos;

- ter dormido, pelo menos, seis horas nas últimas 24 horas;

- estar alimentado, evitando alimentos gordurosos nas três horas antes da doação. Após o almoço, aguardar duas horas para fazer a doação. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/4Cu5NEOLb5E7pm4-WxEe1ee4dAw=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/51129040925_9e5571b5a5_o.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 12:19:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Carnaval:, Saúde, reforça, valor, doação, sangue, para, manter, estoque</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Cidades do ES vítimas de desastre de Mariana terão R$ 131 mi em saúde</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/cidades-do-es-vitimas-de-desastre-de-mariana-terao-r-131-mi-em-saude</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/cidades-do-es-vitimas-de-desastre-de-mariana-terao-r-131-mi-em-saude</guid>
<description><![CDATA[ O governo federal anunciou, nesta quinta-feira (12), um investimento de R$ 131,9 milhões para recuperar e ampliar a rede de cuidados de saúde pública nos 11 municípios no Espírito Santo atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em 2015. 

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou que os recursos vieram de um acordo judicial cobrado das empresas responsáveis pelo crime ambiental que afetou 11 cidades capixabas. 

Notícias relacionadas:MAB celebra decisão judicial contra mineradora BHP no caso Mariana.Ele salientou que a renegociação ocorreu entre o Poder público e as empresas responsáveis pelo rompimento da barragem de Fundão (Samarco e suas acionistas, Vale e BHP).

Padilha destacou que o plano de ação faz parte do “Novo Acordo do Rio Doce”, e inclui ações estruturantes com foco no fortalecimento da infraestrutura, vigilância e assistência em saúde, além de saúde digital, ensino, formação e gestão. 

Conforme foi divulgado, o plano destina o maior volume de recursos (R$ 82,55 milhões) para a expansão da infraestrutura de saúde.

Estão previstas a construção de um novo complexo hospitalar em Colatina (ES), o reforço na rede com mais quatro Centros de Atenção Psicossocial (os Caps), além de dois novos centros de especialidades odontológicas e aquisição de equipamentos para dois centros especializados em reabilitação.

Os recursos destinados vão beneficiar as populações que vivem nos municípios de Anchieta, Aracruz, Baixo Guandu, Conceição da Barra, Fundão, Linhares, Marilândia, São Mateus, Serra e Sooretama.

Complexo hospitalar

A respeito do Complexo Hospitalar de Colatina, o ministro disse que terá um papel essencial ao atender outros problemas de saúde da região.

“Será especializado em acompanhar a situação de doenças crônicas que podem ocorrer em decorrência da contaminação da água”. 

Em Brasília, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, participou da assinatura que aprovou o plano com a liberação dos recursos federais.

“Nós teremos em todos os municípios atingidos estrutura para ofertar cirurgias eletivas e outros serviços na área da saúde, como o acompanhamento de pessoas com desenvolvimento atípico”, afirmou. 

Entre os benefícios do complexo hospitalar para a população da região, estão a ampliação da oferta de cirurgias, um plano de intervenção em doenças hematológicas, hipertensão e diabetes para populações quilombolas; e uma linha de cuidado integral específica para o idoso frágil. 

O governo federal acrescentou que a vigilância ambiental e toxicológica no estado será fortalecida com a reestruturação do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) para análise de metais pesados e matrizes ambientais e a expansão de equipes de vigilância ambiental, epidemiológica e saúde do trabalhador.  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/1pl9YHoVGMA4Wte8eFLZ-aBkNMw=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/tragedia_em_mariana_0711150244_1.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sun, 15 Feb 2026 12:19:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Cidades, vítimas, desastre, Mariana, terão, 131, saúde</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Prazo de inscrição no Mais Médicos Especialistas termina no dia 19</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/prazo-de-inscricao-nomais-medicos-especialistas-terminano-dia-19</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/prazo-de-inscricao-nomais-medicos-especialistas-terminano-dia-19</guid>
<description><![CDATA[ Médicos de todo o país, com formações específicas, podem se inscrever no projeto Mais Médicos Especialistas (PMM-E) do Ministério da Saúde até às 23 horas e 59 minutos do dia 19 de fevereiro. O edital de chamamento público foi aberto no início deste mês pelo governo federal.

O projeto Mais Médicos Especialistas integra o Programa Agora Tem Especialistas (ATE), unificado em 2025, para garantir mais agilidade, eficiência e igualdade de acesso à saúde especializada.

Notícias relacionadas:Anvisa indica vacina contra o HPV para prevenir mais tipos de câncer.MEC revoga edital para criação de cursos particulares de medicina.Começa vacinação de 1,2 milhão de profissionais de saúde contra dengue.A iniciativa tem o objetivo de reduzir o tempo de espera por consultas ambulatoriais, exames e cirurgias no SUS, e fortalecer as redes de atenção à saúde em regiões consideradas prioritárias, em apoio a estados e municípios, além de qualificar a formação de médicos já especialistas pelo trabalho, com base na prática em serviços da rede pública.

O Sistema Único de Saúde (SUS) vai contratar 1.206 profissionais em 16 especialidades para prestar atendimento em regiões consideradas prioritárias de todo o país, por serem remotas e vulneráveis. Não haverá vínculo de emprego, frisa o edital com as regras da seleção.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Inscrição

Os interessados devem acessar o portal da Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS) e fazer o pré-cadastro na plataforma para se inscrever.

O candidato médico poderá apresentar até três títulos de especialistas reconhecidos pela Comissão Nacional de Residência Médica.

A seleção contempla especialidades como: anestesiologista; cirurgião geral, cirurgião do aparelho digestivo; cirurgião oncológico; cirurgião proctologista; ginecologista e obstetra; cardiologista; endoscopista digestivo; gastroenterologista; oncologista clínico; radioterapeuta; radiologista; mastologista; otorrinolaringologista; e médico patologista.

A atuação dos profissionais ocorrerá em serviços hospitalares e ambulatoriais do SUS, em diferentes regiões do Brasil. Por isso, no momento da inscrição, o candidato pode escolher até dois locais de atuação, inclusive, em estados diferentes. O profissional deve indicar a ordem de preferência do estabelecimento de saúde onde deseja trabalhar.

Reserva de vagas

Do total de vagas ofertadas (1,2 mil), 20% são reservadas para a política de cotas.

O candidato que deseja concorrer às vagas reservadas para políticas afirmativas (pessoas com deficiência, pessoas negras, indígenas e quilombolas) deve assinalar, no formulário de inscrição da plataforma, a opção correspondente e inserir a documentação comprobatória, com exceção dos candidatos autodeclarados negros. Os profissionais serão convocados por edital e por e-mail para se apresentar de forma telepresencial à uma comissão de heteroidentificação para verificação do fenótipo declarado.

Não serão permitidas alterações após o fim do período de inscrições.

Benefícios

O programa oferece aos selecionados uma bolsa-formação mensal no valor fixo de R$ 10 mil, que pode chegar a R$ 20 mil como incentivo, a depender da dificuldade de levar e manter profissionais de saúde em determinado município, estado ou Distrito Federal. O valor será pago diretamente pelo Ministério da Saúde.

Os participantes ainda terão aprimoramento profissional, com duração de até 12 meses, realizado por instituições formadoras da área médica.

As instituições serão responsáveis pelo acolhimento inicial dos profissionais, com atividades de apresentação do curso, avaliação diagnóstica e orientações sobre a proposta pedagógica, o cronograma e as responsabilidades acadêmicas.

Além da bolsa-formação mensal, os profissionais terão ajuda de custo para despesas relacionadas às imersões presenciais nas instituições formadoras. Porém, o pagamento está condicionado à participação efetiva nas atividades previstas no edital, com carga horária semanal de 20 horas, sendo 16 horas assistenciais.

Cronograma

O resultado final com os nomes dos selecionados e as localidades de atuação será publicado em 24 de março no site de chamamentos públicos do Ministério da Saúde.

Saiba mais sobre o Programa Agora Tem Especialistas (ATE) aqui. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/3p3JMMpyVoftwnZHPbsuXeMgDPg=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/revalida_mcamgo_abr_100720211818.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 09:46:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Prazo, inscrição, no Mais, Médicos, Especialistas, termina no, dia</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Norma da Anvisa sobre receitas controladas impressas entra em vigor</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/norma-da-anvisa-sobre-receitas-controladas-impressas-entra-em-vigor</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/norma-da-anvisa-sobre-receitas-controladas-impressas-entra-em-vigor</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A partir desta sexta-feira (13), todos os receituários para prescrição de medicamentos controlados podem ser impressos em gráficas pelos próprios profissionais prescritores e pelas instituições de saúde. A norma foi aprovada pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no fim do ano passado.

Até então, alguns desses receituários — como os de cor amarela — eram impressos exclusivamente pela autoridade sanitária local. Com a publicação da resolução, a impressão de todos os modelos pode ser feita pelos próprios prescritores e pelas instituições.

Notícias relacionadas:Anvisa indica vacina contra o HPV para prevenir mais tipos de câncer.Anvisa alerta para risco de pancreatite ligado a canetas emagrecedoras.Anvisa suspende venda de fórmula infantil Alfamino, da Nestlé.Em nota, a Anvisa informou que a medida integra um conjunto de ações de desburocratização e simplificação do acesso da população brasileira a medicamentos e reforçou que a norma não elimina a exigência de impressão nem a obrigatoriedade de numeração fornecida pela autoridade sanitária local.


“Assim, prescritores e instituições devem continuar solicitando previamente essa numeração junto à autoridade sanitária competente e, a partir de 13 de fevereiro, poderão providenciar a impressão dos receituários em gráfica”, destacou a agência no comunicado.


A Anvisa ressaltou ainda que a resolução não altera outras regras estabelecidas por autoridades sanitárias locais. Em caso de dúvidas sobre exigências complementares relacionadas ao procedimento de impressão, a orientação é consultar a autoridade sanitária da respectiva localidade.

De acordo com a agência, os modelos de receituários anteriormente publicados nos anexos da Portaria nº 344/1998 deixam de ser válidos para novas impressões a partir desta sexta-feira. Os novos modelos a serem utilizados podem ser consultados na página do Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR).

Receituários impressos até 12 de fevereiro de 2026 continuam válidos por tempo indeterminado.

A norma prevê ainda que, até junho, a Anvisa disponibilize uma ferramenta no SNCR que permite a emissão eletrônica de todos os receituários de medicamentos controlados.


“Até a disponibilização dessa funcionalidade, não há mudanças quanto à emissão eletrônica”.


“Para a emissão de notificações de receita em formato eletrônico, será necessário aguardar a implementação da ferramenta”, informou a agência. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/KpfrTxpuiWbzy8qZ9M12dANYbdA=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/remedios_agencia_brasil.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 22:17:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Norma, Anvisa, sobre, receitas, controladas, impressas, entra, vigor</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Ação da Anvisa e Inmetro fiscaliza produtos de carnaval no DF e BA</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/acao-da-anvisa-e-inmetro-fiscaliza-produtos-de-carnaval-no-df-e-ba</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/acao-da-anvisa-e-inmetro-fiscaliza-produtos-de-carnaval-no-df-e-ba</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) participam nesta sexta-feira (13) da ação Tô de Olho – Na Folia, que tem como objetivo fiscalizar, orientar e reforçar a segurança de produtos comercializados durante o carnaval.

Em nota, a Anvisa informou que, no Distrito Federal e na Bahia, o trabalho de vigilância sanitária será voltado para fiscalizar e orientar sobre o uso de pomadas e pastas para modelar cabelos e sobre o consumo de bebidas alcoólicas.

Notícias relacionadas:Norma da Anvisa sobre receitas controladas impressas entra em vigor .Especificamente em Salvador, uma equipe formada por quatro representantes da vigilância sanitária municipal e quatro da vigilância estadual fiscaliza salões de beleza em shoppings para verificar a regularidade das pomadas capilares.

No período da tarde, a equipe atua junto a trancistas em espaços públicos da capital baiana procurados por foliões.

Já o Inmetro fará a fiscalização de fantasias e adereços; acessórios carnavalescos (tiaras, óculos, máscaras e brinquedos); além de preservativos.

A iniciativa é coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária.

O que será verificado

No caso de brinquedos, as equipes verificam a presença do selo de identificação de conformidade do Inmetro e o atendimento a requisitos básicos de segurança.

Já em relação às fantasias e demais produtos têxteis, será conferido o cumprimento das regras de etiquetagem obrigatória, como informações sobre composição, fabricante ou importador, país de origem e instruções de conservação.

No caso das bebidas, as equipes verificam as condições de armazenamento, a regularidade do registro quando aplicável, a rotulagem obrigatória e o cumprimento dos regulamentos sanitários.

Em relação às pomadas capilares, serão fiscalizadas a regularização do produto junto à Anvisa, a conformidade das informações de rotulagem, a indicação de modo de uso e eventuais restrições, além das condições adequadas de exposição e comercialização.

Quanto aos preservativos masculinos, será observada a presença do selo do Inmetro, bem como sua autenticidade.

No caso dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), haverá fiscalização específica para coibir a venda do produto, cuja comercialização é proibida no Brasil.

Em comunicado, o Inmetro informou que as irregularidades identificadas serão tratadas conforme a legislação específica de cada órgão, &quot;dentro dos procedimentos técnicos e legais estabelecidos”.

Orientações

Dentre as orientações publicadas pelo governo federal e direcionadas aos foliões estão:


	verificar a presença do selo de identificação da conformidade do Inmetro nos produtos que exigem certificação compulsória, como brinquedos e preservativos masculinos;
	conferir as informações obrigatórias nas embalagens e etiquetas, incluindo identificação do fabricante ou importador, composição, instruções de uso e prazo de validade;
	certificar-se de que produtos sujeitos à vigilância sanitária, como cosméticos e preservativos, estejam devidamente regularizados junto à Anvisa;
	observar condições adequadas de armazenamento e exposição;
	verificar o registro de bebidas junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária;
	evitar a compra de produtos sem identificação clara ou cuja comercialização seja proibida no país, como os dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs).
 ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/7eD85h7zJv7cJe9Ecm5YcsSlXM0=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/11-11-2020_sede_anvisa-2_0.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 22:17:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Ação, Anvisa, Inmetro, fiscaliza, produtos, carnaval</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Covid&#45;19 mata 29 pessoas em janeiro no Brasil</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/covid-19-mata-29-pessoas-em-janeiro-no-brasil</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/covid-19-mata-29-pessoas-em-janeiro-no-brasil</guid>
<description><![CDATA[ Ao menos 29 brasileiros morreram em janeiro deste ano por complicações em decorrência da Covid-19, segundo o informativo Vigilância das Síndromes Gripais. A informação coloca o SarsCov-2 como o vírus mais mortal entre os identificados para os brasileiros nesse mês. Os números podem aumentar, pois parte das investigações sobre causas de óbito ainda está em andamento ou pode não estar atualizada. 

Das 163 mortes causadas por Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) nas primeiras quatro semanas deste ano, 117 não tiveram o principal vírus causador identificado.

Notícias relacionadas:Boletim InfoGripe diz que VSR supera covid-19 em mortes de crianças.Há 5 anos, Brasil aplicava primeiras doses de vacina contra a covid-19.Após cinco anos de vacinação, covid recua, mas ainda preocupa .A mais letal, com 29 casos, foi a Covid-19, seguida pela Influenza A H3N2, com sete casos, pelo Rinovírus, com sete casos, e pela Influenza A não subtipada, com seis casos.

Vírus

Os demais vírus - H1N1, Influenza B e VSR - somaram cinco mortes. Ao todo, 4.587 casos, incluídos os não letais, foram registrados no período, dos quais 3.373 não tiveram os vírus causadores identificados. O estado com mais mortes confirmadas foi São Paulo: 15 óbitos em 140 casos registrados.

As mortes atingiram principalmente os idosos com mais de 65 anos: 108 no total. Entre os casos com identificação de SarsCov-2, 19 tinham mais de 65 anos. Dados de vacinação indicam que a cobertura está abaixo do considerado ideal.

Desde 2024, a vacina contra a Covid-19 foi incluída no calendário básico de vacinação de três grupos: crianças, idosos e gestantes. 

Além disso, pessoas que fazem parte de grupos especiais devem reforçar a imunização periodicamente. No entanto, cumprir esse calendário tem sido um desafio no Brasil.

Vacinas

A cobertura, no entanto, está longe do ideal. Em 2025, de cada dez doses distribuídas pelo Ministério da Saúde a estados e municípios, menos de quatro foram utilizadas. Foram, ao todo, 21,9 milhões de vacinas, e apenas oito milhões aplicadas.

Dados da plataforma Infogripe - da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) - que monitora a ocorrência da chamada síndrome respiratória aguda grave (SRAG), mostram que, em 2025, pelo menos 10.410 pessoas adoeceram com gravidade após a infecção pelo coronavírus, com cerca de 1,7 mil mortes. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/h0wCFBZ9Twcdat8YEf2JV55oaW4=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/04/24/_d6a3219.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 02:14:57 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Covid-19, mata, pessoas, janeiro, Brasil</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa indica vacina contra o HPV para prevenir mais tipos de câncer</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-indica-vacina-contra-o-hpv-para-prevenir-mais-tipos-de-cancer</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-indica-vacina-contra-o-hpv-para-prevenir-mais-tipos-de-cancer</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nova indicação terapêutica para a vacina Gardasil 9, que passa a valer também para a prevenção de cânceres de orofaringe, cabeça e pescoço associados ao HPV.

&gt;&gt; Vacinação reduz internações por doenças causadas pelo HPV, diz estudo

Notícias relacionadas:Anvisa alerta para risco de pancreatite ligado a canetas emagrecedoras.Brasil deve ter 781 mil novos casos de câncer por ano até 2028.Casos de câncer de pele saltam de 4 mil para mais de 72 mil em 10 anos.Até então, o imunizante era indicado para a prevenção de cânceres do colo do útero, da vulva, da vagina, do ânus; de lesões pré-cancerosas ou displásicas; de verrugas genitais e infecções persistentes causadas pelo vírus.

A nova indicação foi aprovada para crianças, homens e mulheres de 9 a 45 anos. A orientação da Anvisa é que a imunização seja feita antes do início da vida sexual, já que o HPV é transmitido por meio de relações sexuais. 

“A nova indicação é fundamentada na prevenção da infecção persistente pelos tipos de HPV oncogênicos, reconhecidos como principais causadores desses cânceres, bem como na demonstração de resposta imunológica robusta contra esses tipos virais”, destacou a agência.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/tjlS_88P838H8LliSzPMhues1Xo=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/12/04/pzzb4081.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 09:46:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, indica, vacina, contra, HPV, para, prevenir, mais, tipos, câncer</media:keywords>
</item>

<item>
<title>SBPC entrega prêmio a pesquisadoras de destaque na ciência brasileira</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sbpc-entrega-premio-a-pesquisadoras-de-destaque-na-ciencia-brasileira</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sbpc-entrega-premio-a-pesquisadoras-de-destaque-na-ciencia-brasileira</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência entrega, nesta quarta-feira (11) - Dia Mundial das Mulheres e Meninas na Ciência - o prêmio Carolina Bori Ciência &amp; Mulher a pesquisadoras com trajetória de destaque em três grandes áreas do conhecimento: Humanidades; Ciências Biológicas e da Saúde; e Engenharias, Exatas e Ciências da Terra. A entrega será à tarde, em São Paulo.

A data foi criada em 2015, na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), para conscientizar a sociedade de que a ciência é construída também por meio da igualdade de gênero.

Notícias relacionadas:Governo recompõe orçamento para educação e ciência .Pesquisadores propõem estratégias de combate ao microplástico no país.Neste ano, uma das homenageadas na categoria Ciências Biológicas e da Saúde é Luísa Lina Villa, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e colaboradora do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp).


“Estou nessa categoria e me sinto muito orgulhosa e feliz por estar sendo homenageada pela Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência, sobretudo porque há muitas mulheres no nosso país merecedoras desse prêmio”, disse ela, em entrevista à Agência Brasil.


Luísa diz que receberá o prêmio com gratidão e vai procurar reconhecer todos os alunos, colaboradores e colegas que, ao seu lado, perseguem esse caminho da ciência no Brasil.

A trajetória científica da professora começou na infância, quando ela já gostava de observar o mundo utilizando uma lupa. Dessa curiosidade infantil, Luísa começou a se dedicar às carreiras acadêmica e científica, passando a se tornar referência internacional em pesquisas sobre o Papilomavírus Humano (HPV), um vírus associado ao câncer do colo do útero e também à infecção sexualmente transmissível mais comum do mundo.


“Desde muito jovem, eu tinha vontade de fazer pesquisa. Eu me interessava muito por micróbios, queria aprender mais sobre vírus. E finalmente, após passar por um doutorado, onde estudei leveduras, passei a estudar os HPVs já no começo dos anos 800, afirmou


A partir desses estudos, segundo ela,  foi estabelecida uma carreira, uma linha de pesquisa tanto no Instituto Ludwig, de pesquisas sobre o câncer, onde permaneceu por quase 30 anos, quanto em outras instituições que se seguiram, como na Faculdade de Medicina da USP, onde pôde dar continuidade às pesquisas envolvendo esses pequenos vírus que podem causar doenças benignas, como verrugas, mas também malignas, como o câncer em diferentes sítios anatômicos.

Seus estudos sobre o vírus contribuíram, por exemplo, para a comprovação da eficácia da vacina.


“Um dos principais aspectos do meu trabalho que foram considerados para que eu alcançasse esse prêmio foram os estudos com o HPV e a participação nas pesquisas que demonstraram a segurança, a imunogenicidade e eficácia das vacinas contra o vírus”, lembrou a professora.


Ela disse que as pesquisas, feitas com muitos alunos e colaboradores, levaram a compreender como os HPVs podem causar doenças. &quot;Inicialmente, nos dedicamos a entender essa história natural em mulheres e tivemos contribuições significativas para definir quais eram os riscos, já que não são todos que têm HPV que podem desenvolver tumores”, explicou. “Nosso grupo foi um dos primeiros a descobrir que as infecções que duram por mais tempo, as persistentes por HPV, são aquelas que determinam a maior probabilidade de desenvolver algum tumor maligno relacionado ao vírus , principalmente no colo do útero”.

Seus estudos analisaram não somente o comportamento do vírus em mulheres, mas também em homens.

“Os estudos em homens permitiram que descobríssemos quais são as taxas de HPV entre homens, que são ainda mais elevadas que em mulheres”, afirmou.


“Eles podem transmitir o vírus para seus parceiros e parceiras, mas também podem ter risco aumentado de desenvolver lesões no pênis, no canal anal e na orofaringe, que é uma localização no fundo da garganta, próxima das amígdalas”, explicou.


Com esse trabalho e as pesquisa, foi possível não só descrever as doenças causadas por HPV, mas também como evitá-las. “O ponto forte a se discutir, em termos de políticas públicas, é que isso permitiu conhecer a forma de prevenção dessas infecções. Por exemplo, evitando múltiplos parceiros e atividade sexual desprotegida. Mas sobretudo, ao longo dos anos, de como prevenir essas infecções a partir do uso de vacinas profiláticas contra o vírus”, ressaltou.

Atualmente, a vacinação contra o HPV é oferecida de forma gratuita no Brasil por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A vacina é aplicada em crianças e adolescentes de 9 a 14 anos de idade, tanto meninas quanto meninos, além de mulheres e homens que vivem com HIV, transplantados de órgãos sólidos, de medula óssea ou pacientes oncológicos na faixa etária de 9 a 45 anos.

“Essas vacinas, já aprovadas desde 2006 nos Estados Unidos e que começaram a ser administradas em meninas a partir de 2014 no Brasil, agora vêm ampliando a sua cobertura em todo o mundo. Isso tem levado a uma redução das infecções e doenças por HPV, inclusive de câncer de colo de útero em vários países e, no Brasil, isso também já começa a ser observado”, disse a professora. “É importante observar que, passados dez anos de sua implementação em vários países, houve redução significativa tanto de verrugas genitais quanto de doenças precursoras, como o próprio câncer em alguns locais do corpo”, ressaltou.

Prêmio

Além de Luísa Lina Villa, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência também reconheceu a trajetória da professora emérita da Universidade de São Paulo (USP) Ana Mae Tavares Bastos Barbosa, na categoria Humanidades, e da professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Iris Concepcion Linares de Torriani, na área de Exatas e Ciências da Terra.

A 7ª edição do Prêmio Carolina Bori Ciência &amp; Mulher também concedeu três menções honrosas. Na área de Humanidades, foi reconhecida Maria Arminda do Nascimento Arruda, professora da Universidade de São Paulo. Em Exatas e Ciências da Terra, a homenagem foi concedida a Marilia Oliveira Fonseca Goulart, docente da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Na área de Ciências Biológicas e da Saúde, a menção honrosa foi atribuída a Nísia Verônica Trindade Lima, professora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). ]]></description>
<enclosure url="https://cdn.jsdelivr.net/gh/sergiosdlima/assets-ebc@1.0.0/public/thumbs/thumb_1200x600_agbrasil.png" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 12:53:54 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>SBPC, entrega, prêmio, pesquisadoras, destaque, ciência, brasileira</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Câmara aprova urgência para votar quebra de patente do Mounjaro</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/camara-aprova-urgencia-para-votar-quebra-de-patente-do-mounjaro</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/camara-aprova-urgencia-para-votar-quebra-de-patente-do-mounjaro</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (9) requerimento de regime de urgência para apreciar o Projeto de Lei nº 68, de 2026, que declara os remédios Mounjaro e Zepbound como de interesse público e pede a quebra de patente. Ambos são medicamentos agonistas do receptor GLP‑1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

Foram registrados, ao todo, 337 votos favoráveis e 19 contrários. O texto é de autoria dos deputados federais Antonio Brito (PSD-BA) e Mário Heringer (PDT-MG). Com a aprovação do regime de urgência, o projeto pode ser votado a qualquer momento no plenário, sem necessidade de passar pelas comissões da Casa.

Alerta

Notícias relacionadas:Anvisa alerta para risco de pancreatite ligado a canetas emagrecedoras.Reino Unido alerta para pancreatite associada a canetas emagrecedoras .Anvisa proíbe venda de canetas emagrecedoras sem registro no país.A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu alerta de farmacovigilância sobre os riscos do uso indevido de canetas emagrecedoras. O grupo inclui a dulaglutida, a liraglutida, a semaglutida e a tirzepatida.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Em nota, a Anvisa destacou que, embora o risco conste das bulas dos medicamentos aprovados no Brasil, as notificações têm aumentado tanto no cenário internacional quanto no cenário nacional, o que exige reforço das orientações de segurança.

O monitoramento médico, segundo a agência, é motivado pelo risco de eventos adversos graves, incluindo pancreatite aguda, que podem incluir formas necrotizantes e fatais.

No início do mês, a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) do Reino Unido também emitiu alerta para o risco, ainda que pequeno, de casos de pancreatite aguda grave em pacientes que utilizam canetas emagrecedoras.

*Colaborou Lucas Pordeus León ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/ICrh6VgMGLkLcwK-EWqDN1qZS9Y=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2023-09-19t183842z_324688230_rc2w30a85kox_rtrmadp_3_lilly-lawsuits.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 20:25:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, urgência, para, votar, quebra, patente, Mounjaro</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa alerta para risco de pancreatite ligado a canetas emagrecedoras</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-alerta-para-risco-de-pancreatite-ligado-a-canetas-emagrecedoras</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-alerta-para-risco-de-pancreatite-ligado-a-canetas-emagrecedoras</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu hoje (9), em Brasília, um alerta de farmacovigilância sobre os riscos do uso indevido de medicamentos agonistas do receptor GLP‑1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. 

O grupo inclui a dulaglutida, a liraglutida, a semaglutida e a tirzepatida.

Notícias relacionadas:Reino Unido alerta para pancreatite associada a canetas emagrecedoras .Anvisa proíbe venda de canetas emagrecedoras sem registro no país.Uso de canetas emagrecedoras por idosos requer cuidados, diz geriatra.Em nota, a Anvisa destacou que, embora o risco conste das bulas dos medicamentos aprovados no Brasil, as notificações têm aumentado tanto no cenário internacional como no cenário nacional, o que exige reforço das orientações de segurança.


“Conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras, esses medicamentos devem ser utilizados exclusivamente conforme as indicações aprovadas em bula e sob prescrição e acompanhamento de profissional habilitado”, destacou a agência no comunicado.


O monitoramento médico, segundo a Anvisa, é motivado pelo risco de eventos adversos graves, incluindo pancreatite aguda, que podem incluir formas necrotizantes e fatais.

“Apesar do alerta, não houve mudança na relação de risco e eficácia dessas substâncias. Ou seja, os benefícios terapêuticos ainda superam os efeitos adversos, de acordo com as indicações e modos de uso aprovados e constantes da bula”, completou a agência.

O comunicado cita que, no início do mês, a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) do Reino Unido emitiu alerta para o risco, ainda que pequeno, de casos de pancreatite aguda grave em pacientes que utilizam canetas emagrecedoras.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Números

Dados da Anvisa indicam que, entre 2020 e 7 de dezembro de 2025, 145 notificações de suspeitas de eventos adversos foram registradas no país, além de seis suspeitas de casos com desfecho de óbito.

Em junho de 2025, a agência determinou que farmácias e drogarias passassem a reter a receita desse tipo de medicamento. Desde então, a prescrição médica passou a ser feita em duas vias e a venda só pode ocorrer com a retenção da receita na farmácia, assim como acontece com antibióticos.

A validade das receitas é de até 90 dias, a partir da data de emissão.


“A decisão teve como objetivo proteger a saúde da população brasileira, visto que foi observado um número elevado de eventos adversos relacionados ao uso desses medicamentos fora das indicações aprovadas”, destacou a Anvisa.


“A Anvisa destaca que o uso indiscriminado e fora das indicações autorizadas, especialmente para emagrecimento sem necessidade clínica, eleva significativamente o risco de efeitos adversos e dificulta o diagnóstico precoce de complicações graves”, completou.

Orientações

A agência recomenda que usuários de canetas emagrecedoras procurem atendimento médico imediato em caso de dor abdominal intensa e persistente, que pode irradiar para as costas e vir acompanhada de náuseas e vômitos - sintomas sugestivos de pancreatite.

Profissionais de saúde, de acordo com a Anvisa, devem interromper o tratamento ao suspeitar da reação, não dando prosseguimento caso o diagnóstico seja confirmado.


“A Anvisa reforça, ainda, a importância da notificação de eventos adversos no VigiMed [sistema disponibilizado pela agência para monitor eventos adversos relacionados a medicamentos e vacinas], o que contribui para o monitoramento contínuo da segurança desses medicamentos no país, que estão há pouco mais de cinco anos no mercado nacional.”


Histórico

Ao longo dos últimos anos, a Anvisa já havia emitido outros alertas relacionados a canetas emagrecedoras, incluindo riscos de aspiração durante procedimentos anestésicos, em 2024, e a perda de visão rara associada à semaglutida, em 2025. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/3Q-JHMuYwTtwvxNmX8OUIELXpGI=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/02/09/diabetic-patient-using-insulin-pen-making-insulin-injection-home-young-woman-control-diabetes-diabetic-lifestyle.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 10:52:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, alerta, para, risco, pancreatite, ligado, canetas, emagrecedoras</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Governo federal investe R$ 1,4 bilhão no Instituto Butantan</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-federal-investe-r-14-bilhao-no-instituto-butantan</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-federal-investe-r-14-bilhao-no-instituto-butantan</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciaram, nesta segunda-feira (9), investimento de R$ 1,4 bilhão destinado à infraestrutura e à produção de vacinas e insumos imunobiológicos do Instituto Butantan, na capital paulista.

O governo federal destinou os recursos por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Haverá ainda um aporte de R$ 400 milhões do próprio Instituto Butantan para a expansão e modernização do complexo.

Notícias relacionadas:Equipes do SUS começam a receber vacina do Butantan contra a dengue.Lula defende parceria com a China para produção de vacina.SP começa projeto-piloto de vacinação contra chikungunya em Mirassol.“Enquanto eu tiver possibilidade de ajudar, não faltará dinheiro para a pesquisa, nem no Butantan e nem em outro instituto de pesquisa desse país”, afirmou Lula, na cerimônia. 

O presidente alertou sobre as fake news que tentam desacreditar sobre a importância da vacinação e ressaltou que é preciso convencer a sociedade a voltar a tomar vacinas “como era antigamente”.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Aplicação dos recursos

Além de garantir a modernização de estruturas que já desenvolvem tecnologias modernas, como vacinas com RNA mensageiro, o investimento em reformas e em novas fábricas tem o objetivo de garantir a autonomia brasileira na fabricação de soros e imunizantes avançados.

Os recursos serão investidos na construção de uma fábrica de vacina tetravalente contra o Papilomavírus Humano (HPV) e para a reforma da unidade de produção e desenvolvimento de vacinas com a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) para produção do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA).

Será construída também, com o montante anunciado nesta segunda-feira, uma nova fábrica para produção do IFA da vacina DTPa (difteria, tétano e coqueluche); e a reforma do prédio de produção de soros e a criação de uma nova área de envase e liofilização do produto.

As ordens de serviço para início das obras foram assinadas na manhã desta segunda-feira, durante cerimônia em São Paulo. 

“Um dia histórico. Não tenho dúvida nenhuma de que, hoje, nós estamos presenciando um marco histórico que vai colocar o Butantan entre os maiores complexos de inovação tecnológica e industrial do mundo”, disse o ministro Padilha, durante o evento.  

O evento contou ainda com as presenças do vice-presidente, Geraldo Alckmin; do ministro da Fazenda, Fernando Haddad; do secretário da Saúde de São Paulo, Eleuses Paiva; e do diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás.

O ministro da Saúde prevê que ainda este ano a vacina do Butantan contra a dengue começará a ser disponibilizada para o público em geral.

“O Ministério da Saúde trabalha para este ano ainda começar a vacinar o conjunto da população a partir de 59 anos e descendo [a faixa etária], com essa produção da [fábrica da] WuXi, que tem a capacidade hoje já de produzir 30 vezes mais do que o Butantan tem de capacidade de produção”, disse Padilha, em coletiva de imprensa, após a cerimônia.

Aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no início de dezembro, a Butantan-DV é o primeiro imunizante contra a dengue em dose única no mundo. A vacina foi testada para ser aplicada em pessoas com idade de 12 a 59 anos. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/lxDpolLlbBG5dPit0p86Hm3oK3Y=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/02/09/55086820736_bb2609a09f_o.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 18:52:23 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Governo, federal, investe, 1, 4, bilhão, Instituto, Butantan</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Equipes do SUS começam a receber vacina do Butantan contra a dengue</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/equipes-do-sus-comecam-a-receber-vacina-do-butantan-contra-a-dengue</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/equipes-do-sus-comecam-a-receber-vacina-do-butantan-contra-a-dengue</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A partir desta segunda-feira (9), profissionais de saúde da atenção primária que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS) começam a receber a vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan.

Aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no início de dezembro, a Butantan-DV é o primeiro imunizante contra a dengue em dose única no mundo. A vacina foi testada para ser aplicada em pessoas com idade de 12 a 59 anos.

Notícias relacionadas:Estudo explica diferença de sintomas entre febre do Oropouche e dengue.Botucatu inicia vacinação contra dengue com imunizante do Butantan.Estado de São Paulo confirma primeira morte por dengue em 2026.Em cerimônia na capital paulista, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a imunização abrange todas as equipes multiprofissionais de unidades básicas de saúde, incluindo agentes comunitários, enfermeiros, médicos e demais profissionais cadastrados.

O ministro e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, também visitaram nesta manhã o Centro de Produção de Vacina contra a Dengue (PVD) do Instituto Butantan, em São Paulo.

“Um dia histórico. Não tenho dúvida nenhuma de que, hoje, nós estamos presenciando um marco histórico que vai colocar o Butantan entre os maiores complexos de inovação tecnológica e industrial do mundo”, disse Padilha.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Para imunizar os profissionais em todo o país, o ministério adquiriu, ao todo, 3,9 milhões de doses.


“Diferentemente de outros grandes complexos econômicos, tecnológicos e industriais, esse aqui [o Instituto Butantan] é 100% SUS&quot;.


&quot;Cada vacina, cada medicamento, cada tecnologia, cada inovação que vai vir com a terapia celular vai tratar as pessoas no Brasil. E, cada vez mais, vai tratar no mundo, com um único interesse: salvar vidas e não só obter lucro a partir daquilo que produz”, completou.

 


            
        
    
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e ministro da Saúde, Alexandre Padilha (esq), durante visita ao Centro de Produção de Vacina contra a Dengue (PVD) do Instituto Butantan. Foto: Ricardo Stuckert / PR


Vacina eficaz

A vacina utiliza a tecnologia de vírus vivo atenuado, presente em outros imunizantes em uso no Brasil e no mundo, como a vacina tríplice viral, a vacina contra a febre amarela, a vacina oral contra a poliomielite e algumas vacinas contra a gripe. 




 


 

 



 




Ver essa foto no Instagram


 



 

 

 



 

 



 

 

 




 

 


Um post compartilhado por TV Brasil (@tvbrasil)




De acordo com a avaliação técnica da Anvisa, a Butantan-DV apresentou eficácia global de 74,7% contra dengue sintomática na população de 12 a 59 anos. Isso significa que, em 74% dos casos, a doença foi evitada por conta da vacina.

A dose também demonstrou 89% de proteção contra formas graves da doença e contra formas de dengue com sinais de alarme, conforme publicação na The Lancet Infectious Diseases.

Em janeiro, o Instituto Butantan publicou ainda uma pesquisa na revista científica The Lancet Regional Health - Americas que demonstrava que a vacina poderá ajudar a reduzir a carga viral ─  a quantidade de vírus ─ em pessoas infectadas pelo patógeno, o que previne o agravemento da doença.

Segundo a pesquisa, apesar de algumas pessoas terem sido infectadas após a vacinação, a carga viral nos vacinados foi consideravelmente menor do que em participantes não imunizados.

Isso, conforme avaliaram os pesquisadores, demonstrou a eficácia da vacina em induzir resposta imune e diminuir a replicação do vírus nas células. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/GhXdFaGPmoTTgTct6WMaE7iyqV4=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/02/09/55047800733_163d0bf5c7_h-1536x1026_1.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 18:52:23 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Equipes, SUS, começam, receber, vacina, Butantan, contra, dengue</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Einstein leva a Goiânia vasta experiência em simulado de catástrofe para uma atuação integrada entre hospitais e forças públicas </title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/einstein-leva-a-goiania-vasta-experiencia-em-simulado-de-catastrofe-para-uma-atuacao-integrada-entre-hospitais-e-forcas-publicas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/einstein-leva-a-goiania-vasta-experiencia-em-simulado-de-catastrofe-para-uma-atuacao-integrada-entre-hospitais-e-forcas-publicas</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202602/image_870x580_6984942a7492e.jpg" length="82530" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 13:00:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>SUS oferece vacina contra bronquiolite para bebês prematuros</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sus-oferece-vacina-contra-bronquiolite-para-bebes-prematuros</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sus-oferece-vacina-contra-bronquiolite-para-bebes-prematuros</guid>
<description><![CDATA[ A partir deste mês, bebês prematuros e com comorbidades poderão receber vacina contra bronquiolite no Sistema Único de Saúde (SUS). O medicamento oferecido é o nirsevimabe, que amplia a proteção contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal causa da doença.

O ministério da Saúde explica que o nirsevimabe é um anticorpo monoclonal, capaz de fornecer proteção imediata. Não há necessidade, nesse caso, de estimular o sistema imunológico do bebê a produzir seus próprios anticorpos.

Notícias relacionadas:Saiba como será oferta de vacina que previne bronquiolite em bebês.Entenda a relação entre a infecção por VSR e a bronquiolite.São considerados bebês prematuros aqueles nascidos com idade gestacional inferior a 37 semanas. Entre as comorbidades que atingem bebês de até 2 anos de idade são: doença pulmonar crônica da prematuridade (broncodisplasia), cardiopatia congênita, anomalias congênitas das vias aéreas, doença neuromuscular, fibrose cística, imunocomprometimento grave, de origem inata ou adquirida, e síndrome de Down.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, 300 mil doses já foram distribuídas para todo o país.

O SUS já oferece a vacina contra o VSR para gestantes, a partir da 28ª semana de gravidez, protegendo os bebês desde o nascimento. O vírus é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos.

Em 2025, até a 22 de novembro, o Brasil registrou 43,2 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados por VSR. Desses casos, a maior concentração de hospitalizações ocorreu em crianças com menos de dois anos de idade, totalizando mais de 35,5 mil ocorrências, o que representa 82,5% do total de casos de SARG por VSR no período.

Como a maioria dos casos é decorrente de infecção viral, não existe um tratamento específico para a bronquiolite. O manejo é baseado apenas no tratamento dos sinais e sintomas que incluem: terapia de suporte; suplementação de oxigênio, conforme necessário; hidratação; e uso de broncodilatadores, (substâncias que promovem a dilatação das pequenas vias aéreas nos pulmões), especialmente quando há chiados evidentes.

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/e-KrdCW9HHwwUhlenJwpj3nEfhk=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/12/02/54959283426_9432efec1b_o.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 12:36:32 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>SUS, oferece, vacina, contra, bronquiolite, para, bebês, prematuros</media:keywords>
</item>

<item>
<title>SUS teve recorde com 14,7 milhões de cirurgias eletivas em 2025</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sus-teve-recorde-com-147-milhoes-de-cirurgias-eletivas-em-2025</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sus-teve-recorde-com-147-milhoes-de-cirurgias-eletivas-em-2025</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Sistema Único de Saúde (SUS) realizou, em 2025, pelo menos 14,7 milhões de cirurgias eletivas em todo o país, maior número registrado em um ano. O resultado foi celebrado pelo governo federal nesta sexta-feira (6). 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em evento em Salvador, destacaram que o número está relacionado às políticas públicas. “Foram 14 milhões de cirurgias no ano passado porque estamos dispostos a acabar com a fila e fazer com que o povo pobre seja respeitado neste país”, afirmou o presidente. 

Notícias relacionadas:Lula assina MP que libera FGTS a entidades filantrópicas.“Estamos vencendo essa batalha”, diz Padilha sobre vacinação.Segurança, moradia, saúde são maiores demandas de moradores de favelas.Padilha avaliou que o resultado deve ser celebrado também em função da parceria do governo federal com os estados, municípios, hospitais filantrópicos e privados que aderiram ao programa Agora tem especialistas e atenderam pacientes do SUS. Antes, o maior número de cirurgias foi registrado em 2024, com 13,6 milhões de procedimentos. 


“Acontece que, por conta da nova tabela do Agora Tem Especialistas, que paga um valor muito maior do que a antiga tabela SUS, isso estimula os estados, os municípios, os hospitais filantrópicos a realizarem os procedimentos”, afirmou o Ministério da Saúde. 


Atenção básica

Padilha, em entrevista à imprensa, disse que o SUS é o sistema público de saúde que mais faz cirurgia. No país todo, a previsão é distribuir um total de 150 combos cirúrgicos com foco na assistência hospitalar e outros 10 mil combos para unidades básicas de Saúde, aumentando a resolutividade da Atenção Primária no SUS. 

Na Bahia, o governo federal fez a entrega de 1.030 combos de equipamentos para ampliar o atendimento no estado nas unidades básicas de saúde. Foram entregues aparelhos como câmara fria para vacinas, balança digital e laser terapêutico para o tratamento de feridas e reabilitação, entre outros para a realização de exames na atenção primária. 

“As prefeituras receberam também 575 mil kits de telessaúde, uma revolução no SUS. Estamos entregando, também, mais 107 ambulâncias do Samu, e agora a Bahia tem 100% de atendimento do SUS”, disse Padilha. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/vRogGMVcz8nYOEVZXw1WHfBx8m8=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/02/06/55080489907_9b4efbaab6_o.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 02:14:57 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>SUS, teve, recorde, com, 14, 7, milhões, cirurgias, eletivas, 2025</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa discute nesta quarta regras para a produção de cannabis no país</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-discute-nesta-quarta-regras-para-a-producao-de-cannabis-no-pais</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-discute-nesta-quarta-regras-para-a-producao-de-cannabis-no-pais</guid>
<description><![CDATA[ A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reúne nesta quarta-feira (28) para discutir a definição de regras específicas para a produção da cannabis medicinal no Brasil.

No encontro, agendado para as 9h30 na sede da agência, em Brasília, os diretores vão debater a revisão da Resolução 327/2019, que atualmente regula o acesso a produtos à base de cannabis.

Notícias relacionadas:STJ adia prazo para regulamentação do plantio de cannabis medicinal.AGU pede mais tempo para regular uso da cannabis medicinal.Anvisa proíbe venda de produtos de cannabis e cogumelos.A definição de regras atende a uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que, em novembro de 2024, determinou a regulamentação do plantio da cannabis, desde que voltado exclusivamente para fins medicinais e farmacológicos.

Propostas

No início da semana, a Anvisa apresentou três propostas de resolução diferentes que normatizam a produção da cannabis medicinal, pesquisas científicas com a planta e o trabalho de associações de pacientes.

Em entrevista coletiva, o presidente da agência, Leandro Safatle, destacou que a demanda por produtos à base de cannabis cresceu exponencialmente ao longo da última década no país.


&quot;No Brasil, a evolução do uso desses produtos tem sido registrada principalmente pelo aumento de importações individuais. Entre 2015 e 2025, ou seja, nos últimos 10 anos, foram mais de 660 mil autorizações individuais de importações.”


“A gente tem também, no Brasil, autorizados 49 produtos de 24 empresas, aprovados pela Anvisa, disponíveis em farmácia. Cerca de 500 decisões judiciais para plantio de pessoas físicas ou jurídicas”, completou.

Safatle destacou ainda que, atualmente, cinco estados brasileiros contam com leis que autorizam o cultivo de cannabis medicinal.

As normas propostas restringem a produção de cannabis a pessoas jurídicas e exigem inspeção sanitária prévia. Entre os requisitos de segurança estão o monitoramento por câmeras 24 horas e o georreferenciamento das plantações.

Além disso, a autorização será limitada a produtos com teor de THC igual ou inferior a 0,3%.

As medidas também abrem caminho para a produção, sem fins lucrativos, por parte de associações de pacientes. O objetivo é avaliar a viabilidade da produção em pequena escala, fora do modelo industrial, por meio de chamamento público.

Durante a entrevista, o diretor da Anvisa Thiago Campos ressaltou o rigor técnico para a elaboração das resoluções, além do alinhamento com a decisão do STJ e com diretrizes de órgãos internacionais.


“As medidas aqui definidas atendem aos requisitos de controle internacional, das condições da Organização das Nações Unidas e da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes e estão alinhadas àquilo que constou na decisão judicial do STJ.”


As propostas serão analisadas pelo colegiado. Se aprovadas, as resoluções entram em vigor na data da publicação e terão validade inicial de seis meses.

Entenda

Em novembro de 2024, o STJ decidiu que a Lei das Drogas não alcança espécies de cannabis com concentrações muito baixas de tetrahidrocanabinol (THC), princípio ativo da planta que causa efeitos entorpecentes.

À época, os ministros concederam autorização a uma empresa que recorreu à Corte para importar sementes de cannabis com baixo teor de THC e alto teor de canabidiol, composto que não possui efeitos entorpecentes, mas traz benefícios medicinais.

Para que a decisão pudesse ser cumprida, o tribunal determinou a regulamentação da importação de sementes, do cultivo e da industrialização e comercialização de espécies de cannabis com baixa concentração de THC (menos de 0,3%). 

Prazo prorrogado

O prazo estabelecido para a definição das regras, de seis meses, venceu em setembro de 2025, mas foi prorrogado em novembro do mesmo ano, após pedido da Advocacia-Geral da União (AGU).

Logo após a prorrogação, a Anvisa informou já ter iniciado as ações necessárias para o cumprimento da determinação, incluindo a coleta de contribuições da sociedade civil e a elaboração dos documentos técnicos e da minuta do ato regulatório.


“O trabalho também inclui o planejamento das etapas para monitoramento e controle sanitário após a regulamentação”, destacou a agência.


Números

A estimativa da Anvisa é que mais de 670 mil pessoas no Brasil utilizem produtos à base de cannabis. O acesso a esse tipo de tratamento, segundo a Anvisa, ocorre, sobretudo, por via judicial.

Ainda segundo a agência, desde 2022, o Ministério da Saúde atendeu cerca de 820 decisões para a oferta desse tipo de produto.


“Embora sem regulamentação no país, muitas associações conseguiram autorização na justiça para produção de cannabis exclusivamente para uso medicinal”, destacou a Anvisa. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/Z6trVbU2zw9fOYZJ6ZSPoii5mps=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/cannabis-5003423.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 17:15:54 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, discute, nesta, quarta, regras, para, produção, cannabis, país</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa e MPF assinam acordo para combater cigarros eletrônicos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-e-mpf-assinam-acordo-para-combater-cigarros-eletronicos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-e-mpf-assinam-acordo-para-combater-cigarros-eletronicos</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério Público Federal (MPF) assinaram acordo com o objetivo de intensificar ações de fiscalização e fortalecer o enfrentamento ao comércio ilegal de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como cigarros eletrônicos ou vapes.

Em nota, a Anvisa informou que o acordo visa garantir o cumprimento da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 855/2024, que proíbe a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda de cigarros eletrônicos em território nacional.

Notícias relacionadas:Plataformas devem remover propagandas de cigarros eletrônicos em 48h.OMS: 15 milhões de jovens de 13 a 15 anos fumam cigarros eletrônicos.Caminhos da Reportagem mostra aumento do uso de cigarros eletrônicos.“A ideia é unir a expertise técnica da Anvisa ao poder de atuação jurídica do MPF”, destacou a agência no comunicado.

O acordo terá vigência inicial de cinco anos, com reuniões periódicas entre as equipes responsáveis. Não há previsão de transferência de recursos entre as partes.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Entenda

Entre as medidas previstas no acordo está o compartilhamento sistemático de informações técnicas e de dados sobre fiscalizações realizadas em ambientes físicos e virtuais.

Caberá à Anvisa fornecer subsídios técnicos e informações sobre as ações do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, enquanto o MPF fará a apuração das infrações identificadas e a articulação com outros órgãos de controle.

A parceria prevê ainda o desenvolvimento de ações de comunicação e sensibilização sobre riscos associados ao uso de cigarros eletrônicos como parte de estratégias de proteção à saúde pública. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/0UF8TovhdWshv7EX0UKoYsBxm9A=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_ja_8670.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 14:29:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, MPF, assinam, acordo, para, combater, cigarros, eletrônicos</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Ações de saúde receberam quase R$ 1 bilhão do Fundo Rio Doce em 2025</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/acoes-de-saude-receberam-quase-r-1-bilhao-do-fundo-rio-doce-em-2025</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/acoes-de-saude-receberam-quase-r-1-bilhao-do-fundo-rio-doce-em-2025</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou nesta quinta-feira (5) que repassou, em 2025, R$ 985,03 milhões do Fundo Rio Doce para ações de saúde no Espírito Santo e em Minas Gerais, estados afetados pelo crime ambiental que culminou no rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana (MG), em 2015.

As ações de saúde estão previstas no Novo Acordo do Rio Doce, instrumento de reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem, que integrava um complexo da Samarco, mineradora controlada pelas empresas Vale e BHP Billiton.

Notícias relacionadas:&quot;Tragédia anunciada&quot;, diz mãe de vítimas sobre barragem de Brumadinho.Justiça inglesa condena mineradora BHP por rompimento de barragem .Relatório da UFF identifica novas áreas de conflitos de mineração .O incidente aconteceu em 5 de novembro daquele ano, quando cerca de 39 milhões de metros cúbicos de rejeitos escoaram por 633 quilômetros pela Bacia do Rio Doce, até a foz, no Espírito Santo, contaminando o abastecimento de água e dizimando ecossistemas pelo caminho.

O desastre provocou a morte de 19 pessoas e impactos diversos às populações de 49 municípios mineiros e capixabas.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Detalhes do acordo

Segundo o BNDES, os recursos viabilizam a construção de novas unidades de saúde e hospitais, entre outras ações. 

O Novo Acordo foi homologado em novembro de 2024, prevendo programas a serem implementados em municípios da região afetada. Para ações de saúde, o Novo Acordo reservou um total de R$ 12 bilhões. 

Desse total, R$ 11,32 bilhões serão geridos pelo BNDES, no âmbito do Fundo Rio Doce, e custearão o Programa Especial de Saúde do Rio Doce, sob coordenação do Ministério da Saúde. Os R$ 684 milhões restantes são de responsabilidade dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Entre as iniciativas anunciadas, estão as construções do Hospital-Dia de Santana do Paraíso e do Hospital Universitário de Mariana, vinculado à Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop).

Outras medidas confirmadas envolvem a estruturação do Centro de Referência das Águas e do Centro de Referência em Exposição à Substâncias Químicas.

Ações de saúde

Os R$ 11,32 bilhões do programa contemplam ações em 38 municípios mineiros e 11 capixabas. Desse total, R$ 815,8 milhões englobam projetos realizados diretamente pelo Ministério da Saúde.

Também foi garantido R$ 1,8 bilhão para custear os planos municipais de saúde elaborados por cada município. Outros R$ 300,2 milhões custearão pesquisas e análises que serão conduzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Os R$ 8,4 bilhões restantes deverão constituir um fundo patrimonial que viabilizará as ações para fortalecimento e melhoria das condições de saúde dos municípios contemplados.

Em nota, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, diz que as iniciativas impulsionadas pelo Fundo Rio Doce, &quot;além de viabilizar a recuperação das áreas degradadas e impulsionar a economia local, contribuem de forma decisiva para a reestruturação da rede pública de saúde e para o fortalecimento das comunidades da Bacia do Rio Doce&quot;.

Já o gestor do Programa Especial de Saúde do Rio Doce do Ministério da Saúde, Sergio Rossi, acredita que os investimentos &quot;fortalecerão a rede assistencial, a vigilância em saúde e a capacidade de resposta, assegurando soluções mais qualificadas às necessidades da população da Bacia do Rio Doce”. 

 


            
        
    
Imagem aéra mostra a a lama no Rio Doce, na cidade Resplendor, após rompimento de barragem Fred Loureiro/Secom ES


Novo Acordo

O Novo Acordo foi assinado pela União, pelos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, pela Samarco e suas acionistas Vale e BHP Billiton, e por instituições de Justiça, como o Ministério Público e a Defensoria Pública.

O instrumento repactua as ações que vinham sendo executadas desde 2016 e que não asseguraram, à época, a reparação integral dos danos.

O valor total do acordo é de R$ 170 bilhões, sendo R$ 32 bilhões em indenizações individuais e obrigações de fazer da Samarco e de suas acionistas, Vale e BHP Billiton, além de R$ 38 bilhões já executados anteriormente.

Os outros R$ 100 bilhões, a serem desembolsados pelas empresas ao longo de 20 anos, são destinados aos poderes públicos. As parcelas que englobam ações de responsabilidade da União somam R$ 49,1 bilhões e são aportadas no Fundo Rio Doce, gerido pelo BNDES. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/IRL1KRLB5Qv5QJT3Mf-cN9pZ38Y=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/984759-aaa12244721_933214993420444_2327194461704544926_o-010.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 14:29:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Ações, saúde, receberam, quase, bilhão, Fundo, Rio, Doce, 2025</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Cartilha une saberes de terreiros e prevenção do câncer em negras</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/cartilha-une-saberes-de-terreiros-e-prevencao-do-cancer-em-negras</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/cartilha-une-saberes-de-terreiros-e-prevencao-do-cancer-em-negras</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lançou a cartilha Saúde com Axé: mulheres negras e prevenção do câncer. O livro, disponível na internet, explica quais são os tipos de cânceres mais frequentes entre o gênero feminino negro e quais hábitos diários podem aumentar ou diminuir as chances de ter a doença. O material também explica como o racismo e o racismo religioso contra praticantes de religiões afro podem dificultar o acesso ao diagnóstico e ao tratamento.

Com imagens de mulheres e famílias negras em destaque e referências à mitologia iorubá, a cartilha do Inca, em forma de conversa, destaca, por exemplo, o poder da amamentação na prevenção do câncer de mama. O material também indica sinais de alerta para o câncer de intestino e explica sobre a transmissão do câncer de colo de útero, que ocorre pela via sexual.

Notícias relacionadas:Brasil deve ter 781 mil novos casos de câncer por ano até 2028.Casos de câncer de pele saltam de 4 mil para mais de 72 mil em 10 anos.Inca ganha primeiro centro de treinamento em cirurgia robótica do SUS.As figuras das yabás, as orixás femininas, são apresentadas como referência para inspirar o autocuidado e uma vida plena. Assim, a cartilha incentiva também hábitos saudáveis, além de lembrar da necessidade de fazer os exames periódicos. A detecção precoce ainda é a principal forma de combater o câncer. No material, as mulheres encontram os principais exames para cada fase da vida.

Elaborada para circular nos terreiros, a cartilha foi escrita por pesquisadoras do Inca como um dos resultados da pesquisa Promoção da Saúde e Prevenção do Câncer em Mulheres Negras, realizada entre 2023 e 2025, junto com mulheres das casas de candomblé Ilê Axé Obá Labí e do Ilê Axé Egbé Iyalodê Oxum Karê Adê Omi Arô. A primeira fica em Pedra de Guaratiba, na zona sudoeste do Rio de Janeiro e a segunda, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Na cartilha, é explicado ainda como racismo pode aumentar o risco de adoecer, dificultar o acesso aos serviços e ao tratamento, por exemplo, por conta do mito de que mulheres negras aguentam mais a dor que as demais. 

Mas há outras formas de discriminação que afastam esse público dos serviços de saúde, explica Iyá Katiusca de Yemanjá, do terreiro Obá Labí, que participou da redação da cartilha.

&quot;Na clínica da família onde a gente é atendida, quando a gente pede pra ser nomeada pelo nosso nome [da religião], a gente escuta provocação: &#039;de onde você tirou esse nome?&quot;, reclama a Iyá. 

Em Pedra de Guaratiba, ela lidera um programa de saúde popular e de acesso a direitos, aberto a toda comunidade, no terreiro de candomblé.

&quot;Os terreiros sempre promoveram a saúde&quot;, lembra a sacerdote. &quot;Temos os banhos [de ervas], as lavagens, os chás, o modo de viver, temos um cuidado especial com a saúde íntima da mulher&quot;, explica Katiusca de Yemanjá. 

&quot;A gente entende o corpo por inteiro. Principalmente, das mulheres negras de periferia que acabam se cuidando menos, por causa da sobrecarga [de trabalho], então, o que a gente faz é fortalecer esse corpo para buscar os serviços&quot;, afirmou.

Coordenadora-geral da Rede Nacional de Religiões Afro-brasileiras e Saúde (Renafro), Mãe Nilce de Iansã chama a atenção também da discriminação contra a indumentária das pacientes nos atendimentos. 


&quot;Tem muitos casos de hospitais querendo que as pessoas tirem seus fios de conta para examinar o pé, a mão, desnecessariamente. Nós não usamos os fios de conta como enfeite, mas como proteção&quot;, explicou, acrescentando que “se eu vou fazer uma consulta que o fio de conta não atrapalha em nada, tenho que permanecer com ele&quot;.


Para a Mãe Nilce, que se tratou de um câncer de pulmão no próprio Inca, no Rio de Janeiro, o racismo religioso é um determinante social na vida das mulheres negras, ou seja, uma condição que vai além da genética e tem a ver com o ambiente em que vivem.

Os saberes, rituais e práticas religiosas ancestrais podem funcionar como apoio, tanto na promoção da saúde, levando informações corretas, quanto no acolhimento daquelas mulheres diagnosticadas com a doença.

&quot;Os terreiros são locais de acolhimento, cuidado e solidariedade, espaços de cultura e de religiosidade afro-brasileira&quot;, afirmam as autoras da cartilha do Inca. &quot;Aproximar esse universo dos saberes técnicos pode nos ajudar a prevenir doenças, como o câncer, e foi o diálogo proposto na cartilha&quot;, completam. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/SeqlDLCjU-ShM9cTcl6aQfOwmKs=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/terreiro8.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 13:06:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Cartilha, une, saberes, terreiros, prevenção, câncer, negras</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Estado de São Paulo confirma 12ª morte por intoxicação por metanol</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/estado-de-sao-paulo-confirma-12a-morte-por-intoxicacao-por-metanol</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/estado-de-sao-paulo-confirma-12a-morte-por-intoxicacao-por-metanol</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O governo do estado de São Paulo confirmou na noite desta quarta-feira (4) que um homem de 26 anos, de Mauá, região metropolitana da capital, morreu vítima de intoxicação por bebida alcoólica contaminada com metanol. Trata-se da 12ª morte por esta mesma causa no estado.

Segundo o boletim da Secretaria de Saúde, o estado registra 52 casos confirmados de intoxicação por metanol.

Notícias relacionadas:Intoxicação por metanol no interior da Bahia deixa um morto .Metanol: crise completa um mês com alerta para falsificação de bebidas.Os óbitos no estado estão distribuídos assim:


	São Paulo: 4 homens de 26, 45, 48 e 54 anos;
	São Bernardo do Campo: 1 mulher de 30 anos e 1 homem de 62 anos;
	Osasco: 2 homens de 23 e 25 anos e uma mulher de 27anos;
	Jundiaí: 1 homem de 37 anos;
	Sorocaba: 1 homem de 26 anos; e
	Mauá: 1 homem de 26 anos.


O governo estadual ainda investiga quatro óbitos, sendo 1 em Guariba (vítima de 39 anos), 1 em São José dos Campos (de 31 anos) e dois em Cajamar, de 29 e 38 anos.

&gt;&gt; Clique aqui e acompanhe a cobertura da Agência Brasil sobre as intoxicações por metanol no país. 

No ano passado, houve em São Paulo, sua região metropolitana e cidades em outros estados a comercialização de bebidas alcoólicas de origem clandestina ou sem procedência confiável. Muitos desses produtos continham metanol, substância tóxica e que podem causar a morte.

Diante da gravidade, o Ministério da Saúde criou uma sala de situação para acompanhar o problema. Foram feitas várias operações policiais para apreensão de bebidas adulteradas e também para capturar os criminosos responsáveis pela adulteração.

Agora, com esta nova morte em São Paulo, o país já tem 17 óbitos provocados por consumo de bebida alcoólica contaminada por metanol. 

São Paulo é o estado mais atingido pelo problema. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/EgH6EJ43xYeQ3wUr2r9oC4N44Pw=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/10/10/sao_paulo_cria_protocolo_para_detectar_metanol_em_bebidas.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 13:06:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Estado, São, Paulo, confirma, 12ª, morte, por, intoxicação, por, metanol</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Casos de sarampo crescem 32 vezes nas Américas; OMS emite alerta</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/casos-de-sarampo-crescem-32-vezes-nas-americas-oms-emite-alerta</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/casos-de-sarampo-crescem-32-vezes-nas-americas-oms-emite-alerta</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O aumento de quase 23 vezes no número de casos de sarampo nas Américas na passagem de 2024 para 2025 fez a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), emitir um alerta para países da região.

Em 2025, o continente identificou 14.891 registros da doença, um salto em relação aos 446 casos do ano anterior. Foram 29 mortes em 2025.

Notícias relacionadas:OMS: casos de sarampo caem 71% em 24 anos com cobertura vacinal.Continente americano perde certificação de eliminação do sarampo.Já em 2026, a comparação mostra crescimento ainda maior. Em janeiro, dados parciais da Opas apontam 1.031 casos, número quase 45 vezes superior aos 23 do mesmo período de 2025. Não há confirmação de morte.

Tanto nos dados de 2025 e 2026, a grande concentração de casos está na América do Norte. Em 2025, México (6.428), Canadá (5.436) e Estados Unidos (2.242) somam quase 95% dos casos (14.106).

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Em 2026, as três nações representam 948 registros, 92% das notificações no continente.

O alerta da Opas detalha que a grande maioria dos casos acontece com pessoas sem histórico de vacinação contra a doença.

Nos Estados Unidos, 93% das pessoas que contraíram a doença não estavam vacinados ou apresentavam histórico vacinal desconhecido. No México, eram 91,2%; já no Canadá, 89% dos casos.

A Opas considera que “o aumento acentuado dos casos de sarampo na região das Américas durante 2025 e no início de 2026 constitui um sinal de alerta que requer uma ação imediata e coordenada por parte dos Estados Membros”.

Em novembro passado, a Opas já tinha retirado do continente o certificado de região livre de transmissão do sarampo.

Brasil livre

O Brasil somou 38 notificações em 2025, sendo praticamente todos (36) sem histórico de vacinação. Em 2024, foram quatro registros. Em 2026, não há caso reconhecido.

Apesar do aumento de 2024 para 2025, o país ostenta o status de país livre do sarampo.

A Opas detalha que, dos 38 casos da doença em 2025, dez correspondem a casos importados ─ quando uma pessoa é infectada pelo vírus no exterior ─; 25 a casos relacionados à importação; e três têm fonte de infecção desconhecida.

Os casos confirmados foram no Distrito Federal (um), Maranhão (um), Mato Grosso (seis), Rio de Janeiro (dois), São Paulo (2), Rio Grande do Sul (um) e Tocantins (25).

Manutenção da vigilância

O vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, aponta que o surto nos países da América do Norte acontece em um momento em que o Brasil vem controlando o sarampo. Ele lembra que o país recuperou em 2024 o certificado de livre da doença.

Em 2018, com grande fluxo migratório associado à então baixa cobertura vacinal, o vírus voltou a circular. Em 2019, após um ano de circulação do sarampo, o Brasil perdeu o status.

Para Kfouri, o surto em países da América leva “risco constante” ao Brasil por causa da circulação de pessoas.

“Voos diários do Canadá, México e Estados Unidos para cá fazem com que seja inexorável a entrada de alguém com sarampo no nosso território”, disse à Agência Brasil.

Kfouri sustenta que o Brasil precisa seguir com esforços para manter a condição de zona livre do sarampo.


“Nosso grande desafio é manter a vigilância atenta, reconhecer esses casos suspeitos que entram no país e termos altas coberturas vacinais, para que esses casos que entrem não se traduzam em transmissão sustentada da doença”, destaca o vice-presidente.


Entenda a doença

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa que pode evoluir para complicações e levar à morte. Entre os sintomas figuram febre, tosse, coriza, perda de apetite e conjuntivite, com olhos vermelhos, lacrimejantes e fotofobia.

Há também manchas vermelhas na pele. Erupções começam no rosto, na região atrás da orelha, e se espalham pelo corpo. A pessoa também pode sentir dor de garganta.

A pele pode descamar, como se fosse queimadura. O sarampo pode causar condições graves como cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro).

Vacinação

A principal forma de prevenção contra a doença é a vacinação, oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e que faz parte do calendário básico de vacinação infantil.

A primeira dose deve ser tomada aos 12 meses de idade, com o imunizante tríplice viral, que protege também contra a caxumba e a rubéola. A segunda dose é aplicada aos 15 meses.

Qualquer pessoa com até 59 anos que não tenha comprovante de imunização ou não tenha completado o esquema vacinal deve atualizar a carteira de vacinação. O governo faz campanhas regulares de vacinação.

De acordo com o Ministério da Saúde, dados preliminares de 2025 apontam “avanço expressivo” da cobertura da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, em relação a 2022.

A cobertura vacinal aumentou de 80,7% para 93,78%, enquanto a aplicação da dose de reforço passou de 57,6% para 78,9% no mesmo período, “evidenciando a retomada das coberturas no país”.

A Sociedade Brasileira de Imunizações explica que a cobertura mínima necessária para evitar surtos é de 95%.

Recomendações

Entre as recomendações da Opas estão:


	Reforçar, com caráter prioritário, as atividades de vigilância e vacinação de rotina e a garantirem uma resposta rápida e oportuna aos casos suspeitos;
	Implementar pesquisas ativas nas comunidades, instituições e laboratórios para a identificação precoce de casos;
	Desenvolver atividades complementares de vacinação destinadas a eliminar as lacunas de imunidade.


Ações do ministério

Procurado pela Agência Brasil, o Ministério da Saúde informou que tem orientado estados e municípios a reforçar a vigilância epidemiológica, a vacinação e as ações de prevenção.

“As medidas incluem a investigação rápida de casos suspeitos e a ampliação das coberturas vacinais”, diz em nota.

A pasta cita que, em 2025, para proteger a população, especialmente nas regiões que fazem fronteira com a Bolívia, o Brasil intensificou a vacinação contra o sarampo nos estados fronteiriços e doou mais de 640 mil doses da vacina ao país vizinho.

“Ações de imunização contra a doença também foram intensificadas nos municípios de fronteiras com a Argentina e Uruguai e em cidades turísticas e de alto fluxo”, completa. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/Ehi4Sirf13weR0i05m-YyUxhq5A=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/05/07/_d6a6407.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 21:15:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Casos, sarampo, crescem, vezes, nas, Américas, OMS, emite, alerta</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Brasil deve ter 781 mil novos casos de câncer por ano até 2028</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-deve-ter-781-mil-novos-casos-de-cancer-por-ano-ate-2028</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-deve-ter-781-mil-novos-casos-de-cancer-por-ano-ate-2028</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Brasil deve ter 781 mil novos casos de câncer por ano entre 2026 e 2028. O câncer se aproxima das doenças cardiovasculares como principal causa de morte no país.

Os dados constam da publicação Estimativa 2026-2028: Incidência de Câncer no Brasil, do Instituto Nacional de Câncer (Inca), divulgada nesta quarta-feira (4), no Rio de Janeiro, no Dia Mundial do Câncer.

Notícias relacionadas:Casos de câncer de pele saltam de 4 mil para mais de 72 mil em 10 anos.Justiça determina que SUS forneça remédio para tratar câncer raro.Guia orienta sobre mudança no rastreamento do câncer de colo do útero.Segundo o Inca, os números refletem o envelhecimento da população, mas também desigualdades regionais e desafios persistentes no acesso à prevenção, ao diagnóstico precoce e ao tratamento rápido.

Entre os homens, os cinco tipos de câncer mais comuns são próstata (30,5%), cólon e reto (10,3%), pulmão (7,3%), estômago (5,4%) e cavidade oral (4,85).

Entre as mulheres, predominam o câncer de mama (30%), cólon e reto (10,5%), colo do útero (7,4%), pulmão (6,4%) e tireoide (5,1%).

Desigualdades regionais

Segundo o Inca, o câncer de colo do útero está entre os mais prevalentes no norte e nordeste do país. O câncer de estômago tem maior incidência entre os homens no norte e nordeste. Tumores associados ao tabagismo (pulmão e cavidade oral) são mais frequentes no sul e sudeste.

Para o Inca, as diferenças refletem o acesso desigual à prevenção, rastreamento e tratamento. “O Brasil é um país heterogêneo que tem a ver com urbanização e com a exposição a fatores de risco como a falta de saneamento básico. Mas estamos muito preocupados com o câncer de cólon e de reto porque vem aumentando a incidência. Tem a ver com a exposição precoce a fatores de risco, aumento da obesidade e do sedentarismo. Isso mostra que alguma coisa precisa ser feita”, disse o diretor-geral do Inca, Roberto Gil.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que o câncer de colo do útero vem diminuindo com a vacinação contra o HPV (Papilomavírus Humano).


            
        
    
Ministro Alexandre Padilha participou do Dia Mundial do Câncer 2026 no Instituto Nacional de Câncer , no Rio Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil



“O mais importante é a prevenção, é combater os hábitos que levam ao câncer como tabaco, principalmente entre os mais jovens, com os dispositivos eletrônicos, o crescimento da obesidade”, afirmou o ministro.


Padilha também cumpriu outra agenda no Rio de Janeiro nesta quarta-feira que foi a adesão da Amil ao programa Agora Tem Especialistas, o que representará 600 cirurgias em hospitais privados que serão abertas a pacientes que estão esperando nas filas do Sistema Único de Saúde (SUS).

Confira as informações sobre o Dia Mundial do Câncer no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/TwS1Nfemz9kSDajQWk6FMKtpmgA=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_radiografia_de_torax_coronaviruscovid-19_hospital_sao_paulo1205200325.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 21:15:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Brasil, deve, ter, 781, mil, novos, casos, câncer, por, ano, até, 2028</media:keywords>
</item>

<item>
<title>ACB promove mutirão da visão no Setor Vera Cruz, entrega de óculos no Novo Horizonte e Dia D da Ortopedia neste sábado (7)</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/acb-promove-mutirao-da-visao-no-setor-vera-cruz-entrega-de-oculos-no-novo-horizonte-e-dia-d-da-ortopedia-neste-sabado-7</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/acb-promove-mutirao-da-visao-no-setor-vera-cruz-entrega-de-oculos-no-novo-horizonte-e-dia-d-da-ortopedia-neste-sabado-7</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202602/image_870x580_6983ae3b89a6c.jpg" length="63506" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 20:39:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Anvisa proíbe venda de leite condensado e dois suplementos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-proibe-venda-de-leite-condensado-e-dois-suplementos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-proibe-venda-de-leite-condensado-e-dois-suplementos</guid>
<description><![CDATA[ A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (2), a interdição cautelar do leite condensado semidesnatado La Vaquita e apreendeu os suplementos Glicojax e Durasil.

O lote do leite condensado foi reprovado no teste microbiológico Estafilococos Coagulase Positiva (ECP), após análises fiscais do Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels. O teste mede a quantidade de bactérias Staphylococcus aureus em alimentos, bebidas e embalagens, que, em níveis elevados, podem causar intoxicações alimentares e outras doenças.

A Anvisa atribuiu o leite condensado La Vaquita à empresa Apti Alimentos, porém, a alimentícia afirmou, em nota oficial, que o produto não faz parte do seu portfólio e que foi associado erroneamente pela agência de vigilância sanitária.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Suplementos

A Anvisa constatou que os suplementos Glicojax e Durasil possuem origem desconhecida e utilizam propagandas enganosas. O Glicojax diz possuir benefícios terapêuticos, como auxílio no controle da glicose sanguínea, suporte cardiovascular, suporte à saúde metabólica e controle da diabetes. Segundo a Anvisa, tais benefícios não apresentam comprovação científica.

Já o suplemento em gotas da marca Durasil promete aliviar dores e melhorar a função erétil. O produto também tem o fabricante desconhecido. Apesar das irregularidades, plataformas de vendas online como Shopee e Mercado Livre continuam a distribuir o suplemento.

A Agência Brasil entrou em contato com as empresas e aguarda os retornos.

*Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior

  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/uO9eJaMe5PBo7fSYtnqHT73SWoM=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/01/09/0d7a5833.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 21:33:57 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Anvisa, proíbe, venda, leite, condensado, dois, suplementos</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Saúde anuncia 3 mil vagas de residência e 900 para especialistas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-anuncia-3-mil-vagas-de-residencia-e-900-para-especialistas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-anuncia-3-mil-vagas-de-residencia-e-900-para-especialistas</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (3) edital para a oferta de 3 mil vagas de residência médica. Com a contratação, o governo federal passa a responder por mais de 60% do total de residentes no país, o equivalente a 35 mil profissionais. O investimento, segundo a pasta, será de R$ 3 bilhões.

Em nota, o ministério informou que as bolsas financiadas pelo governo federal serão voltadas para áreas classificadas como prioritárias dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). A estratégia, segundo a pasta, consiste em ampliar a oferta e a distribuição desses profissionais no país.

Notícias relacionadas:Ministério da Saúde diz que vírus Nipah não ameaça o Brasil.Saúde aumenta vagas do Agora tem Especialistas no Rio de Janeiro.“Estamos vencendo essa batalha”, diz Padilha sobre vacinação.“Com essa política, que integra o programa Agora Tem Especialistas, a pasta foi responsável, em conjunto com o Ministério da Educação, pela criação de 806 novos programas de residência médica, impactando na ampliação da formação de médicos especialistas no país”, informa o ministério.

Dados do Ministério da Saúde mostram que, ao longo do último ano, houve um crescimento de cerca de 15% no número de vagas em cirurgia oncológica e em neurologia pediátrica. Em oftalmologia, o crescimento foi de 14% e em radioterapia, de 10%.

&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Especialistas

A pasta lançou ainda edital que prevê a seleção de 900 médicos especialistas, distribuídos em 16 especialidades prioritárias, como anestesiologia, cirurgia geral, radiologia, mastologia, ginecologia e oncologia clínica. O foco de atuação dos profissionais serão regiões remotas, de alta demanda e maior vulnerabilidade social.

“Atualmente, são 583 médicos especialistas atuando no programa em todas as regiões do país e, com o novo edital, a expectativa é chegar a 1.500 profissionais. A maior parte atua no interior (48,7%) e nas regiões metropolitanas (34%)”, informou a pasta.

Em coletiva de imprensa, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que não se tratam de ações isoladas, mas de uma série de políticas voltadas para a formação profissional em saúde, em parceria com o Ministério da Educação.


“Estamos enfrentando dois grandes desafios no Sistema Único de Saúde do nosso país hoje. O primeiro é a própria formação profissional, em especial, dos profissionais de ensino superior em saúde, a formação especializada. Tanto a especialização, a residência médica, quanto a formação multiprofissional”, explicou.


“A gente não faz sistema de saúde sem bons profissionais formados, sem qualificação permanente, sem atualização permanente desses profissionais. E sem as nossas instituições formadoras se abrirem para isso”, disse Padilha. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/GTlvKLjbG7lJIofQv55YPMp-5kw=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/02/03/padilha-mais-especialistas-mc_abr_03022026-6.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 21:33:57 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Saúde, anuncia, mil, vagas, residência, 900, para, especialistas</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Ananindeua, no Pará, tem surto de casos da doença de Chagas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ananindeua-no-para-tem-surto-de-casos-da-doenca-de-chagas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ananindeua-no-para-tem-surto-de-casos-da-doenca-de-chagas</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				Após registrar quatro mortes e cerca de 14 casos vinculados à doença de chagas em janeiro, o Ministério da Saúde mudou a classificação para surto, por causa do aumento no número de ocorrências da doença em Ananindeua, no Pará.

As mortes ocorridas este mês, entre elas, a de uma menina de 11 anos, já superam o número total somado dos últimos cinco anos na cidade. Já o número de casos supera em 30% os notificados no mesmo período do ano passado. Em todo o ano de 2025 foram registrados 45 casos e 26 deles foram confirmados em dezembro.  

Notícias relacionadas:Projeto busca tratar doença de Chagas perto da casa dos pacientes.A Secretaria Municipal de Saúde informou que segue os protocolos do Ministério da Saúde, com apoio técnico do Instituto Evandro Chagas, e que monitora outros 40 casos suspeitos. 

De acordo com a prefeitura de Ananindeua, cerca de 200 agentes comunitários percorrem moradias de porta em porta, reforçando orientações de saúde. No bairro Cidade Nova, cerca de duas mil famílias receberam os agentes.

Em nota, o Ministério da Saúde identifica o cenário na cidade como um “surto associado à transmissão oral”, que ainda está em investigação por equipe de vários órgãos, entre eles a Secretaria Estadual de Saúde do Pará, a Anvisa e o os Centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde.

A doença de Chagas é transmitida principalmente pelo consumo de alimentos contaminados com fezes do inseto barbeiro. Na região de Ananindeua, o cuidado com o manejo do açaí é a principal barreira contra a doença, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.

Uma das iniciativas que busca fechar esta porta de contaminação é a Casa do Açaí. O projeto de qualificação profissional e segurança alimentar desenvolvido pela prefeitura capacita sobre as boas práticas da manipulação do açaí, seja para comercialização ou consumo doméstico. Em 2025, 840 pessoas foram capacitadas. Em 2026, 130 trabalhadores já passaram pelo curso até o momento, com continuidade e calendários já previstos para fevereiro e março.

A Vigilância em Saúde mantém um canal interativo para denúncias ou dúvidas, funcionando de segunda a sexta, das 8h às 18h através do número de Whatsapp (91) 98051-1967.

Ouça na Radioagência Nacional:


    
        
            
                
            
        
    








  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/PJiFO1RxKZoVpvU8sKGoGwnLB6Y=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/rhodnius_brethesi_dentro_dite_barbeiro.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 13:37:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Ananindeua, Pará, tem, surto, casos, doença, Chagas</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Governo deve entregar mais 400 unidades odontológicas móveis</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-deve-entregar-mais-400-unidades-odontologicas-moveis</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-deve-entregar-mais-400-unidades-odontologicas-moveis</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O governo federal projeta entregar mais 400 Unidades Odontológicas Móveis (UOMs) até o mês de março, além das 400 que já foram entregues no ano passado, informou hoje (28) o coordenador-geral de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Edson Hilan Gomes de Lucena, que participa do Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo, no Expo Center Norte, na capital paulista. 

“No total, vamos somar 800 novas unidades móveis até março, que serão distribuídas para todas as unidades federativas”, disse à Agência Brasil.

Notícias relacionadas:Ananindeua, no Pará, tem surto de casos da doença de Chagas.Anvisa aprova cultivo de cannabis por empresas e amplia acesso.Mais de 60% da população brasileira têm excesso de peso.As unidades fazem parte do programa Brasil Sorridente, que tem como foco levar atendimento odontológico às populações que têm dificuldade de acesso ao serviço, incluindo indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua e assentadas. O objetivo da ação, segundo ministério, é garantir assistência a todas as pessoas.

A iniciativa oferece tanto procedimentos de atenção primária quanto ações especializadas em tratamento endodôntico e oferta de próteses dentárias.


“O Brasil Sorridente, que é a política nacional de saúde bucal, tem o dever de levar cuidados para toda população brasileira&quot;, afirmou.


Segundo Gomes de Lucena, a unidade móvel é um dos componentes do programa, um consultório completo em carro equipado com raio X, cadeira e equipamentos para fazer restauração, extração e procedimentos preventivos, levando a equipe de saúde bucal até aqueles territórios mais distantes como na zona rural, quilombos, assentamentos e população em situação de rua.

Em setembro do ano passado, a população da cidade de Mâncio Lima, no Acre, Unidades Odontológicas Móveis (UOMs) recebeu, por exemplo, uma das unidades móveis, o que permitiu o acesso de populações ribeirinhas ao tratamento odontológico. As equipes locais construíram uma balsa e instalaram a unidade móvel nela para fazer o atendimento chegar às comunidades por meio do rio.

Congresso

Em entrevista à Agência Brasil, durante o congresso, Lucena informou que o governo federal também planeja ampliar a oferta de tratamentos que serão oferecidos por cada uma das unidades móveis, de forma que possam também realizar tratamento de canal e prótese dentária com fluxo digital, que utiliza tecnologia para restaurações mais rápidas e precisas.


“Estamos fazendo um piloto para prótese dentária com fluxo digital no município de Cavalcante, em Goiás. Provavelmente na próxima semana estaremos lançando isso”, informou. “Com esse equipamento, a boca da pessoa é escaneada para impressão da prótese.  No retorno, o paciente já sai com a prótese. Serão doados 500 kits de combo para o fluxo digital para diversos municípios do país”, disse.


Retorno do programa

As unidades móveis odontológicas foram criadas no segundo mandato do governo Lula, em 2009. No entanto, o programa foi interrompido em 2015 e retomado somente em agosto do ano passado, quando passou a receber investimentos do Novo PAC Saúde.

O professor e pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Ângelo Giuseppe Roncalli Costa Oliveira, coordenou um censo para avaliar a ação, realizado em 267 municípios brasileiros, que receberam unidades móveis até o ano de 2017. O censo foi feito antes de o programa ser interrompido e já demonstrou que as unidades odontológicas móveis cumprem um importante papel, ampliando o acesso da população à saúde bucal. &quot;A importância é a ampliação do acesso&quot;, destacou o coordenador-geral.

“Em 75% das unidades que funcionam, foi unânime o relato de gestores e dentistas sobre a ampliação do acesso. Uma fala muito comum deles era que uma determinada comunidade jamais ia ver um dentista se não fosse por essas unidades móveis”, acrescentou. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/GRVCGRWLtE4SKAhWluLWkbF-noE=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/02/17/caminhos-da-reportagem-edicao-pelo-direito-de-sorrir-foi-premiado-credito-tania-rego-agencia-brasil.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 13:37:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Governo, deve, entregar, mais, 400, unidades, odontológicas, móveis</media:keywords>
</item>

<item>
<title> Ônibus do Hemocentro leva campanha de doação de sangue à Maternidade Célia Câmara</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/onibus-do-hemocentro-leva-campanha-de-doacao-de-sangue-a-maternidade-celia-camara</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/onibus-do-hemocentro-leva-campanha-de-doacao-de-sangue-a-maternidade-celia-camara</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202601/image_870x580_697a65f077953.jpg" length="66401" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 19:40:04 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>ACB amplia atuação em saúde e anuncia início dos atendimentos em ortopedia e fisioterapia em 2026</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/acb-amplia-atuacao-em-saude-e-anuncia-inicio-dos-atendimentos-em-ortopedia-e-fisioterapia-em-2026</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/acb-amplia-atuacao-em-saude-e-anuncia-inicio-dos-atendimentos-em-ortopedia-e-fisioterapia-em-2026</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202601/image_870x580_697a65251bcbd.jpg" length="75760" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 19:36:36 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Governo reforça SUS com 760 profissionais em enfermagem obstetrícia</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-reforca-sus-com-760-profissionais-em-enfermagem-obstetricia</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-reforca-sus-com-760-profissionais-em-enfermagem-obstetricia</guid>
<description><![CDATA[ 
                    
				O Ministério da Saúde vai reforçar o Sistema Único de Saúde (SUS) com 760 profissionais que estão em formação no curso de Especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne. O curso foi iniciado em novembro de 2025 para profissionais com, pelo menos, um ano de experiência na atenção à saúde das mulheres no SUS. 

A ação envolve investimentos de R$ 17 milhões e objetiva formar mais especialistas para fortalecer a atenção obstétrica e neonatal no SUS. O Brasil tem somente 13 mil profissionais desse tipo, o que reforça a necessidade de aumentar a oferta para reforçar a atenção obstétrica e neonatal no SUS. 

Notícias relacionadas:Dois terços das mulheres do Rio sofreram violência obstétrica .Conselho Federal de Enfermagem define normas para parto domiciliar.STF mantém 44 horas semanais e regionalização do piso da enfermagem .A formação é coordenada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com 38 instituições e apoio da Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras (Abenfo).

De acordo com o ministério, no Brasil há apenas 13 mil enfermeiros obstétricos registrados no sistema do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). Desse número, 46% (6.247) têm vínculo com algum estabelecimento de saúde registrado no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), o que confirma a insuficiência de profissionais para atender à demanda nacional. 

Em contrapartida, em países cujo modelo de atenção é baseado na enfermagem obstétrica há uma densidade maior de profissionais, variando entre 25 e 68 por 1 mil nascidos vivos, enquanto no Brasil são cinco por 1 mil nascidos vivos, segundo dados da Abenfo de 2023.

O enfermeiro obstétrico é o profissional especializado que cuida da saúde da mulher durante a gravidez, o parto e o pós-parto, em partos naturais ou vaginais, tornando-os mais humanizados e garantindo à gestante mais confiança e tranquilidade. Ele faz exames, auxilia no parto, presta cuidados ao recém-nascido e colabora com os médicos para garantir um atendimento seguro.

Impacto

O conselheiro do Cofen Renné Costa avalia que o impacto da medida é positivo, “porque falta enfermeiro obstétrico no Brasil, principalmente quando a gente compara os números do país com o mundo”.

“Enquanto no Brasil tem em torno de um enfermeiro obstétrico para quatro médicos, no mundo são quatro enfermeiros obstétricos para um médico”, ressaltou. 

Renné Costa disse à Agência Brasil que em países desenvolvidos, onde existe uma boa assistência obstétrica e neonatal, “sempre tem um número muito maior de enfermeiros obstétricos do que de médicos”.

Segundo ele, uma das principais características da enfermagem obstétrica é obedecer à fisiologia do parto. Ou seja, deixar que o corpo da mulher, sozinho, produza o parto, baixando o número de intervenções e, com isso, o número de iatrogenias, que são estados de doença, efeitos adversos ou alterações patológicas causadas ou resultantes de um tratamento de saúde. 

“Esse é o principal benefício desse profissional [enfermeiro obstétrico] estar na rede, principalmente no SUS, já que o Brasil hoje está entre os primeiros países em número de partos operatórios [cesáreas], indo na contramão do que diz a ciência”, assegurou Costa, acrescentando que o parto operatório “multiplica em 70 o risco de morte dessa mulher”.

Questão cultural

O conselheiro do Cofen analisa o problema como uma questão cultural, porque o parto natural ainda é visto como um parto do SUS, “um parto de pobre”, daquele que não tem opção de escolha. 

“O parto operatório é de quem tem plano de saúde, de quem pode pagar pela hora, é o parto que não dói. Essa é a cultura brasileira”, disse. 

Ele chama a atenção que nas novelas brasileiras, o parto é um momento de sofrimento, de angústia, de muita dor, que parece fazer do parto natural o mais inseguro possível.

Para Renné Costa, não existe na cultura popular o trabalho de informar que a melhor via de parto é a fisiológica, é o parto natural. O enfermeiro obstétrico defende o parto com um mínimo de intervenção, a não violência obstétrica, que é evitar fazer procedimentos desnecessários, como uso da ocitocina indiscriminado, um hormônio que estimula contrações uterinas no parto, ou da manobra Kristeller, por exemplo, em que o útero da mulher é pressionado para tentar auxiliar a expulsão do bebê, o que pode provocar sérios danos para a mulher e para a criança, como rupturas de costelas e hemorragia. Essa manobra é contraindicada e considerada violência obstétrica pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O conselheiro do Cofen lembra que o corpo da mulher “é muito sábio” e serve para “amadurecer” a criança, para ela chegar no novo ambiente externo. 


            
        
    
Valéria com a bebê Maria Catarina (D), o marido (C) e a enfermeira obstétrica Maria Luiza Bezerra - Foto: Valéria Monteiro/arquivo pessoal


Ele ressalta ainda que muitas crianças sofrem com o parto abrupto, que não dá maturidade no sistema neurológico e pulmonar dos bebês, para que eles se preparem para o mundo externo, uma vez que se encontram em um mundo controlado até o nascimento. 

No parto operatório, adverte, muitas vezes acontece uma coisa muito comum, que é o parto de uma criança prematura, que ainda não está pronta para nascer. 

“Tudo isso são prejuízos do parto operatório indiscriminado, como é feito no Brasil”, disse

O enfermeiro defende que é preciso que o país tenha a cultura de preparar as mulheres para que elas tenham um plano de parto. Significa, segundo ele, que ao começar a fazer o pré-natal, a mulher deve discutir com a equipe multidisciplinar como ela quer que esse parto aconteça. 

“Se ela quer um parto operatório, um parto vaginal, em casa, em ambiente hospitalar, qual a equipe que ela quer, quais as pessoas que ela deseja estejam acompanhando-a. 

No decorrer da história, segundo Renné Costa, o parto, que era um evento familiar, se tornou um evento hospitalar, onde a mulher é cerceada do direito de ver família, de ter autonomia sobre o próprio corpo. 

Ganhos

Na avaliação do conselheiro federal, a rede SUS só tem a ganhar com a presença dos enfermeiros obstétricos. O próprio Renné Costa é fruto de especialização em enfermagem obstétrica. Em 2014, ele fez pós-graduação na área, ainda na Rede Cegonha, anterior à Rede Alyne. 

“Essa especialização mudou minha vida profissional, não só como enfermeiro obstetra em que me formei, como mudou também a realidade de um município do interior de Alagoas onde eu trabalhava, o município de Viçosa. Eu me tornei capacitado para assistir essas mulheres”, recorda.

Antes da pós-graduação de Renné Costa, o Hospital Municipal de Viçosa, onde ele trabalhava, fazia em média entre 80 e 90 partos por ano. Depois de sua pós-graduação, a instituição passou a realizar de 500 a 600 partos por ano, “com total segurança”, no próprio município e perto da mulher.

Antes, as parturientes de Viçosa eram obrigadas a se deslocar para a capital, distante 120 quilômetros e, muitas vezes, em ambulâncias sem nenhum profissional acompanhando, com dores de parto, perambulavam de maternidade em maternidade, para ver qual aceitava fazer o seu parto. “Agora, essas mulheres passaram a parir no interior”, diz Renné.

Renné Costa comemora que a formação de novos 760 enfermeiros obstétricos pode ampliar os benefícios às mulheres, embora considere esse número ainda aquém das necessidades do país. “É um número muito insuficiente para o tamanho do Brasil”. 

Ele defendeu a presença desse profissional não só na casa de parto, mas na atenção básica, como referência ainda quando a mulher está fazendo o pré-natal, desmistificando o que é o parto normal, o que acontece, que acompanhantes ela pode levar, o ambiente onde quer fazer o parto. 

Como o enfermeiro obstétrico é muito mais aberto a essa fisiologia, ou à naturalidade do parto, Renné explica que ele permite que tenha mais acompanhantes, que a família esteja mais próxima, que a parturiente esteja mais perto de casa. “Tudo fica muito mais próximo dela e acredito que até diminui as desigualdades”.

Profissionais

A médica Margareth Portella, coordenadora materno infantil da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), confirmou em entrevista à Agência Brasil que a capital fluminense não tem problemas de recursos humanos especializados. 

“Todas as maternidades estão bem contempladas com enfermagem obstétrica”. 

Margareth avalia que esses profissionais são fundamentais para tocar os partos fisiológicos, sem intercorrências, que são gestações tranquilas, o que se chamava antigamente de baixo risco e hoje são chamadas de risco habitual. 

“Para esse tipo de atendimento, as enfermeiras obstétricas são maravilhosas, são fundamentais para o serviço andar”, defende.

Margareth Portella avaliou que “os enfermeiros obstétricos são um recurso humano fundamental na assistência ao parto de risco habitual, de baixo risco, nas nossas maternidades”. 

“Formar esse tipo de profissional é importantíssimo para estruturar uma rede que cubra todas as necessidades, desde o pré-natal, o parto, puerpério. E, obedecendo aos critérios de hierarquia nas maternidades de risco habitual, podem ficar mais enfermeiras fazendo assistência, sem prescindir da figura do médico porque, a qualquer momento, um parto pode se transformar em uma emergência”, salientou a coordenadora materno infantil da Secretaria. 

Ela lembra que até os níveis de complexidade bem mais altos de atendimento à gestação de alto risco, com UTI neonatal, UTI materna, é necessário um outro nível de assistência.

Margareth Portella avalia como de grande importância a decisão do Ministério da Saúde de investir na formação de enfermeiros obstétricos. “Só fico preocupada porque não basta ter conhecimento teórico. Parto é o tipo da coisa que tem variáveis que não se controla e, também, intercorrências imprevisíveis. Então, tem que haver todo um sistema de diagnóstico, de intervenção, que seja a tempo de não deixar um desfecho ruim acontecer”.

Ela garante que todos os profissionais que estiverem interessados nessa capacitação especializada terão acesso ao curso ministrado pela Rede Alyne, cuja fase de implantação no estado está sendo capitaneada pela Secretaria de Saúde estadual. 

“Fomos nós que fizemos toda a parte de levantamento de dados, planejamento da estrutura da Rede Alyne no estado. O território foi dividido em regiões e, em cada uma delas, a SES conseguiu fazer o melhor atendimento às necessidades de cada área, com participação dos municípios para poder fazer um levantamento, montar uma planilha e entregar em tempo hábil ao ministério”. 

Na Baixada Fluminense, Margareth informou que os enfermeiros obstétricos são muito presentes. Citou o caso do Hospital da Mãe de Mesquita, que é uma maternidade estadual, onde mais de 70% dos partos normais, vaginais, são conduzidos por enfermeiras com especialização em obstetrícia.

Dificuldades

No entanto, a realidade do estado do Rio de Janeiro mostra que algumas regiões mais distantes da capital, como a baixada litorânea, a região serrana e o sul Fluminense, já começam a apresentar dificuldades desse recurso humano. 

“Não é nem de recurso humano porque, muitas vezes, os profissionais têm o diploma, têm a capacitação, mas não têm a experiência necessária para assumir plantões onde vão ter que trabalhar, na prática, fazendo assistência ao parto. Muitas vezes, eles têm a qualificação, mas falta a parte da prática, porque existem cursos que são feitos até à distância”, disse Margareth Portella.

Segundo a médica, esse tipo de curso “não dá vivência, não dá segurança para essas pessoas fazerem partos do início até o final”. 

“É preciso um período de treinamento em serviço, para poderem resolver problemas que vierem a surgir”, avalia. 

A SES-RJ informou que está tentando resolver o problema contratando, primeiramente, as enfermeiras obstétricas que são mais experientes e, quando não consegue, fazendo a capacitação na prática em serviços onde elas podem aplicar aquilo que se prepararam para fazer.

A rede municipal de saúde do Rio conta com 13 maternidades e uma Casa de Parto distribuídas por toda a cidade, e a enfermagem obstétrica está presente em todas essas unidades.

Experiência

A empresária Valéria Monteiro, 28 anos, é casada com Lucas Oliveira, e graças ao acompanhamento que recebeu da enfermeira obstétrica Maria Luiza Bezerra, todo o processo correu com tranquilidade e sua terceira filha, Maria Catarina, hoje com cinco meses, nasceu sem problemas, de parto normal. “Foi ótimo. A enfermeira me acompanhou antes do parto, no parto e no pós-parto. Foi o que me deu coragem e força e me fez acreditar que eu teria um parto normal”, disse Valéria à Agência Brasil.

A médica obstetra que atendia Valéria a encorajou a fazer um parto normal, sem cesárea. “E aí a gente quis arriscar”. Na reta final da gestação, a médica obstetra recomendou à empresária uma enfermeira obstétrica, que deu a ela todo embasamento científico para que tivesse um parto normal, fazendo o monitoramento do bebê na barriga e lhe deu as instruções para que conseguisse evoluir no trabalho de parto até o momento de chegada da bebê. “Ela foi a parte teórica. Eu deixei meu corpo agir, mas ela tinha todo o embasamento científico, a teoria, e eu pus em prática”. Maria Catarina tem cinco meses agora.

O temor que ela sentia de voltar a fazer parto vaginal, como foi com a primeira filha, Maria Luisa, é explicado porque a segunda filha, Maria Celina, veio ao mundo de cesárea, no mesmo Hospital Regional de Arapiraca, em Alagoas, onde nasceu Maria Catarina. Foi a primeira experiência de Valéria no SUS. A cesárea foi eletiva, isto é, agendada previamente, porque “a bebê era grande e evoluiu com complicações. Foi um parto um pouco traumático”, contou Valéria, que ficou internada com a bebê durante 20 dias. Maria Celina está, atualmente, com 2 anos e quatro meses. Mas tinha dez meses, quando a mãe engravidou novamente.

A primeira filha, Maria Luísa, hoje com três anos e dez meses, nasceu de parto normal, com enfermeira obstétrica, no Hospital Chama, também em Arapiraca, onde reside a família. Valéria e o marido não pretendem ter mais filhos. “Três filhas já está ótimo”. Ela recomenda a todas as gestantes que tenham parto normal, acompanhadas por enfermeira obstétrica.

Rede Alyne

Lançada pelo governo federal, pelo Ministério da Saúde, no dia 12 de setembro de 2024, a Rede Alyne é um projeto de assistência materno-infantil que reestrutura a antiga Rede Cegonha, de 2011. O objetivo é reduzir a mortalidade materna em 25% e a mortalidade materna de mulheres negras em 50% até 2027. 

A iniciativa homenageia a jovem negra Alyne Pimentel, que morreu aos 28 anos, gestante e vítima de negligência médica. O caso levou o Brasil a ser o primeiro país condenado por morte materna pelo Sistema Global de Direitos Humanos em todo o mundo. Com a homenagem prestada à Alyne Pimentel, o governo reafirma seu compromisso com o enfrentamento das desigualdades na saúde e da luta por direitos das mulheres no Brasil, além de melhores condições de cuidado para as gestantes, as puérperas e os bebês.

Durante o lançamento da Rede Alyne, na cidade de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, a então ministra da Saúde, Nísia Trindade, destacou que o objetivo central do projeto é “reduzir a mortalidade materno infantil, garantir atenção humanizada e de qualidade à gestante, à parturiente, à puérpera, ao recém-nascido”. 

Presente à solenidade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou que a medida era para proteger a mulher e sua família. “É por isso que a gente está fazendo esse programa chamado Rede Alyne. É para que as mulheres quando ficarem grávidas sejam tratadas com decência, sejam tratadas com respeito, não falte médico para fazer o pré-natal, não falte médico ou médica para fazer o tratamento que for necessário fazer”, afirmou à época. ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/_55b8VeUTl_CTnRVQSs_AQqHeeE=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/01/27/8d64d736-8726-42fd-9560-370c7b35b253.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 17:15:54 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords>Governo, reforça, SUS, com, 760, profissionais, enfermagem, obstetrícia</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Situações que causam riscos à coluna nas férias e momentos de descanso no verão</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/situacoes-que-causam-riscos-a-coluna-nas-ferias-e-momentos-de-descanso-no-verao</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/situacoes-que-causam-riscos-a-coluna-nas-ferias-e-momentos-de-descanso-no-verao</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202601/image_870x580_69727a9c3dba7.jpg" length="99756" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 19:35:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Mounjaro causa &amp;quot;derretimento&amp;quot; das partes íntimas? especialista esclarece efeito colateral</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/mounjaro-causa-derretimento-das-partes-intimas-especialista-esclarece-efeito-colateral</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/mounjaro-causa-derretimento-das-partes-intimas-especialista-esclarece-efeito-colateral</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202601/image_870x580_69726f1826e21.jpg" length="63086" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 18:40:46 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Cirurgia bariátrica vai além do emagrecimento e atua no controle de doenças ligadas à obesidade</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/cirurgia-bariatrica-vai-alem-do-emagrecimento-e-atua-no-controle-de-doencas-ligadas-a-obesidade</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/cirurgia-bariatrica-vai-alem-do-emagrecimento-e-atua-no-controle-de-doencas-ligadas-a-obesidade</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202601/image_870x580_695fb77e31ba2.jpg" length="42275" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 13:58:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Mounjaro pode causar queda de cabelo e acelerar a calvície, aponta especialista</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/mounjaro-pode-causar-queda-de-cabelo-e-acelerar-a-calvicie-aponta-especialista</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/mounjaro-pode-causar-queda-de-cabelo-e-acelerar-a-calvicie-aponta-especialista</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202601/image_870x580_696e99a35c0bc.jpg" length="46161" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 20:54:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Idade ajuda ou atrapalha no ganho de massa muscular?</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/idade-ajuda-ou-atrapalha-no-ganho-de-massa-muscular</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/idade-ajuda-ou-atrapalha-no-ganho-de-massa-muscular</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202601/image_870x580_696e2b2722736.jpg" length="51325" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 13:02:41 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Dietas radicais após as festas não aceleram o emagrecimento e podem desregular o metabolismo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/dietas-radicais-apos-as-festas-nao-aceleram-o-emagrecimento-e-podem-desregular-o-metabolismo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/dietas-radicais-apos-as-festas-nao-aceleram-o-emagrecimento-e-podem-desregular-o-metabolismo</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202601/image_870x580_696a7df45ea5b.jpg" length="47066" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 18:06:47 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>HGG passa por modernização e eleva padrão da saúde em Goiás</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hgg-passa-por-modernizacao-e-eleva-padrao-da-saude-em-goias</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hgg-passa-por-modernizacao-e-eleva-padrao-da-saude-em-goias</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202601/image_870x580_696a75a596528.jpg" length="80807" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 17:32:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Férias escolares exigem atenção a doenças sazonais e acidentes domésticos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ferias-escolares-exigem-atencao-a-doencas-sazonais-e-acidentes-domesticos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ferias-escolares-exigem-atencao-a-doencas-sazonais-e-acidentes-domesticos</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202601/image_870x580_6967e9b5192f9.jpg" length="73871" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 19:09:31 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Psicóloga explica como a saúde mental pode interferir no processo de mulheres que tentam engravidar</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/psicologa-explica-como-a-saude-mental-pode-interferir-no-processo-de-mulheres-que-tentam-engravidar</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/psicologa-explica-como-a-saude-mental-pode-interferir-no-processo-de-mulheres-que-tentam-engravidar</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202601/image_870x580_6966960fa65d4.jpg" length="61178" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 18:59:42 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Incidência de pedras nos rins aumenta em até 30% no verão</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/incidencia-de-pedras-nos-rins-aumenta-em-ate-30-no-verao</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/incidencia-de-pedras-nos-rins-aumenta-em-ate-30-no-verao</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202601/image_870x580_695d5418ed215.jpg" length="70239" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 18:27:48 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Da medicina à cozinha: como chefs exploram a cannabis e os limites da lei no Brasil</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/da-medicina-a-cozinha-como-chefs-exploram-a-cannabis-e-os-limites-da-lei-no-brasil</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/da-medicina-a-cozinha-como-chefs-exploram-a-cannabis-e-os-limites-da-lei-no-brasil</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202601/image_870x580_695fbc9a9552f.jpg" length="62903" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 14:18:20 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Uso de canetas emagrecedoras sem receita médica acende alerta na Saúde</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/uso-de-canetas-emagrecedoras-sem-receita-medica-acende-alerta-na-saude</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/uso-de-canetas-emagrecedoras-sem-receita-medica-acende-alerta-na-saude</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202601/image_870x580_6957b524c7c64.jpg" length="57246" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 12:08:20 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Robôs suíços ajudam crianças com câncer a recuperar movimentos no Cora</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/robos-suicos-ajudam-criancas-com-cancer-a-recuperar-movimentos-no-cora</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/robos-suicos-ajudam-criancas-com-cancer-a-recuperar-movimentos-no-cora</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202512/image_870x580_694fbcfd00554.jpg" length="54594" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 11:05:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Fim de ano sem sustos: endocrinologista pediátrica alerta para os riscos de desidratação e intoxicação infantil nas festas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/fim-de-ano-sem-sustos-endocrinologista-pediatrica-alerta-para-os-riscos-de-desidratacao-e-intoxicacao-infantil-nas-festas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/fim-de-ano-sem-sustos-endocrinologista-pediatrica-alerta-para-os-riscos-de-desidratacao-e-intoxicacao-infantil-nas-festas</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202512/image_870x580_69419dcb5663a.jpg" length="66059" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Transplante de medula: entenda quando é indicado e como doar </title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/transplante-de-medula-entenda-quando-e-indicado-e-como-doar</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/transplante-de-medula-entenda-quando-e-indicado-e-como-doar</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202512/image_870x580_69397422d2e13.jpg" length="65488" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 13:23:23 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Gestão eficiente impulsiona a saúde em Goiás e  transforma resultados no SUS e na rede privada</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/gestao-eficiente-impulsiona-a-saude-em-goias-e-transforma-resultados-no-sus-e-na-rede-privada</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/gestao-eficiente-impulsiona-a-saude-em-goias-e-transforma-resultados-no-sus-e-na-rede-privada</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202512/image_870x580_6939c1e9594a1.jpg" length="110067" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 18:54:48 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Maternidade Célia Câmara recebe reestruturação e garante segurança assistencial com nova gestão</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/maternidade-celia-camara-recebe-reestruturacao-e-garante-seguranca-assistencial-com-nova-gestao</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/maternidade-celia-camara-recebe-reestruturacao-e-garante-seguranca-assistencial-com-nova-gestao</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202512/image_870x580_6940459e3a3c8.jpg" length="101475" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 17:30:21 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>FDA remove alerta tarja preta da terapia hormonal e abre caminho para revisão global sobre a menopausa</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/fda-remove-alerta-tarja-preta-da-terapia-hormonal-e-abre-caminho-para-revisao-global-sobre-a-menopausa</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/fda-remove-alerta-tarja-preta-da-terapia-hormonal-e-abre-caminho-para-revisao-global-sobre-a-menopausa</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202512/image_870x580_69396e4f92581.jpg" length="55804" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 12:59:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE GOIÂNIA ENCERRA CICLO DE GESTÃO E DÁ POSSE À NOVA DIRETORIA</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/santa-casa-de-misericordia-de-goiania-encerra-ciclo-de-gestao-e-da-posse-a-nova-diretoria</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/santa-casa-de-misericordia-de-goiania-encerra-ciclo-de-gestao-e-da-posse-a-nova-diretoria</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202509/image_870x580_68dbe5b241b06.jpg" length="102340" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 14:14:24 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Goiás consolida liderança em saúde digital</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/goias-consolida-lideranca-em-saude-digital</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/goias-consolida-lideranca-em-saude-digital</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202511/image_870x580_692486619c86f.jpg" length="39066" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 16:23:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Rede Hemo celebra Dia Nacional do Doador de Sangue com homenagem aos voluntários e apoiadores</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/rede-hemo-celebra-dia-nacional-do-doador-de-sangue-com-homenagem-aos-voluntarios-e-apoiadores</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/rede-hemo-celebra-dia-nacional-do-doador-de-sangue-com-homenagem-aos-voluntarios-e-apoiadores</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202511/image_870x580_692583ed26aa1.jpg" length="69494" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 10:25:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Brasil ocupa 4ª posição global em número absoluto de casos de diabetes tipo 1 infantil</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-ocupa-4a-posicao-global-em-numero-absoluto-de-casos-de-diabetes-tipo-1-infantil</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-ocupa-4a-posicao-global-em-numero-absoluto-de-casos-de-diabetes-tipo-1-infantil</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202511/image_870x580_6928a9ca294b6.jpg" length="44299" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 19:43:33 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>O tabu mata: 44% dos homens nunca foram ao urologista — e os dados de 2025 mostram um cenário negativo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/o-tabu-mata-44-dos-homens-nunca-foram-ao-urologista-e-os-dados-de-2025-mostram-um-cenario-negativo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/o-tabu-mata-44-dos-homens-nunca-foram-ao-urologista-e-os-dados-de-2025-mostram-um-cenario-negativo</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202511/image_870x580_692894ce148a0.jpg" length="55750" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 18:13:51 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Virginia Fonseca faz tratamento inédito para cicatrizes de acne em São Paulo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/virginia-fonseca-faz-tratamento-inedito-para-cicatrizes-de-acne-em-sao-paulo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/virginia-fonseca-faz-tratamento-inedito-para-cicatrizes-de-acne-em-sao-paulo</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202511/image_870x580_69258ff0c9f5c.jpg" length="76866" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 11:16:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Novas diretrizes para colesterol e pressão arterial: como elas mudam o cuidado com o coração</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/novas-diretrizes-para-colesterol-e-pressao-arterial-como-elas-mudam-o-cuidado-com-o-coracao</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/novas-diretrizes-para-colesterol-e-pressao-arterial-como-elas-mudam-o-cuidado-com-o-coracao</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202511/image_870x580_691b1f2fda0b9.jpg" length="77724" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 13:12:57 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Goiânia registra primeiro tratamento de aneurisma cerebral com dispositivo inovador no Hospital Mater Dei</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/goiania-registra-primeiro-tratamento-de-aneurisma-cerebral-com-dispositivo-inovador-no-hospital-mater-dei</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/goiania-registra-primeiro-tratamento-de-aneurisma-cerebral-com-dispositivo-inovador-no-hospital-mater-dei</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202511/image_870x580_6920c92db3b8c.jpg" length="95531" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 20:19:42 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Novembro Azul: como a tecnologia tem transformado o tratamento do câncer de próstata</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/novembro-azul-como-a-tecnologia-tem-transformado-o-tratamento-do-cancer-de-prostata</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/novembro-azul-como-a-tecnologia-tem-transformado-o-tratamento-do-cancer-de-prostata</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202511/image_870x580_690e63284f3d2.jpg" length="93983" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 21:23:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Projeto da Una Jataí mostra que higiene bucal pode prevenir até pneumonia em pacientes de UTI</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/projeto-da-una-jatai-mostra-que-higiene-bucal-pode-prevenir-ate-pneumonia-em-pacientes-de-uti</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/projeto-da-una-jatai-mostra-que-higiene-bucal-pode-prevenir-ate-pneumonia-em-pacientes-de-uti</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202511/image_870x580_6915cd200a59d.jpg" length="99667" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 12:21:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Maternidade Célia Câmara registra mais de 100 partos prematuros em 2025 e reforça ações de prevenção no Novembro Roxo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/maternidade-celia-camara-registra-mais-de-100-partos-prematuros-em-2025-e-reforca-acoes-de-prevencao-no-novembro-roxo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/maternidade-celia-camara-registra-mais-de-100-partos-prematuros-em-2025-e-reforca-acoes-de-prevencao-no-novembro-roxo</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202511/image_870x580_69176d8f673e9.jpg" length="93150" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 17:57:52 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Novembro Laranja alerta para atenção à saúde auditiva</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/novembro-laranja-alerta-para-atencao-a-saude-auditiva</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/novembro-laranja-alerta-para-atencao-a-saude-auditiva</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202511/image_870x580_69176a493a044.jpg" length="51908" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 17:43:51 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Novembro Azul: avanços na urologia ampliam a prevenção e reduzem o tabu</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/novembro-azul-avancos-na-urologia-ampliam-a-prevencao-e-reduzem-o-tabu</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/novembro-azul-avancos-na-urologia-ampliam-a-prevencao-e-reduzem-o-tabu</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202511/image_870x580_69133b64a6d0f.jpg" length="80385" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 13:34:46 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Automedicação: é comum, mas pode ser perigoso</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/automedicacao-e-comum-mas-pode-ser-perigoso</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/automedicacao-e-comum-mas-pode-ser-perigoso</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202511/image_870x580_69091378aaa39.jpg" length="127118" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 20:41:42 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Especialista alerta para a campanha Novembro Azul</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/especialista-alerta-para-a-campanha-novembro-azul</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/especialista-alerta-para-a-campanha-novembro-azul</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202511/image_870x580_69090031089b1.jpg" length="75591" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 19:19:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Obesidade infantil ultrapassa desnutrição pela 1ª vez no mundo, alerta UNICEF</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/obesidade-infantil-ultrapassa-desnutricao-pela-1a-vez-no-mundo-alerta-unicef</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/obesidade-infantil-ultrapassa-desnutricao-pela-1a-vez-no-mundo-alerta-unicef</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_6900cf7b98485.jpg" length="46820" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 14:13:36 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Médico em Goiânia cria método que ajuda a identificar sintomas de AVC e pode salvar vidas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/medico-em-goiania-cria-metodo-que-ajuda-a-identificar-sintomas-de-avc-e-pode-salvar-vidas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/medico-em-goiania-cria-metodo-que-ajuda-a-identificar-sintomas-de-avc-e-pode-salvar-vidas</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68ffd295823e2.jpg" length="65056" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 20:15:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Brasil enfrenta uma epidemia de obesidade que impacta diretamente a saúde da coluna</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-enfrenta-uma-epidemia-de-obesidade-que-impacta-diretamente-a-saude-da-coluna</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-enfrenta-uma-epidemia-de-obesidade-que-impacta-diretamente-a-saude-da-coluna</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68ffbc3bf0112.jpg" length="91277" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 18:40:44 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Transplante de sobrancelhas ajuda mulheres a recuperarem autoestima após o câncer</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/transplante-de-sobrancelhas-ajuda-mulheres-a-recuperarem-autoestima-apos-o-cancer</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/transplante-de-sobrancelhas-ajuda-mulheres-a-recuperarem-autoestima-apos-o-cancer</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68f938576ba07.jpg" length="35779" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 20:04:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Hospital Mater Dei promove corrida para colaboradoras durante campanha do Outubro Rosa em Goiânia</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-mater-dei-promove-corrida-para-colaboradoras-durante-campanha-do-outubro-rosa-em-goiania</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-mater-dei-promove-corrida-para-colaboradoras-durante-campanha-do-outubro-rosa-em-goiania</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68f936afd4fdc.jpg" length="69157" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 19:56:53 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Maternidade Célia Câmara abre as portas para grávidas conhecerem as instalações</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/maternidade-celia-camara-abre-as-portas-para-gravidas-conhecerem-as-instalacoes</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/maternidade-celia-camara-abre-as-portas-para-gravidas-conhecerem-as-instalacoes</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68f7dbf4a30f6.jpg" length="64987" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 19:16:35 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>O olhar que fala: especialista explica como os olhos podem revelar sofrimento emocional</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/o-olhar-que-fala-especialista-explica-como-os-olhos-podem-revelar-sofrimento-emocional</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/o-olhar-que-fala-especialista-explica-como-os-olhos-podem-revelar-sofrimento-emocional</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202509/image_870x580_68d2881feaf6e.jpg" length="44934" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 11:45:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Mascote do Atlético&#45;GO visita paciente de 86 anos internada em hospital de Goiânia e emociona equipe</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/mascote-do-atletico-go-visita-paciente-de-86-anos-internada-em-hospital-de-goiania-e-emociona-equipe</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/mascote-do-atletico-go-visita-paciente-de-86-anos-internada-em-hospital-de-goiania-e-emociona-equipe</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68f2b5774f980.jpg" length="89575" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 21:31:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Dia Mundial e Nacional da Osteoporose alerta para o risco da fratura vertebral</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/dia-mundial-e-nacional-da-osteoporose-alerta-para-o-risco-da-fratura-vertebral</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/dia-mundial-e-nacional-da-osteoporose-alerta-para-o-risco-da-fratura-vertebral</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68f2b316e96eb.jpg" length="89214" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 21:21:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Outubro Rosa: quando a prevenção vale mais que qualquer tratamento</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/outubro-rosa-quando-a-prevencao-vale-mais-que-qualquer-tratamento</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/outubro-rosa-quando-a-prevencao-vale-mais-que-qualquer-tratamento</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68f2ac28c7e4f.jpg" length="52372" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 21:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Hapvida une risadas que curam e conscientização em programação especial para crianças e famílias em Goiás</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hapvida-une-risadas-que-curam-e-conscientizacao-em-programacao-especial-para-criancas-e-familias-em-goias</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hapvida-une-risadas-que-curam-e-conscientizacao-em-programacao-especial-para-criancas-e-familias-em-goias</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68efd758506ac.jpg" length="76327" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 17:19:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Estácio de Goiás promove campanha de doação de sangue em parceria com o Hemocentro</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/estacio-de-goias-promove-campanha-de-doacao-de-sangue-em-parceria-com-o-hemocentro</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/estacio-de-goias-promove-campanha-de-doacao-de-sangue-em-parceria-com-o-hemocentro</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68eea78146db5.jpg" length="57379" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 19:42:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Nascer HEJ promove acolhimento e preparo para o momento mais esperado da maternidade</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/nascer-hej-promove-acolhimento-e-preparo-para-o-momento-mais-esperado-da-maternidade</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/nascer-hej-promove-acolhimento-e-preparo-para-o-momento-mais-esperado-da-maternidade</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68eea619b9999.jpg" length="87716" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 19:36:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Diagnóstico precoce é essencial para o sucesso no tratamento do câncer de boca, alerta especialista</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/diagnostico-precoce-e-essencial-para-o-sucesso-no-tratamento-do-cancer-de-boca-alerta-especialista</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/diagnostico-precoce-e-essencial-para-o-sucesso-no-tratamento-do-cancer-de-boca-alerta-especialista</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68ed6cac385c1.jpg" length="46295" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 21:19:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Einstein abre processo seletivo para vagas nas unidades de Goiás </title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/einstein-abre-processo-seletivo-para-vagas-nas-unidades-de-goias</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/einstein-abre-processo-seletivo-para-vagas-nas-unidades-de-goias</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68e946ac3f726.jpg" length="120607" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 17:51:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Principais motivos para cirurgia na pediatria: o que os pais precisam saber </title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/principais-motivos-para-cirurgia-na-pediatria-o-que-os-pais-precisam-saber</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/principais-motivos-para-cirurgia-na-pediatria-o-que-os-pais-precisam-saber</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202509/image_870x580_68bc3bd5de59a.jpg" length="77178" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 13:49:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>O sal é vilão ou aliado na alimentação? Descubra o que diz a ciência</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/o-sal-e-vilao-ou-aliado-na-alimentacao-descubra-o-que-diz-a-ciencia</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/o-sal-e-vilao-ou-aliado-na-alimentacao-descubra-o-que-diz-a-ciencia</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68e8f2c232281.jpg" length="42083" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 11:51:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Milton Nascimento é diagnosticado com Demência por Corpos de Lewy e médico explica a doença</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/milton-nascimento-e-diagnosticado-com-demencia-por-corpos-de-lewy-e-medico-explica-a-doenca</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/milton-nascimento-e-diagnosticado-com-demencia-por-corpos-de-lewy-e-medico-explica-a-doenca</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68dfcbd80899f.jpg" length="81994" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 13:13:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Quase metade dos brasileiros convive com a dor crônica</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/quase-metade-dos-brasileiros-convive-com-a-dor-cronica</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/quase-metade-dos-brasileiros-convive-com-a-dor-cronica</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68dd7a859de74.jpg" length="60795" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 19:03:36 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Municípios goianos realizam 1º Leilão do Bem em apoio ao Araújo Jorge</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/municipios-goianos-realizam-1o-leilao-do-bem-em-apoio-ao-araujo-jorge</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/municipios-goianos-realizam-1o-leilao-do-bem-em-apoio-ao-araujo-jorge</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202510/image_870x580_68dd35fd9034a.jpg" length="80763" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 14:09:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Técnica goiana de cirurgia mamária é destaque em congresso internacional</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/tecnica-goiana-de-cirurgia-mamaria-e-destaque-em-congresso-internacional</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/tecnica-goiana-de-cirurgia-mamaria-e-destaque-em-congresso-internacional</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202509/image_870x580_68dc242738e25.jpg" length="70039" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 18:41:55 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Risada, música, meditação e pets: prazeres simples que podem proteger seu coração</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/risada-musica-meditacao-e-pets-prazeres-simples-que-podem-proteger-seu-coracao</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/risada-musica-meditacao-e-pets-prazeres-simples-que-podem-proteger-seu-coracao</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202509/image_870x580_68dbe21bd4d02.jpg" length="67477" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 13:59:29 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Médico das celebridades, Ivan Rollemberg, chega à Goiânia com técnicas exclusivas de estética avançada para pacientes</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/medico-das-celebridades-ivan-rollemberg-chega-a-goiania-com-tecnicas-exclusivas-de-estetica-avancada-para-pacientes</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/medico-das-celebridades-ivan-rollemberg-chega-a-goiania-com-tecnicas-exclusivas-de-estetica-avancada-para-pacientes</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202509/image_870x580_68d7da2a6aaf7.jpg" length="74392" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 12:38:33 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Goiânia lança cabine pioneira de telemedicina com presença da vice&#45;prefeita Coronel Cláudia</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/goiania-lanca-cabine-pioneira-de-telemedicina-com-presenca-da-vice-prefeita-coronel-claudia</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/goiania-lanca-cabine-pioneira-de-telemedicina-com-presenca-da-vice-prefeita-coronel-claudia</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202509/image_870x580_68d7cd7ad8b15.jpg" length="43731" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 11:42:37 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Doenças cardiovasculares ainda são a principal causa de morte no Brasil; saiba como se prevenir</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/doencas-cardiovasculares-ainda-sao-a-principal-causa-de-morte-no-brasil-saiba-como-se-prevenir</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/doencas-cardiovasculares-ainda-sao-a-principal-causa-de-morte-no-brasil-saiba-como-se-prevenir</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202509/image_870x580_68d44693af50f.jpg" length="72492" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 19:30:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Quando o algoritmo parece ouvir: quais os riscos da terapia por IA?</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/quando-o-algoritmo-parece-ouvir-quais-os-riscos-da-terapia-por-ia</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/quando-o-algoritmo-parece-ouvir-quais-os-riscos-da-terapia-por-ia</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202509/image_870x580_68d432e8f3434.jpg" length="78484" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 18:06:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Câncer ginecológico atinge milhares de mulheres e exige atenção precoce</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/cancer-ginecologico-atinge-milhares-de-mulheres-e-exige-atencao-precoce</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/cancer-ginecologico-atinge-milhares-de-mulheres-e-exige-atencao-precoce</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202509/image_870x580_68d1908b441f4.jpg" length="53396" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 18:09:56 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Setembro marca campanha mundial de conscientização sobre Alzheimer e alerta para diagnóstico precoce</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/setembro-marca-campanha-mundial-de-conscientizacao-sobre-alzheimer-e-alerta-para-diagnostico-precoce</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/setembro-marca-campanha-mundial-de-conscientizacao-sobre-alzheimer-e-alerta-para-diagnostico-precoce</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202509/image_870x580_68caf96104451.jpg" length="63350" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 18:10:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Colesterol infantil &#45; taxas altas e falta de cuidado provoca graves doenças</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/colesterol-infantil-taxas-altas-e-falta-de-cuidado-provoca-graves-doencas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/colesterol-infantil-taxas-altas-e-falta-de-cuidado-provoca-graves-doencas</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202509/image_870x580_68ba02e28470e.jpg" length="69598" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 21:25:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Centro Universitário oferece atendimentos psicológicos gratuitos à população em apoio ao Setembro Amarelo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/centro-universitario-oferece-atendimentos-psicologicos-gratuitos-a-populacao-em-apoio-ao-setembro-amarelo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/centro-universitario-oferece-atendimentos-psicologicos-gratuitos-a-populacao-em-apoio-ao-setembro-amarelo</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202509/image_870x580_68b6f7bac5336.jpg" length="54869" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 13:57:47 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Conheça as novas diretrizes que definem o diagnóstico e tratamento da hipertensão arterial</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/conheca-as-novas-diretrizes-que-definem-o-diagnostico-e-tratamento-da-hipertensao-arterial</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/conheca-as-novas-diretrizes-que-definem-o-diagnostico-e-tratamento-da-hipertensao-arterial</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202508/image_870x580_68b0a4d7d9f6b.jpg" length="50941" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 18:50:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Tempo seco em Goiás exige cuidados redobrados com idosos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/tempo-seco-em-goias-exige-cuidados-redobrados-com-idosos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/tempo-seco-em-goias-exige-cuidados-redobrados-com-idosos</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202508/image_870x580_68b061d89631d.jpg" length="65796" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 14:05:29 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Como a fonoaudiologia ajuda mães e bebês a superarem dificuldades na amamentação</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/como-a-fonoaudiologia-ajuda-maes-e-bebes-a-superarem-dificuldades-na-amamentacao</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/como-a-fonoaudiologia-ajuda-maes-e-bebes-a-superarem-dificuldades-na-amamentacao</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202508/image_870x580_68adf9e3959ac.jpg" length="52645" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 18:16:48 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Evitar alimentos ultraprocessados pode dobrar a chance de emagrecer; entenda</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/evitar-alimentos-ultraprocessados-pode-dobrar-a-chance-de-emagrecer-entenda</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/evitar-alimentos-ultraprocessados-pode-dobrar-a-chance-de-emagrecer-entenda</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202508/image_870x580_68a873dd514c0.jpg" length="130271" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 13:43:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Agosto Laranja: mês de conscientização sobre a esclerose múltipla</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/agosto-laranja-mes-de-conscientizacao-sobre-a-esclerose-multipla</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/agosto-laranja-mes-de-conscientizacao-sobre-a-esclerose-multipla</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202508/image_870x580_68a79e4ca3b73.jpg" length="73536" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 22:32:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Manter a rotina nas férias é essencial para a saúde das crianças, alerta endocrinologista pediátrica</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/manter-a-rotina-nas-ferias-e-essencial-para-a-saude-das-criancas-alerta-endocrinologista-pediatrica</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/manter-a-rotina-nas-ferias-e-essencial-para-a-saude-das-criancas-alerta-endocrinologista-pediatrica</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/07/image_750x500_687f902166a6a.jpg" length="37578" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 19:21:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Tabagismo ainda é responsável por 85% dos casos de câncer de pulmão</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/tabagismo-ainda-e-responsavel-por-85-dos-casos-de-cancer-de-pulmao</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/tabagismo-ainda-e-responsavel-por-85-dos-casos-de-cancer-de-pulmao</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/202508/image_870x580_68a608b1b8da8.jpg" length="50325" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 17:42:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Psiquiatra só trata “louco”? Veja como ele pode cuidar de qualquer pessoa</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/psiquiatra-so-trata-louco-veja-como-ele-pode-cuidar-de-qualquer-pessoa</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/psiquiatra-so-trata-louco-veja-como-ele-pode-cuidar-de-qualquer-pessoa</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/08/image_750x500_689d065796e09.jpg" length="52426" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 03:42:24 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Natação na vida adulta: benefícios vão além do físico e ajudam na saúde mental</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/natacao-na-vida-adulta-beneficios-vao-alem-do-fisico-e-ajudam-na-saude-mental</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/natacao-na-vida-adulta-beneficios-vao-alem-do-fisico-e-ajudam-na-saude-mental</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/07/image_750x500_687ea58a22168.jpg" length="57816" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 02:40:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Falta de serviço de urgência em otorrinolaringologia no SUS compromete atendimento em Goiás, alerta especialista</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/falta-de-servico-de-urgencia-em-otorrinolaringologia-no-sus-compromete-atendimento-em-goias-alerta-especialista</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/falta-de-servico-de-urgencia-em-otorrinolaringologia-no-sus-compromete-atendimento-em-goias-alerta-especialista</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/07/image_750x500_6876dc7e902c9.jpg" length="36537" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 04:56:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Saiba como incluir fibras alimentares na rotina para manter a saúde em dia</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/saiba-como-incluir-fibras-alimentares-na-rotina-para-manter-a-saude-em-dia</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/saiba-como-incluir-fibras-alimentares-na-rotina-para-manter-a-saude-em-dia</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/07/image_750x500_68754b77d87f2.jpg" length="142698" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 00:26:23 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Campanha Julho Amarelo promove a conscientização sobre o câncer ósseo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/campanha-julho-amarelo-promove-a-conscientizacao-sobre-o-cancer-osseo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/campanha-julho-amarelo-promove-a-conscientizacao-sobre-o-cancer-osseo</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/07/image_750x500_6871097bb92b1.jpg" length="57674" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 18:56:56 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Dia da Saúde Ocular: Oftalmologista alerta sobre perigos de procedimento para mudar cor dos olhos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/dia-da-saude-ocular-oftalmologista-alerta-sobre-perigos-de-procedimento-para-mudar-cor-dos-olhos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/dia-da-saude-ocular-oftalmologista-alerta-sobre-perigos-de-procedimento-para-mudar-cor-dos-olhos</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/07/image_750x500_6870148394869.jpg" length="45346" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 01:30:22 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Calor, viagens e descuido: como evitar intoxicação alimentar nas férias</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/calor-viagens-e-descuido-como-evitar-intoxicacao-alimentar-nas-ferias</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/calor-viagens-e-descuido-como-evitar-intoxicacao-alimentar-nas-ferias</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/07/image_750x500_687010f529a6d.jpg" length="36042" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 01:14:33 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Câncer de cabeça e pescoço pode dar sinais na boca: entenda quando procurar um bucomaxilofacial</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/cancer-de-cabeca-e-pescoco-pode-dar-sinais-na-boca-entenda-quando-procurar-um-bucomaxilofacial</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/cancer-de-cabeca-e-pescoco-pode-dar-sinais-na-boca-entenda-quando-procurar-um-bucomaxilofacial</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/07/image_750x500_686e7ca3371c2.jpg" length="46083" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 20:31:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Inteligência artificial já revoluciona a medicina: da educação médica ao diagnóstico, entenda como a tecnologia já impacta hospitais</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/inteligencia-artificial-ja-revoluciona-a-medicina-da-educacao-medica-ao-diagnostico-entenda-como-a-tecnologia-ja-impacta-hospitais</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/inteligencia-artificial-ja-revoluciona-a-medicina-da-educacao-medica-ao-diagnostico-entenda-como-a-tecnologia-ja-impacta-hospitais</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/07/image_750x500_686e55739bb5e.jpg" length="38429" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 17:42:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>OBESIDADE: Médico calcula o fim das bariátricas em 10 anos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/obesidade-medico-calcula-o-fim-das-bariatricas-em-10-anos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/obesidade-medico-calcula-o-fim-das-bariatricas-em-10-anos</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/06/image_750x500_685c64214e583.jpg" length="79821" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 03:04:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Período de inverno mobiliza Brasil para doação de sangue e reforça estoques em período crítico</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/periodo-de-inverno-mobiliza-brasil-para-doacao-de-sangue-e-reforca-estoques-em-periodo-critico</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/periodo-de-inverno-mobiliza-brasil-para-doacao-de-sangue-e-reforca-estoques-em-periodo-critico</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/06/image_750x500_685c61f6a3fd1.jpg" length="80174" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 02:54:51 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Avanço da ciência traz nova combinação farmacológica que reduz gordura e preserva músculos; entenda</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/avanco-da-ciencia-traz-nova-combinacao-farmacologica-que-reduz-gordura-e-preserva-musculos-entenda</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/avanco-da-ciencia-traz-nova-combinacao-farmacologica-que-reduz-gordura-e-preserva-musculos-entenda</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/06/image_750x500_685c5e2180248.jpg" length="38898" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 02:38:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Lipedema: milhares convivem com o problema sem saber</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/lipedema-milhares-convivem-com-o-problema-sem-saber</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/lipedema-milhares-convivem-com-o-problema-sem-saber</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/06/image_750x500_6849c3f5bbda2.jpg" length="102462" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 23:59:54 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>ANVISA aprova tirzepatida para o tratamento da obesidade: entenda o perfil terapêutico, critérios de prescrição e precauções clínicas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-aprova-tirzepatida-para-o-tratamento-da-obesidade-entenda-o-perfil-terapeutico-criterios-de-prescricao-e-precaucoes-clinicas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/anvisa-aprova-tirzepatida-para-o-tratamento-da-obesidade-entenda-o-perfil-terapeutico-criterios-de-prescricao-e-precaucoes-clinicas</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/06/image_750x500_6849b8b8785d5.jpg" length="47689" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 23:12:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Brasil dá passo importante na regulamentação sobre saúde mental no trabalho; entenda</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-da-passo-importante-na-regulamentacao-sobre-saude-mental-no-trabalho-entenda</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-da-passo-importante-na-regulamentacao-sobre-saude-mental-no-trabalho-entenda</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/05/image_750x500_6838688865c2b.jpg" length="46849" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 29 May 2025 20:01:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Santa Casa de Misericórdia de Goiânia reforça ações de prevenção no Dia Mundial de Luta contra o Câncer</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/santa-casa-de-misericordia-de-goiania-reforca-acoes-de-prevencao-no-dia-mundial-de-luta-contra-o-cancer</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/santa-casa-de-misericordia-de-goiania-reforca-acoes-de-prevencao-no-dia-mundial-de-luta-contra-o-cancer</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/04/image_750x500_67f4235221dfc.jpg" length="63915" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 01:12:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Em prol da Segurança do Paciente, HEJ realiza ações durante o mês de abril</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/em-prol-da-seguranca-do-paciente-hej-realiza-acoes-durante-o-mes-de-abril</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/em-prol-da-seguranca-do-paciente-hej-realiza-acoes-durante-o-mes-de-abril</guid>
<description><![CDATA[ Com o apoio do Governo de Goiás, unidade do Sudoeste goiano adota a campanha Abril Verde com foco na humanização do atendimento. ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/04/image_750x500_67eeea294c479.jpg" length="51376" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 02:06:48 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Captação e doação de órgãos é tema de encontro com representantes do Hospital Estadual de Jataí</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/captacao-e-doacao-de-orgaos-e-tema-de-encontro-com-representantes-do-hospital-estadual-de-jatai</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/captacao-e-doacao-de-orgaos-e-tema-de-encontro-com-representantes-do-hospital-estadual-de-jatai</guid>
<description><![CDATA[ Em colaboração com a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás, a unidade participou de evento fundamental para fortalecer a rede de doação de órgãos  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/04/image_750x500_67ebde1cdfd93.jpg" length="79536" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 18:38:39 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Nova Metodologia de Gestão visa aprimorar atendimento no Hospital Estadual de Jataí</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/nova-metodologia-de-gestao-visa-aprimorar-atendimento-no-hospital-estadual-de-jatai</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/nova-metodologia-de-gestao-visa-aprimorar-atendimento-no-hospital-estadual-de-jatai</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/03/image_750x500_67e558aa0fedd.jpg" length="52041" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 19:55:20 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>O impacto da alimentação na saúde bucal: saiba como uma dieta balanceada contribui para prevenir doenças nos dentes </title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/o-impacto-da-alimentacao-na-saude-bucal-saiba-como-uma-dieta-balanceada-contribui-para-prevenir-doencas-nos-dentes</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/o-impacto-da-alimentacao-na-saude-bucal-saiba-como-uma-dieta-balanceada-contribui-para-prevenir-doencas-nos-dentes</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/03/image_750x500_67d96ac24a6cf.jpg" length="102944" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 18:46:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Jataí se prepara para enfrentar arboviroses com atualização de manejo clínico</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/jatai-se-prepara-para-enfrentar-arboviroses-com-atualizacao-de-manejo-clinico</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/jatai-se-prepara-para-enfrentar-arboviroses-com-atualizacao-de-manejo-clinico</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/02/image_750x500_67b78e9e1cd22.jpg" length="78781" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 02:21:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>FORÇA&#45;TAREFA: Jataí declara vitória na 1ª semana da maratona antidengue de 2025</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/forca-tarefa-jatai-declara-vitoria-na-1a-semana-da-maratona-antidengue-de-2025</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/forca-tarefa-jatai-declara-vitoria-na-1a-semana-da-maratona-antidengue-de-2025</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/02/image_750x500_67af8be39f4bf.jpg" length="80263" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 15 Feb 2025 00:31:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>ESTADO: Saúde pede participação da população em pesquisa Vigitel</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/estado-saude-pede-participacao-da-populacao-em-pesquisa-vigitel</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/estado-saude-pede-participacao-da-populacao-em-pesquisa-vigitel</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/02/image_750x500_67adfcbdd3c9b.jpg" length="35365" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 20:08:36 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Centro de Testagem e Aconselhamento do HEJ realiza mais de 3 mil atendimentos em 2024</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/centro-de-testagem-e-aconselhamento-do-hej-realiza-mais-de-3-mil-atendimentos-em-2024</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/centro-de-testagem-e-aconselhamento-do-hej-realiza-mais-de-3-mil-atendimentos-em-2024</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/02/image_750x500_67acf341bb448.jpg" length="62200" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 01:15:58 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>JATAÍ: Prefeitura inicia o Mutirão de Combate à Dengue</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/jatai-prefeitura-inicia-o-mutirao-de-combate-a-dengue</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/jatai-prefeitura-inicia-o-mutirao-de-combate-a-dengue</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 19:40:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Hospital Estadual de Jataí realiza roda de conversa sobre gravidez na adolescência</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-realiza-roda-de-conversa-sobre-gravidez-na-adolescencia</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-realiza-roda-de-conversa-sobre-gravidez-na-adolescencia</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/02/image_750x500_67a76ec248ac2.jpg" length="72586" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 08 Feb 2025 20:49:23 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>SESC / SENAC GOIÁS: Saúde mental requer atenção e cuidados especiais</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sesc-senac-goias-saude-mental-requer-atencao-e-cuidados-especiais</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sesc-senac-goias-saude-mental-requer-atencao-e-cuidados-especiais</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/01/image_750x500_678ea1f4334e9.jpg" length="46123" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 01:21:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>SAÚDE: Brasil monitora surto de vírus respiratório na China</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-brasil-monitora-surto-de-virus-respiratorio-na-china</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-brasil-monitora-surto-de-virus-respiratorio-na-china</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://simnoticias.com.br/wp-content/uploads/2025/01/china-surto.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 17:28:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Hospital Estadual de Jataí celebra 29 anos de serviços à comunidade</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-celebra-29-anos-de-servicos-a-comunidade</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-celebra-29-anos-de-servicos-a-comunidade</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/12/image_750x500_676429c433424.jpg" length="59346" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 20:13:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>AVANÇO NA SAÚDE | Prefeitura de Jataí entrega obras de reforma e ampliação da UBS Santo Antônio</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/avanco-na-saude-prefeitura-de-jatai-entrega-obras-de-reforma-e-ampliacao-da-ubs-santo-antonio</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/avanco-na-saude-prefeitura-de-jatai-entrega-obras-de-reforma-e-ampliacao-da-ubs-santo-antonio</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/11/image_750x500_67325c1d4480b.jpg" length="83226" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 01:34:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Novembrinho Azul: Prioridade na Saúde Preventiva de Meninos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/novembrinho-azul-prioridade-na-saude-preventiva-de-meninos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/novembrinho-azul-prioridade-na-saude-preventiva-de-meninos</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/11/image_750x500_672b7a1c75cf5.jpg" length="48346" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 20:17:22 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Hospital Estadual de Jataí promove ações para reduzir resíduos e aumentar a sustentabilidade</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-promove-acoes-para-reduzir-residuos-e-aumentar-a-sustentabilidade</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-promove-acoes-para-reduzir-residuos-e-aumentar-a-sustentabilidade</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/10/image_750x500_6719025e5ab79.jpg" length="54775" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 20:05:24 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Prefeitura realiza Campanha de Combate ao Câncer Bucal dia 25/10</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/prefeitura-realiza-campanha-de-combate-ao-cancer-bucal-dia-2510</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/prefeitura-realiza-campanha-de-combate-ao-cancer-bucal-dia-2510</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/10/image_750x500_67110aa29f8b0.jpg" length="65038" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 19:02:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Hospital Estadual de Jataí lança campanha para arrecadação de enxovais</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-lanca-campanha-para-arrecadacao-de-enxovais</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-lanca-campanha-para-arrecadacao-de-enxovais</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/08/image_750x500_66b0d1a4e932c.jpg" length="52459" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 12 Oct 2024 02:34:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Pesquisa revela alta satisfação dos usuários do Hospital Estadual de Jataí</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/pesquisa-revela-alta-satisfacao-dos-usuarios-do-hospital-estadual-de-jatai</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/pesquisa-revela-alta-satisfacao-dos-usuarios-do-hospital-estadual-de-jatai</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/09/image_750x500_66fae036951fc.jpg" length="53712" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 23:32:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Hospital Estadual de Jataí implementa novas normas para visitas e acompanhantes</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-implementa-novas-normas-para-visitas-e-acompanhantes</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-implementa-novas-normas-para-visitas-e-acompanhantes</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/08/image_750x500_66b0d1a4e932c.jpg" length="52459" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 18:53:54 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Hospital Estadual de Jataí participa do projeto nacional &amp;quot;Lean nas Emergências&amp;quot; do Proadi&#45;SUS</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-participa-do-projeto-nacional-lean-nas-emergencias-do-proadi-sus</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-participa-do-projeto-nacional-lean-nas-emergencias-do-proadi-sus</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/08/image_750x500_66b0d1a4e932c.jpg" length="52459" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 20:10:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Governo de Goiás investe R$ 796 mil em novos equipamentos para o Hospital Estadual de Jataí</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-de-goias-investe-r-796-mil-em-novos-equipamentos-para-o-hospital-estadual-de-jatai</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-de-goias-investe-r-796-mil-em-novos-equipamentos-para-o-hospital-estadual-de-jatai</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/08/image_750x500_66d0c5cba1c92.jpg" length="63887" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 01:08:32 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Fundahc abre processo seletivo para diversas áreas no Hospital Estadual de Jataí</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/fundahc-abre-processo-seletivo-para-diversas-areas-no-hospital-estadual-de-jatai</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/fundahc-abre-processo-seletivo-para-diversas-areas-no-hospital-estadual-de-jatai</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.tupi.fm/wp-content/uploads/emprego-vagas-1.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 00:40:22 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Agosto Dourado: HEJ adere à campanha nacional de incentivo ao aleitamento materno</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/agosto-dourado-hej-adere-a-campanha-nacional-de-incentivo-ao-aleitamento-materno</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/agosto-dourado-hej-adere-a-campanha-nacional-de-incentivo-ao-aleitamento-materno</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://isac.org.br/wp-content/uploads/2023/08/bebe-amamentacao-leite-materno.png" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 21 Aug 2024 18:26:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Hospital Estadual de Jataí reafirma excelência em atendimento materno&#45;infantil</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-reafirma-excelencia-em-atendimento-materno-infantil</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/hospital-estadual-de-jatai-reafirma-excelencia-em-atendimento-materno-infantil</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/08/image_750x500_66b0d1a4e932c.jpg" length="52459" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 19:12:56 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Pacientes e acompanhantes do HEJ passam a contar com serviço de guarda&#45;volumes na unidade</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/pacientes-e-acompanhantes-do-hej-passam-a-contar-com-servico-de-guarda-volumes-na-unidade</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/pacientes-e-acompanhantes-do-hej-passam-a-contar-com-servico-de-guarda-volumes-na-unidade</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/07/image_750x500_66a10990c3178.jpg" length="74065" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 20:03:36 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>População da região sudoeste passa a contar com Ambulatório de Fisioterapia Visual no Hospital Estadual de Jataí</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/populacao-da-regiao-sudoeste-passa-a-contar-ambulatorio-de-fisioterapia-visual-no-hospital-estadual-de-jatai</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/populacao-da-regiao-sudoeste-passa-a-contar-ambulatorio-de-fisioterapia-visual-no-hospital-estadual-de-jatai</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/07/image_750x500_669ac50349393.jpg" length="52472" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 20 Jul 2024 01:57:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>CÂIMBRAS NOTURNAS: Estudo clínico em Goiânia mostra revolução no tratamento</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/caimbras-noturnas-estudo-clinico-em-goiania-mostra-revolucao-no-tratamento</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/caimbras-noturnas-estudo-clinico-em-goiania-mostra-revolucao-no-tratamento</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://i0.wp.com/saojoaquimonline.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Câimbras-noturnas.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 01:08:51 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Alunos da Una iniciam atendimento psicológico a pacientes com câncer em Jataí</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/alunos-da-una-iniciam-atendimento-psicologico-a-pacientes-com-cancer-em-jatai</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/alunos-da-una-iniciam-atendimento-psicologico-a-pacientes-com-cancer-em-jatai</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/06/image_750x500_6668a3d282622.jpg" length="60004" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 01:23:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Ivermectina não é eficaz contra dengue, alerta Ministério da Saúde</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ivermectina-nao-e-eficaz-contra-dengue-alerta-ministerio-da-saude</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ivermectina-nao-e-eficaz-contra-dengue-alerta-ministerio-da-saude</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://i0.wp.com/patosnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20240206_172712_0000.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 08 Feb 2024 18:45:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>LIÊLO: Revolucionando o tratamento de transtornos do neurodesenvolvimento em Jataí</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/lielo-revolucionando-o-tratamento-de-transtornos-do-neurodesenvolvimento-em-jatai</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/lielo-revolucionando-o-tratamento-de-transtornos-do-neurodesenvolvimento-em-jatai</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/01/image_750x500_65a6ff903d9a2.jpg" length="76145" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 08 Feb 2024 04:14:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>SAÚDE: MP/GO determina fornecimento de leito de uti a bebê com cardiopatia em hospital de Jataí</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-mpgo-determina-fornecimento-de-leito-de-uti-a-bebe-com-cardiopatia-em-hospital-de-jatai</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-mpgo-determina-fornecimento-de-leito-de-uti-a-bebe-com-cardiopatia-em-hospital-de-jatai</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://dmsudoeste.com.br/images/noticias/43940/89d9d3e1cdd1f1d053d554e787e704cc.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 27 Jan 2024 01:13:22 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Janeiro Roxo: Secretaria de Saúde realizará ação especial para conscientização sobre a Hanseníase</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/janeiro-roxo-secretaria-de-saude-realizara-acao-especial-para-conscientizacao-sobre-a-hanseniase</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/janeiro-roxo-secretaria-de-saude-realizara-acao-especial-para-conscientizacao-sobre-a-hanseniase</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/01/image_750x500_65a684c071dbf.jpg" length="93052" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 16 Jan 2024 19:30:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Obras do novo Hospital Padre Tiago terão início com a presença do Governador Ronaldo Caiado</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/obras-do-novo-hospital-padre-tiago-terao-inicio-com-a-presenca-do-governador-ronaldo-caiado</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/obras-do-novo-hospital-padre-tiago-terao-inicio-com-a-presenca-do-governador-ronaldo-caiado</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2024/01/image_750x500_659ff11fef06d.jpg" length="44728" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 11 Jan 2024 19:46:42 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Atenção à Saúde: Prefeitura adquire veículo para manutenção da infraestrutura das unidades</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/atencao-a-saude-prefeitura-adquire-veiculo-para-manutencao-da-infraestrutura-das-unidades</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/atencao-a-saude-prefeitura-adquire-veiculo-para-manutencao-da-infraestrutura-das-unidades</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2023/09/image_750x500_650b496042568.jpg" length="73145" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 01:35:37 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Ipasgo Saúde projeta ampliar em até 80% atendimentos em saúde mental e preventiva</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ipasgo-saude-projeta-ampliar-em-ate-80-atendimentos-em-saude-mental-e-preventiva</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ipasgo-saude-projeta-ampliar-em-ate-80-atendimentos-em-saude-mental-e-preventiva</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2023/08/image_750x500_64e89af305870.jpg" length="48786" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 25 Aug 2023 18:14:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>SAÚDE: Queda das temperaturas no inverno requer cuidados redobrados com as articulações</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-queda-das-temperaturas-no-inverno-requer-cuidados-redobrados-com-as-articulacoes</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-queda-das-temperaturas-no-inverno-requer-cuidados-redobrados-com-as-articulacoes</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2023/08/image_750x500_64df729184e82.jpg" length="36028" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 18 Aug 2023 19:32:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>SAÚDE: Nova vacina contra a dengue chega ao Brasil na próxima semana</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-nova-vacina-contra-a-dengue-chega-ao-brasil-na-proxima-semana</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/saude-nova-vacina-contra-a-dengue-chega-ao-brasil-na-proxima-semana</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ebc.com.br/yA5SMQw_hHxFMc0Fqh-EgDraBwY=/1600x800/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/mosquitos_aedes_aegypti_dengue.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 23 Jun 2023 00:49:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>SEQUELAS DA COVID&#45;19: O que é, duração e qual o tratamento</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sequelas-da-covid-19-o-que-e-duracao-e-qual-o-tratamento</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sequelas-da-covid-19-o-que-e-duracao-e-qual-o-tratamento</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://d3043uog1ad1l6.cloudfront.net/uploads/2021/02/oms-alerta-para-sequelas-da-covid-19-que-podem-surgir-meses-apos-infeccao.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 16 Dec 2022 01:51:55 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Ministério Público pede autorização para aborto</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ministerio-publico-pede-autorizacao-para-aborto</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ministerio-publico-pede-autorizacao-para-aborto</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://dmsudoeste.com.br/images/noticias/28109/30ccd90cefc6874e21d3074b8f91ffea.jpeg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 19:20:42 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>DENGUE: Brasil confirma 968 MORTES por dengue em 2022; veja Estados com maior número óbitos provocados pela doença</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/dengue-brasil-confirma-968-mortes-por-dengue-em-2022-veja-estados-com-maior-numero-obitos-provocados-pela-doenca</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/dengue-brasil-confirma-968-mortes-por-dengue-em-2022-veja-estados-com-maior-numero-obitos-provocados-pela-doenca</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://imagens.ne10.uol.com.br/veiculos/_midias/jpg/2022/02/02/806x444/1_mosquito_g4a0e9c13c_1920-20522831.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 17:48:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Casos de covid&#45;19 aumentam, mas infectados apresentam sintomas leves</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/casos-de-covid-19-aumentam-mas-infectados-apresentam-sintomas-leves</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/casos-de-covid-19-aumentam-mas-infectados-apresentam-sintomas-leves</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://midias.correiobraziliense.com.br/_midias/jpg/2021/12/11/675x450/1_default-7191748.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 18:57:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>SAPÚDE: Governo reduz tempo de espera por cirurgias eletivas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sapude-governo-reduz-tempo-de-espera-por-cirurgias-eletivas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sapude-governo-reduz-tempo-de-espera-por-cirurgias-eletivas</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/10/image_750x500_6359a592aadba.jpg" length="61564" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 27 Oct 2022 03:25:00 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Servidores da Prefeitura de Serranópolis podem aderir ao Ipasgo</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/servidores-da-prefeitura-de-serranopolis-podem-aderir-ao-ipasgo</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/servidores-da-prefeitura-de-serranopolis-podem-aderir-ao-ipasgo</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/08/image_750x500_6307de2ef4042.jpg" length="72793" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 02:41:02 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>VACINA CONTRA INFLUENZA CONTINUA DISPONÍVEL PARA A POPULAÇÃO GERAL</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacina-contra-influenza-continua-disponivel-para-a-populacao-geral</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/vacina-contra-influenza-continua-disponivel-para-a-populacao-geral</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/08/image_750x500_62e920043c622.jpg" length="70063" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 02 Aug 2022 19:01:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Governo federal apresenta em Goiânia carteira para identificar autistas</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-federal-apresenta-em-goiania-carteira-para-identificar-autistas</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/governo-federal-apresenta-em-goiania-carteira-para-identificar-autistas</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/06/image_750x500_6298ae600bbbd.jpg" length="65878" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 02 Jun 2022 18:35:37 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Situação do Hospital Dr. Serafim de Carvalho será tema de audiência pública</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/situacao-do-hospital-dr-serafim-de-carvalho-sera-tema-de-audiencia-publica</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/situacao-do-hospital-dr-serafim-de-carvalho-sera-tema-de-audiencia-publica</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/05/image_750x500_627eb64d39c55.jpg" length="52822" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 14 May 2022 01:50:22 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>DENGUE: Boletim municipal alerta para os perigos da proliferação</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/dengue-boletim-municipal-alerta-para-os-perigos-da-doenca</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/dengue-boletim-municipal-alerta-para-os-perigos-da-doenca</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/04/image_750x500_6267df76db0b2.jpg" length="39894" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 26 Apr 2022 18:03:46 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A INFLUENZA (2022) INICIA NO PRÓXIMO DIA 04 DE ABRIL</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/campanha-de-vacinacao-contra-a-influenza-2022-inicia-no-proximo-dia-04-de-abril</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/campanha-de-vacinacao-contra-a-influenza-2022-inicia-no-proximo-dia-04-de-abril</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/03/image_750x500_62437a21891c4.jpg" length="58252" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 30 Mar 2022 03:29:47 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>JATAÍ: Com quase 80% população vacinada, Prefeitura desobriga o uso da máscara em locais abertos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/754</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/754</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/03/image_750x500_62336bdd10a00.jpg" length="68161" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 17 Mar 2022 23:12:34 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Deputado goiano Iso Moreira é intubado com Covid em Brasília</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/deputado-goiano-iso-moreira-e-intubado-com-covid-em-brasilia</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/deputado-goiano-iso-moreira-e-intubado-com-covid-em-brasilia</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/02/image_750x500_6205097e272d3.jpg" length="54023" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 17:49:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Pai é ameaçado após vacinar a filha escondido da mãe</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/pai-e-ameacado-apos-vacinar-a-filha-escondido-da-mae</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/pai-e-ameacado-apos-vacinar-a-filha-escondido-da-mae</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/02/image_750x500_6203c7e950a77.jpg" length="53367" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 09 Feb 2022 18:56:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Inaugurado o Hospital Estadual da Criança e do Adolescente</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/inaugurado-o-hospital-estadual-da-crianca-e-do-adolescente</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/inaugurado-o-hospital-estadual-da-crianca-e-do-adolescente</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/02/image_750x500_62027044bd135.jpg" length="65216" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 18:30:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Brasil não avalia aplicar 4ª dose da vacina no momento, diz Queiroga</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-nao-avalia-aplicar-4a-dose-da-vacina-no-momento-diz-queiroga</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/brasil-nao-avalia-aplicar-4a-dose-da-vacina-no-momento-diz-queiroga</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/02/image_750x500_620264f114eac.jpg" length="38960" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 17:43:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>COMUNICADO | SANITIZAÇÃO NA SEDE DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE NESTA SEXTA&#45;FEIRA</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/comunicado-sanitizacao-na-sede-da-secretaria-municipal-de-saude-nesta-sexta-feira</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/comunicado-sanitizacao-na-sede-da-secretaria-municipal-de-saude-nesta-sexta-feira</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/01/image_750x500_61f3dfb8ac849.jpg" length="65019" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 17:21:51 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>URGENTE: Ex&#45;governador de Goiás Marconi Perillo é internado com Covid&#45;19</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/urgente-ex-governador-de-goias-marconi-perillo-e-internado-com-covid-19</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/urgente-ex-governador-de-goias-marconi-perillo-e-internado-com-covid-19</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/01/image_750x500_61f2819e406dc.jpg" length="40367" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 27 Jan 2022 16:28:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Criança de dois anos morre ao ser diagnosticada com Covid&#45;19 em Morrinhos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/crianca-de-dois-anos-morre-ao-ser-diagnosticada-com-covid-19-em-morrinhos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/crianca-de-dois-anos-morre-ao-ser-diagnosticada-com-covid-19-em-morrinhos</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/01/image_750x500_61f199a4c331a.jpg" length="71035" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 23:58:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Covid 19: Goiás é recordista ao ter mais de 8,2 mil casos conhecidos em 24 horas, diz Saúde</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/covid-19-goias-e-recordista-ao-ter-mais-de-82-mil-casos-conhecidos-em-24-horas-diz-saude</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/covid-19-goias-e-recordista-ao-ter-mais-de-82-mil-casos-conhecidos-em-24-horas-diz-saude</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/01/image_750x500_61f14892ce330.jpg" length="71703" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 18:11:55 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Pais que negarem vacinação infantil podem receber multa ou perder a guarda dos filhos</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/pais-que-negarem-vacinacao-infantil-podem-receber-multa-ou-perder-a-guarda-dos-filhos</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/pais-que-negarem-vacinacao-infantil-podem-receber-multa-ou-perder-a-guarda-dos-filhos</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/01/image_750x500_61e2a3bc66d82.jpg" length="41544" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Sat, 15 Jan 2022 15:37:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Covid&#45;19 aumenta no Brasil! Como preparar sua empresa para um novo fechamento?</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/covid-19-aumenta-no-brasil-como-preparar-sua-empresa-para-um-novo-fechamento</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/covid-19-aumenta-no-brasil-como-preparar-sua-empresa-para-um-novo-fechamento</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2022/01/image_750x500_61df37d505c0e.jpg" length="81582" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Thu, 13 Jan 2022 01:20:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>ANS suspende a comercialização de 12 planos de saúde</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/ans-suspende-a-comercializacao-de-12-planos-de-saude</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/ans-suspende-a-comercializacao-de-12-planos-de-saude</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://folhadosudoeste.com/wp-content/uploads/2021/12/naom_5d03a1d5bcaf8-780x405.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 01:09:40 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Síndrome mão&#45;pé&#45;boca tem três casos confirmados em Goiânia</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/sindrome-mao-pe-boca-tem-tres-casos-confirmados-em-goiania</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/sindrome-mao-pe-boca-tem-tres-casos-confirmados-em-goiania</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2021/11/image_750x500_619ff126505ce.jpg" length="27128" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 26 Nov 2021 01:26:42 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Iris Rezende deixa UTI e volta para o quarto</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/iris-rezende-deixa-uti-e-volta-para-o-quarto</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/iris-rezende-deixa-uti-e-volta-para-o-quarto</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.emaisgoias.com.br/cdn-cgi/image/fit=contain,width=960,quality=90/https://uploads.emaisgoias.com.br/2021/08/a9a8d57a-iris-rezende-close-960x640.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 02:28:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Vereadores ouvem representantes da Saúde e do HC</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/vereadores-ouvem-representantes-da-saude-e-do-hc</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/vereadores-ouvem-representantes-da-saude-e-do-hc</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2021/07/image_750x500_60de2e7cd063c.jpg" length="60314" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Fri, 02 Jul 2021 03:11:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

<item>
<title>Manter a rotina nas férias é essencial para a saúde das crianças, alerta endocrinologista pediátrica</title>
<link>https://www.folhanosudoeste.com.br/manter-a-rotina-nas-ferias-e-essencial-para-a-saude-das-criancas-alerta-endocrinologista-pediatrica-2112</link>
<guid>https://www.folhanosudoeste.com.br/manter-a-rotina-nas-ferias-e-essencial-para-a-saude-das-criancas-alerta-endocrinologista-pediatrica-2112</guid>
<description><![CDATA[  ]]></description>
<enclosure url="https://www.folhanosudoeste.com.br/uploads/images/2025/07/image_750x500_687f902166a6a.jpg" length="37578" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Tue, 30 Nov -001 00:00:00 -0306</pubDate>
<dc:creator>Lázaro Borges - Redação</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
</item>

</channel>
</rss>