Taxa de desocupação é de 5,6% e taxa de subutilização é de 13,3% no trimestre encerrado em maio

Taxa de desocupação é de 5,6% e taxa de subutilização é de 13,3% no trimestre encerrado em maio

A taxa de desocupação (5,6%) no trimestre encerrado em maio de 2026 registrou estabilidade frente ao trimestre de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026 (5,8%) e caiu 0,6 p.p. ante o trimestre móvel de março a maio de 2025 (6,2%).

Indicador/Período Mar-abr-mai 2026 Dez-jan-fev 2026 Mar-abr-mai 2025
Taxa de desocupação 5,6% 5,8% 6,2%
Taxa de subutilização 13,3% 14,1% 14,9%
Rendimento real habitual R$ 3.726 R$ 3.756 R$ 3.583
Variação do rendimento habitual em relação a: estabilidade 4,0%

A população desocupada (6,1 milhões) registrou estabilidade na comparação com o trimestre de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026 (6,2 milhões). No confronto com igual trimestre do ano anterior (6,7 milhões), houve queda de 9,3% (menos 624 mil pessoas).

A população ocupada (102,7 milhões) registrou alta de 0,5% no trimestre (mais 558 mil pessoas) e aumento de 0,8% no ano (mais 840 mil). O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi de 58,6%, com variação de 0,2 no trimestre (58,4%) e mantendo-se estável ano (58,6%).

A taxa composta de subutilização (13,3%) variou -0,8 p.p. frente ao trimestre anterior (14,1%) e teve queda de 1,6 p.p. no ano (14,9%). A população subutilizada (15,1 milhões) caiu 5,7% no trimestre (menos 920 mil) e recuou 11,3% no ano (menos 1,9 milhão de pessoas subutilizadas).

A população subocupada por insuficiência de horas (4,1 milhões) caiu 5,7% no trimestre (menos 251 mil pessoas) e recuou 10,6% no ano (4,6 milhões). A população fora da força de trabalho (66,5 milhões) ficou estável no trimestre e cresceu 1,7% frente ao mesmo trimestre do ano anterior (mais 1,1 milhão de pessoas).

A população desalentada (2,4 milhões) mostrou redução de 10,2% no trimestre (menos 277 mil pessoas) e também registrou queda de 14,6% no ano (2,9 milhões de pessoas desalentadas). O percentual de desalentados (2,2%) mostrou variação de -0,3p.p. no trimestre (2,4%) e de -0,4 p.p. no ano (2,6%).

O número de empregados no setor privado com carteira assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 39,3 milhões. Houve estabilidade no trimestre e no ano. O número de empregados sem carteira no setor privado (13,4 milhões) mostrou estabilidade no trimestre e no ano.

O número de trabalhadores por conta própria (26,0 milhões) ficou estável no trimestre e no ano. Já o número de trabalhadores domésticos (5,4 milhões) mostrou estabilidade no trimestre e redução de 328 mil pessoas no ano.  

A taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada (ou 38,3 milhões de trabalhadores informais), contra 37,5% (ou 38,3 milhões) no trimestre encerrado em fevereiro e 37,8% (ou 38,5 milhões) no trimestre de março a maio de 2025.

O rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.726) ficou estável no trimestre e cresceu 4,0% no ano. A massa de rendimento real habitual (R$ 377,7 bilhões) ficou estável no trimestre e cresceu 4,8% (mais R$ 17,3 bilhões) no ano.

Taxa de desocupação - Brasil - 2012/2026

A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas) no trimestre de março a maio de 2026 chegou a 108,8 milhões de pessoas, aumento de 381 mil pessoas (0,4%), quando comparada com o trimestre de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, houve estabilidade.

A análise da ocupação por grupamentos de atividade do trimestre móvel de março a maio de 2026, em relação ao trimestre de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026, mostrou aumento: Transporte, armazenagem e correio (3,0%, ou mais 177 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,1%, ou mais 591 mil pessoas). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

Na comparação com o trimestre de março a maio de 2025, foi observado aumento nos grupamentos: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (3,7%, ou mais 277 mil pessoas), Transporte, armazenagem e correio (4,0%, ou mais 236 mil pessoas), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,8%, ou mais 711 mil pessoas). Houve redução no grupamento de Serviços domésticos (5,7%, ou menos 329 mil pessoas).

Taxa composta de subutilização – Trimestres de março a maio – Brasil - 2012/2026 (%)

O rendimento médio mensal real habitualmente recebido no trabalho principal, segundo os grupamentos de atividade, do trimestre móvel de março a maio de 2026, em relação ao trimestre de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026, mostrou que não houve crescimento em qualquer categoria. Houve redução no grupamento de Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,9%, ou menos R$ 97).

A comparação com o trimestre de março a maio de 2025 mostrou aumento nas categorias: Transporte, armazenagem e correio (5,7%, ou mais R$ 191) Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,0%, ou mais R$ 147) Outros serviços (12,3%, ou mais R$ 341) e Serviços domésticos (3,8%, ou mais R$ 52). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

A análise do rendimento médio mensal real habitualmente recebido no trabalho principal, segundo a posição na ocupação do trimestre móvel de março a maio de 2026, em relação ao trimestre de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026, mostrou que não houve crescimento em qualquer categoria. Houve redução na categoria de Empregado no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (3,1%, ou menos R$ 172). A comparação com o trimestre de março a maio de 2025 indicou aumento nas categorias: Empregado com carteira de trabalho assinada (3,0%, ou mais R$ 99) Trabalhador doméstico (3,8%, ou mais R$ 52) e Conta-própria (4,4%, ou mais R$ 130).

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